Entre a esperança de que um dia chegassem pra resgatá-la e a rotina de transição pra sissy, a Bunny já tava há 1 ano cativa. O estilo de vida rígido imposto pelo Mestre Juan já tinha causado o efeito esperado: o cabelo dela tava comprido, então ela sempre usava um rabo de cavalo alto, que servia de apoio pros boquetes. O corpo dela, que já era twink antes, tinha ficado ainda mais macio graças ao estrogênio e aos bloqueadores de testosterona. A cintura ficou fina, os quadris mais largos, a pélvis mais aberta, uns peitinhos pequenos, rosto feminino e voz mais aguda — que era a droga do captor dela toda vez que ela gemia. Tudo isso foi potencializado ainda mais pelas rotinas de exercício e alimentação que ele aplicava. Ela aprendeu a se maquiar e cuidar da pele, a andar de salto e usar as poucas roupas que o mestre permitia: só o uniforme de maid, vestidinhos curtos, lingerie e algum body de latex — tudo que o captor gostava de ver antes de estuprar ela. Quanto à jaula, o tamanho tinha diminuído, porque uma das consequências da castidade constante é a redução do pau. Já sendo pequeno antes, agora era só um clitóris minúsculo que saía da jaula uma vez por semana pra uma limpeza mais profunda, supervisionada de perto pelo Juan. Outro efeito de tudo que ela sofreu nesse tempo foi a capacidade de ter sissygasm às vezes, conseguida através de sessões diárias de hipnose, onde ela era induzida a sentir prazer com a submissão. Pra isso, usavam óculos de realidade virtual, fones de ouvido e estimulação com um dildo. Com tudo isso, a Bunny virou uma sissy lúcida da própria situação, mas incapaz de evitar a excitação quando era abusada. Ao mesmo tempo, virou uma expert na arte dos boquetes, a ponto de engolir o pau inteiro do captor. Ela decidiu que, mesmo não gostando do que acontecia, o melhor era seguir a rotina e torcer pra que um dia a família encontrasse ela e tirasse daquele inferno. Já o Mestre Juan vivia o sonho macabro dele. Tinha saciado sua sede de predador, capturado sua presa e a devorava sempre que dava vontade. Nunca esteve tão vivo. Todos os dias acordava cheio de energia pra cumprir todas as suas rotinas, o físico dele estava melhor do que nunca, e toda essa vitalidade quem sofria era a Bunny. Mas nesse dia era aniversário da Bunny — não o do nascimento dela, mas o dia em que caiu nas mãos do Juan. Ele determinou que essa era a nova data de nascimento dela, então pra comemorar, a Bunny tinha que ganhar algo especial, algo que obviamente era pra satisfação dele mesmo. Pra isso, ele procurou uma mulher brasileira chamada Mistress Minerva, dominatrix de profissão, uma mulher talentosa na arte da submissão, mas que também tem habilidades em produção e direção de filmes. Foi contratada pra isso dessa vez. Então esse era o presente pra Bunny: virar atriz pornô. E obviamente ela não foi convidada a opinar sobre o tema do filme. Chegou o dia em que a Mistress Minerva tocou a campainha da casa. Juan foi até a porta, destrancando os três cadeados que impediam a fuga da sua cativa. Além disso, a casa inteira foi reforçada com janelas antissom e vidros blindados. Gastou uma fortuna, mas considerava troco toda vez que via o fruto do seu "esforço". Assim que abriu, foi até o portão principal pra deixar a MM entrar. Os sons dos saltos se aproximando encheram o ambiente. Quando a porta se abriu, apareceu uma mulher alta, de 1,77 m, mas chegando a 1,87 m por causa da altura das botas. Vestia leggings de vinil e uma jaqueta de couro. O rosto dela era fino e elegante, com cabelo liso e comprido até a metade das costas. Uma mulher elegante e com presença. Juan a seguia, indicando que ela se sentasse e oferecendo algo pra beber. Ela respondeu: "Café". Juan gritou na hora: "Bunny!! Um café americano e um copo de suco de laranja". Ouviram-se passos e sons de saltos na cozinha enquanto a Mistress e Juan começaram a conversar. J: "É uma honra ter a senhora aqui, Mistress. A