Faz 8 meses que tive que me mudar de Puebla pra Cidade do México por causa de um projeto do trabalho. Sou branco, altura média, corpo bem definido. Vou contar uma história real de como fiz minha submissa de uma morena de rabão que continua me chamando pra arrebentar a buceta dela. Numa sexta saindo do trampo, fui com meus colegas pra uma balada pra distrair, e bem na hora que entrei vi de costas uma mina com um cabelo preto bem comprido e a maior bunda que já tinha visto na vida. Quando passei do lado dela, vi o rosto: pele morena, uns olhos castanho escuro e uns lábios grossos que me deram vontade de colocá-la de quatro e ouvir ela gritar. Entrei no lugar com meus colegas e começamos a beber, dançar, tava mó legal. Vi lá no fundo a morena, chama Elisa, tava sentada e parecia bem entediada, mesmo o clima estando bom. Ela levantou pra ir no bar e decidi chegar nela pra conversar. J: Vai tomar alguma coisa? E: O que você quiser me pagar J: (cheguei no balcão) Pra mim uma cerveja escura e dá um vodka Collins pra moça. E: Amo vodka J: Cê tem cara que sim Entregaram as bebidas e fomos papear, sabia que se quisesse comer ela tinha que ser bem cuidadoso. Ela me contou que era de outro estado, gostava de ler, e que tinha treinado caratê a vida toda, por isso tinha uma bunda tão grande. Eu contei que também tava na Cidade do México por um projeto, e alugava um apartamento enquanto isso. Vi que ela tava se interessando porque prestava muita atenção em mim, então chamei ela pra rebolar e enquanto a gente dançava eu tava tocando ela: a cintura, a bunda, as pernas, acariciava suave e ela se mexia mais rápido. Chamei ela pro meu apê e, mesmo ela hesitando, quando falei que não ia rolar nada que ela não quisesse, ela topou. No caminho, ela foi botando condições: só faria com camisinha e não gostava de chupar. Eu aceitei e fui esquentando ela, tocando a virilha dela e falando que ia comer ela como nunca na vida. vida. Quando abri a porta do meu apê, ela pulou em cima de mim e me beijava com muita força, eu enfiava a língua e mordia os lábios dela, dava uma puta tesão morder uns lábios tão grossos, deitei ela na cama e comecei a tirar a roupa dela, beijava ela por todo lado, e quando tirei o sutiã dela, mordi os biquinhos, ela não se segurou e começou a gemer pedindo pra eu comer ela. J: Já quer que eu meta? E: Você me deixou toda molhada, me come de uma vez. J: Me implora pra te comer. E: Mete em mim, por favor, te imploro. Peguei uma camisinha na minha gaveta e coloquei, vi a buceta dela bem molhada, mas mesmo assim me abaixei pra fazer oral nela, Elisa levantava a bunda e já tava tendo as contrações antes do orgasmo, então comecei a penetrar ela. J: Tá muito quente aqui dentro. E: Você tem um pauzão, vai me fazer gozar. J: Sobe em cima de mim. Tirei e subi na cama, mas quando deitei, Elisa ficou olhando pro meu pau e antes de subir, tirou a camisinha e começou a chupar ele, me deu muito tesão ver ela engolindo, já que você tinha falado que não gostava, então eu mexi minha cintura pra comer ela de boca, ela adorou porque ficava me encarando e não tirava da boca, nem engasgava, quase me fez gozar mas tirei e passei o pau na cara dela. J: Vou te viciar no meu pau. E: Você come gostoso pra caralho. J: Quer que eu faça ainda mais gostoso? E: Acho que não tem como. J: Posso te fazer sentir melhor, mas você tem que aceitar fazer o que eu mandar. E: *deu um beijo no meu pau* O que mais você quer que eu faça? J: Fica de quatro e abre sua bunda, vou te comer pelo cu. E: Mas passa lubrificante. J: Claro, eu sei fazer isso ficar muito gostoso. Ela se ajeitou e finalmente vi aquela bunda morena de quatro, já queria ouvir ela gritando, então fui pegar um plug, uma vela e uma camisinha nova. Passei o lubrificante no cu dela e com meus dedos fui abrindo, pra depois enfiar o plug menor, Elisa soltou um suspiro e relaxou o corpo pra aceitar o plug entrando. Acendi a vela e deixei cair cera quente. Nas nádegas dela, ela se surpreendeu pra caralho quando eu deixei cair pela primeira vez.
