Me chamo Valentina, tenho 23 anos, tenho 1,66m de altura, cabelo castanho claro, olhos cor de mel, e uma boquinha que já recebeu muitos elogios, principalmente pelos meus lábios carnudos. Minhas medidas são 100 – 67 – 95, não tenho medidas perfeitas, mas me considero uma gatinha bem bonita. Jogo handebol desde os 15 e desde os 17 vou pra academia. Tenho duas pernas lindas que se encontram numa bunda maravilhosa, bem empinada e durinha. E se somar isso com meus peitos (não tô me gabando), que são bem empinados, redondos e firmes, sou sem dúvida uma gatinha que mais de um homem ficaria olhando se eu passar do lado.
Minha história aconteceu há quase 4 anos, eu tinha 19 anos, tava começando a faculdade, e como não sou uma gatinha rica, tive que começar a trabalhar pra pagar meu curso. Na época, trabalhava como garçonete num restobar no centro da minha cidade. O uniforme era uma regata branca bem justa, uma saia preta soltinha que ficava uns quatro ou cinco dedos acima do joelho, meia de lycra e botas longas quase até o joelho. Era um saco aguentar todas as besteiras que os clientes falavam, mas o pagamento era bom e valia a pena aturar um pouco se rendesse uma boa gorjeta.
Sempre fui uma garota cheia de amigos, mas tinha um grupinho que considerava meus melhores amigos: três caras com quem, além de uma grande amizade, dividia uma banda de música onde eu cantava. Nunca nos apresentamos em lugar nenhum, mas sempre sonhamos com isso. Manu, Jorge e Quito foram meus colegas de colégio e desde que viramos amigos, nunca mais nos separamos. Eu sempre os vi como irmãos, e achava que eles me viam do mesmo jeito. Mas que surpresa eu tive numa tarde, quando, saindo do trabalho, cheguei na casa do Manu pra ensaiar com a banda (Manu morava só com a mãe e tinha um porão em casa, o que permitia a gente ensaiar sem incomodar ninguém). Bem na hora que cheguei, a mãe dele tava saindo pro trabalho. Ele me fez entrar e disse que estavam na sala me esperando. Quando me aproximei, ouvi o Quito dizer: "Pô, como eu queria que ela me chupasse com esses lábios grossos que ela tem". Como sou fofoqueira, decidi ficar escondida ouvindo pra saber de quem eles estavam falando. A surpresa que tive quando continuei ouvindo: "J- Então, a gente faz isso: assim que a Valen chegar, a gente se faz de besta, começa a falar de qualquer coisa, alguém puxa o assunto da hipnose e aí a gente tenta convencer ela a se deixar hipnotizar. M- Mas cê tem certeza que vai conseguir hipnotizar ela? J- Sim, fica tranquilo. Q- E ela hipnotizada vai fazer o que a gente quiser, e depois vai esquecer, né? Cê não vai nos meter numa merda, né? J- Não, rapaziada, calma. Se tudo der certo, a gente vai comer a Valen até debaixo dos dentes e ela depois não vai lembrar de nada." No começo, fiquei muito puta, não acreditava no que tava ouvindo. Meus melhores amigos, que eu amava como irmãos, só queriam me comer. Que raiva, queria encher os três de porrada. Como não sabia bem como reagir, saí da casa do Manu bem quieta e fui pra minha casa. Minha cabeça tava a mil, não conseguia acreditar, mas depois de três quarteirões, uma ideia fixou na minha cabeça e não saía: "Até onde esses três degenerados seriam capazes de ir? Seriam capazes de fazer isso comigo? De me hipnotizar pra me comer?" Não resisti à tentação e voltei. Precisava saber até onde eles eram capazes de chegar. Quando cheguei na casa do Manu, eles me receberam super bem. Sentamos na sala, perguntei o que tinham feito enquanto me esperavam, e eles disseram que estavam falando sobre como conseguir tocar em algum lugar, essas coisas. Não passou nem três segundos disso, o Quito não se segurou e perguntou: "Algum de vocês já foi hipnotizado?" Todos responderam que não, inclusive eu, menos o Jorge, que disse: J-Si, eu fui hipnotizada e não só isso, também me ensinaram a hipnotizar. O Manu se fez de besta e pediu pro Jorge contar como foi e pra que fizeram isso. Ele contou uma história sobre umas provas que tinha que fazer e não tinha estudado, e que graças a isso ele conseguiu passar. O Quito, nem lento nem preguiçoso, me disse: Q-Valen, você não tem prova semana que vem? V-Sim, por quê? Q-Você não me disse que tava nervosa porque achava que não ia dar conta? V-Cê tá louco se acha que vou deixar o Jorge me hipnotizar. Pra quê? Aí os três começaram a me encher com todo tipo de motivo pelo qual eu devia tentar a hipnose. No começo recusei, claro que sabia qual era o objetivo desse plano enganoso, mas depois uma ideia começou a despertar junto com um desejo que sempre tive: transar com mais de um homem (um desejo que nunca realizei por medo de parecer uma puta). Pensei comigo mesma: “se eu fizer isso, realizo meu desejo e, por razões óbvias, eles não vão contar pra ninguém, e assim também cuido da minha reputação”. Depois de me fazer de difícil por mais um tempo, decidi aceitar a proposta. J-Então, Valen, deita no sofá, fecha os olhos e escuta a minha voz. Eu me deitei, fechei os olhos e me preparei pra tentar. Jorge começou a falar comigo, dizendo coisas como pra eu relaxar, que eu tava num sono profundo, que esvaziasse a mente. Eu não conseguia fazer nada do que ele falava, a única coisa em que conseguia pensar era no que ia rolar. Passaram uns 20 minutos e Jorge não conseguia me hipnotizar. Depois de todas as imagens que eu tinha maquinado na cabeça, eu tava mais tesuda do que curiosa, e decidi fazer algo de que me arrependeria depois: “fingir que fui hipnotizada”. Comecei a agir como se tivesse entrado em transe, como se não estivesse mais consciente, e Jorge continuou com a dele. J-Agora que você tá em estado de transe, só vai ouvir a minha voz, certo? V-Sim! J-Você vai deixar sua vontade, aos poucos, ir cedendo pra minha... vontade vai te controlar, sente como minha vontade toma conta de você (ele ficou calado por uns 30 segundos e continuou) já sente como minha vontade te controla? sente que quer fazer o que eu pedir? V- Sim! (tenho que admitir que achei muito engraçado o que ele tava falando, mas tive que segurar, tava morrendo de vontade de ver as coisas que eles eram capazes de fazer, além de que naquele momento eu também já tava bem afim de uma ação) J- De agora em diante, toda vez que você ouvir de mim a palavra Bonza você vai entrar nesse mesmo estado de transe e sua vontade vai responder à minha, tá claro? V- Sim! J- Agora que você tá sob meu controle quero que faça o que eu pedir, certo? V- Sim! J- Quero que você faça uma Dança Sensual pra gente em cima da mesa, se remexe como se fosse uma puta tentando conseguir clientes. No começo fiquei meio paralisada, não sabia o que fazer, se continuava ou não, mas decidi agir rápido antes que percebessem que eu tava enganando eles, subi na mesa e comecei a me mexer como se fosse uma puta procurando ser comida por todos os lados, vocês tinham que ver a cara deles, ainda não tinha tirado nem uma peça de roupa e os três estavam com cara de bobão, e dava pra ver nas calças deles que a pica tava bem dura, antes que eu começasse a me despir o Jorge me parou, na hora os outros dois reclamaram, e o Jorge respondeu, J- Não se animem não rapaziada, calma primeiro tenho que verificar que quando ela acordar não lembre de nada, mas já programei ela pra que quando eu disser a palavra chave ela entre nesse estado de novo. J- Beleza desce da mesa e senta numa cadeira (depois que ela obedeceu a ordem ele continuou), agora vou estalar os dedos e você vai acordar e não vai lembrar de nada do que aconteceu, ah! e sobre seus exames, você vai se sentir mais calma e vai ser mais fácil estudar (pelo menos ele tinha lembrado de cumprir a mentira que usaram pra me hipnotizar), na contagem de 3, 1, 2 e 3 gostosas!!. Quando estalei os dedos, fingi que piscava várias vezes e fiz cara de perdida, perguntei como tinha ido da sala até a cozinha, e o que tinha acontecido enquanto eu estava hipnotizada. Se vocês tivessem visto a cara dos três quando perceberam que tudo estava saindo como eles planejaram (ou pensavam que sim), era uma mistura de surpresa com perversão. Por um lado, eu achava graça, mas tenho que admitir que no fundo estava com medo. Aquelas caras diziam muito mais do que eu queria saber. Depois que me deram uma explicação idiota do que supostamente tinham feito comigo enquanto eu estava em transe (algo como uma programação cerebral pra eu estudar mais fácil), e como eu tava morrendo de vontade de mijar, levantei e fui pro banheiro.
