O tempo leva tudo e traz coisas novas.
Mudanças que sacudiam o conforto. O bairro ficava cada dia mais decadente e perigoso. O bar tinha problemas constantes com as denúncias dos vizinhos, e sim... à noite era uma putaria danada.
O cigano tinha aberto no meio do quarteirão um antro, era a versão bizarra do puteiro. Eu não queria trabalhar lá, então decidi continuar no bar até fechar e, de noite, fazer a rua com mais frequência, mas tive experiências ruins, roubos, apertos.
Faltavam uns meses para eu poder ir pra Itália por conta própria, grana eu tinha, mas depois de um estupro me caguei de medo e não aguentei mais.
Tinha 2 opções: o cigano conhecia um cara que podia arrumar meu passaporte da comunidade — ele já tinha feito meu RG pra eu ser maior de idade — ou ir pedir pros meus velhos me darem a permissão. Uma opção era perigosa, a outra uma bosta.
Pesquisei mais sobre o falsificador e não recebi as referências que esperava, então...
Quando saí da casa dos meus velhos, apesar de estar me feminizando bem, dava pra notar, ainda fazia as rotinas como homem, exceto as travessuras escondidas deles.
Criei coragem e paciência, liguei pra eles e combinamos de passar no outro dia no escritório no bairro dos Tribunais.
Tava cheia de dúvidas e um pouco de medo, cada coisa me parecia que ia detonar uma merda: meu jeito de vestir, meu estilo de vida, meu corpo e meu jeito de ser, de andar, de falar, tudo era feminino.
O cigano queria me acompanhar, não deixei. Ele me perguntou se eu tinha um pouco de pó pra aguentar a parada e me deu.
Acordei nervosa, com mais dúvidas ainda, desde como me vestir até como ia reagir à má vontade deles.
Me penteie... um café da manhã.
Toda minha roupa eu escolho pra provocar, é o que fica bem em mim. Como ia praquela área careta, escolhi uma saia tubo preta que era a mais comprida que eu tinha, a barra tava a 10 cm acima do joelho, até que ok, um casaquinho, uma blusa branca, meia-calça preta de seda com liga e stilettos pretos: Era O uniforme que eu tinha pra jogar com o diretor do cartório.
O segurança me avisou e eu subi.
A cara de cu quando me viu já dizia que não ia me dar a autorização.
E ele começou...
— "Como é que você se veste assim? Homem não usa isso, MEU FI LHO, eu sinto vergonha, se você fosse só viado até dava pra aturar, mas traveco..., você saiu de casa e agora tá parecendo uma puta, até peito você tem."
Quando a bateria dele acabou, ele começou a pensar, e queria saber onde eu morava, com quem e essas coisas.
— "Trabalho você tem porque quer ir pra Itália, eu não te dou mais um puto, do que você trabalha?"
— "De garçonete, bah... quase como copeira e de puta", ele começou de novo.
— "Sua mãe e eu te fizemos homem e agora você trabalha de puta! Mas quem vai pagar pra comer você, viado?"
Eu tava num estado zen absoluto, pedi pra ir no banheiro pra tomar um gole, precisava. Arrumei a maquiagem, o cabelo, coisas que a gente faz, tava impecável. Tirei o casaquinho, falei ommmm e saí.
Ele me viu e começou: "Olha como você se veste! E você me enfia a faca de saber que vem qualquer um e por uns trocados come meu filho porque o senhorzinho virou pros ti tu ta, não acredito, quantos te comem por dia, viado?"
Já tava de saco cheio, "Às vezes 3 ou 4, às vezes mais, e outros tantos me fazem chupar a rola deles."
— "Mas quem vai querer comer você?"
— "Enquanto vinha pra cá, 3 me abordaram e outros 2 eu cortei pra não se animarem", não ia deixar passar mais nenhuma.
— "Mas você se olhou?"
— "Sim, e você?", levantei e desfilei.
— "A puta que te pariu, sim, entendo que os pervertidos te comam, aceito, tudo degenerado, nesse mundo você vive."
— "E quando trabalho na rua sou um fogo, às vezes de peito de fora com uma mini de colegial, chupo dentro dos carros, na rua e me levam pro hotel e enchem minha boca de porra, engulo tudo e se pagam bem e tô com tesão, deixo comer sem camisinha, também como em festas com até 5 caras, e se a rua tá fraca, pego um Um cara passou e eu deixei ele apalpar e beijar meus peitos enquanto eu endurecia a pica dele tocando nela. Se perguntar por mim, todo mundo fala que sou uma puta muito gostosa.
—"A puta que te pariu, agora sem o casaco seus peitos tão mais evidentes e os bicos tão marcados. Então vem um desconhecido, te dá 2 conto e você deixa ele arrebentar teu cu ou chupa a pica dele? Para de merda, qualquer um, um estranho fode meu filho. E ainda me fala pra perguntar por você pra saber que puta boa você é e que te comem de 5, entendeu? Se juntam uns caras pra arrebentar o cu do meu filho. Claro, você se põe como uma vadia na esquina pra esquentar braguilha, como não vão te comer?"
