Esclarecimento: esta história não é de minha autoria, foi escrita há muitos anos por outro usuário do Poringa chamado Nick Bendt, mas como ele não está mais no P! e suas histórias foram deletadas, quis reenviá-las para que essa excelente história não se perca. Desde já, aproveitem.
Esclarecimento 2: todos os personagens representados nesta história SÃO MAIORES DE IDADE.Capítulo XI: Sair do círculo vicioso é foda.Depois que Agustina saiu do banheiro, já satisfeita depois do orgasmo, se vestiu e Martín entrou pra tomar banho. Depois disso, os dois jantaram com a mãe. Terminando de comer, a mãe foi dormir. Agustina foi pra cama dela se deitar, e Martín ficou na sala vendo TV até o sono bater.
Já de noite, Florencia tinha ficado pra jantar na casa da amiga, e depois disso voltou pra casa dela. Por sorte as amigas não perceberam que ela tava sem calcinha por baixo daquela legging apertada... mal chegou em casa, foi pro quarto dela, onde encontrou a irmã descansando na cama.
Florcha cumprimentou ela de passagem, enquanto abria a gaveta procurando roupa pra ir tomar banho. Lembrou da peça que deu pro irmãozinho antes de sair.
— Ah, e aí, sabe o que aconteceu com minha calcinha? — Perguntou pra Agustina.
— ...Sim.. tá na máquina de lavar.
— Ok. Que... Você viu ele?
— Ver o quê?
— Não se faz. Nosso irmão... você viu ele se masturbando?
— Sim...
— Kkk, imaginei. Você pediu pra ver? Ou ele pediu pra você?
— Eu pedi pra ele... kkk, é que eu tava entediada!
— Como foi? Me conta!
— Ah...
— Fala, vaca! Foi bom?
— ...Tipo... digamos que sim.
— Não vou sair daqui até você me contar!!! Como ele fez? Tava dura? Saiu muito leite?
— Calmaaaa aí, um minuto! Bom... não é que ele tenha feito sozinho...
— Como assim... o que você quer dizer?
— Sim.. tipo... eu fiz a masturbação nele.
Florcha arregalou os olhos olhando pra ela.
— QUE?!?!
— Isso...
— Para!! Como assim você fez a masturbação nele?!?!?
— Olha... a gente veio pra cá, e no começo ele começou a bater punheta... e me disse que gostava dos meus peitos... nisso, ele percebeu que meus mamilos tavam marcando na camiseta!.. ele insistiu muito... e me perguntou se podia acariciar um pouquinho... eu falei que sim, mas só um pouquinho.
Florencia olhava atenta pra irmã enquanto ela explicava o que tinha rolado.
— Bom.. e com ele acariciando um peito meu... me deixou com muito tesão, Flor!.. ainda por cima ele tava com o pau duro De frente e de pertinho! Aí ele me pediu pra fazer uma punheta… e eu fiz! Não consegui resistir!
— Sério???
— Sim… ele tem uma rola tão linda que eu tive que tocar…
— E o que mais rolou??!!??
— Enquanto eu batia uma pra ele, ele ficava apalpando meu peito, e aí eu já tava super excitada, imagina… e ele pediu pra eu mostrar os peitos.
— E você mostrou????????
— Sim…
— Ahhh tá bom!!!! Você mostrou os peitos!?!!??
— Sim… levantei a camiseta e mostrei… e ele continuou acariciando! Bom, no final bati uma rapidinho pra ele, até ele gozar na sua calcinha… encheu ela de porra! Provei e tava uma delícia, mano!
Florencia não acreditava no que a irmã tava contando. Tava adorando ouvir tudo o que elas tinham feito.
— Você é doida! Isso tudo aconteceu mesmo?
— Haha sim, bobinha… nem sabe a punheta que eu bati no banheiro! Molhei toda a minha buceta…
— Imagino… e como é bater uma pra ele? É bom?
— Muito gostoso! Amei… ele tava tão durinho, coitado!
— Aaah… eu também quero aprender a bater uma punheta! — Disse Florcha com voz de menina mimada.
Agustina ficou olhando pra ela.
— O quê?... Quer que eu te ensine? — Perguntou Agustina.
— Siiim…. me ensina, por favor!
— Sério que quer aprender? Você não é muito novinha pra isso? — Disse Agustina zoando a irmã.
— Haha, sua puta!!! Vai, irmãzinha! Me ensina a bater uma punheta, tá? — Disse Florcha sorrindo e fazendo cara de boazinha.
— Táááá bom. Mas espera. Como é que eu vou te ensinar?
Florencia ficou olhando pra irmã, que ia ensinar ela a bater uma punheta num cara.
Agustina tirou o lençol de cima dela e sentou na cama, de frente pra irmã. Tava de sutiã e fio dental. Mandou a Florcha sentar do lado dela.
Florencia aceitou e sentou na cama ao lado da irmã semi-nua.
A mais velha começou a explicar:
— Não é tão difícil. Você pega ele assim com a mão…
Agustina mostrou o jeito clássico de mano, quando pega uma pica, enrolando ela entre os dedos.
- Assim que você tiver ela inteira na mão, você mexe pra cima e pra baixo.
- Explicou Agus enquanto fazia o movimento da punheta com a mão.
- Mas apertando? Ou suave?
- Perguntou Flor.
- Mais ou menos! Nem apertando forte nem muito suave…
- Ok.
- Tenta fazer você.
Florencia tentou imitar a posição da mão e mexer igual a irmã. Os primeiros movimentos foram meio desengonçados. A irmã dela colocou a mão por cima da dela e fez o movimento como se estivesse batendo uma punheta, ensinando.
- Viu? Assim. E se você fizer direito, com certeza em pouco tempo vai sair toda a porra.
Agustina continuava explicando pra irmã.
- Se você bater a punheta muito rápido, ele vai gozar na hora. Se fizer mais devagar, ele vai durar mais.
- E você como fez? Rápido ou devagar?
- Perguntou Florcha.
- No Martín?
- Perguntou Agustina.
- É.
- No começo devagar… depois quando mostrei os peitos, bati mais rápido.
Florencia prestava atenção nas explicações e agora tentava sozinha fazer o movimento da punheta com a mão.
Agustina aproveitava pra falar mais coisas:
- E quando você desce com a mão, desce até ver a cabecinha gorda que eles têm… que seria a glande. Você puxa a pele pra baixo e depois sobe de novo, entendeu?
- Mais ou menos.
- Ahh, e mais uma coisa. Passa saliva na mão pra deslizar melhor.
- Tipo quando a gente toca no clitóris?
- Claro! É fácil.
- E como é a sensação quando você toca?
- Perguntou Florencia.
- Quentinho… e muito duro! É lindo sentir como ele cresce quando tá na sua mãozinha.
Florcha ficou com muita vontade de bater uma punheta naquela hora e sentir as coisas que a irmã mais velha tava falando.
- Bom… aprendeu ou não?
- Perguntou Agustina.
- Acho que sim…
- Quer que eu explique de novo?
- Não, tá de boa.
- Pra aprender direito tem que botar em prática!
- É… Pena que não tenho namorado.
Agustina ficou pensando, até que teve uma ideia.
— Você não tem namorado… mas… temos um pau à nossa inteira disposição… — disse Agustina, sorrindo pra ela.
Florencia olhou pra ela.
— Chamo o cara? — perguntou Florencia.
— Fala, vamos ver se você é boa aluna… — respondeu Agustina.
As duas riram.
— Mamãe já tá dormindo? — perguntou Florencia de novo.
— Tá.
Florcha se levantou e saiu do quarto. Andou até a sala, onde o irmão dela tava vendo TV. Interrompeu ele falando da porta da sala:
— Ei, irmãozinho!
Martín, sentado no sofá, virou pra ver ela.
— Flor! O que foi?
— Pode vir um pouquinho no nosso quarto? A gente precisa de você pra uma coisa!
Na hora, Florencia foi embora e voltou pro quarto. O garoto ficou pensando pra que eles precisavam dele. Esperava que não fosse pra fazer alguma tarefa, ou algo assim. Desligou a TV, levantou do sofá e foi pro quarto das irmãs. A porta tava aberta. Entrou.
A primeira coisa que viu foram as duas irmãs em pé, esperando ele na beira da cama. Florcha tava de camiseta e leggings, enquanto Agustina tava de fio dental e sutiã… o fio dental era rosa choque, e o sutiã branco. Aquele fio dental já tinha sido cheio de porra dias atrás.
— Fecha a porta direito. — ordenou Florcha.
O garoto fechou. Assim que a porta já tava trancada, Martín se aproximou delas.
— Pra que vocês precisam de mim?
Florencia imediatamente se abaixou na frente do irmão e pegou a calça dele. Começou a puxar pra baixo, enquanto o garoto olhava atônito.
— Deixa eu fazer uma punheta em você, irmãozinho? É que quero aprender como se faz. — disse Florcha, já abaixando a cueca dele, ajoelhada na frente dele.
Martín não disse nada. Foi pego de surpresa!! Pô, que surpresa boa! A irmã dele puxou tudo até os tornozelos, e viu a rola dele ainda meio mole. Logo foi endurecendo naturalmente. Olhou para Agustina, que estava paradinha ao lado da Florcha, e viu os peitões dela cobertos pelo sutiã… que ele já tinha apalpado naquela tarde! A pica dele ficou dura pra caralho enquanto a Florcha via ele parar na frente da cara dela. Que gostosas as duas.
— Que pinto lindo! Posso? — Perguntou a Florcha, olhando pro irmão de baixo, agachada, prestes a pegar na pica dele.
Martim balançou a cabeça dizendo que sim. Engoliu seco. Ainda não conseguia acreditar no que tava rolando. Só ficou quieto, sem perguntar nada.
— Fica quieto que a mamãe tá dormindo. — Disse a Florcha.
Florença colocou a mãozinha em volta da pica dura do irmão e segurou ela inteira. A primeira sensação foi foda, sentiu ela tremenda dura e quente.
Enquanto a Agustina olhava, a Florcha começou a mexer a mão. Começou a bater uma punheta pro irmão.
— Irmãozinho, me fala se eu te machucar ou te incomodar, tá? É a primeira vez que eu bato uma punheta. — Disse a Florença, com a pica na mão.
Martim concordou, já claramente excitado.
Bem devagar, ela mexia a pele da pica como a irmã mais velha tinha ensinado. Em segundos, puxou o prepúcio todo pra trás, deixando a cabecinha já gordinha e excitada do garoto à mostra.
— Assim, Agus? — Perguntou a Florença.
— Isso! Passa cuspe na mão pra fazer melhor. — Respondeu a Agustina.
A Florcha obedeceu e cuspiu na mão, pra voltar a pegar na pica do irmão mais novo.
Passou a mão pela primeira vez, sentindo a diferença enorme, como a mãozinha deslizava sobre o tronco duro do garoto.
