Assim continua a parada.
Espero que estejam com tesão.
E são bem-vindos os pontos e os comentários.Laura entrou em casa depois de ter caminhado umas cinco quadras desde a oficina, a coitada estava muito cansada, por isso foi direto pro chuveiro, tomou um banho bem quente e se deitou pra descansar. Faltava um tempão pra eu chegar em casa, o corpo dela doía e, enquanto lavava a buceta, lembrou como tinham usado ela, xingou cada um dos que deixaram ela daquele jeito, vermelha e ardendo, mas principalmente muito aberta. As palavras do burro ecoaram na mente dela, aquela buceta pertencia a ele pelo menos até pagar o conserto do carro, aquela buceta que tantas vezes me negou, foi usada do jeito que o burro queria, isso a excitou, embora crescesse a sensação de ter perdido pro pauzão do bairro até se tornar a maior puta, mas o prêmio era muito grande e valia a pena, além de que no fundo ela gostava muito de ser submissa daquele jeito e chegou a se perguntar quantos iam usar ela naquele sábado. Assim ela dormiu, nua e de bruços, com a buceta pro ar e pulsando como se desejasse ser penetrada de novo, o burro tinha conseguido fazer da minha esposa uma puta e me transformar num corno manso. Foi nisso que pensei quando cheguei em casa e fui ao banheiro, onde encontrei a calcinha dela manchada no bidê, onde minha esposa tinha deixado. Senti minha masculinidade perder completamente pra um pau daqueles, eu estava derrotado, me imaginei minha mulher sendo subjugada pelo burro só pra dar prazer pro novo macho dela, sendo usada pelos funcionários dele e até por alguns clientes, virando uma puta que se arrastaria só pra ter um pau dentro. Não sei por que isso me excitou pra caralho e não consegui evitar bater uma punheta no banheiro em cima da calcinha da minha mulher. Será que eu gostava de ser corno? O que aconteceria se amanhã ela aparecesse grávida? Seria o preço de aproveitar meus chifres? Eu estaria disposto? a pagar? Não sabia, mas cada vez ficava mais excitado só de pensar nisso e não consegui evitar me tornar outro perdedor, aliás, quanto mais pensava nisso, mais queria ser. Passava pela minha cabeça aquela pica enorme que cheguei a admirar, via ela grande, grossa e cheia de veias, bem dura e jorrando porra, uma coisa que cheguei a desejar. Como minha esposa não ia se render diante daquela pica linda? Talvez até eu me renderia diante de uma coisa dessas, conseguindo assim perder a pouca hombridade que ainda me restava, me transformando num viadinho de verdade. Talvez fosse isso que eu desejava e por isso meu tesão só de pensar, não sabia. Entrei no quarto e vi ela assim deitada, minha pica ainda estava dura, vi aquele cu dela todo arrombado e soube que meus chifres eram bem reais. Me despi em silêncio, molhei meus dedos e comecei a brincar com o cuzinho dela, subi nela e enfiei minha pica naquele cu aberto.
Laura, o que você tá fazendo, nãoooo, para para para, nãoooo, dói no cu, não sua idiota, tira ela, tira ela agora, pelo amorrrr
Não larguei ela até encher ela de porra, abracei ela, beijei ela e dormi do lado dela. Ela percebeu que eu sabia da chifrada, sacou na hora, mas ficou quieta. Depois de um tempo acordei e fui pra cozinha, tomamos mate e conversamos, aí ela me disse que o carro tava pronto pra sexta.
Como é que tá pronto? E com o que a gente paga?
Laura, fala com o Jorge e resolve tudo, meu bem. Sábado eu assino uns documentos pra ele. Não se preocupa com nada, não vai sair tão caro pra gente.
Perfeito, te amo, você é uma gostosa.
Assim ficou tudo, não perguntei nada, me mostrei feliz, jantamos e fomos dormir. Na sexta, ao sair do trampo, fui na oficina, lá conheci meu touro e ele conheceu o corno do marido da sua puta. Ele me mostrou todo o serviço feito e me deu as chaves, falou que qualquer problema era só levar sem pensar, e combinamos que minha esposa passaria no sábado. Os olhinhos dele brilharam e eu soube que naquele sábado meus chifres cresceriam até o céu. Me senti um otário, mas gostei do tratamento cordial e agradável dele. Foi aí que me deu na telha de convidar ele pra casa pra tomar algo e assinar os documentos. Ele topou na hora, então eu precisava contar pra Laura. Quando cheguei em casa, estacionei o carro e mostrei pra ela como tava. Ela ficou feliz de verdade. Demos uma volta e, ao voltar, falei que o burro viria em casa com os papéis pra assinar. Ela ficou nervosa e aí eu confessei tudo.
