Ajuda em Família (3)

Fer e Sebas alcançam um novo nível de confiança entre eles, fazendo com que aqueles encontros íntimos fiquem mais intensos e frequentes.



Ajuda em Família (3)



 
 
Terça-feira. 22h30. Em silêncio, a família reunida está jantando. Tom chegou cansado depois do dia puxado, a situação parece meio estranha pra ele, já que normalmente Sebas e Fer ficam zoando alguma coisa, enquanto ele escuta atento e tenta entender do que tão falando. Mas hoje à noite, a filha dele janta de cabeça baixa, olhando fixo pro prato, igual quando era criança e tava triste porque tinha sido castigada. Já o Sebas tinha colocado um vídeo no celular, que assistia enquanto comia, de fone de ouvido.
 
Tom terminou de jantar e, pra tentar mudar o clima, chamou os dois filhos pra prestarem atenção.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Galera, não sei o que deu em vocês hoje, mas preciso fazer um anúncio – falou olhando pra ambos – a construtora me pediu pra ir vistoriar uma obra em Guadalajara, então vou ficar fora uma semana. Então, espero que não estejam brigados ou algo assim, porque nesse tempo, vocês dois vão ter que cuidar da casa e de si mesmos.
 
Fer e Sebas se viraram pra se olhar, era a primeira vez que se viam desde algumas horas atrás, quando a punheta tinha rolado. Nenhum dos dois sorriu, só ficaram se encarando, tipo um olhar de cumplicidade.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Claro, véio – disse Sebas – não tem nada pra se preocupar, tá tudo certo entre nós, né Fer?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, claro – apressou-se a dizer.
 
Tom olhou para os dois de novo, e quando o olhar caiu na Fer, ela deu um sorrisinho. Tom, meio sem convicção, deu seu sinal verde.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.—E quando você vai embora? — perguntou Fer.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Na sexta à noite ou no sábado de manhã, ainda não defini bem o momento, porque na construtora não me falaram nada concreto.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Mmm, já entendi – disse Fer fazendo uma careta – vamos sentir muita saudade de você, papai.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.— E eu também pequei — disse acariciando a bochecha da filha — mas sei que meus filhos vão se comportar bem, que a casa vai estar intacta quando eu voltar e não vão fazer nada indevido.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Por que você tá me olhando?" – disse Sebas.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Mmm, não sei, talvez porque um dia desses você resolve marcar um encontro com os amigos pra aliviar o estresse do trampo e, quem sabe, esse encontro acaba saindo do controle.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Hahaha, não me faz rir, véi – disse Sebas entre risadas – tenho tanta merda pra fazer, que a última coisa que passa na minha cabeça é fazer uma festa ou encher a cara.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Bom – disse Tom em tom sério – vou acreditar em você, espero que não traia essa confiança.
 
Fer subiu pro quarto dele, enquanto Sebas e o pai continuaram batendo papo sobre bobeiras enquanto arrumavam a mesa e lavavam a louça. Quando ficou sabendo daquela notícia, a mente dele começou a viajar com mil ideias.
 
Uma semana, uma semana inteira sozinha com o Sebas! Era a única coisa que passava pela minha cabeça naquele momento, e pra piorar, a única lembrança que eu tinha do meu irmão era daquele momento estranho e tarado em que eu o vi batendo uma punheta até jorrar longos esguichos de porra. O que vai rolar agora? Esses momentos vão ser mais frequentes? Eu roía as unhas pensando nisso e em mil outras coisas ao mesmo tempo. Um calorzinho gostoso e excitante começava a aparecer no meio das minhas pernas, como se a minha buceta estivesse feliz em saber que, por uma semana inteira, ela teria aquela pica toda à disposição.
 
