Daniela, minha irmãzinha (2/2)

Minha irmãzinha tinha aceitado dar o cu pra mim com duas condições: a primeira é que precisava de uma semana pra "se preparar", e a segunda é que durante essa semana eu tinha que guardar minha porra pra ela.
Foi uma semana muito difícil, e eu ficava cheio de tesão imaginando que em uma semana estaria fazendo um anal gostoso com a minha irmã.
A semana toda parecia que minha irmã estava me evitando, mas ao mesmo tempo me provocando. Ela começou a usar roupas muito provocantes e, sempre que podia, se insinuava do jeito dela. Usava um shortinho bem curto pra dormir e uma blusa cropped de alcinha que se ajustava perfeitamente ao corpo magrinho dela e marcava as deliciosas tetinhas pequenas.Daniela, minha irmãzinha (2/2)Sempre que podia, ela se inclinava na minha frente, me dando uma visão incrível da bunda dela, já que o short subia tanto que dava pra ver que ela não tava usando nada por baixo. Dava pra ver aquele rabo empinado marcando no short, a divisão no meio da bunda dela, e ainda conseguia ver parte dos lábios rosados dela de tão curto que era aquele short e o tanto que subia cada vez que ela se punha de quatro pra me provocar.

Me dava tanta vontade de chegar, agarrar ela pela cintura, só afastar o pano do short dela e meter de uma vez, mas eu tinha que ser forte. E de noite, quando ia pra cama, não conseguia tirar aquelas imagens da cabeça, e meu pau ficava durasso, pedindo pra eu aliviar, mas eu tinha que aguentar. No fim, o fim de semana chegaria e valeria totalmente a pena.

Era sexta-feira e no dia seguinte era o dia que a gente tinha combinado. Só tinha que aguentar mais um dia.

Tava tomando um banho no meio do dia quando de repente ouço a porta abrir. Sabia quem era, a Daniela tava dentro do banheiro. Ouço uns passos e então vejo a porta do chuveiro abrir e minha irmãzinha pelada na minha frente.

Dani: Posso?

Não sabia o que dizer, fiquei completamente mudo e, como pude, perguntei com sinais sobre nossos pais.

Dani: Saíram pra comprar umas coisas pro almoço, então não se preocupa com eles descobrirem que você come a sua irmã. Além disso, preciso tomar um banho rápido e não te vi com vontade de sair do banheiro.

Daniela continuava me provocando do jeito dela e, sem esperar aprovação, entrou no chuveiro comigo, virando de costas. Eu via a água começar a cair no corpo dela, descendo por tudo até molhar ela completamente. A pele dela brilhava com a água e, de repente, já tava com uma ereção enorme apontando pra bunda dela.

Daniela "sem querer" derrubou o sabonete e, na hora de se abaixar pra pegar, jogou a bunda pra trás, que roçou no meu pau inteiro. Ela não disse nada, só... Entrei, ela se virou e eu senti uma das mãos dela massageando meu pau enquanto me olhava nos olhos, com a mão livre ela me estendeu o sabonete.

Dani: Me ajuda, irmão?

Rapidamente peguei o sabonete e, sem perder tempo, fui direto pra buceta dela, ensaboando ela enquanto a masturbava, e aí começaram os gemidos que me deixavam louco, fazendo com que eu fosse cada vez mais rápido, e Dani, do mesmo jeito, não soltava meu pau até que eu não aguentei mais e, sendo um pouco brusco, virei ela de novo e levei minhas mãos pros peitos dela, e meu pau ficou entre a bunda dela. Daniela começou a rebolando, fazendo uma siririca em mim, e eu continuei tocando ela toda, enchendo ela de sabonete, até que comecei a descer, ficando de joelhos na frente da bunda dela, pedindo pra ver perfeitamente o cu dela, que comecei a ensaboar também e, aos poucos, introduzi um dos meus dedos com a ajuda do sabonete. Tava entrando fácil, e minha irmã, mais do que gemer de dor, gemia de prazer. Eu sabia que ela tinha se preparado mesmo, como tinha me dito.

Tava quase colocando o segundo dedo quando ela se soltou e saiu do chuveiro.

Dani: Calma, amanhã você vai poder me estrear.

Daniela saiu do banheiro se enrolando numa toalha e foi pro quarto dela.

Tinha me deixado ali com o pau bem duro e com vontade de meter tudo nela. Ela tinha brincado comigo, me dando uma pequena amostra do que me esperava.

Naquele dia não rolou mais nada, porque quando saí do banheiro, minha irmã já não tava em casa, e mais tarde, quando meus pais voltaram, ela ligou pra avisar que ia passar o fim de semana inteiro na casa das amigas.

Eu não sabia qual era o jogo dela agora, mas tava ansioso pra descobrir.

No dia seguinte, no meio da tarde, recebo uma mensagem da minha irmã junto com uma foto dela anexada. A mensagem dizia que ela me esperava às 22:00 e me passou o endereço, pedindo pra eu chegar com uma garrafa de champanhe como meu ingresso. Procurei o endereço e era de um dos melhores hotéis da cidade. cidade, tava ansiosa pra chegar a hora.analLevaria uma hora pra chegar no endereço, então comecei a me arrumar cedo. Me vesti pra ocasião, passei perfume, avisei meus pais que ia sair com uma garota — eles não falaram nada. Saí de casa às 8:30, primeiro fui comprar a garrafa de champanhe, peguei uma das melhores pro momento, e segui pro hotel. No meio do caminho, chegou uma mensagem da minha irmã que só dizia: Suíte B-134.

