Submissão lésbica pra hotwife

Pra quem não leu o post anterior, tem uma putinha hotwife submissa que no último encontro se comportou mal e tinha que ser castigada.
O castigo era passar um fim de semana na minha casa, sem o marido, e ia ser usada pelo menos o sábado inteiro amarrada na minha cama.
Como ela é muito puta, não se assustou muito com o castigo quando contei, mas claramente não fazia ideia do que eu ia fazer com ela...

Chegou o dia do encontro, pedi pra ela vir cedo porque queria aproveitar bem o dia. Às 9 da manhã ela chegou em casa, o marido trouxe ela. Entrou, o corno foi embora e ela perguntou se podia me cumprimentar. Aí, pela primeira vez, eu disse que não.

EU – Abaixa a calça até um pouco acima dos joelhos e se inclina em cima daquela mesa, apoiando as tetas em cima.
ELA – Meio hesitando, sim, senhor...

(Não achei uma imagem dela usando calça, mas mais ou menos ficou nessa posição)Submissão lésbica pra hotwifeEu tinha o chicote pendurado do lado da porta, ela ainda não tinha visto. Ela parou na frente da mesa, devagar e com dificuldade desabotoou a calça e foi abaixando junto com a tanga até onde eu mandei. Ela tem tanta bunda que a calça sempre prende naquela altura.

Já apoiada com os peitos e o rosto na mesa, ela olhou pra trás e me viu com o chicote na mão. Tentou se levantar e falar alguma coisa, mas parou quando eu encostei o chicote nas costas dela.

EU - Vadia, você se comportou mal e tem que ser castigada.
ELA - Por quê, senhor? Não gostou da surpresa que eu fiz? Era um presentinho pra você.
EU - Você tomou uma decisão sem me consultar.

Plaff, primeiro tapa de chicote na bunda, bem onde começa a curva da rabeta e começa a perna.
ELA - Ai! Ela soltou um grito parecido com um gemido, igual no primeiro encontro quando eu agarrei a bunda dela sem nos conhecermos.
Plafff, de novo, e dessa vez um pouco mais forte.

EU - A partir de agora, vadia, as decisões quem toma sou eu, você já devia saber disso.
Plafff, de novo.
ELA - Desculpa, senhor, só queria te dar uma surpresa.
EU - Você pode fazer isso, mas vou te dar duas opções daqui pra frente. A primeira é me perguntar primeiro se pode me dar uma surpresa e não vai ter castigo nenhum, e a segunda é não perguntar e, não importa se eu gostei ou não, se submeter a esse castigo.

Plaff e continuei dando chicotadas a cada final de frase por mais alguns minutos, algumas vezes enfiando o chicote entre as pernas dela e batendo de leve nos lábios da buceta.

Fica com a calça abaixada, vadia, e senta naquele sofá. A muito submissa andou como conseguiu até o sofá que estava a um metro e meio, com a calça quase nos joelhos, e sentou.lesbicaDei um copo de cerveja artesanal que ela gosta e ela me olhou surpresa, eu estava cuidando dela, algo estava rolando... O sofá estava virado pra porta de entrada, a gente ficou conversando um tempo sobre a experiência anterior, até que a campainha tocou… nisso já tinha passado uns 30 minutos.

Abri a porta e "oi!", uma voz feminina… Deixo a pessoa entrar, fecho a porta e minha putinha quase caiu dura quando viu que eu tinha convidado a Maia, a namorada do meu amiguinho do encontro anterior.

Como já tínhamos combinado, assim que fechei a porta, Maia me perguntou se podia me cumprimentar, e eu disse que sim. Ela se ajoelhou, desabotoou minha calça, abaixou o zíper, puxou meu pau pra fora e começou a chupar meu pau devagar, olhando nos meus olhos. Falei "Não olha pra mim, olha pra ela", então Maia, enquanto saboreava meu pau na boca, virou o olhar pra minha putinha.

Minha putinha ficou com cara de quem não tava entendendo nada, misturado com raiva, ciúme e começando a suspeitar que naquele dia ela ia ter a primeira experiência lésbica dela.

ANDREA (nome que dei pra minha putinha) – Não sei se quero fazer isso.
EU – Você não tá fazendo nada ainda.
ANDREA – Já tô imaginando o que você tá planejando, e além disso não gosto que outra chupe seu pau na minha frente.
EU – Não te perguntei.

Maia continuou na dela, olhando fixamente pra Andrea até que eu dei dois tapinhas na cara dela com a mão aberta (sinal pra parar de chupar).