 
 
Quarta-feira. 8h da manhã. Fer acordou assustada. Tinha tido um sonho bem estranho. Nele, ela e Irving tinham ido a um bar gay, dançavam e cantavam enquanto tomavam umas cervejas, nada fora do normal, porque isso era costume entre eles. De repente, a gente começou a se amontoar em volta de uma mesa onde pessoas subiam pra dançar. Entre aplausos e assobios, um jovem de máscara e quase completamente nu foi colocado em cima da mesa.
No começo, ele tava meio nervoso, já que só tava de cueca. A música parou e, pelas caixas de som, uma voz começou a chamar as mulheres que topassem subir pra dançar com aquele cara. Mas tinha uma regra: a mina tinha que ser hétero. Como era um bar gay, isso não impedia que entrasse muita gente com gostos diferentes, mas ver um hétero por lá era algo totalmente raro.
 
Os assobios e gritos começaram a aumentar, porque a regra pareceu absurda pra maioria do pessoal. Até que o Irving, tentando fazer uma piada, gritou "Ô, minha amiga aqui adora uma pica!", e aí todo mundo começou a exigir que ela subisse. Empurrões, palmas, assobios e berros, a Fer sentiu que todo mundo tava contra ela e, não aguentando mais a pressão social, cheia de nervoso subiu na mesa junto com o cara. Então a música começou a tocar e, no ritmo do reggaeton, os dois começaram a dançar. Mas o público queria mais espetáculo, então começaram a pedir movimentos melhores e mais sensuais. Diante disso, a Fer e o garoto se grudaram um no outro e começaram a dançar de um jeito muito mais safado, a Fer soltando umas reboladas que faziam a bunda dela pular de um jeito obsceno e super gostoso. O cara, por sua vez, se colocou atrás da Fer, encostando o pau na bunda dela e simulando movimentos de sexo, agarrou ela pela cintura, deu uns tapinhas na bunda e acompanhou os movimentos com a pélvis.
Foi se deixando levar, já tava meio bebida e a sensação da bunda dela colada no pau do garoto parecia excitante, já que todo mundo tava vendo aquela ação.
 
Continuaram assim a música inteira, até que ouvi uma voz bem clara dizendo “Já subiu pra ele, manda ele tirar”. Fer então virou pra olhar o garoto, melhor dizendo, a pica do garoto, que aparecia ereta e desafiadora, escapando da cueca. E aquela pica era idêntica à do irmão dele, então Fer acordou.
 
Fermi olha pro teto por 5 minutos, aliviada porque tudo tinha sido um sonho, mas sentia as tetas inchadas, os bicos duros e um pouco de mel escorrendo da buceta dela. Aquele sonho tinha deixado ela excitada. Ela desceu a mão, enfiou dentro da calça e, afastando a calcinha fio dental, acariciou toda a fenda da buceta dela. Nossa, que gostoso que foi! Deu um gemido e as pernas tremeram levemente. Ela pensava que tinha sido só um pouco, mas o corpo dela e, mais especificamente, a boceta, diziam que aquilo tinha sido excitante demais.
 
Diante disso, não tinha outro jeito senão se masturbar de novo. Mas com a excitação que tava, com certeza em menos de 5 minutos ia gozar de um jeito super gostoso e sensual no meio da cama dela. Só que quando ela ia começar essa tarefa, alguém bateu na porta dela.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fer, já acordou?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim… sim, papai. O que foi?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Que bom, filha, não queria ter que te acordar. Olha, preciso ir agora porque teve um acidente ontem à noite na obra enquanto descarregavam uns materiais. Te peço pra acordar logo seu irmão de uma vez, ele vai se atrasar, por favor.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, pai, não se preocupa, eu acordo o Sebas.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Mas acorda ele logo, muito obrigada filha, te amo.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Te amo, pai. Tenha um bom dia.
 
Fer então se levantou, arrumou a cama rapidinho e, do jeito que tava, saiu do quarto. Ouviu lá longe a porta da casa bater.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sebas, já acordou?
 
Fer não obteve resposta, bateu mais forte.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sebas, já são oito e quinze, vai ficar tarde pra você.
 
Mas de novo não teve resposta.
 
