Daniela (a MILF da família) Cap 8

Na manhã seguinte. Daniela abriu os olhos devagar. A luz do sol entrava pela janela, iluminando o quarto com um tom dourado suave. Por um instante, a mente dela ainda estava embaçada pelo sono… até que as lembranças da noite anterior a atingiram como uma enxurrada.

Tava sozinha na cama.

O lençol estava todo amassado e cheirava a suor, sexo e aquele cheirão de macho do Severo. Ela tocou o lado onde ele tinha dormido e sentiu que ainda estava quentinho. Ele tinha ido embora fazia pouco.

Ela se sentou devagar, cobrindo os peitos com o lençol. Um sentimento de culpa profunda apertou o peito dela.

O que eu fiz…?

Passou as mãos no rosto, envergonhada. Tinha transado com o Severo. Com o marido da cunhada dela. Com um homem que fisicamente era repulsivo pra ela: feio, gordo, moreno, careca e com aquele cheiro tão desagradável que era a marca registrada dele. Lembrava perfeitamente como tinha se entregado, como tinha gemido, como tinha gozado.

É repulsivo… é grosseiro… é tudo que eu deveria odiar…

E, no entanto, não podia negar a verdade que queimava por dentro dela.

A atitude viril e dominante dele tinha excitado ela como nunca. O jeito que ele tratou ela, como ele dominou ela… era isso que realmente fez ela perder o controle. Não era a aparência dele. Era o jeito dele ser, macho, possessivo e cheio de si.

Suspirou fundo e abraçou os joelhos.

Além disso… a Sandra nos viu.

A lembrança da interrupção da Sandra fez um arrepio percorrer ele. O olhar de ódio e nojo tava gravado na mente dele. Sabia que isso podia trazer consequências sérias. Se a Sandra resolvesse abrir a boca, tudo podia explodir.

Ela se levantou da cama, ainda pelada, e se olhou no espelho. Tinha chupões nos peitos e no pescoço, a pele marcada pelas mãos fortes do Severo. Passou os dedos nos lábios inchados e sentiu um formigamento safado entre as pernas ao lembrar como ele tinha beijado ela.

Foi um erro… um erro que não pode se repetir.

Ela mordeu o lábio inferior, confusa. Por um lado, a culpa a corroía. Por outro, uma parte dela já estava pensando no Severo de novo, ou melhor, no que o Severo tinha entre as pernas.

Balançou a cabeça, tentando clarear os pensamentos.

Tomou um banho rápido e decidiu se vestir de forma sexy, mas mais discreta que no dia anterior. Vestiu uma blusa roxa de gola alta sem mangas, super justa no corpo, que marcava os peitos dela de forma pronunciada e fazia eles parecerem ainda maiores e mais redondos. Embaixo, escolheu uma legging de lycra azul-marinho que colava como uma segunda pele nas pernas e na bunda. Completou o visual com uns saltos cor de pele que alongavam as pernas e davam um rebolado elegante.

Daniela (a MILF da família) Cap 8

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Ela se olhou no espelho uma última vez. Tava gostosa e provocante, mas sem exagerar.

Desceu as escadas e encontrou a casa em silêncio. Não tinha ninguém na sala nem no jantar. Talvez todos estivessem nos seus quartos.

Foi pra cozinha preparar um café da manhã. Abriu a geladeira e começou a olhar os ingredientes, pensando em fazer uns ovos e um café.

De repente, ela ouviu passos atrás dela.

Era o Fernando.

—Bom dia, tia —cumprimentou ele com voz baixa e carregada de desejo, se aproximando.

Daniela se virou e sorriu pra ele com um jeitinho provocante.

—Bom dia, Fernando. Quer que eu prepare alguma coisa pra você comer?

Fernando se aproximou mais, apoiando-se no balcão ao lado dela. Os olhos dele olharam sem vergonha os peitos e a bunda da mulher.

—O que eu quero comer é você de novo —disse com um sorriso safado e direto.

Daniela soltou uma risadinha suave e provocante, olhando para a entrada da cozinha.

—Abaixa a voz… —ela sussurrou, mas o sorriso dela ainda era provocante—. Alguém pode te ouvir.

Fernando se aproximou um pouco mais e colocou uma das mãos na cintura de Daniela, acariciando ela por cima da lycra.

—Só tô falando a verdade… Não parei de pensar em você —murmurou perto do ouvido dela—. Quero te comer de novo… quero sentir você outra vez.

