Olá, todos os leitores de contos desta página. Pra quem não me conhece, sou a Sandra, meu tio estuprador me chamava de vagabunda. Sou casada, tenho 35 anos, não tenho filhos, sou magra, 1,60m de altura, 57kg, cabelo preto e liso. Tenho uns peitos médios e uma bunda redondinha e empinada que não passa despercebida quando ando na rua.
Alguns vão lembrar do José, um taxista de uns 28 anos, que pegou uma corrida de uma residência onde eu estava me encontrando com um ex-colega e amigo de escola. Ele tirou umas fotos e um vídeo com uma câmera GoPro que tinha instalada no carro e, com isso, me pressionou pra "abusar" de mim à vontade dele, sob pena de entregar essas imagens pro meu marido.
Estando nessa relação forçada com esse cara, por quem, aliás, eu estava me apaixonando, por causa da força, domínio e poder que ele exercia o tempo todo, sabia o que dizer e como agir, era um bom amante, uma boa ferramenta de trabalho. Não era tão carinhoso, na verdade, era meio grosseiro nas carícias.
Esse amante secreto me disse que, se eu quisesse, poderia atender um dos tios dele, que queria fazer um ménage com outro parceiro e uma garota. Fiquei surpresa quando ele falou que o tio tinha 68 anos e o compadre, parceiro e amigo dele, tinha mais ou menos a mesma idade. Eles pagariam bem, mas eu deveria ser complacente, cuidadosa e condescendente, porque já não eram tão hábeis pra fazer piruetas na cama. Combinamos a data, o lugar e o dinheiro.
O encontro seria num quarto com entrada independente que o José alugava pros próprios encontros com garotas, assim ele economizava grana em hotéis e motéis.
O taxista José cuidou de levar os velhotes e de me buscar. Nos reunimos os quatro no quarto e o José desejou sorte pra gente, depois de nos apresentar, de fazer recomendações de cuidado com o tio dele, de chamar quando a reunião terminasse e de tudo que passou pela cabeça dele na hora. Ao ficarmos sozinhos, me preparei pra examinar meus dois oponentes, eles já não tinham habilidade suficiente pra mexer os corpos, eram frágeis, lentos e meio trêmulos, embora a taradice e a vontade de viver estivessem intactas. "Beleza, rapazes", falei, "vocês pagaram pela atenção, então vamos ao que interessa", disse com firmeza. Eles sorriram um pro outro e pareciam bem animados.
Me aproximei do mais alto e, com minhas mãos, acariciei o rosto dele, puxei ele pra perto da minha boca e a gente se beijou. Dava pra sentir ele tenso, meio envergonhado pela situação. "Fica tranquilo, papai, que isso vai ficar bom, relaxa." Abaixei minhas mãos e, com a direita, apertei o volume dele por cima da calça. A fera ainda tava dormindo. Enfiei minha mão pela cintura e pude sentir ele, começando a ganhar força. Apertei e soltei várias vezes, desabotoei os botões da camisa dele e joguei por cima dos ombros, revelando um corpo esquelético, ossudo e com a pele meio enrugada. Ele tirou a camisa de vez.
Fui até o mais baixinho e repeti a mesma coisa, só que esse tava mais duro e pronto do que o outro véio. A estrutura dele era mais grossa e encorpada, o pau dele parecia mais gordo e comprido que o do outro. Também beijava com mais paixão, dava pra ver que era mais experiente nessas artes do amor.
Chegou minha vez de ser despida. Eu tava vestida igual uma puta profissional: uma minissaia xadrez, umas sapatilhas de salto e uma blusa transparente, com roupa íntima preta. Os velhinhos se derretiam em elogios pra mim. "Mamacita", diziam, "como você é linda, que gostosa, que corpo tão bonito, pequenininha mas resolve, olha que peitos lindos, essa bunda tão provocante que você tem, sortudo seu marido que tem isso na mão todo dia". Resumindo, todas aquelas coisas que um homem fala pra conquistar.
Desabotoei minha blusa e tirei, junto com a mini que eu tava usando. Fiquei só de roupa íntima e descalça. Ajudei eles a tirarem o que restava das roupas e deixei os dois completamente pelados. nus, os dois já estavam com uma meia-brocha formada, os pauzinhos deles eram na média uns 14 centímetros, meio fininhos comparados com outros que já curti, me abaixei, peguei um pau em cada mão e comecei a levar pra minha boca, alternando um pouco entre os dois, eles se contorciam de prazer, riam entre si, comentavam ainda: isso sim vale a pena, isso sim é vida, devíamos ter animado bem antes, do que estávamos perdendo, e um monte de outras falas, incluindo zoar as esposas deles.