Então a Fer abriu a porta e entrou. Encontrou a cama toda desarrumada e, debaixo das cobertas, estava provavelmente o irmão dela. Foi se aproximando e, quando chegou aos pés da cama, conseguiu ver que algumas partes do corpo nu dele apareciam, uma delas era o rosto, que mostrava que ele dormia tranquilamente. Por outro lado, na virilha dele, uma ereção bem dura mostrava pra Fer que ele estava tendo um sonho bem agitado.
 
Claro, o tesão com que ela tinha acordado não tinha sumido de vez, e a imagem daquela ereção dura voltava a avivar o fogo. Fer ficou olhando pra ele, só uma parte da base da pica aparecia, os testículos grandes e redondos e parte da base, quase a maior parte do tronco e a cabeça continuavam escondidos pelas cobertas, mas aquela pica lutava pra sair. Como se aquele obstáculo fosse, na verdade, um desafio pra ela.
 
Ficou se esfregando, já passava uma mão na buceta dela e devagar, uns dedos começavam a se enfiar por ali. Olhando sem piscar, aquelas pernas torneadas e aqueles ovos enormes. Devagar foi se aproximando, aí deu um susto, porque o irmão dela mexeu um pouco. O que fez com que mais da pica dele ficasse à mostra, só a cabeçona gorda ainda estava coberta.
Fer movia a mão e os dedos cada vez mais rápido, lambia os dedos saboreando os próprios sucos e voltava à tarefa de se masturbar sem tirar os olhos da pica do irmão.
Mas a tesão tava tão alta, eu precisava ver ela completa, desafiadora, imponente, precisava ver ela em toda sua extensão totalmente ereta apontando pro céu, então ela se aproximou até ficar sentada ao lado do irmão e, devagar, puxou a coberta pra deixar a pica dura à mostra.
 
Lá estava ela mais uma vez, não importava que já tivesse visto antes, continuava parecendo enorme de comprida, bem grossa, cheia de veias prestes a estourar e a cabeça rosada, brilhante e sedutora, como se pedisse ardentemente para levar um belo chupão. Fer não parava de enfiar os dedos, já a buceta dela era um verdadeiro charco, naquele quarto só se ouvia o barulho dos dedos entrando desesperadamente na buceta dela e gemidos doces que ela tentava disfarçar.
Via a pica dela, amava, era grande, muito grande, era grossa, muito grossa e o melhor, era do irmão dela, ficar lá no quarto dele, vendo ela em todo o esplendor enquanto ele dormia e ela, como se tivesse possuída, enfiando os dedos, fazia ela sofrer o maior tesão da vida dela. Aí, um pensamento passou pela cabeça dela: quando é que ia cruzar o caminho dela de novo um homem tão bem-dotado? Tipo, nem todo mundo tem uma assim tão grande... e linda. Será que era errado querer sentir ela?
 
Tava pensando nisso, mas quase na hora estico a mão e coloco ela em cima da pica.
 
Assim que pegou, sentiu que a piroca, por puro instinto, deu um leve pulo. Fer então segurou firme e percebeu que era tão grossa que sua mãozinha pequena não dava conta de envolver ela inteira, era macia, era quente, prestou atenção e até conseguiu sentir como se aquela piroca pulsasse, como se o contato de outra pele despertasse nela o instinto animal. Fer a movia, gostava da sensação, admirava, se maravilhava com um pedaço de carne tão suculento sem parar de pensar como seria quando aquela besta resolvesse perfurar uma buceta ou uma boca. "Ai não, com certeza você não fica sentado por um mês", pensava Fer, mas isso, em vez de assustar, só a excitava ainda mais. Dava um tesão danado ter na mão uma piroca tão linda e grande, ainda mais sendo da própria família.
 
