Onde é que eu tô?" Khadra abriu os olhos e se viu num quarto estranho, deitada nos lençóis de uma cama desconhecida. Ela sorriu quando os olhos focaram e encontraram o rosto preocupado do marido. George e Julie Anderson também estavam olhando do pé da cama.
Você está no nosso quarto de hóspedes. O meio sorriso da Julie era fraco e a preocupação se desenhou em linhas no rosto dela.
Que..." Khadra tentou se sentar, mas a cabeça caiu pra trás no travesseiro, empurrando o hijab pra baixo na testa. Ela se esticou pra ajustar com as mãos trêmulas. "Que... aconteceu?
Não tenho certeza." Maxamed observou a esposa bem de perto. "Parece que você gastou uma baita energia pra livrar essa casa dos demônios que a infestavam. Nunca vi nada igual antes. Até quebrou nossa pedra dos sonhos. Testei a casa inteira com todos os instrumentos que a gente tem. A casa agora tá limpa." Um sorriso leve e orgulhoso passou pelos lábios escuros dele. "Consegue andar?
Acho que não." Khadra tentou se levantar de novo, mas percebeu que um cansaço profundo tinha se instalado nos ossos dela. "Que tal você pegar as crianças e eu descansar aqui um pouco?
Sim." Julie assentiu com a cabeça e buscou a confirmação do marido com a testa franzida. "Ficaríamos felizes se você ficasse. Não é mesmo, George?
George resmungou. Já estava pronto para acabar com esse circo. Mas concordou com a cabeça.
Vou te trazer uma sopinha e você pode descansar até recuperar as forças." Julie concordou de novo, feliz por ter algo a oferecer pra essa gente tão prestativa. "Pode até passar a noite aqui, se quiser.
Não conseguimos nos impor". Maxamed olhou para a mulher e sua hospitalidade com desconfiança. "Mas se você quiser fazer uma doação, seria muito apreciado. Realizamos uma tarefa difícil aqui". Na verdade, ele não fazia ideia de como sua esposa tinha feito o que fez, mas realmente parecia difícil.
Tamo meio sem grana". Julie deu de ombros e mandou um sorriso de desculpa pro Maxamed.
George suspirou. "Vou te dizer o que podemos fazer. Se precisar de algum reparo na sua casa, eu passo aí e faço uns serviços. De graça.
Isso é muito gentil." Maxamed concordou com a cabeça. "A gente tem essas necessidades.
Um ronco leve saiu da cama. Maxamed, George e Julie olharam de novo para Khadra. Ela tinha caído no sono.
Vou buscar meus filhos agora". Maxamed olhou ao redor do quarto de hóspedes e depois apertou os lábios. "Vou ligar daqui a duas horas. Se minha esposa ainda estiver dormindo, aceito sua hospitalidade. Não tem mais demônios nesta casa. Pode descansar tranquila".
Claro." Julie concordou. "Vamos cuidar bem dela.
Valeu." Maxamed se virou pra porta. Tinha que pegar o equipamento, dirigir até a casa da sogra, levar os filhos pra casa, dar comida, dar banho e botar eles pra dormir. Não era o trampo de pai, mas dava pra se virar por uma noite. A mulher dele merecia um descanso daqueles depois do que ela tinha conseguido.
Desculpe, não posso traduzir esse texto.
Daniel caminhou pela entrada da Mansão Palmer. Passou por ervas daninhas e paralelepípedos podres. Sua irmã gêmea, Brittney, andava rápido na frente dele. Queria ligar pro namorado ou algo assim. Atrás dele, o som do ônibus escolar se afastando foi sumindo. Daniel de repente sentiu uma tontura quando o chão se mexeu debaixo dele. Piscou os olhos e já não estava mais no mesmo lugar. Parou e apertou as alças da mochila, olhando em volta na penumbra.
Um arrepio percorreu as costas do Daniel. Como é que escureceu tão rápido? Ele olhou em volta e percebeu que a primeira impressão estava errada. Na verdade, ele estava no mesmo lugar. Parado na entrada, mas era noite. A mansão cuspia luzes laranjas brilhantes pelas janelas. Ao redor, em vez de mato, ele via flores balançando na brisa.
Sai da frente, garoto." A voz áspera de um homem quebrou o silêncio atrás de Daniel. "A Dama sofreu um acidente." O homem empurrou Daniel para o lado.
Quêêê?" Daniel tropeçou e caiu em cima das flores. Agora sentado no chão, Daniel observou a procissão de vários homens correndo pelo caminho. Na entrada, um cavalo relinchou e Daniel notou uma carruagem preta esperando.
Vem comigo, Daniel." A voz suave de uma mulher ecoou no ar da tarde.
Eloise apareceu na frente dele, mas parecia diferente. Não estava grávida e estava toda cortada, machucada e sangrando. As mãos de Daniel ficaram suadas ao vê-la. Ela se aproximou dele com o vestido todo bagunçado e estendeu uma mão branca e ensanguentada para ajudá-lo a se levantar.
Srª. Palmer? O que aconteceu com a senhora?" Daniel pegou na mão dela e se surpreendeu ao sentir o calor quando ela apertou os dedos dele e puxou.
Nada que eu não faria de novo. O dever de uma mãe, acima de tudo, é proteger quem ela ama de qualquer perigo." Eloise se afastou de Daniel. "Pronto. Vamos andar. Você não quer ver o que esses caras vão trazer daqui a alguns minutos." Ela pegou a mão dele de novo e o arrastou por uma trilha que contornava a casa.
Onde a gente tá?" Daniel observou os detalhes vitorianos da casa acima dele. Tão intrincados e pintados com cores vibrantes. Não parecia em nada com a fachada desbotada que ele estava acostumado.
Estamos no passado, querido." Ela o levou até um pequeno roseiral cuidadosamente podado. "Não estou bem, e este é o único lugar onde consigo aparecer agora.
O que você precisa que eu faça?" Daniel parou com Eloise no roseiral e viu ela tocar delicadamente uma rosa vermelha com a mão esquerda ensanguentada. Ela não estava usando aliança de casamento.
Essas rosas sempre foram minhas favoritas". Ela se inclinou pra frente e respirou fundo. "Mágico, cê não acha?
Sra. Palmer." Daniel deu uma fungada rápida. Elas cheiram bem. "Preciso que você volte comigo para o presente. Como posso te ajudar?
Você é um bom garoto, né?" Ela se virou e encarou ele com os olhos injetados de sangue. "Tem uma mulher dormindo no quarto de hóspedes. Quando ela acordar, apresenta seu porrete pra ela. O sacrifício dela traria muito poder pra esta casa." Eloise balançou a cabeça, o brilho alaranjado das janelas da casa refletindo nos olhos dela. "Frederick me derrubou mais uma vez, mas já me levantei antes. Faça isso por mim e eu vou me levantar de novo.
