Verano inesperado con mi hermana parte#5 final

Verano inesperado con mi hermana parte#5 final
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rabaoOuvir minha irmã dizendo "transar" de forma sensual, enquanto me encarava com aqueles olhos verdes enormes, me deu ainda mais vontade de enfiar tudo nela ali mesmo. Até que ela me trouxe de volta à realidade: Nem pense nisso… tira essa ideia da cabeça porque não vai rolar. Ela fez uma cara mais séria, e acho que naquele momento percebeu o quão longe nós havíamos ido. Pronto? Já me viu toda, safado. Tirei minha mão da bunda dela, as nádegas se fecharam de novo, e minha irmã se recompôs… pegou o sabonete e passou rápido na bunda, na virilha e nas coxas, para limpar todo o sêmen que eu tinha deixado nela. Depois saiu do chuveiro e começou a se secar, ficou com a toalha enrolada no corpo, e depois de fechar o chuveiro, me ajudou a me secar. Só então estava percebendo a atrocidade que estávamos prestes a cometer… falar em transar era falar de algo muito proibido. Naquele momento me arrependi um pouco, estava meio envergonhado… e ela percebeu. Apesar disso, a ereção não baixava, tinha sido muito quente o que fizemos no chuveiro. Depois de me secar e vestir um pouco de roupa, minha irmã só me olhou, e depois de sorrir, me deu um beijo na bochecha e sussurrou no meu ouvido: Amanhã eu faço outra punheta pra você, irmãozinho. Não aguentei até amanhã. Minha irmã já estava trocada, arrumada, e depois de desejar boa sorte, ela foi para o evento onde tinha que desfilar na passarela para uma nova marca de roupas. Fiquei sozinho em casa, já era noite. As horas passaram, mas eu continuava muito excitado com o que tinha acontecido no banheiro. Não conseguia pensar em outra coisa. Ainda estava de pau duro, me incomodando muito e apertando minha cueca. Já tinha melhorado bastante a mobilidade das minhas mãos e dedos, além de ter menos dor… então tentei me masturbar, naquela noite fiz a punheta até gozar, finalmente consegui. Foi a primeira de várias. Claro que não contei nada pra minha irmã… queria que ela continuasse me masturbando. Me sentia um pouco mal por fazer isso com a Mica, mas depois de tudo que a gente tinha feito, ou o quanto a gente tinha avançado, não dava pra parar agora. Acabei dormindo, nem percebi que horas minha irmã tinha chegado, então só acordei no sábado, perto do meio-dia. A primeira coisa que notei é que tava um calor do inferno, de novo. Já tava cansado do verão, e sem ar-condicionado em casa. Levantei e olhei pra cama de cima, vi que a Micaela tava dormindo, destapada e sem lençóis, só de calcinha e sutiã. Fui preparar o almoço, não queria ficar suando logo cedo. A deusa da minha irmã mais velha não me dava trégua. Fiquei cozinhando, tomando todos os cuidados, quando ela acordou. Depois de reclamar do clima, a Mica me perguntou se eu me importava que ela ficasse só de roupa íntima por causa do calorão. Falei que não, então ela não botou nada, e a gente sentou pra comer na mesa. Conversamos um pouco, perguntei como tinha sido o desfile ontem à noite, e ela respondeu que foi tudo perfeito, que mesmo com os nervos no começo, depois foi tudo bem. Parabenizei ela e continuamos almoçando, sem falar nada da cena quente do dia anterior. Tinha trabalho da faculdade pra fazer, então depois de comer liguei o notebook e deitei na minha cama pra me dedicar a isso. Abri o e-mail e baixei todos os materiais que precisava estudar. Fiquei umas horas nessa tarefa, quando minha irmã, ainda só de calcinha e sutiã, ficou na frente do espelho e começou a passar um creme pelo corpo todo.
— Pelo menos vou aproveitar esse calor pra pegar um sol. — Ela disse.