Passo a mão e pego nos ovos grandes e gordos, eles eram bem mais macios que o resto da rola, senti eles pesados e meio duros, com certeza era disso que o Sebas tava falando quando dizia que tava doendo. Passei os dedos querendo fazer cócegas, depois fiquei brincando com eles como se fossem bolinhas antiestresse, o que parecia agradar o irmão dele. Porque ouvi um gemido baixinho, uma tensão leve nas pernas e a rola deu um pulo que bateu no meu antebraço. Fer sorriu, ficou feliz em saber que os carinhos dele tavam fazendo efeito naquela rola enorme.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você tem muito leite, né – disse quase murmurando – coitadinha, faz tempo que não te tratam como você merece, não é?
 
Fer acariciava a cabeça enorme enquanto falava baixinho e doce, como se fosse um bebê.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Com certeza você morre de vontade de enfiar num buraquinho bem apertadinho e molhado, né? Sinto como você vibra, cê gosta desses carinhos? Não precisa me responder, dá pra sentir como você fica tenso de repente, como se estivesse gritando: "Por favor, esvazia minhas bolas".
Bom – disse ele agora segurando-a firmemente pela cintura – não se preocupa, hoje sua irmãzinha vai te fazer gozar como nunca.
 
Ela começou então a masturbar o irmão dela. Primeiro com movimentos lentos e suaves, tipo fazendo carinho naquela pica enorme, mas depois de alguns minutos, começou a acelerar. Subia e descia a mão cada vez mais rápido, cada vez com mais força. Às vezes, soltava o pau e massageava as bolas por alguns segundos, só pra depois voltar a esfregar a mão inteira naquela carne toda.

Lembrou então do que o Sebas fazia, subiu até a cabeçona grossa e, com o punho, fez movimentos circulares. O Sebas fez uma expressão de prazer enquanto soltava um gemido. A Fer percebeu, mas não ligou, tava tão concentrada naquela tarefa que nada mais existia pra ela, além da visão daquela pica enorme sendo estimulada pela mãozinha dela.

Por 10 minutos, a mão da Fer continuou no serviço, a pica já tava vermelha da metade pra cima de tanta estimulação, mas a Fer só aumentava a velocidade, querendo que ele gozasse antes do irmão acordar. A buceta dela tava queimando, embora, paradoxalmente, parecesse um rio lá embaixo, o clitóris já tava tão inchado que bastava uma estimulação pequena pra alcançar o tão desejado orgasmo. Mas ela queria gozar vendo aquela maravilha da natureza gozar também, sim, queria ter um orgasmo ao mesmo tempo que o Sebas.
 
Mas aí, por causa dos movimentos intensos do Fer e do prazer que ele tava dando, o Sebas acordou. No começo, ele não sacou o que tava rolando, mas em poucos segundos, ondas de prazer fizeram ele olhar pra baixo. Arregalou os olhos.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fer, o que você tá fazendo?!
 
Com aquele grito, Fer saiu do transe e pulou assustada. Só a pica de imediato e olhou pra cara do Sebas. Não era de raiva, mas sim de espanto. Ficou vermelha que nem um tomate, o pulso acelerou, não queria outra coisa senão que a terra a engolisse.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fer, responde – insistiu Sebas – o que você acha que estava fazendo?
 
Fer abaixou a cabeça, cheio de vergonha, nem sabia o que dizer.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fer, olha pra mim – disse o irmão depois de alguns minutos – olha pra mim, por favor.
 
Diante da insistência, Fer acabou fazendo, mas quando seus olhos se encontraram, sentiu que não conseguia sustentar o olhar e, pior, que ia começar a chorar.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fer – disse Sebas acariciando a bochecha dela – não tô bravo, só… surpreso. Por favor, não chora, é que tudo isso é muito repentino e… estranho. Mas não se preocupa, não tem problema, só… me diz o que tá rolando.
 
Vou ver se tiro uns minutos, fico olhando fixo pra ele, Sebas até dou um sorriso. Mais calma, comecei a falar.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sebas… eu… é… o papai mandou eu vir te acordar, porque você ia se atrasar pro trampo.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Bom, então valeu, tô agradecido – disse ele sorrindo – mas, por que você tava batendo uma pra mim?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ah, Sebas, é que… sei lá, entrei e vi que você tava… excitado e seu… pau tava querendo sair e aí você se mexeu e deu pra ver tudo e… e… e… não consegui segurar a vontade de pegar nele.
 
