Com nosso filho mais novo finalmente indo para a faculdade, fizemos duas mudanças de uma vez. Meu marido Alex e eu íamos nos mudar para um condomínio a apenas alguns quilômetros da nossa casa atual, mas primeiro dirigimos dezesseis horas para levar Cory até a universidade. Como tínhamos que guardar todas as nossas coisas (não pegaríamos as chaves por mais três semanas), estávamos planejando uma viagem de carro de duas semanas depois de terminar de dirigir alguns dias para deixar Cory. Enquanto empacotávamos o carro, com todas as coisas do Cory mais nossas malas para a viagem de ida e volta de quase três semanas, percebemos que tínhamos um problema sério. Quando o carro foi carregado, só tinha espaço suficiente para sentar duas pessoas: o motorista e alguém sentado no banco de trás diretamente atrás do motorista. Todos os outros lugares estavam empilhados até o teto com as coisas do Cory e nossas malas. Meu marido tentou reorganizar tudo, mas simplesmente tinha coisa demais. Finalmente sugeri: "Cory e eu poderíamos nos apertar juntos ali." "Por dezesseis horas?" Perguntou Alex. "Vocês iam acabar totalmente enjoados um do outro." "Bom, provavelmente vamos ter que fazer mais paradas de descanso desse jeito", dei de ombros. "Com sua bexiga do tamanho de uma xícara de chá, vamos ter que fazer isso de qualquer jeito", brincou Alex, sempre irritado com a frequência com que eu precisava de paradas no caminho. Ele era o tipo de homem que pisava no acelerador e deixava lá, enquanto minha bexiga era o tipo de viajante que sempre insistia em parar para cheirar as rosas. Virei para Cory, que era magro igual a mim: "Você aguenta dezesseis horas apertado do lado da sua mãe?" "Só se for obrigado", assentiu meu filho, sempre sarcástico. Ele relutou, mas percebeu que a única alternativa seria deixar algumas coisas dele em casa, o que não seria aceitável de jeito nenhum. "Cuidado com essa Atitude, jovem", respondi de brincadeira. "Você vai ficar preso do meu lado por dezesseis horas, então é melhor você torcer pra eu estar de bom humor". Vale notar que era um dia quente pra caralho de agosto e eu estava usando um vestido de verão pra viagem, pra ficar o mais fresca possível. A gente fez mais um exame de urina, que é claro que eu usei, e então Cory e eu nos apertamos lado a lado naquele lugar aconchegante que mal dava pra um. Alex perguntou, com o mesmo sarcasmo do filho: "Confortável e aconchegante?" Com o cotovelo direito do Cory enfiado no meu peito, brinquei: "Feito vaca no carro". "Muu", completou Cory, se mexendo um pouco mais, o que resultou em ainda mais pressão no meu peito esquerdo. Meia hora depois, a gente já tinha saído da cidade, quando comentei: "Isso não tá funcionando". "Não tá curtindo ficar apertada que nem sardinha?" Perguntou Cory, largando de lado o livro que tava lendo no iPad, assim como eu também tava tentando. "Não particularmente", concordei, me remexendo sem jeito antes de sugerir: "Talvez eu pudesse sentar no seu colo por um tempo". "Tá bom", assentiu meu filho, concordando comigo pela primeira vez. Subi no colo dele e suspirei: "Agora sim, tá muito melhor". "Concordo", disse Cory. "Não tô muito pesada pra você, tô?" Perguntei. Aos 37, eu ainda tava em ótima forma. Era magra com peitões, uma bunda firme e pernas torneadas. Vendendo imóveis, sabia que minha aparência tinha um papel fundamental nas minhas vendas. Sexo vende, sempre vendeu, sempre vai vender. Então normalmente me vestia com ternos profissionais mas sexy, ou vestidos elegantes com meia-calça e salto de dez centímetros. Meus peitos naturais 38d sempre apareciam, porque eu contava com eles pra fechar mais negócios do que os próprios imóveis que eu tava vendendo.
Não, tá de boa", respondi, me mexendo um pouco. Enquanto Alex continuava dirigindo, logo percebi duas coisas: 1. Usar um vestido curto e apertado tinha sido uma péssima ideia, já que agora eu estava sentada no colo do meu filho, e a saia não cobria minha bunda. 