Primera Experiencia Cuckold Interracial

NOSSA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA
E aí, beleza? Tô escrevendo esse relato pra contar como foi nossa primeira experiência no mundo do CUCKOLD com minha parceira Kate.
A gente é um casal estável há uns 5 anos, meu nome é Maxiel, tenho 32 anos, 1,78m de altura e trabalho na parte contábil de uma concessionária de carros. Minha parceira Kate tem 30 anos, 1,60m e trabalha numa imobiliária, mostrando casas que tão à venda ou pra alugar, essas coisas.
Bom, acontece que eu e Kate já tínhamos essa ideia de fazer umas loucuras pra levar nossa vida sexual pro próximo nível. Depois de um tempo, decidimos que o cuckold era a melhor opção, mas tínhamos um problema: de onde tirar o Bull certo, com quem a Kate se sentisse confortável e segura. Comecei a procurar na internet, mas nenhum me convencia, porque, claro, hoje em dia tem que tomar muito cuidado, e além disso, um dos pedidos da Kate era que fosse um Bull negro, e os únicos negros que encontrei nesses sites ou não estavam no país ou moravam muito longe da gente.
Tive que falar pra Kate que a busca pelo garanhão dela tava atrasada, mas que ela não se preocupasse, porque mais cedo ou mais tarde o cara certo ia aparecer.
Um certo dia, eu tava no trabalho fazendo a papelada dos carros, quando vejo chegar um homem negro chamado Marcus, com uns 1,85m de altura, corpo bem definido, e ele vai direto pro escritório do chefe da concessionária. Depois de uns 40 minutos de conversa entre eles, meu chefe recebe uma ligação e, por causa disso, sai da concessionária pra resolver uns assuntos urgentes. Ele me disse que voltaria logo, então me pediu pra mostrar pro amigo dele, Marcus, os melhores carros que estavam à venda, pra entreter ele até voltar. Enquanto eu mostrava os carros pro Marcus, ele me disse que não tava interessado em comprar nenhum, o que ele queria era um lugar pra alugar por uns dias, porque onde ele tava ficando não tava em boas condições e ele não conseguia achar nenhum... um lugar bom que não fosse caro. Claro, pedi o número de telefone dela pra poder avisar se soubesse de algum lugar legal pra alugar, sabendo que a Kate ia encontrar um lugar adequado pra gente.

No dia seguinte depois de conhecer o Marcus e depois de ele ter me causado uma boa impressão quando conversei com ele, contei pra Kate sobre ele e claro ela ficou toda animada, então comecei as investigações nas redes sociais, tipo Instagram ou Facebook, e depois perguntei pro meu chefe e, sinceramente, ele falou bem do cara. E como eu tinha o número de telefone dele, resolvi mandar um WhatsApp pra avisar que conhecia alguém que trabalhava numa imobiliária e que com certeza essa pessoa podia ajudar ele, embora ele tenha dito que já tinha conseguido um lugar pra ficar. De qualquer forma, passei o número da Kate pra ela fazer a parte dela.

Claro, a Kate seduziu ele com fotos dela e uns áudios, então marcaram um encontro num hotel bem chique no centro da cidade.

No dia do encontro, pedi pra Kate ir na frente pro hotel pra ela ficar à vontade e levar tudo que precisasse pro encontro, porque eu tive um imprevisto com papelada no consessionário. Quando cheguei e bati na porta, ela demorou pra abrir e pensei que o Marcus tinha chegado antes, mas não era isso: a Kate tava tomando um banho, então quando abriu a porta, ela tava vestida só com uma toalha branca.

Entrei e sentei num sofá, e a Kate, que já tava toda excitada com a situação, começou a me mostrar e experimentar algumas das roupas que tinha levado pra ocasião.

