Show de Strip (V): Final com Minha Irmã

AMais cedo no meu aniversário, depois do almoço em família, no quarto da minha irmã, uma brincadeira acabou com ela de barriga pra cima e eu com meu pau na boca dela, conseguindo um boquete antológico que terminou explodindo na boca dela, enchendo de porra o rosto e o cabelo dela.
O despertar dos meus pais do cochilo corta o momento e, me vestindo rápido, me retiro do quarto da minha irmã sem que ninguém diga nada.
O dia todo fiquei pensando no que aconteceu, será que a gente completa o sexo incestuoso ou devemos parar?
Ninguém escreveu até a noite, quando na minha casa começaram a chegar os primeiros convidados. As primeiras bebidas, os primeiros petiscos.
Chegam mais pessoas, amigos e amigas, com presentes e disposição para passar uma boa noite de festa. As histórias engraçadas e conversas de risada estão no auge.
Minha irmã não vem, já tá quase parecendo que não vai aparecer mesmo. Tenho umas amigas que, quando rola a química, a gente transa. A tesão que ficou me levou a começar a missão de sedução pra pelo menos conseguir uma dessas amigas pra foder depois que todo mundo fosse embora.
Vai um gole, vem outro, consegui convencer uma amiga, daquelas bem putinhas, de minissaia que quando anda dá pra ver a bunda. E até dá pra ver a calcinha transparente.
Aproveitava quando ela passava para pegar na bunda dela e ela piscava o olho aprovando aquele jogo de assédio.
Nessa hora, tocaram a campainha, era minha irmã.
Ela estava de matar, com um vestido vermelho justo no corpo, decote pronunciado, suas pernas podiam ser apreciadas desde os tornozelos até alguns centímetros da bunda.
Ele me deu um presente e, me dando um beijo, disse para eu abrir só quando todo mundo fosse embora.
A putaria que eu tinha me metido por não esperar um pouco mais, agora eu teria que arrumar um jeito de falar pra minha amiga que não ia rolar nada naquela noite.
Vários já queriam dançar com minha irmãzinha de vinte anos, chegavam muito perto, as mãos iam pra cintura, esfregavam na bunda dela, apertavam o corpo dela junto ao deles.
Enquanto minha amiga dançava comigo, ela tentava tocar no meu pacote sempre que tinha chance.
Já de madrugada adiantada, vários começaram a ir embora, ficamos poucos. Alguns ajudavam a arrumar um pouco a bagunça que ficou. Em um momento só restamos nós três, minha amiga e minha irmã.
As duas estavam dando indiretas sobre como estava tarde, nenhuma desconfiava que a outra também queria algo a mais naquela noite.
Finalmente tomei coragem e disse pra minha amiga que minha irmã não poderia ir pra casa sozinha porque meus pais iam matá-la se ela chegasse naquele estado de bêbada.
Era uma mentira, minha amiga me olha incrédula pela desculpa idiota que inventei, e sai batendo a porta.
Quando volto para a sala, minha irmãzinha já não estava mais lá. Vou até meu quarto e lá estava ela sentada na beirada da cama, com meu presente ao lado.
Quando abri essa caixa, era uma fantasia de raposa (veja a parteEueIIIOlá! Sou seu tradutor especializado em conteúdo adulto. Pronto para transformar qualquer texto em português brasileiro natural e envolvente, com aquele toque de gíria autêntica quando necessário. Pode mandar o texto! 😉
Fiquei congelado, e olhei fundo nos olhos dela.
É uma fantasia que eu tenho, irmãozinho, me põe no hotel" disse ela.
Fui ao banheiro e saí vestido com essa tanga masculina, uma capa e a máscara.
dança pra mim, gatinho" ela ordenou.
E mais uma vez comecei a me mexer, fazendo meu show, despertando seus instintos mais primitivos.
Já tirando a minúscula peça que cobria meu pau, ela se levanta e também se move sensual, como querendo mostrar que o rebolado do seu corpo faz suas curvas parecerem ainda mais gostosas.