senhora tem reputação... de ser uma profissional excelente na sua área e me pareceu a certa para o que pretendo. Mistress, com um tom particular pela mistura de idiomas, respondeu. MM: é isso aí, sou a melhor, tenho a agenda cheia de clientes esperando pra passar pelas minhas botas ou fazer suas parceiras passarem, mas também faço trabalhos de produção de filmes que publico no meu site. Nesse caso, o que me trouxe até aqui foi a chance de trabalhar com uma sissy realmente forçada a se transformar. Pra ser sincera, acho você bem louco, mas não sou ninguém pra julgar. Nesse mundo, já conheci narcotraficantes ou mafiosos que decidem raptar escravas, mas nunca um professor universitário. O que me trouxe aqui foi a curiosidade e a chance de ganhar dinheiro. Então, me diga o que você procura. J: quero fazer um filme estrelado pela minha bunny e vê-la transando com outros caras, e que isso seja público. Obviamente, também quero ganhar uma grana pra recuperar o muito que gastei. MM: ok, entendi. Agora preciso te dizer que os lucros vão ser divididos 60-40 a meu favor, já que sou eu quem vai arcar com os custos de produção. Qual tema o filme deve ter? J: gangbang, com pelo menos três caras, e que seja bem brutal. MM: ok, isso dá pra fazer, ainda mais porque tenho escravos que vou usar como modelos e não vai ter muito custo de locação. Você tem algum lugar? J: tenho um quarto dedicado aos meus jogos, que não chega a ser um calabouço, mas tem bastante espaço. MM: bom, o que você tá pedindo é bem simples de fazer e... — Nesse momento, a bunny chegava na sala carregando a bandeja com bebidas. Seus saltos faziam barulho junto com o roçar da roupa de sissy maid, e o pequeno sininho que agora tinha no cadeado da sua gaiola. Ela colocou as bebidas na mesa e depois se ergueu, colocando as mãos nas costas, segurando os cotovelos, esperando ordens. Uma expressão de espanto tomou conta de MM... MM: nossa!! Tem um bom trabalho aqui. J: gostou? Pode inspecioná-la pra ver com mais detalhes. Bunny!! Pose! de inspeção!! Nesse momento, bunny colocou as mãos na nuca e abriu as pernas, com a bunda levemente empinada, o vestidinho de látex subiu até a metade das nádegas, dando um ar bem sexy pra aquela femboy pequenina. MM se levantou observando o rosto dela, bunny mantinha o olhar baixo. Ele foi apalpando o corpo tonificado e feminino que tinha na frente, tocou os peitinhos dela, com os bicos pontudos se destacando do uniforme de maid, foi descendo até a gaiola, apalpou os ovinhos rosados, as pernas, foi girando até as nádegas semi expostas, pegou com os dedos a borda do vestido justo e levantou ele todo, segurou as nádegas dela com as mãos e apertou, sentiu a firmeza dos atributos. Depois disso, colocou o vestido de volta no lugar. MM: "Fez um bom trabalho, custou muito?" Ao perguntar, pegou o café e sentou de pernas cruzadas, enquanto Juan ordenava: "bunny, volta pros teus afazeres". Ela fez uma reverência e se retirou. J: "Foi um processo longo, mas ao mesmo tempo escolhi o candidato certo, o corpo dele já tava bem predisposto à feminização." MM: "E sendo raptada, como conseguiu quebrar a rebeldia dela?" J: "Primeiro, palmadas. Cê deve ter visto as marcas claras nas nádegas dela, isso mais a ameaça de castrar ele ajudaram. Uma vez peguei um canivete e ameacei cortar o pinto dele, mais ainda, fiz uma espécie de ritual com gelo pra cortar, assim consegui que ele pedisse misericórdia e prometesse obedecer. Acho que ele ainda tem esperança de fugir ou ser salva, isso me encanta porque se sente mais submissa. Depois dessa ameaça, não precisei mais castigar ele com palmadas, ainda mais quando comecei as sessões de hipnose da minha própria autoria, baseadas em técnicas psiquiátricas. O que eu fazia era filmar quando ele era submetido por mim, a mistura dos gritos dele, os flashes vendo ele ser submetido, mais as mensagens subliminares, produziram que inconscientemente ele