Ele calou a boca um pouco.
—"Se qualquer um te fode por 2 conto, pela permissão eu te fodo que sou seu pai e tenho direito. Primeiro chupa minha pica se é que consegue fazer ela endurecer."
Tava indo tudo pro caralho mas... pra ganhar a permissão, parecia estranho estar chupando a pica dele, ele escarrapachado no sofá, endureci ela na hora, fiz a melhor chupada de pica da vida dele, ele já pensava outra coisa de mim.
—"E aí, chupei melhor que a buceta da mamãe?"
—"Bom, você endureceu ela, deixa o papai ver teu cu?"
Eu deslizei a saia pra cima, que entre as meias de seda e o forro da saia corria muito bem e sempre me excitou isso.
—"Cara de puta você tem, cu bonito de tanto levar pica, tira a blusa."
Meus bicos estouravam, sentei na pica dele de pernas abertas e coloquei os peitos na cara dele, ele ficou louco. Apertava, lambia, chupões nos bicos, beijos, mordidas.
—"Mais bonitos que os da mamãe, né? Gostou dos peitos do seu filho buceta?"
—"Sim, gostosa."
Enquanto eu esfregava a pica dura dele com o cu, tirei a calcinha fio dental e enfiei a pica dele na minha racha, masturbava ele assim esfregando e apertando com as bordas, e comecei a me mexer pra meu buraquinho achar a cabeça dele, quando travei a pica dele com minha bunda comecei os movimentos pra ele ir abrindo e entrando aos poucos, não queria usar a mão, ele deixou por um tempo meus Peitos e mandamos beijos de língua babados, aí achei que era o momento certo, abri minha flor. Com minha lubrificação natural, enfiei devagar mas inteira e fiquei mexendo bem devagarinho com a pica dentro.
Transamos em silêncio, olhando nos olhos um do outro, só os gemidos e quando eu sussurrava "buceta", o ritmo quem ditava era eu e quando quis, gozei dentro do meu cu.
Tava exausto, não sei o que ele tava pensando do que a gente tinha feito, a gente se divertiu e combinamos que no outro dia ele passaria pra pegar a autorização.
Esperei na porta até ele pegar o elevador, fiz umas poses sexy e com cara de safada ele disse: "que puta você se tornou".
Mudanças que sacudiam o conforto. O bairro ficava cada dia mais decadente e perigoso. O bar tinha problemas constantes com as denúncias dos vizinhos, e sim... à noite era uma putaria danada.
O cigano tinha aberto no meio do quarteirão um antro, era a versão bizarra do puteiro. Eu não queria trabalhar lá, então decidi continuar no bar até fechar e, de noite, fazer a rua com mais frequência, mas tive experiências ruins, roubos, apertos.
Faltavam uns meses para eu poder ir pra Itália por conta própria, grana eu tinha, mas depois de um estupro me caguei de medo e não aguentei mais.
Tinha 2 opções: o cigano conhecia um cara que podia arrumar meu passaporte da comunidade — ele já tinha feito meu RG pra eu ser maior de idade — ou ir pedir pros meus velhos me darem a permissão. Uma opção era perigosa, a outra uma bosta.
Pesquisei mais sobre o falsificador e não recebi as referências que esperava, então...
Quando saí da casa dos meus velhos, apesar de estar me feminizando bem, dava pra notar, ainda fazia as rotinas como homem, exceto as travessuras escondidas deles.
Criei coragem e paciência, liguei pra eles e combinamos de passar no outro dia no escritório no bairro dos Tribunais.
Tava cheia de dúvidas e um pouco de medo, cada coisa me parecia que ia detonar uma merda: meu jeito de vestir, meu estilo de vida, meu corpo e meu jeito de ser, de andar, de falar, tudo era feminino.
O cigano queria me acompanhar, não deixei. Ele me perguntou se eu tinha um pouco de pó pra aguentar a parada e me deu.
Acordei nervosa, com mais dúvidas ainda, desde como me vestir até como ia reagir à má vontade deles.
Me penteie... um café da manhã.
Toda minha roupa eu escolho pra provocar, é o que fica bem em mim. Como ia praquela área careta, escolhi uma saia tubo preta que era a mais comprida que eu tinha, a barra tava a 10 cm acima do joelho, até que ok, um casaquinho, uma blusa branca, meia-calça preta de seda com liga e stilettos pretos: Era O uniforme que eu tinha pra jogar com o diretor do cartório.
O segurança me avisou e eu subi.
A cara de cu quando me viu já dizia que não ia me dar a autorização.
E ele começou...
— "Como é que você se veste assim? Homem não usa isso, MEU FI LHO, eu sinto vergonha, se você fosse só viado até dava pra aturar, mas traveco..., você saiu de casa e agora tá parecendo uma puta, até peito você tem."
