Aqui vai mais um relato do tema que sempre posto. É ideal pra ocasião, embora dessa vez não seja um terceiro quem dá o presente pra minha mãe.
Deixem pontos e comentem se gostaram. Espero que curtam.
_______________________________________________________________________O dia das mães
Domingo foi Dia das Mães na Argentina e, pra comemorar, a gente se reuniu em família. Meu pai, minha mãe, meu irmão e eu. Vale dizer que moro com meus pais e meu irmão vem visitar de vez em quando.
Mas vamos ao que interessa: a homenageada, ou seja, minha mãe. Uma mulher madura, de pele branca e cabelo castanho, que aparenta menos idade do que o documento diz.
Baixinha, com quadris largos — então já dá pra imaginar qual é o melhor atributo dela. Quanto aos peitos, dá pra dizer que não são grandes, mas o decote dela ainda rouba olhares.
Sobre o rosto, se a gente for buscar uma atriz do ramo, acho que quem mais me lembra é a Vanessa Lane, especialmente por causa dos lábios carnudos.
Mesmo assim, ela não é uma MILF, mas sim uma dona de casa e mãe comum. Daquelas que podem despertar a taradice de algum vizinho, comerciante do bairro ou até amigos dos filhos.
Voltando ao domingo, ela estava feliz por ter a família reunida. Eram tempos tranquilos depois de algumas situações meio tensas, e ela queria aproveitar o momento.
Acordei tarde porque tinha saído na noite anterior. Fui pra sala e vi que meu irmão já tinha chegado. Aí percebi que tinha esquecido do Dia das Mães e, claro, não tinha comprado o presente. Cumprimentei todo mundo e, obviamente, desejei feliz Dia das Mães pra minha mãe. Fingi que ia comprar algo pra beber e saí por um instante.
Minha mãe estava conversando com meu irmão, eles sempre foram mais unidos, principalmente nos últimos tempos. Depois que ele terminou com a namorada de anos, de vez em quando ela o convidava pra um café ou pra ver algum filme. Eu costumava ir junto, mas ultimamente não me juntava mais aos passeios deles.
Enquanto isso, comprei umas flores de um vendedor ambulante. Sabia que minha mãe gostava daquelas flores, então era o presente perfeito. Pelo menos era o melhor que eu conseguia arrumar naquele momento. Ela ficou feliz, mas acho que percebeu que eu tinha esquecido do dia dela.
Notei que minha mãe estava bonita. Pra ocasião, ela vestia uma blusa que combinava com uma saia jeans, aproveitando que tava calorzinho e os dias frescos já tinham passado. Calçava umas sandálias de salto que tinha comprado faz pouco tempo.
Naquele momento, meu pai estava acendendo a churrasqueira. O jeito bagunçado dele de fazer as coisas não agradava minha mãe — maneiras que, depois de tantos anos de convivência, ela já tava cansada de aturar. Não vou falar da relação deles, mas estavam naquele ponto em que casais mais velhos parecem ficar juntos por costume. Quanto à vida sexual, então... aparentemente, zero.
Almoçamos e já eram mais de duas da tarde. Minha mãe tinha preparado café pra sobremesa. Daí a pouco, meu pai teve que ir embora porque tinham chamado ele. chamado por um assunto de trabalho que não podia esperar. Isso pareceu irritá-la, mas ela já estava acostumada. Ficamos nós três conversando com a TV ligada. Era dia de jogo e o campeonato estava para ser decidido, mas ainda faltava um bom tempo para começar.
Depois de um tempo, bateu um sono, tinha comido pesado e não dormido bem, então fui um pouco pro meu quarto. Logo depois, acabei caindo no sono profundo.
Acordei com um mau pressentimento, pensei que ia perder o jogo, mas ainda faltava um pouco. Também tava com vontade de comer algo doce, então fui pra cozinha, andei pelo corredor que dá na sala e vi minha mãe e meu irmão se beijando…
Minha reação imediata foi me esconder pra eles não me verem.
"Para! Aqui não. Ele pode nos ver." Minha mãe dizia, se referindo a mim.
"Fala sério, mãe." Ele respondia enquanto continuavam se pegando.
"Vamos embora. Aqui não."
Não conseguia acreditar no que tava rolando. Uma sensação horrível percorria meu corpo. Como eles podiam estar fazendo aquilo?
