Submissa e Humilhada

Me chamo Valentina, tenho 23 anos, tenho 1,66m de altura, cabelo castanho claro, olhos cor de mel, e uma boquinha que já recebeu muitos elogios, principalmente pelos meus lábios carnudos. Minhas medidas são 100 – 67 – 95, não tenho medidas perfeitas, mas me considero uma gatinha bem bonita. Jogo handebol desde os 15 e desde os 17 vou pra academia. Tenho duas pernas lindas, que se encontram com uma bunda maravilhosa, bem empinada e durinha. E se a isso somarmos meus peitos (que, sem querer me gabar), são bem empinados, redondos e firmes, sou sem dúvida uma gatinha que qualquer homem ficaria olhando se eu passar do lado.

Minha história aconteceu há quase 4 anos, eu tinha 19 anos, estava começando a faculdade, e como não sou uma gatinha rica, tive que começar a trabalhar pra pagar meu curso. Na época, trabalhava como garçonete num restobar no centro da minha cidade. O uniforme era uma regata branca bem justa, uma saia preta soltinha que ficava uns 4 ou 5 dedos acima do joelho, meia de lycra e botas longas quase até o joelho. Era um saco aguentar todas as besteiras que os clientes falavam, mas o pagamento era bom e valia a pena aturar um pouco se desse uma boa gorjeta.

Sempre fui uma garota cheia de amigos, mas tinha um grupinho que considerava meus melhores amigos: três caras com quem, além de uma grande amizade, eu dividia uma banda de música onde eu cantava. Nunca nos apresentamos em lugar nenhum, mas sempre tivemos sonhos. Manu, Jorge e Quito foram meus colegas de escola e, desde que nos tornamos amigos, nunca mais nos separamos. Eu sempre os vi como irmãos, e achava que eles me viam do mesmo jeito. Mas que surpresa eu tive numa tarde, quando, saindo do trabalho, cheguei na casa do Manu pra ensaiar com a banda (Manu morava só com a mãe, e tinha um porão em casa que permitia a gente ensaiar sem incomodar ninguém). Bem na hora que eu cheguei, a mãe dele estava saindo pro trabalho. Ele me fez entrar e disse que estavam na sala me esperando. Quando me aproximei, ouvi Quito dizer: "Pô, como eu queria que ela me chupasse com esses lábios grossos que ela tem". Como sou fofoqueira, decidi ficar escondida ouvindo pra saber de quem eles estavam falando. A surpresa que tive quando continuei ouvindo: "J- Então, a gente faz isso: assim que a Valen chegar, a gente finge que não é nada, começa a falar de qualquer besteira, alguém puxa o assunto da hipnose e aí a gente tenta convencer ela a se deixar hipnotizar. M- Mas você tem certeza que vai conseguir hipnotizar ela? J- Sim, pode deixar que eu resolvo. Q- E ela hipnotizada vai fazer o que a gente quiser, e depois vai esquecer, né? Não vai dar merda pra gente, né? J- Calma, rapaziada. Se tudo der certo, a gente vai comer a Valen até por debaixo dos dentes e ela não vai lembrar de nada."

No começo, fiquei puta da vida, não acreditava no que tava ouvindo. Meus melhores amigos, que eu amava como irmãos, só queriam me comer. Que ódio, queria encher os três de porrada. Como não sabia bem como reagir, saí da casa do Manu em silêncio e fui pra minha casa. Minha cabeça tava a mil, não conseguia acreditar, mas depois de três quarteirões, uma ideia fixou na minha cabeça: "Até onde esses três degenerados seriam capazes de ir? Será que eles realmente fariam isso comigo? Me hipnotizar pra me comer?" Não resisti à tentação e voltei. Precisava saber até onde eles iriam.

