assim continua essa história contada pela minha amiga
uma mulher muito ativa
e o corno dele feliz
espero que vocês gostem e desde já
OBRIGADO PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS
Assim passaram-se os meses com Mário sendo enganado sexualmente, exatamente como ele tanto deseja, embora só suspeitasse. Nossa relação ficou muito mais forte, não discutíamos mais por besteiras e até na cama ele se esforçava mais para me agradar, mas isso acontecia de vez em quando, porque eu continuava trepando com o Adriano, meu corno escolhido. Tudo ia de maravilha até que, um dia depois de uma trepada muito ardente, comecei a notar mudanças no meu corpo. Aquilo me aterrorizou. O teste de farmácia confirmou o que eu suspeitava: o desgraçado tinha me engravidado, e isso complicava pra caralho com o Mário. Decidi não contar nada ao Adriano e rapidamente tomei a decisão de fazer o Mário acreditar que a paternidade era dele, sem que o Adriano soubesse. Foi assim que mudei o sexo com meu marido: agora era mais ardente do que nunca e buscava penetração o tempo todo, mesmo que a piquinha dele mal conseguisse, mas com minha boa vontade eu dava um jeito. Virou rotina eu subir por cima dele e cavalgar até gozar dentro. Ele, feliz da vida, e eu também, porque assim ele não duvidaria da minha gravidez. E, claro, parei de ver o Adriano por algumas semanas. Quando mostrei um novo teste de farmácia pro Mário, foi divino. Ele entrou como um cavalo. E quando contei pro Adriano que estava grávida do Mário, ele não acreditou. Finalmente ia me comer sem camisinha na buceta, que era o que ele mais curtia, embora ele gostasse mais de arrebentar meu cuzinho. Mas, por causa da gravidez, nossos encontros foram ficando mais espaçados. Acho que ele tinha medo de que o filho fosse dele e ele tivesse que assumir. Então tive que caçar fora. Cada vez queria mais pica, e isso era por causa da gravidez — os hormônios a mil, qualquer coisa me deixava com tesão. Foi assim que umas amigas me chamaram pra sair e, com a permissão do Mário, fui em várias baladas com elas. Até que fomos num barzinho legal e lá peguei um macho que, depois de dançar e amassar, me levou pro apartamento dele. Quando confessei que era casada, o tesão dele aumentou e ele me comeu com muita força. Aproveitei ao máximo. Voltei pra casa destruída, bem bêbada, por sinal. Mário terminou... Deitando e até pelo tesão que eu tava, ela me comeu a buceta a beijos, tenho certeza que engoliu um pouco dos restos de porra que meu novo macho deixou, mas no dia seguinte não reclamou nada, aliás, tava super feliz e me contou animado como tinha chegado em casa. Foi assim que todo fim de semana se repetiam os rolês com as minas e inevitavelmente eu acabava dando pra algum macho enquanto o Mario esperava em casa imaginando o que rolava e com certeza batendo uma punheta gostosa. Assim passaram os meses até que o Facundo nasceu, teve uma festa enorme em casa, o pai e a mãe dele quase botaram a casa pelas janelas, meu plano tinha dado certo. Tive que me dedicar ao meu filho junto com o Mario, que se revezava comigo pra agradar ele em tudo. Quando voltei ao trabalho, retomei os rolês com o Adrian, o primeiro foi foda, tava com saudade de uma boa transa e ele também, então quando cheguei em casa quase não conseguia sentar. O Mario continuava imaginando os chifres e cada vez parecia mais feliz com eles, me mimava em todos os meus caprichos, parecia que quanto mais corno ele era, mais feliz ficava, e eu adorava isso. Foi assim que o Adrian me apresentou o grande amigo dele, Carlos, muito simpático e atencioso, com quem saí uma tarde sozinha. No bar, quando ele chegou, me trouxe um presente que abri no hotel pra onde fomos depois de vários drinks, foi impressionante, um pau de verdade que me fez sentir uma puta no cio. O cock dele não cabia na minha boca e muito menos no meu cu, me arrebentou toda e realmente fez comigo o que quis. Quando cheguei em casa, fiquei pensando na puta que eu tinha me tornado e botava a culpa no Mario, que me incentivou a ser isso quando eu sempre recusava. Ele conseguiu me transformar numa viciada em sexo. Assim, eu alternava meus amantes entre o Andrés e o