Fiz barulho pra eles saberem que eu tava chegando e rapidamente pararam, fingindo que nada tinha acontecido.
"Filhão! O jogo já vai começar?" Ela disse ao me ver.
"É."
Ligou a TV e colocou o canal que tava passando.
"Sabe, eu e seu irmão vamos dar um pulo no shopping. Ele vai me dar um presente. Se quiser, fica aí vendo o jogo." Disse cinicamente.
Não ia de qualquer jeito. Sentei no sofá vendo eles irem embora.
Um minuto depois, ela voltou e foi pro quarto pegar algo que aparentemente tinha esquecido. Vi que levou uma bolsinha.
"Tchau. Não sei que horas volto, beijo."
Que porra tava rolando entre aqueles dois? Não parava de pensar. E pra piorar, não era algo que eu podia contar pro meu pai. Tava me corroendo por dentro.
Nem consegui prestar atenção no jogo, fui pegar um copo d'água e depois pro meu quarto com aquela sensação desagradável que não ia embora. Deitei olhando pro teto e me perguntando se eles realmente iam pro shopping. Esperava que sim, mentindo pra mim mesmo.
Será que aqueles dois já tinham… transado? Não, não. Podia ser verdade.
Mas e se tivesse acontecido? Eu me respondia.
Minha mãe nunca faria uma coisa dessas. Nunca.
Mas o que eu tinha acabado de ver há alguns minutos... Eles estavam se beijando e ela dizia pra ele ir. Ir pra onde? Pra onde estavam? Por que eu não denunciei eles naquele exato momento em que vi? Eu me recriminava.
Enquanto isso, eles estavam entrando no quarto do hotel. Meu irmão tinha pedido um quarto luxuoso, o melhor daquele hotel. O melhor pra mamãe.
Eles se devoraram na boca, ardiam de desejo. Aquele desejo misturado com culpa, tesão, sujeira. Só deixava tudo mais excitante. Meu irmão passava a mão nela por todo lado.
— Para um pouco, filho. Já volto. — Disse minha mãe pegando a bolsa e indo pro banheiro. — Também tenho uma surpresinha.
Daqui a pouco ela saiu vestindo um sutiã de renda, uma fio dental e meia-calça. Parece que tinha guardado aquilo pra uma ocasião ideal. Ela sentou na cama esperando o filho se aproximar.
Seu primogênito não podia estar mais tesudo. O corpete não durou muito tempo.
Ele apalpava e chupava os peitos da mãe com desespero. Como fazia muitos anos atrás. Mas desta vez com uma intenção diferente. Saboreava à vontade aqueles peitos pálidos e mamilos rosados. A mãe também estava nas nuvens de tesão.
Já estando no clima, era hora do presente dela. Ninguém merecia aproveitar mais que a mamãe no dia dela. Deitou ela na cama e, devagar, foi tirando a calcinha fio-dental. Pôde ver a buceta dela coberta de pelinhos.
Sentiu a língua do filho e se arrepiou. Nunca tinha experimentado algo assim. Fazia cócegas, ela arqueava as costas e se mexia, mas tava gostando. Acariciava a cabeça dele enquanto via ele fazendo oral. Aos poucos, foi se acostumando e deixando a vergonha de lado. Curtiu pra caralho, mas não conseguia largar a natureza dela.
Agora ela queria fazer ele gozar. Puxou a cueca do meu irmão pra baixo e se surpreendeu. Fazia tempo que não via uma pica. Ele sentiu as mãos macias da minha mãe no pau dela. Ela masturbava ele, subindo e descendo devagar. Já tava dura igual aço.
Timidamente, ela enfiou na boca, pronta pra fazer de tudo pra agradar ele. Chupava a pica com devoção e amor de mãe.
"Ahhh, mãããe. Não aguento mais, quero te foder."
Não perdeu nem um segundo, deitou a mãe de novo e abriu as pernas dela pra enfiar devagar. Começou a meter lentamente.
Mamãe estava toda molhada. Fazia muito tempo que ela não transava também, e sentir o pau do próprio filho entrando nela era uma sensação intensa demais.
Aos poucos, foi afundando cada vez mais. Que delícia sentir como apertava aquela buceta.