Quando cheguei na casa do Manu, eles me receberam super bem. Sentamos na sala, perguntei o que tinham feito enquanto me esperavam, e eles disseram que estavam falando sobre como conseguir um lugar pra tocar, essas coisas. Não passou nem três segundos, e o Quito já não se aguentou e perguntou: "Alguém aqui já foi hipnotizado?" Todos responderam que não, inclusive eu, menos o Jorge, que disse: J-Si, eu fui hipnotizada e não só isso, também me ensinaram a hipnotizar. O Manu se fez de bobo e pediu pro Jorge contar como foi e pra que fizeram aquilo. Ele contou uma história sobre umas provas que tinha que fazer e não tinha estudado, e que graças a isso ele conseguiu passar. O Quito, nem lento nem preguiçoso, me disse: "Q-Valen, você não tem prova semana que vem?" "V- Sim, por quê?" "Q-Você não me disse que tava nervosa porque achava que não ia dar conta?" "V- Cê tá louco se acha que vou deixar o Jorge me hipnotizar. Pra quê?" Aí começaram os três a me encher com todo tipo de motivo pelo qual eu devia tentar a hipnose. No começo, recusei, claro que sabia qual era o objetivo desse plano enganoso, mas depois uma ideia começou a despertar junto com um desejo que sempre tive: transar com mais de um homem (um desejo que nunca realizei por medo de parecer uma puta). Pensei comigo mesma: "se eu fizer isso, realizo meu desejo e, por razões óbvias, esses caras não vão contar pra ninguém, e assim também cuido da minha reputação". Depois de me fazer de difícil por mais um tempo, decidi aceitar a proposta. "J- Então, Valen, deita no sofá, fecha os olhos e escuta a minha voz." Deitei, fechei os olhos e me preparei pra tentar. Jorge começou a falar comigo, dizendo coisas tipo pra eu relaxar, que eu tava num sono profundo, que esvaziasse a mente. Eu não conseguia fazer nada do que ele dizia, a única coisa em que conseguia pensar era no que ia rolar. Passaram uns 20 minutos e Jorge não conseguia me hipnotizar. Depois de todas as imagens que tinha maquinado na cabeça, eu tava mais tarada do que curiosa, e decidi fazer algo de que me arrependeria depois: "fingir que tava hipnotizada". Comecei a agir como se entrasse em transe, como se não respondesse mais a um estado consciente, e Jorge continuou com a dele: "J- Agora que você tá em estado de transe, a única coisa que vai ouvir é a minha voz, certo?" "V- Sim!" "J- Você vai deixar sua vontade, aos poucos, ir cedendo à minha... que ela controle, sinta como minha vontade toma conta de você (ele ficou em silêncio por uns 30 segundos e continuou) já sente como minha vontade te controla? sente que deseja fazer o que eu pedir? V- Sim! (tenho que admitir que achei muito engraçado o que ele dizia, mas tive que segurar, estava morrendo de vontade de ver as coisas que eles eram capazes de fazer, além de que naquele momento eu também já estava bem excitada querendo ação) J- De agora em diante, toda vez que ouvir de mim a palavra Bonza você vai entrar nesse mesmo estado de transe e sua vontade vai responder à minha, está claro? V- Sim! J- Agora que você está sob meu controle, quero que faça o que eu pedir, certo? V- Sim! J- Quero que você faça uma Dança Sensual em cima da mesa, se mexa como se fosse uma puta tentando conseguir clientes. No começo fiquei meio paralisada, não sabia o que fazer, se continuava ou não, mas decidi agir rápido antes que percebessem que eu estava enganando eles, subi na mesa e comecei a me mexer como se fosse uma vagabunda querendo ser comida de todos os lados, vocês tinham que ver a cara deles, eu ainda não tinha tirado nem uma peça de roupa e os três estavam com cara de bobão, e dava pra ver nas calças deles que o pau tava bem duro, antes que eu começasse a me despir o Jorge me parou, na hora os outros dois reclamaram, e Jorge respondeu, J- Não se empolguem, rapazes, calma, primeiro tenho que verificar que quando ela acordar não vai lembrar de nada, já programei ela pra que quando eu disser a palavra-chave ela entre de novo nesse estado. J- Tá, desce da mesa e senta numa cadeira (depois que ela obedeceu, ele continuou), agora vou estalar os dedos e você vai acordar e não vai lembrar de nada do que aconteceu, ah! e sobre seus exames, você vai se sentir mais calma e vai ter menos dificuldade pra estudar (pelo menos ele tinha lembrado de cumprir a mentira que inventaram pra me hipnotizar), na contagem de 3, 1, 2 e 3 gostosas!! Assim que estalei os dedos, fingi que piscava várias vezes e fiz cara de perdida, perguntei como tinha ido da sala até a cozinha, e o que tinha acontecido enquanto eu estava hipnotizada. Se vocês tivessem visto a cara dos três quando perceberam que tudo estava saindo como eles planejaram (ou pensavam que sim), era uma mistura de surpresa com perversão. Por um lado, eu achava graça, mas tenho que admitir que no fundo sentia medo, aquelas caras diziam muito mais do que eu queria saber. Depois de me darem uma explicação idiota do que supostamente tinham feito comigo enquanto eu estava em transe (algo como terem feito uma programação cerebral pra eu estudar mais fácil), e como eu estava morrendo de vontade de mijar, levantei e fui em direção ao banheiro.