Fiquei olhando enquanto ela passava protetor solar nos braços… nas costas… nas pernas… até que em um momento ela enfiou as mãos dentro do sutiã pra passar creme nos peitos. Já conhecia essa safada, ela ia pegar sol pelada. Pegou mais um pouco de creme no pote e fez a mesma coisa lá embaixo, enfiando a mão dentro da calcinha pra passar cremo no púbis e na buceta. Já tava de pau duro. gozei na hora quando vi que ela estava tocando a buceta. Ela fazia isso na minha frente, sem nenhum pudor. Depois de encher a bunda com protetor solar, ela me avisou que ia subir um pouco para o terraço pegar sol. Fiquei ardendo. Por mais que eu não quisesse, parecia que Micaela encontrava formas de me deixar excitado todos os dias. Tentei continuar com a tarefa, mas não conseguia me concentrar. Não tinha outro jeito a não ser bater uma punheta de novo. Não sei se isso era normal, provavelmente não, mas minha irmã me deixava com tesão o dia todo. Abaixei minha cueca e fiz outra masturbação pensando nela, pensando no que aconteceu agora há pouco, ela passando creminho na buceta, e também quando eu abri bem o cu dela no banho. Fui até o banheiro para gozar e não me sujar. Depois de me masturbar, finalmente estava bem relaxado. Tinham sido muitas em pouco tempo. Me senti muito aliviado e me concentrei novamente na tarefa da faculdade. Trabalhei bem com as anotações, estava satisfeito com como estavam indo minhas primeiras semanas como estudante, mesmo estando em uma situação bem estranha, estudando de casa. Olhei o relógio, já marcava 4:30 da tarde… fazia mais de uma hora que minha irmã tinha subido para o terraço pegar sol, quando justo a ouvi descendo. Ela bebeu um pouco de água e se aproximou da minha posição, para me perguntar como estava indo com a tarefa. Vou bem… alguns assuntos são difíceis, são complicados de entender, mas por enquanto estou completando todas as anotações. Que bom! Fico muito feliz então. Naquele momento, desliguei e fechei o notebook, já tinha estudado demais hoje. Levantei a vista para Micaela e perguntei: Não queimou a pele? O sol está muito forte. Minha irmã se olhou, olhou para o próprio corpo. Ela ainda estava com a mesma roupa íntima, um conjunto branco com bordas vermelhas. A calcinha tinha uma fitinha em forma de laço na parte do púbis. Acho que não, passei bastante protetor solar… deixa eu ver, olha se não queimei a parte de trás. Micaela se Ela se virou e colocou a bunda pelada em cima da minha cara. Parei de ficar deitado e me sentei na cama, para ficar mais perto dela. A bunda enorme dela estava a poucos centímetros do meu rosto, eu sentia o cheiro de protetor solar na pele dela. A calcinha estava toda enfiada entre as nádegas, cobrindo muito pouco… e mais abaixo, entre as duas coxas imponentes e excitantes, a buceta inchava no tecido. Que suplício… eu estava bem tranquilo e relaxado no que diz respeito à tesão, depois de todas as punhetas que bati… mas estava começando a ficar duro de novo, era insuportável. Minha pica já estava doendo um pouco. Eu não precisava fazer isso comigo mesmo. Ela merecia ser comida todinha, por puta. Mas se ela quisesse jogar sujo comigo, eu faria o mesmo. Depois de olhar as costas, a bunda e as pernas dela, perguntei: Você tomou sol pelada? - Sim… você sabe que não posso ter marcas de nenhum tipo na pele, por questões de trabalho. - Bom… parece que você não se queimou, mas se você tomou sol pelada, tenho que ver bem toda a área… tenho que baixar sua calcinha, Mica. - Mmm… você quer abrir minha bunda e me olhar, nojento. Ou estou errada? - Não seja mal pensada!