Carlos, sem culpa nenhuma, porque esse era o desejo do meu marido, e minha vingança por ele ter me transformado numa puta era manter tudo em segredo, coisa que deixava ele desesperado a ponto de eu saber que quando ele saía sozinho... Não parava de se punhetar, além de cuidar do nosso filho. Assim chegou o verão e fomos para a costa, na casa dos pais dele em Santa Teresita. Passávamos o dia na praia e no fim da tarde voltávamos pra casa, comíamos alguma coisa e eu sempre voltava pra praia sozinha. Ele nunca queria, ficava com o bebê. Sempre rolava algo com meu biquíni bem apertado e várias vezes, escondida, aproveitei várias picas. Uma vez na praia com Mário e o bebê, um dos caras que eu tinha dado uma trepada na areia naquela tarde/noite escura se aproximou. Cumprimentou o corno e brincou com o bebê um pouco. Quando foi embora, me fez um sinal. Já sabia que tinha que voltar aquela tarde pra transar com ele. Mário me perguntou como eu o conhecia e eu disse que era irmão de um dos meus alunos. Ele provavelmente não acreditou, mas minha arte era negar tudo e ele não tinha outra escolha a não ser aceitar. Aquela tarde foi uma bagunça. O cara estava me esperando com mais dois caras. Foi a primeira vez que tive um suruba na praia. Não se cansavam de me comer de todos os lados. O cara me ameaçou de contar tudo pro meu marido corno. Meu biquíni ficou todo melado com as gozadas deles. Quando cheguei em casa, fui direto pro banheiro. Tomei um banho bem quente, mas não tinha nada que pudesse me recuperar de uma trepada daquelas. Já era a puta da praia e o pior é que eu gostava. Lavei o biquíni e saí do banheiro. Abracei meu filho e Mário foi investigar o banheiro. Com certeza queria encontrar alguma pista, coisa que não encontrou, mas estava na cara que eu tinha transado na praia. Depois disso, as férias viraram uma festa pra mim. Todas as tardes eu saía sozinha pra praia em busca de picas desconhecidas, mas sempre escolhia o meu cara. E até fui várias vezes em apartamentos onde me tratavam muito bem e ganhava uns presentinhos sem que Mário soubesse. Ou pelo menos ele desconfiava, mas nunca confirmaria. Assim passamos mais de um ano até voltar de férias pro mesmo lugar. Facundo já tinha dois anos, mas isso só tornava as férias mais prazerosas. Claro que continuei com minhas caminhadas ao pôr do sol de biquíni na praia, sempre procurando um novo macho pra arrancar algum presente, além de uma boa foda que me deixasse bem cheia, claro. Mas depois de alguns dias, vários deles me cumprimentavam na praia na frente do meu marido, e ficava difícil explicar de onde eu os conhecia. Então, infelizmente, parei com minhas saídas e tudo ficou sem graça até chegar em casa. Foi aí que tive a grande surpresa de novo: meu corpo gritava que eu estava grávida. Dessa vez, não fazia ideia de quem era, então optei por voltar ao plano que nunca falhava. Nossa vida sexual virou um vulcão de novo, e assim nasceu Clara, nosso segundo rebento — e olha que comemoramos pra caralho. Foi nesse momento que decidimos não ter mais filhos, e eu fiz laqueadura. Assim, podia continuar dando sem medo de engravidar. Meu pobre Mário cuidava dos meus dois pequenos, fruto da minha putaria que ele mesmo tinha provocado e tanto curtia. Mas já era demais. Ele parecia muito feliz e cada vez mais contente com seus chifres, que nunca conseguiu confirmar. Enquanto isso, eu continuava com Adrián e Carlos, embora às vezes, em algumas saídas que já eram mais raras, surgia algum outro macho me pegando na bebedeira, enquanto meu amado Mário cuidava das crianças. Ele tinha pedido por isso, e acho que realmente curtia. Às vezes, dava vontade de confessar minhas aventuras, mas desistia, pensando que, uma vez esclarecido, a magia que nos unia acabaria. Era um relacionamento lindo, onde os dois éramos felizes e curtíamos cada momento juntos, e as crianças nos uniam cada vez mais. Ele tinha se tornado um pai excelente, e nós dois adorávamos isso. Acredito firmemente que ele sabia que nenhum deles era dele, assim como sabia das minhas aventuras sexuais. Só que não conseguia confirmar, e a mente dele brincava com isso. Ele amava seus chifres, e eu já tinha percebido isso.