2. O pau do meu filho estava duro e eu sentia ele pulsando bem debaixo da minha buceta. Meu filho, que era bem nerd no colégio, assim como o pai dele, e que tinha recebido bolsas integrais de mais de uma dúzia de universidades, realmente tinha se transformado fisicamente trabalhando na construção civil o verão inteiro. Os braços magricelas tinham ficado pra trás, substituídos por músculos impressionantes. Eu tinha elogiado ele várias vezes pela transformação de verão. Meu filho tinha virado um homem. Mas agora, enquanto a gente passava por um trecho esburacado da estrada que tava em obras, percebi que meu filho tinha virado um homem de verdade, porque eu sentia a masculinidade dele ereta bem debaixo de mim. A cada solavanco, a dureza dele roçava na minha buceta, e mesmo tentando me controlar, eu tava ficando molhada. Pensei em me ajustar, mas fiquei com medo de constranger ele se ele percebesse que eu sentia a ereção. Então, ao invés disso, tentei controlar meus pulos apoiando as mãos no encosto do banco da frente. Mas, por uns dez minutos, que pareceram uma eternidade, a ereção do meu filho, felizmente presa dentro do short, continuou esfregando nas minhas partes molhadas e me deixando louca. Finalmente a estrada ficou lisa e agora o pacote dele descansava quieto, mas ainda duro, e eu ainda sentia ele bem ali, debaixo da minha abertura. Sabia que devia me mexer, nem que fosse um ou dois centímetros pro lado, mas ainda me sentia obrigada a ficar paralisada no lugar. Em parte porque tava preocupada em envergonhar ele se eu me mexesse, mas também, sem dúvida, porque a posição em que eu estava sentada agora era muito gostosa. Durante vinte minutos, minha buceta descansou sobre a ereção dele, que nunca murchou, enquanto eu conversava com meu marido o máximo possível para me distrair da situação desconfortável em que me encontrava. Finalmente vi um posto de descanso próximo e sugeri que parássemos. Bem quando Alex estava reduzindo a velocidade, senti o tremor insistente do pau do Cory. Ele tremeu três vezes, cada vez pressionando levemente, mas ainda assim perceptivelmente, contra meus lábios. Eu gemi, sem querer. Alex perguntou: "Você está bem, Sarah?" "Só preciso esticar um pouco", respondi, com o rosto vermelho de tesão por estar sentada em cima do meu filho. "Poderia tomar um suco", meu marido concordou enquanto parava no posto. "Eu também", concordei, me sentindo meio desidratada. Quando paramos, brinquei com o Cory: "Imagino que você também esteja morrendo de vontade de uma pausa". "Não, estou adorando o passeio", respondeu meu filho, sem dar nenhum indício de insinuação sexual. Pra ser sincera, tirando minha frustração e culpa, parte de mim também tinha curtido a viagem, mas se eu ousasse mencionar isso, teria uma conotação sexual definitiva nas minhas palavras, então fiquei quieta. Meu rosto, que já estava bem corado, escureceu um pouco mais quando abri a porta e saí. Não sei se meu rosto poderia ficar mais vermelho do que já estava, mas quando meu filho saiu e se levantou, duas coisas eram evidentes: 1. A ereção dele estava saliente contra o short da Adidas. 2. Esse mesmo short tinha uma mancha molhada notável que, sem dúvida, veio de mim. Me virei e fui para o banheiro, morta de vergonha que meus fluidos tivessem encharcado o short do meu filho. Lá dentro, abaixei a calcinha e não podia acreditar no molhada que estava. Agora, preciso dizer que sempre fico molhada fácil, e estava bem perceptível quando eu abaixei. Também tinha um apetite sexual feroz que meu marido raramente conseguia satisfazer... então eu tinha uma variedade de brinquedos sexuais à mão pra terminar o serviço que ele geralmente não conseguia completar. Tinha um we-vibe, uns vibradores, bolas anais, um brinquedo borboleta que dava pra usar longe do quarto, que tava na minha bolsa naquele momento, e minha última aquisição, um massageador... que era literalmente orgásmico. Decidindo que precisava acalmar minha buceta ardendo (foda-se as sutilezas, tava tão molhada que mal conseguia ficar de pé), me apoiei na parede de um cubículo e comecei a me masturbar. Como era de esperar, a meia hora de provocações sem querer do Cory (esperava que não fosse intencional, mas com certeza não ia perguntar) já tinha me deixado acelerada, e gozei rapidinho. O melado da minha buceta tinha escorrido pela minha perna quando eu gozei, então me limpei desajeitadamente com papel higiênico. Depois que me recuperei mais ou menos, também torci minha calcinha enquanto ela tava enrolada no papel higiênico pra tentar deixar menos encharcada, mas depois de vestir, ainda dava pra sentir a umidade humilhante. Normalmente eu amava sexo. Amava gozar; mas o lembrete constante dessa calcinha molhada e de que a pica do meu filho tinha me deixado