Quando já tava com eles bem duros nas minhas mãos, me levantei, abracei os dois velhotes e dei um beijão em cada um, eles retribuíram, desabotoaram meu sutiã e começaram a acariciar meus peitos, beijavam, chupavam, lambiam, feito bebês no colo da mãe, eu passava a mão na cabeça deles e incentivava a continuar naquela vibe, me joguei na cama, um deles se ajoelhou entre minhas pernas e começou a lamber minha bucetinha, que curtia a delicadeza do vovô, de vez em quando enfiava um ou dois dedos meio tímidos lá dentro e seguia a rotina de língua nos meus lábios vaginais, pernas e pélvis, eu só conseguia apertar a cabeça e o rosto dele com minhas pernas, apertando de leve.
O outro tava se esbaldando nos meus dois peitinhos, massageava do jeito que queria, apertava, chupava, lambia e voltava a chupar como quem quer espremer ou achar o leite que sai das lactantes, eu acariciava a cabeça dele com as mãos e apertava ele contra meu peito.
Na mesma posição, ele se ajoelhou debaixo das minhas axilas, começou a esfregar o pau contra meus peitos, mas como não são tão grandes, não dava pra ele se masturbar com eles, me ofereceu na boca o membro dele, que tinha murchado de novo, comecei a engolir aquele pedacinho de carne, cabia inteiro na minha boca, se quisesse com certeza as bolas dele entrariam na minha boca sem problema, com meus dentes mordia de leve quando enfiava e tirava, só conseguia dizer, siii, isso sim, que gostoso se sente, nunca tinham me feito sentir assim, minhas mãos apertavam suas bolinhas suavemente, o membro dele foi recuperando a ereção total, o prazer naquele momento foi superior pro meu cliente naquela hora.
O outro vovô me ajustou com as mãos na minha cintura pra me colocar na altura dele, pra minha bucetinha, recém-lambida e lubrificada com os dedos dele, ficar no mesmo nível da pélvis e do pau dele, que entrou sem dificuldade, até o fundo, de uma só vez, as bolinhas dele batiam na minha bunda, numa tentativa desesperada de entrar, mmmm, eu gemia de prazer, não tanto pela grossura dos paus deles, mas pelo prazer que o tesão de ter duas pessoas adultas trabalhando no meu corpo me dava, metendo e tirando pelos meus dois buracos, aqueles pedaços de carne que naquele momento me pareciam a coisa mais deliciosa do mundo.
Resolveram trocar, fiquei na mesma posição, o que tava na minha boca passou pra minha buceta, cheia de sucos, enfiou de uma vez só, começou o vai e vem no ritmo dele, me levantei apoiando os cotovelos na cama e fiquei assim, observando aquele cenário, o vovô tremia de emoção, o rosto dele refletia uma espécie de desespero, que pau gostoso você tem, papai, falei, e como você sabe usar ele bem, com a voz entrecortada ele conseguiu dizer, obrigado, e continuou no exercício dele, enquanto o outro vovô se masturbava pra manter a ereção.
Vem, vou chupar um pouquinho, falei, ele se aproximou e colocou na minha boca, aproveitei do melhor jeito, mordia a glande dele, a cabecinha, enquanto aguentava os movimentos dos ataques que recebia da minha buceta, você é uma deusa, meu vovô dizia, sabe usar essa boca de um jeito sem igual, fantástico, os vovôs suavam pra caramba naquele momento, querem descansar um pouco ou querem continuar, ou trocamos de posição.
Os dois se deitaram, um do lado do outro, eu me posicionei no meio deles, minha boca e minhas mãos foram as encarregadas de fazer esses dois gozarem. Infieis sem-vergonha, eles se olhavam e riam, estamos no céu ou no inferno, comentavam, isso é felicidade, estamos gozando, então é o céu, às vezes minhas mãos pegavam uma piroca cada, um instinto de esfregar pra cima e pra baixo saía sem pensar muito, eu me abaixava e alternava pra chupar e voltava a ficar sentada, levantei um dos meus joelhos, me ajeitei e sentei em cima de uma estaca dessas, enfiei dentro dos meus lábios da buceta, comecei a fazer movimentos circulares em cima dele, você vai me fazer gozar já, parece uma liquidificadora, gritou o velhinho, tirei ele e deixei ele na vontade.