Olha, eu sei que você transou com o Jorge e que foi só pra pagar o conserto do carro. Isso foi muito bom e, no fim das contas, beneficiou nós dois. Mas não sei por que você escondeu isso. Então quero saber como você vai terminar de pagar ele e, como quero ver ele, marquei pra amanhã em casa.
Laura, sabe como vai ser? Igual nos outros dias, e cê quer mesmo ver? Cê quer ver como o burro come a sua mulher? Como ele come ela de todos os lados? Então cê vai ver, amor, e sabe que já tô gostando daquela pica enorme dele, ele arrombou meu cu de verdade, diferente de você e sua piquinha. Então, corno, a gente vai te dar um belo show, olha como você já tá só de pensar em como vão foder a sua mulher na sua frente. Quer que eu te masturbe, maricas? Ou você quer masturbar ele?
Não contestei nada porque era tudo verdade, já tava no pique e só queria ver como aquele burro comia minha mulher, como aquela pica enorme entrava nela por todos os lados e vê-la morrer de prazer. Naquela noite, só consegui bater uma punheta, a Laura não deixou eu tocar nela e quase não consegui dormir pensando naquilo. No café da manhã, a gente esperava o burro ansioso, já não tinha volta. Almoçamos bem leve e à tarde o burro finalmente chegou. Recebi ele dizendo:
Oi, como você tá? Vem, passa, a Laura tá te esperando. Quer beber alguma coisa?
Burrão, uma cerveja tá bem, valeu.
Na sala de jantar, a Laura tava com uma regatinha bem decotada e uma minissaia que mal cobria a bunda dela. Deixei eles sozinhos e fui pegar a cerveja na cozinha. Quando voltei, já estavam se abraçando.
Laura, senta aí, corno manso, e toma a cerveja se quiser. Vou pagar a primeira parcela de dez, a gente vai pro quarto.
Burro, se quiser pode vir, mas só pra olhar e nada mais. Peguei uma cadeira e, quando entrei no quarto, o burro já tava com ela nos braços, tirando a roupa dela, e ela a dele.
Burro, sentiu falta dessa puta de pau? Claro que sim, gostosa. Com certeza, o corno tem uma bem pequenininha.
Laura nem tanto, mas a sua é melhor. Olha só, vai aprender, seu corno. Hoje quero que o burro me arrebente na sua frente, seu maricas.
Ela se ajoelhou e começou a chupar de verdade, era um pau imenso e na hora eu comecei a bater uma vendo ela lamber e engolir toda aquela rola.
Burro, alguma vez ela te mamou assim, corno? É uma maravilha a sua mulher
Ele a colocou na cama, nossa cama, e ela sentou em cima dele, de frente pra mim, pra que eu pudesse ver como ela engolia toda aquela pica enquanto a cara dela se contorcia de dor e prazer. Não me segurei e gozei enquanto ela gemia e gritava pra mim.
Laura, olha, cuck, olha como eles estão arrebentando a buceta da sua mulher. Agora ela é a puta dele, seu maricas.
Não conseguia parar de bater uma, e vi como eu enchia ela enquanto ela se contorcia de prazer. Quando tirei, já estava mole, então a Laura chupou de novo com desespero enquanto eu gozava outra vez.
Laura, vem ser minha corna, vem, meu amor, me ajuda com essa pica, vamos ver se a gente levanta ela de novo.
Meu pobre pau já não aguentava mais, então fui me aproximando com a ideia de que ele ficasse duro de novo. Beijei a Laura e ela pegou na minha cabeça e guiou até aquele pau. Me deixei levar, talvez fosse o que eu queria. Abri a boca e chupei ele inteiro.
Laura, se você ama, chupa ela bem, sua maricona, céu, vai gostar, já vai ver.
A pica na minha boca tava uma delícia, dava pra sentir ela crescendo até quase não caber mais. A Laura começou a me comer o cu e foi uma maravilha, eu comecei a gemer e aí ela enfiou um dedo no meu cu, depois meteu dois e três também.
Laura, dá-lhe burro, goza no cuck, olha como ele gosta, faz ele de puto de uma vez.
Nããão, isso aí não.