Q - Aonde você vai?
V - Ao banheiro, tô morrendo de vontade de mijar!

Quando eu estava indo pro banheiro, o Jorge gritou de onde estava:
J - BONZAI!!
V - Fiquei parada no lugar, primeiro porque o grito me assustou, e depois porque, se aquela era a palavra-chave, eu deveria entrar em transe de novo.
J - (se aproximou e perguntou) Você está em transe de novo?
V - Sim!
J - Bom, meus rapazes, essa garota está à nossa inteira disposição!!! Valen, me escuta bem, de agora em diante você também vai obedecer às ordens do Quito e do Manu, entendeu?
V - Entendido!
Q - Valen, você tá com vontade de mijar?
V - Sim
Q - Bom, quero que você faça xixi nesse balde aqui na sala.

Ele me passou um balde e eu fiz o que ele pediu: abaixei as meias e a calcinha que eu tava usando e comecei a mijar na frente deles. Eles não aguentaram muito, começaram a se esfregar e o Quito já tinha tirado a rola e começou a bater uma na minha frente. Tenho que admitir que eu tava começando a ficar muito excitada, mas tinha medo do que iam me mandar fazer. Depois que terminei de mijar, eles mandaram eu tirar as meias e calçar as botas de novo. E o Jorge completou:
J - De agora em diante, até eu falar o contrário, você é nossa escrava e vai fazer tudo o que a gente mandar. Vamos pedir e satisfazer todos os nossos desejos, entendeu?
V- Entendi (essa foi minha sentença)
Todos se acomodaram num sofá e os dois que faltavam, Quito e Jorge, puxaram a rola pra fora. Eles tinham um amigo normal, entre 16 e 18 cm, mas o Manu, meu deus, nunca tinha visto algo assim. No mínimo devia ter 25 cm, era muito superior comparado aos outros dois. Sentados os três, Jorge me ordenou que, sem tirar a roupa, começasse a dançar sexy pra eles. Enquanto eu dançava, os três se masturbavam e diziam coisas tipo: "como você é gostosa, sua putinha", "não sabe a vontade que tô de te comer, vagabunda", "que vontade de arrebentar teu cu, minha vida". A última frase me assustou, não pela frase em si, mas porque quem disse foi o Manu.

J- Valen, agora quero que você se sente na mesinha que está atrás de você e comece a se masturbar por cima da calcinha.