EU – Vem, putinha (pra Andrea), agora pode me cumprimentar.
ANDREA – Meio puta da vida, sem saber o que fazer, se levantou hesitando e antes de começar a andar na nossa direção…
EU – Vem de quatro…
Os olhos dela encheram de raiva, sem entender, sem saber se fazia, e ela respondeu: "sim, senhor…"
Ela se ajoelhou de quatro com a calça ainda nos joelhos e começou a vir na nossa direção.
A verdade é que a gente teve momentos muito quentes, mas ver ela vir de quatro até mim sempre me excita pra caralho.
Quando chegou, se ajoelhou na minha frente e perguntou: "posso? Saúdá-lo?", ao que respondi "Sim, putinha, mas olha pra ela enquanto faz isso". Deixei ela chupar minha pica por uns minutos e mandei ela se levantar.
EU - Beleza, agora sua vagabunda, quero que cumprimente a Maia com um beijo de língua na boca.
ANDREA (com os olhos quase com expressão de medo) - Não sei se tô pronta pra isso.
EU - Se não fizer, nunca vai saber.
Então Andrea aproximou o rosto da Maia, que tava parada do meu lado, olhou nos olhos dela, depois pra boca e, tímida, deu um beijo suave, só encostando os lábios, sem meter a língua. Maia, já mais experiente, esperou uns segundos pra Andrea pegar o ritmo e, quando o beijo ficou mais molhado, enfiou a língua até o fundo da boca de Andrea. Elas se beijaram por mais alguns segundos, até Andrea terminar o beijo com uma pergunta.
ANDREA - Tá bom assim, meu senhor?
O tom de voz da Andrea foi de entrega total, mas lutando contra o próprio medo ou vontade de não fazer o que tava fazendo.
EU - Mandou muito bem, submissa. Vai pro quarto que te espera um dia longo.
Ela foi pro quarto, atrás dela eu entrei e vi que a cama tava com quatro tiras amarradas nas quatro pontas. Ela me olhou e, confirmando o que eu tinha dito antes, ia ser um dia longo.
Essa putinha adora ser amarrada, açoitada, ter a boca comida, etc., então o castigo não podia ser só isso, tinha que ser mais extremo.
Amarrei os tornozelos e os pulsos dela na cama, de bruços, mas com a cabeça virada pros pés da cama e um pouco pra fora.duas gostosasPedi pra Maia se despir sozinha, ela tinha trazido um conjunto de calcinha e sutiã de matar.
Coloquei uma cadeira na frente da Andrea, mas com o perfil lateral da cadeira, não de frente. Sentei a Maia na cadeira e falei pra Andrea chupar minha pica pra molhar ela antes de meter na buceta da Maia. Falei pra Maia se tocar pra ficar lubrificada, ela fez, mas quando me mostrou como tava, já tava mais que lubrificada. Essas coisas deixam a putinha dessa doida.
Exatamente como eu mandei, a Andrea chupou minha pica, bem devagar, do jeito que ela sabe que eu gosto de começar. Tive que me mexer um pouco porque ela tava com as mãos amarradas, só podia usar o pescoço pra se esticar ou se mover.
EU - Cospe na minha pica, puta, e chupa melhor que ainda não tá bem molhada. Peguei um pouco na boca dela e quando senti que a pica tava bem molhada, tirei quase arrancando, fez aquele barulho típico de ventosa quando uma dessas vadias tá sugando e você tira a pica de repente ou rola uma descoordenação no movimento dela.
Me virei pra Maia, peguei minha pica pela base e comecei a meter devagar na buceta dela. Minha intenção naquele momento não era realmente foder a Maia, que apesar de ser muito tentador, minha verdadeira intenção era que ficasse o gosto da intimidade dela na minha pica, e que a Andrea provasse o gosto da buceta da Maia pela primeira vez, mas na minha pica.
Os movimentos eram bem suaves, bem sensuais, tudo a alguns centímetros do rosto da Andrea. Tava tão perto que a Maia, pra ficar mais confortável, apoiou uma das pernas nas costas da Andrea, isso deixou ela furiosa e com tesão ao mesmo tempo (segundo o que ela me contou depois).
De novo, quando senti a pica bem molhada, encharcada dos fluidos e do gosto da intimidade da Maia, tirei a pica da buceta dela e levei até a boca da Andrea.
EU - Chupa, puta, sente o gosto da buceta da Maia na sua boca.
ANDREA (hesitando, como se...) le estivesse dando veneno pra provar) - Não sei se quero
EU - Não perguntei
E colocando a cock nos lábios dela, começou a me chupar de novo, primeiro num ritmo mais tímido e depois já com a mesma voracidade de sempre.
EU - Parece que você gostou do gosto da buceta da Maia, sua slut…
