A mãe gostosa do meu amigo

Essa história até hoje me causa uma sensação estranha! Vou mudar os nomes por respeito e até por medo de alguém conhecido ler isso. Tudo começou quando eu tinha 14 anos. Tinha, ou tenho, digamos, um amigo com quem andava pra todo lado junto, vivia mais na casa dele do que na minha, até quando ele não estava. Tinha uma relação muito boa com toda a família dele, com o tempo o carinho foi crescendo cada vez mais e praticamente me adotaram. "NORMA" era a mãe, na época tinha 42 anos e era divorciada do pai do meu amigo. Nunca vi ela com um namorado. Era super gente boa, trabalhadeira, brincalhona e sempre dava bons conselhos ou tentava ajudar no que fosse. A relação era tão boa que eu até dizia que ela era quase minha mãe, de tanto tempo que passava na casa dela. Ela andava sempre de legging azul ou preta, camisetas lisas e usava coque, morena, corpo normal, não era alguém que chamasse atenção pelo físico. Ver a roupa íntima dela era normal pela casa, ou até às vezes vê-la passar pelo corredor de calcinha, nunca foi estranho ou motivo de insinuar algo. Sempre conversamos muito, nos dávamos super bem. Os anos foram passando e, com meus 17/18, já ajudava com as coisas da casa, desde comida até limpeza. Praticamente morava lá também. Ela sempre me agradecia e dizia que eu tinha bom coração, me falava: — Você tem que arrumar uma mina que te queira bem e parar de andar com essas da noite, só. Nessa idade, eu pegava tudo que aparecia, haha. — Normita, essas não existem, pra isso vou ter que casar com você. — Imagina, pegar uma velhinha como eu? Toda boba da vida. A gente ria e, juro, não passou nada pela minha cabeça naquele momento, e acho que nela também não. Um tempo depois, não lembro quanto, mas isso sim me pareceu estranho, ela me chamou no Facebook. Eu via ela sempre, e ela me chamar por lá não era comum. — O que tá fazendo, meu futuro marido? — Tô pensando em dar um presente pra minha futura esposa. E começou uma conversa cheia de risada por causa dessa brincadeira de duplo sentido. Era estranho? Sim, mas quem nunca teve essa fantasia de fazer algo parecido? A gente conversou umas 5 horas sempre nessa brincadeira. — Bom, Normita, vou dormir, falei. — É, eu também, você me deixou entretida a noite toda, descansa, a gente se vê depois. — E olha que te entreti só por mensagem, imagina se você me tiver do lado como um bom marido? Tchau tchau, Normita. Ela mandou o emoji do macaquinho e disse: — Já vai ver, seu pequeno, hahaha. Não respondi mais e no outro dia fui na casa dela umas 15h, mas não por causa disso, e sim porque claramente ia me encontrar com meu amigo. Eu passava direto na casa ou às vezes batia, mas entrava na hora, então entrei e não vi ninguém. O Maxi não tava, já tinha ido embora. Fui na sala e gritei: — OI? — Oi, vem, passa. Ela tava deitada no quarto vendo a novela, passei, cumprimentei normal e perguntei pelo Maxi, mesmo sabendo que não tava. — Bom, vamos tomar uns mates? — Fala, põe a chaleira no fogo que já vou. Fui, coloquei a chaleira, ela levantou como sempre, com a legging preta que deixava ver a calcinha de senhora por baixo e uma camiseta solta. Eu tava encostado na pia e ela sentou na minha frente, cevando os mates, e disse: — Como você me fez rir ontem à noite, haha, não queria levantar hoje. — HAHAHA, QUE JEITO DE FALAR BOBAGEM, MAS FOI BOM. — Como é que as minas não se apaixonam por você, hein? Elas devem se divertir pra caramba com você. — Hahaha, é, você não sabe como eu as entretendo, Normita, e fiz uma carinha safada. — Imagino, que aproveitem, porque a gente vai casar você e eu e pronto. — O que você imagina? Mmmmm, haha, melhor eu ir. — É, melhor ir, à noite a gente conversa. Fui embora e o caminho todo pensei que devia ter ficado. Me encontrei com os caras e o dia seguiu. À noite, antes dela me chamar, me adiantei: — OI, GOSTOSA, CHEGUEI ANTES. TAVA MEIO ENTEDIADO E ESCREVI EU. — Oi, bonito. Entediado? E você quer Entreter comigo? Kkk Sempre tinha um "kkk" no meio. — E você? Vai se entreter com essa? ... COMIGO QUIS DIZER CONTINUA.

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