… é só para verificar se você não queimou nenhuma parte da pele. Coloquei as duas mãos nas laterais dos quadris dela, segurando o elástico da calcinha para baixá-la. A pele dela estava muito quente. Esperei um ou dois segundos para ver se Micaela dizia algo para eu parar, mas ela não disse. Puxei suavemente para baixo, observando e aproveitando para baixar a calcinha da minha irmã, vendo como ela saía de dentro das nádegas… no final tive que puxar um pouco mais forte porque a calcinha ficou grudada nos lábios da buceta… deixei baixada até as coxas e olhei a parte interna do tecido, essa parte estava bem molhada. Eu podia ver tudo de muito perto. Assim que baixei a calcinha dela, saiu um cheiro de buceta tremendo. Será que essa puta estava se tocando? enquanto tomava sol? Ela estava com a buceta toda melada, e o cheiro era muito intenso. Ela mesma levou as mãos para trás, apoiou as palmas abertas nas suas bundas durinhas, e abriu toda a raba pra mim. Vai... olha minha bunda, cara masturbador. Meu Deus... a bunda da minha irmã estava quase encostando na minha cara... dava pra ver o cuzinho bem fechadinho. Tentei não ficar nervoso e continuei brincando com ela:microbiquiniDeixa eu ver, Mica… hmm, parece que aqui tem uma área que você está com um pouquinho de irritação e vermelhidão – menti. Minha irmãzinha tinha uma pele perfeita. A única coisa rosa que ela tinha era a bunda e a boceta. Ai, sério? Sim… mas não se preocupa, acho que sei como aliviar. Vamos ver… Minhas pulsações dispararam às nuvens com o que eu estava prestes a fazer. Me aproximei ainda mais, já enfiando minha cara na sua bunda, e passei a língua por todo o buraquinho do cu. A primeira reação da minha irmã foi de surpresa, as pernas dela ficaram tensas, mas ela não disse nada, e continuou me oferecendo a bunda aberta. Então passei a língua pela segunda vez, dessa vez bem devagar e pausada. Ela suspirou perceptivelmente. Alivia, Mica? Mmmmmmmmm… siiim… alivia muito, irmãozinho… Que puta tarada ela era, me acomodei bem e lambi o cu dela sem parar, e ela soltava gemidinhos contínuos a cada uma das minhas lambidas. Passava a língua repetidas vezes, tomava um pouco de distância para ver bem o buraquinho e depois me aproximava de novo para lamber. Sentia ele muito macio e quente. Tive que tirar o pau da cueca porque estava doendo demais, comecei a me masturbar enquanto chupava a bunda da minha irmã. Tínhamos cruzado todos os limites, fiquei extremamente excitado… dava vontade de falar putaria com ela, mas me segurei, não queria exagerar… continuei lambendo o cu dela com delicadeza, suavemente. Tentei abrir o buraquinho enfiando a ponta da minha língua, mas era impossível, ela tinha a bunda muito fechadinha. Ahhh…. ahhh…. ahhh… mmm… ahhh… – Minha irmã continuava gemendo baixinho constantemente. Me afastei um pouquinho para trás e tomei distância para admirar o que tinha na frente e tomar consciência da garota infernal a quem eu estava lambendo a bunda. Não conseguia acreditar na sorte que eu tinha… olhei para baixo e tive que fazer uma careta de sofrimento, isso me gerava ver a boceta da minha irmã. Sem avisar e sem dizer nada, movi minha mão até sua entreperna... apoiei dois dedos de cada lado da sua buceta, e abri aqueles lábios enormes e rosados. Ao se separarem levemente, um líquido transparente e pegajoso ficou pendurado entre os lábios. Mal sentiu, a Micaela soltou um gemido tremendo... mas se surpreendeu muito dessa vez, e isso fez com que ela recuperasse a sanidade. Mmmm... chega, irmãozinho... chega... estamos passando dos limites... isso não pode ser... Ainda entre gemidos, tirou as mãos da sua bunda e se virou para me encarar. Ela estava com as bochechas vermelhas... ela me prendeu com aqueles olhos verdes gigantes, senti a excitação no olhar dela, fiquei petrificado diante de uma mulher daquelas. Me recostei na cama de novo, ela baixou o olhar para meu pau, bem duro, ereto, quente, e jorrando líquido pré-seminal pela cabeça. Ela quase mordeu os lábios ao me ver assim, sempre acontecia a mesma coisa. Notei que ela estava um pouco irritada ou nervosa, como se sentindo culpada por não conseguir se conter diante do irmão mais novo, sabendo que o que estávamos fazendo era errado. Ai, cara, você tá com ele muito duro... deixa eu te fazer uma punheta pra aliviar e terminar logo com isso... Sem mais palavras, ela tirou o sutiã e a calcinha, ficando completamente nua. Assim, ela se aproximou e sentou na cama ao meu lado. Minha irmã começou a me masturbar, cuspia na mão e passava por todo o pau, apertando forte. De repente, ela me olhou nos olhos e perguntou: Me conta, irmãozinho... você tentou se masturbar hoje? Respondi afirmativamente à pergunta dela, balançando