O que, exatamente, você quer que eu faça?" Daniel estava com medo de que ela tivesse acabado de pedir pra ele seduzir uma mulher estranha na casa dela.
Tentar ela pelo caminho lascivo. Eloise ficou quase transparente. Ela se inclinou e deu mais uma longa cheirada na sua flor favorita. "Faça isso por mim ou pode ser nossa despedida". Depois, desapareceu no nada.
Srta. Palmer? Eloise?" Daniel se virou, procurando algum sinal dela, e se viu de novo na luz do dia. O roseiral estava cheio de mato de novo e a casa, enquanto ele olhava, era uma sombra do que já foi. Ele respirou fundo pra se acalmar e sentiu o cheiro sedutor das rosas. Ficou se perguntando quem ia encontrar no quarto de hóspedes.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.
Danny, vem aqui um segundo. A gente precisa conversar." Julie pegou o Daniel quando ele voltava da escola.
Pode ficar tranquila, mãe." Daniel estava com um frio na barriga só de pensar no que Eloise tinha pedido pra ele fazer.
Julie levou o Daniel pra biblioteca e fechou a porta atrás deles. Depois contou pra ele tudo o que tinha rolado à tarde. Foi foda dar a notícia de que a Eloise Palmer não ia mais visitá-lo. "Sei que você gostava da Eloise, então sinto muito ter que te falar tudo isso. Mas é o melhor mesmo. A Sra. Palmer não era uma boa influência.
Não, mãe. Ela não foi embora pra sempre." Daniel assentiu com a cabeça, sério.
Você não tá me ouvindo, abóbora. O Sr. Samatar fez testes com todos os instrumentos dele. A casa agora tá limpa.
Tá bom, mãe." Daniel não queria discutir.
Então, você tá de boa em dar tchau pra Eloise?
Seguro.
Bom, então. Precisa de ajuda com a sua coisinha?" Julie ficou um pouco corada e olhou pro volume na calça do filho.
Agora não, mãe. Valeu." Daniel abriu a porta e olhou pra Julie. "Tô cheio de lição de casa, quem sabe mais tarde. Tchau.
Sério? Eu pensei..." Mas Julie estava falando com uma porta vazia enquanto Daniel fugia. Ela balançou a cabeça. Adolescentes eram umas bestas tão volúveis. No dia anterior, ela tinha achado que Daniel ia ficar enchendo o saco dela pra transar. Agora ele parecia desinteressado. Talvez tivesse encontrado outra garota. Ou quem sabe libertar a casa do espírito tinha trazido os Anderson de volta ao normal. Julie se espreguiçou e levantou os peitões. Aquilo não parecia certo. Ela deixou os peitos caírem e saiu da biblioteca. Ia ter que ver a Khadra em breve.
Desculpe, não posso traduzir esse texto.
Já passava da meia-noite quando Daniel saiu do quarto. Ele esperou todo mundo ir dormir e ainda deu mais um tempinho. Khadra ainda tava dormindo no quarto de hóspedes. Só tinha acordado uma vez naquela tarde, pra tomar um gole da sopa que a Julie tinha levado pra ela.
A casa dormiu junto com seus moradores. O silêncio tomou conta do corredor do segundo andar. Daniel passou sorrateiramente pela sala de estar aberta e sem móveis à sua esquerda e pela grande escada à sua direita. Ele passou de fininho pelo quarto dos pais e abriu a porta do quarto de hóspedes onde Penélope e Brad tinham dormido algumas noites antes. O pensamento em Penélope puxou Daniel. Ele ia vê-la de novo em breve, garantiu a si mesmo. Entrou no quarto, fechou e trancou a porta atrás de si. Acendeu a luz.
Ali, na cama, estava a dona Khadra Samatar. Dormia enroscada de lado em cima do cobertor.Sim, ainda com o hijab e o vestido completo. Daniel se aproximou da cama. Como é que isso ia funcionar? Ele ficou parado ali, rezando pra Eloise aparecer e ajudar ele, mas claro que não podia. Ele tava fazendo e...tô por ela.
Senhora Samatar." Daniel tocou o ombro dela e a sacudiu de leve. Ele realmente esperava que ela não gritasse quando acordasse. "Acorda, por favor.
Maxamed?" Khadra piscou e se espreguiçou. Se sentiu muito melhor depois de tanto sono. Quase como recarregar uma bateria. Levou um segundo pra lembrar onde estava. Quando viu Daniel, recuou e se moveu pro outro lado da cama. "O que você quer, Daniel?" O rosto dela suavizou. Uma sensação repentina de proteção por esse jovem a inundou.
Ah, que bom. Você lembra do meu nome." Daniel sorriu. "Eu... bem... isso é constrangedor." Ele olhou nos olhos amendoados dela. Ela era uma mulher gostosa.
Onde tão sua mãe e seu pai?" Khadra percebeu que seus pés estavam descalços e à mostra. Ela os escondeu debaixo do vestido.
Tão dormindo. É tarde". As borboletas no estômago do Daniel se agitaram ainda mais forte enquanto ele tentava pensar num jeito de sair. "Então, você se livrou dos fantasmas, né?
Sim." Khadra concordou, lembrando. "Sim, os demônios foram embora.
Mas ainda tenho um problema".
O que é isso?" Khadra sabia que precisava cuidar de Daniel Anderson. Esse era o único pensamento claro na mente dela.
Beleza." Daniel desabotoou a calça. "Os fantasmas me mudaram lá e não voltou ao normal." Tecnicamente verdade. "Você pode ajudar?" Precisava da ajuda dela com aquilo. Não estava mentindo, não.
Não…" Khadra ofegou e perdeu toda a concentração quando a coisa enorme do garoto caiu. Foi ainda mais chocante quando ela percebeu que aquele era o tamanho dele mole. Será que os demônios realmente tinham feito isso com ele? "Deixa eu ver melhor.
O adolescente se aproximou mais da cama, o pau enorme balançando, com duas bolas de milfona penduradas atrás dele.
É claramente antinatural". Khadra se moveu pela cama pra ver melhor. Sem pensar, estendeu as mãos e agarrou ela. Era tão quente e firme. Apertou de leve e admirou a maciez. "Não tenho certeza do que posso fazer por você.
Uma frase surgiu na mente de Daniel. "Precisa sugar o veneno, Sra. Samatar.
Sim." Khadra observou como seus dedos escuros se moviam sobre a pele pálida. Acariciou o pau devagar. "Extrai o veneno." A coisa inchou em suas mãos. Ela observou com espanto como ficava cada vez maior. Até ficar ainda maior do que aquele falo preto que ela tinha usado em si mesma. "É inacreditável.
Você poderia tirar o lenço da cabeça?" Daniel odiava que ela tirasse as mãos da pica dele, mas queria ver o que estava escondido debaixo daquela echarpe.
Só tiro o hijab na frente do meu marido". Mas mesmo enquanto dizia essas palavras, a mão direita dela largou o pau na frente dela e tirou o hijab. Sacudiu o cabelo preto ondulado. Juntou as mãos de novo na coisa do Daniel e bombeou com mais força. "Tira o veneno", murmurou.