Comecei a fazer o que pediram, mas o Quito estava muito excitado e não aguentou muito o espetáculo de masturbação. Ele se aproximou, me apalpou um pouco por cima da roupa e, com muita rapidez, tirou minha camiseta e o sutiã. Depois de admirar meus peitos por uns 30 segundos, começou a apalpar e chupar como um louco. Ele estava descontrolado, parecia que nunca tinha visto uma mulher nua na frente dele. Manu e Jorge se aproximaram rapidamente e também começaram a me apalpar, enfiaram as mãos em todo lugar. Que sensação tão gostosa, seis mãos acariciando meu corpo inteiro, me tocando por todos os lados. Eu sentia os dedos grossos do Jorge apalpando minha buceta, massageando meu clitóris, descendo um pouco e enfiando dois dedos, enquanto o Quito não deixava meus peitos em paz: mordia meus mamilos, chupava por todos os lados, apertava, parecia uma criança com brinquedo novo. Foi quando me colocaram de quatro em cima da mesinha. Quito e Jorge continuaram com o que estavam fazendo, e o Manu tirou não sei de onde um pote de vaselina e, com um dedo, começou a passar no meu cu. Comecei a ficar nervosa, mas a excitação falou mais alto e a A preocupação foi embora rápido. De repente, Quino soltou meus peitos e disse: Q- Finalmente vou realizar meu desejo, Valen (ele colocou o pau na minha cara, eu ainda tava de quatro na mesinha, me agarrou pelos cabelos) você vai meter meu pau na boca e chupar como se fosse a coisa que você mais ama fazer na vida. E eu não tinha escolha, ou fazia aquilo ou era descoberta na frente deles. Meti o pau do Quito na boca e comecei a brincar com a língua no pau dele, chupava a ponta e passava a língua por todo o pau dele. Enquanto eu mamava o Quito, Jorge e Manu continuavam enfiando os dedos em mim. Jorge era mais bruto, tava mais excitado, mas Manu era mais suave. Eu sentia ele espalhando vaselina no meu buraquinho e, bem devagar, enfiava um dedo, como se quisesse alargar o buraco. Tenho que admitir que doeu um pouco quando ele enfiou o segundo dedo, e nem vou contar quando enfiou três. Mas era só no começo, depois de um tempo a dor virava prazer. De repente, Quito apertou minha cabeça contra o corpo dele, senti o pau dele batendo na minha garganta e começou a me dar ânsia. Ele tirava o pau da minha boca quase todo e, com um movimento brusco, enfiava de novo até a garganta, enquanto dizia: Q- Isso, sua putinha, mete tudo, que gostoso te comer pela boca, Valen. Você não faz ideia da vontade que eu tava de fazer isso. Há anos que sonho em te comer, as punhetas que já bati pensando em você e as coisas que quero fazer. (Ele tirou o pau da minha boca, aproximou o rosto do meu e, com uma expressão maldosa, disse) Você não faz ideia do que te espera. Vou te encher de leite até os buracos das orelhas. Ele começou a dar tapas na minha cara com o pau, passava ele todo no meu rosto, esfregava nos meus lábios e mandava eu brincar com a ponta do pau dele com a língua. Enquanto Quito cuidava da minha boca, Jorge tinha começado a chupar minha buceta, que delícia! Ele enfiava a língua dentro da minha buceta, tirava e beijava e lambia meu clitóris. Se a isso somarmos a dedada que o Manu tava me dando no cu e, com as mãos livres dos três, eles apalpando meus peitos, a excitação era absurda. Não aguentei muito mais e, bem na hora que gozei na boca do Jorge, o Quito enfiou a ponta do pau na minha boca e encheu ela de porra morna. Era muita, tanta que escorria da minha boca e caía na mesa. Ele tirou o pau da minha boca, apertou meu nariz e falou: Q— Escuta bem, sua putinha, você vai engolir toda a porra, até a que caiu na mesa. Primeiro quero ver você gargarejar com minha porra, depois quero ver você engolir tudo, sua vadia! ANDA!! (Ele gritou). Fiz o que mandou, comecei a gargarejar, e a cara dos três mudou completamente. Eles estavam excitados pra caralho, e naquele momento eu percebi que não tinha mais volta. Queria parar ali, as caras deles me davam medo, mas