Daniela mordeu o lábio inferior, provocando, mas ainda mantendo um certo controle.

— Fernando… não é hora — sussurrou ela, olhando pra porta —. Não estamos sozinhos agora, só espera um pouco, já vamos ter chance.

Fernando sorriu com malícia e desceu a mão lentamente até pousá-la sobre uma das bundas dela, apertando de leve por cima da legging.

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—Adoro quando você veste uma legging tão justa assim… —falou com voz rouca—. Marca tudo… você fica uma delícia.

Daniela soltou uma risadinha nervosa, mas cheia de charme, sem tirar a mão da própria bunda.

—Você é um atrevido… —sussurrou ela, olhando pra ele com olhos brilhantes—. Mas eu gosto de homens atrevidos.

Fernando apertou um pouco mais a bunda e aproximou a boca do ouvido dela.

—Me diz… quando a gente vai repetir? —perguntou com tesão—. Não vejo a hora de te ter de novo.

Fernando apertou o corpo dele mais contra o dela, colando a ereção já dura na coxa, por cima da legging.

— Não parei de me masturbar pensando em você — confessou ele sem vergonha, com a voz trêmula de tesão —. Desde aquele dia, não faço outra coisa senão lembrar como te comi… como você gemia enquanto eu te enchia. Quero te foder de novo, tia. Não aguento mais.

Daniela soltou uma risadinha nervosa e safada, embora a respiração dela já tivesse acelerado.

—Você é insaciável, Fernando… —sussurrou ela, virando levemente a cabeça pra ele—. Nem porque já me fez sua a buceta esfria, hein? Jiji —riu num tom provocante.

Fernando continuava acariciando a bunda da Daniela por cima da lycra, apertava ela e já enfiava as pontas dos dedos no cu dela, cutucando o ânus dela com o dedo indicador, como se estivesse penetrando ela.

—Não… não me satisfiz —admitiu ele, dando uma palmada na bunda dela… — splashhh — o som ecoou pela casa toda. — Quero mais. Quero te foder de novo aqui mesmo.

Daniela sentiu a força da rola dura e quente do Fernando pressionando contra a coxa dela. Fernando continuou acariciando as bundas dela com a mão, apertando e amassando a carne firme por cima da legging.

—Chega, Fernando… —sussurrou Daniela, embora não tenha feito nenhum movimento para se afastar—. Alguém pode chegar.

Fernando ignorou o aviso dela e começou a beijar o pescoço dela com beijos quentes e molhados, roçando a pele com os lábios e a língua.

Daniela soltou um gemido suave e fechou os olhos por um segundo.

— Ahh… Fernando… para… — ela sussurrou, mas a voz dela soou mais como um gemido fraco do que uma ordem. Ela não o empurrava. As mãos dela continuavam apoiadas na bancada, sem força pra afastar ele.

Fernando não parou. Continuou beijando o pescoço dela com mais intensidade, enquanto a mão dele seguia acariciando e apertando a bunda dela.

De repente, ele buscou a boca da Daniela e beijou ela nos lábios com paixão. Daniela soltou um gemido abafado contra a boca dele e, depois de um segundo de dúvida, respondeu ao beijo, enroscando a língua na dele.

Fernando pressionou os lábios nos de Daniela com uma fome quase desesperada. O beijo foi intenso desde o primeiro segundo. Os lábios jovens e ansiosos dele devoraram os dela, grossos e pintados de vermelho intenso. Daniela soltou um gemido abafado contra a boca dele, abriu os lábios e deixou a língua se enroscar na dele num beijo molhado, profundo e cheio de desejo.

Fernando apertou ela mais contra a bancada, as mãos subiram pros peitos da Daniela, massageando eles de um jeito tão gostoso. A Daniela sentia claramente a ereção dura e quente do sobrinho pressionando contra a coxa dela, pulsando como se quisesse penetrar qualquer parte do corpo dela.

O beijo ficou mais selvagem. Fernando mordiscou o lábio inferior dela, depois enfiou a língua com mais força, explorando a boca dela com uma urgência juvenil. Daniela gemia baixinho contra ele, as mãos subindo até o pescoço de Fernando.

De repente, ouviram passos se aproximando pelo corredor.

Daniela abriu os olhos de repente e empurrou Fernando com força com as duas mãos, afastando ele dela com violência.