Tava gostando pra caralho de puxar a pele pra trás e ver a cabecinha vermelha, inchadinha e babada… continuava masturbando o irmão, devagar, descendo e subindo a mão cheia de cuspe na pica.
— Tá gostando, gato? — Perguntou a Agustina, enquanto olhava.
— Siiim.
— Depois da punheta que eu te bati essa tarde, ainda tem porra nesses ovinhos? — Perguntou a Agustina.
— …Sim. Agus... —respondeu Martín, com a voz baixa, excitadíssimo com as perguntas da irmã mais velha, que ainda por cima estava de fio dental.
—Beleza Flor, agora tira a porra dele como eu te ensinei. —disse Agustina.
E o que dizer da Florencia, que enquanto batia uma pra aquela bela rola dura, percebia como começava a molhar a buceta.
Florencia sabia que se batesse rápido, como a irmã tinha ensinado, ele ia gozar. Aumentou a velocidade, mais rápido. Enquanto fazia a punheta agora mais acelerada, olhava pro irmão tentando ver se ele tava gostando. Entendeu pela cara de tesão que o garoto tinha que sim. Tava indo bem.
Martín sentiu que ia explodir.
—Ahhhhhhh… vou gozar, Flor.
Florencia continuou batendo pra ele assim rápido, subindo e descendo a mão inexperiente pelo tronco do garoto, cobrindo e descobrindo a cabecinha da rola, tudo cheio de baba.
Instantaneamente, sentiu a rola do irmão dar uma leve mudada e ficar tensa, Martín começou a suspirar e resfolegar, e imediatamente saiu o primeiro jato de porra.
—AHHhhhhhhhhhhh……… mmmmmmmmmhhhhhh —gemeu Martín baixinho, enquanto Florcha espremia a rola dele.
Assim que sentiu o líquido quente sair e se espalhar na mãozinha, Florcha parou a punheta. Agustina viu:
—Continua, burra! Não para!! Bate rápido assim pra tirar toda a porra dele!
Florencia obedeceu e voltou a bater uma bem rápido, enquanto os outros jatos de porra quente saíam da rola do irmão. Tava ordenhando ele.
Parte da porra caiu no chão, e outra parte ficou na mão da Florcha, com quem tava batendo a punheta.
Assim que parou de sair porra, Florencia olhou pro irmão… ele tava muito satisfeito, dava pra ver na cara dele. Se sentiu super bem por ter feito a primeira punheta e ter sido tão boa! Além do garoto ter adorado, ela gostou muito mais. Já sentia a calcinha molhada pela buceta virgem.
Ela se levantou, enquanto olhava pro esperma quentinho do irmão dela na mão inteira. Mostrou pra Agustina.
—Quero! Me dá? — perguntou Agustina, sorrindo pra ela.
—Kkkkk.
Florcha riu, enquanto aproximava um dos dedos cheios de porra grossa da irmã. Agustina se inclinou um pouco e meteu o dedo de Florencia na boca, chupando todo o leite que tinha. Tirou o dedo apertando com os lábios e engoliu a porra.
—Prova! Vai, tá morno já! — disse Agustina pra irmã.
Florencia fez o mesmo, enfiando um dedo inteiro na boca, lambuzado de porra morna recém-ordenhada do irmãozinho mais novo. Provou o sêmen e tentou engolir. Conseguiu... embora não tenha sentido um gosto específico.
Agustina pediu de novo pra irmã, que aproximou a mão, enquanto a mais velha metia outro dedo de Florcha na boca, passando a língua e engolindo porra.
Martín ficou olhando pra elas, babando depois de gozar, com a piroca pendurada já mole e cheia de porra e saliva. Deus! Era tão lindo ver as irmãs chupando os dedos e engolindo o leite dele!
—Muito bom pra primeira punheta, irmãzinha — disse Agustina pra Florcha, que sorria.
Florencia ficou com os dedinhos limpos, mas não a palma da mão, que estava coberta de porra já fria e agora grudenta.
—Que bagunça no chão! — falou Florcha, olhando a porra que tinha caído.
Agustina já tinha tido uns namoradinhos, mas nenhum soltava tanta porra assim. Ela se surpreendia toda vez que via como o irmãozinho dela gozava tanto, e ainda mais depois de ter batido uma pra ele horas antes. Isso a excitava pra caralho.
—Bom... vou buscar algo pra limpar essa sujeira — disse Florencia enquanto saía do quarto, abrindo a porta com cuidado pra não fazer barulho e não acordar a mãe.
A garota foi até o tanque pegar um pano, molhou na torneira e voltou pro quarto.
Ela se ajoelhou no chão e foi passando o pano úmido pelo piso, limpando os restos de sêmen que tinha caído. Depois de deixar ele brilhando, ela se levantou e olhou pro irmão. Baixou o olhar até a rola e se inclinou na direção dele.
— Quer que eu limpe? — perguntou Florencia pro irmãozinho.
Martín não entendeu. Florencia começou a passar o paninho na rola do garoto, limpando toda a baba e o sêmen que estavam grudados.
— Valeu — disse Martín.
— De nada!
Já com a rola limpinha, Florencia puxou a cueca e a calça do irmão pra cima.
— Bom... vou tomar um banho agora... — disse Florencia enquanto pegava a roupa limpa que ia vestir com a mão que não tinha sêmen.
Martín suspirou, extremamente satisfeito, e deu tchau pro Agus antes de ir dormir. Olhou pra calcinha fio dental dele pela última vez e se mandou pro quarto descansar. Agustina também foi pra cama.
Assim que Florencia entrou no banheiro, lavou a mão cheia de porra do irmão, se despiu e entrou no chuveiro. Na banheira já quentinha debaixo da água do chuveiro, pegou o sabonete e passou no corpo todo, com atenção especial na buceta. Ensaboou bem a ppk e a raba, se esfregando com o sabonete. Claro que ter batido uma pro irmão tinha deixado ela muito excitada. Largou o sabonete de lado e procurou o buraquinho da raba, ainda em pé, levando uma mão pra trás. Achou e se massageou o cu com um dedinho. Depois, se deitou na banheira e ficou esfregando o clitóris, tentando gozar, até chegar ao orgasmo.
Saiu do banho, se secou, se vestiu e foi direto pro quarto dormir. Tava muito cansada. Vestiu uma calcinha fio dental branca, que numa outra ocasião, Martín tinha enchido de porra quente.
Entrou no quarto, enquanto se deitava na cama, no escuro. Agustina ouviu ela se deitar, na escuridão do quarto, já as duas deitadas nas camas:
— Você se tocou? — perguntou Agustina.
— Como sabe? — respondeu Florcha.
— Imaginei que você tava excitada depois de fazer aquela punheta pra ele. masturbação. Não quero nem imaginar como você se molhou… Comigo aconteceu a mesma coisa.
-É… fiquei muito punheteira esses dias, mano…
-Hahahaha. Eu também! Tô mais punheteira do que nunca…
As duas riram, no escuro do quarto.
-Pensar que as calcinhas que a gente tá usando agora estavam cheias de porra dele… -Disse Florcha.
-E ele passou o pau inteiro nelas! -Respondeu Agustina.
-Meu Deus! Bom… chega, senão vou ficar com tesão de novo!
-Hahaha. Que putas que a gente é, mano.
-Muito porcas.
Elas riram de novo. Depois de um tempo, dormiram.
Martín também dormiu sozinho no quarto dele.
Aquele domingo tinha começado muito chato, mas terminou do melhor jeito.
:::
As ações tinham seguido seu curso, aos poucos. Martín nunca imaginou tudo o que estava acontecendo. Meses antes, dividir coisas com as irmãs era algo chato. Quando ainda as via como irmãs, quando não despertavam nele nenhum sentimento quente nem nada do tipo. Brigava com elas toda hora. Agora tudo era diferente. As irmãs agora eram as duas garotas mais lindas e gostosas do planeta. E moravam com ele. Não teve tempo de pensar, ou perceber quando tudo mudou tão de repente. A vida em família sempre foi normal, as irmãs nunca despertaram nele nenhum tipo de atração, nem nada.
Mas naquele dia frio de inverno, quando pela primeira vez ele mexeu na roupa das irmãs no banheiro, vendo as calcinhas molhadas ali, e sentindo o cheiro de buceta… tudo começou a mudar claramente. Esse foi o passo que mudou tudo. Ele não batia mais punheta pensando nas coleguinhas da escola. Começou a ficar com tesão com a roupa íntima das irmãs, batendo punheta com elas. E aí começou a ver as irmãs de outro jeito. Elas começaram a dar tesão nele, as calcinhas delas, ele começou a reparar mais nos corpos delas… e já foi gostando delas como se fossem garotas normais, até chegar no ponto atual, onde o que mais dá tesão nele são elas duas. com o adicional de saber que eram suas irmãs, algo muito proibido, que o excitava ainda mais.
Durante vários anos, seus amigos o zoavam sempre que podiam por causa de suas irmãs mais velhas. Elas eram o sonho de todos os garotos do bairro. Sempre repetiam como elas eram gostosas, que suas irmãs eram as minas mais lindas da cidade, que a Agustina tinha peitões, que a Florencia tinha uma raba enorme e perfeita, etc. Até alguns amigos do Martín, quando iam na casa dele, ficavam o tempo todo de olho pra ver se alguma das minas aparecia pela casa.
O garoto se cansou de ouvir dos amigos as frases “tua irmã tem uma raba do caralho”, “suas irmãs arrasam o chão”, “não é possível que sejam tão gostosas”, “que vontade de comer suas irmãs”.
Martín sempre tentava não dar bola, não entendia por que falavam tanto aquilo, e isso o irritava pra caralho. Agora ele entendia. Percebeu o quanto suas irmãs eram gostosas.
De alguma forma que nem ele mesmo acreditava, tinha chegado ao ponto de ver os peitos da Agustina, de apalpar eles, de comer as duas com a roupa no corpo, e de receber uma punheta de cada uma. Sem contar que elas mesmas davam pra ele as calcinhas e fio-dental molhados, tirados na hora, pra ele bater uma e encher de porra.
Ele tinha esquecido de tudo. As minas da escola, as professoras, o pornô na internet, tudo. A única razão pela qual vivia era ir pra escola, fazer a lição, estudar, e fazer umas safadezas com as irmãs. Tava quase o tempo todo com o pau duro. Tinha passado de bater umas punhetas entediantes vendo pornô, pra fazer de tudo com as irmãs, em pouco tempo. Era uma mudança da porra.
Seu maior desejo, naquela idade, era deixar de ser virgem. Muitos dos seus colegas já se gabavam e exibiam peito por já terem comido alguém.