com tesão era demais pra aguentar, então tirei ela. Em vez disso, escondi a tanga molhada e sexy na minha bolsa e fui até a pia lavar as mãos e as pernas. Infelizmente, chegou uma mãe com o filho, então tudo que consegui fazer foi lavar as mãos, torcendo pra que fosse suficiente pra disfarçar o cheiro dos meus próprios fluidos. Ao sair do banheiro, decidi que não tinha como voltar a sentar no colo do meu filho. Pensei que, em vez disso, a gente ia ter que se virar apertados um do lado do outro. Comprei uma Coca Booty e um pacote de batata frita numa máquina e voltei pro carro. Porra, pensei enquanto saía da área sombreada da parada de descanso e o sol de verão batia em mim. Era um puta forno aqui. Pensei em pegar uma calcinha reserva na minha mala, mas decidi não fazer isso: como eu explicaria? 'Ah, só preciso trocar' soaria idiota e inevitavelmente levaria a mais perguntas. Não, obrigada. Meu marido e meu filho estavam encostados no carro conversando quando me aproximei. "Então, faltam menos de quatorze horas", brincou Alex, com um sorriso safado. Cory respondeu: "Acho que vai ser um caminho apertado". Não dava pra ter certeza, talvez fosse só minha parte consciente, mas parecia que ele enfatizou a palavra "apertado". Brinquei: "É, provavelmente vai render um vínculo inevitável entre mãe e filho". "Bom, vocês dois vão ficar lá atrás a viagem toda", completou meu marido. "De jeito nenhum eu consigo me encaixar com mais ninguém". Era verdade. Meu marido era um cara grande e não tinha chance de meu filho ou eu cabermos lado a lado com ele ou no colo dele. Não, eu ainda tinha pouco menos de quatorze horas para passar com meu filho no banco de trás. Merda. Meu filho entrou no carro primeiro e deu um tapinha no colo dele. Eu pretendia entrar primeiro e sugeri: "Não deveríamos tentar lado a lado de novo?" "Tá de boa, mãe", ele disse, batendo no colo dele de novo. "Tem certeza?" perguntei, sabendo que podia ficar desconfortável sem minha calcinha e com minha buceta ainda molhada... os restos de um orgasmo forte. "Lado a lado vai ser apertado demais", ele respondeu. "Já aprendemos isso da pior forma". Lá está aquela palavra 'apertado' de novo, pensei. Ele tá falando isso de propósito? "Mas vou esmagar suas pernas", apontei, desesperada pra evitar sentar no pau dele de novo... tendo gostado demais da primeira vez. "Tem certeza?" perguntei de novo, ainda hesitante, enquanto olhava pra baixo e ainda via o sombreado de uma mancha de suco de buceta no short dele, além do contorno claro do pau dele. pau... que pelo menos já não parecia completamente dura. "Mãe, não é nada difícil", respondeu ele, agora repetindo a palavra 'difícil'. Meu lado safado queria responder, 'mas provavelmente vai ficar difícil bem rápido', mas minha boa mãe respondeu: "Tem certeza que não vou te sufocar?" Ele deu de ombros, "Posso aguentar qualquer coisa que você me der". Então me sentei de novo no colo dele, as palavras dele possivelmente escorrendo de novo com insinuações, dessa vez me ajustando de lado pra sentar mais na perna dele e evitar a virilha dele. Por meia hora fiquei sentada precariamente, mas razoavelmente virtuosa naquele lugar enquanto continuávamos dirigindo. Aí senti as mãos dele nos meus quadris enquanto ele me avisava, sem pedir minha opinião, enquanto me levantava um pouco, "Mãe, temos que mudar de posição". Quando ele me colocou de novo, minha buceta estava sentada diretamente na pau dele, que estava de novo dura e proeminente. Não consegui evitar soltar um gemido leve quando minha buceta nua respondeu mais uma vez à pressão dele. (Percebo que da última vez que sentei nessa posição eu chamava de pênis, mas qualquer coisa que me deixasse tão puta assim não era um pênis normal, era uma porra de uma pau). Durante a meia hora seguinte, mesmo a estrada sendo suave, eu continuava sentindo a pau dele tremer periodicamente, o que fazia minha buceta tremer e ficar excessivamente molhada. Alex perguntou: "Confortável aí atrás?" Meu filho respondeu: "Tá apertado, mas bom". Eu ofeguei porque enquanto ele dizia isso, senti três movimentos distintos da pau dele. "Você tá bem, Sarah?" Alex perguntou, quando senti um pouco de umidade escapando de mim. "Tô bem", respondi. Queria me afastar, mas sabia sem dúvida que tinha depositado ainda mais umidade na virilha do meu filho, e se eu me mudasse (não que tivesse