Todo o processo de mudança é uma batalha psicológica que você tem que vencer sempre. Fique calma e se deixe levar pelo que te dá prazer, esse é meu conselho pra qualquer situação.E foi assim que, com o passar do tempo, minha esposa transformou o marido dela numa Sissy feminina.
Obviamente que me tornar isso foi algo que fui aceitando por vários motivos e que com o passar do tempo fui entendendo o porquê. Olha, na vida cotidiana sou um homem másculo, de aparência máscula e não me considero nada submisso, mas isso muda radicalmente no meu relacionamento de portas pra dentro ou no sexo, sou submisso, passivo, femboy e humilhado.
Acho que isso foi um trabalho gradual da parte dela, consciente ou inconsciente, e obviamente eu permiti isso, seja porque gosto ou porque considero meu lugar na relação. Olha, nem sempre foi assim. Lembro que no começo do relacionamento eu ficava com ciúmes quando a Yamila olhava caixinhas de cueca de homem por causa das fotos que tinham lá, e hoje a gente se excita olhando pica juntas. Sim, eu disse JUNTAS, porque na intimidade me considero mais uma menina, tipo uma relação de duas mulheres. Aliás, uma das amantes dela me apelidou de "Camila".
Quando eu disse que foi um trabalho de pouco em pouco, foi porque primeiro começamos a fantasiar com outro na cama e depois a fazer trocas, o que levou a começar a ficar com outros caras.Introduzir Homens na Vida Dela (na dela ou na minha) e sempreEram muito mais másculos do que eu, o marido dela. Sempre eram caras que eu já conhecia por terem sido ficantes ou por serem dotados, e eu não conseguia competir. Isso me fazia sentir cada vez mais inferior aos amantes dela e como homem. Depois veio o assunto do tamanho, que claramente não é meu forte — nem no comprimento nem na grossura. No começo ela nunca falava nada, mas depois foi comentando cada vez mais o quanto eu era pequeno, comparando com os outros caras, dizendo que eu era o menor de todos. Um tempo depois, ela sugeriu que eu fosse na depiladora dela para tirar todos os pelos do corpo, o que aceitei de boa porque também não gostava. Nesse meio tempo, comecei a experimentar as roupas dela. Um dos amantes dela gostava que eu usasse aquelas roupas. Para qualquer homem, isso pode parecer loucura, mas, considerando que eu claramente me sentia inferior a qualquer um dos caras dela, aceitei de bom grado.
Se a gente pegar cada ponto isolado, não tem muita relevância, mas quando a gente olha o conjunto todo, claramente tudo apontava que não tinha chance de eu não me tornar uma nena Cross da minha esposa e, por consequência, dos amantes dela. E assim, uma vez que você aceita isso, você não é mais só deles, mas você É isso, e por tabela passa a ser. Suas buscas deixam de ser por mulheres, como eram antes, e passam a ser por homens; você deixa de olhar fotos de rabetas e passa a postar fotos da sua bunda pra os homens falarem tudo que fariam com você. Sua vida muda 180 graus, mesmo que só na intimidade. Você não é mais um homem, é uma mariquinha e gosta de ser tratado como tal. Você pede pra sua esposa escolher sua roupa quando um macho vem, porque quer ser tratada como uma putinha, já que aquele macho vem pra ficar com duas vadias, não só com uma.
Por isso que eu digo que a transformação vai gradual, ou pelo menos foi no meu caso. Você se sente um cuck porque sente que sua mulher precisa de mais do que você pode dar, e isso leva a que em algum momento, por não conseguir dar o que ela merece, você se sente humilhado e começa a gostar dessa sensação. Aí você pensa: se eu não tenho o suficiente pra satisfazer uma mulher, se minha rola é tão pequena que mal dá pra chamar assim, se ainda por cima sou depilado e gosto de usar roupa de mulher, tô mais perto de ser uma mulher do que um homem. E quando você aceita isso, se sente liberado(a). Sente que não tem problema aceitar isso, que é o que te coube. Você é uma cross, femboy, marica, sissy ou como quiserem chamar. E se te coube isso, é por algum motivo: tem homens que nascem pra ser Alfa, e outros, como nós, nascem pra ser mais mulheres do que homens.
