Lá estava eu, no meio da madrugada, trancado no banheiro totalmente petrificado olhando para o espelho, com as duas mãos quase cobertas da porra do meu amigo que tinha acabado de bater uma e estava no quarto ao lado. Realmente não conseguia pensar em nada e só ficava olhando para minhas mãos e um pouco mais para baixo, onde também estava minha ereção. Uma pequena barraca se formou no meu short comparada à que eu tinha visto há pouco. Simplesmente puxei de uma vez minha calça e minha cueca e, como um animal, comecei a me masturbar com minha mão direita cheia da porra fresca do meu amigo. Nem imagina o prazer que sentia ao estar lubrificando meu pauzinho com o sêmen do Toni. Em apenas 30 segundos, minhas bolas se contraíram e eu nem conseguia vê-las da minha posição. E em menos de um minuto, o êxtase supremo: ejaculei no chão uma quantidade de sêmen ínfima comparada à do meu amigo, mas ainda assim mais do que estou acostumado...
Terminei tirando a camiseta para observar pela última vez como meu pau foi ficando mole aos poucos, enquanto sobre ele se misturavam tanto meu sêmen quanto o que peguei de lembrança do meu melhor amigo. Fui para o chuveiro e fiquei lá deixando as gotas d'água caírem na minha cabeça, fechando os olhos e tentando acalmar minha mente depois do que tinha acontecido. Simplesmente fiquei lá o que acho que foi um bom tempo, porque perdi a noção do tempo. Por outro lado, acho que também fiz isso intencionalmente, já que tinha duas opções a partir de agora: sair do chuveiro e ir para o meu quarto, o que acho que teria deixado a situação um pouco estranha e tensa com o Toni, ou a segunda opção, que era voltar para o quarto dos meus pais, rezar para que ele estivesse realmente dormindo e torcer para que ninguém dissesse nada e fingir que isso não aconteceu.
Saí do chuveiro, sequei meu corpo, coloquei uma cueca nova e o mesmo short que estava em perfeito estado, e peguei uma camiseta que tinha por perto para seguir meu caminho para a segunda opção. Voltei para o quarto dos meus... Cheguei aos pais e lá estava meu amigo, já com a roupa vestida de novo e parecendo estar dormindo. Me aproximei devagar e me deitei na cama, dando as costas pra evitar qualquer contato visual por causa da vergonha que sentia.
Tentei dormir, mas era óbvio que não ia ser tão fácil. Depois de alguns minutos, senti meu amigo se mexendo na cama, se colocando atrás de mim de novo, igual quando tudo começou. Só que dessa vez foi ele quem começou a investida. Senti a mão dele agarrando minha nuca e puxando um pouco meu cabelo pra cima. A verdade é que era muito bom e relaxante. Aí senti a outra mão dele passando por baixo da minha camisa, acariciando minhas costas. Não era nada sexual e, na real, eu não estava nem excitado, só relaxado e confortável mesmo. E do nada comecei a sentir a respiração dele perto do meu ouvido, até ouvir um breve sussurro.T: Não esquece que te prometi uma recompensa se você se comportasse bem... E você me deixou bem sequinho, hein...Instantaneamente, senti a mão esquerda dele abandonar minhas costas e me atacar de surpresa, enfiando a mão direto dentro da minha cueca e calça. Minha pica estava totalmente mole, além do mais, eu tinha acabado de me dar uma baita punheta e não sou exatamente o que se chama de garanhão sexual. Quase sempre que me masturbo, depois vou dormir e só no dia seguinte costumo ter muitas ereções, é como se a fome demorasse a chegar na minha rola. Então a mão do Toni entrou por completo e, abrindo toda a palma, agarrou tanto minha pica quanto minhas bolas. Assim como minha mão não fechava quando envolvia o tronco da pica do meu amigo, a mão dele conseguia conter todo o meu órgão sexual inteiro. Toni, que estava perto do meu ouvido, sussurrou novamente...T: hahaha E isso aqui? Que porra é essa que você tem aí, Rama (apertando com força todo o volume), na moral, eu pensei que você era daqueles tímidos porque escondem um pauzão, mas o que você tem me parece que é um dedinho pequeno. R: Para de ser besta (dizia meio ofegante) é que acabei de me masturbar no banheiro e parece menor, mas na verdade não é assim normalmente, não me enche.Claramente eu estava tentando sair como podia daquele momento de humilhação que estava sentindo, meu pau não reagia de jeito nenhum e meu amigo não fazia nada além de tirar sarro.T: Olha, para de falar besteira, calma, não tem problema, cada um tem o que tem e faz o que pode, cala a boca e aproveita...Ele soltou meu volume da palma da mão e agora com os dedos começou a bater uma punheta no meu pau, só dois dedos foram suficientes para começar a masturbar meu pau mole, por dentro eu estava ardendo, mas por alguma razão meu pênis não dizia o mesmo. Meu amigo se encostou completamente em mim em forma de conchinha, me forçando a mover um pouco as pernas para ficar encaixado nele, obviamente eu conseguia sentir um pouco do volume dele com nossas roupas no meio. Com seu braço direito ele afastou um pouco meu quadril da cama e com grande habilidade na mão esquerda puxou um pouco minha cueca, coisa que até aquele momento eu não entendia muito bem qual era o sentido. A questão é que ele continuou masturbando meu pau que agora estava um pouco mais duro, ele apertava com toda a mão e cabia perfeitamente, não era nada suave com suas sobes e desces, fazia de forma tão violenta, como se quisesse terminar rápido e ir dormir, como se fosse algo que ele tinha que fazer por obrigação, de repente soltou um pouco meu pau e apoiou a mão na minha coxa esquerda interna e fez um pouco de força para cima, ele estava abrindo um pouco minhas pernas, eu obviamente um pouco em estado de choque misturado com muito tesão não fiz muita oposição e fiquei assim como congelado. Agora sua mão deslizava pelo meu pau, até minhas bolas e continuava descendo ainda mais, acho que uma parte de mim entendia suas intenções e a verdade é que isso me dava bastante medo, felizmente para mim, depois de alguns segundos ele voltou a sacudir meu pintinho com toda violência, dessa vez ele queria que eu gozasse e assim foi, soltei uns jatinhos por causa da masturbação no banheiro, nem foram suficientes para sujar a mão do meu amigo, que assim que percebeu que eu tinha gozado retirou a mão com total indiferença e rapidez, para mais uma vez sussurrar no meu ouvido.Nem 10 minutos foram, você me deixou aí por mais de uma hora, meu Deus, vou dormir, mas você e eu amanhã vamos ter umas boas conversas, parece.Dei uma carícia na bunda dela e ela se virou como se nada tivesse acontecido, dormiu de vez e eu, depois de um tempo, segui o exemplo.