pra onde ir), seria claramente perceptível. A capacidade de ter múltiplos orgasmos molhados sempre foi uma grande alegria pra mim, mas agora era minha kriptonita. "A próxima parada fica a quase uma hora daqui", informou Alex educadamente aos passageiros. "Não se preocupa", respondi, e Cory completou: "É, mesmo que esteja calor aqui". "O ar-condicionado tá no máximo", avisou Alex, e não tava tão quente assim, exceto lá embaixo. Dessa vez, as palavras do Cory tinham uma puta conotação sexual. Meu filho tava me cantando! "Acho que é o corpo da mamãe descansando no meu que me deixa tão excitado", disse Cory, enquanto flexionava o pau de novo direto na minha buceta... a intenção dele agora tava claríssima. As palavras dele também tinham dois significados bem diferentes, um pro pai dele e outro bem diferente pra mim. Depois de mais um minuto, Cory perguntou: "Pai, dá pra ligar o rádio?" "Se eu ligar, não vou conseguir falar com você, mal te escuto agora", reclamou Alex. "Tá de boa", garantiu Cory, "Mamaaa", começou a cantar meu marido enquanto aumentava o volume do rádio no ritmo do Queen. Cory tava fazendo alguma coisa no celular dele. De repente, meu telefone tocou, anunciando uma mensagem de texto. Tava na minha bolsa, que tava no chão, então me curvei e, ao fazer isso, enfiei minha buceta no pau duríssimo do meu filho. Não dava pra negar... eu tava excitada pra caralho. Peguei meu telefone e me inclinei de novo, incapaz de não apertar minha buceta molhada contra ele, e vi que a mensagem era do meu filho. Perplexa, cliquei nela. Por que você não tá de calcinha? Eu ofeguei de novo. Mas dessa vez a música tava alta demais pro meu marido me ouvir. Não soube o que dizer. Veio uma segunda mensagem. E por que você tá tão molhada? Ainda não sabia o que dizer. Fiquei paralisada pela indecisão. Obviamente, eu devia cortar essas mensagens inadequadas na hora. Mas eu tava com um tesão do caralho, então não tava pensando como mãe ou esposa, e sim como uma mulher gostosa. Enquanto olhava pro meu celular, chocada com as palavras atrevidas. do meu filho, mas igualmente excitada, me surpreendi quando senti as mãos de Cory agarrando meus quadris, me levantando. Me inclinei levemente contra o banco do motorista, esbarrando no meu marido. Alex olhou pra trás, então eu disse, tentando agir naturalmente mesmo com a mente viando uma bagunça, "Desculpa, só estou mudando de posição". "Sinto muito por essa situação", ele se desculpou. "É o que tem", respondi, sem culpá-lo, enquanto sentia as mãos do meu filho nos meus quadris enquanto me sentava de novo no colo dele e... e direto na pica dura dele! Gritei de surpresa e Alex perguntou enquanto abaixava o rádio, "Tá bem?" "Sim, só me furou alguma coisa numa caixa", respondi fracamente, incapaz de não dizer algo safado, um prazer incrível me percorreu enquanto a pica do meu filho, que agora eu tinha uma excelente razão pra saber que era maior que a do meu marido, o pai dele. Tava enterrada fundo dentro de mim, as mãos dele firmes nos meus quadris, me segurando no lugar. "Tá bem", ele assentiu, enquanto ligava o rádio de novo enquanto outra música dos anos oitenta começava, 'Summer of 69' do Bryan Adams. Fiquei ali sentada; ainda em completo choque que meu filho 'tinha a pica grande dele dentro de mim'. A vontade de começar a montar a pica do meu filho crescia a cada segundo que ela ficava dentro de mim. Me perguntei o que meu filho incrível ia fazer a seguir. Fiquei ali sentada; secretamente desejando que Cory tomasse ainda mais controle. Me preocupava que se meu filho assumisse o controle, eu seria incapaz de esconder a realidade óbvia de que estávamos cometendo incesto a só alguns centímetros do meu marido. Simplesmente fiquei ali sentada e... me julguem se quiserem... aproveitei a viagem, cada buraco na estrada me dava um novo prazer quando a pica de Cory surgia dentro de mim. Tive que usar toda minha força de vontade pra não gemer, pra não alertar meu marido do adultério incestuoso que eu tava cometendo e não podia negar, cometendo ele. De boa. Mas tava frustrada que meu filho, que tinha sido tão cara de pau de enfiar o pau em mim, agora tava sentado lendo o livro dele, como se o pau dele não estivesse enterrado fundo na buceta da mãe. Fiquei sentada ali por mais de meia hora, sem fazer nada além de deixar ele me comer em silêncio. Tive que usar toda minha