E: Ahhh, é muito gostoso.
J: Eu sei como comer as putas do teu tipo.
E: Ahhh, continua me comendo.
Deixei cair mais cera, e depois fui tirar com meus lábios. Ela se mexeu de um jeito muito gostoso quando sentiu minha saliva fria nas queimadurinhas dela. Depois de tirar a cera, coloquei um novo camisinha e meti nela de novo.
J: Vou te deixar marcada.
E: Faz comigo o que você quiser.
J: Você é a puta mais rabuda que eu já comi.
Senti ela gozar de novo, então comecei a dar tapas na bunda dela. Ela gritava de dor e prazer.
E: Você me fez gozar muito gostoso.
J: E ainda não meti no teu cu.
E: Você ainda não gozou?
J: Não, quero gozar dentro de você.
E: Tá bom, mas se apressa.
J: Vou aproveitar essa buceta o quanto eu quiser.
Ela se ajeitou de quatro de novo, e eu tirei o plug. Dei uns tapas no cu dela, que já tava aberto, e comecei a meter. A Elisa gritou, mas eu já não tava nem aí pro que ela implorasse pra eu não meter. Eu ia deixar ela bem aberta, já não ligava pro que ela sentia, só queria humilhar essa puta.
J: Que cu apertado você tem.
E: —gritando— Tira, por favor.
J: Não, puta, eu ainda não terminei. Quero te dar no cu, deixar ele bem aberto.
E: Te imploro, goza sem camisinha na minha buceta.
J: (Eu ri pra caralho vendo como as duas condições dela eram uma farsa, ela só tinha falado aquilo pra parecer mais recatada.) Não, eu quero te dar por trás, igual às putas. Diz que você é minha puta.
E: Eu sou sua puta!
J: Onde tá meu pau?
E: No meu cu.
J: Você é só minha, vou te deixar bem cheia de porra.
E: Sim, meu dono, me deixa cheia.
Ela já tava adorando e deixava sair o lado mais pervertido dela. Continuei metendo no cu dela até que ela não aguentou mais e gozou por trás.
J: Você é uma puta muito sem vergonha.
E: Meu dono, goza, por favor.
Tirei o pau do cu dela e coloquei na cara dela. Foi quando vi a cara patética dela, cheia de lágrimas.
J: Chupa até eu gozar. Você vai engolir a merda que tirei do teu cu.
A Elisa não queria, mas como submissa, só podia obedecer. fazer o que seu dono mandava. Enquanto me chupava, eu continuava olhando pra bunda dela. J: Você não sabe chupar. E: Me desculpa, amo. J: Vou meter no seu cu e não quero que você reclame até eu gozar. Ela implorou pra eu meter na frente, mas quando eu separei aquela bunda, o cu dela tava tão aberto que me convidava a penetrar. Meti com força. J: Quem é minha putinha? E: Eu! J: Você engoliu sua própria merda do meu pau, também é uma porca. E: Sim, amo. J: Late que nem putinha. E: Auf, auf. J: Muito bem, agora quero que você chore que nem porca. Comi ela com tudo pra fazer chorar, e quando tava quase gozando, tirei do cu e gozei na buceta dela. E: AHHH! Amo, me fodeu gostoso pra caralho. J: Me agradece pela porra. E: (abriu a bunda e deixou o sêmen escorrer da buceta, e dava pra ver o cu vermelho e aberto) Muito obrigada pela porra. J: Assim que eu gosto. Depois deitamos pra dormir e no dia seguinte ela passou o número dela, mandei ela num uber e foi assim que começou meu relacionamento com uma das minhas melhores submissas.