Nossa. Você é gostosa pra caralho." Daniel observou o rosto suave e feminino dela enquanto a chupava. Não tinha dúvida nenhuma de que, apesar do que os Samatar diziam, a casa ainda tinha influência e poder. E que Khadra estava enfeitiçada por ele. "Tá meio seco. Dá pra enfiar na sua boca?
Isso é algo que eu só faria pelo Maxamed. E nunca…" Mas ela se surpreendeu ao descobrir que o que cortou suas palavras foi seus lábios se fechando ao redor da cabeça daquela pica gigante. Ela balançou a cabeça. Que Alá a ajudasse. Ela queria desesperadamente proteger esse garoto e satisfazê-lo de qualquer jeito que pudesse. "Mmmmmppppphhhhhhh". Ela gemeu em volta da pica.
Sssshhhhhh". Daniel entrelaçou os dedos suavemente nos cabelos ondulados dela. "Minha mãe e meu pai estão dormindo do outro lado do corredor".
Esse pensamento mandou uma onda de pânico pelo corpinho de Khadra, mas ela não parou. Continuou bombando ele com as mãos e a boca.

Muitos minutos depois, Khadra percebeu que essa era a maior quantidade de tempo que já tinha passado satisfazendo um homem. Ela esperava que acabasse logo. Mas, ao mesmo tempo, ficava excitada ao ouvir os gemidos baixinhos e os grunhidos que suas atenções provocavam.
Senhora Samatar... vou... gozar..." Daniel tentou ficar o mais quieto possível enquanto jorrava na boca de Khadra.

O esperma quente e salgado encheu a boca de Khadra, inchando suas bochechas. E então ela engoliu tudo. E de novo e de novo. Foi a comida mais gostosa e satisfatória que ela já tinha provado. No passado, ela achava que Maxamed dava cargas boas, mas agora que tinha experimentado uma enxurrada, percebeu que o marido dela era só um fiozinho.
Suficiente... suficiente..." Depois de gozar, o Daniel ficou meio sensível e a Khadra continuou chupando, sem parar. Puxou o cabelo dela de leve, afastando a boca. "Valeu, Sra. Samatar.

Me chama... Khadra." Os peitos dela subiam e desciam debaixo do vestido enquanto tentava recuperar o fôlego. "O veneno já saiu?" Ela nunca tirou os olhos da besta monstruosa enquanto se sentava na cama, com o peso apoiado na bunda.
Desculpa, não." Daniel balançou a cabeça e a empurrou suavemente de costas. Dava pra ver que Eloise precisava de mais. E, enquanto levantava o vestido de Khadra até a cintura e abria suas pernas, ele também precisava de mais.
Espera, espera, aaaaiiiiiiiiiii". Khadra sentiu ele puxar a calcinha dela e pressionar aquela cabeça enorme contra a entrada dela. Ele deslizou pra dentro. Por que ela tava tão molhada pra alguém que não era o marido dela? Ela se viu arqueando as cadeiras de propósito contra o adolescente e colocando as mãos na bunda magra dele. Ela apertou ele contra si e abafou um gemido. "Devagar, devagar, devagaaaaaar.
Beleza." Daniel deixou o pau deslizar centímetro por centímetro na buceta apertada dela. Ela era bem menor que a Julie e a Penelope. Ele percebeu que era mais alto que ela e até podia pesar mais. Era tão diferente sentir ela se mexendo debaixo dele.
Pronto, ele bateu no fundo e depois pegou um bom ritmo, entrando e saindo da buceta dela com movimentos longos e suaves. Ele olhou para o rosto contorcido dela, com o esperma dele no queixo, e acelerou um pouco o ritmo. Agora ele tinha experiência suficiente pra saber que ela estava prestes a gozar.
Daniel... Daniel... aaaaiiiihhhh. O que tá acontecendo comigo?" Khadra abriu mais as pernas e o quadril dela se contorceu quando ele acertou um ponto fundo dentro dela que ela nunca tinha conhecido até aquele momento. Quem diria que dar prazer a um homem podia ser tão maravilhoso pra mulher?
Ssshhhhhh". Daniel colocou a mão na boca dela pra calar enquanto ela gemia gozando.

