Oi, sou a Erika!

Oi, sou a Erika!Por acaso, fui fuçar o celular do meu marido e acabei encontrando a conta dessa rede social. Já desconfiava que o filho da puta tava usando as fotos que tira de mim pelada ou quando a gente transa, também tirei um tempo pra ler os contos que ele publicou e me surpreende como ele tá tão por dentro da minha vida sexual, agora a surpresa vai ser dele, quando ler o que vou escrever agora. Essa foto foi enviada pelo filho da puta do meu cunhado há um tempo, de quando meu marido dava liberdade pra ele usar meu corpo enquanto eu tava dormindo, o que você não sabe, querido corno, é que as mulheres têm memória fotográfica pras picas que entram no nosso corpo, desde a primeira vez que ele me penetrou, senti algo estranho, talvez mais grosso e com certeza mais comprido, uns três centímetros a mais, na hora achei que era porque eu tinha acabado de acordar, continuei a comédia de estar profundamente dormindo e sim, querido, deixei seu amado irmão continuar metendo a vara dura dele dentro de mim, o desgraçado, além de ser muito sem jeito pra me tocar, também é pra se mexer, falta muita desenvoltura, esse foi outro detalhe importante pra perceber que não era você, sim, também tenho que admitir que meu lado tarado tomou conta do meu corpo e eu tive mais de um orgasmo silencioso enquanto o idiota me comia, de propósito eu apertava a buceta pra dar mais prazer pra gente, naquela primeira vez, por causa do seu nervosismo, você não deixou ele gozar dentro e me deixou com vontade de sentir o esperma dele fervendo, também me deixou com o tesão acumulado, porque quando ele saiu da cama, só me cobriu com o cobertor, esperei você dormir e me masturbei com luxúria reprimida, também admito que esperava que você fizesse de novo, assim, noite após noite, eu me deitava na esperança de que você trouxesse ele e ele me apalpasse, apertasse meus peitos, enfiasse os dedos na minha caverna e sentisse de novo a vara dele, minha boca e minha buceta ficavam molhadas, agora você sabe depois de ler isso, que é um jogo de dois e que aparentemente nós dois somos viciados em sexo, enquanto você deixava seu irmãozinho abusar da sua "pura e casta" mulher, ela continuava dando pra quantos caralhos tivesse vontade. Nesse exato momento, sabemos que somos um para o outro, você gosta de me compartilhar e eu gosto de ser comida. Naqueles dias distantes, eu me sentia meio mal, não achava certo ele usar meu corpo sem consentimento, isso, graças à dupla moral que reina em nossas mentes, porque, por outro lado, achava certo satisfazer minhas vontades com quem eu quisesse. Agora que penso, esse foi o motivo para permitir que você continuasse com essas práticas, somando ao tesão que sentia ao sentir o sabre do José. Por isso me vestia com saias curtas quando ele chegava, por isso me abaixava na frente dele e mostrava os peitos, por isso fingia estar muito bêbada, pra você deixar ele entrar no quarto e me fazer dele. Não consigo descrever a sensação que meu corpo experimentou quando senti o caralho dele pulsar e deixar o esperma dentro de mim. O que posso dizer é que, enquanto você se despedia dele na porta, eu recolhia a porra dele com os dedos e saboreava. Dias depois, preparei um potinho com vaselina e, quando fui me deitar, coloquei uma quantidade discreta no meu cu. Muitas vezes o filho da puta tentava enfiar os dedos lá, mas sem a delicadeza de passar um pouco de saliva, e me deixava irritada. Pois bem, já sabia o ritual de cor: primeiro você, começava a passar a mão em mim, primeiro nos peitos e depois na bunda, enfiava os dedos na minha buceta e depois cedia o lugar pra ele, que passava a mão fria nos dois lugares, depois também enfiava os dedos e tirava o cobertor, deixando meu rosto coberto. Aí ele separava minhas nádegas, passava o pau duro na minha fenda e começava a me comer. Algumas vezes, não muitas, apertava um dos meus peitos enquanto me comia e em poucos minutos me enchia de porra. Dessa vez foi diferente: enquanto me penetrava, ele procurou meu cu, brincou um pouco ali e no Empurrou, enfiou quase metade, se surpreendeu e ficou parado, com o pau bem enterrado na minha buceta, tirou o dedo e apontou de novo, meu cu recebeu ele inteiro, queria gemer e mandar ele continuar bombando, mas tava gostando de seguir com a comédia. Ele começou a se mover de novo com mais energia e sem tirar o dedo do meu intestino, encheu minha buceta de porra quente enquanto bufava. Longe de parar, abriu minhas nádegas de novo e com os dedos levou a porra que saía da minha buceta até meu cu. Três dedos o bastardo meteu em mim e eu adorei pra caralho. Por isso, querido, no dia seguinte mandei uma mensagem pra ele e pedi pra ele me ajudar com umas coisas em casa. Coloquei uma blusa sem sutiã e a saia mais curta que tinha, obviamente sem calcinha. O filho da puta me devorava com os olhos o tempo todo, o volume dele cresceu e ficou assim desde que abri a porta. Provocava ele, esfregava os peitos na cara dele mais de uma vez, me inclinava na frente dele e mostrava meus buracos, até que ele não aguentou. Tava de quatro na frente dele, certa de que minha lubrificação já escorria pelas coxas, senti as mãos dele na minha cintura e o pau dele abrindo caminho na minha buceta. Fiquei parada enquanto ele me "estuprava". Arrancou minha blusa e apertava meus peitos, esticava meus mamilos e me empurrava uma e outra vez, ali no quintal ele encheu minha buceta de porra. Depois, me deitou no chão, levantou minhas pernas nos ombros dele e foi pro meu cu anal. A porra dele já lubrificava a entrada, o desgraçado empurrou o pau e me fez gritar pra ele meter forte. É assim, meu querido, as outras vezes que você trouxe ele em casa foram poucas comparadas com todas as vezes que ele me usou como depósito de esperma. Ele me fez de puta dos amigos vagabundos dele, muito antes de você saber e até hoje, mesmo que eles não se falem, continuo sendo a puta dele. Beijinhos pra todos os leitores.

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