Historias con mi cuñada vol. I

Depois de muitos anos lendo contos dos outros, resolvi começar a relatar as pequenas e grandes fantasias que tenho com minha cunhada. Muitas noites fiquei relembrando situações que vivi, e as alterei imaginando como seria conseguir algum avanço com ela. Então, aqui vão. Vou tentar dar uma virada nas histórias pra deixá-las mais sexuais. Espero que vocês gostem de ler.

Vamos à apresentação, me chamam deNegro... e sou casado com a irmã da Eliana, a musa dessas histórias. Ela tem 2 anos a menos que eu, compartilhamos a vocação médica, dona de uma genética de dar inveja. Morena, sempre bronzeada, sardas, um par de tetas lindas, uma cintura super fina, e uma bunda que, quando usa leggings, é algo que não consigo parar de olhar e imaginar tocando. Mora numa casa com quintal em Olivos e, sinceramente... é o que podemos chamar de uma patricinha gostosa.

Essa primeira história começou anos atrás, quando eu e minha esposa tivemos a chance de organizar uma viagem para a Europa por 1 mês. Justamente minha cunhada tinha conseguido uma bolsa para fazer um rodízio num hospital na nossa segunda cidade de destino. Então, teríamos a oportunidade de morar os três juntos por 4 dias nessa cidade espanhola.

Na noite anterior à viagem, ficamos na casa dela com minha esposa, já que ela nos levaria ao aeroporto no dia seguinte. O voo dela saía dois dias depois do nosso.23:35h.Depois do jantar compartilhado e da empolgação de todo mundo com a aventura que vinha pela frente, fiquei batendo um papo sobre a viagem com a Laura, minha mulher, e a Eliana. Minha esposa sempre foi de cair no sono rapidinho, e não foi diferente dessa vez. Fiquei com minha cunhada no andar de baixo da casa dela...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Neguinho, me ajuda com esse trecho aqui que não consigo comprar?- perguntou, quase histérica da mesa.N:Sim, Eli, lavo esse prato e vou...- Minha mente já começava a imaginar como podia roçar nela, tocá-la, algo que saciasse um pouco a putaria que eu carregava há anos por ela.

Sentei do lado... ela estava vestida com uma legging vermelha, roxa e lilás, que ficava colada no corpo, e uma camiseta cinza daquelas de gola redonda bem larga, que ficava bem soltinha... e curta. Muito curta. Deixava ver timidamente um top preto de academia. Eu, só com um short jeans e minha clássica camiseta preta.N:Me diz, Eli, no que você ficou?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Não deixa eu pagar essa passagem de trem de Paris pra Londres!- fazendo um biquinho lindo que marcava suas covinhas....N:Vamos ver, deixa eu ver... passa o cartão pra cá e a gente testa.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ah, tu é o melhor! Por isso que eu te adoro tanto, parceira!— ele me disse enquanto segurava meu rosto e o balançava de um lado para o outro —Quer que a gente tome alguma coisa? Aproveita que minha irmã foi dormir.Meu pau já tinha endurecido um pouco sob a pressão da calça jeans, bendita calça jeans. O que vou fazer... me excita desde sempre e hoje à noite sinto que tem uma química especial. Ela me ofereceu o pouco de álcool que tinha em casa e optei por tomar umas cervejas juntos enquanto fazia malabarismos com as páginas de trens e seus cartões bancários. Por sorte, foi tudo mais rápido do que imaginei, sempre tive sorte com essas coisas de viagem. Adoro planejar e organizar viagens.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Siiim! Isso aí, coração! Você me salvou!- grito entre risadas e me dando um beijo estalado na bochecha. Perigosamente perto da minha boca.N:pra burra, tu vai acordar a sua irmã!!—respondi acalorado enquanto tapava a boca dela com minha mão direita.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Jijiji, cê tem razão!—e baixando a voz, me disse:além disso, preciso mais da sua ajuda com um ateneu que tenho que apresentar.Enquanto terminava a primeira latinha e me olhava safada, ela arrematou:Quer ser minha professora hoje à noite?😜
O tesão que eu tava acumulando naquele momento me fez gaguejar e responder sem jeito, mas com coragem:N:é... acho que sim, depende do que você quer que eu te ensine- acariciando-a gentilmente enquanto meu coração galopava ferozmente.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Uff, se eu te contar o que eu preciso hoje à noite, a noite não acaba mais.
N:me prova e a gente vê.—puxei, abrindo a segunda latinha e sabendo que minhas intenções estavam totalmente nuas.

Ela me olhou, mordeu o lábio inferior sorrindo e se levantou da mesa. Automaticamente me senti um otário e um idiota. 😑
Não sei quantos minutos se passaram. Mas pareceu uma eternidade.

Saí com a latinha quase vazia pro parque e arejei os pensamentos. Aproveitei pra dar uma ajeitada na pica, que tava bem dura, e lavei o rosto na mangueira que tava do lado da piscina.

Quando voltei, não encontrei ela, mas notei que tinha mais luzes apagadas do que antes. Talvez pelo cansaço e pela memória ruim, não dei importância e sentei na frente do computador de novo.

Abri meu e-mail procurando uns PDFs que podiam ajudar no ateneu dela e peguei o celular pra revisar outros documentos que tinha guardado. Nisso, ouvi um barulho e vi que ela voltava, andando um pouco mais solta, com uma mão trazendo umas pastas e com a outra arrumando o cabelo.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Lau dorme que nem uma pedra. Então a gente tem a noite toda, se você quiser, claro.- e ela sentou colada em mim, deixando as pastas na mesa e apoiando os cotovelos nela.

Senti uma pontada de derrota.
Mas, orgulhoso, disse pra mim mesmo que aquela era a minha noite.
A noite que eu tanto tinha fantasiado. A noite das noites.
A noite em que Eli, minha cunhada, ia saber que eu queria ela.