Repeti o exercício anterior com o outro velhinho, não vai derramar dentro de mim, avisei, quero ver vocês gozarem na minha cara, prontos, ele disse, me apoiei com as mãos no peito dele, comecei a fazer movimentos circulares e de cima pra baixo, não demorou pra ele dizer, já, já, já, fiquem de pé, falei, comecei a mamar uma dessas pirocas e esfregar os ovos deles com as mãos, quando senti que ele ia gozar, tirei meu rosto, comecei a masturbar ele com força, velocidade, até que o esperma dele disparou, acertou minhas maçãs do rosto, dois ou três jatos foram suficientes pra gozar com a força daquela piroca, levei ela pra boca, comecei a chupar, até escorrer a última gota daquele leite, logo a verguinha dele perdeu força, ficando reduzida a um pedacinho pendurado.
Chegou a vez do outro avô, como uma expert, peguei aquele membro, chupei, apertei os ovos dele, o esperma dele não demorou a inundar minha boca, engoli aquele leite pra não perder continuidade nos meus movimentos, ao sentir que ele ia perdendo força, tirei ele da minha boca, acariciando com minha língua a cabecinha dele, logo foi sumindo entre minhas mãos, eles desceram da cama e sentaram na beirada, eu desci também e dei um beijo apaixonado em cada um deles, mandei minhas mãos pegando os membros deles, como vocês trabalham bem, parabéns, quem diria, vocês se viram melhor que muitos que não Eles mal conseguem dar tchau e já vão embora.
Fui ao banheiro me lavar, eles ficaram deitados de lado na cama. Quando saí, eles foram ao banheiro. "Aguentam mais um?" "Não", foi uma resposta bem direta. Ajudei eles a se vestirem, tirei pelos e sujeiras das roupas para eliminar provas para as esposas deles. Eu também me arrumei de novo, enquanto perguntava sobre a vida sexual deles em casa. Um deles disse: "Minha mulher não quer mais, perdeu o interesse faz tempo. Não tem mais tesão, nem vontade de dar ou receber carícias. É uma amargurada, como dizem por aí, me deixou ferrado." O outro disse: "Eu, de vez em quando, ganho uma carícia ou um boquete, mas isso já virou uma rotina que não muda, é sempre o mesmo filme. Isso cansa a gente e perde o interesse."
"Culpa de vocês", falei. "Não souberam cultivar esse tesão e paixão nelas." "Não, que nada. Eu falei pra ela mantermos essa paixão, irmos pra um motel ou passear e mudar tudo, ela nunca aceitou." O outro disse: "Minha mulher é muito religiosa e fanática, diz que é pecado fazer essas coisas, que não quer ir pro inferno. Mas hoje tivemos a sorte de encontrar alguém que nos levou ao céu." Saímos pra tomar um refrigerante num lugar perto. "Podemos nos ver de novo?", perguntaram. "Claro que sim", respondi. "A gente combina, desde que meu marido não esteja em casa ou que eu possa dar um jeito de escapar." "É, e se viermos com outro amigo?" "Hum, não sei, a gente conversa, mas tudo muda", falei. "Além disso, vocês deviam trazer aquelas pílulas que vocês tomam pra poder aproveitar mais tempo ou servir pra mais uma transa. Consultem seus médicos e aproveitem a vida." "Valeu pelo conselho", me disseram.
Aqui termina mais uma história da minha vida real, um tabu desmistificado. Os vovôs podem sim transar, são bons amantes. Obviamente não têm a mesma agilidade, mas dá pra aguentar uma nova experiência. Com certeza aceito o outro cara, é um bom terreno pra explorar.
Quero acrescentar que o dinheiro que recebo, o que meu marido me dá e o que sobra Do diário do mercado, vou guardando num banco, meu marido não sabe de nada disso, é uma reserva caso um dia me descubram e acabe tudo, é um capital inicial pra começar meu próprio negócio. Também tô pensando em como trair meu marido pra ter um pretexto de que também tenho direito, embora ele seja muito passivo, já comentei em outras histórias, ele sempre gosta da posição de papai e mamãe, goza rápido e dorme na mesma hora, mas não perco a esperança de encontrar um jeito de fazê-lo pecar, em meu benefício. Se tiver alguma sugestão, vou ler, estudar e talvez colocar em prática, ou me dar novas ideias.
