Dia das Mães (Conto Erótico)

Aqui vai mais um relato do tema que sempre posto. É ideal pra ocasião, embora dessa vez não seja um terceiro quem dá o presente pra minha mãe.

Deixem pontos e comentem se gostaram. Espero que curtam.

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O dia das mães

Domingo foi Dia das Mães na Argentina e pra comemorar, a gente se reuniu em família. Eu, meu pai, minha mãe, meu irmão e eu. Só pra deixar claro, eu moro com meus pais e meu irmão aparece de vez em quando pra visitar.

Mas vamos ao que interessa: a homenageada, ou seja, minha mãe. Uma mulher madura, de pele branca e cabelo castanho, que aparenta bem menos idade do que o documento diz.

Baixinha, com um quadril largo — então já dá pra imaginar qual é o melhor atributo dela. Os peitos não são lá grandes, mas o decote dela ainda rouba olhares.

No rosto, se a gente for comparar com alguma atriz do ramo, diria que quem mais me lembra é a Vanessa Lane, principalmente por causa dos lábios carnudos.
Dia das Mães (Conto Erótico)Mesmo assim, ela não é uma milf, mas sim uma dona de casa e mãe comum. Daquelas que podem despertar a tarolagem de algum vizinho, comerciante do bairro ou até amigos dos filhos.

Voltando ao domingo, ela estava feliz por ter a família reunida, eram tempos tranquilos depois de algumas situações meio tensas e ela queria curtir o momento.

Acordei tarde porque tinha saído na noite anterior. Fui pra sala e vi que meu irmão já tinha chegado. Aí percebi que tinha esquecido do Dia das Mães e, claro, não tinha comprado o presente. Comprimentei e, obviamente, desejei feliz Dia das Mães pra ela. Fingi que ia comprar algo pra beber e saí por um instante.

Minha mãe estava conversando com meu irmão, eles sempre foram mais unidos, principalmente nos últimos tempos. Depois que ele terminou com a namorada de anos. De vez em quando, ela o convidava pra um café ou pra ver um filme. Eu costumava ir junto, mas ultimamente não me juntava mais aos passeios deles.

Enquanto isso, comprei umas flores de um vendedor ambulante, sabia que minha mãe gostava daquelas flores, então era o presente perfeito. Pelo menos era o melhor que eu conseguia naquele momento. Ela ficou feliz, mas acho que percebeu que eu tinha esquecido do dia dela.

Notei que a mamãe estava bonita. Pra ocasião, ela vestia uma blusa que combinava com uma saia jeans, aproveitando que tava calorzinho e os dias frescos já tinham passado. Calçava umas sandálias de salto que tinha comprado fazia pouco.

Naquela hora, meu pai estava acendendo o fogo. O jeito bagunçado dele de fazer as coisas não agradava minha mãe, jeitos que depois de tantos anos de convivência ela já tava cansada de aturar. Não vou falar da relação deles, mas estavam naquele ponto em que casais mais velhos parecem ficar por costume. Quanto à vida sexual, nem se fala. Aparentemente, zero.

Almoçamos e já eram mais de duas da tarde. Minha mãe tinha preparado café pra sobremesa. Daí a pouco, meu pai teve que ir embora porque tinham chamado ele. chamado por um assunto de trabalho que não podia esperar. Isso pareceu irritá-la, mas ela já estava acostumada. Ficamos nós três conversando com a TV ligada. Era dia de jogo e o campeonato estava para ser decidido, mas ainda faltava um bom tempo pra começar.

Depois de um tempo, bateu um sono, tinha comido pesado e não tinha dormido bem, então fui um pouco pro meu quarto. Logo depois, acabei caindo no sono profundo.

Acordei com um mau pressentimento, pensei que ia perder o jogo, mas ainda faltava um pouco. Também tava com vontade de comer algo doce, então fui pra cozinha, andei pelo corredor que dá na sala e vi minha mãe e meu irmão se beijando…

Minha reação imediata foi me esconder pra eles não me verem.

"Para! Aqui não. Podia nos ver." Ela disse, se referindo a mim.

"Fala sério, mãe." Ele respondeu enquanto continuavam se pegando.

"Vamos embora. Aqui não."

Não conseguia acreditar no que tava rolando. Uma sensação horrível percorria meu corpo. Como eles podiam estar fazendo aquilo?