Tudo que tinha acontecido era muito bom… e tudo que ele tinha visto: as calcinhas, os peitos, as rabas de fio-dental… mas ele queria muito mais. O que ele mais queria, o que mais o deixava com o pau duro, era que algum dia pudesse ver a buceta de alguma das irmãs dele. Só de pensar… já ficava dura que nem um mastro. Imaginar ver a parte mais proibida e gostosa do corpo de uma garota, e ainda por cima das próprias irmãs, duplamente proibido… isso deixava ele louco. Ele se imaginava um dia metendo o pau quente dele na buceta molhada e delicada de alguma das irmãs… e pensava que aquilo seria supremo. Nem ideal, nem super, nem perfeito. Seria supremo.
Mas faltava muito para uma coisa dessas acontecer, e claro, no fundo ele sabia que aquilo nunca ia rolar.
Pelo lado das garotas, as sensações eram um pouco diferentes, mas no geral parecidas. A Florencia estava dando os primeiros passos no sexo, conhecendo os prazeres, o próprio prazer ela já tinha descoberto há um tempinho, mas agora começava a praticar com caras, o que nunca imaginou na vida, era que ia ser com o irmãozinho mais novo. Ela tinha visto um pau pela primeira vez, tinha feito a primeira punheta, e tudo tinha sido uma delícia. Embora até aquele momento, nenhum cara tinha encostado um dedo nela. Sem dúvida que foi uma virada de chave ter pego o irmão, naquela tarde-noite, no banheiro, se masturbando com a calcinha molhada na mão. Até aquele momento, a vida sexual dela era sempre a mesma coisa: ela se tocava no clitóris na cama ou no banheiro, imaginando transar com algum gato do bairro, só isso.
Depois de pegar o irmão ‘com a mão na massa’, na hora ela ficou puta, naturalmente, mas com o passar dos dias, o garoto convenceu ela, e ela se convenceu de que não era tão ruim assim. E até começou a gostar. Quando soube que o irmão cheirava as calcinhas dela e se masturbava com elas, no fundo isso a excitava. Agora todo dia ela ficava mais molhada pensando no que o irmãozinho ia fazer depois com as calcinhas úmidas e cheias de lubrificação vaginal.
Acabou resultando em toda aquela situação com a outra irmã dela, por um descuido, tendo contar tudo para ela. Por sorte, a Agustina levou numa boa. E a partir daí, ela foi dando passos que nunca imaginaria dar com eles.
Dar as calcinhas recém-usadas para o irmão dele encher de porra já era algo que ela nunca imaginou fazer, claro. Se mostrar de lingerie para ele, ela gostava; ver como o garoto ficava excitado olhando para ela a fazia se sentir muito bem. Embora nunca vá admitir, ela sentiu ciúmes quando a Agustina contou que tinha batido uma punheta para o Martín, enquanto ele apalpava um peito dela. Ela se sentiu ciumenta e quis aprender a bater uma punheta para um garoto. Não conseguia descrever o tesão que foi tocar na pica do moleque e masturbá-lo até tirar toda a porra dos ovos dele. Em pouco tempo, ela tinha feito todas essas coisas com um garoto pela primeira vez, e era o irmão dela. Até tinha provado e engolido o sêmen dele. Há poucos meses, ela achava que tudo isso era uma putaria nojenta.
Agora, toda vez que coloca uma calcinha, não consegue evitar ficar com tesão ao pensar que o irmãozinho dela tinha lambuzado ela de porra quente, de esperma gostoso… e que tinha passado ela naquela pica dura toda… pensar nessas coisas a deixava molhada e excitada. Às vezes pensava nisso e não acreditava como uma garota estudiosa e decente como ela tinha se tornado tão puta e safada, tendo que se tocar no clitóris todo dia para aliviar o tesão que toda essa situação tão mórbida causava nela.
Pelo lado da mais velha, a Agustina, já desde pequena se masturbava com frequência. Depois vieram os namorados, só alguns, mas ela já tinha bastante experiência com sexo, depois de transar várias vezes, embora não muitas, com os namorados dela.
Com tudo o que ela começou a ensinar sobre sexo para os irmãos, logo percebeu que fazer essas coisas com eles gerava um tesão especial nela. Por ser tão proibido, por ser tão malvisto pela sociedade, por ser tão obscuro… ela notava na situação algo muito prazeroso.
O irmãozinho dela, por apoiá-la Sobre a roupa, mostrar a pica, ou pegar na teta dela, deixava ela muito mais molhada do que o namorado. Fazia muito tempo que ela não ficava tantos dias tão tesuda, talvez desde a adolescência. Molhar as calcinhas fio-dental do jeito que tava molhando, fazia tempo que não acontecia. Ela tinha descoberto uma sensação nova, brincar com os irmãos de coisas proibidas, isso matava ela de tesão e prazer.
Adorava quando o irmão pedia a calcinha fio-dental dela, ficava toda molhada pra ele, nem quando transava com o namorado ficava tão molhada. E pra piorar, com o Javier, o namorado, a coisa não tava lá essas coisas. Ela amava ele, mas na hora do sexo, não encaixava tão bem. Agustina nunca ficava satisfeita depois de transar com o namorado. Ele gozava rápido e dormia, enquanto ela ficava toda tesuda. Às vezes nem isso, transava por obrigação e quase não ficava molhada.
Agora ela percebia que com o irmão, e com a Florcha, a situação era completamente diferente. Sentir a buceta bem melada era algo que ela queria sentir todo dia. E com a situação com o Martín e a irmã dela, isso era possível.
Mas tinha uma coisa que as duas compartilhavam: o mesmo sentimento. As duas sabiam que tinham passado dos limites, que uma garota não devia fazer essas coisas com o irmão, que não era ético, que era imoral. Uma coisa que seria impossível de explicar pra uma mulher decente.
Fazer todas essas putarias com o irmão mais novo tinha revolucionado elas sexualmente, estavam mais punheteiras do que nunca, mas o lado racional pedia juízo, e ter feito essas coisas era quase inadmissível, mas elas não conseguiam se segurar.
Agustina já tinha dito pro garoto que era a única punheta que ia dar na vida dele, só dessa vez. Florencia deu só pra aprender a bater punheta num cara, ela também tinha certeza que uma coisa dessas não podia se repetir, por mais que tivesse adorado.
:::
Já amanhecia segunda-feira de manhã, isso significava que era hora de voltar pras Obrigações bem cedo. O calorzinho já tava pegando e deixava tudo mais suave.
Martim e Florença foram pra escola, Agustina pra faculdade, e a mãe pro trabalho.
Depois que a manhã passou e os meninos chegaram em casa ao meio-dia, Martim almoçou e foi tirar um cochilo. Tava muito cansado por algum motivo. Florença foi pro inglês, e lá pela metade da tarde, Agustina chegou em casa, depois de um dia puxado na faculdade.
A irmã mais velha lanchou alguma coisa, trocando mensagem com o namorado, cada vez ele falava menos com ela. Bateu uma vontade de fazer xixi, e ela foi pro banheiro. Desabotoou a calça jeans, e puxou ela pra baixo junto com a fio dental até a metade das coxas. Sentou no vaso e começou a sair xixi da buceta dela.
Enquanto isso, Martim acordou da soneca. Saiu pelo corredor bocejando, percebendo que também tava com vontade de mijar. Foi até a porta do banheiro, que tava entreaberta, viu que a luz tava apagada, então entrou. Abriu a porta e entrou. Só aí percebeu que a irmã dele tava lá!!!!
— O que cê tá fazendo, mano?!? Sai!!! — Gritou Agustina assim que viu ele.
— Desculpa!… não sabia que cê tava aí.
— Bate na porta antes de entrar, seu bobinho.
— Tá, mas como a luz tava apagada, achei que não tinha ninguém… não é pra tanto, irmãzinha…
Martim continuava parado do lado dela, sentada no vaso fazendo xixi.
— Não é pra tanto?? Vai me ver pelada!
— Se não tô vendo nada!
O menino olhou pras pernas dela, ela tinha a calça jeans puxada até as coxas, e ele conseguia ver uma coisinha rosa ali, era a fio dental. Mal via um pedacinho das coxas dela, porque a camiseta que a Agus tava usando não deixava ver mais nada pra baixo.
Ele ouvia o jato de xixi da irmã e o moleque ficou um pouco excitado. Por algum motivo, achou muito tesudo ver a irmã mijando.
— Tá, então sai! — Repetiu Agustina.
— Por quê? Não vai me deixar ver?
— Tô mijando, idiota!
— Haha, eu sei! Adoro te ver assim!
— Não seja porco.
— Olha como fica me pôs Agus.
Agustina olhou pro volume dele e notou que tava durinho, como de outras vezes.
Martín foi mais longe, excitado pela situação, e porque não tinha ninguém em casa, abaixou o short e a cueca, puxando a piroca já dura pra fora, mostrando ela inteira pra irmã.
Agustina terminou de mijar, enquanto continuava sentada no vaso, agora vendo a piroca do irmãozinho.
— O que cê tá fazendo?
— Cê faz uma punheta pra mim? — perguntou o menino, oferecendo a piroca.
— Ei! O que eu te falei ontem?
— Mas...
— Nada de "mas", irmãozinho, deixei bem claro que aquela punheta foi a única que eu ia te dar, foi coisa de um dia. Cê não vai querer que eu te bata punheta todo dia...
— Ufaaa. Quero que cê me bate uma punhetinha...
Agustina pegou um pedaço de papel higiênico e enfiou entre as pernas, passando na buceta, se limpando.
O menino adoraria ter visto alguma coisa, mas era impossível. Só ficava mais excitado vendo uma gostosa mijando a poucos metros dele.
A garota ainda sentada, subiu a calcinha fio dental assim, pra não mostrar nada pro irmão. Pra subir a calça jeans, teve que se levantar, e nessa hora Martín aproveitou pra ver a calcinha fio dental e um pouco da raba.
Agustina deu descarga, e antes de subir a calça jeans, o irmão perguntou:
— Espera!! Não sobe a calça não, cê me deixa ver sua calcinha fio dental um minuto, Agus?
— ...Tá bom... mas só um pouquinho, hein!
— Valeu! Cê é muito linda!
Agustina ficou de frente pro irmão, mostrando a calcinha fio dental rosa choque, com a calça jeans nos joelhos. Olhava pra piroca dura do irmão sem piscar.
Martín tocou a própria piroca com dois dedos só, vendo a calcinha fio dental da irmã mais velha no banheiro. Ficava linda naqueles coxões gordinhos e finos. Que deusa que ela era.
— ...Já foi? — perguntou a garota.
— Me deu muita vontade de cheirar sua calcinha fio dental!
— Tá bom, quando eu tomar banho eu te dou.
— Cê não deixa agora?
Martín ficou louco de tesão, enquanto da cabeça da piroca escorria o líquido viscoso, molhando o prepúcio dele.
- Agora? - perguntou a irmã dele.
- ..Sim… deixa eu cheirar sua buceta, irmãzinha… por favor.
A Agustina já começava a sentir os lábios de baixo pulsando.
- Você gosta tanto do cheiro da minha buceta?
- Siiiiim.
- Bom, pra você ver que sou boa com você, e que não fica reclamando… cheira ela.