se eu parasse, ia ficar marcada como puta pro resto da vida. A farsa tinha que continuar... M— Não aguento mais, quero meter já!! J— Tô na mesma. Vamos meter os dois ao mesmo tempo? Não sei se foi porque já tinha me cansado de gargarejar ou o susto pelo que eles disseram, mas de repente engoli tudo que tinha na boca. E, sem muita enrolação, o Quito me pegou pela cabeça e me levou até a mesa, falando: Q— Vai, puta, chupa a porra que caiu. Não me faz ficar puto, falei pra você engolir tudo, e tudo é TUDO, sua vadia, ENTENDEU?! Nessa altura, já tinha sacado que o Quito era muito tarado e ia me fazer sofrer pra caralho. Já o Jorge e o Manu eram mais tranquilos, ou pelo menos era o que eu pensava até aquele momento. Quando terminei de engolir a porra do Quito, eles mandaram eu me ajoelhar no chão, fizeram uma roda em volta de mim, e o dono do pau que tinha acabado de gozar ordenou: Q— Escuta, puta, limpa bem meu pau que você deixou cheio de porra e chupa o dos caras pra lubrificar antes da surra de rola que eles vão te dar. Comecei a limpar o pau do Quito com a língua enquanto os... outros dois estavam levando minhas mãos até os paus deles e me fazendo bater uma pra eles, quando passei pro Jorge não consegui chupar ele por muito tempo, porque parecia que ele já tava muito excitado e acabou gozando na minha cara, ele tinha uma cara de alegria misturada com prazer enquanto espalhava o esperma com a ponta do pau por todo o meu rosto, que era indescritível. Quando passei pro Manu, aí complicou — o pau dele era um pouco mais grosso que o dos outros dois, mas o que realmente me fodia era o comprimento, ele tava obcecado em me fazer engolir ele inteiro, mas eu não conseguia, tinha ânsias muito fortes e numa delas quase vomitei. Depois de um tempo chupando ele, ele sentou num sofá e mandou eu colocar o pau dele no meio dos meus peitos e começar a esfregar com eles, enquanto isso Quito e Jorge se divertiam me apalpando por todo lado. Fiquei um tempinho fazendo isso até que o Manu descarregou o que pra mim foram mil litros de esperma na minha cara e nos meus peitos. J — Valen, deita no chão e começa a espalhar a porra que a gente jogou em você pelo corpo todo, se esfrega igual a puta que você é, quero ver você se revirar na porra. Eu obedecia, e pela cara de luxúria misturada com perversão que esses caras tinham, eu obedecia mais que perfeitamente, eles me olhavam com olhos arregalados enquanto se masturbavam, eu, porém, fechava os olhos e espalhava o esperma que tinha em cima de mim por todo o corpo, tenho que admitir que nessa altura eu já tava muito tesuda, não sentia mais medo, só queria que me penetrassem, que me comessem toda, desejava mais que tudo sentir o pau do Manu bem fundo dentro de mim. M — Jorge, senta no sofá (depois que o J sentou), Valen, agora você vai e vai sentar em cima do Jorge e vai enfiar esse pau bem fundo, entendeu? Não respondi, só levantei, fui até onde o Jorge tava e enfiei bem devagar, pra eles poderem aproveitar a visão, a pistola dele na minha buceta. J — Você tá bem quente e molhada, sua putinha, quero que você comece a se mexer e me faça gozar muito. Não fazia Só faltava pedirem muito, eu já tava mais que tesuda e morrendo de vontade de ser comida, então sem perder tempo comecei a me mexer, os outros dois se aproximaram e Quito me mandou bater uma pra eles enquanto Jorge me comia igual um animal, me levantava pela cintura e me empurrava forte pra baixo cravando a pica bem até o fundo, eu tava gemendo de prazer, de repente Manu tira minha mão da pica dele e vai pra trás de mim. M- Jorge, se joga o mais pra trás possível e encosta no encosto do sofá, Quito, senta no encosto do sofá do lado direito do Jorge. Assim que Jorge e Quito se ajeitaram, Manu empurrou minhas costas até meu peito ficar colado no do Jorge, me pegou pelos cabelos e colocou minha cara na pica do Quito e mandou: M- Vai, puta, mete essa pica na boca. De repente me vi