força de vontade pra não ceder à minha fome insaciável e começar a quicar loucamente no pau do meu filho. Tive que usar toda minha força de vontade pra não gemer a cada buraco na estrada, especialmente quando o Alex de vez em quando passava por umas lombadas barulhentas, fazendo meu corpo tremer e minha buceta pulsar. Tive que usar toda minha força de vontade pra não esfregar minha buceta no pau dele pra gozar, a provocação de um pau parado aninhado dentro de mim mas não fazendo porra nenhuma, isso me deixa louca! O Alex me pegou de surpresa, já que minha cabeça tava a milhas de distância, quando ele anunciou: "Vinte quilômetros pra próxima parada". Isso pareceu fazer meu filho finalmente assumir o controle. Ele começou a me levantar devagar pra cima e pra baixo no pau dele. Apertei os lábios pra garantir que não ia gemer enquanto uma mistura de emoções rodopiava dentro de mim. Excitação, porque meu filho finalmente tava tomando as rédeas. Humilhação, porque eu tava excitada por ele estar tomando as rédeas. Prazer, porque a fodida lenta agora percorria cada fibra do meu ser. Frustração, porque ele não tava me comendo com força do jeito que eu gosto, embora eu soubesse que não tinha como isso ser uma boa ideia. Culpa, porque eu tava deixando meu filho me comer. Teoricamente, quando o pau dele só tinha se alojado parado dentro de mim, eu não tinha deixado ele me comer. Só tinha deixado ele me penetrar. Sei que é um tecnicismo ridículo, mas era tudo que me restava pra me agarrar... e agora se tinha ido. Mas aí meu filho soltou meus quadris e me deu a decisão. Essa foi minha chance de acabar com isso. De levantar meu corpo e expulsar o pau dele da minha buceta bem molhada. Tomar o controle parental dessa situação estranha... Ou não. Se quiserem a segunda parte, não esqueçam de deixar seus pontos!!
Não, tá de boa", respondi, me mexendo um pouco. Enquanto Alex continuava dirigindo, logo percebi duas coisas: 1. Usar um vestido curto e apertado tinha sido uma péssima ideia, já que agora eu estava sentada no colo do meu filho, e a saia não cobria minha bunda. 2. O pau do meu filho estava duro e eu sentia ele pulsando bem debaixo da minha buceta. Meu filho, que era bem nerd no colégio, assim como o pai dele, e que tinha recebido bolsas integrais de mais de uma dúzia de universidades, realmente tinha se transformado fisicamente trabalhando na construção civil o verão inteiro. Os braços magricelas tinham ficado pra trás, substituídos por músculos impressionantes. Eu tinha elogiado ele várias vezes pela transformação de verão. Meu filho tinha virado um homem. Mas agora, enquanto a gente passava por um trecho esburacado da estrada que tava em obras, percebi que meu filho tinha virado um homem de verdade, porque eu sentia a masculinidade dele ereta bem debaixo de mim. A cada solavanco, a dureza dele roçava na minha buceta, e mesmo tentando me controlar, eu tava ficando molhada. Pensei em me ajustar, mas fiquei com medo de constranger ele se ele percebesse que eu sentia a ereção. Então, ao invés disso, tentei controlar meus pulos apoiando as mãos no encosto do banco da frente. Mas, por uns dez minutos, que pareceram uma eternidade, a ereção do meu filho, felizmente presa dentro do short, continuou esfregando nas minhas partes molhadas e me deixando louca. Finalmente a estrada ficou lisa e agora o pacote dele descansava quieto, mas ainda duro, e eu ainda sentia ele bem ali, debaixo da minha abertura. Sabia que devia me mexer, nem que fosse um ou dois centímetros pro lado, mas ainda me sentia obrigada a ficar paralisada no lugar. Em parte porque tava preocupada em envergonhar ele se eu me mexesse, mas também, sem dúvida, porque a posição em que eu estava sentada agora era muito gostosa. Durante vinte minutos, minha buceta descansou sobre a ereção dele, que nunca murchou, enquanto eu conversava com meu marido o máximo possível para me distrair da situação desconfortável em que me encontrava. Finalmente vi um posto de descanso próximo e sugeri que parássemos. Bem quando Alex estava reduzindo a velocidade, senti o tremor insistente do pau do Cory. Ele tremeu três vezes, cada vez pressionando levemente, mas ainda assim perceptivelmente, contra meus lábios. Eu gemi, sem querer. Alex perguntou: "Você está bem, Sarah?" "Só preciso esticar um pouco", respondi, com o rosto vermelho de tesão por estar sentada