A noite passou e boa parte do dia também. Acordei tarde, confuso, naquele momento que todo mundo já teve, quando não dá pra distinguir a realidade do sonho. Se minhas memórias não fossem tão vívidas, com certeza pensaria que foi um sonho, mas não. Levantei ao ver que minha amiga não estava na cama, fui ao banheiro mijar e escovar os dentes e, quando terminei, me aproximei da cozinha. Lá estava a Toni, sentada num banquinho ao lado da mesa tomando mate com o celular na outra mão.T; Dormiu bem, parece, hein. Tava cansado, com certeza kkkk
R: Bom, acho que sim. (Evitando qualquer tipo de conversa que nos levasse a lembrar o que aconteceu, embora já desse pra ver que meu amigo não tava pensando em fazer o mesmo).
T; Sabe que eu fiquei o dia todo pensando, a gente nunca conversou muito desde que sua namorada te deixou, nunca te perguntei na real porque você tava mal e não queria cutucar a ferida, mas depois do que rolou ontem à noite, acho que entendi algumas coisas.
R; Hã? Não tô entendendo, o que você quer dizer...
T; Às vezes você é lento, hein, o que eu quero te dizer é que entendo por que ela te largou, cara. Fiquei com um monte de putinhas baratas pra conseguir chegar à conclusão de que a única coisa que importa pra elas é uma rola boa que coma elas dia e noite... E, pra ser sincero, a ferramenta que você tem, bom, pra começar, de noite não funcionava muito não kkkk. Sua namorada nunca falou nada sobre o pau? Vai, sério, quanto que mede?Eu estava totalmente petrificado, ele falava com aquela confiança que conheço desde sempre, sem hesitar, e pra mim até ficar sentado ali na frente dele já era um esforço.R: Não, não, não sei, nunca medi, sempre achei que era normal, sempre dizem que os paus dos pornôs não são reais. Ela sempre me disse que eu tinha um pau bom...
T: Ela te amava e não queria te magoar, é isso que acontece kkkk a verdade é bem diferente, você não foi o primeiro namorado dela, né? Porque se você foi o primeiro, aí até posso acreditar.
R: Não, ela ficou com outro cara antes de mim alguns anos atrás, um colega da escola que foi a primeira vez dela...
T: Ah, então ela te amava muito pra te mentir assim... Olha, vou ser completamente sincero, estou falando assim de boa por causa do que aconteceu ontem à noite, porque ontem à noite, naquela cama, eu dormi com alguém que não era meu amigo, era como uma pessoa diferente, era uma puta mais do que estou acostumado.Não vou mentir, nessa hora eu já estava passando de confuso para um pouco excitado. Estava tendo uma conversa com meu amigo num tom quase de bullying comigo, e a verdade é que meu amigo estava me deixando com tesão naquele momento.A verdade de tudo isso e onde quero chegar, meu querido amigo, é que caras como você não são homens o suficiente para satisfazer as minas de hoje em dia. Sério, assim murcho, quanto que te mede?Ele para de repente e, num golpe rápido, me abaixa um pouco a calça com uma régua que ele tinha escondida do lado dele, o filho da puta. Ele se aproxima e me diz...Para medir ela dormindo tem que atacar sem você perceber haha, porque senão você fica excitado e eu perco a oportunidade, mas já vejo que você tá bem na merda mesmo.Com o dedão e o indicador, seguro meu pau mole e, esticando um pouco a pele da ponta, aproximo a régua e dou uma boa risada.Kkkkkk só 4 cm mede esse amendoim que você tem aqui, com isso você comia a Sofi, coitadinha com o quanto eu gostava dela, sobe a calça vai, que agora não tô a fim de nada.Levantei a calça e saí da cozinha sem dizer uma palavra, meu melhor amigo me chamou de manisero, disse que eu não servia pra dar prazer, disse que nem parecia eu mesmo na noite passada e o pior de tudo é que essa situação me deixou com o pau duro feito pedra.CONTINUARÁ...
0 comentários - De Hetero a Sissy (Parte 2) Descobrindo meu lugar