Ainda lembro que saí do trabalho umas 4:30 da tarde, fui no caixa eletrônico sacar dinheiro. Naquele dia, tava atrás de uma mulher pra satisfazer minhas necessidades sexuais. Fui dar uma volta e cheguei num barzinho, entrei e fui recebido por uma mulher de uns 32 anos. Gostosa, corpo bonito, com um vestido colado e sexy. "Oi, me chamo Alondra." Cumprimentei ela com um beijinho, pedi uma cerveja e ela me deu, só que falou que ainda não tinha serviço porque tava abrindo o negócio, faltava umas horas. Falei: "Não sabia, vi a porta meio aberta e entrei. Relaxa, sem problema, deixa eu fechar enquanto arrumo o bar." Pedi outra cerveja e falei: "Quer uma cerveja também?" Ela aceitou, e começamos a conversar. Eu tava tarado e perguntei: "Ei, e as minas que trabalham aqui fazem programa?" Alondra: "Haha, riu. Não, meu querido, a não ser que você se acerte com alguma delas, mas só quando saírem do trabalho." Eu: "Beleza, e você não sabe de alguma mina que tope ficar comigo? Vou pagar bem." Alondra: "Não, verdade não. E que tipo de serviço você precisa?" Eu: "Tô com tesão, quero transar, mas se me chuparem e tirarem meu leite, já tô satisfeito." Alondra: "Haha, sério? Nossa, tá tão tarado assim?" Ela disse. Eu: "Pode crer, e aí, amiga? Você não anima me fazer o favor? Te pago bem." Alondra: "Sei não, verdade. Eu não me prostituo, não sei, meu querido." Eu: "Verdade, você é muito gostosa, amiga. Desde que cheguei, tô te olhando e você me deu vontade." Alondra: "Percebi, e pra falar a verdade, você não é feio. Vou te fazer o favor, só de chupar, ok? Deixa eu fechar a porta com chave." Ela disse: "Vem, vamos pro banheiro feminino." Eu: "Ok, beleza, amiga." Levantei e enquanto seguia ela, fiquei de olho na bunda gostosa que ela tinha. Ela me pegou pela mão... Alondra: "Pronto, gatinho." "Chega mais, amiga", falei. Comecei a beijar e chupar o pescoço dela enquanto acariciava e apertava as nádegas dela, as pernas, os peitos. Comecei a tocar a buceta dela por cima da roupa, ela tava adorando tudo que eu tava fazendo. Ela começou a pegar na minha pica por cima da calça. "Tá bem dura, papai, que quente e durona que ela tá. Deixa eu ver, quero provar." Ela desabotoou meu cinto e minha calça, ajoelhada, baixou um pouco minha cueca e tirou minha pica. "Uau, olha como ela baba, que durinha que tá." A Alondra cheirava minha pica e dava beijinhos enquanto acariciava e apertava com as mãos. Eu, todo tarado, falei: "Chupa minha pica, mamãe." Ela, bem obediente, começou a lamber e chupar, primeiro a cabeça e depois engolia tudo. Uma verdadeira expert, chupou minhas bolas também. Já tava os dois bem quentes. Comecei a chupar os peitos dela enquanto acariciava e dedilhava a buceta dela. Ela ficou mais excitada e começou a gemer. Peguei ela e encostei na pia, fazendo ela empinar a raba. Levantei o vestido dela, tirei a calcinha fio dental. Com as mãos, agarrei as nádegas dela e comecei a mexer devagar, fazendo círculos de cima pra baixo. Comecei a beijar e lamber a bunda dela. Separei bem as nádegas, deixando o cuzinho à mostra. Ela adorava as putarias que eu tava fazendo. "Papai, que gostoso você come minha bunda. Continua assim, não para. Ninguém nunca me esquentou assim igual você. Que gostoso você chupa meu cu. Sua língua é maravilhosa, papai, como você mexe gostoso, meu amor..." Deixei ela bem quente, e a Alondra tava tão excitada que o cuzinho dela dilatava. Enfiei minha língua inteira, coloquei os dedos na buceta dela, até que ela falou: "Agora enfia a pica em mim, papai, primeiro pelo cuzinho." Ela se abaixou um pouco, pra dar aquele cuzão gostoso. Ela mesma abriu as nádegas com as mãos, deixando o cuzinho gostoso livre. Passei bem a pica e coloquei a cabeça bem na entrada do cu dela. Comecei a enfiar devagar, ela forçava porque o cu dela tava apertadinho. Enfiei tudo, sentia as contrações gostosas dela. Tirava e enfiava tudo na minha putinha, ela tava fascinada com minha pica no cu dela. Depois, coloquei ela de quatro, mas dessa vez na buceta dela. Quando eu Comecei a meter nela, a buceta dela tava fervendo de tão gostosa que eu deixei ela. Fiz ela gozar, e continuei comendo ela duro até as pernas dela começarem a tremer. Ela disse: "Vou gozar de novo". Aí eu falei: "Eu também, mami". Ela respondeu: "Assim, papi, rápido, rápido, não para". Eu comi ela o mais rápido que consegui... até ela gritar: "Tô gozando, papi". Ela começou a gemer e gritar de tanto tesão. Eu gozei gostoso dentro dela, enchi ela de porra. Fiquei um tempo dentro dela, depois tirei da buceta e meti no cu dela. Comi ela de novo até gozar outra vez, enchi o cu dela com meu leite. Ela ficou satisfeita, assim como eu. A gente se lavou, se vestiu, ela me deu outra cerveja e continuamos conversando. Ela abriu a porta do bar e, dez minutos depois, chegaram as minas que trabalhavam lá, junto com vários clientes. "Bem na hora, meu amor", ela me disse. Dei o dinheiro pra ela e continuamos bebendo. Ela me atendeu com estilo.
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