em cima do meu filho. "Poderia tomar um suco", meu marido concordou enquanto parava no posto. "Eu também", concordei, me sentindo meio desidratada. Quando paramos, brinquei com o Cory: "Imagino que você também esteja morrendo de vontade de uma pausa". "Não, estou adorando o passeio", respondeu meu filho, sem dar nenhum indício de insinuação sexual. Pra ser sincera, tirando minha frustração e culpa, parte de mim também tinha curtido a viagem, mas se eu ousasse mencionar isso, teria uma conotação sexual definitiva nas minhas palavras, então fiquei quieta. Meu rosto, que já estava bem corado, escureceu um pouco mais quando abri a porta e saí. Não sei se meu rosto poderia ficar mais vermelho do que já estava, mas quando meu filho saiu e se levantou, duas coisas eram evidentes: 1. A ereção dele estava saliente contra o short da Adidas. 2. Esse mesmo short tinha uma mancha molhada notável que, sem dúvida, veio de mim. Me virei e fui para o banheiro, morta de vergonha que meus fluidos tivessem encharcado o short do meu filho. Lá dentro, abaixei a calcinha e não podia acreditar no molhada que estava. Agora, preciso dizer que sempre fico molhada fácil, e estava bem perceptível quando eu abaixei. Também tinha um apetite sexual feroz que meu marido raramente conseguia satisfazer... então eu tinha uma variedade de brinquedos sexuais à mão pra terminar o serviço que ele geralmente não conseguia completar. Tinha um we-vibe, uns vibradores, bolas anais, um brinquedo borboleta que dava pra usar longe do quarto, que tava na minha bolsa naquele momento, e minha última aquisição, um massageador... que era literalmente orgásmico. Decidindo que precisava acalmar minha buceta ardendo (foda-se as sutilezas, tava tão molhada que mal conseguia ficar de pé), me apoiei na parede de um cubículo e comecei a me masturbar. Como era de esperar, a meia hora de provocações sem querer do Cory (esperava que não fosse intencional, mas com certeza não ia perguntar) já tinha me deixado acelerada, e gozei rapidinho. O melado da minha buceta tinha escorrido pela minha perna quando eu gozei, então me limpei desajeitadamente com papel higiênico. Depois que me recuperei mais ou menos, também torci minha calcinha enquanto ela tava enrolada no papel higiênico pra tentar deixar menos encharcada, mas depois de vestir, ainda dava pra sentir a umidade humilhante. Normalmente eu amava sexo. Amava gozar; mas o lembrete constante dessa calcinha molhada e de que a pica do meu filho tinha me deixado com tesão era demais pra aguentar, então tirei ela. Em vez disso, escondi a tanga molhada e sexy na minha bolsa e fui até a pia lavar as mãos e as pernas. Infelizmente, chegou uma mãe com o filho, então tudo que consegui fazer foi lavar as mãos, torcendo pra que fosse suficiente pra disfarçar o cheiro dos meus próprios fluidos. Ao sair do banheiro, decidi que não tinha como voltar a sentar no colo do meu filho. Pensei que, em vez disso, a gente ia ter que se virar apertados um do lado do outro. Comprei uma Coca Booty e um pacote de batata frita numa máquina e voltei pro carro. Porra, pensei enquanto saía da área sombreada da parada de descanso e o sol de verão batia em mim. Era um puta forno aqui. Pensei em pegar uma calcinha reserva na minha mala, mas decidi não fazer isso: como eu explicaria? 'Ah, só preciso trocar' soaria idiota e inevitavelmente levaria a mais perguntas. Não, obrigada. Meu marido e meu filho estavam encostados no carro conversando quando me aproximei. "Então, faltam menos de quatorze horas", brincou Alex, com um sorriso safado. Cory respondeu: "Acho que vai ser um caminho apertado". Não dava pra ter certeza, talvez fosse só minha parte consciente, mas parecia que ele enfatizou a palavra "apertado". Brinquei: "É, provavelmente vai render um vínculo inevitável entre mãe e filho". "Bom, vocês dois vão ficar lá atrás a viagem toda", completou meu marido. "De jeito nenhum eu consigo me encaixar com mais ninguém". Era verdade. Meu marido era um cara grande e não tinha chance de meu filho ou eu cabermos lado a lado com ele ou no colo dele. Não, eu ainda tinha pouco menos de quatorze horas para passar com meu filho no banco de trás. Merda. Meu filho entrou no carro primeiro e deu um tapinha no colo dele. Eu pretendia entrar primeiro e sugeri: "Não deveríamos tentar lado a lado de novo?" "Tá de boa, mãe", ele disse, batendo no