sentisse excitação quando isso acontecia. Assim também consegui que ele tivesse sissygasm quando eu penetrava ele." MM: "Me parece um Erro não bater nela, a disciplina da dor sempre deve ser mantida, mas me interessam suas hipnoses, têm preço? J: Acredite em mim, Minerva, se eu penetrasse você por trás, saberia que isso já é disciplina de dor suficiente. MM: Não seja insolente, sou a Mistress Minerva, não me trate por tu, e além disso, não brinque de garanhão comigo, eu considero homens escória, servem só pra açoitar e humilhar. J: Vou te propor algo, eu preparo as sessões de hipnose pra você de graça, em troca de uma sessão de sexo com você, assim, além de fazer uma troca, te mostro o que digo e ganho seu respeito, o que acha? MM: Seriam as sessões de hipnose que eu quiser? J: Sim. MM: Certo, aceito. J: Ok, aqui estão as regras: se eu conseguir que você, uma vez só, tente me parar, você engole meu gozo e diz "eu respeito o senhor Juan", combinado? MM: Já encontrei fanfarrões como você antes, aceito, mas isso vai te custar muitas hipnoses e sua humilhação, haha. J: Chega de conversa, vamos começar.. Depois de dizer isso, Juan se aproximou de um dos móveis, pegou um frasco de lubrificante que costuma usar com a bunny, colocou na sala e se aproximou de MM, pedindo que ela ficasse de pé. Ela, com um sorriso incrédulo, obedeceu. Juan foi se aproximando, roçando os lábios nos dela, até que de repente agarrou seu pescoço e a virou contra ele, tática muito conhecida pela bunny. Graças às suas botas, MM ficava na altura de Juan, mas a diferença de massa era notável, já que a mulher era magra, mas de corpo muito gostoso, suas nádegas perfeitas se marcavam bem firmes na legging, e seus peitos pequenos, mas bem firmes no top por baixo da jaqueta. Ele foi beijando seu pescoço, com a mão esquerda sobre o pescoço dela, não a enforcando, mas com mão firme. Sua mão enorme e veiuda desceu por aquela barriga lisa e feminina, chegou na cintura da legging e foi enfiando a mão até encontrar aquele clitóris ainda seco, mas não duraria muito assim, já que ele foi fazendo pequenos toques, fazendo os fluidos dela fluírem. Sua mão já estava massageando. aquela zona erógena da mulher, a imagem não podia ser mais sensual ao ver o volume da mão por baixo do legging esticado, mais a curva que isso causava nas costas da MM, isso fazia com que as bundas dela roçassem no pau do Juan, que já estava duro como pedra. Na mente da MM já invadia um certo arrependimento ao sentir o tamanho daquele pau. Seguiram assim até que Juan tirou a mão encharcada, fazendo a MM provar o próprio elixir dela. "É hora dessa potra arrogante se afogar com meu pau", pensou Juan, e o agarre no pescoço virou um puxão no cabelo, colocando ela de joelhos. Agora ele estava abaixando a calça jeans, deixando ver o pau enorme e cheio de veias. A MM teve que se segurar pra não mostrar que tava abalada. Ela meteu na boca, chupando com os barulhos típicos do boquete, mas Juan queria ver a máscara de cílios escorrer, então arrumou o cabelo dela, segurou e enfiou fundo. Instintivamente, a mão da MM foi parar nas coxas do Juan, tentando não deixar avançar, mas ela sentiu a força dele pela primeira vez, e era difícil resistir. Sons de ânsia invadiram a sala. A Bunny nesse momento tava ocupada arrumando o quarto principal, então não ouvia nada, mas mesmo se ouvisse, não ousaria se aproximar. Os primeiros objetivos do professor já tinham sido alcançados: aquela glande já tinha raspado a garganta arrogante, e dos olhos dela já escorria rímel, mas o principal era fazer ela pedir pra parar, coisa que ela já tinha tentado com as mãos, mas Juan queria ouvir ela gritar. A MM, por sua vez, achou que tinha enganado ele, que não percebeu a tentativa de luta dela. Já satisfeito com a imagem da MM no boquete, dessa vez ele levantou ela enquanto ela engolia saliva e limpava as lágrimas causadas pela mamada. Com os joelhos na borda do