uma mulher muito ativa
e o corno dele feliz
espero que vocês gostem e desde já
OBRIGADO PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS
Assim passaram-se os meses com Mário sendo enganado sexualmente, exatamente como ele tanto deseja, embora só suspeitasse. Nossa relação ficou muito mais forte, não discutíamos mais por besteiras e até na cama ele se esforçava mais para me agradar, mas isso acontecia de vez em quando, porque eu continuava trepando com o Adriano, meu corno escolhido. Tudo ia de maravilha até que, um dia depois de uma trepada muito ardente, comecei a notar mudanças no meu corpo. Aquilo me aterrorizou. O teste de farmácia confirmou o que eu suspeitava: o desgraçado tinha me engravidado, e isso complicava pra caralho com o Mário. Decidi não contar nada ao Adriano e rapidamente tomei a decisão de fazer o Mário acreditar que a paternidade era dele, sem que o Adriano soubesse. Foi assim que mudei o sexo com meu marido: agora era mais ardente do que nunca e buscava penetração o tempo todo, mesmo que a piquinha dele mal conseguisse, mas com minha boa vontade eu dava um jeito. Virou rotina eu subir por cima dele e cavalgar até gozar dentro. Ele, feliz da vida, e eu também, porque assim ele não duvidaria da minha gravidez. E, claro, parei de ver o Adriano por algumas semanas. Quando mostrei um novo teste de farmácia pro Mário, foi divino. Ele entrou como um cavalo. E quando contei pro Adriano que estava grávida do Mário, ele não acreditou. Finalmente ia me comer sem camisinha na buceta, que era o que ele mais curtia, embora ele gostasse mais de arrebentar meu cuzinho. Mas, por causa da gravidez, nossos encontros foram ficando mais espaçados. Acho que ele tinha medo de que o filho fosse dele e ele tivesse que assumir. Então tive que caçar fora. Cada vez queria mais pica, e isso era por causa da gravidez — os hormônios a mil, qualquer coisa me deixava com tesão. Foi assim que umas amigas me chamaram pra sair e, com a permissão do Mário, fui em várias baladas com elas. Até que fomos num barzinho legal e lá peguei um macho que, depois de dançar e amassar, me levou pro apartamento dele. Quando confessei que era casada, o tesão dele aumentou e ele me comeu com muita força. Aproveitei ao máximo. Voltei pra casa destruída, bem bêbada, por sinal. Mário terminou... Deitando e até pelo tesão que eu tava, ela me comeu a buceta a beijos, tenho certeza que engoliu um pouco dos restos de porra que meu novo macho deixou, mas no dia seguinte não reclamou nada, aliás, tava super feliz e me contou animado como tinha chegado em casa. Foi assim que todo fim de semana se repetiam os rolês com as minas e inevitavelmente eu acabava dando pra algum macho enquanto o Mario esperava em casa imaginando o que rolava e com certeza batendo uma punheta gostosa. Assim passaram os meses até que o Facundo nasceu, teve uma festa enorme em casa, o pai e a mãe dele quase botaram a casa pelas janelas, meu plano tinha dado certo. Tive que me dedicar ao meu filho junto com o Mario, que se revezava comigo pra agradar ele em tudo. Quando voltei ao trabalho, retomei os rolês com o Adrian, o primeiro foi foda, tava com saudade de uma boa transa e ele também, então quando cheguei em casa quase não conseguia sentar. O Mario continuava imaginando os chifres e cada vez parecia mais feliz com eles, me mimava em todos os meus caprichos, parecia que quanto mais corno ele era, mais feliz ficava, e eu adorava isso. Foi assim que o Adrian me apresentou o grande amigo dele, Carlos, muito simpático e atencioso, com quem saí uma tarde sozinha. No bar, quando ele chegou, me trouxe um presente que abri no hotel pra onde fomos depois de vários drinks, foi impressionante, um pau de verdade que me fez sentir uma puta no cio. O cock dele não cabia na minha boca e muito menos no meu cu, me arrebentou toda e realmente fez comigo o que quis. Quando cheguei em casa, fiquei pensando na puta que eu tinha me tornado e botava a culpa no Mario, que me incentivou a ser isso quando eu sempre recusava. Ele conseguiu me transformar numa viciada em sexo. Assim, eu alternava meus amantes entre o Andrés e o Carlos, sem culpa nenhuma, porque esse era o desejo