Sebas olhou para a Fer. Dizer aquilo tinha exigido toda a força de vontade dele, então ele baixou a cabeça de novo. Sabia que a Fer tava falando do jeito mais sincero possível e, pensando bem, achou justo que ela também ficasse excitada, que sentisse um tesão também. Pô, Deus tinha visto ele bater punheta duas vezes! Com certeza a Fer também precisava se aliviar, pensou.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fer – disse ele, segurando o queixo dela pra olhar direto nos olhos – muito obrigado por vir me acordar. Foi… muito foda. Cê não tem porquê se envergonhar, nem sentir culpa ou nada disso. Eu, te repito, não tô puto contigo, só um pouco surpreso.
 
Mas – continuo – pra ser justo, te entendo. Deve ser difícil pra você ter me visto batendo uma e você sozinha no seu quarto. Sei que talvez você deve tar com um tesão acumulado, por isso não se preocupa, te entendo, maninha.
 
Fer corou de novo. Como que o irmão dela era sempre tão gato e compreensivo com ela? Instintivamente, ela se jogou pra abraçar ele.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Tá bom – falou depois de um minuto – se te ajudar me ver ou algo assim, fica à vontade, sem preocupação.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.—Tá falando sério? – perguntou Fer, surpresa.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, pode fazer sem medo, maninha. Se eu puder te ajudar de alguma forma a se aliviar um pouco, fico feliz em ajudar. Se quiser ver minha… rola, é só pedir e pronto. Me diz, você já se tocou me olhando?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim… — disse ela, nervosa — sim, me toquei um pouquinho.

Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Me dá gosto – sorriu Sebas – assim como você me disse pra deixar os tabus pra trás, eu agora te digo o mesmo, se você precisa fazer ou quer minha ajuda, sem medo sempre, maninha.

Fer sorriu, deu um beijo na bochecha do Sebas, amava aquele homem. Sentia-se protegida e compreendida ao lado dele, mas mesmo assim, não podia ignorar que a pica enorme do Sebas não tinha diminuído nada em tamanho e grossura.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sebas – disse Fer – seu pau ainda tá bem duro e grande.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, maninha, é que, na real, o que você tava fazendo em mim tava uma delícia.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sério? Cê gosta muito de mim?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Acordei e quase gozei na hora.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sério que você tava quase gozando?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, maninha.
 
Fer com mais confiança, pegou de novo na pica do irmão, começando um vai e vem lento. Sebas, ao ver aquela cena, sentiu um gostoso formigamento na pica.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sebas – disse Fer docemente – deixa eu te fazer gozar.
 
Sebas não respondeu, só passou as mãos atrás da cabeça e se deitou tranquilão, dando carta branca pra Fer fazer o que quisesse. E foi o que ela fez: nos minutos seguintes, a irmã dele passou o tempo puxando a rola dele. Ia devagar, depois acelerava, apertava, se divertia especialmente com a cabeça grossa e os ovozão pesado. O que deixava Sebas louco.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você gosta disso?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, Fer, é muito gostosa.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.E isso aqui?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, Fer, você faz isso maravilhosamente bem.
 
A Fer adorava ouvir isso, por isso de vez em quando perguntava pro Sebas, só pra ouvir uma resposta que já sabia. Mesmo com o ritmo aumentando e ele socando forte, depois de mais 6 minutos intensos, a pica continuava firme e pronta pra guerra.
 
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Ai, Sebas, que resistência você tem!
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Continua, Fer – ela disse gemendo – continua, por favor, continua.
 
