Trans prostituta callejera

Minha amiga trans que trabalha na rua à noite me convidou pra ir com ela pra saber o que ela fazia, ou melhor, pra saber como era ser comprada como se fosse um brinquedo sexual. Chegamos na esquina dela, tinham 5 minas iguais a gente. Não demorou nem 15 minutos e os clientes chegaram. Como eu era nova, era carne fresca pros caras. Um cara me chamou pro carro dele. Como eu era nova e não sabia como funcionava o esquema, perguntei pra onde ele ia me levar. Ele só me olhou, riu, virou na esquina onde a gente tava, puxou o pau dele e comecei a chupar. Depois ele mandou eu passar pro banco de trás, puxou minha calcinha fio dental pro lado e me meteu. Tava desconfortável, mas verdade seja dita, tava me esquentando muito. Aí ele tirou o pau dele, sentou e mandou eu montar. Fiquei por cima do pau dele como se fosse uma cavaleira treinando o cavalo. Ele me segurou pelas minhas bundinhas e me apertou contra ele. Senti o pau dele pulsar dentro do meu cu, ele tinha gozado. Tirei minha putaria de dentro e pedi o preservativo usado dele. Ele perguntou pra quê, e eu falei que era a primeira carga que eu recebia como puta de rua. Dei um nó pra não vazar e guardei na minha bolsa. Não passou nem 1 minuto desde que ele me deixou de novo no meu ponto, já subi com outro rapidinho. Já tinha a carga de 5 caras na minha bolsa. Quando esse último me deixou no meu ponto, já tinham levado minha amiga. Não conhecia ninguém, e as outras minas, pelo visto, não conseguiram tantos clientes quanto de costume. Vieram me cercar, me xingando, me agarraram todas juntas e me tiraram de lá. Andamos umas 5 quadras, eu implorando pra não me machucarem, mas elas continuavam me xingando. Tiraram tudo que eu tinha: celular, carteira, tudo. Chegamos num beco onde tinha uns mendigos dormindo na rua. "Essa classe de macho é o que você merece, puta", uma delas falou, e foi acordar ele, dizendo que tinha uma bunda pra ele se quisesse descarregar. Ele tava bêbado e fedendo muito. As trans me agarraram e me curvaram pro vagabundo. Ele, sem Pensar duas vezes, ele enfiou em mim. Ficou me violentando por uns minutos, mas o pau dele não tava duro, talvez por ele estar muito bêbado. Depois, uma das garotas mandou eu colocar na boca. Ele chegou perto do meu rosto, eu mordia forte meus lábios pra não deixar ele enfiar. O cheiro do pau dele era nojento. Ele esfregou ele na minha cara toda até que uma apertou minhas bolas, me obrigando a chupar ele. Igual ao cheiro, o gosto do pau daquele vagabundo era asqueroso. Quase vomitei, mas não podia soltar porque a dor nas minhas bolas com o aperto era forte. Revistaram minha carteira e lá estavam as camisinhas usadas antes. Cortaram elas e jogaram no meu rosto, com o pau na minha boca. Depois que ficaram satisfeitos com meu castigo, me soltaram. Fui de novo pro beco com minha amiga, e ela tava desesperada me procurando. Eu chorava e fomos pra casa, porque na delegacia não iam dar bola, segundo minha amiga. E foi assim, minha primeira e última vez trabalhando como puta de rua. Hehe, não me machucaram, mas foi nojento tudo que aconteceu. Tinham banido minha conta, mas já tô de volta. Vou postar mais relatos que tive essa semana de muito incesto. Daqui a pouco eu subo.

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