Somos um casal de mente aberta e é costume entre nós falar sobre coisas que gostamos no sexo.
Já fizemos de tudo no sexo, mas sempre surge alguma ideia degenerada que nos deixa com tesão. Em particular, essa que vou contar aconteceu no aniversário da Alejandra.
Estávamos vendo pornô interracial ultimamente e os negros dotados viraram uma obsessão para ela.
Ela estava curiosa sobre aquelas picas fora do comum, além de que na buceta dela já entrou tudo o que passou pela minha mente pervertida. A Ale é uma mulher irresistível e sua imagem e curvas sempre foram bem aproveitadas por ela, seus decotes nunca passam despercebidos, assim como é inevitável se virar para vê-la indo embora, balançando aquele majestoso rabo.
Por acaso se mudaram pro nosso prédio um grupo de venezuelanos, três irmãos morenos que fogem da crise lamentável do país deles. São muito simpáticos e trabalhadores, e estão loucos pela minha esposa Ale. Ela descobriu e soube que eles moram do lado do nosso apartamento. Isso me obriga a pegá-la contra a parede que separa nossas casas, ela grita gozando e imaginando que eles estão ouvindo, os respingos da sua buceta são fenomenais de tão excitada que ela fica com aquela situação. Como os vizinhos tinham mudado a atitude com a gente, imaginei que a Ale tinha sido ouvida e, longe de terem ficado felizes, a atitude deles comigo era meio emburrada.
Os dias passaram e a Ale não parava com o desejo dela, e aquela situação de ser ouvida por aqueles negros a deixava louca, e eu adorava. Até que aconteceu o inevitável: no meio do orgasmo, bateram na nossa porta. Olhei pelo olho mágico e vi que era o Rafael, um dos vizinhos venezuelanos. Ele parecia irritado. Falei pra minha esposa, que se escondeu atrás da porta. Ao abrir, ele muito educadamente disse: "Desculpe, vizinho, sei que você tá ocupado, mas eu preciso descansar e assim não dá. Peço desculpas, mas sinceramente, esse barulho é uma dedicatória pra vocês, minha mulher fica assim por causa de vocês. Talvez queiram ajudar."
"Não entendo, senhor", ele me disse confuso.
Se minha mulher tá toda excitada com vocês 3 e fica fantasiando com homens morenos como vocês. E quando transamos ela quer que vocês saibam que ela tá gozando pensando em vocês.
Você tá falando sério? — perguntei agora muito confundido. — Por que não chama seus irmãos e a gente resolve esse problema?
Alé, atrás de mim escondida atrás da porta, tava se masturbando e apertando os peitos.
Rafael foi pro lado, chamou os irmãos e eles vieram. Antes de entrar ele explicou o que tava rolando e Nicolás, o irmão mais velho de uns 32 anos, me perguntou: E o que você quer que a gente faça?
E aí?os três comerem ela juntosÉ isso aí, eu vou presenciar tudo. Eles riram e bateram as mãos numa espécie de comemoração ou cumprimento. Convidei-os a entrar e, quando entraram, olhando o apartamento luxuoso que temos, notaram a Ale nua e toda quente encostada na porta fechada.
As expressões deles ao ver aquela mulherão foram lógicas. Ela engatinhou até ficar ao lado deles e começou a fazer um apalpamento nos cocks por cima das calças. "É o que eu precisava", ela disse, abaixando a calça do Nicolás. E a puta da mãe, se ela estava feliz, era um cock enorme. "Caralho, que pedaço de cock, meu Deus", ela dizia. Sem demora, arrancou a calça do Rafael e do Pablo, e ficaram penduradas outras duas picas iguais.
A Ale não sabia o que fazer com tanto cock. Enfiou a cabeça de um na boca, porque era tudo o que cabia, e masturbava os outros dois.
Convidei-os ao quarto para ficarem mais confortáveis. Rafael deitou com o pau duro e a Ale, sem esperar, subiu em cima e enfiou na buceta. Entrou e saiu umas cinco vezes e a Ale gozou tremendamente. Os irmãos viram que ela não ia conseguir dar conta da situação e a jogaram na cama, começando a dar pijadas nos peitos e no rosto enquanto outro a fodia. Ela gemida e pedia mais.
Pablo começou a enfiar o pau na boca dela, fazendo-a engolir um bom pedaço. Rafael a segurava com força e Nicolás meteu o pau entre seus peitos e se masturbava neles.
Depois, Nicolás se deitou e a colocou por cima do seu pau, podendo assim observar sua bunda e brincar nela com o dedo enquanto ela chupava dois paus enormes. Ela inclinou o corpo para frente e, tirando o pau de sua vagina, o levou até a entrada do seu cu, que não demorou a engoli-lo. Enquanto isso, convidou Pablo para pegar sua vagina, e assim, com a pele vermelha de excitação, minha esposa era penetrada por dois negros enquanto se engasgava com o pau dos seus sonhos. Ela gemía e os negros perceberam que ela era insaciável.
Jogaram-na na cama e Rafael começou a arrombar seu cu com ela de costas, enquanto Pablo e Nicolás, um de cada lado do seu rosto, eram masturbados por ela. Não demorou para gozarem uma quantidade de porra e, pouco depois, Rafael disparou sobre seu corpo. Ela ficou quase desmaiada e os três irmãos foram dormir.