Vestido apenas com a máscara, me posiciono atrás dela, esfregando descaradamente. Ela só se esfrega no meu corpo.
Meu pau está duro, ereto como nunca, não aguento mais e rasgo o vestido vermelho dela, ela nem pareceu se importar, estava mais pensando no quão quente estava o momento.
Eu arranquei a calcinha vermelha dela de uma vez. Nossas línguas se encontraram e nos tornamos um só, com as mãos tocando cada parte do corpo um do outro, nos revirando na cama nos matando de beijos apaixonados.
Desci depois beijando seus peitos, cada um deles, enquanto ela gemia de prazer.
Continuei descendo até sua bucetinha rosada. Seus lábios vaginais me deram as boas-vindas e minha língua percorreu cada centímetro, deixando tudo molhadinho.
Minha língua entrou nela e, por reflexo, ela fechou as pernas, suas mãos empurraram meu rosto contra sua buceta, ela gritou de prazer e arqueou as costas.
Me afastei para dar um tempo pra ela recuperar o fôlego. Vou até uma gaveta e pego a calcinha fio dental branca que ela tinha me dado no clube.
é uma fantasia que eu sempre tive" eu digo.
Ela fica congelada, não diz nada, me olha aterrorizada.
Vou colocando a calcinha fio dental entre as pernas dela e ela começa a tremer, tem um reflexo de querer cobrir a buceta e os peitos.
Dá pra ver o número de telefone, o nome dela e o coração.
Uma vez encaixada a calcinha fio dental, eu viro ela de costas pra levantar a raba, puxo essa calcinha usada e molhada pro lado e me posiciono na entrada da sua buceta.
Ela vira a cabeça como se estivesse se arrependendo de tudo que está acontecendo.
Meu pau de mais de 20 centímetros já está na entrada da sua buceta.
Quando a cabeça entra na sua buceta molhada, ela solta um "nããão
Eu continuo metendo e ela diz
isso tá errado, não devemos continuar
Eu continuo entrando e ela solta outro suspiro, dizendo:
aaaah, aaaay por favor não continua
Cheguei até o final, entrei e comecei a meter enquanto agarrava os peitos dela.
por favor não continua, isso está tudo errado, e você já tinha me comido e sabia disso" disse minha irmã suplicando.
Continuei bombando e ela gemeu de quatro.
Ela já reclamava cada vez menos, já não dizia mais para eu parar.
Saí dela e me deitei de costas, ela hesitava em continuar,
Ela diz que isso não estava nada bem, que fomos longe demais, mas enquanto uma perna cruza para o outro lado do meu corpo.
Ela fica na posição de cavalgada e continua me dizendo que temos que parar.
Ela se deixa cair e meu pau entra com facilidade.
Começa a cavalgar dizendo para parar, que não continue, eu não me mexo nem um pouco.
Suas unhas se enterram no meu peito enquanto ela se move com fúria em círculos, querendo que meu pau toque cada centímetro do seu interior.
Estamos nessa dança, e ela se deita sobre meu corpo e morde meu pescoço. E o ombro.
Não para, e continua pedindo para eu parar de meter nela.
Nossos corpos já estão suados e deslizam perfeitamente, continua me mordendo e me arranhando até que o inevitável aconteça.
Eu gozo dentro dela, sinto uma quantidade enorme de porra explodindo dentro da buceta dela.
Continuamos nos mexendo por mais alguns minutos, como se estivéssemos tentando recuperar as energias, mas acabamos exaustos.
Quando tiro meu pau da sua buceta, a porra se espalha pelas pernas dela, pelos meus ovos e pelo calcinha branca.
Dormimos abraçados aquela noite até o meio-dia do outro dia, ninguém foi trabalhar. Curtimos o dia.
Por nos deixarmos levar pela luxúria, agora estávamos preocupados por ter gozado dentro e a possibilidade de deixá-la grávida.
A gente continua transando do mesmo jeito, já com camisinha, mas algumas vezes acabei gozando dentro sem proteção.
Já faz um mês da primeira vez que transamos, e ela já está com uma semana de atraso na menstruação.

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