Obrigada a quem lê, tem mulheres leitoras também, a quem comenta e deixa o voto, não entendo por que não comentam, se tão escondidos atrás de um pseudônimo que ninguém conhece. Com muito carinho, Sandra, a preguiçosa.
Alguns vão lembrar do José, um taxista de uns 28 anos, que pegou uma corrida de uma residência onde eu estava me encontrando com um ex-colega e amigo de escola. Ele tirou umas fotos e um vídeo com uma câmera GoPro que tinha instalada no carro e, com isso, me pressionou pra "abusar" de mim à vontade dele, sob pena de entregar essas imagens pro meu marido.
Estando nessa relação forçada com esse cara, por quem, aliás, eu estava me apaixonando, por causa da força, domínio e poder que ele exercia o tempo todo, sabia o que dizer e como agir, era um bom amante, uma boa ferramenta de trabalho. Não era tão carinhoso, na verdade, era meio grosseiro nas carícias.
Esse amante secreto me disse que, se eu quisesse, poderia atender um dos tios dele, que queria fazer um ménage com outro parceiro e uma garota. Fiquei surpresa quando ele falou que o tio tinha 68 anos e o compadre, parceiro e amigo dele, tinha mais ou menos a mesma idade. Eles pagariam bem, mas eu deveria ser complacente, cuidadosa e condescendente, porque já não eram tão hábeis pra fazer piruetas na cama. Combinamos a data, o lugar e o dinheiro.
O encontro seria num quarto com entrada independente que o José alugava pros próprios encontros com garotas, assim ele economizava grana em hotéis e motéis.
O taxista José cuidou de levar os velhotes e de me buscar. Nos reunimos os quatro no quarto e o José desejou sorte pra gente, depois de nos apresentar, de fazer recomendações de cuidado com o tio dele, de chamar quando a reunião terminasse e de tudo que passou pela cabeça dele na hora. Ao ficarmos sozinhos, me preparei pra examinar meus dois oponentes, eles já não tinham habilidade suficiente pra mexer os corpos, eram frágeis, lentos e meio trêmulos, embora a taradice e a vontade de viver estivessem intactas. "Beleza, rapazes", falei, "vocês pagaram pela atenção, então vamos ao que interessa", disse com firmeza. Eles sorriram um pro outro e pareciam bem animados.
Me aproximei do mais alto e, com minhas mãos, acariciei o rosto dele, puxei ele pra perto da minha boca e a gente se beijou. Dava pra sentir ele tenso, meio envergonhado pela situação. "Fica tranquilo, papai, que isso vai ficar bom, relaxa." Abaixei minhas mãos e, com a direita, apertei o volume dele por cima da calça. A fera ainda tava dormindo. Enfiei minha mão pela cintura e pude sentir ele, começando a ganhar força. Apertei e soltei várias vezes, desabotoei os botões da camisa dele e joguei por cima dos ombros, revelando um corpo esquelético, ossudo e com a pele meio enrugada. Ele tirou a camisa de vez.
Fui até o mais baixinho e repeti a mesma coisa, só que esse tava mais duro e pronto do que o outro véio. A estrutura dele era mais grossa e encorpada, o pau dele parecia mais gordo e comprido que o do outro. Também beijava com mais paixão, dava pra ver que era mais experiente nessas artes do amor.
Chegou minha vez de ser despida. Eu tava vestida igual uma puta profissional: uma minissaia xadrez, umas sapatilhas de salto e uma blusa transparente, com roupa íntima preta. Os velhinhos se derretiam em elogios pra mim. "Mamacita", diziam, "como você é linda, que gostosa, que corpo tão bonito, pequenininha mas resolve, olha que peitos lindos, essa bunda tão provocante que você tem, sortudo seu marido que tem isso na mão todo dia". Resumindo, todas aquelas coisas que um homem fala pra conquistar.
Desabotoei minha blusa e tirei, junto com a mini que eu tava usando. Fiquei só de roupa íntima e descalça. Ajudei eles a tirarem o que restava das roupas e deixei os dois completamente pelados. nus, os dois já estavam com uma meia-brocha formada, os pauzinhos deles eram na média uns 14 centímetros, meio fininhos comparados com outros que já curti, me abaixei, peguei um pau em cada mão e comecei a levar pra minha boca, alternando um pouco entre os dois, eles se contorciam de prazer, riam entre si, comentavam ainda: isso sim vale a pena, isso sim é vida, devíamos ter animado bem antes, do que estávamos perdendo, e um monte de outras falas, incluindo zoar as esposas deles.