Brincuei mais algumas vezes, enfiando a cock na buceta da Maia, tirando e colocando na boca da Andrea, devemos ter ficado uns 15 minutos assim.
EU - Bom, agora que você já tem o gosto da buceta dela na boca, sua slut, vai sentir ela de perto, até dar vontade de chupar.
Aproximei a cadeira bem na borda da cama, na frente da Andrea, sentei a Maia com as pernas sobre os ombros da Andrea e deixei a cara da Andrea a só alguns centímetros da buceta da Maia, tão perto que se ela esticasse a língua, chegava a chupar. Andrea apoiou um lado do rosto numa das pernas da Maia e eu fui pro outro lado da cama, onde tinha a bunda e a buceta da minha linda slut Andrea servidas.
Comecei com uns beijos bem molhados na intimidade dela, enfiei uns dedos no caminho e uma boa chupada de cu. O detalhe é que antes de eu começar a beijar, a Andrea já tava bem molhada, prova de que ela tava gostando de tudo aquilo.
Depois de um tempinho e da Andrea começar a rebolar, falei pra Maia começar a se tocar. A Maia até então só tava acariciando a Andrea, as costas, o cabelo, o rosto, e quando pedi pra ela se tocar, bem putinha gostosa, com uma mão continuava acariciando a Andrea e com a outra se masturbava.
Tudo isso foi pegando ritmo, o quarto começou a esquentar num nível que eu nem imaginava, enfiei um vibrador na buceta da Andrea, ela se sacudia pra todo lado que nem peixe recém-pescado.
EU - Ainda não tá com vontade de chupar a buceta dela, sua slut?
ANDREA (silêncio)
EU - Chupa ela agora
A Maia me olhou, eu concordei com a cabeça, a Maia pegou a Nuca a Andrea, empinei a pélvis dela e encostei os lábios mais íntimos dela na boca da Andrea.
Andrea começou com um beijo tímido, como se estivesse dando um selinho em alguém, depois de uns segundos começou a abrir a boca, também timidamente. Um minuto depois já tava usando a língua, mas ainda tava tensa, usava a língua igual quando alguém lambe um sorvete só com a ponta. A gente deu um tempinho, eu do meu lado comecei a brincar com a ponta da rola na buceta dela, dava umas estocadas, tirava, passava no cuzinho e enfiava de novo na buceta. Quando a gente percebeu, a Andrea tava chupando a boceta da Maia com a mesma paixão que se fosse uma rola, a Maia apertava a pélvis contra a boca dela e esfregava com força. Andrea mexia a cabeça pra cima e pra baixo e de um lado pro outro. A gente tava pegando fogo e a Andrea quase gritando falou: "Me come forte que não aguento mais!" Mas... não podia esquecer que isso era um castigo, então parei o que tava fazendo, pedi pra Maia tirar a buceta da boca da Andrea, sentei na cadeira onde a Maia tava (afastei uns centímetros porque minhas pernas não cabiam) e comecei a comer a Maia na frente do rosto da Andrea (uns 30 cm). A verdade é que com todas as chupadas que a gente tinha levado e a puta que a Maia é, a gente não demorou pra gozar. Primeiro ela gozou, depois de mais umas estocadas eu soltei meu orgasmo, mas antes do meu leite sair pela rola, tirei da buceta da Maia e mirei no rosto da Andrea. Surpresa pelo movimento e sem saber o que fazer, a Andrea recebeu as porradas de leite no rosto todo, no cabelo, olhos, boca, etc, ficou cheia de porra e sem poder se limpar... Obviamente depois de gozar mandei ela limpar minha rola e, por via das dúvidas, fiz a Maia fazer também.
Fui tomar banho e falei pra Maia dar água pra ela, mas sem soltar, e que quando terminasse fosse tomar banho comigo.
A gente tomou banho, se tocamos um pouco e já me deu vontade de foder de novo. A bunda da Maia me deixa louco.
Fomos pro quarto, a Andrea tava doida, me olhava e falava "Me come, por favor"
Começamos a brincar de novo, mas dessa vez sem aquecimento.
EU - Chupa a buceta da Maia
A Maia chegou com a cadeira de novo e a Andrea começou a lamber os lábios dela. Deixei elas uns minutos e mandei parar. Empurrei a Maia com a cadeira pro lado, me aproximei da Andrea e chupei a boca dela por dez minutos, que lindo como essa puta babava.
Pedi a cadeira pra Maia, afastei ela bem da frente da cama e sentei.
EU - Maia, você chupa minha pika e coloca a bunda na cara da Andrea. (olhei pra Andrea) e você, puta, chupa o cu dela.
Ficamos nessa posição por um tempão, tava com uma vontade louca de comer o cu da Maia, mas pra isso queria que a Andrea tivesse chupando a buceta dela ao mesmo tempo.