O problema estava resolvido para ela, só faltava esvaziar meu pau. Então, ao fechar a porta, enfiei meu pau na buceta da minha esposa, que me envolveu com suas pernas até eu me derramar dentro dela. Nós nos banhamos juntos, ela juntou toda a porra com os dedos e a comeu. Dormimos satisfeitos e felizes. Veremos o que nos ocorre em alguma nova fantasia.
Por acaso se mudaram pro nosso prédio um grupo de venezuelanos, três irmãos morenos que fogem da crise lamentável do país deles. São muito simpáticos e trabalhadores, e estão loucos pela minha esposa Ale. Ela descobriu e soube que eles moram do lado do nosso apartamento. Isso me obriga a pegá-la contra a parede que separa nossas casas, ela grita gozando e imaginando que eles estão ouvindo, os respingos da sua buceta são fenomenais de tão excitada que ela fica com aquela situação. Como os vizinhos tinham mudado a atitude com a gente, imaginei que a Ale tinha sido ouvida e, longe de terem ficado felizes, a atitude deles comigo era meio emburrada.
Os dias passaram e a Ale não parava com o desejo dela, e aquela situação de ser ouvida por aqueles negros a deixava louca, e eu adorava. Até que aconteceu o inevitável: no meio do orgasmo, bateram na nossa porta. Olhei pelo olho mágico e vi que era o Rafael, um dos vizinhos venezuelanos. Ele parecia irritado. Falei pra minha esposa, que se escondeu atrás da porta. Ao abrir, ele muito educadamente disse: "Desculpe, vizinho, sei que você tá ocupado, mas eu preciso descansar e assim não dá. Peço desculpas, mas sinceramente, esse barulho é uma dedicatória pra vocês, minha mulher fica assim por causa de vocês. Talvez queiram ajudar."
"Não entendo, senhor", ele me disse confuso.
Se minha mulher tá toda excitada com vocês 3 e fica fantasiando com homens morenos como vocês. E quando transamos ela quer que vocês saibam que ela tá gozando pensando em vocês.
Você tá falando sério? — perguntei agora muito confundido. — Por que não chama seus irmãos e a gente resolve esse problema?
Alé, atrás de mim escondida atrás da porta, tava se masturbando e apertando os peitos.
Rafael foi pro lado, chamou os irmãos e eles vieram. Antes de entrar ele explicou o que tava rolando e Nicolás, o irmão mais velho de uns 32 anos, me perguntou: E o que você quer que a gente faça?
E aí?os três comerem ela juntosÉ isso aí, eu vou presenciar tudo. Eles riram e bateram as mãos numa espécie de comemoração ou cumprimento. Convidei-os a entrar e, quando entraram, olhando o apartamento luxuoso que temos, notaram a Ale nua e toda quente encostada na porta fechada.
As expressões deles ao ver aquela mulherão foram lógicas. Ela engatinhou até ficar ao lado deles e começou a fazer um apalpamento nos cocks por cima das calças. "É o que eu precisava", ela disse, abaixando a calça do Nicolás. E a puta da mãe, se ela estava feliz, era um cock enorme. "Caralho, que pedaço de cock, meu Deus", ela dizia. Sem demora, arrancou a calça do Rafael e do Pablo, e ficaram penduradas outras duas picas iguais.
A Ale não sabia o que fazer com tanto cock. Enfiou a cabeça de um na boca, porque era tudo o que cabia, e masturbava os outros dois.
Convidei-os ao quarto para ficarem mais confortáveis. Rafael deitou com o pau duro e a Ale, sem esperar, subiu em cima e enfiou na buceta. Entrou e saiu umas cinco vezes e a Ale gozou tremendamente. Os irmãos viram que ela não ia conseguir dar conta da situação e a jogaram na cama, começando a dar pijadas nos peitos e no rosto enquanto outro a fodia. Ela gemida e pedia mais.
Pablo começou a enfiar o pau na boca dela, fazendo-a engolir um bom pedaço. Rafael a segurava com força e Nicolás meteu o pau entre seus peitos e se masturbava neles.
Depois, Nicolás se deitou e a colocou por cima do seu pau, podendo assim observar sua bunda e brincar nela com o dedo enquanto ela chupava dois paus enormes. Ela inclinou o corpo para frente e, tirando o pau de sua vagina, o levou até a entrada do seu cu, que não demorou a engoli-lo. Enquanto isso, convidou Pablo para pegar sua vagina, e assim, com a pele vermelha de excitação, minha esposa era penetrada por dois negros enquanto se engasgava com o pau dos seus sonhos. Ela gemía e os negros perceberam que ela era insaciável.
Jogaram-na na cama e Rafael começou a arrombar seu cu com ela de costas, enquanto Pablo e Nicolás, um de cada lado do seu rosto, eram masturbados por ela. Não demorou para gozarem uma quantidade de porra e, pouco depois, Rafael disparou sobre seu corpo. Ela ficou quase desmaiada e os três irmãos foram dormir.
O problema estava resolvido para ela, só faltava esvaziar meu pau. Então, ao fechar a porta, enfiei meu pau na buceta da minha esposa, que me envolveu com suas pernas até eu me derramar dentro dela. Nós nos banhamos juntos, ela juntou toda a porra com os dedos e a comeu. Dormimos satisfeitos e felizes. Veremos o que nos ocorre em alguma nova fantasia.
5 comentários - coisas que ajudam no casamento
Van ocho puntos.