Laura, dá, amorzinho, se você quer de verdade, bebê
O burro me virou e ela esmagou minha cabeça contra a cama. Senti ela apoiar o pau no meu cu e soube que ia doer pra caralho, mas não fiz nada. Ela apoiou e começou a empurrar, a dor era infernal. Me agarrei com força nos lençóis e, enquanto mordia eles, gritava pedindo pra ela parar. Quando entrou a cabeça, com um único empurrão ela meteu tudo.
Burro aaaaaa olha como eu rasguei teu cu filho da puta cuck, issooo grita vagabundo grita mesmo que eu já rasguei teu cu, você vai sofrer essa pica por ser puto, olha como o cuck se contorce, isso que você gosta vagabunda, depois é sua vez
Laura, se o burro partir no meio como você me partiu, faz direito, seu puto, com o corno. É o que esse perdedor merece.
Não parava de me comer e, por mais que não acreditasse, eu começava a adorar sentir aquela rola entrando e saindo do meu cu, destruindo ele. Minha rola quase não existia mais. Não aguentei, comecei a gemer e pedir mais e mais. Tinham me dominado, me venceram. Me sentia um perdedor e adorava aquilo. Até que finalmente ele gozou dentro do meu cu destruído. Foi uma delícia sentir a porra quente queimando por dentro. Quando ele me soltou, me obrigou a chupar a rola dele e engolir o resto da porra. Depois, ele me largou e desceu da cama, tomando conta da Laura. Me senti um fracasso e a única coisa que fiz foi bater uma punheta de novo, vendo ele comer o cu da minha mulher. Quando ele terminou, me chamou dizendo que era minha vez de novo. E não sei por que, naquele momento, talvez de medo, eu me mijei. Os dois riram. Quando subi na cama, me entreguei mansinho, deixando ele arrebentar meu cu mais uma vez. Doeu, mas não tanto, e assim aproveitei mais. No final, fiquei largado na cama enquanto os dois tomavam banho. Depois de um tempo, ele foi embora.
Burro, isso não vale como pagamento. Segunda-feira te espero na oficina. Se quiser, traz o filho da puta, que pra ele também vai ter.
Laura, com certeza eu tô levando o burro, o filho da puta, ou ele vai querer perder essa.
Burro, tu não faz ideia da festa que vai rolar hahahahaha
Naquela noite dormi dolorido, pensando onde me deixaram meus chifres e a putaria de ser comido.
Espero que estejam com tesão.
E são bem-vindos os pontos e os comentários.Laura entrou em casa depois de ter caminhado umas cinco quadras desde a oficina, a coitada estava muito cansada, por isso foi direto pro chuveiro, tomou um banho bem quente e se deitou pra descansar. Faltava um tempão pra eu chegar em casa, o corpo dela doía e, enquanto lavava a buceta, lembrou como tinham usado ela, xingou cada um dos que deixaram ela daquele jeito, vermelha e ardendo, mas principalmente muito aberta. As palavras do burro ecoaram na mente dela, aquela buceta pertencia a ele pelo menos até pagar o conserto do carro, aquela buceta que tantas vezes me negou, foi usada do jeito que o burro queria, isso a excitou, embora crescesse a sensação de ter perdido pro pauzão do bairro até se tornar a maior puta, mas o prêmio era muito grande e valia a pena, além de que no fundo ela gostava muito de ser submissa daquele jeito e chegou a se perguntar quantos iam usar ela naquele sábado. Assim ela dormiu, nua e de bruços, com a buceta pro ar e pulsando como se desejasse ser penetrada de novo, o burro tinha conseguido fazer da minha esposa uma puta e me transformar num corno manso. Foi nisso que pensei quando cheguei em casa e fui ao banheiro, onde encontrei a calcinha dela manchada no bidê, onde minha esposa tinha deixado. Senti minha masculinidade perder completamente pra um pau daqueles, eu estava derrotado, me imaginei minha mulher sendo subjugada pelo burro só pra dar prazer pro novo macho dela, sendo usada pelos funcionários dele e até por alguns clientes, virando uma puta que se arrastaria só pra ter um pau dentro. Não sei por que isso me excitou pra caralho e não consegui evitar bater uma punheta no banheiro em cima da calcinha da minha mulher. Será que eu gostava de ser corno? O que aconteceria se amanhã ela aparecesse grávida? Seria o preço de aproveitar meus chifres? Eu estaria disposto? a pagar? Não sabia, mas cada vez ficava mais excitado só de pensar nisso e não consegui evitar me tornar outro perdedor, aliás, quanto mais pensava nisso, mais queria ser. Passava pela minha cabeça aquela pica enorme que cheguei a admirar, via ela grande, grossa e cheia de veias, bem dura e jorrando porra, uma coisa que cheguei a desejar. Como minha esposa não ia se render diante daquela pica linda? Talvez até eu me renderia diante de uma coisa dessas, conseguindo assim perder a pouca hombridade que ainda me restava, me transformando num viadinho de verdade. Talvez fosse isso que eu desejava e por isso meu tesão só de pensar, não sabia. Entrei no quarto e vi ela assim deitada, minha pica ainda estava dura, vi aquele cu dela todo arrombado e soube que meus chifres eram bem reais. Me despi em silêncio, molhei meus dedos e comecei a brincar com o cuzinho dela, subi nela e enfiei minha pica naquele cu aberto.