Quando a bateria dele acabou, ele começou a pensar, e queria saber onde eu morava, com quem e essas coisas.
— "Trabalho você tem porque quer ir pra Itália, eu não te dou mais um puto, do que você trabalha?"
— "De garçonete, bah... quase como copeira e de puta", ele começou de novo.
— "Sua mãe e eu te fizemos homem e agora você trabalha de puta! Mas quem vai pagar pra comer você, viado?"
Eu tava num estado zen absoluto, pedi pra ir no banheiro pra tomar um gole, precisava. Arrumei a maquiagem, o cabelo, coisas que a gente faz, tava impecável. Tirei o casaquinho, falei ommmm e saí.
Ele me viu e começou: "Olha como você se veste! E você me enfia a faca de saber que vem qualquer um e por uns trocados come meu filho porque o senhorzinho virou pros ti tu ta, não acredito, quantos te comem por dia, viado?"
Já tava de saco cheio, "Às vezes 3 ou 4, às vezes mais, e outros tantos me fazem chupar a rola deles."
— "Mas quem vai querer comer você?"
— "Enquanto vinha pra cá, 3 me abordaram e outros 2 eu cortei pra não se animarem", não ia deixar passar mais nenhuma.
— "Mas você se olhou?"
— "Sim, e você?", levantei e desfilei.
— "A puta que te pariu, sim, entendo que os pervertidos te comam, aceito, tudo degenerado, nesse mundo você vive."
— "E quando trabalho na rua sou um fogo, às vezes de peito de fora com uma mini de colegial, chupo dentro dos carros, na rua e me levam pro hotel e enchem minha boca de porra, engulo tudo e se pagam bem e tô com tesão, deixo comer sem camisinha, também como em festas com até 5 caras, e se a rua tá fraca, pego um Um cara passou e eu deixei ele apalpar e beijar meus peitos enquanto eu endurecia a pica dele tocando nela. Se perguntar por mim, todo mundo fala que sou uma puta muito gostosa.
—"A puta que te pariu, agora sem o casaco seus peitos tão mais evidentes e os bicos tão marcados. Então vem um desconhecido, te dá 2 conto e você deixa ele arrebentar teu cu ou chupa a pica dele? Para de merda, qualquer um, um estranho fode meu filho. E ainda me fala pra perguntar por você pra saber que puta boa você é e que te comem de 5, entendeu? Se juntam uns caras pra arrebentar o cu do meu filho. Claro, você se põe como uma vadia na esquina pra esquentar braguilha, como não vão te comer?"
Ele calou a boca um pouco.
—"Se qualquer um te fode por 2 conto, pela permissão eu te fodo que sou seu pai e tenho direito. Primeiro chupa minha pica se é que consegue fazer ela endurecer."
Tava indo tudo pro caralho mas... pra ganhar a permissão, parecia estranho estar chupando a pica dele, ele escarrapachado no sofá, endureci ela na hora, fiz a melhor chupada de pica da vida dele, ele já pensava outra coisa de mim.
—"E aí, chupei melhor que a buceta da mamãe?"
—"Bom, você endureceu ela, deixa o papai ver teu cu?"
Eu deslizei a saia pra cima, que entre as meias de seda e o forro da saia corria muito bem e sempre me excitou isso.
—"Cara de puta você tem, cu bonito de tanto levar pica, tira a blusa."
Meus bicos estouravam, sentei na pica dele de pernas abertas e coloquei os peitos na cara dele, ele ficou louco. Apertava, lambia, chupões nos bicos, beijos, mordidas.
—"Mais bonitos que os da mamãe, né? Gostou dos peitos do seu filho buceta?"
—"Sim, gostosa."
Enquanto eu esfregava a pica dura dele com o cu, tirei a calcinha fio dental e enfiei a pica dele na minha racha, masturbava ele assim esfregando e apertando com as bordas, e comecei a me mexer pra meu buraquinho achar a cabeça dele, quando travei a pica dele com minha bunda comecei os movimentos pra ele ir abrindo e entrando aos poucos, não queria usar a mão, ele deixou por um tempo meus Peitos e mandamos beijos de língua babados, aí achei que era o momento certo, abri minha flor. Com minha lubrificação natural, enfiei devagar mas inteira e fiquei mexendo bem devagarinho com a pica dentro.
Transamos em silêncio, olhando nos olhos um do outro, só os gemidos e quando eu sussurrava "buceta", o ritmo quem ditava era eu e quando quis, gozei dentro do meu cu.
Tava exausto, não sei o que ele tava pensando do que a gente tinha feito, a gente se divertiu e combinamos que no outro dia ele passaria pra pegar a autorização.
Esperei na porta até ele pegar o elevador, fiz umas poses sexy e com cara de safada ele disse: "que puta você se tornou".
2 comentários - Uma buceta.