Ver aquilo foi excitante. A Kate tem um corpo de outro planeta, pele branca e, embora seja baixinha, tem uma bunda descomunal, totalmente natural, sem estrias e bem torneada, junto com as pernas totalmente tonificadas e macias, acompanhadas de uma cinturinha fina que combina com um par de peitinhos médios bem gostosos e proporcionais ao corpinho dela, e com o cabelo castanho ondulado. Sempre digo que ela é Podia começar uma guerra mundial só pra ter o corpo dela.
Primeiro ela vestiu um fio dental vermelho junto com um sutiã e um pareô da mesma cor. Começou a dançar igual as melhores strippers da cidade, do jeito que ela aumentava a tensão a cada momento e elevava a excitação com cada movimento de quadril e de pernas, eu ficava louco e queria comer ela ali mesmo, mas ela, toda profissional, disse que eu não podia tocar nela. Quando ela tirou toda aquela roupa, pedi pra ela pular pra ver aquelas tetas quicando, e acreditem, foi sublime. Depois, ela vestiu uma tanga preta com um vestidinho de seda bem curto que não cobria nada e que, com uma brisa leve ou um suspiro, subia até em cima. Dava vontade de rasgar aquele vestido com minhas próprias mãos e comer ela.

Depois disso, ela foi ao banheiro se maquiar, trocou de roupa de novo. Dessa vez, vestiu uma tanguinha bem pequenininha cinza e uma legging branca totalmente apertada e quase transparente, e em cima colocou uma espécie de “blusa” totalmente pequena e solta, sem sutiã, porque tinha as costas descobertas, deixando ver a tatuagem de uma florzinha nas costas dela. Tudo estava pronto pra chegada do Marcus, mas ele mandou uma mensagem avisando que ia se atrasar porque tinha tido uns problemas e que, assim que se liberasse, chegaria no hotel.

Por causa disso, decidimos descer e sair com a Kate pra dar uma volta pelo centro. Quando já estávamos lá embaixo, todo mundo olhava pra bunda da Kate como se fosse uma obra de arte de museu, porque até tinha muitos que tiravam foto disfarçadamente, e não culpo eles, aquela bunda merecia.

Enquanto caminhávamos, decidimos tomar alguma coisa, mas como era sábado, tudo estava lotado. Depois de procurar por um tempo, entramos num barzinho que ficava numa esquina, e como era de se esperar, estava cheio. Então, quando estávamos saindo, já quase na porta, o dono do lugar nos parou e ofereceu uma mesinha minúscula que estava num canto, que era usada pra... só pra colocar uma decoração, tirei tudo aquilo de cima e rapidão ela trouxe uns drinks. Claro, fez isso depois de ver a bunda monstruosa da Kate naquela legging branca super apertada e praticamente transparente, e óbvio que não ia deixar aquela raba ir pra lugar nenhum sem dar mais uma olhada.
Era um cantinho meio lúgubre, mas perfeito pra Kate começar a esquentar pro "exercício" que ia rolar depois. Ela sentou em cima de mim, o que me deu uma ereção na hora, e começou a se mexer de um jeito quase sexual. Eu tava totalmente excitado, me segurando ao máximo pra não gozar ali mesmo, e pra piorar, ela tinha me proibido de tocar nela — no máximo uns beijinhos na boca e nada mais. Esse jogo começou a me enlouquecer a tal ponto que pedi pra ela levantar, porque eu tava prestes a perder a sanidade e comer ela ali mesmo, na frente de todo mundo.

O dono do lugar viu tudo e também tava visivelmente excitado. Kate percebeu isso e aproveitou: levantou de cima de mim e foi direto falar com ele, pedindo mais drinks já que o garçom tava ocupado com os outros clientes. O dono ofereceu uma rodada de shots de um vodka bom, e ela aceitou, claro.

Depois de vários minutos e vários shots de vodka, Kate recebeu uma mensagem do Marcus avisando que tinha acabado de chegar no hotel e tava esperando ela na recepção. Então pedimos a conta pra ir embora. O próprio dono veio e disse que a conta era por conta dele. A única coisa que pediu foi que voltássemos outro dia pra ficar mais à vontade numa mesa melhor — e, claro, pra admirar a bunda da Kate de novo. A gente topou na hora. Apertei a mão dele e comecei a sair. Virei disfarçadamente pra ver o que ela fazia e vi que Kate fez das suas: deu um beijo roçando a boca dele, enquanto o cara colocava a mão na cintura dela, mas claramente se fazendo de bobo e descendo a mão pros glúteos. esculpidos à mão, que a Kate tem, enquanto ela sussurrava umas coisas no ouvido dele. Ela não me contou o que disse, mas tenho certeza que vou descobrir. Depois dos drinks grátis e enquanto caminhávamos para o hotel, a Kate, que já não aguentava mais de tesão, olhava com desejo pra qualquer homem que cruzasse nosso caminho, mostrando claramente os efeitos do álcool nela, totalmente decidida a ir até o fim.