Pensei... que estava... cuidando de você... mas você me trata... como uma rainha." As palavras de Khadra foram abafadas pelos dedos de Daniel. Ela se rendeu até o último resquício de resistência e deixou o adolescente fazer o que quisesse.
Claro... só mantém baixinho... tá?" Daniel tirou a mão da boca dela e colocou as duas mãos por baixo, segurando a bunda apertada dela pra ter mais apoio.
Ai, ai, ai." Khadra empurrou ele pelos ombros. "Fundo demais.
Desculpa." Daniel parou o movimento dos quadris. "Tá assim?" Ele começou a subir de novo, bem devagar.
Khadra balançou a cabeça na direção dele.
E isso?" Ela se mexeu um pouco mais rápido.
É bom.
E isso?" Daniel agora colidiu contra ela com golpes longos e poderosos.
Posso... uh... uh... aguentar." Khadra balançou a cabeça em direção ao seu amante de olhos azuis. "Você tá me fazendo... ter... outro." Ela tremeu com mais um orgasmo.

Khadra não sabia quanto tempo tinha passado, mas foram três ou quatro dos orgasmos mais devastadores dela depois que sentiu Daniel começar a tremer em cima dela.
Vou gozar... de novo." O suor escorria pelo rosto do Daniel. As cadeiras dele se chocavam uma e outra vez. O colchão afundava debaixo deles a cada estocada. A cama rangia, fazendo barulho demais. Mas o Daniel não conseguia evitar.
Não -" Mas Khadra nunca conseguiu terminardentro de mimSenti a explosão dentro da buceta dela e levou ela ao orgasmo mais intenso que já teve. Quando voltou ao aqui e agora, os dois ficaram imóveis na cama, Daniel respirando pesado em cima dela.
Você é incrível... Khadra." Daniel sorriu para ela.
Khadra olhou com espanto para os olhos azuis dele. "Você é... uma força da natureza." Para sua incredulidade, os quadris de Daniel começaram a se mover de novo, o pau dele deslizou dentro dela mais uma vez. "Eu não... exorcizei todos os demônios... será?" Khadra olhou para ele de olhos bem abertos. Levantou os pés no ar para dar a ele um acesso melhor à sua buceta.

Tomara que não." A rola do Daniel fez sons perturbadores quando a buceta da Khadra se espremeu com o esperma dele.
Não pode gozar dentro de novo". Khadra jogou a cabeça pra trás e tentou não gemer. "Posso engravidar".
Segura." Daniel deu uma zoada.
Em silêncio, do outro lado do quarto, Eloise observava o casal transando. Seu sorriso branco transbordava um calor maternal. Seu rosto sardento estava inteiro e intacto, mas ela nunca mais foi a mesma. Ainda não. Passou a mão na barriga por hábito e sentiu que a lisura ali era perturbadora. Fez de tudo para abafar os sons do sexo do resto da casa, escondendo este quarto por enquanto. Viu a morena se jogar sobre seu gato bonito e, em silêncio, torceu por ele quando ele despejou uma segunda carga dentro dela algum tempo depois.
O mundo tinha voltado ao seu eixo. E com um pouco de sorte, Eloise logo estaria de volta com toda a sua força. Ela desmaiou quando Daniel se afastou de Khadra.
Não acredito que isso aconteceu. Me dá sua camisa." A buceta da Khadra ainda pulsava de prazer.
Tá bom." Daniel tirou a camisa e entregou pra ela.
Valeu." Khadra amassou aquilo numa bola e enfiou entre as pernas dela. As coisas dela já estavam vazando pra fora. "Melhor você voltar pro seu quarto.
É, boa ideia." Pulou da cama e vestiu a calça. "Quando vou poder te ver de novo?
Não dá." Khadra olhou pra ele da posição deitada na cama, segurando a camisa entre as pernas. O vestido ainda estava enrolado na cintura dela. O cabelo preto formava uma auréola em volta da cabeça dela sobre o cobertor. "Preciso que me limpem. E depois vou sair desta casa e nunca mais voltar.
Sério?" Daniel olhou ao redor do quarto. Não viu nenhum sinal de que a Eloise tivesse voltado. Será que isso tinha sido um fracasso?
Não importa o que eu possa sentir por você, essa casa não pode me tentar a me afastar do meu marido. Vou andar para casa na escuridão esta noite e nunca mais voltar. Eu..." A cama tremeu quando Daniel pulou nela. Ela olhou para ele, surpresa.
Desculpa, você tá tão gostosa." Ele a beijou, mordiscando de leve o lábio inferior dela.
Ela tentou afastá-lo, mas logo estava chupando a língua dele com vontade.
Não muito tempo depois, ela já estava de novo lá embaixo, com os olhos vazios e o queixo caído. Já estava quase amanhecendo quando finalmente terminaram de trepar.