Q - Aonde você vai?
V - No banheiro, tô morrendo de vontade de mijar!
Quando tava indo pro banheiro, o Jorge gritou de onde tava:
J - BONZAI!!
V - Fiquei parada no lugar, primeiro porque o grito me assustou, e depois porque, se aquela era a palavra-chave, eu devia entrar em transe de novo.
J - (chegou perto e perguntou) Você tá em transe de novo?
V - Sim!
J - Beleza, meus manos, essa mina tá à nossa disposição total!!! Valen, me escuta bem: de agora em diante, você também vai obedecer às ordens do Quito e do Manu, entendeu?
V - Entendido!
Q - Valen, você tá com vontade de mijar?
V - Tô
Q - Então quero que você faça xixi nesse balde aqui na sala
Ele me passou um balde e eu fiz o que pediram. Abaixei as meias e a calcinha que tava usando e comecei a mijar na frente deles. Eles não aguentaram muito, já começaram a se esfregar, e o Quito já tinha tirado a rola e começou a bater uma na minha frente. Tenho que admitir que eu tava começando a ficar muito excitada, mas tava com medo do que iam me mandar fazer. Depois que terminei de mijar, mandaram eu tirar as meias e colocar as botas de novo. E o Jorge completou:
J - De agora em diante, até a gente falar o contrário, você é nossa escrava e vai fazer tudo que a gente mandar. vamos pedir e realizar todos os nossos desejos, entendeu? V- Entendi (essa foi minha sentença) Todos se acomodaram num sofá e os dois que faltavam, Quito e Jorge, puxaram a rola pra fora. Eles tinham um amigo normal, entre 16 e 18 cm, mas o Manu, meu deus, nunca tinha visto algo assim, no mínimo devia ter 25 cm, era muito superior comparado aos outros dois. Sentados os três, Jorge me ordenou que, sem tirar a roupa, começasse a dançar sexy pra eles. Enquanto eu dançava, os três se masturbavam e diziam coisas tipo: "que gostosa que você é, sua putinha", "não sabe a vontade que tô de te comer, puta", "que vontade de arrebentar teu cu, minha vida". A última frase me assustou, não pela frase em si, mas porque quem disse foi o Manu. J- Valen, agora quero que você se sente na mesinha de centro que está atrás de você e comece a se masturbar por cima da calcinha. Comecei a fazer o que pediram, mas o Quito tava muito excitado e não aguentou muito o show de masturbação. Ele se aproximou, me apalpou um pouco por cima da roupa e, com muita rapidez, tirou minha camiseta e o sutiã. Depois de admirar meus peitos por uns 30 segundos, começou a apalpar e chupar como um louco. Tava descontrolado, parecia que nunca tinha visto uma mulher nua na frente dele. Manu e Jorge se aproximaram rápido e também começaram a me apalpar, enfiaram as mãos em todo lugar. Que sensação tão gostosa, seis mãos acariciando meu corpo inteiro, me tocando por todos os lados. Eu sentia os dedos grossos do Jorge apalpando minha buceta, massageando meu clitóris, descendo um pouco e enfiando dois dedos, enquanto o Quito não deixava meus peitos em paz, mordia meus mamilos, chupava por todos os lados, apertava, parecia criança com brinquedo novo. Foi quando me colocaram de quatro em cima da mesinha. Quito e Jorge continuaram com o que estavam fazendo, e o Manu tirou não sei de onde um pote com vaselina e, com um dedo, começou a passar no meu cu. Comecei a ficar nervosa, mas a excitação me venceu e a a preocupação foi embora rápido, de repente o Quino soltou minhas tetas e disse: Q- Finalmente vou realizar meu desejo, Valen (ele colocou o pau na minha cara, eu ainda tava de quatro na mesinha, me agarrou pelos cabelos) você vai meter meu pau na boca e vai chupar como se fosse a coisa que você mais gosta de fazer na vida. E não tinha outra opção, ou fazia isso ou era descoberta na frente deles, então meti o pau do Quito na boca e comecei a brincar com a língua no pau dele, chupava a ponta e passava a língua por todo o pau, enquanto chupava o Quito, o Jorge e o Manu continuavam enfiando os dedos em mim, o Jorge era mais bruto, tava mais excitado, mas o Manu era mais suave, sentia ele espalhando vaselina no meu buraco e bem devagar enfiava um dedo, como se quisesse alargar o buraco, tenho que admitir que doeu um pouco quando ele enfiou o segundo dedo e nem vou contar quando enfiou três, mas era só no começo, depois de um tempo a dor virava prazer, de repente o Quito apertou minha cabeça contra o corpo dele, senti o pau dele chegando na minha garganta e começou a me dar ânsia, ele tirava o pau da minha boca quase todo e com um movimento brusco enfiava de novo até a garganta, enquanto dizia: Q- Isso, sua putinha, enfia tudo, que gostoso te comer pela boca, Valen, você não faz ideia da vontade que eu tava de fazer isso, há anos que sonho em te comer, as punhetas que já bati pensando em você e as coisas que quero fazer, (ele tirou o pau da minha boca e aproximou o rosto do meu, com uma expressão malvada disse) Você não faz ideia do que te espera, vou encher de leite até os buracos das suas orelhas. Começou a dar tapas na minha cara com o pau, passava ele todo no meu rosto, esfregava nos meus lábios e mandava eu brincar com a ponta do pau dele com a língua, enquanto o Quito cuidava da minha boca, o Jorge tinha começado a chupar minha buceta, que delícia!, ele enfiava a língua dentro da minha buceta, tirava e beijava e lambia meu clitóris. se a isso somarmos a dedada que o Manu dava no meu cú e, com as mãos livres dos três, eles apalpavam meus peitos, a excitação era absurda. Não aguentei muito mais e, bem no momento em que gozei na boca do Jorge, o Quito enfiou a ponta do pau na minha boca e encheu ela de porra morna. Era muita, tanta que escorria da minha boca e caía na mesa. Ele tirou o pau da minha boca, apertou meu nariz e disse: Q— Escuta bem, sua putinha, engole toda a porra, até a que caiu na mesa. Primeiro quero ver você fazer gargarejo com minha porra, depois quero ver você engolir tudo, sua vadia! ANDA! (Ele gritou). Fiz o que mandou, comecei a gargarejar e a cara dos três mudou completamente, eles estavam excitados pra caralho. E naquele momento eu percebi que não tinha mais volta. Queria parar ali, as caras deles me davam medo, mas se eu parasse, ia ficar marcada como uma puta pro resto da vida. A farsa tinha que continuar... M— Não aguento mais, quero meter nela agora!! J— Tô na mesma, vamos meter os dois ao mesmo tempo? Não sei se foi porque já tinha me cansado do gargarejo ou o susto pelo que eles disseram, mas de repente engoli tudo que tinha na boca. E sem enrolar muito, o Quito me pegou pela cabeça e me levou até a mesa, dizendo: Q— Vai, puta, chupa a porra que caiu. Não me faz ficar bravo, falei pra você engolir tudo, e tudo é TUDO, puta, ENTENDEU?! Nessa altura, já tinha percebido que o Quito era muito tarado e ia me fazer sofrer bastante. Já o Jorge e o Manu eram mais tranquilos, ou pelo menos era o que eu pensava até aquele momento. Quando terminei de engolir a porra do Quito, eles mandaram eu me ajoelhar no chão, fizeram uma roda em volta de mim, e o dono do pau que tinha acabado de gozar ordenou: Q— Escuta, puta, limpa bem meu pau que você deixou cheio de porra e chupa os caras pra lubrificar antes da surra de rola que vão te dar. Comecei a limpar o pau do Quito com a língua enquanto os outros dois estavam levando minhas mãos até os paus deles e me fazendo bater uma pra eles, quando cheguei no Jorge não consegui chupar ele por muito tempo, porque parecia que ele já tava muito excitado e acabou gozando na minha cara, ele tinha uma cara de alegria misturada com prazer enquanto espalhava o esperma com a ponta do pau por todo o meu rosto, que era indescritível. Quando passei pro Manu, aí complicou — o pau dele era um pouco mais grosso que o dos outros dois, mas o que realmente me fodia era o comprimento, ele tava obcecado em querer que eu engolisse ele inteiro, mas eu não conseguia, tinha ânsias muito fortes e numa delas quase vomitei. Depois de um tempo chupando ele, ele sentou num sofá e mandou eu colocar o pau dele no meio dos meus peitos e começar a esfregar com eles, enquanto isso o Quito e o Jorge se divertiam passando a mão em mim por todo lado. Fiquei um tempinho fazendo isso até que o Manu descarregou o que pra mim foram mil litros de esperma na minha cara e nos meus peitos. M — Valen, deita no chão e começa a espalhar por todo o corpo a porra que a gente jogou em você, se esfrega igual a puta que você é, quero ver você se revirar na porra. Eu obedecia, e pela cara de luxúria misturada com