O Martín imediatamente se ajoelhou no chão, se ajoelhando na frente da irmã. Ele aproximou o rosto da buceta e começou a sentir o cheiro que vinha de baixo daquela calcinha fio dental. Logo percebeu, como sempre.
A adolescente tinha acabado de mijar, e ele estava cheirando a buceta dela.
A garota ficou parada, olhando o irmãozinho cheirando a buceta dela de perto. Não conseguiu evitar ficar excitada. O corpo dela foi esquentando, sentindo aquele calorzinho típico no corpo todo. Se sentir tão safada a deixava a mil.
O Martín tinha uma tentação enorme de esticar a língua e dar uma boa lambida na calcinha fio dental, na região da buceta. Mas se segurou.
- Bom, acho que já deu, né?
- Ok… muito obrigado, Agu! Sério.
- De nada… que irmãozinho pervertido que eu tenho!
- Kkkk.
O rapaz se levantou, com o pau super duro, enquanto a irmã subia a calça jeans.
- Você vai bater uma? - perguntou a Agustina pro irmão, enquanto olhava praquele pau bem gordinho e inchado.
- Não… vou segurar até a noite… quando você me der a calcinha fio dental! Você promete que vai me dar?
- Kkk, sim, bobinho. Tenho que ler uns apontamentos da faculdade, depois disso vou tomar banho, que tenho que sair com uma amiga.
- Valeu!
- Kkk… de nada.
O Martín enfiou como pôde o pau duro dentro da cueca, subiu o short, e ficou uma coisa enorme, a Agustina ria dele. Os dois saíram do banheiro.
O Martín ficou na cozinha comendo um lanche, enquanto a Agustina pegou os apontamentos e foi pro quarto dela, se deitou na cama pra ler. De novo o irmão dela tinha feito ela se molhar. Já sentia a bucetinha meio viscosa. Tentou se concentrar na leitura.
Pouco depois, Florencia chegou em casa, da aula de inglês. Cumprimentou o irmão com um beijo na bochecha, estava meio suada, fazia muito calor. Dava pra ver o rosto e o cabelo meio úmidos de suor.
Foi até o quarto, onde encontrou Agustina lendo. Florcha tirou a camiseta, suspirando depois de ter andado tantas quadras com o sol forte. Tirou a calça jeans preta que estava usando e vestiu uma legging curta que ela adorava, esportiva, que ia até as coxas, bem fresquinha. Na parte de cima, ficou só de sutiã. Estava com calor.
Abriu a pasta da escola, procurou as folhas de matemática e começou a revisar todos os temas, porque a prova final era no dia seguinte.
Começou a revisar tudo o que tinha estudado com o irmão nos dias anteriores. Ficou um tempão sentada na cama dela, enquanto lia.
Um pouco depois, a garota mudou de posição pra ficar mais confortável. Se ajoelhou na borda lateral da cama, quase ficando de quatro, inclinada pra frente, lendo as anotações. Apoiou os braços na cama, e assim, ajoelhada quase de quatro, a bunda dela ficava meio empinada. Agustina conseguia ver claramente a raba da irmã da cama dela, um pouco mais e quase que ela tava pedindo pra ser comida do jeito que tava ajoelhada na borda da cama, inclinada pra frente lendo, e com o rabo empinado. Tava muito confortável assim.
Ficou nessa posição, e depois de alguns minutos, chamou o irmão pra entender algo que tinha escapado dos exercícios.
— Martiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim!!!!! — Gritou Florcha chamando ele.
— QUEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE De sutiã e legging, ajoelhada na cama quase de quatro.
— O que foi, Flor?
— Me ajuda com esse exercício… esqueci como resolvia!!!!
Martín sentou do lado de Florencia, que continuou na mesma posição. Olhou o exercício e ensinou de novo como fazia, enquanto explicava, de vez em quando olhava disfarçadamente os peitos dela, vendo o sutiã branco que ela usava.
— Valeu, maninho, você é um gênio!
— De nada.
O garoto terminou de explicar e a mina entendeu. Pegou um lápis e começou a fazer os exercícios pra praticar. Enquanto isso, o cara ficava olhando a raba da irmã, sem falar nada. Também as costas completamente de fora. A única coisa que tinha nas costas era a tira do sutiã.
Martín, um tempinho depois, se levantou, enquanto Florencia continuava fazendo os exercícios. O cara olhou a bunda dela de perto, coberta por aquela legging preta apertada, como marcava toda aquela rabuda gostosa era incrível.
O cara já tava excitado fazia uma hora, com o que rolou com Agustina no banheiro, depois de cheirar a buceta dela.
Ver a raba da Florencia assim, quase de quatro, deixou ele duro na hora.
Martín se colocou atrás da Flor, com o pacote apontando direto pro cu da irmã.
Assim, dura e empinada do jeito que tava, ele chegou mais perto dela e encostou a pica toda na raba.
— Esse exercício deve ser o mais difícil… como é complicado! — disse Florencia, sentindo a pica do irmão contra a bunda, enquanto pensava em como resolver o problema de matemática.
Martín não falou nada… ficou encostando ela toda. Logo começou a comer ela com a roupa, se movendo pra trás e pra frente devagar, dando empurrões com a pica prestes a explodir por baixo do short e da cueca, apertando contra a rabuda gostosa na legging da Flor.
Agustina tava vendo tudo da cama dela, que ficava a poucos metros, só um espaço separava as duas camas. Olhava atenta como o irmãozinho dela parado atrás da Florencia, tava comendo ela com ela ajoelhada na beira da cama, fazendo exercício de matemática. Ela largou os apontamentos da faculdade de lado e ficou só olhando como o Martín apoiava a pica na bunda da irmãzinha dela. Começou a molhar a calcinha fio dental.
A Florencia sentia o irmão atrás pressionando ela, mas não tava dando muita bola naquele momento, queria se concentrar nos exercícios.
O Martín ficou muito tesudo, e com a passividade da irmã, colocou as duas mãos nas cadeiras da mina. Pegou o elástico da legging e baixou um pouquinho, conseguindo ver a tira da calcinha fio dental branca que a Florencia tava usando. Adorou, e ficou ainda mais tesudo.
Como via que a Florencia não falava nada, começou a baixar a legging com as duas mãos, até que baixou até as coxas, deixando à mostra toda a bunda da irmã, pelada, com a calcinha fio dental branca enfiada entre as nádegas, cobrindo muito pouco.
— Quem te deu permissão pra baixar minha legging? — Falou a Florcha.
O Martín não respondeu, continuou na dele. Já tava olhando a bunda dela só de calcinha fio dental, puta merda! Tava tão gordinha, aquela raba era tão grande que ele não podia acreditar. E assim quase de quatro, ajoelhada na cama com a bunda empinada. Olhou mais pra baixo, por onde o tecido sumia, e dava pra ver os lábios da buceta inchados na calcinha fio dental… notando levemente a racha no meio. Uff. O moleque achava que ia morrer.
A Florencia continuou na dela, fazendo o exercício, escrevendo com o lápis. Achava que o irmão só tava olhando a bunda dela como tinha feito tantas vezes.
O Martín não aguentou mais. Baixou devagar o short e a cueca, sem fazer barulho, ainda parado atrás da Florcha, com a bunda a poucos centímetros. Baixou tudo até os tornozelos, já com a pica no ar. Virou a cabeça e olhou pra trás, pra Agustina. Ela olhava pra ele e sorria. A Agustina também não aguentou mais, e desabotoou o jeans, sem baixar, enfiou a mão. Uma mão por dentro, se acariciando o púbis por cima da calcinha fio dental.
O garoto segurou a pica dura com três dedos pela base, e se posicionou bem atrás da Florcha.
Apontou a pica direto pro cu da irmã. Aproximou, e roçou a cabecinha da pica na calcinha fio dental, no meio das nádegas.
Ela estremeceu. Que gostosa que era! Ele puxou o prepúcio pra trás, e passou a glande vermelha e molhada pela calcinha fio dental de novo, dessa vez foi gostoso. Se afastou, e viu que deixou um pouco de líquido pré-seminal na calcinha.
Florencia sentiu na hora que alguma coisa tava roçando a calcinha dela, sentiu o contato na bunda, no meio das nádegas…
— O que você tá fazendo? — Perguntou Florcha, virando a cabeça pra trás.
Ela viu o irmão sem short, com uma mão na pica, descoberta, dura e empinada.
— Ia me comer de verdade mesmo!!!
— Não, idiota… só rocei um pouquinho na sua calcinha…
— Não acha que já é demais??? Tá passando dos limites!!
— Não tem nada, burra… não vou te comer!
Florencia suspirou, e voltou a se concentrar no exercício de matemática. Pegou o lápis de novo, e pensava arduamente em como resolver, tava decidida a terminar, a prova era importantíssima amanhã, tava jogando a vaga na faculdade.
O irmão dela se aproximou de novo, segurando a pica, e enfiou a ponta no meio da bunda, entre as nádegas, por cima da calcinha fio dental. Florencia sentiu estranho, mas deixou. Naquela hora, começou a ficar excitada.
O garoto tirou a pica, e enfiou de novo ali, agora mais fundo, enterrando um pouco nas bandas da bunda, sujando toda a calcinha fio dental com a pica babada e quente.
Florcha continuava escrevendo na folha, pensando nas duas coisas: no exercício, e na pica do irmão bem dura e quente na bunda dela. A buceta foi ficando molhada, umedecendo a calcinha fio dental.
O garoto agora passava a pica por toda a calcinha fio dental, enchendo ela com aquele líquido viscoso que saía da cabecinha inchada. Com Os dedos dele, desde a base do pau, batiam uma punheta na racha da Booty dela. Passava direto na pele, esfregando a cabecinha molhada nas bandas da bunda.
O Martín tava naquele pico de excitação, morrendo de vontade de puxar a fio dental dela pra baixo e meter com tudo na pussy, até o fundo, e desvirgar ela. Bom, e ele também ia se desvirgar. Mas se segurava como podia… fazer aquilo podia trazer tanta merda que até dava medo.
A Agustina, da cama dela, olhava hipnotizada. Já tinha metido a mãozinha direto na pussy, tava se tocando no clitóris vendo o irmão passar a cock na Booty da irmã dela!!! Tava excitadíssima, batendo uma ali mesmo.
A Florencia continuava escrevendo, enquanto já tinha a buceta cheia de lubrificação, molhando a fio dental. O irmãozinho ia perceber.
O Martín tocou a Booty dela com a mão e enfiou uns dedos por baixo da fio dental, entre as nádegas, pegando a calcinha cheia do líquido pré-seminal dele. Tava pronto pra puxar a fio dental e ver o buraco do cu e a pussy dela.
A Florencia já sentia que o irmãozinho ia estuprar ela. Assim que sentiu ele pegar na fio dental, largou o lápis e virou a cabeça pra trás pra encarar ele.