Quando voltamos pro hotel, pedi pra Kate esperar um pouco, que eu entraria primeiro e cumprimentaria o Marcus pra ver como ele reagia, e depois me despediria pra cuidar dos meus assuntos. Também pedi pra ela atrasar o sexo com uns drinks e um pouco de música até que eu estivesse lá dentro com eles.

Na sequência, entrei e fui cumprimentá-lo.

Quando encarei ele, falei:
Eu: e aí Marcus, como cê tá? O que cê tá fazendo por aqui? Por acaso tá hospedado nesse hotel? A pessoa que te passei o número te ajudou?
Marcus: Opa, que coincidência, verdade, me ajudou PRA CARALHO a pessoa que você recomendou. E me diz, o que cê tá fazendo aqui?
Eu: verdade, vim porque hoje vou ter uma noite romântica com minha mulher nesse lugar, e ela tá me esperando num quarto.
Marcus: que massa, irmão! Então não vou te atrapalhar mais, a gente se vê depois.
Eu: ok, já vou, de certeza você também vai se divertir, a gente se vê... a qualquer momento.

Dito isso, o Marcus me olhou com cara de intrigado, dei um aperto de mão nele e "fui embora".

Fiquei observando a situação, vi a Kate entrar e ir cumprimentá-lo, de um jeito bem sensual, mostrando uma cara de puta no cio que tava disposta a tudo.

Como o elevador demorava a descer, eles decidiram subir pela escada, já que eram só dois andares até o quarto. Eu ia observando eles sem ser notado, dava pra ver que o Marcus já não aguentava mais de espera e queria comer a Kate na escada do hotel, e não culpo ele, entendia perfeitamente. Ele tentava levar a Kate pela cintura, mas inconscientemente a mão dele descia e ele já ia pegando ela direto pela cu e, de vez em quando, apertava com muita força. O mais engraçado era que toda vez que um funcionário ou outro hóspede do hotel cruzava com eles, ele tirava a mão, mas é claro que ela voltava a se abaixar sozinha, e todos aqueles homens viravam a cabeça pra admirar aquela buceta gostosa.

Eles entraram no quarto, eu cheguei e, quando bati na porta, vi que tinha aquele cartaz de "não perturbe", o que era totalmente necessário, na minha opinião, claro, hahaha. Bati de novo e ninguém atendeu, fiquei batendo várias vezes até que abriram. Ver a cara de puto do Marcus abrindo a porta foi algo compreensível. Ele me perguntou:

Marcus: O QUE CÊ TÁ FAZENDO AQUI?
Eu: Que coincidência!!!! Desculpa se interrompo algo, é que tô procurando o quarto 8d.
Marcus: ESSE É O QUARTO 8A.. E AGORA TÔ MUITO OCUPADO… TCHAU.
Eu: Desculpa minha burrice, o 8A é exatamente o que tô procurando…
Marcus: COMO?!!!!!!!!!

Na hora, a Kate chegou na porta com uma taça na mão pra mim e disse:
Kate: A gente tava te esperando, amor, entra…

Marcus, num estado de intriga e raiva, me deixou passar. Comecei a contar a situação e ele começou a rir enquanto tomava um gole de uísque.
Marcus: Se tivesse me avisado logo o que queria fazer, não teria negado, porque comer uma deusa como a sua mulher é algo que nem se pergunta, hahahaha.

Depois de tudo esclarecido, peguei uma câmera que já tinha deixado no quarto e montei na frente da cama, enquanto também ia gravar com meu celular. Claro, falei que aquilo era só pra gente e que não íamos divulgar na internet nem nada disso. Marcus topou e a filmagem começou.

LUZ, CÂMERA E AÇÃO…

Sentei numa poltrona pequena do quarto com a câmera na mão, já que a maior eu deixei pra eles, porque com certeza iam precisar.

O show começou. Marcus sentou no sofá grande enquanto bebia o uísque dele, e a Kate parou a um metro e meio de distância dele e começou uma dança erótica, mexia o corpo todo de um jeito bem lento e sensual, de uma de um jeito que parecia uma cobra prestes a picar ou agarrar a presa. Enquanto se mexia, ela desamarrou e deixou cair a "blusa", que no fundo não passava de um simples pedaço de pano com alças, já que era algo bem minúsculo. Deixou à mostra aquelas tetas incríveis, que pareciam totalmente deliciosas e prontas pra chupar, pra dar vida a qualquer desejo sexual desenfreado. Ela tinha se transformado num súcubo de verdade.