Ouvir o irmão dela naquela situação acionou o lado mais tarado dela.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.É isso que você quer, que eu continue puxando essa sua piroca? Te excita, eu posso sentir. Te deixa louco sua irmãzinha ter vindo puxar ela pra você?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, você me deixa no ponto.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A ponto de quê? A ponto de encher a mão da sua irmãzinha com a sua porra? Seu filho da puta.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Ai não, Fer, você vai me fazer gozar muito!
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vai logo, Sebas, deixa eu ver quanto tesão eu tô te dando. Solta tudo, não para, mostra pra sua irmãzinha quanta porra você tem guardada nesses ovo enormes. Me ensina como goza uma pica de verdade igual a sua.

Nossa, ela é bem grossa e comprida! Minha mãozinha pobre não dá conta, poucas devem aguentar ela. Mas vou te falar, eu adoro. Adoro ver ela bem dura, com essas veias prestes a estourar, e ficar tão rija que parece um ferro.

 
Fer então se deitou ao lado dela, sem parar de bater uma nem por um segundo, enquanto Sebas mantinha os olhos fechados, totalmente focado no próprio prazer, com uma careta que mostrava que ele estava prestes a gozar.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sabe de uma coisa – ele sussurrou no ouvido dela – eu gosto tanto de você que vou vir puxar essa buceta toda manhã.
 
Sebas não aguentou mais, as pernas dele travaram, a piroca inchou e cresceu um pouco mais de grossura e de comprimento. Ele gemeu e até deu um pequeno pulinho. A porra começou a sair, igual uma mangueira de pressão, jato após jato foram saindo, parecia uma fonte. Os tiros eram abundantes e muito longos, a mão da Fer apontou na direção do rosto dela, o que fez com que os primeiros jatos fossem parar no peito e no queixo da Fer, os seguintes foram igualmente abundantes, mas não tão longos, então foram parar no peito do Sebas.
Fer perdeu a conta de quantas gozadas saíram da pica enorme do Sebas, só ficava olhando fascinada como no peito do irmão dela, ia se formando aos poucos um lagozinho de porra. Não soube quanto tempo durou, mas quando finalmente acabou, a rola satisfeita ficou deitada sobre uma das coxas do irmão dela. Santo deus, parecia até uma terceira perna!
A porra tinha espirrado nos peitos dela e até no queixo, como é que um homem conseguia produzir tanta porra?
 
Sebas aproveitou que a irmã ainda tava besta com aquela gozada, virou a cabeça e beijou ela. Não foi um beijo longo, nem sensual, foi um beijo meigo e não durou muito. Fer nem entendeu o que tinha rolado, de repente a mente dela deu um branco e ela só fechou os olhos, deixou o irmão brincar com os lábios dela.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Valeu, Fer – disse Sebas quando se afastou dela – nunca tinha gozado desse jeito.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Este…
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Irmãzinha, te adoro, você é a melhor.
 
Sebas dedicou um sorriso pra ela que fez ela ficar toda corada. Ele se levantou, pegou uma toalha que tava por perto e limpou a maior parte do gozo do corpo, e rapidinho entrou no banheiro pra tomar um banho.
 
Fer, por puro instinto, levei a mão na buceta dela, que parecia implorar, pedindo por favor que eu desse a satisfação do orgasmo. Ela fechou os olhos, beliscou e fez círculos no clitóris, e rapidamente começou a se contorcer, o corpo ficou tenso, arqueou as costas. Soltou um gemido tão alto que eu desejei que o barulho da água fosse forte o bastante para abafar, porque com certeza o irmão dela teria se assustado.
As pernas tremeram, sentiu correntes elétricas pelo corpo todo e então, no auge do orgasmo, sentiu que se mijava. Um jorro forte e pressurizado saiu da buceta dela, molhando parte da cama e o pijama, deixando tudo encharcado. Por um instante, ficou em branco, só sentindo prazer, e quando finalmente um pensamento cruzou a mente dela, foi a lembrança daquela pica enorme se esvaziando graças às carícias da mãozinha dela.




Continua...

1 comentários - Ajuda em Família (3)

Excelente Post muy bueno gracias por compartir
Que delicia de relato