— HEY, CHEGA!!! Tá se aproveitando de mim!!!
Continua…
Esclarecimento 2: todos os personagens representados nesta história SÃO MAIORES DE IDADE.Capítulo XI: Sair do círculo vicioso é foda.Depois que Agustina saiu do banheiro, já satisfeita depois do orgasmo, se vestiu e Martín entrou pra tomar banho. Depois disso, os dois jantaram com a mãe. Terminando de comer, a mãe foi dormir. Agustina foi pra cama dela se deitar, e Martín ficou na sala vendo TV até o sono bater.
Já de noite, Florencia tinha ficado pra jantar na casa da amiga, e depois disso voltou pra casa dela. Por sorte as amigas não perceberam que ela tava sem calcinha por baixo daquela legging apertada... mal chegou em casa, foi pro quarto dela, onde encontrou a irmã descansando na cama.
Florcha cumprimentou ela de passagem, enquanto abria a gaveta procurando roupa pra ir tomar banho. Lembrou da peça que deu pro irmãozinho antes de sair.
— Ah, e aí, sabe o que aconteceu com minha calcinha? — Perguntou pra Agustina.
— ...Sim.. tá na máquina de lavar.
— Ok. Que... Você viu ele?
— Ver o quê?
— Não se faz. Nosso irmão... você viu ele se masturbando?
— Sim...
— Kkk, imaginei. Você pediu pra ver? Ou ele pediu pra você?
— Eu pedi pra ele... kkk, é que eu tava entediada!
— Como foi? Me conta!
— Ah...
— Fala, vaca! Foi bom?
— ...Tipo... digamos que sim.
— Não vou sair daqui até você me contar!!! Como ele fez? Tava dura? Saiu muito leite?
— Calmaaaa aí, um minuto! Bom... não é que ele tenha feito sozinho...
— Como assim... o que você quer dizer?
— Sim.. tipo... eu fiz a masturbação nele.
Florcha arregalou os olhos olhando pra ela.
— QUE?!?!
— Isso...
— Para!! Como assim você fez a masturbação nele?!?!?
— Olha... a gente veio pra cá, e no começo ele começou a bater punheta... e me disse que gostava dos meus peitos... nisso, ele percebeu que meus mamilos tavam marcando na camiseta!.. ele insistiu muito... e me perguntou se podia acariciar um pouquinho... eu falei que sim, mas só um pouquinho.
Florencia olhava atenta pra irmã enquanto ela explicava o que tinha rolado.
— Bom.. e com ele acariciando um peito meu... me deixou com muito tesão, Flor!.. ainda por cima ele tava com o pau duro De frente e de pertinho! Aí ele me pediu pra fazer uma punheta… e eu fiz! Não consegui resistir!
— Sério???
— Sim… ele tem uma rola tão linda que eu tive que tocar…
— E o que mais rolou??!!??
— Enquanto eu batia uma pra ele, ele ficava apalpando meu peito, e aí eu já tava super excitada, imagina… e ele pediu pra eu mostrar os peitos.
— E você mostrou????????
— Sim…
— Ahhh tá bom!!!! Você mostrou os peitos!?!!??
— Sim… levantei a camiseta e mostrei… e ele continuou acariciando! Bom, no final bati uma rapidinho pra ele, até ele gozar na sua calcinha… encheu ela de porra! Provei e tava uma delícia, mano!
Florencia não acreditava no que a irmã tava contando. Tava adorando ouvir tudo o que elas tinham feito.
— Você é doida! Isso tudo aconteceu mesmo?
— Haha sim, bobinha… nem sabe a punheta que eu bati no banheiro! Molhei toda a minha buceta…
— Imagino… e como é bater uma pra ele? É bom?
— Muito gostoso! Amei… ele tava tão durinho, coitado!
— Aaah… eu também quero aprender a bater uma punheta! — Disse Florcha com voz de menina mimada.
Agustina ficou olhando pra ela.
— O quê?... Quer que eu te ensine? — Perguntou Agustina.
— Siiim…. me ensina, por favor!
— Sério que quer aprender? Você não é muito novinha pra isso? — Disse Agustina zoando a irmã.
— Haha, sua puta!!! Vai, irmãzinha! Me ensina a bater uma punheta, tá? — Disse Florcha sorrindo e fazendo cara de boazinha.
— Táááá bom. Mas espera. Como é que eu vou te ensinar?
Florencia ficou olhando pra irmã, que ia ensinar ela a bater uma punheta num cara.
Agustina tirou o lençol de cima dela e sentou na cama, de frente pra irmã. Tava de sutiã e fio dental. Mandou a Florcha sentar do lado dela.
Florencia aceitou e sentou na cama ao lado da irmã semi-nua.
A mais velha começou a explicar:
— Não é tão difícil. Você pega ele assim com a mão…
Agustina mostrou o jeito clássico de mano, quando pega uma pica, enrolando ela entre os dedos.
- Assim que você tiver ela inteira na mão, você mexe pra cima e pra baixo.
- Explicou Agus enquanto fazia o movimento da punheta com a mão.
- Mas apertando? Ou suave?
- Perguntou Flor.
- Mais ou menos! Nem apertando forte nem muito suave…
- Ok.
- Tenta fazer você.
Florencia tentou imitar a posição da mão e mexer igual a irmã. Os primeiros movimentos foram meio desengonçados. A irmã dela colocou a mão por cima da dela e fez o movimento como se estivesse batendo uma punheta, ensinando.
- Viu? Assim. E se você fizer direito, com certeza em pouco tempo vai sair toda a porra.
Agustina continuava explicando pra irmã.
- Se você bater a punheta muito rápido, ele vai gozar na hora. Se fizer mais devagar, ele vai durar mais.
- E você como fez? Rápido ou devagar?
- Perguntou Florcha.
- No Martín?
- Perguntou Agustina.
- É.
- No começo devagar… depois quando mostrei os peitos, bati mais rápido.
Florencia prestava atenção nas explicações e agora tentava sozinha fazer o movimento da punheta com a mão.
Agustina aproveitava pra falar mais coisas:
- E quando você desce com a mão, desce até ver a cabecinha gorda que eles têm… que seria a glande. Você puxa a pele pra baixo e depois sobe de novo, entendeu?
- Mais ou menos.
- Ahh, e mais uma coisa. Passa saliva na mão pra deslizar melhor.
- Tipo quando a gente toca no clitóris?
- Claro! É fácil.
- E como é a sensação quando você toca?
- Perguntou Florencia.
- Quentinho… e muito duro! É lindo sentir como ele cresce quando tá na sua mãozinha.
Florcha ficou com muita vontade de bater uma punheta naquela hora e sentir as coisas que a irmã mais velha tava falando.
- Bom… aprendeu ou não?
- Perguntou Agustina.
- Acho que sim…
- Quer que eu explique de novo?
- Não, tá de boa.
- Pra aprender direito tem que botar em prática!
- É… Pena que não tenho namorado.
Agustina ficou pensando, até que teve uma ideia.
— Você não tem namorado… mas… temos um pau à nossa inteira disposição… — disse Agustina, sorrindo pra ela.
Florencia olhou pra ela.
— Chamo o cara? — perguntou Florencia.
— Fala, vamos ver se você é boa aluna… — respondeu Agustina.
As duas riram.
— Mamãe já tá dormindo? — perguntou Florencia de novo.
— Tá.
Florcha se levantou e saiu do quarto. Andou até a sala, onde o irmão dela tava vendo TV. Interrompeu ele falando da porta da sala:
— Ei, irmãozinho!
Martín, sentado no sofá, virou pra ver ela.
— Flor! O que foi?
— Pode vir um pouquinho no nosso quarto? A gente precisa de você pra uma coisa!
Na hora, Florencia foi embora e voltou pro quarto. O garoto ficou pensando pra que eles precisavam dele. Esperava que não fosse pra fazer alguma tarefa, ou algo assim. Desligou a TV, levantou do sofá e foi pro quarto das irmãs. A porta tava aberta. Entrou.
A primeira coisa que viu foram as duas irmãs em pé, esperando ele na beira da cama. Florcha tava de camiseta e leggings, enquanto Agustina tava de fio dental e sutiã… o fio dental era rosa choque, e o sutiã branco. Aquele fio dental já tinha sido cheio de porra dias atrás.
— Fecha a porta direito. — ordenou Florcha.
O garoto fechou. Assim que a porta já tava trancada, Martín se aproximou delas.
— Pra que vocês precisam de mim?
Florencia imediatamente se abaixou na frente do irmão e pegou a calça dele. Começou a puxar pra baixo, enquanto o garoto olhava atônito.
— Deixa eu fazer uma punheta em você, irmãozinho? É que quero aprender como se faz. — disse Florcha, já abaixando a cueca dele, ajoelhada na frente dele.
Martín não disse nada. Foi pego de surpresa!! Pô, que surpresa boa! A irmã dele puxou tudo até os tornozelos, e viu a rola dele ainda meio mole. Logo foi endurecendo naturalmente. Olhou para Agustina, que estava paradinha ao lado da Florcha, e viu os peitões dela cobertos pelo sutiã… que ele já tinha apalpado naquela tarde! A pica dele ficou dura pra caralho enquanto a Florcha via ele parar na frente da cara dela. Que gostosas as duas.
— Que pinto lindo! Posso? — Perguntou a Florcha, olhando pro irmão de baixo, agachada, prestes a pegar na pica dele.
Martim balançou a cabeça dizendo que sim. Engoliu seco. Ainda não conseguia acreditar no que tava rolando. Só ficou quieto, sem perguntar nada.
— Fica quieto que a mamãe tá dormindo. — Disse a Florcha.
Florença colocou a mãozinha em volta da pica dura do irmão e segurou ela inteira. A primeira sensação foi foda, sentiu ela tremenda dura e quente.
Enquanto a Agustina olhava, a Florcha começou a mexer a mão. Começou a bater uma punheta pro irmão.
— Irmãozinho, me fala se eu te machucar ou te incomodar, tá? É a primeira vez que eu bato uma punheta. — Disse a Florença, com a pica na mão.
Martim concordou, já claramente excitado.
Bem devagar, ela mexia a pele da pica como a irmã mais velha tinha ensinado. Em segundos, puxou o prepúcio todo pra trás, deixando a cabecinha já gordinha e excitada do garoto à mostra.
— Assim, Agus? — Perguntou a Florença.
— Isso! Passa cuspe na mão pra fazer melhor. — Respondeu a Agustina.
A Florcha obedeceu e cuspiu na mão, pra voltar a pegar na pica do irmão mais novo.
Passou a mão pela primeira vez, sentindo a diferença enorme, como a mãozinha deslizava sobre o tronco duro do garoto.
Tava gostando pra caralho de puxar a pele pra trás e ver a cabecinha vermelha, inchadinha e babada… continuava masturbando o irmão, devagar, descendo e subindo a mão cheia de cuspe na pica.
