Transando com uma Casada Parte II

Com essa mulher, a relação era pura adrenalina, mas era excitante, mesmo ela sendo casada. Eu tava de boa com a ideia de ter minha bonequinha experiente, e ela sabia que o que a gente tinha era especial. Não importava se ela tinha um parceiro, o que valia era a atração e o sexo incomparável. Só que uma tarde, um número desconhecido me mandou mensagem me chamando de lindo, dizendo que era uma admiradora secreta e toda essa ladainha. Eu fiquei na minha, me fazendo de durão, porque sabia que tavam me tirando ou me testando pra ver se eu caía. Depois de um tempo, mandei uma mensagem pra ela perguntando: "Conhece esse número?" Ela fingiu que não, mas tanto insisti que no final ela confessou:
-“Tá bom, então eu sei de quem é o número, é da minha irmã que tá aqui em casa hoje e quis te testar pra ver se você caía”
Quando descobri que era a irmã dela, respondi à irmã que já tinha descoberto quem ela era, mas a resposta dela foi: "agora que você já sabe, não tem problema a gente se conhecer" (obviamente ela não sabia de nada do que rolava com a irmã). Ela me perguntou como eu me chamava, de onde eu conhecia a irmã dela, e enquanto isso, minha gostosa experiente me mandando mensagem perguntando por que eu tava conversando tanto com a irmã dela.
Eu falei: "A gente só conversa normal, meu amor. Se quiser, salva a conversa pra você ver depois.
Por um momento, ela pareceu ter se arrependido de estar me pregando peças junto com o irmão dela. E me convinha muito que ela nunca desconfiasse de mim, porque senão ela ia me castigar não me dando o que era meu. Mas tem uma coisa que essa mulher sentia: ciúmes e competitividade...
Nesse fim de semana (a irmã dela já tinha ido embora) fui visitá-la e aproveitei que as filhas dela estavam passando o fim de semana com os avós. Ela me convidou para tomar uns drinks e, se nada rolasse, pra passar a noite com ela. E foi assim mesmo. Enquanto bebia, ela me dizia:
"Ninguém vai te satisfazer tanto quanto eu"
Eu respondi: "Surpreende-me, meu amor"
Ela sorriu, levantou da cadeira e foi pro quarto, me dizendo: "Espera 20 minutos e vem pro quarto."
Eu fiquei lá com o pau durasso, mas pensando duas coisas: Vamos transar da forma mais gostosa ou ela vai me matar por ter ficado de papo com a irmã dela.

Passados os 20 minutos, fui pro quarto. Ao abrir a porta, ela estava deitada com uma calcinha e um vestidinho preto transparente, cabelo solto, sem sutiã — os peitos dela apareciam através do vestido. Ela disse:
"Tira a roupa e deita." Eu, todo animado, obedeci na hora.
Ela foi direto ao ponto. Começou a acariciar minhas bolas enquanto passava a língua de leve na cabeça do meu pau. Ao mesmo tempo, começou a me masturbar lentamente, cuspindo na mão até enfiar tudo na boca.
A chupada dela combinada com as mãos me deixavam louco. Sentia na cabeça do meu pau a língua dela rodando, o paladar dela, enquanto o tronco do meu pau era manuseado por aquelas mãos macias, que acariciavam minhas bolas.
Ela mamava tão gostoso que parecia que ia sugar minha vida pelo pau.
Depois de um tempo ela disse: "vamos experimentar o 69". Tirei todas as roupas que ela estava usando e ela colocou a buceta na minha cara. Peguei a calcinha dela e só puxei para o lado. E aquela buceta era incrível, lisinha, rosadinha e até tinha um cheiro gostoso como se tivesse usado alguma creme. Enquanto ela me chupava de forma selvagem, eu lambia em bocados aquela vagina tão gostosa como se estivesse morrendo de fome, e seus suquinhos enchiam minha boca e rosto enquanto meu pau queria explodir de tão duro que essas mamadas gostosas o deixavam.

Ela se levantou e se posicionou em cima de mim, queria cavalgar e já estava me pedindo para penetrá-la. Peguei meu pau e rapidamente coloquei na entrada da sua buceta, empurrando tudo para dentro. Ela começou a rebolinar enquanto eu, com minhas mãos, agarrava seus seios que, de baixo, pareciam uma escultura preciosa. Ela assumiu o controle, rebolava com força e depois devagar, rápido e lento, tanto que eu não aguentei e gozei dentro dela. Não sei se ela percebeu que joguei toda a porra lá dentro, a única coisa que sei é que com aquela mulher eu podia gozar uma vez atrás da outra e eu continuava com o mesmo tesão. Depois, ela quis mudar de posição, dessa vez ficou de quatro e levantou levemente aquele rabinho. Aquela buceta parecia inchada, suculenta, mesmo depois de tanto tempo transando com ela, eu não conseguia acreditar que estava comendo aquela mulherão. Se tinha uma coisa que era o ponto fraco dela, era que eu roçasse a cabeça do meu pau por toda a fenda da sua buceta, desde o clitóris até a entrada da sua vagina deliciosa. Não me contive e enfiei o pau com força, a excitação era tanta que eu dava com tudo, como se quisesse destruí-la, e ela só de olhos fechados e gemendo como uma gata no cio, gemendo alto. Estávamos só nós naquela casa. Enquanto a penetrava, agarrava seus quadris e sentia como sua vagina ficava encharcada e o barulho das minhas bolas batendo na sua buceta. Era hora de mudar de posição. Coloquei-a de costas, com as pernas uma em cada ombro, e enfiei. Aquilo era uma delícia, sentir meu pau deslizando dentro da sua vagina, e com a voz ofegante ela me disse: "Me avisa quando for gozar".
Nem me interessei em saber pra que ela queria que eu avisasse, só falei "tá quase" e rapidinho ela se levantou, se ajoelhou na minha frente e de um jeito provocante disse: "você já sabe onde". Aí ela botou a língua pra fora com um olhar sedutor, então eu encaixei a cabeça do meu pau na ponta da língua dela. E essa surpresa fez meu gozo ser especial, eu estava jorrando minha porra na boca dela. Já era outro nível, estava vivendo meu próprio filme pornô. E essa vadiazinha só sorria e me dizia: "Pra te mostrar que faço qualquer coisa pra te satisfazer, que nenhuma puta vai te dar tanto prazer quanto eu".




Aquilo foi épico, aquela mulher balançou sua maraca, me deu o melhor boquete e ainda por cima saboreou meu leite. Tudo isso nasceu, mesmo que ela negue, do ciúme que sentiu da irmã ao falar comigo. E mesmo assim era algo que ela adotaria toda vez que tivesse a chance de me dar. E se antes ela já me enlouquecia, agora mais ainda com seus novos métodos de excitação. O melhor de tudo é que minha avó me deixou na casa dela, ao lado da sua, para que eu cuidasse, já que é difícil para ela ficar de olho em duas casas, mas eu tô mais de olho na minha gostosa do que em qualquer outra coisa. E até hoje essa mulher é minha fraqueza, suas atenções tanto dentro quanto fora da cama são únicas, e enquanto o marido a despreza e não dá atenção, eu tô satisfazendo ela com muito prazer e
agora mais rápido, que estou a poucos metros dela.

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