perversão que esses caras tinham, eu obedecia mais que perfeitamente, eles me olhavam com olhos arregalados enquanto se punhetavam, eu porém fechava os olhos e espalhava por todo o corpo o esperma que tinha em cima de mim, tenho que admitir que nessa altura eu já tava muito tarada, não sentia mais medo, só queria que me penetrassem, que me comessem toda, desejava mais que tudo sentir o pau do Manu bem fundo dentro de mim. M — Jorge, senta no sofá (depois que o J sentou), Valen, agora você vai e senta em cima do Jorge e vai enfiar esse pau bem fundo, entendeu? Não respondi, só me levantei, fui até onde o Jorge estava e enfiei bem devagar, pra eles poderem aproveitar a imagem, a pistola dele na minha buceta. J — Você tá bem quente e molhada, putinha, quero que você comece a se mexer e me faça gozar muito. Não fazia falta pedir muito, eu tava mais que gostosa e com muita vontade de ser comida, então sem perder tempo comecei a me mexer, os outros dois se aproximaram e Quito me mandou bater uma pra eles enquanto Jorge me comia igual um animal, me levantava pela cintura e me empurrava forte pra baixo cravando a pica bem até o fundo, eu tava gemendo de prazer, de repente Manu tira minha mão da pica dele e vai pra trás de mim. M- Jorge se joga o mais pra trás possível e encosta no encosto do sofá, Quito senta no encosto do sofá do lado direito do Jorge. Depois que Jorge e Quito se ajeitaram, Manu empurrou minhas costas até meu peito ficar colado no do Jorge, me pegou pelos cabelos e colocou minha cara na pica do Quito e mandou: M- Vai vadia, enfia essa pica na boca. De repente me vi sentada em cima do Jorge com uma rola enfiada na buceta e outra na boca, comecei a sentir um dedo entrando no meu cu, depois foram dois e de repente sinto a ponta da pica dele no meu buraco, ele chegou perto do meu ouvido e falou: M- Isso vai doer um pouco vadia, mas você não sabe como vai gostar depois, embora o mais provável é que eu curta mais que você, não sei se sou o primeiro a arrebentar seu cu, mas que faz tempo que quero fazer isso pode ter certeza. E sem me dar tempo de processar o que ele disse, enfiou a pica enorme dele de uma vez, meu deus, que dor, eu soltei um grito fortíssimo que foi abafado pela pica que tava dentro da minha boca e sem contar que quando Manu deu a estocada pra penetrar, Quito me agarrou pela nuca e enfiou a pica até a garganta, quanta dor e prazer ao mesmo tempo, foi algo tão único, uma sensação que nunca vou esquecer. E começou o movimento, eu não conseguia me mexer muito porque tava presa entre o corpo do Jorge e do Manu, mas sentir aquelas três picas entrando e saindo era algo supremo, Jorge do jeito que dava metia e tirava o mais rápido possível da buceta, Quito não me deixava nem gemer se por um momento eu parasse de chupar ou lamber, ele me castigava beliscando meus peitos e enfiando a pica até a garganta três ou quatro vezes seguidas enquanto tampava meu nariz, e o Manu (só de pensar me dói e me excita), tirava a pica devagar e enfiava de uma vez, rápido e forte, foi a tortura mais excitante da minha vida. Ficamos assim uns dez minutos até que comecei a sentir a pica do Jorge inchando dentro da minha buceta e, quando ele estava prestes a fazer força pra tirar e não gozar dentro, ele me agarrou firme pelas cadeiras e me cravou até o fundo, senti todo o leite dele se derramando dentro de mim (pra tranquilidade de muitos, nessa época eu era sexualmente ativa e, como não confiava muito em camisinha, tomava anticoncepcional), que delícia sentir parte daquele líquido escapando entre a pica dele e meus lábios vaginais, escorrendo pelas minhas pernas, haa!! Eles decidiram trocar de lugar, mas o Manu não trocou, disse: M- até não encher o cu dessa puta de leite, não paro de bombar, troquem vocês. Então mudaram a posição: o Quito se deitou no sofá maior, eu me deitei por cima dele e, sem me deixar me ajeitar, ele enfiou a pica de uma vez e começou a me comer, o Manu ficou atrás e começou a bombar meu cu de novo, e o Jorge, sem pensar muito, se posicionou do lado, obviamente do lado onde estava minha cara, e me ordenou que chupasse ele. Ficamos mais uns 10 ou 15 minutos assim, até que finalmente senti: a pica enorme que eu tinha no cu soltou todo o néctar dentro de mim e, até terminar de soltar o leite, o filho da puta não tirou, senti que meu cu ia explodir, até que ele tirou e senti muito leite escorrendo do meu buraco, que sensação gostosa, todo aquele leite morno dentro de mim, eu estava adorando. Depois disso, continuaram trocando, o Jorge foi mais delicado com meu cu, não posso dizer o mesmo do Quito. que não só me penetrava como um desaforado, como também me dava umas palmadas fortíssimas. Tenho que confessar que por onde o Manu passava, era por onde eu mais gozava, não pelo pedaço de pau que ele tinha, mas porque sabia usar, conhecia os movimentos que te fazem gozar. Depois de 1 hora, um pouco mais, um pouco menos, de ser bombada pelos três de todos os lados e de experimentar todo tipo de posição, os caras finalmente se cansaram de gozar dentro de todos os meus buracos, de esfregar os paus deles no meu corpo todo, de me chupar e me morder inteira, e olha que nem vou contar, a foda que eu tinha levado nunca tinha levado igual, juro que nessa altura eu já tinha engolido uns 4 litros de porra, a única coisa que eu queria era que parassem, tava com o corpo todo grudento, sentia minha buceta e meu cu cheios de leite. Eu fiquei meio sentada num sofá e eles sentaram os três no sofá grande, exaustos, mas mesmo assim o Quino me ordenou: Q—Vagabunda, nada de descansar, vem e ajoelha aqui agora!! (apontando pra frente de onde ele tava sentado), e continua me chupando o pau, vai, vagabunda, que por algo você é minha escrava. J—Cuzão, deixa ela descansar um pouco, não seja tão filho da puta. Q—Nem fodendo, passe anos vendo ela com um monte de imbecil e nunca me deu bola, essa puta tava na minha lista há tempos, agora que posso fazer tudo que quero com ela, não vou desperdiçar. M—Ainda bem que é sua amiga!!! Q—Que amiga, faz anos que não vejo ela como amiga, só fico com ela esperando o momento em que as defesas dela baixassem e eu pudesse aproveitar pra comer ela, e esse dia chegou (Enquanto falava isso, o filho da puta batia com o pau na minha cara, enfiava na minha boca e enterrava até a garganta, vocês não imaginam o ódio que ele tinha, e o pior é que os outros dois morriam de rir em vez de me defender, se não fosse porque a mentira ia cair, eu parava ali mesmo e mandava todo mundo tomar no cu, mas não podia, isso me deixava como uma verdadeira puta na frente deles e não (podia dar razão a eles) M - Bom, meus irmãos, vamos terminando que a qualquer hora minha velha chega, e não quero que ela nos veja assim. Vamos fazer essa idiota tomar banho e tirar ela desse estado. É melhor você garantir que ela não se lembre de nada, senão eu te mato, Jorge. J - Ela não vai lembrar de nada, fica tranquilo!! Q - Mas antes dela tomar banho, tive uma ideia genial: vamos lavar a cara dela de porra. J e M - Que ideia boa, meu irmão!! Para piorar, eles se colocaram em roda de novo e me mandaram chupar os três. Eu já não queria mais saber de nada, estava enjoada da quantidade de sêmen que tinha engolido, minha boca estava cãibrada de tanto chupar e até minha garganta doía das estocadas que esses filhos da puta me deram. Enquanto chupava um, tinha que masturbar os outros dois, já era insuportável pra mim, mal conseguia manter os braços levantados, realmente doía tudo. Mas eles estavam fora de si, só faziam apalpar meus peitos enquanto eu chupava e falar coisas como: "Puta, engole tudo", "Filha da puta, você é muito puta", "Chupa, vagabunda, é pra isso que você serve" (enquanto chupava, a raiva tomava conta do meu corpo, queria arrancar aqueles paus fora desses filhos da puta, me sentia a maior idiota do mundo, mas não tive coragem). O primeiro a gozar, como quase o dia todo, foi Jorge, que me fez engolir metade e o resto jogou na minha cara. O segundo foi Manu, que jogou tudo na minha cara e nos peitos. E por último, Quito, que gozou na minha cara, mas cumpriu a promessa e encheu minhas orelhas de porra também. Eu estava encharcada de porra, não conseguia nem abrir os olhos de tanto sêmen no rosto. Me senti muito humilhada e traída, não acreditava até onde eles foram capazes de chegar. Mas o pior é que