Meu coração tava batendo acelerado até que finalmente cheguei no hotel. Entrei, me registrei — a recepcionista já tava me esperando —, ela me deu o cartão de acesso e as instruções pra chegar no quarto. Fui andando, meio nervoso e ao mesmo tempo ansioso pelo que me esperava. Cheguei no quarto e, na porta, li o mesmo nome que minha irmã tinha mandado. Respirei fundo, olhei a hora: eram exatamente 10:00. Entrei.

Ao entrar, que surpresa boa me esperava. Daniela tava deitada na cama com o mesmo conjunto de lingerie vermelha que usou na noite que a gente comeu pela primeira vez. Ela fez um sinal com o dedo pra eu chegar perto, e fui direto dar um beijo nela, que correspondeu apaixonadamente.

Me afastei dela pra tirar da bolsa um par de taças junto com a garrafa que trouxe pra ocasião. Servi pros dois e brindamos.
Dani: Por nós!
C: Por nós!

Terminamos aquela primeira taça e agora eu me deitei em cima da minha irmã pra comer ela inteira. Ela, por sua vez, começou a me despir. Desabotoou minha camisa pra tirar, e começou a abrir minha calça, tirando primeiro o cinto. Depois fez algo que me surpreendeu e me deixou muito excitado: com o próprio cinto, levou ele até um dos pulsos dela e, depois de algumas voltas e movimentos, acabou usando meu cinto como se fossem algemas, deixando os dois pulsos amarrados. Terminei de tirar a roupa, fiquei pelado e com uma grande... Ereção, beijei todo o corpo dela enquanto admirava como ela estava gostosa naquela lingerie sexy, enquanto ela se contorcia de prazer com os pulsos amarrados pelo meu cinto.

Virei ela de bruços, e ela levantou a bunda, e continuei devorando ela toda. Esfreguei meu pau na bunda dela e comecei a beijar a nuca, descendo pelos ombros e por todas as costas até chegar naquela bunda empinada, que sem perder tempo comecei a beijar e dar pequenas mordidas, até que notei algo que estava ali e eu não tinha percebido até agora, algo que se destacava na parte da bunda dela. Com delicadeza, afastei o tecido que cobria a bunda dela e lá estava o que imaginei: minha irmã estava com um plug enfiado no cu. Era um plug com design redondo e prateado, o que aumentou ainda mais minha excitação, e ainda mais quando ouvi Daniela dizer: "Você gostou?hotelA calentura agora tava no limite, e só de falar que eu tava adorando, tirei a parte de baixo da lingerie de renda dela e comecei a puxar bem devagar, enquanto a Daniela soltava uns gemidos bem gostosos. Fui tirando e girando até sair por completo, me dando uma visão daquele cu lindo que tinha ficado aberto pra mim. Não sei de onde ela tinha tirado aquele plug, e nem queria saber — agora só importava fazer ela minha. Daniela tava toda ofegante depois que terminei de tirar o plug que ainda segurava na mão direita. Com a mão esquerda, peguei minha irmã pela barriga pra levantá-la, e foi aí que levei o plug, que tinha acabado de sair do cu dela, direto pra boca dela. Ela chupou e lambeu com uma puta vontade. Tirei as algemas, e ela se jogou em mim pra devorar meu pau. Metia como uma louca, indo bem fundo até enfiar tudo, fazendo aquele barulho de engasgo, até deixar ele todo babado. Ela parou, e eu sabia que era hora. Ela virou de quatro de novo pra mim e apontou pra uma garrafa de lubrificante.

Peguei a garrafa e, me colocando atrás dela, admirei aquele cu gostoso mais uma vez, que comecei a chupar como um louco enquanto meus dedos iam se enfiando na buceta dela. Minha irmãzinha tava num tesão danado, gemendo igual uma doida. Minha língua entrava no cu dela, que ainda tava aberto por causa do plug. Com a mão livre, eu também massageava o cu dela em círculos até sentir ela gozar, e na hora ela gritou: "Mete logo!"

Me posicionei e, com o cu dela bem dilatado, passei bastante lubrificante, assim como no meu pau, que ainda tava todo melado de saliva da minha irmã e porra pré-gozo. Levei a ponta do meu pau na entrada do cu dela, que começou a entrar com certa facilidade enquanto eu via minha irmã continuando a curtir. Fui empurrando mais e mais até os gemidos de prazer e dor aparecerem. Via a Daniela... Se agarrava no lençol da cama até que entrou toda, acompanhada de um gemido forte cortesia da Daniela. Era uma experiência única sentir meu pau abrindo caminho dentro da minha irmã e ver como ele começava a desaparecer no cu dela, que devorava meu pau.

Já estava no vai e vem, cada vez com mais paixão, e a Daniela não se segurava pra gemer. Ela gemia muito alto e muito gostoso, o que me fazia continuar metendo mais forte até ouvir minha irmã dizer: vou gozar!

A Daniela levou uma das mãos pra buceta dela pra continuar se estimulando, e aí eu não aguentei mais. Senti toda a minha porra, que guardei a semana inteira, tomando conta do interior da minha irmã e inundando tudo. Minha irmã sentiu minha porra quente lá dentro e, acompanhada de um gemido forte e longo, ela também acabou de gozar. Nós dois tivemos um orgasmo intenso e, depois de uma respiração profunda, me afastei dela e pude ver parte da minha porra escorrendo pelo cu dela.incestoLevantei pra servir mais duas doses e me deitei de novo atrás da Daniela, brindando de novo enquanto nos beijávamos e terminei de tirar a roupa dela pra beijar os peitos dela, onde ela derramou a taça pra eu poder beber direto dela.

Naquela noite, continuamos nos enchendo de amor de irmãos sem precisar dormir até acabar a garrafa, até que finalmente a Daniela me confessou que o plug ela tinha conseguido com a Yamel, nossa prima.

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