sofá, ela foi colocada, as mãos se apoiaram no encosto. Agora a jaqueta foi tirada, o top com as alças laterais foi puxado até a altura do umbigo, os peitos dela viram a luz, mostrando como eram lindos. Agora era a vez do legging, que com a Sensualidade, características desse tipo de peça foram abaixadas até a metade das coxas, assim como a tanga fio dental, deixou-se ver uma bucetinha rosada sem nenhum pelo, Juan não aguentou, tinha que chupá-la, então foi até ela, com as mãos conseguiu que MM se curvasse para expor ao máximo aquela perereca, quando começou a chupar, a mulher não conseguiu conter os gemidos, aquele homem queria comer a buceta dela, os fluidos foram saindo a jorros fazendo com que ele não conseguisse evitar pegar um peito e amassá-lo, aquele abdômen liso e tonificado agora deixava notar o quanto sua respiração estava agitada, até que suas coxas se contraíram, os gemidos aumentaram e um mar de fluido tocou seus lábios, sinal claro para Juan de que o primeiro orgasmo já tinha acontecido, agora ele devia fazer com que aquela mulher limpasse sua boca, para isso a beijou apaixonadamente, tinha chegado ao seu limite de ternura, era hora de aquela mulher conhecê-lo, depois do beijo terminou de tirar a roupa, posicionando seu pau na entrada da buceta dela, isso causou um pequeno sobressalto em MM, ela era realmente muito apertada e aquele tronco era muito grosso, mas ela teve que aguentar porque não podia se dar ao luxo de perder, Juan não teve piedade, enfiou lenta mas firmemente, o que gerou um gemido de prazer-dor na mulher, era hora da bombada progressiva, mas dando lugar aos primeiros sons de pele, Juan podia sentir os fluidos escorrendo pelo seu pau que depois ficavam frios ao chegar nas suas bolas, essa mulher realmente lubrificava, outro orgasmo se fez presente, MM queria evitá-lo, mas os pequenos tremores a denunciavam, agora Juan vai pelo prêmio maior, aquele cu tinha que ser dele, pegou lubrificante e com os dedos foi dilatando, até meter 2 dedos, aquele rabo realmente era apertado, então retirou seu membro da buceta e o posicionou na entrada do cu, um sobressalto foi a resposta, mas Juan a pegou pelo pescoço, colando-a nele, e começou o caminho tormentoso de MM sendo empalada por aquele macho, ela já tinha feito isso mil vezes. Homens, mas esse aqui era com um pedaço de carne de verdade e ela era a vítima. Já aprisionada, seus primeiros gritos e tentativas de escapar começaram, mas Juan já tinha tudo bem planejado. A bombada começou, as batidas nas nádegas e coxas foram ficando cada vez mais intensas. Aquele rosto elegante agora tinha uma expressão de sofrimento, como se faltasse ar, e ela gritou: "PÁRA, PÁRA PELO AMOR DE DEUS". Ele responde: "FALA MAIS ALTO" e aumenta a intensidade da penetração. "PÁRA, SEU BASTARDO MALDITO, VOCÊ VENCEU". Já com lágrimas nos olhos, ele não para, acelera ainda mais e pergunta: "ME RESPEITA?" Ela diz: "SIM, TE RESPEITO, MAS PELO AMOR DE DEUS, PÁRA", já suplicando. Como última humilhação, ele manda: "FALA EM PORTUGUÊS!!" E ela responde: "Eu te respeito". Agora sim, Juan solta a mulher no sofá, ela cai colocando a mão na bunda, chorando. Juan deixa ela uns segundos, mas puxa ela de novo pra gozar na boca dela. Umas punhetadas antes de um jato gigante de porra direto na boca dela. Ele fala: "Você tem que engolir e me dizer que me respeita". Com certa dificuldade, ela consegue engolir tudo, dizendo: "Te respeito". J: "Show, então quando a gente filma?" Ela foi se levantando entre sons de nariz escorrendo, arrumando as roupas. MM: "Maldito, você tem sorte que tem uma sissy com muito potencial. Vou vir sábado com tudo que precisa e os modelos." J: "Ok, aqui meu cartão pra qualquer coisa." Depois que ela se arrumou, caminharam juntos até a porta e, antes de sair, Juan deu um tapa sonoro na bunda da Mistress. Ela não disse nada, só foi embora. CONTINUA...
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