sabia que eles chegaram até ali porque eu permiti. Me senti uma idiota, como deixei fazerem tudo aquilo? Queria muito chorar, queria sair dali o mais rápido possível, mas já era tarde, tinha que levar essa farsa até o fim. Custe o que custar, minha reputação estava em jogo, quando finalmente pensei que tinha acabado: M- Jorge, passa uns guardanapos pra essa idiota limpar a cara. Q- Nada de guardanapos, que ela se humilhe, a putinha, assim como tantas vezes me humilhou com suas histerices (cada vez mais eu me surpreendia com a morbidez que o Quito sentia em me ver assim), me escuta, putinha, e escuta bem: agora você vai juntar toda a porra que tem na cara com a mão e vai engolir, ouviu, filha da puta!! V- Sim. Q- Sim o quê, putinha? V- Sim, senhor, vou engolir tudo. Dito isso (já com mais nojo e raiva do que excitação), comecei a juntar com as mãos a porra que tinha no rosto, que já estava começando a esfriar, e ia colocando na boca. Já era uma tortura; fiquei pelo menos 20 minutos limpando a cara e engolindo porra fria, enquanto fazia isso, Quino não parava de me apalpar, juntava a porra com o pau e colocava na minha boca, mandando eu deixar bem limpinho, e quando podia, enfiava os dedos na minha buceta e no meu cu: Q- Sempre quis te ver assim, peladinha e bem humilhada, putinha!! Não sei o que doía mais: as palavras que diziam, o jeito como curtiam me humilhar, ou ter percebido que as pessoas que eu considerava mais importantes na minha vida só estavam comigo porque queriam me comer. J- Bom, vamos acabar com isso, porque a qualquer momento a mãe do Manu chega, e se vir isso, não sei que explicação vamos dar. Mandaram eu ir tomar banho, enquanto eles arrumavam tudo, limpavam e organizavam, eu tomava banho. No momento em que entrei no chuveiro, não aguentei e desabei no choro, enquanto me lavava, chorava em silêncio, não queria que me ouvissem, enquanto limpava minha buceta e meu cu, tentando tirar pelo menos um pouco de toda a porra que tinha dentro, sentia minhas lágrimas entrando na boca misturadas com os restos de sêmen que tinham ficado no meu rosto. Quando estava terminando de me lavar... Quito entrou no banheiro com minha roupa pra eu me vestir e, antes de sair do banheiro, tive que chupar ele de novo enquanto ele acariciava meu rosto e meu cabelo e me dizia: "Que isso!!, slut, isso eu não esqueço mais, espero que tenham muitos ensaios assim, não paro de imaginar a quantidade de coisas que tenho vontade de fazer com você, gosto muito de te humilhar, gosto muito de te chamar de slut, porque mesmo que você se faça de santa Valen, eu sei que você é uma slut" (naquele momento ele começou a foder minha boca de novo bruscamente até gozar, era incrível, o filho da puta não se cansava, parecia que tinha um tanque de porra naquela cock, ele tirou da minha boca e disse): "Olha nos meus olhos e me mostra como você engole toda minha porra" (apesar do meu nojo, asco e cansaço, tive que fazer), "assim, slut, viu? que você gosta, percebe que você é muito slut, agora passa a língua e limpa bem minha cock e depois vamos pra sala que estão nos esperando". Quando voltamos pra sala, parecia que nada tinha acontecido, me sentaram no sofá e Jorge disse: "J- Quito, culpado, você demorou pra caralho, o que aconteceu?" "Q- Precisava de uma última chupada antes de voltar à realidade." "M- Mas ela já tinha tomado banho, você sujou ela de novo." "Q- Não, não se preocupem, gozei na boca dela e fiz ela engolir tudo, não sobrou nenhum vestígio." "M- Com a quantidade de porra que fizemos ela engolir e a quantidade que deixamos dentro do cu e da pussy dela, essa slut vai mijar e cagar esperma por dois meses seguidos." "J- Bom, chega, Valen, agora vou contar até três, vou estalar os dedos e você vai acordar, quando acordar não vai lembrar de nada do que aconteceu, a única lembrança que vai ter na cabeça é que nas últimas horas estivemos trancados no porão ensaiando" (eu sabia que aquilo era mentira, a lembrança daquela noite nunca mais ia se apagar da minha vida, aquela mistura de sensações, prazer, excitação, humilhação, ódio, traição, engano, eram muitos sentimentos juntos, e minha cabeça funcionava a mil). Depois Subimos pra sala e você dormiu no sofá, beleza? V- Sim! (finalmente aquela merda tinha acabado, eu não aguentava mais) Q- Que pena que não gravamos, teria sido foda poder ver depois como a gente se divertiu com essa puta! M- Verdade, seus idiotas, mas se não me engano essa burra fica programada com a palavra-chave pra entrar nesse estado quando a gente quiser, não é assim? J- Isso mesmo, rapazes, mais ainda, diria que até sinto pena da Valen, ela nos trata como irmãos, se soubesse que de hoje em diante vai virar nossa putinha particular (enquanto falava isso, apertava meus peitos e os três se cagavam de rir, o que eles não sabiam é que nunca fui programada e que nunca mais ia fingir que caía nesse estado, nunca mais iam me humilhar assim esses filhos da puta). Beleza, Valen 1, 2, 3, chic!! Na hora fingi que desmaiava no sofá, abri os olhos bem devagar e fiz cara de quem não entende nada, V- Nossa, que pica, eu dormi, desculpa, galera, não lembro quando deitei no sofá e apaguei (eles trocavam olhares e se seguravam pra não rir), dormi muito tempo? M- Não, gostosa, foi só um tempinho. V- O que vocês fizeram enquanto eu dormia? Imagino que não abusaram de mim, né? (e soltei uma risada com tom irônico) Q- Que feio isso, cê acha que a gente seria capaz de fazer algo com você? Você é nossa melhor amiga, é como uma irmã pra gente (e os três soltaram uma risadinha, mas com um tom mais pervertido que irônico) Pedaços de filhos da puta (pensava por dentro), se fazem isso comigo que sou como uma irmã, imagina o que não fazem com as irmãs de verdade, uns pervertidos de merda. V- Porra, tô tão cansada que dói tudo, acho que tô ficando doente porque minha garganta tá doendo, sinto como se um caminhão tivesse passado por cima de mim J- Ou três (e aí os três caíram na gargalhada) V- Não entendi, do que vocês tão rindo? Q- A gente riu do seu comentário V- (tava muito (irritada, precisava sair dali logo) Bom, vou indo porque amanhã tenho que acordar cedo pra trabalhar e tô morta. Q—Bom, te levo. V—Não se preocupa, Quito, vou de busão, fica com a galera (não queria nem saber de ser levada por aquele filho da puta pervertido, dos três era o que eu mais odiava). Q—Não, vou indo também, te levo, bora, vamos. V—Tá bom, bora (já queria ir embora, não tinha nem forças pra brigar com esse se ia me levar ou não). No caminho, a cada duas quadras eu ouvia o Quito falar "Bonzai!", e me encarava pra ver que cara eu fazia, obviamente eu olhava pra ele e falava: V—Qual é, seu otário, tá me encarando tanto? O que é Bonzai, não entendi. Q—Nada, tô zoando, não liga pra mim. Ele me deixou em casa, quando me despedi, ele tava com uma cara de quem não tava entendendo nada, e quando me afastei do carro ele gritou de novo: Q—VALEN! BONZAI!! V—(Me virei, olhei pra ele com cara de "qual é, mano" e falei) Bonzai, Quito. Me virei e entrei em casa, me tranquei no quarto e desabei a chorar, minhas lágrimas ainda tinham gosto de porra, era inacreditável, não conseguia tirar aquele gosto da boca. Devo ter chorado por mais de uma hora até cair no sono. No dia seguinte, assim que levantei, tomei banho, ainda tava saindo porra de dentro de mim. Fiquei pelo menos uma semana cagando cum desses filhos da puta, e demorei muito mais pra tirar o gosto da boca, tudo que eu comia tinha gosto de porra. Depois disso, toda vez que a gente se via, eles não paravam de falar "Bonzai" a cada dois minutos, palavra pra qual eu não reagia de jeito nenhum, o que às vezes irritava eles. E como a palavra já não funcionava, até tentaram me convencer a me deixar hipnotizar de novo, o que obviamente recusei. O Quito ficou muito insistente nesse assunto, mas com a minha recusa repetida, ele só fazia ficar puto comigo e me tratar mal. Aos poucos, parei de me encontrar com eles todo dia, inventava desculpas pra não ir ensaiar, e com o tempo fui me afastando. eles, a ponto de que quase não os vejo mais, não sei se algum dia alguém percebeu que eu nunca estive hipnotizada, se perceberam, nunca me disseram. A única coisa que sei é que o maior prazer que senti na minha vida veio junto com a maior humilhação e a maior decepção. Daí em diante, nunca mais confiei em ninguém.
