La noche

Bateram na minha porta num sábado à noite, dentro do meu quarteirão uma festa tinha acabado, o barulho da música tinha cessado e todos estavam voltando para casa. Enquanto eu esperava o sono chegar, ouvi a campainha do meu apartamento. Estranhei pela hora e porque não esperava visitas, perguntei quem era e ouvi a voz de duas mulheres me pedindo para abrir. Uma voz me era familiar, então abri. Encontrei uma amiga de anos atrás que me acompanhava na faculdade e sua amiga, que era desconhecida para mim. Elas vinham da festa e, já tarde, não podiam voltar para casa, então me pediram gentilmente se podiam ficar aqui até amanhecer, e pela manhã iriam embora. Aceitei pela amizade que tínhamos e elas entraram.

Minha amiga estava com uma calça de couro justa, contornando suas pernas com detalhes de pincéis, uma bunda empinada que dava crédito ao exercício diário, e uma blusa solta com dois botões abertos no peito por causa do calor das bebidas. Tinha uns peitos pequenos, mas redondos, firmes, que transluziam sob aquela blusa. Sua amiga, por outro lado, vinha com uma saia preta, na metade de suas coxas grandes, de pele branca e excitante, uma blusa que mal conseguia segurar a pressão de seus peitos grandes, aqueles peitos que apareciam entre os pequenos espaços de seus botões, e com um sutiã branco que, mesmo que ela não quisesse, dava para ver através da blusa.

Elas entraram e gentilmente ofereci um café para baixarem o álcool nas veias, mas elas vinham com uma garrafa de uísque quase cheia, então me convidaram para um copo e na sala começamos a conversar. Quanto mais bebíamos, mais ríamos e a inibição começava a aparecer. Nos aproximamos um pouco a cada momento, até que os três estávamos quase colados. Eu com um pouco de excitação e elas coradas, enquanto minha amiga falava dos anos da faculdade e me dizia: "Sempre tivemos curiosidade de saber quanto você media". Eu, com ingenuidade, perguntei sobre o que ela estava falando, como se estivesse tateando a pergunta para me certificar de... que falavam do meu pau sem dizer, ela me disse "pois da sua coisa" enquanto riam eu disse "querem medir?" E tomando um último gole de uísque, minha amiga se aproximou de mim, enquanto eu me encostava no sofá, ela tocou na minha perna enquanto a amiga nos observava, e chegou perto do elástico da minha calça e começou a abaixá-la, via a amiga mordendo os lábios, então com uma mão eu a alcancei e a puxei para perto, ela aceitou e ajoelhando-se no sofá começou a me beijar, metia minha língua na dela e ela também, um pouco desajeitada pelo álcool, enquanto minha amiga que já tinha tirado minha calça, esfregava por cima da cueca meu pau que começava a ficar ereto, e soltou um "como imaginávamos" começou a tirar a blusa e mostrou seus seios pequenos mas firmes, que com minha mão comecei a tocá-los, brincando suavemente com seu mamilo. Sua amiga que me beijava, pegou minha mão e colocou na sua buceta, que já estava molhada e por cima da calcinha comecei a fazer círculos com meus dedos, subia de cima a baixo, e ela mais se abria para sentir minhas esfregadas, começou a me morder enquanto beijava, e aumentava mais os movimentos dos meus dedos que ela aceitava ao molhar mais sua calcinha. Minha amiga tinha tirado minha cueca e com sua língua, percorreu meu pau da base até a cabeça, onde começou a lambê-lo como uma experiente, enquanto sua mão agarrava minhas bolas, sua amiga tirou minha camiseta e começaram a tocar todo meu torso, quando chegou na cabeça do meu pau, suavemente colocou na sua garganta e empurrou até sentir seu esôfago, quente pela saliva e de maneira sádica, começou a chupar meu pau até o fundo, enquanto seus reflexos de vômito vinham, eu sentia a pressão de sua garganta na cabeça do meu pau e a de seus lábios na base. Sua amiga que parou de me beijar, tirou a blusa mostrando seus seios enormes, com mamilos rosados e a pele branca com algumas sardas espalhadas, quis lambê-los, mas ela se levantou, tirou sua saia, a calcinha e colocando-se na minha frente, ela abriu seus lábios vaginais, expondo seu clitóris. comecei a passar minha língua pelas laterais de sua buceta, enquanto ela soltava pequenos gemidos. não aguentei e, me aproximando mais, comecei a lamber seu clitóris, alternando movimentos e velocidade... Pt. 2 no próximo post, sigam-me para ler. Obrigado. *Todas as histórias aqui contadas são fictícias, se coincidirem com a vida real é pura coincidência 👁️*

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