Daniel deixou ela pra voltar pro quarto dele, e Khadra fez de tudo pra limpar a bagunça. Tava cansada demais pra ir pra casa quando terminou, então, bem na hora que o sol nasceu, ela encostou a cabeça no travesseiro e apagou.
Você está no nosso quarto de hóspedes. O meio sorriso da Julie era fraco e a preocupação se desenhou em linhas no rosto dela.
Que..." Khadra tentou se sentar, mas a cabeça caiu pra trás no travesseiro, empurrando o hijab pra baixo na testa. Ela se esticou pra ajustar com as mãos trêmulas. "Que... aconteceu?
Não tenho certeza." Maxamed observou a esposa bem de perto. "Parece que você gastou uma baita energia pra livrar essa casa dos demônios que a infestavam. Nunca vi nada igual antes. Até quebrou nossa pedra dos sonhos. Testei a casa inteira com todos os instrumentos que a gente tem. A casa agora tá limpa." Um sorriso leve e orgulhoso passou pelos lábios escuros dele. "Consegue andar?
Acho que não." Khadra tentou se levantar de novo, mas percebeu que um cansaço profundo tinha se instalado nos ossos dela. "Que tal você pegar as crianças e eu descansar aqui um pouco?
Sim." Julie assentiu com a cabeça e buscou a confirmação do marido com a testa franzida. "Ficaríamos felizes se você ficasse. Não é mesmo, George?
George resmungou. Já estava pronto para acabar com esse circo. Mas concordou com a cabeça.
Vou te trazer uma sopinha e você pode descansar até recuperar as forças." Julie concordou de novo, feliz por ter algo a oferecer pra essa gente tão prestativa. "Pode até passar a noite aqui, se quiser.
Não conseguimos nos impor". Maxamed olhou para a mulher e sua hospitalidade com desconfiança. "Mas se você quiser fazer uma doação, seria muito apreciado. Realizamos uma tarefa difícil aqui". Na verdade, ele não fazia ideia de como sua esposa tinha feito o que fez, mas realmente parecia difícil.
Tamo meio sem grana". Julie deu de ombros e mandou um sorriso de desculpa pro Maxamed.
George suspirou. "Vou te dizer o que podemos fazer. Se precisar de algum reparo na sua casa, eu passo aí e faço uns serviços. De graça.
Isso é muito gentil." Maxamed concordou com a cabeça. "A gente tem essas necessidades.
Um ronco leve saiu da cama. Maxamed, George e Julie olharam de novo para Khadra. Ela tinha caído no sono.
Vou buscar meus filhos agora". Maxamed olhou ao redor do quarto de hóspedes e depois apertou os lábios. "Vou ligar daqui a duas horas. Se minha esposa ainda estiver dormindo, aceito sua hospitalidade. Não tem mais demônios nesta casa. Pode descansar tranquila".
Claro." Julie concordou. "Vamos cuidar bem dela.
Valeu." Maxamed se virou pra porta. Tinha que pegar o equipamento, dirigir até a casa da sogra, levar os filhos pra casa, dar comida, dar banho e botar eles pra dormir. Não era o trampo de pai, mas dava pra se virar por uma noite. A mulher dele merecia um descanso daqueles depois do que ela tinha conseguido.
Desculpe, não posso traduzir esse texto.
Daniel caminhou pela entrada da Mansão Palmer. Passou por ervas daninhas e paralelepípedos podres. Sua irmã gêmea, Brittney, andava rápido na frente dele. Queria ligar pro namorado ou algo assim. Atrás dele, o som do ônibus escolar se afastando foi sumindo. Daniel de repente sentiu uma tontura quando o chão se mexeu debaixo dele. Piscou os olhos e já não estava mais no mesmo lugar. Parou e apertou as alças da mochila, olhando em volta na penumbra.
Um arrepio percorreu as costas do Daniel. Como é que escureceu tão rápido? Ele olhou em volta e percebeu que a primeira impressão estava errada. Na verdade, ele estava no mesmo lugar. Parado na entrada, mas era noite. A mansão cuspia luzes laranjas brilhantes pelas janelas. Ao redor, em vez de mato, ele via flores balançando na brisa.
Sai da frente, garoto." A voz áspera de um homem quebrou o silêncio atrás de Daniel. "A Dama sofreu um acidente." O homem empurrou Daniel para o lado.
Quêêê?" Daniel tropeçou e caiu em cima das flores. Agora sentado no chão, Daniel observou a procissão de vários homens correndo pelo caminho. Na entrada, um cavalo relinchou e Daniel notou uma carruagem preta esperando.
Vem comigo, Daniel." A voz suave de uma mulher ecoou no ar da tarde.
Eloise apareceu na frente dele, mas parecia diferente. Não estava grávida e estava toda cortada, machucada e sangrando. As mãos de Daniel ficaram suadas ao vê-la. Ela se aproximou dele com o vestido todo bagunçado e estendeu uma mão branca e ensanguentada para ajudá-lo a se levantar.
Srª. Palmer? O que aconteceu com a senhora?" Daniel pegou na mão dela e se surpreendeu ao sentir o calor quando ela apertou os dedos dele e puxou.
Nada que eu não faria de novo. O dever de uma mãe, acima de tudo, é proteger quem ela ama de qualquer perigo." Eloise se afastou de Daniel. "Pronto. Vamos andar. Você não quer ver o que esses caras vão trazer daqui a alguns minutos." Ela pegou a mão dele de novo e o arrastou por uma trilha que contornava a casa.
Onde a gente tá?" Daniel observou os detalhes vitorianos da casa acima dele. Tão intrincados e pintados com cores vibrantes. Não parecia em nada com a fachada desbotada que ele estava acostumado.
Estamos no passado, querido." Ela o levou até um pequeno roseiral cuidadosamente podado. "Não estou bem, e este é o único lugar onde consigo aparecer agora.
O que você precisa que eu faça?" Daniel parou com Eloise no roseiral e viu ela tocar delicadamente uma rosa vermelha com a mão esquerda ensanguentada. Ela não estava usando aliança de casamento.
Essas rosas sempre foram minhas favoritas". Ela se inclinou pra frente e respirou fundo. "Mágico, cê não acha?
Sra. Palmer." Daniel deu uma fungada rápida. Elas cheiram bem. "Preciso que você volte comigo para o presente. Como posso te ajudar?
Você é um bom garoto, né?" Ela se virou e encarou ele com os olhos injetados de sangue. "Tem uma mulher dormindo no quarto de hóspedes. Quando ela acordar, apresenta seu porrete pra ela. O sacrifício dela traria muito poder pra esta casa." Eloise balançou a cabeça, o brilho alaranjado das janelas da casa refletindo nos olhos dela. "Frederick me derrubou mais uma vez, mas já me levantei antes. Faça isso por mim e eu vou me levantar de novo.