Minha história aconteceu há quase 4 anos, eu tinha 19 anos, tava começando a faculdade, e como não sou uma gatinha rica, tive que começar a trabalhar pra pagar meu curso. Na época, trabalhava como garçonete num restobar no centro da minha cidade. O uniforme era uma regata branca bem justa, uma saia preta soltinha que ficava uns quatro ou cinco dedos acima do joelho, meia de lycra e botas longas quase até o joelho. Era um saco aguentar todas as besteiras que os clientes falavam, mas o pagamento era bom e valia a pena aturar um pouco se rendesse uma boa gorjeta.
Sempre fui uma garota cheia de amigos, mas tinha um grupinho que considerava meus melhores amigos: três caras com quem, além de uma grande amizade, dividia uma banda de música onde eu cantava. Nunca nos apresentamos em lugar nenhum, mas sempre sonhamos com isso. Manu, Jorge e Quito foram meus colegas de colégio e desde que viramos amigos, nunca mais nos separamos. Eu sempre os vi como irmãos, e achava que eles me viam do mesmo jeito. Mas que surpresa eu tive numa tarde, quando, saindo do trabalho, cheguei na casa do Manu pra ensaiar com a banda (Manu morava só com a mãe e tinha um porão em casa, o que permitia a gente ensaiar sem incomodar ninguém). Bem na hora que cheguei, a mãe dele tava saindo pro trabalho. Ele me fez entrar e disse que estavam na sala me esperando. Quando me aproximei, ouvi o Quito dizer: "Pô, como eu queria que ela me chupasse com esses lábios grossos que ela tem". Como sou fofoqueira, decidi ficar escondida ouvindo pra saber de quem eles estavam falando. A surpresa que tive quando continuei ouvindo: "J- Então, a gente faz isso: assim que a Valen chegar, a gente se faz de besta, começa a falar de qualquer coisa, alguém puxa o assunto da hipnose e aí a gente tenta convencer ela a se deixar hipnotizar. M- Mas cê tem certeza que vai conseguir hipnotizar ela? J- Sim, fica tranquilo. Q- E ela hipnotizada vai fazer o que a gente quiser, e depois vai esquecer, né? Cê não vai nos meter numa merda, né? J- Não, rapaziada, calma. Se tudo der certo, a gente vai comer a Valen até debaixo dos dentes e ela depois não vai lembrar de nada." No começo, fiquei muito puta, não acreditava no que tava ouvindo. Meus melhores amigos, que eu amava como irmãos, só queriam me comer. Que raiva, queria encher os três de porrada. Como não sabia bem como reagir, saí da casa do Manu bem quieta e fui pra minha casa. Minha cabeça tava a mil, não conseguia acreditar, mas depois de três quarteirões, uma ideia fixou na minha cabeça e não saía: "Até onde esses três degenerados seriam capazes de ir? Seriam capazes de fazer isso comigo? De me hipnotizar pra me comer?" Não resisti à tentação e voltei. Precisava saber até onde eles eram capazes de chegar. Quando cheguei na casa do Manu, eles me receberam super bem. Sentamos na sala, perguntei o que tinham feito enquanto me esperavam, e eles disseram que estavam falando sobre como conseguir tocar em algum lugar, essas coisas. Não passou nem três segundos disso, o Quito não se segurou e perguntou: "Algum de vocês já foi hipnotizado?" Todos responderam que não, inclusive eu, menos o Jorge, que disse: J-Si, eu fui hipnotizada e não só isso, também me ensinaram a hipnotizar. O Manu se fez de besta e pediu pro Jorge contar como foi e pra que fizeram isso. Ele contou uma história sobre umas provas que tinha que fazer e não tinha estudado, e que graças a isso ele conseguiu passar. O Quito, nem lento nem preguiçoso, me disse: Q-Valen, você não tem prova semana que vem? V-Sim, por quê? Q-Você não me disse que tava nervosa porque achava que não ia dar conta? V-Cê tá louco se acha que vou deixar o Jorge me hipnotizar. Pra quê? Aí os três começaram a me encher com todo tipo de motivo pelo qual eu devia tentar a hipnose. No começo recusei, claro que sabia qual era o objetivo desse plano enganoso, mas depois uma ideia começou a despertar junto com um desejo que sempre tive: transar com mais de um homem (um desejo que nunca realizei por medo de parecer uma puta). Pensei comigo mesma: “se eu fizer isso, realizo meu desejo e, por razões óbvias, eles não vão contar pra ninguém, e assim também cuido da minha reputação”. Depois de me fazer de difícil por mais um tempo, decidi aceitar a proposta. J-Então, Valen, deita no sofá, fecha os olhos e escuta a minha voz. Eu me deitei, fechei os olhos e me preparei pra tentar. Jorge começou a falar comigo, dizendo coisas como pra eu relaxar, que eu tava num sono profundo, que esvaziasse a mente. Eu não conseguia fazer nada do que ele falava, a única coisa em que conseguia pensar era no que ia rolar. Passaram uns 20 minutos e Jorge não conseguia me hipnotizar. Depois de todas as imagens que eu tinha maquinado na cabeça, eu tava mais tesuda do que curiosa, e decidi fazer algo de que me arrependeria depois: “fingir que fui hipnotizada”. Comecei a agir como se tivesse entrado em transe, como se não estivesse mais consciente, e Jorge continuou com a dele. J-Agora que você tá em estado de transe, só vai ouvir a minha voz, certo? V-Sim! J-Você vai deixar sua vontade, aos poucos, ir cedendo pra minha... vontade vai te controlar, sente como minha vontade toma conta de você (ele ficou calado por uns 30 segundos e continuou) já sente como minha vontade te controla? sente que quer fazer o que eu pedir? V- Sim! (tenho que admitir que achei muito engraçado o que ele tava falando, mas tive que segurar, tava morrendo de vontade de ver as coisas que eles eram capazes de fazer, além de que naquele momento eu também já tava bem afim de uma ação) J- De agora em diante, toda vez que você ouvir de mim a palavra Bonza você vai entrar nesse mesmo estado de transe e sua vontade vai responder à minha, tá claro? V- Sim! J- Agora que você tá sob meu controle quero que faça o que eu pedir, certo? V- Sim! J- Quero que você faça uma Dança Sensual pra gente em cima da mesa, se remexe como se fosse uma puta tentando conseguir clientes. No começo fiquei meio paralisada, não sabia o que fazer, se continuava ou não, mas decidi agir rápido antes que percebessem que eu tava enganando eles, subi na mesa e comecei a me mexer como se fosse uma puta procurando ser comida por todos os lados, vocês tinham que ver a cara deles, ainda não tinha tirado nem uma peça de roupa e os três estavam com cara de bobão, e dava pra ver nas calças deles que a pica tava bem dura, antes que eu começasse a me despir o Jorge me parou, na hora os outros dois reclamaram, e o Jorge respondeu, J- Não se animem não rapaziada, calma primeiro tenho que verificar que quando ela acordar não lembre de nada, mas já programei ela pra que quando eu disser a palavra chave ela entre nesse estado de novo. J- Beleza desce da mesa e senta numa cadeira (depois que ela obedeceu a ordem ele continuou), agora vou estalar os dedos e você vai acordar e não vai lembrar de nada do que aconteceu, ah! e sobre seus exames, você vai se sentir mais calma e vai ser mais fácil estudar (pelo menos ele tinha lembrado de cumprir a mentira que usaram pra me hipnotizar), na contagem de 3, 1, 2 e 3 gostosas!!. Quando estalei os dedos, fingi que piscava várias vezes e fiz cara de perdida, perguntei como tinha ido da sala até a cozinha, e o que tinha acontecido enquanto eu estava hipnotizada. Se vocês tivessem visto a cara dos três quando perceberam que tudo estava saindo como eles planejaram (ou pensavam que sim), era uma mistura de surpresa com perversão. Por um lado, eu achava graça, mas tenho que admitir que no fundo estava com medo. Aquelas caras diziam muito mais do que eu queria saber. Depois que me deram uma explicação idiota do que supostamente tinham feito comigo enquanto eu estava em transe (algo como uma programação cerebral pra eu estudar mais fácil), e como eu tava morrendo de vontade de mijar, levantei e fui pro banheiro.
Q - Aonde você vai?
V - No banheiro, tô morrendo de vontade de mijar!
Quando tava indo pro banheiro, o Jorge gritou de onde tava:
J - BONZAI!!