— Tá gostando, gato? — Perguntou a Agustina, enquanto olhava.
— Siiim.
— Depois da punheta que eu te bati essa tarde, ainda tem porra nesses ovinhos? — Perguntou a Agustina.
— …Sim. Agus... —respondeu Martín, com a voz baixa, excitadíssimo com as perguntas da irmã mais velha, que ainda por cima estava de fio dental.
—Beleza Flor, agora tira a porra dele como eu te ensinei. —disse Agustina.
E o que dizer da Florencia, que enquanto batia uma pra aquela bela rola dura, percebia como começava a molhar a buceta.
Florencia sabia que se batesse rápido, como a irmã tinha ensinado, ele ia gozar. Aumentou a velocidade, mais rápido. Enquanto fazia a punheta agora mais acelerada, olhava pro irmão tentando ver se ele tava gostando. Entendeu pela cara de tesão que o garoto tinha que sim. Tava indo bem.
Martín sentiu que ia explodir.
—Ahhhhhhh… vou gozar, Flor.
Florencia continuou batendo pra ele assim rápido, subindo e descendo a mão inexperiente pelo tronco do garoto, cobrindo e descobrindo a cabecinha da rola, tudo cheio de baba.
Instantaneamente, sentiu a rola do irmão dar uma leve mudada e ficar tensa, Martín começou a suspirar e resfolegar, e imediatamente saiu o primeiro jato de porra.
—AHHhhhhhhhhhhh……… mmmmmmmmmhhhhhh —gemeu Martín baixinho, enquanto Florcha espremia a rola dele.
Assim que sentiu o líquido quente sair e se espalhar na mãozinha, Florcha parou a punheta. Agustina viu:
—Continua, burra! Não para!! Bate rápido assim pra tirar toda a porra dele!
Florencia obedeceu e voltou a bater uma bem rápido, enquanto os outros jatos de porra quente saíam da rola do irmão. Tava ordenhando ele.
Parte da porra caiu no chão, e outra parte ficou na mão da Florcha, com quem tava batendo a punheta.
Assim que parou de sair porra, Florencia olhou pro irmão… ele tava muito satisfeito, dava pra ver na cara dele. Se sentiu super bem por ter feito a primeira punheta e ter sido tão boa! Além do garoto ter adorado, ela gostou muito mais. Já sentia a calcinha molhada pela buceta virgem.
Ela se levantou, enquanto olhava pro esperma quentinho do irmão dela na mão inteira. Mostrou pra Agustina.
—Quero! Me dá? — perguntou Agustina, sorrindo pra ela.
—Kkkkk.
Florcha riu, enquanto aproximava um dos dedos cheios de porra grossa da irmã. Agustina se inclinou um pouco e meteu o dedo de Florencia na boca, chupando todo o leite que tinha. Tirou o dedo apertando com os lábios e engoliu a porra.
—Prova! Vai, tá morno já! — disse Agustina pra irmã.
Florencia fez o mesmo, enfiando um dedo inteiro na boca, lambuzado de porra morna recém-ordenhada do irmãozinho mais novo. Provou o sêmen e tentou engolir. Conseguiu... embora não tenha sentido um gosto específico.
Agustina pediu de novo pra irmã, que aproximou a mão, enquanto a mais velha metia outro dedo de Florcha na boca, passando a língua e engolindo porra.
Martín ficou olhando pra elas, babando depois de gozar, com a piroca pendurada já mole e cheia de porra e saliva. Deus! Era tão lindo ver as irmãs chupando os dedos e engolindo o leite dele!
—Muito bom pra primeira punheta, irmãzinha — disse Agustina pra Florcha, que sorria.
Florencia ficou com os dedinhos limpos, mas não a palma da mão, que estava coberta de porra já fria e agora grudenta.
—Que bagunça no chão! — falou Florcha, olhando a porra que tinha caído.
Agustina já tinha tido uns namoradinhos, mas nenhum soltava tanta porra assim. Ela se surpreendia toda vez que via como o irmãozinho dela gozava tanto, e ainda mais depois de ter batido uma pra ele horas antes. Isso a excitava pra caralho.
—Bom... vou buscar algo pra limpar essa sujeira — disse Florencia enquanto saía do quarto, abrindo a porta com cuidado pra não fazer barulho e não acordar a mãe.
A garota foi até o tanque pegar um pano, molhou na torneira e voltou pro quarto.
Ela se ajoelhou no chão e foi passando o pano úmido pelo piso, limpando os restos de sêmen que tinha caído. Depois de deixar ele brilhando, ela se levantou e olhou pro irmão. Baixou o olhar até a rola e se inclinou na direção dele.
— Quer que eu limpe? — perguntou Florencia pro irmãozinho.
Martín não entendeu. Florencia começou a passar o paninho na rola do garoto, limpando toda a baba e o sêmen que estavam grudados.
— Valeu — disse Martín.
— De nada!
Já com a rola limpinha, Florencia puxou a cueca e a calça do irmão pra cima.
— Bom... vou tomar um banho agora... — disse Florencia enquanto pegava a roupa limpa que ia vestir com a mão que não tinha sêmen.
Martín suspirou, extremamente satisfeito, e deu tchau pro Agus antes de ir dormir. Olhou pra calcinha fio dental dele pela última vez e se mandou pro quarto descansar. Agustina também foi pra cama.
Assim que Florencia entrou no banheiro, lavou a mão cheia de porra do irmão, se despiu e entrou no chuveiro. Na banheira já quentinha debaixo da água do chuveiro, pegou o sabonete e passou no corpo todo, com atenção especial na buceta. Ensaboou bem a ppk e a raba, se esfregando com o sabonete. Claro que ter batido uma pro irmão tinha deixado ela muito excitada. Largou o sabonete de lado e procurou o buraquinho da raba, ainda em pé, levando uma mão pra trás. Achou e se massageou o cu com um dedinho. Depois, se deitou na banheira e ficou esfregando o clitóris, tentando gozar, até chegar ao orgasmo.
Saiu do banho, se secou, se vestiu e foi direto pro quarto dormir. Tava muito cansada. Vestiu uma calcinha fio dental branca, que numa outra ocasião, Martín tinha enchido de porra quente.
Entrou no quarto, enquanto se deitava na cama, no escuro. Agustina ouviu ela se deitar, na escuridão do quarto, já as duas deitadas nas camas:
— Você se tocou? — perguntou Agustina.
— Como sabe? — respondeu Florcha.
— Imaginei que você tava excitada depois de fazer aquela punheta pra ele. masturbação. Não quero nem imaginar como você se molhou… Comigo aconteceu a mesma coisa.
-É… fiquei muito punheteira esses dias, mano…
-Hahahaha. Eu também! Tô mais punheteira do que nunca…
As duas riram, no escuro do quarto.
-Pensar que as calcinhas que a gente tá usando agora estavam cheias de porra dele… -Disse Florcha.
-E ele passou o pau inteiro nelas! -Respondeu Agustina.
-Meu Deus! Bom… chega, senão vou ficar com tesão de novo!
-Hahaha. Que putas que a gente é, mano.
-Muito porcas.
Elas riram de novo. Depois de um tempo, dormiram.
Martín também dormiu sozinho no quarto dele.
Aquele domingo tinha começado muito chato, mas terminou do melhor jeito.
:::
As ações tinham seguido seu curso, aos poucos. Martín nunca imaginou tudo o que estava acontecendo. Meses antes, dividir coisas com as irmãs era algo chato. Quando ainda as via como irmãs, quando não despertavam nele nenhum sentimento quente nem nada do tipo. Brigava com elas toda hora. Agora tudo era diferente. As irmãs agora eram as duas garotas mais lindas e gostosas do planeta. E moravam com ele. Não teve tempo de pensar, ou perceber quando tudo mudou tão de repente. A vida em família sempre foi normal, as irmãs nunca despertaram nele nenhum tipo de atração, nem nada.
Mas naquele dia frio de inverno, quando pela primeira vez ele mexeu na roupa das irmãs no banheiro, vendo as calcinhas molhadas ali, e sentindo o cheiro de buceta… tudo começou a mudar claramente. Esse foi o passo que mudou tudo. Ele não batia mais punheta pensando nas coleguinhas da escola. Começou a ficar com tesão com a roupa íntima das irmãs, batendo punheta com elas. E aí começou a ver as irmãs de outro jeito. Elas começaram a dar tesão nele, as calcinhas delas, ele começou a reparar mais nos corpos delas… e já foi gostando delas como se fossem garotas normais, até chegar no ponto atual, onde o que mais dá tesão nele são elas duas. com o adicional de saber que eram suas irmãs, algo muito proibido, que o excitava ainda mais.
Durante vários anos, seus amigos o zoavam sempre que podiam por causa de suas irmãs mais velhas. Elas eram o sonho de todos os garotos do bairro. Sempre repetiam como elas eram gostosas, que suas irmãs eram as minas mais lindas da cidade, que a Agustina tinha peitões, que a Florencia tinha uma raba enorme e perfeita, etc. Até alguns amigos do Martín, quando iam na casa dele, ficavam o tempo todo de olho pra ver se alguma das minas aparecia pela casa.
O garoto se cansou de ouvir dos amigos as frases “tua irmã tem uma raba do caralho”, “suas irmãs arrasam o chão”, “não é possível que sejam tão gostosas”, “que vontade de comer suas irmãs”.
Martín sempre tentava não dar bola, não entendia por que falavam tanto aquilo, e isso o irritava pra caralho. Agora ele entendia. Percebeu o quanto suas irmãs eram gostosas.
De alguma forma que nem ele mesmo acreditava, tinha chegado ao ponto de ver os peitos da Agustina, de apalpar eles, de comer as duas com a roupa no corpo, e de receber uma punheta de cada uma. Sem contar que elas mesmas davam pra ele as calcinhas e fio-dental molhados, tirados na hora, pra ele bater uma e encher de porra.
Ele tinha esquecido de tudo. As minas da escola, as professoras, o pornô na internet, tudo. A única razão pela qual vivia era ir pra escola, fazer a lição, estudar, e fazer umas safadezas com as irmãs. Tava quase o tempo todo com o pau duro. Tinha passado de bater umas punhetas entediantes vendo pornô, pra fazer de tudo com as irmãs, em pouco tempo. Era uma mudança da porra.
Seu maior desejo, naquela idade, era deixar de ser virgem. Muitos dos seus colegas já se gabavam e exibiam peito por já terem comido alguém.
Tudo que tinha acontecido era muito bom… e tudo que ele tinha visto: as calcinhas, os peitos, as rabas de fio-dental… mas ele queria muito mais. O que ele mais queria, o que mais o deixava com o pau duro, era que algum dia pudesse ver a buceta de alguma das irmãs dele. Só de pensar… já ficava dura que nem um mastro. Imaginar ver a parte mais proibida e gostosa do corpo de uma garota, e ainda por cima das próprias irmãs, duplamente proibido… isso deixava ele louco. Ele se imaginava um dia metendo o pau quente dele na buceta molhada e delicada de alguma das irmãs… e pensava que aquilo seria supremo. Nem ideal, nem super, nem perfeito. Seria supremo.