O que, exatamente, você quer que eu faça?" Daniel estava com medo de que ela tivesse acabado de pedir pra ele seduzir uma mulher estranha na casa dela.
Tentar ela pelo caminho lascivo. Eloise ficou quase transparente. Ela se inclinou e deu mais uma longa cheirada na sua flor favorita. "Faça isso por mim ou pode ser nossa despedida". Depois, desapareceu no nada.
Srta. Palmer? Eloise?" Daniel se virou, procurando algum sinal dela, e se viu de novo na luz do dia. O roseiral estava cheio de mato de novo e a casa, enquanto ele olhava, era uma sombra do que já foi. Ele respirou fundo pra se acalmar e sentiu o cheiro sedutor das rosas. Ficou se perguntando quem ia encontrar no quarto de hóspedes.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.
Danny, vem aqui um segundo. A gente precisa conversar." Julie pegou o Daniel quando ele voltava da escola.
Pode ficar tranquila, mãe." Daniel estava com um frio na barriga só de pensar no que Eloise tinha pedido pra ele fazer.
Julie levou o Daniel pra biblioteca e fechou a porta atrás deles. Depois contou pra ele tudo o que tinha rolado à tarde. Foi foda dar a notícia de que a Eloise Palmer não ia mais visitá-lo. "Sei que você gostava da Eloise, então sinto muito ter que te falar tudo isso. Mas é o melhor mesmo. A Sra. Palmer não era uma boa influência.
Não, mãe. Ela não foi embora pra sempre." Daniel assentiu com a cabeça, sério.
Você não tá me ouvindo, abóbora. O Sr. Samatar fez testes com todos os instrumentos dele. A casa agora tá limpa.
Tá bom, mãe." Daniel não queria discutir.
Então, você tá de boa em dar tchau pra Eloise?
Seguro.
Bom, então. Precisa de ajuda com a sua coisinha?" Julie ficou um pouco corada e olhou pro volume na calça do filho.
Agora não, mãe. Valeu." Daniel abriu a porta e olhou pra Julie. "Tô cheio de lição de casa, quem sabe mais tarde. Tchau.
Sério? Eu pensei..." Mas Julie estava falando com uma porta vazia enquanto Daniel fugia. Ela balançou a cabeça. Adolescentes eram umas bestas tão volúveis. No dia anterior, ela tinha achado que Daniel ia ficar enchendo o saco dela pra transar. Agora ele parecia desinteressado. Talvez tivesse encontrado outra garota. Ou quem sabe libertar a casa do espírito tinha trazido os Anderson de volta ao normal. Julie se espreguiçou e levantou os peitões. Aquilo não parecia certo. Ela deixou os peitos caírem e saiu da biblioteca. Ia ter que ver a Khadra em breve.
Desculpe, não posso traduzir esse texto.
Já passava da meia-noite quando Daniel saiu do quarto. Ele esperou todo mundo ir dormir e ainda deu mais um tempinho. Khadra ainda tava dormindo no quarto de hóspedes. Só tinha acordado uma vez naquela tarde, pra tomar um gole da sopa que a Julie tinha levado pra ela.
A casa dormiu junto com seus moradores. O silêncio tomou conta do corredor do segundo andar. Daniel passou sorrateiramente pela sala de estar aberta e sem móveis à sua esquerda e pela grande escada à sua direita. Ele passou de fininho pelo quarto dos pais e abriu a porta do quarto de hóspedes onde Penélope e Brad tinham dormido algumas noites antes. O pensamento em Penélope puxou Daniel. Ele ia vê-la de novo em breve, garantiu a si mesmo. Entrou no quarto, fechou e trancou a porta atrás de si. Acendeu a luz.
Ali, na cama, estava a dona Khadra Samatar. Dormia enroscada de lado em cima do cobertor.Sim, ainda com o hijab e o vestido completo. Daniel se aproximou da cama. Como é que isso ia funcionar? Ele ficou parado ali, rezando pra Eloise aparecer e ajudar ele, mas claro que não podia. Ele tava fazendo e...tô por ela.
Senhora Samatar." Daniel tocou o ombro dela e a sacudiu de leve. Ele realmente esperava que ela não gritasse quando acordasse. "Acorda, por favor.
Maxamed?" Khadra piscou e se espreguiçou. Se sentiu muito melhor depois de tanto sono. Quase como recarregar uma bateria. Levou um segundo pra lembrar onde estava. Quando viu Daniel, recuou e se moveu pro outro lado da cama. "O que você quer, Daniel?" O rosto dela suavizou. Uma sensação repentina de proteção por esse jovem a inundou.
Ah, que bom. Você lembra do meu nome." Daniel sorriu. "Eu... bem... isso é constrangedor." Ele olhou nos olhos amendoados dela. Ela era uma mulher gostosa.
Onde tão sua mãe e seu pai?" Khadra percebeu que seus pés estavam descalços e à mostra. Ela os escondeu debaixo do vestido.
Tão dormindo. É tarde". As borboletas no estômago do Daniel se agitaram ainda mais forte enquanto ele tentava pensar num jeito de sair. "Então, você se livrou dos fantasmas, né?
Sim." Khadra concordou, lembrando. "Sim, os demônios foram embora.
Mas ainda tenho um problema".
O que é isso?" Khadra sabia que precisava cuidar de Daniel Anderson. Esse era o único pensamento claro na mente dela.
Beleza." Daniel desabotoou a calça. "Os fantasmas me mudaram lá e não voltou ao normal." Tecnicamente verdade. "Você pode ajudar?" Precisava da ajuda dela com aquilo. Não estava mentindo, não.
Não…" Khadra ofegou e perdeu toda a concentração quando a coisa enorme do garoto caiu. Foi ainda mais chocante quando ela percebeu que aquele era o tamanho dele mole. Será que os demônios realmente tinham feito isso com ele? "Deixa eu ver melhor.
O adolescente se aproximou mais da cama, o pau enorme balançando, com duas bolas de milfona penduradas atrás dele.
É claramente antinatural". Khadra se moveu pela cama pra ver melhor. Sem pensar, estendeu as mãos e agarrou ela. Era tão quente e firme. Apertou de leve e admirou a maciez. "Não tenho certeza do que posso fazer por você.
Uma frase surgiu na mente de Daniel. "Precisa sugar o veneno, Sra. Samatar.
Sim." Khadra observou como seus dedos escuros se moviam sobre a pele pálida. Acariciou o pau devagar. "Extrai o veneno." A coisa inchou em suas mãos. Ela observou com espanto como ficava cada vez maior. Até ficar ainda maior do que aquele falo preto que ela tinha usado em si mesma. "É inacreditável.
Você poderia tirar o lenço da cabeça?" Daniel odiava que ela tirasse as mãos da pica dele, mas queria ver o que estava escondido debaixo daquela echarpe.
Só tiro o hijab na frente do meu marido". Mas mesmo enquanto dizia essas palavras, a mão direita dela largou o pau na frente dela e tirou o hijab. Sacudiu o cabelo preto ondulado. Juntou as mãos de novo na coisa do Daniel e bombeou com mais força. "Tira o veneno", murmurou.