V - Fiquei parada no lugar, primeiro porque o grito me assustou, e depois porque, se aquela era a palavra-chave, eu devia entrar em transe de novo.
J - (chegou perto e perguntou) Você tá em transe de novo?
V - Sim!
J - Beleza, meus manos, essa mina tá à nossa disposição total!!! Valen, me escuta bem: de agora em diante, você também vai obedecer às ordens do Quito e do Manu, entendeu?
V - Entendido!
Q - Valen, você tá com vontade de mijar?
V - Tô
Q - Então quero que você faça xixi nesse balde aqui na sala
Ele me passou um balde e eu fiz o que pediram. Abaixei as meias e a calcinha que tava usando e comecei a mijar na frente deles. Eles não aguentaram muito, já começaram a se esfregar, e o Quito já tinha tirado a rola e começou a bater uma na minha frente. Tenho que admitir que eu tava começando a ficar muito excitada, mas tava com medo do que iam me mandar fazer. Depois que terminei de mijar, mandaram eu tirar as meias e colocar as botas de novo. E o Jorge completou:
J - De agora em diante, até a gente falar o contrário, você é nossa escrava e vai fazer tudo que a gente mandar. vamos pedir e realizar todos os nossos desejos, entendeu? V- Entendi (essa foi minha sentença) Todos se acomodaram num sofá e os dois que faltavam, Quito e Jorge, puxaram a rola pra fora. Eles tinham um amigo normal, entre 16 e 18 cm, mas o Manu, meu deus, nunca tinha visto algo assim, no mínimo devia ter 25 cm, era muito superior comparado aos outros dois. Sentados os três, Jorge me ordenou que, sem tirar a roupa, começasse a dançar sexy pra eles. Enquanto eu dançava, os três se masturbavam e diziam coisas tipo: "que gostosa que você é, sua putinha", "não sabe a vontade que tô de te comer, puta", "que vontade de arrebentar teu cu, minha vida". A última frase me assustou, não pela frase em si, mas porque quem disse foi o Manu. J- Valen, agora quero que você se sente na mesinha de centro que está atrás de você e comece a se masturbar por cima da calcinha. Comecei a fazer o que pediram, mas o Quito tava muito excitado e não aguentou muito o show de masturbação. Ele se aproximou, me apalpou um pouco por cima da roupa e, com muita rapidez, tirou minha camiseta e o sutiã. Depois de admirar meus peitos por uns 30 segundos, começou a apalpar e chupar como um louco. Tava descontrolado, parecia que nunca tinha visto uma mulher nua na frente dele. Manu e Jorge se aproximaram rápido e também começaram a me apalpar, enfiaram as mãos em todo lugar. Que sensação tão gostosa, seis mãos acariciando meu corpo inteiro, me tocando por todos os lados. Eu sentia os dedos grossos do Jorge apalpando minha buceta, massageando meu clitóris, descendo um pouco e enfiando dois dedos, enquanto o Quito não deixava meus peitos em paz, mordia meus mamilos, chupava por todos os lados, apertava, parecia criança com brinquedo novo. Foi quando me colocaram de quatro em cima da mesinha. Quito e Jorge continuaram com o que estavam fazendo, e o Manu tirou não sei de onde um pote com vaselina e, com um dedo, começou a passar no meu cu. Comecei a ficar nervosa, mas a excitação me venceu e a a preocupação foi embora rápido, de repente o Quino soltou minhas tetas e disse: Q- Finalmente vou realizar meu desejo, Valen (ele colocou o pau na minha cara, eu ainda tava de quatro na mesinha, me agarrou pelos cabelos) você vai meter meu pau na boca e vai chupar como se fosse a coisa que você mais gosta de fazer na vida. E não tinha outra opção, ou fazia isso ou era descoberta na frente deles, então meti o pau do Quito na boca e comecei a brincar com a língua no pau dele, chupava a ponta e passava a língua por todo o pau, enquanto chupava o Quito, o Jorge e o Manu continuavam enfiando os dedos em mim, o Jorge era mais bruto, tava mais excitado, mas o Manu era mais suave, sentia ele espalhando vaselina no meu buraco e bem devagar enfiava um dedo, como se quisesse alargar o buraco, tenho que admitir que doeu um pouco quando ele enfiou o segundo dedo e nem vou contar quando enfiou três, mas era só no começo, depois de um tempo a dor virava prazer, de repente o Quito apertou minha cabeça contra o corpo dele, senti o pau dele chegando na minha garganta e começou a me dar ânsia, ele tirava o pau da minha boca quase todo e com um movimento brusco enfiava de novo até a garganta, enquanto dizia: Q- Isso, sua putinha, enfia tudo, que gostoso te comer pela boca, Valen, você não faz ideia da vontade que eu tava de fazer isso, há anos que sonho em te comer, as punhetas que já bati pensando em você e as coisas que quero fazer, (ele tirou o pau da minha boca e aproximou o rosto do meu, com uma expressão malvada disse) Você não faz ideia do que te espera, vou encher de leite até os buracos das suas orelhas. Começou a dar tapas na minha cara com o pau, passava ele todo no meu rosto, esfregava nos meus lábios e mandava eu brincar com a ponta do pau dele com a língua, enquanto o Quito cuidava da minha boca, o Jorge tinha começado a chupar minha buceta, que delícia!, ele enfiava a língua dentro da minha buceta, tirava e beijava e lambia meu clitóris. se a isso somarmos a dedada que o Manu dava no meu cú e, com as mãos livres dos três, eles apalpavam meus peitos, a excitação era absurda. Não aguentei muito mais e, bem no momento em que gozei na boca do Jorge, o Quito enfiou a ponta do pau na minha boca e encheu ela de porra morna. Era muita, tanta que escorria da minha boca e caía na mesa. Ele tirou o pau da minha boca, apertou meu nariz e disse: Q— Escuta bem, sua putinha, engole toda a porra, até a que caiu na mesa. Primeiro quero ver você fazer gargarejo com minha porra, depois quero ver você engolir tudo, sua vadia! ANDA! (Ele gritou). Fiz o que mandou, comecei a gargarejar e a cara dos três mudou completamente, eles estavam excitados pra caralho. E naquele momento eu percebi que não tinha mais volta. Queria parar ali, as caras deles me davam medo, mas se eu parasse, ia ficar marcada como uma puta pro resto da vida. A farsa tinha que continuar... M— Não aguento mais, quero meter nela agora!! J— Tô na mesma, vamos meter os dois ao mesmo tempo? Não sei se foi porque já tinha me cansado do gargarejo ou o susto pelo que eles disseram, mas de repente engoli tudo que tinha na boca. E sem enrolar muito, o Quito me pegou pela cabeça e me levou até a mesa, dizendo: Q— Vai, puta, chupa a porra que caiu. Não me faz ficar bravo, falei pra você engolir tudo, e tudo é TUDO, puta, ENTENDEU?! Nessa altura, já tinha percebido que o Quito era muito tarado e ia me fazer sofrer bastante. Já o Jorge e o Manu eram mais tranquilos, ou pelo menos era o que eu pensava até aquele momento. Quando terminei de engolir a porra do Quito, eles mandaram eu me ajoelhar no chão, fizeram uma roda em volta de mim, e o dono do pau que tinha acabado de gozar ordenou: Q— Escuta, puta, limpa bem meu pau que você deixou cheio de porra e chupa os caras pra lubrificar antes da surra de rola que vão te dar. Comecei a limpar o pau do Quito com a língua enquanto os outros dois estavam levando minhas mãos até os paus deles e me fazendo bater uma pra eles, quando cheguei no Jorge não consegui chupar ele por muito tempo, porque parecia que ele já tava muito excitado e acabou gozando na minha cara, ele tinha uma cara de alegria misturada com prazer enquanto espalhava o esperma com a ponta do pau por todo o meu rosto, que era indescritível. Quando passei pro Manu, aí complicou — o pau dele era um pouco mais grosso que o dos outros dois, mas o que realmente me fodia era o comprimento, ele tava obcecado em querer que eu engolisse ele inteiro, mas eu não conseguia, tinha ânsias muito fortes e numa delas quase vomitei. Depois de um tempo chupando ele, ele sentou num sofá e mandou eu colocar o pau dele no meio dos meus peitos e começar a esfregar com eles, enquanto isso o Quito e o Jorge se divertiam passando a mão em mim por todo lado. Fiquei um tempinho fazendo isso até que o Manu descarregou o que pra mim foram mil litros de esperma na minha cara e nos meus peitos. M — Valen, deita no chão e começa a espalhar por todo o corpo a porra que a gente jogou em você, se esfrega igual a puta que você é, quero ver você se revirar na porra. Eu obedecia, e pela cara de luxúria misturada com perversão que esses caras tinham, eu obedecia mais que perfeitamente, eles me olhavam com olhos arregalados