— Fernando! —sussurrou alarmada, limpando os lábios com as costas da mão e ajeitando o top rosa às pressas.

Fernando deu um passo pra trás, com a respiração ofegante e os lábios inchados e brilhando.

Naquele exato instante, Alfonso apareceu na entrada da cozinha. Seus olhos se arregalaram de surpresa: Daniela com o rosto corado, os lábios vermelhos e inchados, e Fernando parado bem perto dela com uma expressão culpada e a respiração ofegante.

Alfonso ficou congelado por um segundo, processando o que acabara de testemunhar.

—O que tá rolando aqui? —perguntou com a voz tensa e surpresa, olhando alternadamente pro sobrinho e pra cunhada.

—Fala, cara… hee… a gente só tava… —tentou explicar Fernando.

Alfonso olhou para ele com seriedade.

—Fernando, vai pro teu quarto, a gente conversa depois.

Fernando baixou a cabeça e saiu da cozinha sem dizer mais uma palavra.

Agora só restavam o Alfonso e a Daniela na cozinha.

Daniela tentou sorrir com naturalidade.

—O que foi, Alfonso? —perguntou com voz suave—. Só tava batendo um papo com meu sobrinho.

Alfonso encarou ela fixamente, com o maxilar tenso.

—Não parecia que estavam só conversando —disse com um tom sério e cortante.

Daniela deu um passo em direção a ele, mantendo aquele sorriso provocante e sedutor.

—O que foi? Tá com ciúme, é? —perguntou com uma voz meladinha, inclinando a cabeça de leve.

Alfonso engoliu saliva e desviou o olhar por um segundo.

—Não é isso… —respondeu, claramente nervoso—. Só que não tá certo. Fernando é um moleque.

Daniela se aproximou mais, até ficar bem perto dele. Devagar, levantou os braços e os enrolou no pescoço de Alfonso, colando o corpo dela no dele. Os peitos dela se apertaram suavemente contra o torso dele.

—Você tem razão… —sussurrou ela, encarando ele nos olhos com intensidade—. Fernando é só um moleque. Eu preciso de um homem… um homem de verdade.

Alfonso ficou ainda mais nervoso. A respiração dele acelerou e as mãos tremiam levemente ao lado do corpo.

—Daniela… você tem seu marido — murmurou ele, com a voz embargada.

Daniela soltou uma risadinha suave e provocante, sem se afastar nem um centímetro.

—O Maurício é um cara legal… —disse ela, acariciando a nuca do Alfonso com os dedos—. Mas não é suficiente pra uma mulher como eu. Eu preciso de um homem de verdade… alguém que me faça sentir desejada, que me pegue do jeito certo.

Alfonso ficou calado, respirando com dificuldade. O olhar dele descia sem parar pros peitos da Daniela e pros lábios vermelhos dela, claramente lutando contra si mesmo.

Daniela sorriu com doçura e aproximou o rosto um pouco mais do dele, roçando os lábios nos dele sem chegar a beijá-lo.

—Você não acha que eu mereço isso, Alfonso? —sussurrou contra a boca dele.

O silêncio na cozinha era denso e carregado de tensão sexual. Alfonso estava completamente enfeitiçado pelos encantos de Daniela.

Alfonso ficou de pé, rígido, com as mãos tremendo levemente ao lado do corpo. Daniela o abraçava pelo pescoço, os corpos bem juntos, quase colados.

Ela olhou nos olhos dele com um sorriso suave e sedutor.

—Por isso que você não deve ficar com ciúmes —sussurrou, pegando as mãos dele e colocando-as na cintura dela—. Você sabe muito bem que é você quem eu gosto.

Alfonso engoliu seco, o olhar dele desceu um segundo para os lábios de Daniela e depois voltou pros olhos dela.

—Daniela… você é tão gostosa —murmurou, com a voz embargada.

Daniela não se afastou. Pelo contrário, chegou um pouco mais perto e deu um beijinho suave nos lábios dele, só um roçar. Depois outro, um pouco mais demorado, no canto da boca.

Alfonso fechou os olhos por um instante, respirando com dificuldade.

—Daniela… ninguém pode saber disso… —sussurrou, mas não se mexeu para afastá-la.

Ela sorriu e deu outro beijo suave na bochecha dele, roçando a pele com os lábios.