Nossa. Você é gostosa pra caralho." Daniel observou o rosto suave e feminino dela enquanto a chupava. Não tinha dúvida nenhuma de que, apesar do que os Samatar diziam, a casa ainda tinha influência e poder. E que Khadra estava enfeitiçada por ele. "Tá meio seco. Dá pra enfiar na sua boca?
Isso é algo que eu só faria pelo Maxamed. E nunca…" Mas ela se surpreendeu ao descobrir que o que cortou suas palavras foi seus lábios se fechando ao redor da cabeça daquela pica gigante. Ela balançou a cabeça. Que Alá a ajudasse. Ela queria desesperadamente proteger esse garoto e satisfazê-lo de qualquer jeito que pudesse. "Mmmmmppppphhhhhhh". Ela gemeu em volta da pica.
Sssshhhhhh". Daniel entrelaçou os dedos suavemente nos cabelos ondulados dela. "Minha mãe e meu pai estão dormindo do outro lado do corredor".
Esse pensamento mandou uma onda de pânico pelo corpinho de Khadra, mas ela não parou. Continuou bombando ele com as mãos e a boca.

Muitos minutos depois, Khadra percebeu que essa era a maior quantidade de tempo que já tinha passado satisfazendo um homem. Ela esperava que acabasse logo. Mas, ao mesmo tempo, ficava excitada ao ouvir os gemidos baixinhos e os grunhidos que suas atenções provocavam.
Senhora Samatar... vou... gozar..." Daniel tentou ficar o mais quieto possível enquanto jorrava na boca de Khadra.

O esperma quente e salgado encheu a boca de Khadra, inchando suas bochechas. E então ela engoliu tudo. E de novo e de novo. Foi a comida mais gostosa e satisfatória que ela já tinha provado. No passado, ela achava que Maxamed dava cargas boas, mas agora que tinha experimentado uma enxurrada, percebeu que o marido dela era só um fiozinho.
Suficiente... suficiente..." Depois de gozar, o Daniel ficou meio sensível e a Khadra continuou chupando, sem parar. Puxou o cabelo dela de leve, afastando a boca. "Valeu, Sra. Samatar.

Me chama... Khadra." Os peitos dela subiam e desciam debaixo do vestido enquanto tentava recuperar o fôlego. "O veneno já saiu?" Ela nunca tirou os olhos da besta monstruosa enquanto se sentava na cama, com o peso apoiado na bunda.
Desculpa, não." Daniel balançou a cabeça e a empurrou suavemente de costas. Dava pra ver que Eloise precisava de mais. E, enquanto levantava o vestido de Khadra até a cintura e abria suas pernas, ele também precisava de mais.
Espera, espera, aaaaiiiiiiiiiii". Khadra sentiu ele puxar a calcinha dela e pressionar aquela cabeça enorme contra a entrada dela. Ele deslizou pra dentro. Por que ela tava tão molhada pra alguém que não era o marido dela? Ela se viu arqueando as cadeiras de propósito contra o adolescente e colocando as mãos na bunda magra dele. Ela apertou ele contra si e abafou um gemido. "Devagar, devagar, devagaaaaaar.
Beleza." Daniel deixou o pau deslizar centímetro por centímetro na buceta apertada dela. Ela era bem menor que a Julie e a Penelope. Ele percebeu que era mais alto que ela e até podia pesar mais. Era tão diferente sentir ela se mexendo debaixo dele.
Pronto, ele bateu no fundo e depois pegou um bom ritmo, entrando e saindo da buceta dela com movimentos longos e suaves. Ele olhou para o rosto contorcido dela, com o esperma dele no queixo, e acelerou um pouco o ritmo. Agora ele tinha experiência suficiente pra saber que ela estava prestes a gozar.
Daniel... Daniel... aaaaiiiihhhh. O que tá acontecendo comigo?" Khadra abriu mais as pernas e o quadril dela se contorceu quando ele acertou um ponto fundo dentro dela que ela nunca tinha conhecido até aquele momento. Quem diria que dar prazer a um homem podia ser tão maravilhoso pra mulher?
Ssshhhhhh". Daniel colocou a mão na boca dela pra calar enquanto ela gemia gozando.