colo dele de novo. "Tem certeza?" perguntei, sabendo que podia ficar desconfortável sem minha calcinha e com minha buceta ainda molhada... os restos de um orgasmo forte. "Lado a lado vai ser apertado demais", ele respondeu. "Já aprendemos isso da pior forma". Lá está aquela palavra 'apertado' de novo, pensei. Ele tá falando isso de propósito? "Mas vou esmagar suas pernas", apontei, desesperada pra evitar sentar no pau dele de novo... tendo gostado demais da primeira vez. "Tem certeza?" perguntei de novo, ainda hesitante, enquanto olhava pra baixo e ainda via o sombreado de uma mancha de suco de buceta no short dele, além do contorno claro do pau dele. pau... que pelo menos já não parecia completamente dura. "Mãe, não é nada difícil", respondeu ele, agora repetindo a palavra 'difícil'. Meu lado safado queria responder, 'mas provavelmente vai ficar difícil bem rápido', mas minha boa mãe respondeu: "Tem certeza que não vou te sufocar?" Ele deu de ombros, "Posso aguentar qualquer coisa que você me der". Então me sentei de novo no colo dele, as palavras dele possivelmente escorrendo de novo com insinuações, dessa vez me ajustando de lado pra sentar mais na perna dele e evitar a virilha dele. Por meia hora fiquei sentada precariamente, mas razoavelmente virtuosa naquele lugar enquanto continuávamos dirigindo. Aí senti as mãos dele nos meus quadris enquanto ele me avisava, sem pedir minha opinião, enquanto me levantava um pouco, "Mãe, temos que mudar de posição". Quando ele me colocou de novo, minha buceta estava sentada diretamente na pau dele, que estava de novo dura e proeminente. Não consegui evitar soltar um gemido leve quando minha buceta nua respondeu mais uma vez à pressão dele. (Percebo que da última vez que sentei nessa posição eu chamava de pênis, mas qualquer coisa que me deixasse tão puta assim não era um pênis normal, era uma porra de uma pau). Durante a meia hora seguinte, mesmo a estrada sendo suave, eu continuava sentindo a pau dele tremer periodicamente, o que fazia minha buceta tremer e ficar excessivamente molhada. Alex perguntou: "Confortável aí atrás?" Meu filho respondeu: "Tá apertado, mas bom". Eu ofeguei porque enquanto ele dizia isso, senti três movimentos distintos da pau dele. "Você tá bem, Sarah?" Alex perguntou, quando senti um pouco de umidade escapando de mim. "Tô bem", respondi. Queria me afastar, mas sabia sem dúvida que tinha depositado ainda mais umidade na virilha do meu filho, e se eu me mudasse (não que tivesse pra onde ir), seria claramente perceptível. A capacidade de ter múltiplos orgasmos molhados sempre foi uma grande alegria pra mim, mas agora era minha kriptonita. "A próxima parada fica a quase uma hora daqui", informou Alex educadamente aos passageiros. "Não se preocupa", respondi, e Cory completou: "É, mesmo que esteja calor aqui". "O ar-condicionado tá no máximo", avisou Alex, e não tava tão quente assim, exceto lá embaixo. Dessa vez, as palavras do Cory tinham uma puta conotação sexual. Meu filho tava me cantando! "Acho que é o corpo da mamãe descansando no meu que me deixa tão excitado", disse Cory, enquanto flexionava o pau de novo direto na minha buceta... a intenção dele agora tava claríssima. As palavras dele também tinham dois significados bem diferentes, um pro pai dele e outro bem diferente pra mim. Depois de mais um minuto, Cory perguntou: "Pai, dá pra ligar o rádio?" "Se eu ligar, não vou conseguir falar com você, mal te escuto agora", reclamou Alex. "Tá de boa", garantiu Cory, "Mamaaa", começou a cantar meu marido enquanto aumentava o volume do rádio no ritmo do Queen. Cory tava fazendo alguma coisa no celular dele. De repente, meu telefone tocou, anunciando uma mensagem de texto. Tava na minha bolsa, que tava no chão, então me curvei e, ao fazer isso, enfiei minha buceta no pau duríssimo do meu filho. Não dava pra negar... eu tava excitada pra caralho. Peguei meu telefone e me inclinei de novo, incapaz de não apertar minha buceta molhada contra ele, e vi que a mensagem era do meu filho. Perplexa, cliquei nela. Por que você não tá de calcinha? Eu ofeguei de novo. Mas dessa vez a música tava alta demais pro meu marido me ouvir. Não soube o que dizer. Veio uma segunda mensagem. E por que você tá tão molhada? Ainda não sabia o que dizer. Fiquei paralisada pela indecisão. Obviamente, eu devia cortar essas mensagens inadequadas na