—Assim está melhor, aliás… você não me chamou pra sair — sussurrou ela, beijando seus lábios de novo —. Assim a gente podia passar um tempo a sós, você e eu, não ia gostar?

Alfonso soltou um suspiro trêmulo. As mãos dele desceram timidamente até o quadril de Daniela, segurando-a sem força.

—Claro que eu adoraria ficar com você… —admitiu em voz baixa—. Muito… mas isso é perigoso.

Daniela começou a beijar o pescoço dele, roçando a língua de leve na pele.

—Então… o que você está esperando? —sussurrou perto da boca dela—. Quero que você me coma… pelo menos uma vez…

Alfonso estava completamente vermelho. Sua respiração era pesada e suas mãos apertaram levemente as bundas.

—Vamos nessa, que tal se… —Alfonso começou a falar quando ouviram uns passos descendo as escadas.

Os dois se separaram de repente. Daniela deu um passo pra trás e arrumou a roupa rapidinho, enquanto Alfonso passava a mão no cabelo e respirava ofegante, tentando se recompor.

A porta da cozinha se abriu.

Era a Sandra.

Entrou e parou de repente ao vê-los tão perto, com os rostos vermelhos e a respiração ofegante. A expressão dela passou de surpresa pra raiva contida num segundo.

—Puxa… de novo juntos —disse Sandra com tom sarcástico e frio, sem gritar, mas com a voz carregada de veneno—. Que coincidência.

Alfonso tentou falar, nervoso:

—Sandra, a gente só tava…

Sandra ignorou ele e olhou direto pra Daniela com um sorriso falso e cortante.

—Como você está gostosa hoje, Danielita. Que estranho que hoje você tá escondendo esses peitos, será que um vampiro te chupou de noite? Porque até no meu quarto dava pra ouvir uns gemidos fortes, ou melhor, uns gritinhos de prazer.

Daniela ficou tensa, mas manteve a pose e um sorriso educado.

Sandra continuou, com um sarcasmo cada vez mais afiado:

Alfonso ficou confuso com tudo que Sandra tava dizendo.

—Sandra, do que você tá... —tentou dizer.

Sandra interrompeu ele e o encarou com desprezo.

—Aproveita sua "conversa", não vou mais atrapalhar.

Dito isso, Sandra se virou e saiu do quarto, batendo a porta com força controlada, mas claramente alterada.

Alfonso saiu correndo atrás dela.

—Sandra… espera.

Daniela odiava que Alfonso fosse tão covarde e vivesse sempre grudado nas saias da mulher dele.

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Mais tarde, todo mundo tava tomando café da manhã. De repente, a porta da frente se abriu. Era o Maurício, voltando meio cansado da operação bem-sucedida que tinha tido a noite inteira.

—Bom dia pra todo mundo —cumprimentou ele, deixando as chaves em cima da mesa.

Ela sentou na mesa com eles, depois de um momento, sorriu satisfeita.

—Consegui o sucesso na operação de hoje à noite. Fiz uma cirurgia complicada que deu super certo e os chefões me organizaram um almoço em minha homenagem ainda hoje à tarde. É num restaurante chique. Queria que todo mundo fosse.

Diana sorriu com orgulho.

—Que massa, irmão. A Sandra tá cheia de pendências no trampo, não vai poder vir com a gente, mas eu posso, pode contar comigo.

Sandra não disse nada, só apertou os lábios.

Claro, a gente não perde isso por nada." — Respondeu Diana, falando por ela e pelo marido.

Severo assentiu, embora o olhar dele continuasse fixo em Daniela.

Fernando balançou a cabeça negativamente.

—Não vou poder ir, mano. Tenho treino depois da escola e só termina bem tarde.

Maurício assentiu, compreensivo.

—Entendo, sem problema, sobrinho. O Mateo a gente leva com a dona Refugio pra ela cuidar, já que ele não pode ir, é um evento pra adultos.

Todos concordaram. A mesa ficou em silêncio por um momento, mas a tensão ainda pairava no ar.

Severo olhou para Daniela com um sorriso sutil e perigoso, imaginando como ela ia se arrumar toda gostosa pra esse jantar.

Daniela, por sua vez, sorriu com doçura, fiquei feliz em saber que a chata da Sandra não iria, Alfonso iria sozinho, talvez pudesse se aproximar um pouco dele, embora não como queria já que os outros estariam lá, mas ela se arrumaria tão linda e gostosa que seria impossível Alfonso resistir a não olhar pra ela.