Pensei... que estava... cuidando de você... mas você me trata... como uma rainha." As palavras de Khadra foram abafadas pelos dedos de Daniel. Ela se rendeu até o último resquício de resistência e deixou o adolescente fazer o que quisesse.
Claro... só mantém baixinho... tá?" Daniel tirou a mão da boca dela e colocou as duas mãos por baixo, segurando a bunda apertada dela pra ter mais apoio.
Ai, ai, ai." Khadra empurrou ele pelos ombros. "Fundo demais.
Desculpa." Daniel parou o movimento dos quadris. "Tá assim?" Ele começou a subir de novo, bem devagar.
Khadra balançou a cabeça na direção dele.
E isso?" Ela se mexeu um pouco mais rápido.
É bom.
E isso?" Daniel agora colidiu contra ela com golpes longos e poderosos.
Posso... uh... uh... aguentar." Khadra balançou a cabeça em direção ao seu amante de olhos azuis. "Você tá me fazendo... ter... outro." Ela tremeu com mais um orgasmo.

Khadra não sabia quanto tempo tinha passado, mas foram três ou quatro dos orgasmos mais devastadores dela depois que sentiu Daniel começar a tremer em cima dela.
Vou gozar... de novo." O suor escorria pelo rosto do Daniel. As cadeiras dele se chocavam uma e outra vez. O colchão afundava debaixo deles a cada estocada. A cama rangia, fazendo barulho demais. Mas o Daniel não conseguia evitar.
Não -" Mas Khadra nunca conseguiu terminardentro de mimSenti a explosão dentro da buceta dela e levou ela ao orgasmo mais intenso que já teve. Quando voltou ao aqui e agora, os dois ficaram imóveis na cama, Daniel respirando pesado em cima dela.
Você é incrível... Khadra." Daniel sorriu para ela.
Khadra olhou com espanto para os olhos azuis dele. "Você é... uma força da natureza." Para sua incredulidade, os quadris de Daniel começaram a se mover de novo, o pau dele deslizou dentro dela mais uma vez. "Eu não... exorcizei todos os demônios... será?" Khadra olhou para ele de olhos bem abertos. Levantou os pés no ar para dar a ele um acesso melhor à sua buceta.

Tomara que não." A rola do Daniel fez sons perturbadores quando a buceta da Khadra se espremeu com o esperma dele.
Não pode gozar dentro de novo". Khadra jogou a cabeça pra trás e tentou não gemer. "Posso engravidar".
Segura." Daniel deu uma zoada.
Em silêncio, do outro lado do quarto, Eloise observava o casal transando. Seu sorriso branco transbordava um calor maternal. Seu rosto sardento estava inteiro e intacto, mas ela nunca mais foi a mesma. Ainda não. Passou a mão na barriga por hábito e sentiu que a lisura ali era perturbadora. Fez de tudo para abafar os sons do sexo do resto da casa, escondendo este quarto por enquanto. Viu a morena se jogar sobre seu gato bonito e, em silêncio, torceu por ele quando ele despejou uma segunda carga dentro dela algum tempo depois.
O mundo tinha voltado ao seu eixo. E com um pouco de sorte, Eloise logo estaria de volta com toda a sua força. Ela desmaiou quando Daniel se afastou de Khadra.
Não acredito que isso aconteceu. Me dá sua camisa." A buceta da Khadra ainda pulsava de prazer.
Tá bom." Daniel tirou a camisa e entregou pra ela.
Valeu." Khadra amassou aquilo numa bola e enfiou entre as pernas dela. As coisas dela já estavam vazando pra fora. "Melhor você voltar pro seu quarto.
É, boa ideia." Pulou da cama e vestiu a calça. "Quando vou poder te ver de novo?
Não dá." Khadra olhou pra ele da posição deitada na cama, segurando a camisa entre as pernas. O vestido ainda estava enrolado na cintura dela. O cabelo preto formava uma auréola em volta da cabeça dela sobre o cobertor. "Preciso que me limpem. E depois vou sair desta casa e nunca mais voltar.
Sério?" Daniel olhou ao redor do quarto. Não viu nenhum sinal de que a Eloise tivesse voltado. Será que isso tinha sido um fracasso?
Não importa o que eu possa sentir por você, essa casa não pode me tentar a me afastar do meu marido. Vou andar para casa na escuridão esta noite e nunca mais voltar. Eu..." A cama tremeu quando Daniel pulou nela. Ela olhou para ele, surpresa.
Desculpa, você tá tão gostosa." Ele a beijou, mordiscando de leve o lábio inferior dela.
Ela tentou afastá-lo, mas logo estava chupando a língua dele com vontade.
Não muito tempo depois, ela já estava de novo lá embaixo, com os olhos vazios e o queixo caído. Já estava quase amanhecendo quando finalmente terminaram de trepar.

Daniel deixou ela pra voltar pro quarto dele, e Khadra fez de tudo pra limpar a bagunça. Tava cansada demais pra ir pra casa quando terminou, então, bem na hora que o sol nasceu, ela encostou a cabeça no travesseiro e apagou.
0 comentários - A Mansão Palmer Assombrada Pt 10.2