Aceitar o papel que nos cabe na relação é um avanço gigante e não precisa ter medo de fazer isso.



Obviamente que me tornar isso foi algo que fui aceitando por vários motivos e que com o passar do tempo fui entendendo o porquê. Olha, na vida cotidiana sou um homem másculo, de aparência máscula e não me considero nada submisso, mas isso muda radicalmente no meu relacionamento de portas pra dentro ou no sexo, sou submisso, passivo, femboy e humilhado.
Acho que isso foi um trabalho gradual da parte dela, consciente ou inconsciente, e obviamente eu permiti isso, seja porque gosto ou porque considero meu lugar na relação. Olha, nem sempre foi assim. Lembro que no começo do relacionamento eu ficava com ciúmes quando a Yamila olhava caixinhas de cueca de homem por causa das fotos que tinham lá, e hoje a gente se excita olhando pica juntas. Sim, eu disse JUNTAS, porque na intimidade me considero mais uma menina, tipo uma relação de duas mulheres. Aliás, uma das amantes dela me apelidou de "Camila".
Quando eu disse que foi um trabalho de pouco em pouco, foi porque primeiro começamos a fantasiar com outro na cama e depois a fazer trocas, o que levou a começar a ficar com outros caras.Introduzir Homens na Vida Dela (na dela ou na minha) e sempreEram muito mais másculos do que eu, o marido dela. Sempre eram caras que eu já conhecia por terem sido ficantes ou por serem dotados, e eu não conseguia competir. Isso me fazia sentir cada vez mais inferior aos amantes dela e como homem. Depois veio o assunto do tamanho, que claramente não é meu forte — nem no comprimento nem na grossura. No começo ela nunca falava nada, mas depois foi comentando cada vez mais o quanto eu era pequeno, comparando com os outros caras, dizendo que eu era o menor de todos. Um tempo depois, ela sugeriu que eu fosse na depiladora dela para tirar todos os pelos do corpo, o que aceitei de boa porque também não gostava. Nesse meio tempo, comecei a experimentar as roupas dela. Um dos amantes dela gostava que eu usasse aquelas roupas. Para qualquer homem, isso pode parecer loucura, mas, considerando que eu claramente me sentia inferior a qualquer um dos caras dela, aceitei de bom grado.
Se a gente pegar cada ponto isolado, não tem muita relevância, mas quando a gente olha o conjunto todo, claramente tudo apontava que não tinha chance de eu não me tornar uma nena Cross da minha esposa e, por consequência, dos amantes dela. E assim, uma vez que você aceita isso, você não é mais só deles, mas você É isso, e por tabela passa a ser. Suas buscas deixam de ser por mulheres, como eram antes, e passam a ser por homens; você deixa de olhar fotos de rabetas e passa a postar fotos da sua bunda pra os homens falarem tudo que fariam com você. Sua vida muda 180 graus, mesmo que só na intimidade. Você não é mais um homem, é uma mariquinha e gosta de ser tratado como tal. Você pede pra sua esposa escolher sua roupa quando um macho vem, porque quer ser tratada como uma putinha, já que aquele macho vem pra ficar com duas vadias, não só com uma.
Por isso que eu digo que a transformação vai gradual, ou pelo menos foi no meu caso. Você se sente um cuck porque sente que sua mulher precisa de mais do que você pode dar, e isso leva a que em algum momento, por não conseguir dar o que ela merece, você se sente humilhado e começa a gostar dessa sensação. Aí você pensa: se eu não tenho o suficiente pra satisfazer uma mulher, se minha rola é tão pequena que mal dá pra chamar assim, se ainda por cima sou depilado e gosto de usar roupa de mulher, tô mais perto de ser uma mulher do que um homem. E quando você aceita isso, se sente liberado(a). Sente que não tem problema aceitar isso, que é o que te coube. Você é uma cross, femboy, marica, sissy ou como quiserem chamar. E se te coube isso, é por algum motivo: tem homens que nascem pra ser Alfa, e outros, como nós, nascem pra ser mais mulheres do que homens.
Aceitar o papel que nos cabe na relação é um avanço gigante e não precisa ter medo de fazer isso.



14 comentários - De cuck a sissy gostosa
Los re felicitamos!
Hermoso nombre Camila.
👏👏😉
☺😉