Maurício e Severo estavam sentados na sala principal, esperando a Daniela que ainda estava no quarto dela terminando de se arrumar. Diana e Alfonso tinham saído um momento pra comprar umas coisas.

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O silêncio era desconfortável. Maurício mexia no celular de cara fechada, enquanto Severo estava deitado no sofá com uma expressão relaxada e um sorrisinho quase imperceptível.

Severo quebrou o silêncio com um tom casual, mas carregado de intenção:

—Que bom que nos convidou, cunhado —disse ele, olhando para as escadas—. Mas conhecendo a Daniela, com certeza vamos ter que esperar um bom tempo. Né?. Já deve estar acostumado a esperar muito pela sua mulher, não? Sendo uma mulher tão gostosa, é normal que ela demore se arrumando.

Maurício levantou os olhos do celular, claramente sem graça com o comentário.

—É, às vezes costuma demorar um pouco —respondeu com a voz seca—.

Severo soltou uma risada baixa e continuou, sem tirar os olhos da escada.

—Vamos, Maurício, não seja modesto. Sua esposa é uma mulher espetacular. Esse rosto, esse corpo… qualquer homem teria orgulho de esperar por ela. Eu, se tivesse uma mulher como ela, esperaria a vida inteira. Como você não vai estar acostumado a esperar? Com tudo que ela precisa se arrumar pra ficar tão gostosa…

Maurício apertou a mandíbula e guardou o celular. A expressão dele ficou mais dura.

—Sei muito bem como minha esposa é gostosa, Severo —disse com um tom cortante—. Não precisa me lembrar disso.

Severo sorriu ainda mais, claramente se divertindo com o desconforto do cunhado dele.

—Não fica bravo, cunhado. Só tô falando a verdade. A Daniela é uma mulher que chama muita atenção. Sabe muito bem como exibir os atributos dela. Você tem muita sorte de ter ela só pra você. Eu, no seu lugar, ia passar o dia inteiro exibindo ela haha.

Maurício se remexeu no sofá, visivelmente irritado. Queria falar mais alguma coisa, mas naquele momento ouviram os saltos de Daniela descendo as escadas.

Clac… clac… clac…

Os dois caras viraram a cabeça ao mesmo tempo e ficaram completamente bobos.

Daniela descia com um passo firme e sensual. Vestia um vestido preto muito sexy, com um decote profundo no peito e bem curtinho, poucos centímetros acima dos joelhos, que colava no corpo como uma segunda pele. O preto contrastava de forma espetacular com a pele clara dela, fazendo as curvas ficarem ainda mais marcantes e tentadoras. A maquiagem estava impecável: lábios vermelhos intensos e o cabelo liso. Os saltos altos vermelhos com plataforma aberta alongavam as pernas e davam um rebolado hipnótico.

Parecia uma deusa descendo do céu.

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Severo soltou um assobio, Maurício olhou pra ele com raiva pela ousadia com a mulher dele.

Daniela chegou ao último degrau, sorriu com aquela mistura de inocência e sedução que ela dominava tão bem e cumprimentou:

—Oi, guris. Já tô quase pronta. Só faltam uns retoques. Daqui a pouco a gente vai.

Severo não conseguiu se segurar. Levantou um pouco do sofá e olhou pra ela de cima a baixo sem nenhum disfarce, bem na frente do Maurício.

—Porra, Daniela… —disse com voz rouca e admirada—. Você tá espetacular. Esse vestido fica muito bem em você. Marca todo o seu corpo… e esse decote… puta merda. Você é uma mulher de tirar o fôlego.

Maurício ficou visivelmente tenso no banco dele, mas não disse nada.

Daniela só sorriu com elegância e agradeceu com voz suave:

—Valeu, Severo. Que gentileza.

Ela foi até o espelho grande que ficava na parte de baixo da sala, um pouco afastado de onde os homens estavam, e começou a ajeitar o vestido e retocar a maquiagem. Dessa distância, não conseguia ouvir bem a conversa.

Severo sentou de novo, ainda com o olhar fixo nela, e falou com Maurício:

—Porra, cunhado... Olha só tua mulher. Esse vestido caiu como uma luva nela. Tá marcando todas as curvas… e esse decote… puta merda. Você é um filho da puta sortudo. Eu, se tivesse uma mulher gostosa dessa, não deixava ela sair da cama.