Enquanto ela se aproximava de Marcus, ele não esperou ela chegar até onde estava; agarrou ela pela bunda com as duas mãos e puxou com força, de um só golpe, contra o corpo dele — coisa que qualquer homem faria na face da Terra. Ele se levantou e eles se deram um beijo muito longo e totalmente apaixonado, um beijo que parecia de duas pessoas que tinham esperado a vida inteira por aquele momento e que precisavam aproveitar, já que talvez nunca mais se encontrariam nesse mundo. Dava pra ver claramente a língua dos dois entrando na boca um do outro várias vezes, brincando lá dentro. A respiração deles ficava lenta e profunda, enquanto meu coração batia mais rápido e meu pau não aguentava mais de tesão. Enquanto isso, Marcus tirou a camisa, liberando o perfume dele, o que enlouqueceu Kate, que fazia de tudo pra acariciar o corpo negro enorme do seu garanhão.

Quando terminaram de se beijar, Kate empurrou Marcus pra dominar a situação. Ele ficou sentado no sofá de novo, mas pegou o corpo de Kate com as mãos e começou a tirar as sandálias que ela usava. Depois, colocou as mãos na cintura dela e começou a descer lentamente a legging apertadíssima que ela vestia, enquanto ela se mexia como uma stripper profissional. Aquele instante foi eterno. Nós dois pudemos vislumbrar a diminuta calcinha fio-dental apertadinha que ela usava — uma calcinha inútil, já que pelo tamanho não cobria quase nada, dava até pra ver a buceta através dela, mas ao mesmo tempo era Totalmente necessária pelo choque que causava naquele momento, e em qualquer homem. Marcus, que agora era quem dominava a situação, tirou a calcinha dela bem devagar com os dentes. Minha excitação era tanta que eu suava por completo.

Então o corpo de Kate ficou completamente nu. A beleza dela era impressionante, parecia uma ninfa grega servindo a um guerreiro que voltava de uma batalha. Era uma combinação entre um anjo delicado de pele branca com as curvas de uma demônia que te faria fazer qualquer coisa por ela e para ela.

Marcus a segurou e deitou Kate de costas no sofá, bem delicadamente e com muito amor. Mostrou sua primeira carta, pegou um frasco que tinha deixado na mesinha onde estava a bebida e começou a passar o conteúdo, que era um tipo de óleo afrodisíaco, segundo ele, pelo corpo de Kate. Cada centímetro da anatomia dela começava a ser coberto por aquele produto. As mãos de Marcus, que eram enormes, pararam nos peitos, onde não só passava o óleo, mas massageava aqueles seios com força, uma e outra vez, enquanto o rosto de Kate só mostrava prazer. Depois, passou o óleo pelo abdômen e chegou na buceta de Kate, onde espalhou o óleo e colocou dois dedos lá dentro, o que fez ela soltar um gemido muito excitante.

Terminada toda a parte da frente, virou o corpo de Kate e a colocou de bruços. Primeiro, passou o óleo nas costas, nos pés e nas pernas, mas quando chegou a hora de passar o óleo na raba dela, foi sublime. As mãos iam e vinham naquele pedaço de obra de arte sem parar, primeiro com uma delicadeza e ternura, e depois com movimentos de frenesi descontrolado. Marcus pediu que ela ficasse quieta, porque queria tirar uma foto dela de costas para guardar de lembrança, o que achei totalmente certo, porque aquela paisagem humana era única. Kate aumentou a aposta e se colocou de quatro no sofá, abaixou a cabeça e deixou a buceta à mostra para a foto. Totalmente depilada e molhadinha, junto com o cu e a bunda toda rosada de tão apertada que o Marcus deixou, e brilhando toda de óleo.

O corpo da Kate coberto completamente de óleo era igualzinho algo saído de um sonho que virou realidade. As curvas dela eram perfeitas, parecia que tinha sido esculpida à mão pelo melhor dos artistas, era uma Vênus nos obrigando a satisfazer cada um dos seus caprichos, que pra gente eram lei. Não importava se o mundo tava desabando, só ela importava.