Mas faltava muito para uma coisa dessas acontecer, e claro, no fundo ele sabia que aquilo nunca ia rolar.
Pelo lado das garotas, as sensações eram um pouco diferentes, mas no geral parecidas. A Florencia estava dando os primeiros passos no sexo, conhecendo os prazeres, o próprio prazer ela já tinha descoberto há um tempinho, mas agora começava a praticar com caras, o que nunca imaginou na vida, era que ia ser com o irmãozinho mais novo. Ela tinha visto um pau pela primeira vez, tinha feito a primeira punheta, e tudo tinha sido uma delícia. Embora até aquele momento, nenhum cara tinha encostado um dedo nela. Sem dúvida que foi uma virada de chave ter pego o irmão, naquela tarde-noite, no banheiro, se masturbando com a calcinha molhada na mão. Até aquele momento, a vida sexual dela era sempre a mesma coisa: ela se tocava no clitóris na cama ou no banheiro, imaginando transar com algum gato do bairro, só isso.
Depois de pegar o irmão ‘com a mão na massa’, na hora ela ficou puta, naturalmente, mas com o passar dos dias, o garoto convenceu ela, e ela se convenceu de que não era tão ruim assim. E até começou a gostar. Quando soube que o irmão cheirava as calcinhas dela e se masturbava com elas, no fundo isso a excitava. Agora todo dia ela ficava mais molhada pensando no que o irmãozinho ia fazer depois com as calcinhas úmidas e cheias de lubrificação vaginal.
Acabou resultando em toda aquela situação com a outra irmã dela, por um descuido, tendo contar tudo para ela. Por sorte, a Agustina levou numa boa. E a partir daí, ela foi dando passos que nunca imaginaria dar com eles.
Dar as calcinhas recém-usadas para o irmão dele encher de porra já era algo que ela nunca imaginou fazer, claro. Se mostrar de lingerie para ele, ela gostava; ver como o garoto ficava excitado olhando para ela a fazia se sentir muito bem. Embora nunca vá admitir, ela sentiu ciúmes quando a Agustina contou que tinha batido uma punheta para o Martín, enquanto ele apalpava um peito dela. Ela se sentiu ciumenta e quis aprender a bater uma punheta para um garoto. Não conseguia descrever o tesão que foi tocar na pica do moleque e masturbá-lo até tirar toda a porra dos ovos dele. Em pouco tempo, ela tinha feito todas essas coisas com um garoto pela primeira vez, e era o irmão dela. Até tinha provado e engolido o sêmen dele. Há poucos meses, ela achava que tudo isso era uma putaria nojenta.
Agora, toda vez que coloca uma calcinha, não consegue evitar ficar com tesão ao pensar que o irmãozinho dela tinha lambuzado ela de porra quente, de esperma gostoso… e que tinha passado ela naquela pica dura toda… pensar nessas coisas a deixava molhada e excitada. Às vezes pensava nisso e não acreditava como uma garota estudiosa e decente como ela tinha se tornado tão puta e safada, tendo que se tocar no clitóris todo dia para aliviar o tesão que toda essa situação tão mórbida causava nela.
Pelo lado da mais velha, a Agustina, já desde pequena se masturbava com frequência. Depois vieram os namorados, só alguns, mas ela já tinha bastante experiência com sexo, depois de transar várias vezes, embora não muitas, com os namorados dela.
Com tudo o que ela começou a ensinar sobre sexo para os irmãos, logo percebeu que fazer essas coisas com eles gerava um tesão especial nela. Por ser tão proibido, por ser tão malvisto pela sociedade, por ser tão obscuro… ela notava na situação algo muito prazeroso.
O irmãozinho dela, por apoiá-la Sobre a roupa, mostrar a pica, ou pegar na teta dela, deixava ela muito mais molhada do que o namorado. Fazia muito tempo que ela não ficava tantos dias tão tesuda, talvez desde a adolescência. Molhar as calcinhas fio-dental do jeito que tava molhando, fazia tempo que não acontecia. Ela tinha descoberto uma sensação nova, brincar com os irmãos de coisas proibidas, isso matava ela de tesão e prazer.
Adorava quando o irmão pedia a calcinha fio-dental dela, ficava toda molhada pra ele, nem quando transava com o namorado ficava tão molhada. E pra piorar, com o Javier, o namorado, a coisa não tava lá essas coisas. Ela amava ele, mas na hora do sexo, não encaixava tão bem. Agustina nunca ficava satisfeita depois de transar com o namorado. Ele gozava rápido e dormia, enquanto ela ficava toda tesuda. Às vezes nem isso, transava por obrigação e quase não ficava molhada.
Agora ela percebia que com o irmão, e com a Florcha, a situação era completamente diferente. Sentir a buceta bem melada era algo que ela queria sentir todo dia. E com a situação com o Martín e a irmã dela, isso era possível.
Mas tinha uma coisa que as duas compartilhavam: o mesmo sentimento. As duas sabiam que tinham passado dos limites, que uma garota não devia fazer essas coisas com o irmão, que não era ético, que era imoral. Uma coisa que seria impossível de explicar pra uma mulher decente.
Fazer todas essas putarias com o irmão mais novo tinha revolucionado elas sexualmente, estavam mais punheteiras do que nunca, mas o lado racional pedia juízo, e ter feito essas coisas era quase inadmissível, mas elas não conseguiam se segurar.
Agustina já tinha dito pro garoto que era a única punheta que ia dar na vida dele, só dessa vez. Florencia deu só pra aprender a bater punheta num cara, ela também tinha certeza que uma coisa dessas não podia se repetir, por mais que tivesse adorado.
:::
Já amanhecia segunda-feira de manhã, isso significava que era hora de voltar pras Obrigações bem cedo. O calorzinho já tava pegando e deixava tudo mais suave.
Martim e Florença foram pra escola, Agustina pra faculdade, e a mãe pro trabalho.
Depois que a manhã passou e os meninos chegaram em casa ao meio-dia, Martim almoçou e foi tirar um cochilo. Tava muito cansado por algum motivo. Florença foi pro inglês, e lá pela metade da tarde, Agustina chegou em casa, depois de um dia puxado na faculdade.
A irmã mais velha lanchou alguma coisa, trocando mensagem com o namorado, cada vez ele falava menos com ela. Bateu uma vontade de fazer xixi, e ela foi pro banheiro. Desabotoou a calça jeans, e puxou ela pra baixo junto com a fio dental até a metade das coxas. Sentou no vaso e começou a sair xixi da buceta dela.
Enquanto isso, Martim acordou da soneca. Saiu pelo corredor bocejando, percebendo que também tava com vontade de mijar. Foi até a porta do banheiro, que tava entreaberta, viu que a luz tava apagada, então entrou. Abriu a porta e entrou. Só aí percebeu que a irmã dele tava lá!!!!
— O que cê tá fazendo, mano?!? Sai!!! — Gritou Agustina assim que viu ele.
— Desculpa!… não sabia que cê tava aí.
— Bate na porta antes de entrar, seu bobinho.
— Tá, mas como a luz tava apagada, achei que não tinha ninguém… não é pra tanto, irmãzinha…
Martim continuava parado do lado dela, sentada no vaso fazendo xixi.
— Não é pra tanto?? Vai me ver pelada!
— Se não tô vendo nada!
O menino olhou pras pernas dela, ela tinha a calça jeans puxada até as coxas, e ele conseguia ver uma coisinha rosa ali, era a fio dental. Mal via um pedacinho das coxas dela, porque a camiseta que a Agus tava usando não deixava ver mais nada pra baixo.
Ele ouvia o jato de xixi da irmã e o moleque ficou um pouco excitado. Por algum motivo, achou muito tesudo ver a irmã mijando.
— Tá, então sai! — Repetiu Agustina.
— Por quê? Não vai me deixar ver?
— Tô mijando, idiota!
— Haha, eu sei! Adoro te ver assim!
— Não seja porco.
— Olha como fica me pôs Agus.
Agustina olhou pro volume dele e notou que tava durinho, como de outras vezes.
Martín foi mais longe, excitado pela situação, e porque não tinha ninguém em casa, abaixou o short e a cueca, puxando a piroca já dura pra fora, mostrando ela inteira pra irmã.
Agustina terminou de mijar, enquanto continuava sentada no vaso, agora vendo a piroca do irmãozinho.
— O que cê tá fazendo?
— Cê faz uma punheta pra mim? — perguntou o menino, oferecendo a piroca.
— Ei! O que eu te falei ontem?
— Mas...
— Nada de "mas", irmãozinho, deixei bem claro que aquela punheta foi a única que eu ia te dar, foi coisa de um dia. Cê não vai querer que eu te bata punheta todo dia...
— Ufaaa. Quero que cê me bate uma punhetinha...
Agustina pegou um pedaço de papel higiênico e enfiou entre as pernas, passando na buceta, se limpando.
O menino adoraria ter visto alguma coisa, mas era impossível. Só ficava mais excitado vendo uma gostosa mijando a poucos metros dele.
A garota ainda sentada, subiu a calcinha fio dental assim, pra não mostrar nada pro irmão. Pra subir a calça jeans, teve que se levantar, e nessa hora Martín aproveitou pra ver a calcinha fio dental e um pouco da raba.
Agustina deu descarga, e antes de subir a calça jeans, o irmão perguntou:
— Espera!! Não sobe a calça não, cê me deixa ver sua calcinha fio dental um minuto, Agus?
— ...Tá bom... mas só um pouquinho, hein!
— Valeu! Cê é muito linda!
Agustina ficou de frente pro irmão, mostrando a calcinha fio dental rosa choque, com a calça jeans nos joelhos. Olhava pra piroca dura do irmão sem piscar.
Martín tocou a própria piroca com dois dedos só, vendo a calcinha fio dental da irmã mais velha no banheiro. Ficava linda naqueles coxões gordinhos e finos. Que deusa que ela era.
— ...Já foi? — perguntou a garota.
— Me deu muita vontade de cheirar sua calcinha fio dental!
— Tá bom, quando eu tomar banho eu te dou.
— Cê não deixa agora?
Martín ficou louco de tesão, enquanto da cabeça da piroca escorria o líquido viscoso, molhando o prepúcio dele.
- Agora? - perguntou a irmã dele.
- ..Sim… deixa eu cheirar sua buceta, irmãzinha… por favor.
A Agustina já começava a sentir os lábios de baixo pulsando.
- Você gosta tanto do cheiro da minha buceta?
- Siiiiim.
- Bom, pra você ver que sou boa com você, e que não fica reclamando… cheira ela.
O Martín imediatamente se ajoelhou no chão, se ajoelhando na frente da irmã. Ele aproximou o rosto da buceta e começou a sentir o cheiro que vinha de baixo daquela calcinha fio dental. Logo percebeu, como sempre.