Maurício apertou a mandíbula, claramente desconfortável.

—Com licença? —disse entre os dentes, tentando manter a calma.

Severo sorriu ainda mais e continuou, sem tirar os olhos de Daniela:

—Não fica bravo, cara. Só tô falando a verdade. A Daniela é uma mulher que chama muita atenção. Sabe muito bem como exibir os atributos dela. Tu tem muita sorte de ter ela só pra você. Eu, no teu lugar, ia passar o dia todo exibindo ela kkk.

Maurício se remexeu no sofá, visivelmente irritado. Queria falar mais alguma coisa, mas naquele momento ouviram os saltos de Daniela descendo as escadas.

Clac… clac… clac…

Os dois homens viraram a cabeça ao mesmo tempo e ficaram completamente bobos.

Daniela descia com um passo firme e sensual. Vestia um vestido preto muito sexy, com um decote profundo no peito e bem curtinho, poucos centímetros acima dos joelhos, que colava no corpo como uma segunda pele. O preto contrastava de forma espetacular com a pele clara dela, fazendo com que as curvas ficassem ainda mais marcantes e tentadoras. A maquiagem estava impecável: lábios vermelhos intensos e o cabelo liso. Os saltos altos vermelhos com plataforma aberta alongavam as pernas e davam um rebolado hipnótico.

Parecia uma deusa descendo do céu.

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Daniela sorriu com elegância e respondeu com voz doce:
—Obrigada, Dom Oscar. É um prazer conhecê-lo.
Dona Carmen percebeu o olhar do marido e ergueu uma sobrancelha, mas manteve um sorriso educado.
Dom Oscar demorou mais um segundo para soltar a mão de Daniela, ainda a percorrendo com os olhos.
—Realmente… você é uma mulher muito gostosa — repetiu, quase sem perceber—. Maurício é um homem de muita sorte.


Severo, que estava bem atrás, soltou uma risada baixa e murmurou só pra Maurício ouvir:
—Te falei, brother in law… todo mundo percebe, hehe.
Maurício forçou um sorriso, sentindo o sangue subir no rosto, mas tentou manter a compostura.
—Valeu, Seu Oscar. Vamos sentar, que tal?


Todos se dirigiram para a mesa, mas o olhar de Dom Oscar voltava uma e outra vez para Daniela, claramente hipnotizado pela beleza dela.

O jantar foi super agradável. O salão privativo do restaurante tava iluminado com uma luz suave, e a conversa fluía naturalmente. Dom Oscar não parava de elogiar as conquistas do Maurício: a cirurgia complicada que ele tinha feito, a dedicação dele e como salvou a vida de um paciente de alto risco. Todo mundo prestava atenção, e o Maurício sorria orgulhoso, mas de vez em quando o olhar dele desviava pra Daniela, que tava sentada do lado dele, arrasando naquele vestido preto curto e decotado. Ele sentia orgulho de ter uma mulher tão gostosa.

No final da comida, Dom Oscar se levantou e foi direto na mesa de Maurício e Daniela. O olhar dele grudou com um puta interesse na Daniela.
—Maurício, Daniela… queria convidar vocês pessoalmente pra jantar lá em casa esse fim de semana. Eu e minha mulher vamos fazer um jantar e adoraríamos que vocês dois fossem os convidados de honra. O que acham?


Dom Oscar sorriu, mas os olhos dele voltaram mais uma vez pro decote e pras pernas da Daniela. Tava na cara que o verdadeiro motivo do convite era vê-la de novo; o papo de "jantar em casa" era só isso mesmo, um pretexto.

Maurício, educado como sempre, concordou.
—Muito obrigado, Seu Oscar. Vamos nos sentir honrados.
Daniela sorriu com doçura.
—Será um prazer —respondeu ela com voz suave.
—Então está resolvido, esperamos vocês às 8 —Seu Oscar se despediu de todos e foi embora com a esposa.


Assim que o gerente se afastou, Maurício respirou fundo e olhou para o grupo.
—Preciso ficar mais um tempinho no hospital. Tem papelada importante e uns assuntos que tenho que resolver pessoalmente. Não vou demorar muito, mas preciso de ajuda.
Ele olhou pra irmã.
—Diana, será que você pode ficar comigo pra me ajudar com os documentos? Você conhece o sistema e ia ser bem mais rápido.
Diana concordou sem hesitar.
—Claro, irmão. Fico com você.