a cabeça. Você bateu uma pensando em mim, não foi? ...Sim... - confessei timidamente. Mmm... eu sabia que você ia fazer isso... e no que você estava pensando, seu safado? Ela já estava me fazendo sofrer muito, olhei pra ela porque tinha vergonha de responder isso, mas ela me encorajou a fazer e eu quis ser o mais sincero possível. ...Estava pensando na sua buceta, Mica... e na sua bunda aberta.... Mmmmmmmmm... sério?... e você imaginava que estava metendo em mim? - ela perguntou com sua voz sensual, quase sussurrando. ….Siiiii… me masturbei pensando em você comendo a Mica… Ai, que tarado você é… como pode pensar numa coisa dessas?… É muito errado você querer me comer, eu sou sua irmã… Deve ter sido uns três ou quatro minutos me masturbando intensamente, falando putaria e me excitando ao máximo, mas no momento eu não estava com vontade de gozar, já tinha batido muita punheta e ficar excitado de novo já estava me irritando. O braço dela estava cansando. Minha mão não serve mais pra fazer você gozar? — ela perguntou meio brincando. …Acho que estou me acostumando… — respondi. Estiquei a mão pra tocar os peitos dela, ela deixou… passei a palma aberta pra apalpar tudo e tocar os mamilos. Como minha irmã viu que eu não ia gozar, sorriu e subiu na cama… passou uma perna por cima de mim — vi toda a buceta por um instante — e se ajoelhou na cama de costas pra mim, com uma perna de cada lado do meu corpo. Levou a mão pra trás pra continuar a masturbação, e a bunda dela ficou quase em cima do meu pau. Fiquei mais ousado: Passa ele aí… me masturba com a bunda, Mica… Mmmm… já falamos sobre isso, irmãozinho… acho que não devíamos… Mesmo tentando resistir, ela me masturbava enquanto passava meu pau pela bunda toda. Eu não aguentava mais, minha irmã me excitava demais, estava me provocando. Mostra ela, Mica… abre bem e me mostra a buceta e o cu… Ela estava muito excitada, porque não disse nada, só largou meu pau e, com as duas mãos, abriu bem as nádegas pra me mostrar. Mmm… vai… me olha toda pervertido. Ela aproximou um dos dedos e passou no buraquinho do cu. Você gostaria de enfiar aí, né?… Quer me dar? Tremi por dentro ao ouvir isso… sem pensar, com meus dedos direcionei meu pau pra frente e, com precisão, encostei a cabeça bem no buraquinho. Ela gemeu. Mmmmmm… deixa aí, irmãozinho… só encostando a cabecinha, tá? Não vamos passar disso… Graças à masturbação que ela estava me chupando, tinha o pau todo cheio de saliva… Micaela sem querer fez um pouco de pressão pra baixo e quase enfiei, estava na beirada. Tem certeza que isso não é passar dos limites? Não queria mais responder nessa altura, era mais que óbvio que o que estávamos fazendo era proibido. Mas eu só pensava em comer ela, em enfiar nela de qualquer jeito. Tentei levantar meus quadris, e mesmo que isso me desse uma dorzinha, empurrei e a bunda dela quase se abriu. Ai, você vai enfiar… não podemos transar, somos irmãos… – Ela dizia quase sussurrando. Tentava se convencer, mas claramente o corpo dela pedia outra coisa. Pra minha surpresa, ela cuspiu nos dedos e passou tudo no buraquinho da bunda. Minha irmã no início se segurou, mas depois de uns segundos, foi sentando na ponta do meu pau, e ao fazer um pouco de pressão, senti a cabeça entrando na bunda dela! Tava tudo tão molhado e quente. Ao mesmo tempo, apoiei minhas mãos nas nádegas dela, mostrando que queria enfiar mais. O melhor era que não forcei nada, ela mesma estava se enfiando no meu pau, não acreditava que ela tava fazendo isso. Ahhhhhhhhh… senta mais um pouquinho, Mica… Mmmmmmmm… mas eu nunca deixei ninguém enfiar na bunda… – Ela repetia várias vezes reclamando, entre gemidos. Por isso ela sempre teve tão fechadinha, minha irmã nunca tinha dado o cu. Me deixou muito excitado saber que eu era o primeiro. A cada contato com meu corpo, sentia a pele dela tão macia e quente… ela continuou descendo bem devagar, eu só observava atônito como ia entrando, apertava demais o pau de tão apertado que era. Quando meteu metade do pau, parou porque não entrava mais. Ainda entre gemidos, ela levantou um pouquinho e sentou de novo, acho que queria se acostumar a ter pela