Quando já tava com eles bem duros nas minhas mãos, me levantei, abracei os dois velhotes e dei um beijão em cada um, eles retribuíram, desabotoaram meu sutiã e começaram a acariciar meus peitos, beijavam, chupavam, lambiam, feito bebês no colo da mãe, eu passava a mão na cabeça deles e incentivava a continuar naquela vibe, me joguei na cama, um deles se ajoelhou entre minhas pernas e começou a lamber minha bucetinha, que curtia a delicadeza do vovô, de vez em quando enfiava um ou dois dedos meio tímidos lá dentro e seguia a rotina de língua nos meus lábios vaginais, pernas e pélvis, eu só conseguia apertar a cabeça e o rosto dele com minhas pernas, apertando de leve.
O outro tava se esbaldando nos meus dois peitinhos, massageava do jeito que queria, apertava, chupava, lambia e voltava a chupar como quem quer espremer ou achar o leite que sai das lactantes, eu acariciava a cabeça dele com as mãos e apertava ele contra meu peito.
Na mesma posição, ele se ajoelhou debaixo das minhas axilas, começou a esfregar o pau contra meus peitos, mas como não são tão grandes, não dava pra ele se masturbar com eles, me ofereceu na boca o membro dele, que tinha murchado de novo, comecei a engolir aquele pedacinho de carne, cabia inteiro na minha boca, se quisesse com certeza as bolas dele entrariam na minha boca sem problema, com meus dentes mordia de leve quando enfiava e tirava, só conseguia dizer, siii, isso sim, que gostoso se sente, nunca tinham me feito sentir assim, minhas mãos apertavam suas bolinhas suavemente, o membro dele foi recuperando a ereção total, o prazer naquele momento foi superior pro meu cliente naquela hora.
O outro vovô me ajustou com as mãos na minha cintura pra me colocar na altura dele, pra minha bucetinha, recém-lambida e lubrificada com os dedos dele, ficar no mesmo nível da pélvis e do pau dele, que entrou sem dificuldade, até o fundo, de uma só vez, as bolinhas dele batiam na minha bunda, numa tentativa desesperada de entrar, mmmm, eu gemia de prazer, não tanto pela grossura dos paus deles, mas pelo prazer que o tesão de ter duas pessoas adultas trabalhando no meu corpo me dava, metendo e tirando pelos meus dois buracos, aqueles pedaços de carne que naquele momento me pareciam a coisa mais deliciosa do mundo.
Resolveram trocar, fiquei na mesma posição, o que tava na minha boca passou pra minha buceta, cheia de sucos, enfiou de uma vez só, começou o vai e vem no ritmo dele, me levantei apoiando os cotovelos na cama e fiquei assim, observando aquele cenário, o vovô tremia de emoção, o rosto dele refletia uma espécie de desespero, que pau gostoso você tem, papai, falei, e como você sabe usar ele bem, com a voz entrecortada ele conseguiu dizer, obrigado, e continuou no exercício dele, enquanto o outro vovô se masturbava pra manter a ereção.
Vem, vou chupar um pouquinho, falei, ele se aproximou e colocou na minha boca, aproveitei do melhor jeito, mordia a glande dele, a cabecinha, enquanto aguentava os movimentos dos ataques que recebia da minha buceta, você é uma deusa, meu vovô dizia, sabe usar essa boca de um jeito sem igual, fantástico, os vovôs suavam pra caramba naquele momento, querem descansar um pouco ou querem continuar, ou trocamos de posição.
Os dois se deitaram, um do lado do outro, eu me posicionei no meio deles, minha boca e minhas mãos foram as encarregadas de fazer esses dois gozarem. Infieis sem-vergonha, eles se olhavam e riam, estamos no céu ou no inferno, comentavam, isso é felicidade, estamos gozando, então é o céu, às vezes minhas mãos pegavam uma piroca cada, um instinto de esfregar pra cima e pra baixo saía sem pensar muito, eu me abaixava e alternava pra chupar e voltava a ficar sentada, levantei um dos meus joelhos, me ajeitei e sentei em cima de uma estaca dessas, enfiei dentro dos meus lábios da buceta, comecei a fazer movimentos circulares em cima dele, você vai me fazer gozar já, parece uma liquidificadora, gritou o velhinho, tirei ele e deixei ele na vontade.