Maurício se virou para o resto do grupo:
—Vocês vão na frente. Podem levar meu carro, Alfonso, fica de olho na Daniela. A gente alcança vocês mais tarde.
—Fica tranquilo, irmão, eu levo ela pra casa.
Severo sorriu disfarçadamente, olhando de canto pra Daniela. Alfonso ficou meio sem graça, mas não falou nada.
Daniela só sorriu com elegância, ela era a única que sabia que Maurício ia ficar.


Assim que saíram no estacionamento. Enquanto Alfonso tava no caixa pagando a conta, Severo se aproximou discretamente da Daniela por trás, pegando ela na cintura com a mão enquanto caminhavam.
— Ei, gostosa… — sussurrou no ouvido dela com voz rouca—. A gente devia aproveitar que o Maurício vai ficar ocupado pra passar um tempo só nós dois, cê não acha?... Tô com a pica dura pra caralho, esse vestido te deixou ufff, tu tá mó gostosa pra foder hoje hehe.


Daniela não se surpreendeu nem um pouco. Só deu um sorrisinho safado e virou um pouco a cabeça na direção dele, toda provocante.
— Cê não perde tempo, hein… — murmurou ela. — Mas isso não vai dar. Lembra que o Alfonso vem com a gente… vamos ficar os três na casa.


Severo soltou uma risada baixa e confiante, apertando levemente a cintura dela.
—Não se preocupa com isso, putinha. Eu cuido de tudo. Você só relaxa que ainda hoje à tarde vou te foder de novo.


Chegaram no carro. Na mesma hora, Alfonso chegou, sentou no volante, Daniela no banco do carona e Severo atrás. Mal fecharam as portas e deram a partida, Severo já começou a encher o saco.
— O que você acha, Alfonso… — disse Severo em voz alta, olhando pra ele —. Não é que a Daniela tá uma gostosa com esse vestido?


Alfonso ficou nervoso na hora. Se remexeu no banco e pigarreou.
—É… sim, claro… A Daniela tá muito gostosa —respondeu, sem graça, tentando entrar na onda sem se comprometer demais.


Severo sorriu com malícia e continuou, sem filtro:
—Só “muito bem” haha, ela tá uma gostosa, dá até vontade de comer. Aquele decote é de matar, eu não sei você, mas eu tô explodindo aqui haha.


Alfonso engoliu seco, claramente nervoso.
—Claro… já sabemos que a Daniela é gostosa demais —disse com a voz tensa, olhando pela janela para evitar os olhos de Daniela.


Daniela só sorria, se divertindo. Não dizia nada, mas curtia pra caralho a situação: a cara de pau do Severo e o nervosismo escancarado do Alfonso. De vez em quando trocava olhares com o Severo e mandava um sorrisinho safado, como se tivesse adorando o jogo.

O carro avançava pela avenida. O clima lá dentro era pesado, carregado de tensão sexual. Alfonso dirigia, dando olhadas rápidas nas coxas de Daniela, claramente desconfortável com os comentários do Severo.

De repente, Severo quebrou o silêncio com um sorriso safado:
—Ei… que tal se a gente passar pra comprar uma garrafa e continuar em casa? —sugeriu com a voz rouca e divertida—. Não sei vocês, mas eu fiquei com vontade de mais. Um uísque bom ou um vinho pra gente se divertir. O que acham?


Alfonso se remexeu no banco, visivelmente desconfortável.
—Não sei, Severo… talvez com o que a gente bebeu no restaurante já seja suficiente —respondeu com um tom cauteloso—.


Severo soltou uma risada baixa olhando pro Alfonso.
—Vamos, Alfonso, não seja chato. Só uma garrafa. Nada demais. Além disso, com o tanto que sua cunhada tá gostosa hoje… Seria um pecado não continuar admirando a beleza dela mais um pouco.


Daniela, sentada ao lado de Alfonso, sorriu com um jeito provocante e olhou pra ele. O movimento fez os peitos dela se destacarem ainda mais no decote do vestido.
—Ai, Alfonso… não seja assim — ela falou com a voz suave e melosa, se inclinando um pouquinho pra ele —. Só uma garrafa pra gente relaxar um pouco. A gente se divertiu no restaurante e seria gostoso continuar mais um pouco em casa. Cê não acha?