E: Ahhh, é muito gostoso.
J: Eu sei como comer as putas do teu tipo.
E: Ahhh, continua me comendo.
Deixei cair mais cera, e depois fui tirar com meus lábios. Ela se mexeu de um jeito muito gostoso quando sentiu minha saliva fria nas queimadurinhas dela. Depois de tirar a cera, coloquei um novo camisinha e meti nela de novo.
J: Vou te deixar marcada.
E: Faz comigo o que você quiser.
J: Você é a puta mais rabuda que eu já comi.
Senti ela gozar de novo, então comecei a dar tapas na bunda dela. Ela gritava de dor e prazer.
E: Você me fez gozar muito gostoso.
J: E ainda não meti no teu cu.
E: Você ainda não gozou?
J: Não, quero gozar dentro de você.
E: Tá bom, mas se apressa.
J: Vou aproveitar essa buceta o quanto eu quiser.
Ela se ajeitou de quatro de novo, e eu tirei o plug. Dei uns tapas no cu dela, que já tava aberto, e comecei a meter. A Elisa gritou, mas eu já não tava nem aí pro que ela implorasse pra eu não meter. Eu ia deixar ela bem aberta, já não ligava pro que ela sentia, só queria humilhar essa puta.
J: Que cu apertado você tem.
E: —gritando— Tira, por favor.
J: Não, puta, eu ainda não terminei. Quero te dar no cu, deixar ele bem aberto.
E: Te imploro, goza sem camisinha na minha buceta.
J: (Eu ri pra caralho vendo como as duas condições dela eram uma farsa, ela só tinha falado aquilo pra parecer mais recatada.) Não, eu quero te dar por trás, igual às putas. Diz que você é minha puta.
E: Eu sou sua puta!
J: Onde tá meu pau?
E: No meu cu.
J: Você é só minha, vou te deixar bem cheia de porra.
E: Sim, meu dono, me deixa cheia.
Ela já tava adorando e deixava sair o lado mais pervertido dela. Continuei metendo no cu dela até que ela não aguentou mais e gozou por trás.
J: Você é uma puta muito sem vergonha.
E: Meu dono, goza, por favor.
Tirei o pau do cu dela e coloquei na cara dela. Foi quando vi a cara patética dela, cheia de lágrimas.
J: Chupa até eu gozar. Você vai engolir a merda que tirei do teu cu.
A Elisa não queria, mas como submissa, só podia obedecer. fazer o que seu dono mandava. Enquanto me chupava, eu continuava olhando pra bunda dela. J: Você não sabe chupar. E: Me desculpa, amo. J: Vou meter no seu cu e não quero que você reclame até eu gozar. Ela implorou pra eu meter na frente, mas quando eu separei aquela bunda, o cu dela tava tão aberto que me convidava a penetrar. Meti com força. J: Quem é minha putinha? E: Eu! J: Você engoliu sua própria merda do meu pau, também é uma porca. E: Sim, amo. J: Late que nem putinha. E: Auf, auf. J: Muito bem, agora quero que você chore que nem porca. Comi ela com tudo pra fazer chorar, e quando tava quase gozando, tirei do cu e gozei na buceta dela. E: AHHH! Amo, me fodeu gostoso pra caralho. J: Me agradece pela porra. E: (abriu a bunda e deixou o sêmen escorrer da buceta, e dava pra ver o cu vermelho e aberto) Muito obrigada pela porra. J: Assim que eu gosto. Depois deitamos pra dormir e no dia seguinte ela passou o número dela, mandei ela num uber e foi assim que começou meu relacionamento com uma das minhas melhores submissas.
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