Laura, o que você tá fazendo, nãoooo, para para para, nãoooo, dói no cu, não sua idiota, tira ela, tira ela agora, pelo amorrrr
Não larguei ela até encher ela de porra, abracei ela, beijei ela e dormi do lado dela. Ela percebeu que eu sabia da chifrada, sacou na hora, mas ficou quieta. Depois de um tempo acordei e fui pra cozinha, tomamos mate e conversamos, aí ela me disse que o carro tava pronto pra sexta.
Como é que tá pronto? E com o que a gente paga?
Laura, fala com o Jorge e resolve tudo, meu bem. Sábado eu assino uns documentos pra ele. Não se preocupa com nada, não vai sair tão caro pra gente.
Perfeito, te amo, você é uma gostosa.
Assim ficou tudo, não perguntei nada, me mostrei feliz, jantamos e fomos dormir. Na sexta, ao sair do trampo, fui na oficina, lá conheci meu touro e ele conheceu o corno do marido da sua puta. Ele me mostrou todo o serviço feito e me deu as chaves, falou que qualquer problema era só levar sem pensar, e combinamos que minha esposa passaria no sábado. Os olhinhos dele brilharam e eu soube que naquele sábado meus chifres cresceriam até o céu. Me senti um otário, mas gostei do tratamento cordial e agradável dele. Foi aí que me deu na telha de convidar ele pra casa pra tomar algo e assinar os documentos. Ele topou na hora, então eu precisava contar pra Laura. Quando cheguei em casa, estacionei o carro e mostrei pra ela como tava. Ela ficou feliz de verdade. Demos uma volta e, ao voltar, falei que o burro viria em casa com os papéis pra assinar. Ela ficou nervosa e aí eu confessei tudo.
Olha, eu sei que você transou com o Jorge e que foi só pra pagar o conserto do carro. Isso foi muito bom e, no fim das contas, beneficiou nós dois. Mas não sei por que você escondeu isso. Então quero saber como você vai terminar de pagar ele e, como quero ver ele, marquei pra amanhã em casa.
Laura, sabe como vai ser? Igual nos outros dias, e cê quer mesmo ver? Cê quer ver como o burro come a sua mulher? Como ele come ela de todos os lados? Então cê vai ver, amor, e sabe que já tô gostando daquela pica enorme dele, ele arrombou meu cu de verdade, diferente de você e sua piquinha. Então, corno, a gente vai te dar um belo show, olha como você já tá só de pensar em como vão foder a sua mulher na sua frente. Quer que eu te masturbe, maricas? Ou você quer masturbar ele?
Não contestei nada porque era tudo verdade, já tava no pique e só queria ver como aquele burro comia minha mulher, como aquela pica enorme entrava nela por todos os lados e vê-la morrer de prazer. Naquela noite, só consegui bater uma punheta, a Laura não deixou eu tocar nela e quase não consegui dormir pensando naquilo. No café da manhã, a gente esperava o burro ansioso, já não tinha volta. Almoçamos bem leve e à tarde o burro finalmente chegou. Recebi ele dizendo:
Oi, como você tá? Vem, passa, a Laura tá te esperando. Quer beber alguma coisa?
Burrão, uma cerveja tá bem, valeu.
Na sala de jantar, a Laura tava com uma regatinha bem decotada e uma minissaia que mal cobria a bunda dela. Deixei eles sozinhos e fui pegar a cerveja na cozinha. Quando voltei, já estavam se abraçando.
Laura, senta aí, corno manso, e toma a cerveja se quiser. Vou pagar a primeira parcela de dez, a gente vai pro quarto.
Burro, se quiser pode vir, mas só pra olhar e nada mais. Peguei uma cadeira e, quando entrei no quarto, o burro já tava com ela nos braços, tirando a roupa dela, e ela a dele.