enquanto se punhetavam, eu porém fechava os olhos e espalhava por todo o corpo o esperma que tinha em cima de mim, tenho que admitir que nessa altura eu já tava muito tarada, não sentia mais medo, só queria que me penetrassem, que me comessem toda, desejava mais que tudo sentir o pau do Manu bem fundo dentro de mim. M — Jorge, senta no sofá (depois que o J sentou), Valen, agora você vai e senta em cima do Jorge e vai enfiar esse pau bem fundo, entendeu? Não respondi, só me levantei, fui até onde o Jorge estava e enfiei bem devagar, pra eles poderem aproveitar a imagem, a pistola dele na minha buceta. J — Você tá bem quente e molhada, putinha, quero que você comece a se mexer e me faça gozar muito. Não fazia falta pedir muito, eu tava mais que gostosa e com muita vontade de ser comida, então sem perder tempo comecei a me mexer, os outros dois se aproximaram e Quito me mandou bater uma pra eles enquanto Jorge me comia igual um animal, me levantava pela cintura e me empurrava forte pra baixo cravando a pica bem até o fundo, eu tava gemendo de prazer, de repente Manu tira minha mão da pica dele e vai pra trás de mim. M- Jorge se joga o mais pra trás possível e encosta no encosto do sofá, Quito senta no encosto do sofá do lado direito do Jorge. Depois que Jorge e Quito se ajeitaram, Manu empurrou minhas costas até meu peito ficar colado no do Jorge, me pegou pelos cabelos e colocou minha cara na pica do Quito e mandou: M- Vai vadia, enfia essa pica na boca. De repente me vi sentada em cima do Jorge com uma rola enfiada na buceta e outra na boca, comecei a sentir um dedo entrando no meu cu, depois foram dois e de repente sinto a ponta da pica dele no meu buraco, ele chegou perto do meu ouvido e falou: M- Isso vai doer um pouco vadia, mas você não sabe como vai gostar depois, embora o mais provável é que eu curta mais que você, não sei se sou o primeiro a arrebentar seu cu, mas que faz tempo que quero fazer isso pode ter certeza. E sem me dar tempo de processar o que ele disse, enfiou a pica enorme dele de uma vez, meu deus, que dor, eu soltei um grito fortíssimo que foi abafado pela pica que tava dentro da minha boca e sem contar que quando Manu deu a estocada pra penetrar, Quito me agarrou pela nuca e enfiou a pica até a garganta, quanta dor e prazer ao mesmo tempo, foi algo tão único, uma sensação que nunca vou esquecer. E começou o movimento, eu não conseguia me mexer muito porque tava presa entre o corpo do Jorge e do Manu, mas sentir aquelas três picas entrando e saindo era algo supremo, Jorge do jeito que dava metia e tirava o mais rápido possível da buceta, Quito não me deixava nem gemer se por um momento eu parasse de chupar ou lamber, ele me castigava beliscando meus peitos e enfiando a pica até a garganta três ou quatro vezes seguidas enquanto tampava meu nariz, e o Manu (só de pensar me dói e me excita), tirava a pica devagar e enfiava de uma vez, rápido e forte, foi a tortura mais excitante da minha vida. Ficamos assim uns dez minutos até que comecei a sentir a pica do Jorge inchando dentro da minha buceta e, quando ele estava prestes a fazer força pra tirar e não gozar dentro, ele me agarrou firme pelas cadeiras e me cravou até o fundo, senti todo o leite dele se derramando dentro de mim (pra tranquilidade de muitos, nessa época eu era sexualmente ativa e, como não confiava muito em camisinha, tomava anticoncepcional), que delícia sentir parte daquele líquido escapando entre a pica dele e meus lábios vaginais, escorrendo pelas minhas pernas, haa!! Eles decidiram trocar de lugar, mas o Manu não trocou, disse: M- até não encher o cu dessa puta de leite, não paro de bombar, troquem vocês. Então mudaram a posição: o Quito se deitou no sofá maior, eu me deitei por cima dele e, sem me deixar me ajeitar, ele enfiou a pica de uma vez e começou a me comer, o Manu ficou atrás e começou a bombar meu cu de novo, e o Jorge, sem pensar muito, se posicionou do lado, obviamente do lado onde estava minha cara, e me ordenou que chupasse ele. Ficamos mais uns 10 ou 15 minutos assim, até que finalmente senti: a pica enorme que eu tinha no cu soltou todo o néctar dentro de mim e, até terminar de soltar o leite, o filho da puta não tirou, senti que meu cu ia explodir, até que ele tirou e senti muito leite escorrendo do meu buraco, que sensação gostosa, todo aquele leite morno dentro de mim, eu estava adorando. Depois disso, continuaram trocando, o Jorge foi mais delicado com meu cu, não posso dizer o mesmo do Quito. que não só me penetrava como um desaforado, como também me dava umas palmadas fortíssimas. Tenho que confessar que por onde o Manu passava, era por onde eu mais gozava, não pelo pedaço de pau que ele tinha, mas porque sabia usar, conhecia os movimentos que te fazem gozar. Depois de 1 hora, um pouco mais, um pouco menos, de ser bombada pelos três de todos os lados e de experimentar todo tipo de posição, os caras finalmente se cansaram de gozar dentro de todos os meus buracos, de esfregar os paus deles no meu corpo todo, de me chupar e me morder inteira, e olha que nem vou contar, a foda que eu tinha levado nunca tinha levado igual, juro que nessa altura eu já tinha engolido uns 4 litros de porra, a única coisa que eu queria era que parassem, tava com o corpo todo grudento, sentia minha buceta e meu cu cheios de leite. Eu fiquei meio sentada num sofá e eles sentaram os três no sofá grande, exaustos, mas mesmo assim o Quino me ordenou: Q—Vagabunda, nada de descansar, vem e ajoelha aqui agora!! (apontando pra frente de onde ele tava sentado), e continua me chupando o pau, vai, vagabunda, que por algo você é minha escrava. J—Cuzão, deixa ela descansar um pouco, não seja tão filho da puta. Q—Nem fodendo, passe anos vendo ela com um monte de imbecil e nunca me deu bola, essa puta tava na minha lista há tempos, agora que posso fazer tudo que quero com ela, não vou desperdiçar. M—Ainda bem que é sua amiga!!! Q—Que amiga, faz anos que não vejo ela como amiga, só fico com ela esperando o momento em que as defesas dela baixassem e eu pudesse aproveitar pra comer ela, e esse dia chegou (Enquanto falava isso, o filho da puta batia com o pau na minha cara, enfiava na minha boca e enterrava até a garganta, vocês não imaginam o ódio que ele tinha, e o pior é que os outros dois morriam de rir em vez de me defender, se não fosse porque a mentira ia cair, eu parava ali mesmo e mandava todo mundo tomar no cu, mas não podia, isso me deixava como uma verdadeira puta na frente deles e não (podia dar razão a eles) M - Bom, meus irmãos, vamos terminando que a qualquer hora minha velha chega, e não quero que ela nos veja assim. Vamos fazer essa idiota tomar banho e tirar ela desse estado. É melhor você garantir que ela não se lembre de nada, senão eu te mato, Jorge. J - Ela não vai lembrar de nada, fica tranquilo!! Q - Mas antes dela tomar banho, tive uma ideia genial: vamos lavar a cara dela de porra. J e M - Que ideia boa, meu irmão!! Para piorar, eles se colocaram em roda de novo e me mandaram chupar os três. Eu já não queria mais saber de nada, estava enjoada da quantidade de sêmen que tinha engolido, minha boca estava cãibrada de tanto chupar e até minha garganta doía das estocadas que esses filhos da puta me deram. Enquanto chupava um, tinha que masturbar os outros dois, já era insuportável pra mim, mal conseguia manter os braços levantados, realmente doía tudo. Mas eles estavam fora de si, só faziam apalpar meus peitos enquanto eu chupava e falar coisas como: "Puta, engole tudo", "Filha da puta, você é muito puta", "Chupa, vagabunda, é pra isso que você serve" (enquanto chupava, a raiva tomava conta do meu corpo, queria arrancar aqueles paus fora desses filhos da puta, me sentia a maior idiota do mundo, mas não tive coragem). O primeiro a gozar, como quase o dia todo, foi Jorge, que me fez engolir metade e o resto jogou na minha cara. O segundo foi Manu, que jogou tudo na minha cara e nos peitos. E por último, Quito, que gozou na minha cara, mas cumpriu a promessa e encheu minhas orelhas de porra também. Eu estava encharcada de porra, não conseguia nem abrir os olhos de tanto sêmen no rosto. Me senti muito humilhada e traída, não acreditava até onde eles foram capazes de chegar. Mas o pior é que sabia que eles chegaram até ali porque eu permiti. Me senti uma idiota, como