Ela começou a abrir uns arquivos no computador, enquanto eu pegava a terceira latinha e dava um longo gole.N:Claro que quero. Mas se continuar bebendo desse jeito, acho que não vai aguentar muito, haha!enquanto eu me inclinava pra trás na cadeira.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Hahaha que tarado! Sabe a resistência que eu tenho?
N:Nem imagino... você aguenta muita coisa?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Não seja tarado, neném!!- e ela ria, já mais solta por causa do álcool...

Eu, aproveitando a visão de onde estava, via a borda de uma fio dental preta, um centímetro acima da borda da legging. Nessa altura, a tesão já tinha voltado. O ventinho que entrava do jardim ajudava nessa linda noite de verão.N:Bom, a gente nunca tinha bebido junto e, sinceramente, tô me divertindo pra caralho... mesmo você enchendo o saco com tanta coisa, haha.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Ayyy siii! Me desculpa, cunhada, é que eu sei que você me apoia nessa. Vou ter que te dar uma recompensa depois!- piscando o olho pra mim.N:Beeeem... mas te aviso que me conhecendo, vou querer tirar vantagem.e totalmente jogado, sabendo que o pássaro Caniggia em 90 enganchando pra fora o Taffarel, passei o dedo na sua espinha delicada e curvada. Da beirada da legging, enfiando uns centímetros pra baixo da camiseta que ela tava. Ela se virou, me olhou com um olhar de loba, e se aproximando de mim, apoiou a mão esquerda na minha perna e me disse:Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Ah não, não sabia que você era tão ousado assim, neguinho...N:Eu também não, mas com você parece que eu quero ser.—enquanto brincava com o top por baixo da camiseta.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Mmmmm, ai! Não me fala isso não, senão vou acabar me comportando mal.- ronronou no meu ouvido.N:É isso que eu quero, gostosa. Você vai me deixar brincar com você agora?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Que vontade que eu tenho de você, cunhada!!! Vai me deixar assim todo excitado?- Ela passava a mão no meu pau, totalmente duro.
E eu beijei ela. Provei os lábios quentes dela enquanto puxava ela pra perto. O calor que saía dos nossos corpos era infernal. Ela apoiou o corpo no meu enquanto eu acariciava as costas e a cintura dela com as mãos. Ela se afastou, corada e despenteada. Me olhou de novo e me comeu a boca... mordeu meu lábio inferior e se levantou. Tirou a camiseta e disse: Vamos pro sofá.

Terminei a lata que ficou na mesa, levantamos e abracei ela por trás. Encaixei meu pau entre as bundinhas dela e apertei ela contra mim enquanto beijava o pescoço dela. Ela começou a esfregar a raba em mim enquanto gemia cada vez mais. Assim chegamos no sofá, ela me empurrou e sentou em cima de mim abrindo as pernas.

Nunca vou esquecer aquele movimento esfregando a buceta fervendo no meu pau prestes a explodir. Ficamos vários minutos nos beijando assim. Eu aproveitava pra apalpar por cima do top aqueles peitos soltos que sempre me deixaram louco e aquela bunda tão gostosa.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.ahhhh você tá me matando. Quero provar sua pica, bebê!N:Você vai provar ela toda e vai comer ela toda.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Siiim, ISSO!- Ela se levantou e desabotoou meu short com dificuldade... se ajoelhou, me olhou, sorriu e libertou meu pau completamente duro e molhado da minha cueca. Suspirou e, sem esperar um segundo, enfiou tudo até o fundo. Minha cunhada, totalmente puta, estava chupando meu pau com tudo. Enfiava, chupava, tirava e lambia. Da base até a ponta, por todo o tronco. Foram 10 minutos sem parar. Eu não aguentava muito. Graças ao álcool, consegui segurar um boquete daqueles.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Que buceta linda você tem. Tanto tempo querendo provar ela...- enquanto continuava lambendo ela.Quero que você me coma, prima, me coma toda.

N:Primeiro quero chupar você todinha, EliRespondi deitando ela e tirando o top. Aquelas duas tetas perfeitas ficaram à minha mercê. Olhei por um segundo e comecei a beijá-las. Os bicos dela eram lindos. Lambia um e depois o outro, juntava os dois e chupava... depois um e o outro. Ela gemia de olhos fechados, toda agitada. Aí aproveitei e puxei um pouco a legging... levei minha mão direita até a buceta dela e senti a calcinha toda ensopada... passei um dedo por cima e ela se contorceu. Aproveitei pra morder de leve um bico e, devagar, puxei a calcinha molhada pro lado... ali estava a buceta lisinha e depilada dela, toda minha. Comecei a roçar com dois dedos e, devagar, enfiei eles. Ela agarrou minha cabeça e apertou contra as tetas.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Segueee, assimmm, se liga!!E eu continuei batendo uma punheta pra ela, já com três dedos totalmente dentro da buceta dela. Ela levantou minha cabeça e levou até o rosto dela. A gente se olhou. Quentes. Suados e selvagens. A gente se fundiu num beijo molhado e profundo. Ela me afastou com a mão no meu peito e me ordenou:E:Mete ela agora, não aguento mais!! Quero ela toda dentro.Em seguida, me levantei. Ela me puxou pra trás e tirou a legging... subiu em cima de mim de novo, afastou o tecido fino que nos separava e, devagar, meu pau foi entrando centímetro por centímetro na buceta dela, toda molhada e fervendo.

Espero que tenham gostado. Volto em breve com outros momentos compartilhados e, pra minha desgraça, distorcidos.

2 comentários - Historias con mi cuñada vol. I

Muy buen relato espero saber como sigue el próximo