Burro, sentiu falta dessa puta de pau? Claro que sim, gostosa. Com certeza, o corno tem uma bem pequenininha.
Laura nem tanto, mas a sua é melhor. Olha só, vai aprender, seu corno. Hoje quero que o burro me arrebente na sua frente, seu maricas.
Ela se ajoelhou e começou a chupar de verdade, era um pau imenso e na hora eu comecei a bater uma vendo ela lamber e engolir toda aquela rola.
Burro, alguma vez ela te mamou assim, corno? É uma maravilha a sua mulher
Ele a colocou na cama, nossa cama, e ela sentou em cima dele, de frente pra mim, pra que eu pudesse ver como ela engolia toda aquela pica enquanto a cara dela se contorcia de dor e prazer. Não me segurei e gozei enquanto ela gemia e gritava pra mim.
Laura, olha, cuck, olha como eles estão arrebentando a buceta da sua mulher. Agora ela é a puta dele, seu maricas.
Não conseguia parar de bater uma, e vi como eu enchia ela enquanto ela se contorcia de prazer. Quando tirei, já estava mole, então a Laura chupou de novo com desespero enquanto eu gozava outra vez.
Laura, vem ser minha corna, vem, meu amor, me ajuda com essa pica, vamos ver se a gente levanta ela de novo.
Meu pobre pau já não aguentava mais, então fui me aproximando com a ideia de que ele ficasse duro de novo. Beijei a Laura e ela pegou na minha cabeça e guiou até aquele pau. Me deixei levar, talvez fosse o que eu queria. Abri a boca e chupei ele inteiro.
Laura, se você ama, chupa ela bem, sua maricona, céu, vai gostar, já vai ver.
A pica na minha boca tava uma delícia, dava pra sentir ela crescendo até quase não caber mais. A Laura começou a me comer o cu e foi uma maravilha, eu comecei a gemer e aí ela enfiou um dedo no meu cu, depois meteu dois e três também.
Laura, dá-lhe burro, goza no cuck, olha como ele gosta, faz ele de puto de uma vez.
Nããão, isso aí não.
Laura, dá, amorzinho, se você quer de verdade, bebê
O burro me virou e ela esmagou minha cabeça contra a cama. Senti ela apoiar o pau no meu cu e soube que ia doer pra caralho, mas não fiz nada. Ela apoiou e começou a empurrar, a dor era infernal. Me agarrei com força nos lençóis e, enquanto mordia eles, gritava pedindo pra ela parar. Quando entrou a cabeça, com um único empurrão ela meteu tudo.
Burro aaaaaa olha como eu rasguei teu cu filho da puta cuck, issooo grita vagabundo grita mesmo que eu já rasguei teu cu, você vai sofrer essa pica por ser puto, olha como o cuck se contorce, isso que você gosta vagabunda, depois é sua vez
Laura, se o burro partir no meio como você me partiu, faz direito, seu puto, com o corno. É o que esse perdedor merece.
Não parava de me comer e, por mais que não acreditasse, eu começava a adorar sentir aquela rola entrando e saindo do meu cu, destruindo ele. Minha rola quase não existia mais. Não aguentei, comecei a gemer e pedir mais e mais. Tinham me dominado, me venceram. Me sentia um perdedor e adorava aquilo. Até que finalmente ele gozou dentro do meu cu destruído. Foi uma delícia sentir a porra quente queimando por dentro. Quando ele me soltou, me obrigou a chupar a rola dele e engolir o resto da porra. Depois, ele me largou e desceu da cama, tomando conta da Laura. Me senti um fracasso e a única coisa que fiz foi bater uma punheta de novo, vendo ele comer o cu da minha mulher. Quando ele terminou, me chamou dizendo que era minha vez de novo. E não sei por que, naquele momento, talvez de medo, eu me mijei. Os dois riram. Quando subi na cama, me entreguei mansinho, deixando ele arrebentar meu cu mais uma vez. Doeu, mas não tanto, e assim aproveitei mais. No final, fiquei largado na cama enquanto os dois tomavam banho. Depois de um tempo, ele foi embora.
Burro, isso não vale como pagamento. Segunda-feira te espero na oficina. Se quiser, traz o filho da puta, que pra ele também vai ter.
Laura, com certeza eu tô levando o burro, o filho da puta, ou ele vai querer perder essa.
Burro, tu não faz ideia da festa que vai rolar hahahahaha
Naquela noite dormi dolorido, pensando onde me deixaram meus chifres e a putaria de ser comido.
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