Mamãe com certeza sempre tinha transado nessa posição. Mas não era a favorita dele. Então ele a colocou de quatro por um tempo e meteu. Devagar, foi acelerando o ritmo. Já dava pra ouvir os corpos se chocando. O barulho das bolas batendo na bunda da minha mãe ecoava no quarto.
Por minha vez, não me segurei e mandei uma mensagem pra minha mãe. Tava ficando impaciente, ela costumava responder rápido, mas nem tinha visto a mensagem. Não tava online fazia uns 20 minutos, mais ou menos.
Enquanto isso, mamãe subia e descia montando na pica do filho mais velho. Olhou por cima do ombro pra mesa onde o celular tava. Notou que a luz acendeu e as minhas mensagens chegavam, mas não deu muita bola. Tava gozando, tava curtindo o dia merecido dela.
Ahhhh, não aguento mais, ahhh". Ele gemia.
Mamãe fechou os olhos enquanto sentia os jatos de porra dentro dela.
Ela também teve um orgasmo fortíssimo. Mordia os lábios. Tremia e gemia. Ficou estirada e exausta na cama.
Descansou um momento, mas alguns minutos depois mamãe relaxava experimentando a jacuzzi. Como ela precisava de um momento de descanso. Assim como precisava daquela foda, assim como precisava de uma pica. Estava satisfeita, aproveitando o presente que o filho tinha dado a ela.
Ela sentia a necessidade de retribuir o favor. Longe de diminuir o tesão, eles estavam se beijando.
Ela apalpava a pica dele, batia uma punheta pra ele ficar duro de novo. Num piscar de olhos, já estava passando a língua por todo o membro dele, saboreando a ponta. Chupava com total devoção, como se a vida dela dependesse daquilo.
Depois ela mesma se ajoelhou de quatro, se oferecendo pro filho. Ela rebolia o corpo pra trás. Queria sentir a pica bem fundo. O som dos corpos se chocando se misturava com a água batendo mais forte. Espirravam água pra todo lado.
Que maravilha era ver aquela bunda grande engolindo a pica. Ele segurava ela pela cintura enquanto também metia. Fez ela arquear o corpo e, bem coladinhos, beijou o pescoço dela, depois comeu a boca dela de novo. Apalpava os peitos dela. Curtia cada centímetro da pele da mãe. Não demorou muito pra gozar de novo. Só que agora na parte de baixo das costas dela, que escorria devagar até a bunda.
Pouco depois, chegou a resposta da minha mãe. Dizendo que chegava daqui a pouco. Eu tava respondendo mensagens enquanto meu irmão via o final do jogo na TV do hotel.
Meia hora depois, ela chegou em casa. Ouvi a porta, fui ver, mas ela já tinha entrado no banheiro. Pelo barulho do chuveiro, soube que ia tomar um banho.
Deixei o celular carregando e tive uma intuição. Parte de mim queria ver se tinha algo revelador naquele telefone. Sabia a senha porque ela mesma me disse uma vez. Fui no WhatsApp pra ver o chat e...
Ver aquilo me deixou gelado, agora meus medos se confirmavam. Eu tinha esperança de estar errado, mas não foi assim.
Naquela noite, vi minha mãe bem feliz. Dava pra ver que ela tinha se divertido. Estava jantando na frente do meu pai e de mim como se nada tivesse acontecido.
"E aí? Viu o jogo? Com seu irmão, a gente viu um pedaço num bar do shopping. Tava passando na hora." Ela disse com um cinismo ainda maior do que antes.
Levantei, não tava com fome. Fui pro meu quarto e me deitei, mas também não conseguia dormir.
Entrei num site pornô pelo celular pra tentar me distrair um pouco. Erro grave. Foi pior. Eu via uma milf sendo macetada por um cara mais novo e não conseguia evitar de ligar aquilo ao que tinha acontecido. Mas era estranho, por outro lado, tinha algo que me excitava. Fantasiava que a atriz era minha mãe e meu irmão tava comendo ela. Me sentia sujo, mas não tinha mais volta.
Meu coração batia forte. Será que já tinham feito aquilo antes? Talvez em alguma dessas saídas? Ou nas vezes que ela foi no apartamento dele levar roupa ou comida? Chupando ele na cama dele?
Não aguentei mais e gozei igual um cavalo. Parece que tinha descoberto um fetiche novo e não me sentia culpado. Era um jeito de descontar a raiva nela. Exausto de lidar com aquela situação e por causa do orgasmo, apaguei na hora.