Alfonso engoliu seco, olhando alternadamente para os olhos de Daniela e para o decote dela.
—É que… não sei —murmurou, claramente lutando contra si mesmo—. Não quero que o Maurício fique puto.


Daniela estendeu a mão na direção dele e a apoiou suavemente no braço dele, acariciando com os dedos.
—O Maurício vai chegar bem tarde — sussurrou ela com um sorriso sedutor —. E a gente só vai tomar um drink… nada mais. Por favor… sim? Eu adoraria que a gente curtisse os três juntos mais um tempinho.


Alfonso sentiu o calor da mão da Daniela no braço e o tom doce da voz dela. As bochechas dele ficaram levemente vermelhas.
—Bom… tá bom —ele cedeu finalmente, com um suspiro—. Só uma garrafa então.


Severo soltou uma gargalhada satisfeita e virou o volante pra esquerda.
—Essa é minha cunhada — disse com orgulho —. Sabia que você ia convencer ele. Vamos comprar um negócio bom.


Daniela tirou a mão devagar do braço de Alfonso, mas deu um último sorriso cheio de intenção antes de olhar de novo pra frente.

O carro desviou pra uma loja de bebidas que ficava no caminho. Alfonso estacionou e Severo desceu rápido, deixando Daniela e Alfonso sozinhos por uns segundos.
—Você vai ver que a gente vai se divertir pra caralho —Daniela começou a falar.


Alfonso respirou fundo, ainda nervoso.
—Daniela… não sei se isso é uma boa ideia —murmurou.


Daniela virou-se completamente no banco pra olhar ele melhor. O vestido subiu um pouco mais nas coxas, dava pra ver a fio dental vermelha que ela tinha colocado combinando com os saltos.
—O que foi, Alfonso?... —sussurrou ela com um tom suave e safado.


Alfonso deu uma olhada de canto pra ela, nervoso.
—É que… você e eu… e o Severo… tudo isso tá parecendo estranho.


Daniela soltou uma risadinha suave e acariciou o braço dele de novo.
—Estranho não… emocionante —ela corrigiu—. Cê não gosta de passar um tempo comigo? Ou te incomoda o Severo falar tudo aquilo sobre mim?


Alfonso ficou mais vermelho.
—Não… não me incomoda —admitiu em voz baixa—. Só que… não sei como reagir.


Daniela olhou pra ele com olhos brilhantes e um sorriso sedutor.
—Então reage como quiser, Alfonso. Eu não tô reclamando não… pelo contrário, até me diverte um pouco o que ele me fala.


Naquele momento, eles viram o Severo saindo da loja de bebidas com a garrafa na mão.

Daniela piscou um olho pro Alfonso antes de se virar de novo pra frente.
—Relaxa… a tarde tá só começando.


Severo abriu a porta do carro, entrou e ergueu a garrafa com um sorriso de vitória.
—Pronto. Agora sim… que comece a verdadeira festa.


O carro ligou de novo e seguiu em direção à casa.

Chegaram em casa pouco depois do meio-dia. O sol ainda entrava forte pelas janelas, iluminando tudo com luz natural. Mal desceram do carro, Severo levantou a garrafa de uísque com um sorriso satisfeito.
— Vamos botar isso na sala. Hoje a gente vai relaxar um pouco.


Os três entraram e se acomodaram na sala principal. Daniela sentou no sofá grande, cruzando as pernas com elegância. O vestido preto subiu um pouco mais sobre as coxas dela. Severo sentou bem do lado dela, coladinho, quase grudado. Alfonso, por outro lado, sentou na poltrona individual na frente deles, já se sentindo meio de fora.

Severo abriu a garrafa e serviu três copos generosos.
— Saúde — disse, levantando o copo —. Pelas mulheres gostosas e pelas tardes que valem a pena.


Daniela sorriu e brindou com o copo dela no de Severo, olhando pra ele com malícia.
— Saúde… — respondeu ela com a voz suave.


Alfonso bateu o copo sem muito entusiasmo e deu um gole pequeno.

Desde o primeiro momento, Severo roubou toda a atenção. Falava com energia, contava histórias engraçadas do trabalho, fazia piadas e, principalmente, não parava de mandar comentários pra Daniela.

tia e sobrinho


Continua...


Não esqueçam de deixar o comentário, amigos.

2 comentários - Daniela (a MILF da família) Cap 8

te falto texto antes de la foto de "DON OSCAR", se repite un parrafo anterior.