Capítulo 8 Sovann chegou pouco antes de jantar. Como não tinha nada para fazer, se dedicou a comprar meia rua Serrano e assim dar-me tempo para executar o nosso plano. Ao chegar em casa e ser eu quem lhe abria a porta, creiu que havia falhado e pondo um puchero, perguntou como havia ido. ―Sinto dizer-te que já não tens secretária. Recebeu a notícia com pesar e me pediu que lhe contasse o que havia passado. Decidido a putearla, levei-a até o salão e enquanto lhe servia uma copa, ela não parou de interrogar-me. Cada vez mais nervosa, começou a recriminar-me que provavelmente me havia excedido e profundamente preocupada, explicou que essa menina era filha de um dos homens mais importantes do seu país. Interiormente morto de risa, deixei que se expressasse e quando havia soltado tudo o que tinha dentro disse: ―¡Me subestimas! Te he dito que já não tens secretária, não que tenhas falhado― e chamando a Loung, esperei que entrasse na habitação para corrigir-lhe: ―A partir de hoje, tens uma doce amante. Será tua escrava de dia e nossa mulher à noite. Creio que minha cunhada não alcançou ouvir minhas últimas palavras porque tinha suficiente com babear ao ver que a cría chegou vestida apenas com um camisão transparente e que, ao pôr-se a seu lado, beijou os lábios, dizendo: ―Alteza, espero que não lhe incomode que o seu prometido me tenha convencido de oferecer-me como sua parceira. Minha putíssima cunhada não se esperava um recebimento semelhante e menos que aproveitando sua turbulação, eu me pus a sua espalda e sem esperar que reagisse, desabrochei a blusa, colocando os peitos à disposição da menina. Esta, aleccionada por mim, não esperou permissão e metendo o rosto entre os seios de sua princesa, abriu a boca e começou a mamar. Alucinada, viu a língua de Loung correndo suas areólas enquanto eu frotava meu pênis contra seu cu. Nossa dupla investida a desarmou e desnu-dando ela mesma, gozou das nossas carícias. De pé e com as pernas abertas, deixou que os beijos da sua empregada fossem descendo pelo seu corpo, mas quando percebeu que a moça se aproximava ao seu sexo, lhe entraram dúvidas. ―¡Deixa-a!― disse-lhe ao ouvido e para forçar a sua calentura, abrindo-lhe as nádegas, joguei com o seu traseiro. Completamente cachonda, quando sentiu a carícia úmida de Loung na sua vulva, pegou um grito e pressionando contra o seu púbis a cara da menina, pediu que continuasse. Nossa recém-estrenada amante separou com os dedos os pliegues da princesa e com os dentes, começou a mordiscar o botão da mulher. Minha cunhada até então não havia desfrutado do amor carnal de uma fécutie, sentiu que se lhe acumulavam as sensações e pegando um grito, correu-se. Sem saber o que fazer ao sentir o fluxo em sua boca, a garota me olhou pedindo instruções: ―Tú segue― ordenei e enquanto ela obedecia, meti os meus dedos no pussy de Sovann, empapando-os bem, após o qual, os levei até seu esfíncter e com movimentos circulares, o fui relaxando enquanto sua dona não parava de gozar. A princesa viu seus dois orifícios assaltados e tremendo, informou que se ia cair. Organizando a cena, tumbé Loung no chão, pus Sovann a quatro patas com o pussy na boca da sua sumisa empregada e colocando-me atrás, informei que lhe daria por culo: ―¡A qué esperas! ¡Mi love!― berrou descompuesta. Nesse momento, não caí que me havia chamado “love” e não “querido” como costumava fazer porque estava ocupado em dar-lhe prazer. Seguro do calor que nublava sua mente, abri os cachetes e colocando o meu glande no seu esfíncter, a penetré. Minha cunhada gritou de dor ao ver-se empalada de um modo tão brutal e então ocorreu algo não previsto, Loung saindo da entreperna, se deu a volta e pegando a cabeça da princesa entre as suas mãos, as duas mulheres se fundiram em um beijo sensual, após o qual e enquanto a consolava, ouvi que lhe dizia: ―Deixe que seu futuro marido desfrute possuíndo-a, Depois lhe jurei que eu me ocuparia do seu adolorido bum. Suas palavras aumentaram a paixão da princesa e desbordada pelo carinho que essa menina lhe demonstrava, rogou que lhe deixasse comer o pussy enquanto eu continuava machucando seu intestino com meu pênis. Loung, com rubor, colocou-se à frente dela e separando as pernas, deixou ver seu pubis. ―¡Que belo é!