Finalmente tinha chegado a hora de ir pra casa, tava saindo da escola com umas amigas quando o professor de matemática me chama pra falar sobre meu desempenho nas aulas dele. Professor — Cristina, seu rendimento caiu muito nas aulas, tá acontecendo alguma coisa? Eu — Não, profe, é que tô apaixonada por um garoto e não consigo me concentrar. Professor — Eu entendo vocês, jovens, mas na escola vocês vêm pra estudar. Seus pais pagam uma grana aqui pra vocês perderem tempo com essas coisas. Eu — Vou recuperar, profe, juro. Professor — Você é muito nova pra ficar procurando namorado, foca em se formar. (Ele se aproxima e acaricia meu cabelo.) Eu — (Com voz nervosa) Não consigo, tô muito apaixonada por ele. Professor — Senta aqui que vou te mostrar uma coisa. Eu sento e ele vai pro banheiro do escritório dele "pegar" alguma coisa. Professor — Olha, cê gosta disso?
Eu - O que cê tá fazendo!? Não, por favor, não me machuca. Professor - Fica tranquila, Cris, não vou te fazer mal. Cê me atrai e com isso vai esquecer aquele moleque. Vai, chupa que não tenho o dia todo. Eu - Não, que nojo! Me deixa em paz! Professor - Eu não queria te forçar a fazer isso, mas cê não me dá escolha.
Professor - Uff, que lábios gostosos, Cris, e que peitos, mami. Eu não conseguia falar porque aquela pica ocupava minha boca toda. Depois que ele me forçou a chupar, me colocou na mesa dele e chupou minha buceta inteira.
Eu - Aaayy profe, não sabia que eu ia gostar tanto, chupa chupa ufff. Professor - Se isso te agrada, nem imagino quando eu meter. Eu até aquele momento era virgem e meu professor tinha uma rola muito grande que ia me rasgar toda. Eu - Vai, papai, coloca na minha buceta. Professor - Não precisa pedir duas vezes, bebê.
Eu - Me dá, papai... Isso, isso, isso aí... Mais forte na bucetinha. Professor - Que puta loira você acabou sendo. Eu - Faz de mim sua vadiazinha.
Depois de me foder sem parar e me abrir toda, ele me ajoelhou pra eu chupar ele e ele gozar na minha carinha de puta. Professor - Chupa aqui que eu vou gozar, loirinha gostosa. Eu - Sim, papai, me dá tudo.
Ele me afogou com o pau dele e deixou toda a porra na minha cara, engoli tudo. Agora eu tava apaixonada pelo meu professor, pelo menos ele gostava de mim. Desde aquele dia, quando a gente se encontra na escola, a gente vai pro banheiro ou pro escritório dele e eu chupo ele. Já até fui na casa dele pra ele meter tudo em mim.
Eu - O que cê tá fazendo!? Não, por favor, não me machuca. Professor - Fica tranquila, Cris, não vou te fazer mal. Cê me atrai e com isso vai esquecer aquele moleque. Vai, chupa que não tenho o dia todo. Eu - Não, que nojo! Me deixa em paz! Professor - Eu não queria te forçar a fazer isso, mas cê não me dá escolha.
Professor - Uff, que lábios gostosos, Cris, e que peitos, mami. Eu não conseguia falar porque aquela pica ocupava minha boca toda. Depois que ele me forçou a chupar, me colocou na mesa dele e chupou minha buceta inteira.
Eu - Aaayy profe, não sabia que eu ia gostar tanto, chupa chupa ufff. Professor - Se isso te agrada, nem imagino quando eu meter. Eu até aquele momento era virgem e meu professor tinha uma rola muito grande que ia me rasgar toda. Eu - Vai, papai, coloca na minha buceta. Professor - Não precisa pedir duas vezes, bebê.
Eu - Me dá, papai... Isso, isso, isso aí... Mais forte na bucetinha. Professor - Que puta loira você acabou sendo. Eu - Faz de mim sua vadiazinha.
Depois de me foder sem parar e me abrir toda, ele me ajoelhou pra eu chupar ele e ele gozar na minha carinha de puta. Professor - Chupa aqui que eu vou gozar, loirinha gostosa. Eu - Sim, papai, me dá tudo.
Ele me afogou com o pau dele e deixou toda a porra na minha cara, engoli tudo. Agora eu tava apaixonada pelo meu professor, pelo menos ele gostava de mim. Desde aquele dia, quando a gente se encontra na escola, a gente vai pro banheiro ou pro escritório dele e eu chupo ele. Já até fui na casa dele pra ele meter tudo em mim.
0 comentários - O professor de matemática me fez sua gostosa 🔥