O Marcus ajudou a Kate a se levantar segurando nas mãos dela, depois ele sentou. Ela se ajoelhou e tirou os sapatos dele. Tanta era a excitação que dava pra ver claramente o volume do pau enorme dele marcando na calça. Ela tirou a calça dele na hora e fez a mesma coisa com a cueca.

A Kate, sem pensar duas vezes, começou a acariciar com as mãos o pau do Marcus do mesmo jeito que ele tinha feito com a buceta dela. Depois disso, a Kate ia começar a chupar ele, mas ele segurou ela e pediu pra irem direto pro quarto, pra ficar mais confortável.

A Kate não reclamou, ficou de quatro e começou a engatinhar atrás do Marcus, que ia mostrando o pau pra atrair ela. Agora ele parecia um encantador de cobras que tinha hipnotizado ela com uma flauta preta que ele tinha entre as pernas.

No quarto já tinha a outra câmera montada, mas eu fui com a que tava usando mesmo, pra ter outro ângulo da parada.

O Marcus se jogou na cama e deixou o pau dele esticado como se fosse o mastro de uma bandeira esperando ser içada. Era impressionante. A Kate, que tinha trazido as coisinhas dela e deixado no quarto, pegou uma fita métrica, subiu na cama e mediu o pau que tava esperando ela. Eram 25 centímetros de prazer só pra ela. Depois disso, começou a chupar o pau do Marcus como se fosse a fonte da juventude eterna. Metia a boca sem parar, com muita saliva pra deixar ele mais excitado, usava a língua pra lamber da base até a ponta, por todos os lados, sugava com tudo, como se a boca dela fosse um aspirador. sanguessuga faminta depena.
Foi aí que Marcus me fez uma aposta:
Marcus: — Aposto que ela não consegue enfiar o pau inteiro na boca dela.
Eu, claro, aceitei. Quem perdesse pagaria a conta do hotel inteira.
Kate soltou um sorrisinho safado e começou a se esforçar ao máximo, tentava com tudo enfiar aquilo tudo na boca, mas não conseguia. Os olhos dela já estavam vermelhos de tanto trabalho duro.
Marcus: — Bom, acho que eu ganhei. Essa noite não vou gastar um centavo, hahaha.
Eu: — Vai, amor, você consegue. Lembra que esse hotel é caro e seria bom você dar conta do recado.
Então Kate soltou o pau que tinha na boca, desceu da cama e se ajoelhou. Pediu pro Marcus ficar de pé, ele obedeceu, e ela começou a trabalhar de novo com a boca, mas dessa vez usou os braços e as mãos, segurou o corpo do Marcus pra se ajudar e conseguir o que queria. Depois de várias tentativas e engasgos, conseguiu. Marcus, surpreso, aplaudiu, mas pediu pra ela fazer de novo. Ela obedeceu, só que dessa vez, no momento em que ela tinha o pau inteiro na boca, Marcus apertou a cabeça dela com a mão direita e não deixou ela sair, por mais que ela se esforçasse. Ela tava se sufocando com aquele pauzão na boca, a saliva escorria da boca dela, passava pelos peitos e caía no chão.
Marcus soltou ela, e ela finalmente conseguiu respirar, enquanto os olhos dela pareciam chorar... de prazer.
Marcus sentou na beira da cama. Kate me pediu pra jogar as camisinhas pra ela, pra gente começar a noite de verdade. Eu joguei, e ela tentou colocar no macho dela, mas não conseguia porque as camisinhas estouravam por causa do tamanho do pau dele. Ela me olhou de um jeito muuuuito safado, e eu entendi tudo... Não iam usar camisinha...
CONTINUA

2 comentários - Primera Experiencia Cuckold Interracial

Q lástima q la gente acá sea tan básica y no sepa apreciar un buen relato... mis más sinceras felicitaciones hay van +10

Primera Experiencia Cuckold Interracial
Muchas gracias por tus palabras ...no tenia pensado hacer una continuacion porque pense que no le había gustado a nadie, pero quizás haga la continuacion o cuente otras historias .
Muchas gracias
Cuándo escribas Fíjate que lo que estés escribiendo te llene a ti de satisfacción no a los demás. no necesitas la aprobación de nadie lo que necesites aprobarte a ti mismo