primeira vez um pau entrando na bunda virgem dela. Como explicar meu estado? Fechava os olhos de tanta excitação, abria de abrir bem pra não perder nenhum detalhe, eu ouvia a putinha da Micaela gemendo. Eu estava comendo a bunda da minha irmã, era incrível. Ela se movia pra cima e pra baixo, subindo e descendo a bunda em mim… ela estava gostando porque não parava de gemer nem por um segundo. Só metia até a metade, acho que a bunda dela não dava pra mais, ela estava bem apertada e me apertava muito. A gente não falava nada, a única coisa que se ouvia no quarto eram nossos gemidos. Enquanto eu metia, dava pra ver que ela estava se tocando… aliás, dava pra ouvir ela batendo com a palma da mão na buceta, não aguentava o tesão. Desde hoje cedo eu já notava que a Micaela estava ardendo. Eu estava quase gozando, agora sim. Mas minha irmã se arrependeu na pior hora: Isso é errado… isso é muito errado… Ela parou de se mexer e ficou parada, pensando por alguns segundos… levantou os quadris de repente e, depois de tirar o pau da bunda, ficou repetindo que a gente não podia transar, enquanto descia da cama. Na hora eu me levantei e agarrei o braço dela, tinha que tentar convencê-la, eu estava com um tesão fora do normal, não dava pra parar agora. Ela baixou o olhar com vergonha e disse: É errado o que a gente tá fazendo… eu sou sua irmã… A Micaela ia colocar a calcinha, mas antes que ela conseguisse, toquei a buceta dela com meus dedos, enquanto perguntava: Não é errado, Mica… se você estava gostando… não é? …Não é esse o ponto… mmmmm –ela gemeu profundamente enquanto eu tocava o clitóris inchado–… mas a gente é irmão, é errado você me comer… Eu não sentia ela nada segura no que dizia, ainda mais com a buceta cheia de melado, molhada a ponto de escorrer. Virei ela de costas, ela não reclamou, e com uma mão apoiada nas costas dela, mandei ela se ajoelhar na cama. Mas eu não quero… –Ela falou como se estivesse arrependida, mas deixou eu colocar ela de quatro no colchão. Ela apoiou os dois joelhos de novo na cama, eu ajustei para que ela deite a cabeça no travesseiro e fique inclinada para mim. Coloquei ela como uma putinha, e afastei suas pernas só um pouco, ela se deixou fazer. Eu ainda estava em pé ali ao lado. Ela tinha a bunda e a buceta completamente empinados e expostos para eu enfiar. Abri bem as nádegas e vi como o buraquinho ficou um pouco aberto depois da metida de agora há pouco. Me aproximei apontando meu pau novamente para lá, e enfiei com muita dificuldade, até a metade. Ai, não… tá errado, irmãozinho… – Ela dizia entre gemidos, com o rosto apoiado no travesseiro. Não tá errado, Mica… não tá errado eu te enfiar no cu… Deixei minhas mãos abrindo completamente suas nádegas, e olhava como enfiava o pau no cu dela, era sublime estar comendo uma bunda tão grande quanto a da minha irmã mais velha. Agora parecia que eu tinha o controle absoluto da situação, quando sempre tinha sido ela quem segurava as rédeas do relacionamento incestuoso entre nós dois. Eu ia me aproveitar ao máximo da putinha provocante da Micaela. Ela me tinha deixado com muito tesão, tive que me masturbar dezenas de vezes por causa dela… agora queria aproveitar minha chance. Ela reclamou de novo: Ai, você tá me comendo… não devíamos… sou sua irmã… Vou te comer toda, Mica… vou te comer bem gostoso. Não me importava se ela dissesse algo ou ficasse brava comigo, já não estava em sã consciência nessa altura, não pensava com clareza. Minha irmã era uma garota linda que eu tinha que abrir o cu e comer até encher de porra. Tirei o pau e cuspi no buraquinho levemente aberto, voltei a enfiar e empurrei para cravar mais fundo, a saliva e a umidade facilitaram a tarefa. Aiiiiii!!!!… você tem muito grande, irmãozinho… tá doendo… Mmmmm…. vou deixar seu cu bem aberto, Mica. Fui enfiando devagar até encostar, minhas pernas bateram nas dela, e minhas bolas ficaram molhadas ao tocar sua buceta. Mmmmmmmmmmm…. tá sentindo como o pau entrou todo no seu cu? Ela simplesmente moveu a cabeça dizendo sim no travesseiro, com a boca aberta e gemendo sem parar. Eu me esforçava muito pra me mexer, tinha a bunda tão apertada que o pau emperrava e eu tinha que cuspir constantemente. Aia… aia… mmmmmmm….