hora. Mas eu tava com um tesão do caralho, então não tava pensando como mãe ou esposa, e sim como uma mulher gostosa. Enquanto olhava pro meu celular, chocada com as palavras atrevidas. do meu filho, mas igualmente excitada, me surpreendi quando senti as mãos de Cory agarrando meus quadris, me levantando. Me inclinei levemente contra o banco do motorista, esbarrando no meu marido. Alex olhou pra trás, então eu disse, tentando agir naturalmente mesmo com a mente viando uma bagunça, "Desculpa, só estou mudando de posição". "Sinto muito por essa situação", ele se desculpou. "É o que tem", respondi, sem culpá-lo, enquanto sentia as mãos do meu filho nos meus quadris enquanto me sentava de novo no colo dele e... e direto na pica dura dele! Gritei de surpresa e Alex perguntou enquanto abaixava o rádio, "Tá bem?" "Sim, só me furou alguma coisa numa caixa", respondi fracamente, incapaz de não dizer algo safado, um prazer incrível me percorreu enquanto a pica do meu filho, que agora eu tinha uma excelente razão pra saber que era maior que a do meu marido, o pai dele. Tava enterrada fundo dentro de mim, as mãos dele firmes nos meus quadris, me segurando no lugar. "Tá bem", ele assentiu, enquanto ligava o rádio de novo enquanto outra música dos anos oitenta começava, 'Summer of 69' do Bryan Adams. Fiquei ali sentada; ainda em completo choque que meu filho 'tinha a pica grande dele dentro de mim'. A vontade de começar a montar a pica do meu filho crescia a cada segundo que ela ficava dentro de mim. Me perguntei o que meu filho incrível ia fazer a seguir. Fiquei ali sentada; secretamente desejando que Cory tomasse ainda mais controle. Me preocupava que se meu filho assumisse o controle, eu seria incapaz de esconder a realidade óbvia de que estávamos cometendo incesto a só alguns centímetros do meu marido. Simplesmente fiquei ali sentada e... me julguem se quiserem... aproveitei a viagem, cada buraco na estrada me dava um novo prazer quando a pica de Cory surgia dentro de mim. Tive que usar toda minha força de vontade pra não gemer, pra não alertar meu marido do adultério incestuoso que eu tava cometendo e não podia negar, cometendo ele. De boa. Mas tava frustrada que meu filho, que tinha sido tão cara de pau de enfiar o pau em mim, agora tava sentado lendo o livro dele, como se o pau dele não estivesse enterrado fundo na buceta da mãe. Fiquei sentada ali por mais de meia hora, sem fazer nada além de deixar ele me comer em silêncio. Tive que usar toda minha força de vontade pra não ceder à minha fome insaciável e começar a quicar loucamente no pau do meu filho. Tive que usar toda minha força de vontade pra não gemer a cada buraco na estrada, especialmente quando o Alex de vez em quando passava por umas lombadas barulhentas, fazendo meu corpo tremer e minha buceta pulsar. Tive que usar toda minha força de vontade pra não esfregar minha buceta no pau dele pra gozar, a provocação de um pau parado aninhado dentro de mim mas não fazendo porra nenhuma, isso me deixa louca! O Alex me pegou de surpresa, já que minha cabeça tava a milhas de distância, quando ele anunciou: "Vinte quilômetros pra próxima parada". Isso pareceu fazer meu filho finalmente assumir o controle. Ele começou a me levantar devagar pra cima e pra baixo no pau dele. Apertei os lábios pra garantir que não ia gemer enquanto uma mistura de emoções rodopiava dentro de mim. Excitação, porque meu filho finalmente tava tomando as rédeas. Humilhação, porque eu tava excitada por ele estar tomando as rédeas. Prazer, porque a fodida lenta agora percorria cada fibra do meu ser. Frustração, porque ele não tava me comendo com força do jeito que eu gosto, embora eu soubesse que não tinha como isso ser uma boa ideia. Culpa, porque eu tava deixando meu filho me comer. Teoricamente, quando o pau dele só tinha se alojado parado dentro de mim, eu não tinha deixado ele me comer. Só tinha deixado ele me penetrar. Sei que é um tecnicismo ridículo, mas era tudo que me restava pra me agarrar... e agora se tinha ido. Mas aí meu filho soltou meus quadris e me deu a decisão. Essa foi minha chance de acabar com isso. De levantar meu corpo e expulsar o pau dele da minha buceta bem molhada. Tomar o controle parental dessa situação estranha... Ou não. Se quiserem a segunda parte, não esqueçam de deixar seus pontos!!
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