FIM
Deixem pontos e comentem se gostaram. Espero que curtam.
_______________________________________________________________________O dia das mães
Domingo foi Dia das Mães na Argentina e, pra comemorar, a gente se reuniu em família. Meu pai, minha mãe, meu irmão e eu. Vale dizer que moro com meus pais e meu irmão vem visitar de vez em quando.
Mas vamos ao que interessa: a homenageada, ou seja, minha mãe. Uma mulher madura, de pele branca e cabelo castanho, que aparenta menos idade do que o documento diz.
Baixinha, com quadris largos — então já dá pra imaginar qual é o melhor atributo dela. Quanto aos peitos, dá pra dizer que não são grandes, mas o decote dela ainda rouba olhares.
Sobre o rosto, se a gente for buscar uma atriz do ramo, acho que quem mais me lembra é a Vanessa Lane, especialmente por causa dos lábios carnudos.
Mesmo assim, ela não é uma MILF, mas sim uma dona de casa e mãe comum. Daquelas que podem despertar a taradice de algum vizinho, comerciante do bairro ou até amigos dos filhos.Voltando ao domingo, ela estava feliz por ter a família reunida. Eram tempos tranquilos depois de algumas situações meio tensas, e ela queria aproveitar o momento.
Acordei tarde porque tinha saído na noite anterior. Fui pra sala e vi que meu irmão já tinha chegado. Aí percebi que tinha esquecido do Dia das Mães e, claro, não tinha comprado o presente. Cumprimentei todo mundo e, obviamente, desejei feliz Dia das Mães pra minha mãe. Fingi que ia comprar algo pra beber e saí por um instante.
Minha mãe estava conversando com meu irmão, eles sempre foram mais unidos, principalmente nos últimos tempos. Depois que ele terminou com a namorada de anos, de vez em quando ela o convidava pra um café ou pra ver algum filme. Eu costumava ir junto, mas ultimamente não me juntava mais aos passeios deles.
Enquanto isso, comprei umas flores de um vendedor ambulante. Sabia que minha mãe gostava daquelas flores, então era o presente perfeito. Pelo menos era o melhor que eu conseguia arrumar naquele momento. Ela ficou feliz, mas acho que percebeu que eu tinha esquecido do dia dela.
Notei que minha mãe estava bonita. Pra ocasião, ela vestia uma blusa que combinava com uma saia jeans, aproveitando que tava calorzinho e os dias frescos já tinham passado. Calçava umas sandálias de salto que tinha comprado faz pouco tempo.
Naquele momento, meu pai estava acendendo a churrasqueira. O jeito bagunçado dele de fazer as coisas não agradava minha mãe — maneiras que, depois de tantos anos de convivência, ela já tava cansada de aturar. Não vou falar da relação deles, mas estavam naquele ponto em que casais mais velhos parecem ficar juntos por costume. Quanto à vida sexual, então... aparentemente, zero.
Almoçamos e já eram mais de duas da tarde. Minha mãe tinha preparado café pra sobremesa. Daí a pouco, meu pai teve que ir embora porque tinham chamado ele. chamado por um assunto de trabalho que não podia esperar. Isso pareceu irritá-la, mas ela já estava acostumada. Ficamos nós três conversando com a TV ligada. Era dia de jogo e o campeonato estava para ser decidido, mas ainda faltava um bom tempo para começar.
Depois de um tempo, bateu um sono, tinha comido pesado e não dormido bem, então fui um pouco pro meu quarto. Logo depois, acabei caindo no sono profundo.
Acordei com um mau pressentimento, pensei que ia perder o jogo, mas ainda faltava um pouco. Também tava com vontade de comer algo doce, então fui pra cozinha, andei pelo corredor que dá na sala e vi minha mãe e meu irmão se beijando…
Minha reação imediata foi me esconder pra eles não me verem.
"Para! Aqui não. Ele pode nos ver." Minha mãe dizia, se referindo a mim.
"Fala sério, mãe." Ele respondia enquanto continuavam se pegando.
"Vamos embora. Aqui não."
Não conseguia acreditar no que tava rolando. Uma sensação horrível percorria meu corpo. Como eles podiam estar fazendo aquilo?