Repeti o exercício anterior com o outro velhinho, não vai derramar dentro de mim, avisei, quero ver vocês gozarem na minha cara, prontos, ele disse, me apoiei com as mãos no peito dele, comecei a fazer movimentos circulares e de cima pra baixo, não demorou pra ele dizer, já, já, já, fiquem de pé, falei, comecei a mamar uma dessas pirocas e esfregar os ovos deles com as mãos, quando senti que ele ia gozar, tirei meu rosto, comecei a masturbar ele com força, velocidade, até que o esperma dele disparou, acertou minhas maçãs do rosto, dois ou três jatos foram suficientes pra gozar com a força daquela piroca, levei ela pra boca, comecei a chupar, até escorrer a última gota daquele leite, logo a verguinha dele perdeu força, ficando reduzida a um pedacinho pendurado.
Chegou a vez do outro avô, como uma expert, peguei aquele membro, chupei, apertei os ovos dele, o esperma dele não demorou a inundar minha boca, engoli aquele leite pra não perder continuidade nos meus movimentos, ao sentir que ele ia perdendo força, tirei ele da minha boca, acariciando com minha língua a cabecinha dele, logo foi sumindo entre minhas mãos, eles desceram da cama e sentaram na beirada, eu desci também e dei um beijo apaixonado em cada um deles, mandei minhas mãos pegando os membros deles, como vocês trabalham bem, parabéns, quem diria, vocês se viram melhor que muitos que não Eles mal conseguem dar tchau e já vão embora.
Fui ao banheiro me lavar, eles ficaram deitados de lado na cama. Quando saí, eles foram ao banheiro. "Aguentam mais um?" "Não", foi uma resposta bem direta. Ajudei eles a se vestirem, tirei pelos e sujeiras das roupas para eliminar provas para as esposas deles. Eu também me arrumei de novo, enquanto perguntava sobre a vida sexual deles em casa. Um deles disse: "Minha mulher não quer mais, perdeu o interesse faz tempo. Não tem mais tesão, nem vontade de dar ou receber carícias. É uma amargurada, como dizem por aí, me deixou ferrado." O outro disse: "Eu, de vez em quando, ganho uma carícia ou um boquete, mas isso já virou uma rotina que não muda, é sempre o mesmo filme. Isso cansa a gente e perde o interesse."
"Culpa de vocês", falei. "Não souberam cultivar esse tesão e paixão nelas." "Não, que nada. Eu falei pra ela mantermos essa paixão, irmos pra um motel ou passear e mudar tudo, ela nunca aceitou." O outro disse: "Minha mulher é muito religiosa e fanática, diz que é pecado fazer essas coisas, que não quer ir pro inferno. Mas hoje tivemos a sorte de encontrar alguém que nos levou ao céu." Saímos pra tomar um refrigerante num lugar perto. "Podemos nos ver de novo?", perguntaram. "Claro que sim", respondi. "A gente combina, desde que meu marido não esteja em casa ou que eu possa dar um jeito de escapar." "É, e se viermos com outro amigo?" "Hum, não sei, a gente conversa, mas tudo muda", falei. "Além disso, vocês deviam trazer aquelas pílulas que vocês tomam pra poder aproveitar mais tempo ou servir pra mais uma transa. Consultem seus médicos e aproveitem a vida." "Valeu pelo conselho", me disseram.
Aqui termina mais uma história da minha vida real, um tabu desmistificado. Os vovôs podem sim transar, são bons amantes. Obviamente não têm a mesma agilidade, mas dá pra aguentar uma nova experiência. Com certeza aceito o outro cara, é um bom terreno pra explorar.
Quero acrescentar que o dinheiro que recebo, o que meu marido me dá e o que sobra Do diário do mercado, vou guardando num banco, meu marido não sabe de nada disso, é uma reserva caso um dia me descubram e acabe tudo, é um capital inicial pra começar meu próprio negócio. Também tô pensando em como trair meu marido pra ter um pretexto de que também tenho direito, embora ele seja muito passivo, já comentei em outras histórias, ele sempre gosta da posição de papai e mamãe, goza rápido e dorme na mesma hora, mas não perco a esperança de encontrar um jeito de fazê-lo pecar, em meu benefício. Se tiver alguma sugestão, vou ler, estudar e talvez colocar em prática, ou me dar novas ideias.
Obrigada a quem lê, tem mulheres leitoras também, a quem comenta e deixa o voto, não entendo por que não comentam, se tão escondidos atrás de um pseudônimo que ninguém conhece. Com muito carinho, Sandra, a preguiçosa.
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