Fiz barulho pra eles saberem que eu tava chegando e rapidamente pararam, fingindo que nada tinha acontecido.

"Filhão! O jogo já vai começar?" Ela disse ao me ver.

"É."

Ligou a TV e colocou o canal que tava passando.

"Sabe, eu e seu irmão vamos dar um pulo no shopping. Ele vai me dar um presente. Se quiser, fica aí vendo o jogo." Ela disse, cínica.

Não ia de qualquer jeito. Sentei no sofá vendo eles irem embora.

Um minuto depois, ela voltou e foi pro quarto pegar algo que aparentemente tinha esquecido. Vi que levou uma bolsinha.

"Tchau. Não sei a que horas volto, beijo."

Que porra tava rolando entre esses dois? Não conseguia parar de pensar. E pra piorar, não era algo que eu podia contar pro meu pai. Tava me corroendo por dentro.

Nem consegui prestar atenção no jogo, fui pegar um copo d'água e depois pro meu quarto com aquela sensação desagradável que não ia embora. Deitei olhando pro teto e me perguntando se eles realmente tinham ido ao shopping. Esperava que sim, mentindo pra mim mesmo.

Será que aqueles dois já tinham… transado? Não, não. Podia ser verdade.
Mas e se tivesse acontecido? Eu me respondia.
Minha mãe nunca faria uma coisa dessas. Nunca.
Mas o que eu tinha acabado de ver há alguns minutos. Eles estavam se beijando e ela dizia pra ele ir. Mas pra onde? Onde eles estavam? Por que eu não denunciei eles naquele exato momento em que os vi? Eu me recriminava.

Enquanto isso, eles estavam entrando no quarto do hotel. Meu irmão tinha pedido um quarto luxuoso, o melhor daquele hotel. O melhor pra mamãe.

Eles devoraram a boca um do outro, ardiam de desejo. Aquele desejo misturado com culpa, tesão, sujeira. Só deixava tudo mais excitante. Meu irmão apalpava ela por todos os lados.

— Para um pouco, filho. Já volto. — Disse minha mãe pegando a bolsa e indo pro banheiro. — Eu também tenho uma surpresinha.

Daqui a pouco ela saiu vestindo um sutiã de renda, uma tanga e meias. Parece que ela tinha guardado aquilo pra uma ocasião ideal. Ela sentou na cama esperando o filho se aproximar.
sexoSeu primogênito não podia estar mais tarado. O corpete durou pouco tempo.
Ele tocava e chupava os peitos da mãe com desespero. Como fazia muitos anos atrás. Mas desta vez com uma intenção diferente. Saboreava à vontade aqueles peitos pálidos e mamilos rosados. A mãe também estava nas nuvens de tesão.
IrmaoJá estando no clima, era hora do presente dela. Ninguém merecia aproveitar mais que a mamãe no dia dela. Deitou ela na cama e devagar foi tirando a tanga dela. Pôde ver a buceta dela coberta de pelinhos.

Sentiu a língua do filho e se arrepiou. Nunca tinha experimentado algo assim. Fazia cócegas nela, ela arqueava as costas e se mexia, mas tava gostando. Acariciava a cabeça dele enquanto via ele fazendo oral nela. Aos poucos foi se acostumando e deixando a vergonha de lado. Curtiu pra caralho, mas não conseguia deixar de lado a natureza dela.

Agora ela queria fazer ele gozar. Puxou a cueca do meu irmão pra baixo e se surpreendeu. Fazia tempo que não via um pau. Ele sentiu as mãos macias da minha mãe no membro dele. Ela masturbava ele, subindo e descendo devagar. Já tava dura igual um ferro.
presenteTimidamente, ela colocou na boca, pronta pra fazer de tudo pra agradar ele. Chupava a rola dele com devoção e amor de mãe.

"Ahhh, mãããe. Não aguento mais, quero te foder."

Não perdeu nem um segundo, deitou a mãe de novo e abriu as pernas dela pra meter devagar. Começou a penetrar ela lentamente.
maeMamãe estava molhadinha. Fazia muito tempo que ela não transava também, e sentir o pau do filho dela entrando nela era uma sensação intensa demais.

Aos poucos, foi afundando cada vez mais um pouco. Que delícia sentir como apertava aquela buceta.