Fiz barulho pra eles saberem que eu tava chegando e rapidamente pararam, fingindo que nada tinha acontecido.
"Filhão! O jogo já vai começar?" Ela disse ao me ver.
"É."
Ligou a TV e colocou o canal que tava passando.
"Sabe, eu e seu irmão vamos dar um pulo no shopping. Ele vai me dar um presente. Se quiser, fica aí vendo o jogo." Disse cinicamente.
Não ia de qualquer jeito. Sentei no sofá vendo eles irem embora.
Um minuto depois, ela voltou e foi pro quarto pegar algo que aparentemente tinha esquecido. Vi que levou uma bolsinha.
"Tchau. Não sei que horas volto, beijo."
Que porra tava rolando entre aqueles dois? Não parava de pensar. E pra piorar, não era algo que eu podia contar pro meu pai. Tava me corroendo por dentro.
Nem consegui prestar atenção no jogo, fui pegar um copo d'água e depois pro meu quarto com aquela sensação desagradável que não ia embora. Deitei olhando pro teto e me perguntando se eles realmente iam pro shopping. Esperava que sim, mentindo pra mim mesmo.
Será que aqueles dois já tinham… transado? Não, não. Podia ser verdade.
Mas e se tivesse acontecido? Eu me respondia.
Minha mãe nunca faria uma coisa dessas. Nunca.
Mas o que eu tinha acabado de ver há alguns minutos... Eles estavam se beijando e ela dizia pra ele ir. Ir pra onde? Pra onde estavam? Por que eu não denunciei eles naquele exato momento em que vi? Eu me recriminava.
Enquanto isso, eles estavam entrando no quarto do hotel. Meu irmão tinha pedido um quarto luxuoso, o melhor daquele hotel. O melhor pra mamãe.
Eles se devoraram na boca, ardiam de desejo. Aquele desejo misturado com culpa, tesão, sujeira. Só deixava tudo mais excitante. Meu irmão passava a mão nela por todo lado.
— Para um pouco, filho. Já volto. — Disse minha mãe pegando a bolsa e indo pro banheiro. — Também tenho uma surpresinha.
Daqui a pouco ela saiu vestindo um sutiã de renda, uma fio dental e meia-calça. Parece que tinha guardado aquilo pra uma ocasião ideal. Ela sentou na cama esperando o filho se aproximar.
Seu primogênito não podia estar mais tesudo. O corpete não durou muito tempo. Ele apalpava e chupava os peitos da mãe com desespero. Como fazia muitos anos atrás. Mas desta vez com uma intenção diferente. Saboreava à vontade aqueles peitos pálidos e mamilos rosados. A mãe também estava nas nuvens de tesão.
Já estando no clima, era hora do presente dela. Ninguém merecia aproveitar mais que a mamãe no dia dela. Deitou ela na cama e, devagar, foi tirando a calcinha fio-dental. Pôde ver a buceta dela coberta de pelinhos.Sentiu a língua do filho e se arrepiou. Nunca tinha experimentado algo assim. Fazia cócegas, ela arqueava as costas e se mexia, mas tava gostando. Acariciava a cabeça dele enquanto via ele fazendo oral. Aos poucos, foi se acostumando e deixando a vergonha de lado. Curtiu pra caralho, mas não conseguia largar a natureza dela.
Agora ela queria fazer ele gozar. Puxou a cueca do meu irmão pra baixo e se surpreendeu. Fazia tempo que não via uma pica. Ele sentiu as mãos macias da minha mãe no pau dela. Ela masturbava ele, subindo e descendo devagar. Já tava dura igual aço.
Timidamente, ela enfiou na boca, pronta pra fazer de tudo pra agradar ele. Chupava a pica com devoção e amor de mãe. "Ahhh, mãããe. Não aguento mais, quero te foder."
Não perdeu nem um segundo, deitou a mãe de novo e abriu as pernas dela pra enfiar devagar. Começou a meter lentamente.
Mamãe estava toda molhada. Fazia muito tempo que ela não transava também, e sentir o pau do próprio filho entrando nela era uma sensação intensa demais. Aos poucos, foi afundando cada vez mais. Que delícia sentir como apertava aquela buceta.
Mamãe com certeza sempre tinha transado nessa posição. Mas não era a favorita dele. Então ele a colocou de quatro por um tempo e meteu. Devagar, foi acelerando o ritmo. Já dava pra ouvir os corpos se chocando. O barulho das bolas batendo na bunda da minha mãe ecoava no quarto.