-Ela reclamava e gemia ao mesmo tempo. Você acha que isso é exagero, Mica? Tô te comendo toda… tô arrebentando esse seu cuzinho de modelo… Não fala assim comigo, nojento! Eu me movi pra trás e fui tirando todo meu pau, dei uma palmada e depois abri as nádegas dela pra ver como estava deixando a bunda, olhei pra baixo e com meus dedos esfreguei toda a buceta. Tava encharcada, as gotas de lubrificação escorriam pelas coxas… mas ela tinha os lábios tão grandes, que por causa da minha inexperiência no sexo, eu não tinha nem ideia de onde era o buraco pra enfiar na buceta. Ia ter que perguntar. De qualquer forma, meus desejos desmoronaram naquele exato instante. Ela intuiu que eu queria enfiar por ali, e me proibiu. Levou uma mão pra trás e cobriu toda a buceta, tampando completamente. Nem pense nisso! Se você tem a buceta toda grudenta Mica, tira a mão. Pela buceta não! Você pode me engravidar! Eu tirei a mão dela dali à força, e ficaram seus lábios perfeitos rosados à mostra, estavam brilhando de tanta umidade que os cobria. Mmmmm… que buceta linda que você tem Mica… desde que vi ela marcada na calcinha que eu quero comer ela toda. Ai não… por favor pela buceta não irmãozinho, você vai me deixar grávida…-Ela continuava me suplicando. Ela tampou a xoxota de novo, eu tentei convencê-la, mas não consegui. Vai… por favor deixa eu enfiar só um pouquinho.-Eu implorei com meu pau na mão, passando ele por toda a bunda. Já te disse que não! Isso é proibido… e me escuta bem… eu quero que você goze pra a gente terminar com isso, que nunca mais vai se repetir, entendeu? Depois de xingar e ficar com raiva, tive que ceder. Parece que eu me tinha escapado uma chance única. Ufa… tudo bem… mas me mostra pela última vez a buceta que eu quero gozar vendo ela. Só ver? Sim… só ver Mica, eu vejo ela e acabo. ...Tá bom, mas se apressa, irmãozinho. Micaela tirou a mão e novamente me deixou observar sua buceta molhada. Fiz a masturbação olhando pra ela, enquanto ela me vigiava. Mica… você pode abrir um pouquinho com os dedos? Eu vejo ela aberta e gozo na hora… - pedi suplicando. Depois de um suspiro, minha irmã me atendeu, colocou um par de dedos em volta dos enormes lábios vaginais dela, e puxou pra abrir… o incrível era que continuava vendo tudo rosado, nem sinal de um buraco vaginal. Mais Mica, abre ela toda. Um par de dedos não eram suficientes pra abrir uma buceta daquelas, ela teve que levar as duas mãos pra zona, e com uma de cada lado, usando todos os dedos, abriu ela bem. No processo, os lábios brilhantes se descolavam um do outro, tinha fios de lubrificação pendurados, grudados nas dobras vaginais. Ela abriu um pouco mais, até que finalmente pude ver o buraco da sua buceta. Mal era visível, estava coberto por lubrificação vaginal. Assim? Mmmmm... siiii…. Meu Deus… me deu um arrepio, isso já não era saudável… de um jeito ou de outro eu tinha que encontrar uma forma de convencê-la para comer a buceta dela, mas via como impossível… embora… se não tivesse outro jeito, teria que enganá-la. Ia tentar enfiar mesmo, sem a permissão dela. Pelo menos agora já sabia por onde enfiar… era arriscadíssimo, teria que mirar bem, e ser o mais rápido possível para que ela não tivesse tempo de reagir e evitar. Já acabou, irmãozinho? - ela me perguntou com doçura. Mmmm… quase… deixa ela assim aberta que estou pra gozar Mica… Me aproveitei da minha irmã ingênua… ainda estava muito perto… e sem pensar mais, mirei bem meu pau na abertura da sua buceta, só teria uma única oportunidade. Me movi muito rápido pra frente e encostei a cabeça na buceta, logo em seguida empurrei com toda a força que eu tinha guardada veio de uma vez e meu pau afundou completamente de repente. AYYYYY!!!... Você me enganou! Tira agora, cara! MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM…. vou comer essa buceta quente que você tem, puta! Ela tentou evitar a penetração, mas já era tarde. Eu empurrei tão forte que enfiei até o fundo, a buceta dela era mais fácil de comer do que eu imaginava, estava encharcada, molhada, macia, inchada… tive que gemer como