do meu marido, e minha vingança por ele ter me transformado numa puta era manter tudo em segredo, coisa que deixava ele desesperado a ponto de eu saber que quando ele saía sozinho... Não parava de se punhetar, além de cuidar do nosso filho. Assim chegou o verão e fomos para a costa, na casa dos pais dele em Santa Teresita. Passávamos o dia na praia e no fim da tarde voltávamos pra casa, comíamos alguma coisa e eu sempre voltava pra praia sozinha. Ele nunca queria, ficava com o bebê. Sempre rolava algo com meu biquíni bem apertado e várias vezes, escondida, aproveitei várias picas. Uma vez na praia com Mário e o bebê, um dos caras que eu tinha dado uma trepada na areia naquela tarde/noite escura se aproximou. Cumprimentou o corno e brincou com o bebê um pouco. Quando foi embora, me fez um sinal. Já sabia que tinha que voltar aquela tarde pra transar com ele. Mário me perguntou como eu o conhecia e eu disse que era irmão de um dos meus alunos. Ele provavelmente não acreditou, mas minha arte era negar tudo e ele não tinha outra escolha a não ser aceitar. Aquela tarde foi uma bagunça. O cara estava me esperando com mais dois caras. Foi a primeira vez que tive um suruba na praia. Não se cansavam de me comer de todos os lados. O cara me ameaçou de contar tudo pro meu marido corno. Meu biquíni ficou todo melado com as gozadas deles. Quando cheguei em casa, fui direto pro banheiro. Tomei um banho bem quente, mas não tinha nada que pudesse me recuperar de uma trepada daquelas. Já era a puta da praia e o pior é que eu gostava. Lavei o biquíni e saí do banheiro. Abracei meu filho e Mário foi investigar o banheiro. Com certeza queria encontrar alguma pista, coisa que não encontrou, mas estava na cara que eu tinha transado na praia. Depois disso, as férias viraram uma festa pra mim. Todas as tardes eu saía sozinha pra praia em busca de picas desconhecidas, mas sempre escolhia o meu cara. E até fui várias vezes em apartamentos onde me tratavam muito bem e ganhava uns presentinhos sem que Mário soubesse. Ou pelo menos ele desconfiava, mas nunca confirmaria. Assim passamos mais de um ano até voltar de férias pro mesmo lugar. Facundo já tinha dois anos, mas isso só tornava as férias mais prazerosas. Claro que continuei com minhas caminhadas ao pôr do sol de biquíni na praia, sempre procurando um novo macho pra arrancar algum presente, além de uma boa foda que me deixasse bem cheia, claro. Mas depois de alguns dias, vários deles me cumprimentavam na praia na frente do meu marido, e ficava difícil explicar de onde eu os conhecia. Então, infelizmente, parei com minhas saídas e tudo ficou sem graça até chegar em casa. Foi aí que tive a grande surpresa de novo: meu corpo gritava que eu estava grávida. Dessa vez, não fazia ideia de quem era, então optei por voltar ao plano que nunca falhava. Nossa vida sexual virou um vulcão de novo, e assim nasceu Clara, nosso segundo rebento — e olha que comemoramos pra caralho. Foi nesse momento que decidimos não ter mais filhos, e eu fiz laqueadura. Assim, podia continuar dando sem medo de engravidar. Meu pobre Mário cuidava dos meus dois pequenos, fruto da minha putaria que ele mesmo tinha provocado e tanto curtia. Mas já era demais. Ele parecia muito feliz e cada vez mais contente com seus chifres, que nunca conseguiu confirmar. Enquanto isso, eu continuava com Adrián e Carlos, embora às vezes, em algumas saídas que já eram mais raras, surgia algum outro macho me pegando na bebedeira, enquanto meu amado Mário cuidava das crianças. Ele tinha pedido por isso, e acho que realmente curtia. Às vezes, dava vontade de confessar minhas aventuras, mas desistia, pensando que, uma vez esclarecido, a magia que nos unia acabaria. Era um relacionamento lindo, onde os dois éramos felizes e curtíamos cada momento juntos, e as crianças nos uniam cada vez mais. Ele tinha se tornado um pai excelente, e nós dois adorávamos isso. Acredito firmemente que ele sabia que nenhum deles era dele, assim como sabia das minhas aventuras sexuais. Só que não conseguia confirmar, e a mente dele brincava com isso. Ele amava seus chifres, e eu já tinha percebido isso.
5 comentários - Os Chifres do Mario 2