Mamãe com certeza sempre tinha transado nessa posição. Mas não era a favorita dele. Então ele a colocou de quatro por um tempo e meteu. Devagar, foi acelerando o ritmo. Já dava pra ouvir os corpos se chocando. O barulho das bolas dele batendo na bunda da minha mãe ecoava no quarto.
incestoPor minha vez, não me aguentei e mandei uma mensagem pra minha mãe. Tava ficando impaciente, ela costumava responder rápido, mas nem tinha visto a mensagem. Não tava online fazia uns 20 minutos, mais ou menos.

Enquanto isso, mamãe subia e descia montando na pica do filho mais velho. Ela olhou por cima do ombro pra mesa onde tava o celular. Percebeu a luz acender e as minhas mensagens chegando, mas não deu muita bola. Tava gozando, tava curtindo o dia que merecia.
FamiliaAahhhh, não aguento mais, ahh". Ele gemia.

Mamãe fechou os olhos enquanto sentia os jatos de porra dentro dela.
Ela também teve um orgasmo fortíssimo. Mordia os lábios. Tremia e gemia. Ficou deitada, exausta, na cama.

Descansou um momento, mas alguns minutos depois mamãe relaxava experimentando a jacuzzi. Como ela precisava de um momento de descanso. Assim como precisava daquela foda, assim como precisava de uma pica. Estava satisfeita, aproveitando o presente que o filho tinha dado a ela.

Ela sentia a necessidade de retribuir o favor. Longe de diminuir o tesão, estavam se beijando.
Passava a mão na pica dele, batia uma punheta pra ele ficar duro de novo. Num piscar de olhos, já estava percorrendo todo o membro dele com a língua, saboreando a ponta. Chupava com total devoção, como se a vida dela dependesse disso.
filhoDepois ela mesma se ajoelhou de quatro, se oferecendo pro filho. Ela rebolava pra trás. Queria sentir a pica bem fundo. O som dos corpos se chocando se misturava com a água batendo mais forte. Espirravam água pra todo lado.

Que maravilha era ver aquela bunda grande engolindo a pica. Ele segurava ela pela cintura enquanto também metia. Fez ela arquear o corpo e, bem coladinhos, beijou o pescoço dela, depois comeu a boca dela de novo. Apalpava os peitos dela. Aproveitava cada centímetro da pele da mãe. Não demorou muito pra gozar de novo. Só que agora na parte de baixo das costas dela, que escorria devagar pela bunda.

Pouco depois, recebi a resposta da minha mãe. Dizendo que chegava daqui a pouco.
Tava respondendo mensagens enquanto meu irmão via o fim do jogo na TV do hotel.

Meia hora depois, ela chegou em casa. Ouvi a porta, fui ver, mas ela já tinha entrado no banheiro. Pelo barulho do chuveiro, soube que ia tomar um banho.

Deixei o celular carregando e tive uma intuição. Parte de mim queria ver se tinha algo revelador naquele telefone. Sabia a senha porque ela mesma me contou uma vez. Fui no WhatsApp pra ver o chat e...
cuckVer aquilo me deixou gelado, agora meus medos se confirmavam. Eu tinha esperança de estar errado, mas não foi assim.

Naquela noite, vi minha mãe bem feliz. Dava pra ver que ela tinha se divertido. Estava jantando na frente do meu pai e de mim como se nada tivesse acontecido.

"E aí? Viu o jogo? Com seu irmão, a gente viu um pedaço num bar do shopping. Tava passando na hora." Ela disse com um cinismo ainda maior do que antes.

Levantei, não tava com fome. Fui pro meu quarto e me deitei, mas também não conseguia dormir.

Entrei num site pornô pelo celular pra tentar me distrair um pouco. Erro grave. Foi pior. Eu via uma milf sendo macetada por um cara mais novo e não conseguia evitar de relacionar com o que tinha acontecido. Mas era estranho, por outro lado, tinha algo que me excitava. Fantasiava que a atriz era minha mãe e meu irmão tava comendo ela. Me sentia sujo, mas não tinha mais volta.

Meu coração batia forte. Será que eles já tinham feito isso antes? Talvez em alguma dessas saídas? Ou nas vezes que ela foi no apartamento dele levar roupa ou comida? Chupando ele na cama dele?
NTRNão aguentei mais e gozei como um cavalo. Parece que eu tinha descoberto um novo fetiche e não me sentia culpado. Era um jeito de descontar a raiva nela. Exausto de lidar com aquela situação e por causa do orgasmo, apaguei na hora.

FIM

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