nunca ao sentir tudo isso no meu pau. Como você ousa me chamar de puta?! Eu sou sua irmã! Se é isso que você é, você é uma puta, Mica, não é? Não sou puta!... Ahhhhhhhhhhhhh!!!! Micaela se mexia para me atrapalhar e impedir que eu enfiasse, então agarrei firme seus quadris e comecei a comê-la com veemência. Meu corpo todo doía ao me mover e fazer o esforço para comê-la, mas valia muito a pena. Mmmmmm…. obrigado por deixar a buceta aberta… tenta fechar agora, puta, vai… ou você gosta que eu te coma? Não me importei nem um pouco com suas reclamações, minha irmã tinha uma buceta rosa e grudenta, e eu tinha que comê-la. Ela já estava se deixando levar, fazia cada vez menos esforço para me parar. Enfiava até o fundo, batia contra a bunda dela a cada investida. Que cara nojento você é, não acredito que está me fazendo isso, sou sua irmã! E você é uma punheteira tarada, Mica, não bastou me mostrar a bunda, tive que te comer e você deixou, como a puta que você é. Micaela estava gemendo, tentava se conter mas era impossível, gemia no travesseiro sem parar, estava encantada. Nesse momento, comecei a sentir algo estranho… minha irmã começou a tremer e gritar como se estivesse possuída. Agarrou os lençóis apertando-os. MMMMMMMMMMMMM…. AAAAHHHHHHHHH…. AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH!!!!!! Eu me inclinei para trás e tirei… mal fiz isso, saiu um jato enorme disparado da buceta… era como um fluido transparente, tinha caído em todo o meu pau, as ovos e as pernas. Mmmmmmmmmmm... olha como você se mijou todinha, puta... Abri bem a buceta dela com minhas mãos para ver como tudo que saía de dentro dela se derramava, era uma mistura de corrimento grosso e grudento com um líquido estranho, já nem sabia mais o que estava saindo dali. Depois disso, minha irmã tinha ficado como que adormecida, olhei para o lado para ver o rosto dela, e estava com os olhos entreabertos e a boca aberta, quase como desmaiada ou em relaxamento total, mas continuava gemendo, agora baixinho. Eu não aguentava mais o orgasmo, tive que respirar fundo e me controlar um pouco, queria prolongar ao máximo esse momento. Mica não se mexia, ainda estava ajoelhada como uma putinha na cama... tinha seus dois buracos à minha total disposição... cheguei perto de novo e passei o pau por todo o buraco da bunda dela por vários segundos, esperando que ela dissesse alguma coisa... como não disse, empurrei até enfiar, custou mas já entrava com mais facilidade que antes. Enfiava até o fundo e tirava... tirava da bunda, olhava como ficava aberta e enfiava na buceta... tirava de novo, descansava uns segundos para esticar o orgasmo, e de novo por trás... cada vez que enfiava no cu, Micaela reclamava, mas não me dizia nada. Diante da completa passividade dela, fodia ela pela bunda e pela buceta, colocava um pouquinho em cada buraco, ao mesmo tempo que dava palmadas nas nádegas. Ela estava como uma submissa, abandonada ao que eu fizesse. Não sei se minha irmã estava gozando vinte vezes seguidas, ou se estava mijando... a buceta dela não parava de contrair, escorria abundantemente. Ela reclamava ao mesmo tempo que gemia, mas eu não ia parar até deixar os dois buracos completamente desflorados. Voltei então a mirar a bucetinha rosa e delicada dela para enfiar por ali, peguei impulso e a comi de uma forma brutal e descarada, aproveitando sua linda e macia buceta... a palavra: buceta quente que não parava de me sujar com tudo que soltava... Ahhhhh…. ahhhhhh…. ahhhhh….- Mica não parava de gemer como uma putinha contra o travesseiro. Na casa só se ouviam os impactos dos dois corpos, seus gemidos e a respiração ofegante de ambos. Antes de gozar, tirei de repente. Enquanto Micaela se convulsionava, os lábios da boceta ficaram completamente separados e abertos, filetes de fluxo e líquidos saíam daquela use the word: buceta fedorenta... admito que naquele momento ela não parecia uma pessoa, a única coisa que eu queria era saciar meu instinto animal. Os lençóis ficaram completamente molhados e sujos. Que cheiro de use the word: buceta que você tem Mica, deixou tudo encharcado… Respirei fundo, apontei para a bunda enorme dela