Soltei a Andrea, deixei ela ir tomar banho e continuei brincando com a Maia na cama. Fodemos um pouco, nos tocamos, mas não queria intensificar até a Andrea voltar.
A Andrea voltou, amarrei ela de novo na cama na mesma posição, mas dessa vez de barriga pra cima. De novo mandei a Andrea chupar a buceta da minha outra puta, mas dessa vez a Maia em pé, inclinada, fazendo um tipo de 69 com a Andrea. A buceta da Maia ficou bem na boca da Andrea, mas a da Andrea ficou longe da Maia.
Quando pegaram o ritmo, a Andrea enfiava a língua e a boca inteira na buceta da Maia, e essa esfregava a buceta na boca dela e enfiava os dedos na própria. Cheguei por trás da Maia, coloquei a pika na boca da Andrea pra ela molhar, passei a cabeça da pika no cu da Maia e fui enfiando devagar enquanto a Andrea voltava a chupar a buceta dela. Entre o cu apertado da Maia e a situação excitante, eu tava com vontade de gozar Dois minutos e meio. Aguenta uns 10 minutos a mais e, assim que a Maia gozou, eu fiz o mesmo de novo no rosto da Andrea. Algo que teria sido quente era gozar no cu da Maia e depois o Andres chupar quando o cum escorresse, mas só me ocorreu depois.
Algo importante: a Maia tinha a instrução de chupar, tocar, meter tudo o que quisesse na Andrea, mas não podia fazer ela gozar.
Soltamos a Andrea, fomos tomar banho os três de novo e pedi pra elas cozinharem algo. Queria as duas peladas fazendo meu almoço.
Comemos, bebemos algo, brincamos no sofá, a Andrea mostrou a tatuagem que quer fazer, etc. Tivemos um recreio de uma hora e meia mais ou menos e voltamos pro quarto. Novamente amarramos os pés e as mãos da Andrea na mesma posição original, de bruços.
Depois de amarrada, olhei nos olhos dela e falei: “Chegou a hora do cu”. Sem dizer nada e com aquele olhar de terror, ela deixou a cabeça cair como quem se resigna.
EU – Maia, chupa a buceta e o cu dessa puta, prepara ela pra fazer a melhor anal da vida dela.
Dito e feito, a Maia é uma puta muito obediente. Com a suavidade que é sua marca, começou com uns beijos molhados, enfiando os dedos e tomando cuidado pra Andrea não gozar. Quando a Maia entendeu que a Andrea tava pronta, me fez sinal, me aproximei, ela molhou minha pica cuspindo, passando a língua e enfiando tudo na boca, e eu montei em cima da Andrea. A Maia, sem perguntar, pegou minha pica e começou a brincar no cu da Andrea. A posição não era muito confortável pra mim, tava fazendo força com os braços pra me segurar e deixar espaço pra Maia enfiar a mão, mas era tão morbidamente gostoso que aguentei. Assim que a ponta entrou, comecei a me mexer. A Maia foi pra frente, sentou na frente dela e fez ela chupar a buceta e o cu com a língua, como se fosse uma puta (e ela é). Eu continuei com meu movimento, até que a putinha, sem sinal nenhum, gozou… Aiiiiiiii e tremeu toda.
EU – Agora O castigo vai ser pior, Foxy.
Começamos a meter todo tipo de consolo, vibrador, dilatador em todos os buracos que a gente encontrava. Chupei a boca dela umas 14 vezes, se não contei errado. A Maia cuspiu na boca dela, a gente surrou ela a tarde inteira (no outro dia ela não conseguia nem sentar, literalmente), enquanto eu chupava a boca dela, a Maia metia nela com um consolo. Deixamos um vibrador ligado nela por uns 30 minutos, fizemos de tudo. Eu e a Maia revezávamos pra um descansar enquanto o outro continuava fazendo coisas com a Andrea. Chegou o fim da tarde e a Andrea não aguentava mais, no final a gente tava comendo um boneco de pano, já tínhamos soltado ela e ela não tinha força nem pra resistir. Meti na buceta dela, no cu, na boca. Enquanto eu metia na buceta dela, a Maia brincava com um dilatador anal, enfiava os dedos na boca dela e fazia ela chupar os dedos do pé.
Foi uma bagunça linda, por último a gente amarrou ela de novo, comi a Maia com muita sensualidade e joguei a porra na cara da Andrea pela última vez. Fomos tomar banho nós três, eu e a Maia lavamos a Andrea e ela foi deitar, ficou exausta dormindo na cama. Eu e a Maia pedimos comida, bebemos uma coisa que não terminamos e fomos dormir com a Andrea.
No outro dia acordei as duas com um café da manhã, fiz ela chupar meu pau direito e passamos um dia de namorados os três.

3 comentários - Submissão lésbica pra hotwife

Un lugar envidiable el tuyo. Que morbo me dá ese sadismo.
Que haces tincho, gracias por el comentario. Estamos aprovechando el momento.