A adolescente tinha acabado de mijar, e ele estava cheirando a buceta dela.
A garota ficou parada, olhando o irmãozinho cheirando a buceta dela de perto. Não conseguiu evitar ficar excitada. O corpo dela foi esquentando, sentindo aquele calorzinho típico no corpo todo. Se sentir tão safada a deixava a mil.
O Martín tinha uma tentação enorme de esticar a língua e dar uma boa lambida na calcinha fio dental, na região da buceta. Mas se segurou.
- Bom, acho que já deu, né?
- Ok… muito obrigado, Agu! Sério.
- De nada… que irmãozinho pervertido que eu tenho!
- Kkkk.
O rapaz se levantou, com o pau super duro, enquanto a irmã subia a calça jeans.
- Você vai bater uma? - perguntou a Agustina pro irmão, enquanto olhava praquele pau bem gordinho e inchado.
- Não… vou segurar até a noite… quando você me der a calcinha fio dental! Você promete que vai me dar?
- Kkk, sim, bobinho. Tenho que ler uns apontamentos da faculdade, depois disso vou tomar banho, que tenho que sair com uma amiga.
- Valeu!
- Kkk… de nada.
O Martín enfiou como pôde o pau duro dentro da cueca, subiu o short, e ficou uma coisa enorme, a Agustina ria dele. Os dois saíram do banheiro.
O Martín ficou na cozinha comendo um lanche, enquanto a Agustina pegou os apontamentos e foi pro quarto dela, se deitou na cama pra ler. De novo o irmão dela tinha feito ela se molhar. Já sentia a bucetinha meio viscosa. Tentou se concentrar na leitura.
Pouco depois, Florencia chegou em casa, da aula de inglês. Cumprimentou o irmão com um beijo na bochecha, estava meio suada, fazia muito calor. Dava pra ver o rosto e o cabelo meio úmidos de suor.
Foi até o quarto, onde encontrou Agustina lendo. Florcha tirou a camiseta, suspirando depois de ter andado tantas quadras com o sol forte. Tirou a calça jeans preta que estava usando e vestiu uma legging curta que ela adorava, esportiva, que ia até as coxas, bem fresquinha. Na parte de cima, ficou só de sutiã. Estava com calor.
Abriu a pasta da escola, procurou as folhas de matemática e começou a revisar todos os temas, porque a prova final era no dia seguinte.
Começou a revisar tudo o que tinha estudado com o irmão nos dias anteriores. Ficou um tempão sentada na cama dela, enquanto lia.
Um pouco depois, a garota mudou de posição pra ficar mais confortável. Se ajoelhou na borda lateral da cama, quase ficando de quatro, inclinada pra frente, lendo as anotações. Apoiou os braços na cama, e assim, ajoelhada quase de quatro, a bunda dela ficava meio empinada. Agustina conseguia ver claramente a raba da irmã da cama dela, um pouco mais e quase que ela tava pedindo pra ser comida do jeito que tava ajoelhada na borda da cama, inclinada pra frente lendo, e com o rabo empinado. Tava muito confortável assim.
Ficou nessa posição, e depois de alguns minutos, chamou o irmão pra entender algo que tinha escapado dos exercícios.
— Martiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim!!!!! — Gritou Florcha chamando ele.
— QUEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE De sutiã e legging, ajoelhada na cama quase de quatro.
— O que foi, Flor?
— Me ajuda com esse exercício… esqueci como resolvia!!!!
Martín sentou do lado de Florencia, que continuou na mesma posição. Olhou o exercício e ensinou de novo como fazia, enquanto explicava, de vez em quando olhava disfarçadamente os peitos dela, vendo o sutiã branco que ela usava.
— Valeu, maninho, você é um gênio!
— De nada.
O garoto terminou de explicar e a mina entendeu. Pegou um lápis e começou a fazer os exercícios pra praticar. Enquanto isso, o cara ficava olhando a raba da irmã, sem falar nada. Também as costas completamente de fora. A única coisa que tinha nas costas era a tira do sutiã.
Martín, um tempinho depois, se levantou, enquanto Florencia continuava fazendo os exercícios. O cara olhou a bunda dela de perto, coberta por aquela legging preta apertada, como marcava toda aquela rabuda gostosa era incrível.
O cara já tava excitado fazia uma hora, com o que rolou com Agustina no banheiro, depois de cheirar a buceta dela.
Ver a raba da Florencia assim, quase de quatro, deixou ele duro na hora.
Martín se colocou atrás da Flor, com o pacote apontando direto pro cu da irmã.
Assim, dura e empinada do jeito que tava, ele chegou mais perto dela e encostou a pica toda na raba.
— Esse exercício deve ser o mais difícil… como é complicado! — disse Florencia, sentindo a pica do irmão contra a bunda, enquanto pensava em como resolver o problema de matemática.
Martín não falou nada… ficou encostando ela toda. Logo começou a comer ela com a roupa, se movendo pra trás e pra frente devagar, dando empurrões com a pica prestes a explodir por baixo do short e da cueca, apertando contra a rabuda gostosa na legging da Flor.
Agustina tava vendo tudo da cama dela, que ficava a poucos metros, só um espaço separava as duas camas. Olhava atenta como o irmãozinho dela parado atrás da Florencia, tava comendo ela com ela ajoelhada na beira da cama, fazendo exercício de matemática. Ela largou os apontamentos da faculdade de lado e ficou só olhando como o Martín apoiava a pica na bunda da irmãzinha dela. Começou a molhar a calcinha fio dental.
A Florencia sentia o irmão atrás pressionando ela, mas não tava dando muita bola naquele momento, queria se concentrar nos exercícios.
O Martín ficou muito tesudo, e com a passividade da irmã, colocou as duas mãos nas cadeiras da mina. Pegou o elástico da legging e baixou um pouquinho, conseguindo ver a tira da calcinha fio dental branca que a Florencia tava usando. Adorou, e ficou ainda mais tesudo.
Como via que a Florencia não falava nada, começou a baixar a legging com as duas mãos, até que baixou até as coxas, deixando à mostra toda a bunda da irmã, pelada, com a calcinha fio dental branca enfiada entre as nádegas, cobrindo muito pouco.
— Quem te deu permissão pra baixar minha legging? — Falou a Florcha.
O Martín não respondeu, continuou na dele. Já tava olhando a bunda dela só de calcinha fio dental, puta merda! Tava tão gordinha, aquela raba era tão grande que ele não podia acreditar. E assim quase de quatro, ajoelhada na cama com a bunda empinada. Olhou mais pra baixo, por onde o tecido sumia, e dava pra ver os lábios da buceta inchados na calcinha fio dental… notando levemente a racha no meio. Uff. O moleque achava que ia morrer.
A Florencia continuou na dela, fazendo o exercício, escrevendo com o lápis. Achava que o irmão só tava olhando a bunda dela como tinha feito tantas vezes.
O Martín não aguentou mais. Baixou devagar o short e a cueca, sem fazer barulho, ainda parado atrás da Florcha, com a bunda a poucos centímetros. Baixou tudo até os tornozelos, já com a pica no ar. Virou a cabeça e olhou pra trás, pra Agustina. Ela olhava pra ele e sorria. A Agustina também não aguentou mais, e desabotoou o jeans, sem baixar, enfiou a mão. Uma mão por dentro, se acariciando o púbis por cima da calcinha fio dental.
O garoto segurou a pica dura com três dedos pela base, e se posicionou bem atrás da Florcha.
Apontou a pica direto pro cu da irmã. Aproximou, e roçou a cabecinha da pica na calcinha fio dental, no meio das nádegas.
Ela estremeceu. Que gostosa que era! Ele puxou o prepúcio pra trás, e passou a glande vermelha e molhada pela calcinha fio dental de novo, dessa vez foi gostoso. Se afastou, e viu que deixou um pouco de líquido pré-seminal na calcinha.
Florencia sentiu na hora que alguma coisa tava roçando a calcinha dela, sentiu o contato na bunda, no meio das nádegas…
— O que você tá fazendo? — Perguntou Florcha, virando a cabeça pra trás.
Ela viu o irmão sem short, com uma mão na pica, descoberta, dura e empinada.
— Ia me comer de verdade mesmo!!!
— Não, idiota… só rocei um pouquinho na sua calcinha…
— Não acha que já é demais??? Tá passando dos limites!!
— Não tem nada, burra… não vou te comer!
Florencia suspirou, e voltou a se concentrar no exercício de matemática. Pegou o lápis de novo, e pensava arduamente em como resolver, tava decidida a terminar, a prova era importantíssima amanhã, tava jogando a vaga na faculdade.
O irmão dela se aproximou de novo, segurando a pica, e enfiou a ponta no meio da bunda, entre as nádegas, por cima da calcinha fio dental. Florencia sentiu estranho, mas deixou. Naquela hora, começou a ficar excitada.
O garoto tirou a pica, e enfiou de novo ali, agora mais fundo, enterrando um pouco nas bandas da bunda, sujando toda a calcinha fio dental com a pica babada e quente.
Florcha continuava escrevendo na folha, pensando nas duas coisas: no exercício, e na pica do irmão bem dura e quente na bunda dela. A buceta foi ficando molhada, umedecendo a calcinha fio dental.
O garoto agora passava a pica por toda a calcinha fio dental, enchendo ela com aquele líquido viscoso que saía da cabecinha inchada. Com Os dedos dele, desde a base do pau, batiam uma punheta na racha da Booty dela. Passava direto na pele, esfregando a cabecinha molhada nas bandas da bunda.
O Martín tava naquele pico de excitação, morrendo de vontade de puxar a fio dental dela pra baixo e meter com tudo na pussy, até o fundo, e desvirgar ela. Bom, e ele também ia se desvirgar. Mas se segurava como podia… fazer aquilo podia trazer tanta merda que até dava medo.
A Agustina, da cama dela, olhava hipnotizada. Já tinha metido a mãozinha direto na pussy, tava se tocando no clitóris vendo o irmão passar a cock na Booty da irmã dela!!! Tava excitadíssima, batendo uma ali mesmo.
A Florencia continuava escrevendo, enquanto já tinha a buceta cheia de lubrificação, molhando a fio dental. O irmãozinho ia perceber.
O Martín tocou a Booty dela com a mão e enfiou uns dedos por baixo da fio dental, entre as nádegas, pegando a calcinha cheia do líquido pré-seminal dele. Tava pronto pra puxar a fio dental e ver o buraco do cu e a pussy dela.
A Florencia já sentia que o irmãozinho ia estuprar ela. Assim que sentiu ele pegar na fio dental, largou o lápis e virou a cabeça pra trás pra encarar ele.
— HEY, CHEGA!!! Tá se aproveitando de mim!!!
Continua…
8 comentários - Irmãs: fio dental e calcinha VII
Sabes si vas a poder subir el resto? Saludos dejo +10