e enfiei de novo, fiz o mesmo que com a use the word: buceta, como percebi que entrava tão fácil, dei bem forte… estava arrebentando o cu dela de um jeito selvagem já, até que minha irmã gritou muito alto. ¡¡¡¡¡AAAAHHHHHHH….. AAAAYYYYYYY……!!!!! Parei porque me assustei um pouco… tive que tirar. Está doendo? Ela disse que sim balançando a cabeça sobre o travesseiro, apertando os lábios. Com minhas mãos, abri bem suas nádegas. Vamos ver como ficou a bunda da modelo… Eu tinha deixado o buraco do cu muito estourado… estava muito aberto, e as bordas ficaram de uma cor vermelha intensa. Mmmmmmmmm Mica… você era virgemzinha pela bunda? Ela mal moveu a cabeça e me respondeu “sim” com uma voz bem fraca. Pela primeira vez em vários minutos, ela me perguntou algo, a voz falhava enquanto falava: Ai… como você deixou, porco?... sinto que está ardendo muito… Mmmm… é que deixei bem vermelho e aberto Mica… Embora a buceta ainda pudesse aguentar mais investidas, eu estava muito cansado, dolorido e com vontade de esvaziar completamente minhas bolas. Não aguentei mais. Micaela já tinha tido seu merecido. Dei um passo para trás para ter uma visão completa da putinha da minha irmã, ajoelhada e aberta na cama… era alucinante o corpo que ela tinha, suspirei profundamente depois do esforço feito. Micaela permanecia imóvel, eu podia gozar nela onde quisesse, mas estava difícil me decidir. Optei por subir na cama, com cuidado, me aproximando até o rosto corado dela… afastei para o lado vários fios de cabelo que caíam sobre o rosto dela, e coloquei a ponta do pau na boca dela. Sem dizer nada, ela abriu levemente os lábios e botou a língua para fora para lamber meu pau. Enquanto ela fazia isso, eu comecei a passá-lo por todo o rosto dela, guiando com meus dedos… putinha, você gosta que gozem na sua cara? Ela não disse nada, só ficava botando a língua para fora como pedindo compaixão e que eu terminasse logo de dominá-la. Me desloquei um pouco mais, e coloquei minhas bolas na boca dela… Micaela continuava lambendo agora minhas bolas, ao mesmo tempo que eu me masturbava e me movia em cima dela. Quando senti que o orgasmo era iminente, me acomodei bem e coloquei a ponta do pau apontando diretamente para o rostinho angelical dela. Me masturbei de um jeito endemoniado, já nos momentos finais, finalmente ia liberar tudo o que ela tinha provocado em mim. Mmmmmmmmmmmmmm…. vou te encher de porra, Mica… tá vindo… tá vindo… AAAAAHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!! Todo o meu corpo tremia, fiz o último esforço para manter os olhos abertos e ver como os jatos de sêmen caíam no rosto todo da minha irmã. Os primeiros e mais abundantes caíram nas bochechas dela, apontei para os lábios dela e muitos jatos entraram na boca dela, também respinguei um pouco no cabelo e nas pálpebras. Respirei fundo, estava exausto. Micaela fechou os olhos e eu me sacudi em cima dela para deixar cair as últimas gotas… Apoiei todo o tronco sobre o rosto dela e esfreguei o pau de novo por todo o rosto, espalhando o sêmen para deixá-la completamente suja. Dei pequenas batidinhas com o pau nas bochechas e lábios dela, dando por encerrada a primeira sessão de sexo intenso e selvagem com minha irmã. Ofegante, desci da cama me esbarrando tudo por causa do meu estado físico fraco e mole depois de um orgasmo infernal… Micaela ainda estava se recuperando… eu a deixei jogada na cama, com a bunda aberta, a buceta babando fluidos e o rosto todo coberto de porra… eu não tinha ideia de como minha irmã iria reagir a isso… isso deixo para a imaginação de vocês. FIM.

8 comentários - Verano inesperado con mi hermana parte#5 final

Que relato más caliente. Felicitaciones. Espero que haya más relatos así
aer76 +1
Muy buenos relatos tendrías que contar que pasó después si la seguís cogiendo o que cómo capitulo final así sabemos cómo sigue la historia
De los mejores relatos que leí!, segui asi amigo!!
Relato de NickBendt, archi conocido en poringa por tener los mejores relatos, por lo menos dale el credito.
Igncov
Primero chaca bien ates de escribir en un shout ay claramente escribí que no es de mi autoría y le doy crédito a él 👌