Por minha vez, não me segurei e mandei uma mensagem pra minha mãe. Tava ficando impaciente, ela costumava responder rápido, mas nem tinha visto a mensagem. Não tava online fazia uns 20 minutos, mais ou menos.Enquanto isso, mamãe subia e descia montando na pica do filho mais velho. Olhou por cima do ombro pra mesa onde o celular tava. Notou que a luz acendeu e as minhas mensagens chegavam, mas não deu muita bola. Tava gozando, tava curtindo o dia merecido dela.
Ahhhh, não aguento mais, ahhh". Ele gemia.Mamãe fechou os olhos enquanto sentia os jatos de porra dentro dela.
Ela também teve um orgasmo fortíssimo. Mordia os lábios. Tremia e gemia. Ficou estirada e exausta na cama.
Descansou um momento, mas alguns minutos depois mamãe relaxava experimentando a jacuzzi. Como ela precisava de um momento de descanso. Assim como precisava daquela foda, assim como precisava de uma pica. Estava satisfeita, aproveitando o presente que o filho tinha dado a ela.
Ela sentia a necessidade de retribuir o favor. Longe de diminuir o tesão, eles estavam se beijando.
Ela apalpava a pica dele, batia uma punheta pra ele ficar duro de novo. Num piscar de olhos, já estava passando a língua por todo o membro dele, saboreando a ponta. Chupava com total devoção, como se a vida dela dependesse daquilo.
Depois ela mesma se ajoelhou de quatro, se oferecendo pro filho. Ela rebolia o corpo pra trás. Queria sentir a pica bem fundo. O som dos corpos se chocando se misturava com a água batendo mais forte. Espirravam água pra todo lado.Que maravilha era ver aquela bunda grande engolindo a pica. Ele segurava ela pela cintura enquanto também metia. Fez ela arquear o corpo e, bem coladinhos, beijou o pescoço dela, depois comeu a boca dela de novo. Apalpava os peitos dela. Curtia cada centímetro da pele da mãe. Não demorou muito pra gozar de novo. Só que agora na parte de baixo das costas dela, que escorria devagar até a bunda.
Pouco depois, chegou a resposta da minha mãe. Dizendo que chegava daqui a pouco. Eu tava respondendo mensagens enquanto meu irmão via o final do jogo na TV do hotel.
Meia hora depois, ela chegou em casa. Ouvi a porta, fui ver, mas ela já tinha entrado no banheiro. Pelo barulho do chuveiro, soube que ia tomar um banho.
Deixei o celular carregando e tive uma intuição. Parte de mim queria ver se tinha algo revelador naquele telefone. Sabia a senha porque ela mesma me disse uma vez. Fui no WhatsApp pra ver o chat e...
Ver aquilo me deixou gelado, agora meus medos se confirmavam. Eu tinha esperança de estar errado, mas não foi assim.Naquela noite, vi minha mãe bem feliz. Dava pra ver que ela tinha se divertido. Estava jantando na frente do meu pai e de mim como se nada tivesse acontecido.
"E aí? Viu o jogo? Com seu irmão, a gente viu um pedaço num bar do shopping. Tava passando na hora." Ela disse com um cinismo ainda maior do que antes.
Levantei, não tava com fome. Fui pro meu quarto e me deitei, mas também não conseguia dormir.
Entrei num site pornô pelo celular pra tentar me distrair um pouco. Erro grave. Foi pior. Eu via uma milf sendo macetada por um cara mais novo e não conseguia evitar de ligar aquilo ao que tinha acontecido. Mas era estranho, por outro lado, tinha algo que me excitava. Fantasiava que a atriz era minha mãe e meu irmão tava comendo ela. Me sentia sujo, mas não tinha mais volta.
Meu coração batia forte. Será que já tinham feito aquilo antes? Talvez em alguma dessas saídas? Ou nas vezes que ela foi no apartamento dele levar roupa ou comida? Chupando ele na cama dele?
Não aguentei mais e gozei igual um cavalo. Parece que tinha descoberto um fetiche novo e não me sentia culpado. Era um jeito de descontar a raiva nela. Exausto de lidar com aquela situação e por causa do orgasmo, apaguei na hora.FIM
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