deixei fazerem tudo aquilo? Queria muito chorar, queria sair dali o mais rápido possível, mas já era tarde, tinha que levar essa farsa até o fim. Custe o que custar, minha reputação estava em jogo, quando finalmente pensei que tinha acabado: M- Jorge, passa uns guardanapos pra essa idiota limpar a cara. Q- Nada de guardanapos, que ela se humilhe, a putinha, assim como tantas vezes me humilhou com suas histerices (cada vez mais eu me surpreendia com a morbidez que o Quito sentia em me ver assim), me escuta, putinha, e escuta bem: agora você vai juntar toda a porra que tem na cara com a mão e vai engolir, ouviu, filha da puta!! V- Sim. Q- Sim o quê, putinha? V- Sim, senhor, vou engolir tudo. Dito isso (já com mais nojo e raiva do que excitação), comecei a juntar com as mãos a porra que tinha no rosto, que já estava começando a esfriar, e ia colocando na boca. Já era uma tortura; fiquei pelo menos 20 minutos limpando a cara e engolindo porra fria, enquanto fazia isso, Quino não parava de me apalpar, juntava a porra com o pau e colocava na minha boca, mandando eu deixar bem limpinho, e quando podia, enfiava os dedos na minha buceta e no meu cu: Q- Sempre quis te ver assim, peladinha e bem humilhada, putinha!! Não sei o que doía mais: as palavras que diziam, o jeito como curtiam me humilhar, ou ter percebido que as pessoas que eu considerava mais importantes na minha vida só estavam comigo porque queriam me comer. J- Bom, vamos acabar com isso, porque a qualquer momento a mãe do Manu chega, e se vir isso, não sei que explicação vamos dar. Mandaram eu ir tomar banho, enquanto eles arrumavam tudo, limpavam e organizavam, eu tomava banho. No momento em que entrei no chuveiro, não aguentei e desabei no choro, enquanto me lavava, chorava em silêncio, não queria que me ouvissem, enquanto limpava minha buceta e meu cu, tentando tirar pelo menos um pouco de toda a porra que tinha dentro, sentia minhas lágrimas entrando na boca misturadas com os restos de sêmen que tinham ficado no meu rosto. Quando estava terminando de me lavar... Quito entrou no banheiro com minha roupa pra eu me vestir e, antes de sair do banheiro, tive que chupar ele de novo enquanto ele acariciava meu rosto e meu cabelo e me dizia: "Que isso!!, slut, isso eu não esqueço mais, espero que tenham muitos ensaios assim, não paro de imaginar a quantidade de coisas que tenho vontade de fazer com você, gosto muito de te humilhar, gosto muito de te chamar de slut, porque mesmo que você se faça de santa Valen, eu sei que você é uma slut" (naquele momento ele começou a foder minha boca de novo bruscamente até gozar, era incrível, o filho da puta não se cansava, parecia que tinha um tanque de porra naquela cock, ele tirou da minha boca e disse): "Olha nos meus olhos e me mostra como você engole toda minha porra" (apesar do meu nojo, asco e cansaço, tive que fazer), "assim, slut, viu? que você gosta, percebe que você é muito slut, agora passa a língua e limpa bem minha cock e depois vamos pra sala que estão nos esperando". Quando voltamos pra sala, parecia que nada tinha acontecido, me sentaram no sofá e Jorge disse: "J- Quito, culpado, você demorou pra caralho, o que aconteceu?" "Q- Precisava de uma última chupada antes de voltar à realidade." "M- Mas ela já tinha tomado banho, você sujou ela de novo." "Q- Não, não se preocupem, gozei na boca dela e fiz ela engolir tudo, não sobrou nenhum vestígio." "M- Com a quantidade de porra que fizemos ela engolir e a quantidade que deixamos dentro do cu e da pussy dela, essa slut vai mijar e cagar esperma por dois meses seguidos." "J- Bom, chega, Valen, agora vou contar até três, vou estalar os dedos e você vai acordar, quando acordar não vai lembrar de nada do que aconteceu, a única lembrança que vai ter na cabeça é que nas últimas horas estivemos trancados no porão ensaiando" (eu sabia que aquilo era mentira, a lembrança daquela noite nunca mais ia se apagar da minha vida, aquela mistura de sensações, prazer, excitação, humilhação, ódio, traição, engano, eram muitos sentimentos juntos, e minha cabeça funcionava a mil). Depois Subimos pra sala e você dormiu no sofá, beleza? V- Sim! (finalmente aquela merda tinha acabado, eu não aguentava mais) Q- Que pena que não gravamos, teria sido foda poder ver depois como a gente se divertiu com essa puta! M- Verdade, seus idiotas, mas se não me engano essa burra fica programada com a palavra-chave pra entrar nesse estado quando a gente quiser, não é assim? J- Isso mesmo, rapazes, mais ainda, diria que até sinto pena da Valen, ela nos trata como irmãos, se soubesse que de hoje em diante vai virar nossa putinha particular (enquanto falava isso, apertava meus peitos e os três se cagavam de rir, o que eles não sabiam é que nunca fui programada e que nunca mais ia fingir que caía nesse estado, nunca mais iam me humilhar assim esses filhos da puta). Beleza, Valen 1, 2, 3, chic!! Na hora fingi que desmaiava no sofá, abri os olhos bem devagar e fiz cara de quem não entende nada, V- Nossa, que pica, eu dormi, desculpa, galera, não lembro quando deitei no sofá e apaguei (eles trocavam olhares e se seguravam pra não rir), dormi muito tempo? M- Não, gostosa, foi só um tempinho. V- O que vocês fizeram enquanto eu dormia? Imagino que não abusaram de mim, né? (e soltei uma risada com tom irônico) Q- Que feio isso, cê acha que a gente seria capaz de fazer algo com você? Você é nossa melhor amiga, é como uma irmã pra gente (e os três soltaram uma risadinha, mas com um tom mais pervertido que irônico) Pedaços de filhos da puta (pensava por dentro), se fazem isso comigo que sou como uma irmã, imagina o que não fazem com as irmãs de verdade, uns pervertidos de merda. V- Porra, tô tão cansada que dói tudo, acho que tô ficando doente porque minha garganta tá doendo, sinto como se um caminhão tivesse passado por cima de mim J- Ou três (e aí os três caíram na gargalhada) V- Não entendi, do que vocês tão rindo? Q- A gente riu do seu comentário V- (tava muito (irritada, precisava sair dali logo) Bom, vou indo porque amanhã tenho que acordar cedo pra trabalhar e tô morta. Q—Bom, te levo. V—Não se preocupa, Quito, vou de busão, fica com a galera (não queria nem saber de ser levada por aquele filho da puta pervertido, dos três era o que eu mais odiava). Q—Não, vou indo também, te levo, bora, vamos. V—Tá bom, bora (já queria ir embora, não tinha nem forças pra brigar com esse se ia me levar ou não). No caminho, a cada duas quadras eu ouvia o Quito falar "Bonzai!", e me encarava pra ver que cara eu fazia, obviamente eu olhava pra ele e falava: V—Qual é, seu otário, tá me encarando tanto? O que é Bonzai, não entendi. Q—Nada, tô zoando, não liga pra mim. Ele me deixou em casa, quando me despedi, ele tava com uma cara de quem não tava entendendo nada, e quando me afastei do carro ele gritou de novo: Q—VALEN! BONZAI!! V—(Me virei, olhei pra ele com cara de "qual é, mano" e falei) Bonzai, Quito. Me virei e entrei em casa, me tranquei no quarto e desabei a chorar, minhas lágrimas ainda tinham gosto de porra, era inacreditável, não conseguia tirar aquele gosto da boca. Devo ter chorado por mais de uma hora até cair no sono. No dia seguinte, assim que levantei, tomei banho, ainda tava saindo porra de dentro de mim. Fiquei pelo menos uma semana cagando cum desses filhos da puta, e demorei muito mais pra tirar o gosto da boca, tudo que eu comia tinha gosto de porra. Depois disso, toda vez que a gente se via, eles não paravam de falar "Bonzai" a cada dois minutos, palavra pra qual eu não reagia de jeito nenhum, o que às vezes irritava eles. E como a palavra já não funcionava, até tentaram me convencer a me deixar hipnotizar de novo, o que obviamente recusei. O Quito ficou muito insistente nesse assunto, mas com a minha recusa repetida, ele só fazia ficar puto comigo e me tratar mal. Aos poucos, parei de me encontrar com eles todo dia, inventava desculpas pra não ir ensaiar, e com o tempo fui me afastando. eles, a ponto de que quase não os vejo mais, não sei se algum dia alguém percebeu que eu nunca estive hipnotizada, se perceberam, nunca me disseram. A única coisa que sei é que o maior prazer que senti na minha vida veio junto com a maior humilhação e a maior decepção. Daí em diante, nunca mais confiei em ninguém.
4 comentários - Submissa e Humilhada