― exclamou minha cunhada ao contemplar o sexo depilado da criança e não podendo se reprimir, provou por vez primeira seu sabor. Sei que lhe deve ter gostado porque pegando um grito, me rogou que a fodesse mais devagar para que ela pudesse comer-se esse manjar com tranquilidade. Rebajando o ritmo com que lhe rompia o bum, desfrutei vendo as unhas da princesa separando os pliegues da menina antes de saborear o clítoris do adolescente com a língua. Tampouco Loung fez objeção porque sua chefe não levava nem um minuto devorando seu pussy quando berreando como uma possessa, se corria. Sovann surpreendida pela profundidade de seu orgasmo, tentou secar o torrente no qual se havia convertido a caverna da minha cunhada, mas quanto mais tentava absorver o delicioso fluxo, mais prazer causava ao meu amante que completamente desbordada não deixava de gritar de prazer. A visão dessas duas mulheres desfrutando colmeu minha paciência e imprimindo novamente velocidade às minhas cadeiras, reiniciei com mais força o assalto ao cu da minha cunhada. ―¡Assim!, ¡Sigue! ¡Más fuerte!― reclamou descompuesta a muito promiscua ao sentir minha extensão acuchillando seu interior. Decidido a liberar a pressão dos meus testículos, minhas incursões se tornaram tão profundas que temi que minha adorada prometida se desgarrasse por dentro, mas essa mulher que nunca deixava de surpreender-me, em vez de reclamar, ordenou à sua nova amante que me ajudasse. ―¿Qué quiere que haga?― perguntou indecisa a menina. ―Nuestro hombre necesita más ritmo, márcale el compás con azotes en mi culo. Loung hesitou para obedecer, pois ela essa mulher ia ser sua rainha e não se via capaz de Golpearla embora ela fosse quem se o pediu, porque tive que intervenir, dizendo em voz de grito: ―¡Faça-o! ¡Obedeça à tua senhora! Tremblando, soltou uma palmada e ao escutar o gemido de prazer que brotou da garganta da princesa sua, com mais confiança e mais força deu o segundo. Não satisfeita, Sovann exigiu que continuasse. A moça pedindo desculpas por antecipado se dedicou corpo e alma a satisfazer os desejos da minha cunhada. Tenho que esclarecer que não apenas cumpriria seu cometido fielmente, mas extralimitando soltou uma série de golpes que me doeu até mim. Com seus bundas vermelhas e com o seu ânus ocupado, a futura soberana se corria sobre a alfombra. Ao deixar-se cair, meu pênis se incrustou ainda mais fundo e com a base da minha membro roçando sua bunda, me juntei a ela num orgasmo gigantesco. ―Dios― gritei ao sentir que meu pau explodisse regando seu intestino e completamente exausto, me tumbé ao seu lado. Nossa nova amante com uma sonrisa nos lábios, nos ajudou a levantar-nos e agarrando-nos da mão, nos levou até o quarto. Uma vez ali, com um carinho quase religioso, nos deitou na cama e em silêncio se retirou sem dizer nada. Tanto Sovann como eu ficamos estranhados de sua atitude mas como estávamos cansados, abraçamo-nos e pensando que a noite havia terminado, começamos a falar do que havia acontecido. ―¿Te gustó?, princesa― perguntei enquanto a acariciava ternamente. ―Sí, meu amor― respondeu com a voz ainda entrecortada –Tengo o cu amoratado mas tenho que reconhecer que eu me diverti como uma puta. Te parecerá duro o que te vou dizer e não me alegro de que meu marido esteja morto, mas desde que te conheci me revelaste aspectos míos que não conhecia. Ao escutá-la, fiquei pensando nisso e após meditar, compreendi que a mim também me acontecia o mesmo. Minha querida cunhada havia feito eu esquecer o dor por a morte de meu irmão e meus futuros anos queria passá-los com ela e Loung. Por primeira vez, estava Colado e era delas duas, por isso e cuidando minhas palavras, perguntei: ―E como vamos acoplar essa puta em nossa vida? Soltando uma gargalhada, Sovann me beijou antes de responder: ―Entre minhas pernas, onde vai ser? Embora não nos híssemos dado conta, Loung havia voltado trazendo um bandeja com a ceia e ao escutar que a incluía em nossos planos, deixou-a sobre a mesa e alegremente perguntou: ―Meus dois donos querem já jantar? Ou preferem que essa puta lhes canse um pouco mais? Fazendo um espaço entre nós, chamei-a dizendo: ―Venha aqui, pois minha futura esposa não ouviu seus berros quando eu a tomo. ―Com sua permissão, Alteza― sorrindo, respondeu e pondo um salto, encaramou-se sobre mim. Sovann, morta de rir com a desfaçatez da criancinha, beijou-a e susurrando-lhe ao ouvido, informou que tinha a intenção de devolver todos os golpes que lhe havia propinado. Soltando uma gargalhada, Loung se virou e disse: ―Princesa, com prazer, receberei seu castigo e dessa forma, meu prometido saberá que a partir de hoje tem duas putas na cama dispostas a satisfazê-lo... CONTINUARÁ
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