sentada em cima do Jorge com uma rola enfiada na buceta e outra na boca, comecei a sentir um dedo entrando no meu cu, depois foram dois e de repente sinto a ponta da pica dele no meu buraco, ele chegou perto do meu ouvido e disse: M- Isso vai doer um pouco, puta, mas você não sabe como vai aproveitar depois, embora o mais provável é que eu aproveite mais que você, não sei se sou o primeiro a arrebentar seu cu, mas que faz tempo que quero fazer isso, pode ter certeza. E sem me dar tempo de processar o que ele disse, enfiou a pica enorme dele de uma vez, meu deus, que dor, eu soltei um grito fortíssimo que foi abafado pela pica que tava na minha boca e sem contar que quando Manu deu a estocada pra penetrar, Quito me agarrou pela nuca e enfiou a pica até a garganta, quanto dor e prazer ao mesmo tempo, foi algo tão único, uma sensação que nunca vou esquecer. E começou o movimento, eu não conseguia me mexer muito porque tava presa entre o corpo do Jorge e do Manu, mas sentir aquelas três picas entrando e saindo era algo supremo, Jorge do jeito que dava metia e tirava o mais rápido possível da buceta. Quito não me deixava nem gemer; se por um momento eu parava de chupar ou lamber, ele me castigava beliscando meus mamilos e enfiando o pau até a garganta três ou quatro vezes seguidas enquanto tampava meu nariz. E o Manu (só de pensar já me dói e me excita) tirava o pau devagar e enfiava de novo de uma vez, rápido e forte. Foi a tortura mais gostosa da minha vida. Ficamos assim uns dez minutos até eu começar a sentir o pau do Jorge inchando dentro da minha buceta, e quando ele ia fazer força pra tirar e não gozar dentro, ele me segurou firme pelas cadeiras e cravou até o fundo. Senti todo o leite dele se derramando dentro de mim (pra tranquilidade de muitos, nessa época eu era sexualmente ativa e não confiava muito em camisinha, então tomava anticoncepcional). Que delícia sentir parte daquele líquido escapando entre o pau dele e meus lábios, escorrendo pelas minhas pernas. Haaa!! Eles decidiram trocar de lugar, mas o Manu não trocou, disse: "M — até eu encher o cu dessa puta de leite, não paro de bombar. Trocam vocês." Então mudaram a posição: o Quito deitou no sofá maior, eu deitei em cima dele e, sem me deixar acomodar direito, ele enfiou o pau de uma vez e começou a me comer. O Manu ficou atrás e começou a bombar meu cu de novo, e o Jorge, sem pensar muito, se posicionou do lado onde minha cara estava e mandou eu chupar o pau dele. Ficamos mais uns 10 ou 15 minutos assim, até que finalmente senti: o pauzão que tava no meu cu soltou todo o néctar dentro de mim, e o filho da puta só tirou depois que terminou de gozar. Senti que meu cu ia explodir, até que ele tirou e eu senti muito leite escorrendo do meu buraco. Que sensação maravilhosa, todo aquele leite quentinho dentro de mim. Eu tava adorando. Depois disso, continuaram rodando. O Jorge foi mais cuidadoso com meu cu, já do Quito não posso dizer o mesmo. que não só me penetrava como um desesperado, como também me dava umas palmadas fortíssimas. Tenho que confessar que por onde o Manu passava, era por onde eu mais gozava, não pelo pedaço de pau que ele tinha, mas porque sabia usar, conhecia os movimentos que te fazem gozar. Depois de 1 hora, um pouco mais, um pouco menos, de ser bombada pelos três de todos os lados e de experimentar todo tipo de posição, os caras finalmente se cansaram de gozar dentro de todos os meus buracos, de esfregar os paus deles no meu corpo todo, de me chupar e me morder inteira, e eu nem vou contar, a surra de buceta que eu levei nunca tinha levado igual, juro que nessa altura eu já tinha engolido uns 4 litros de porra, a única coisa que eu queria era que parassem, tava com o corpo todo grudento, sentia minha buceta e meu cu cheios de porra. Eu fiquei meio sentada num sofá e eles se sentaram os três no sofá grande, exaustos, mas mesmo assim o Quino me ordenou: Q—Vadia, nada de descansar, vem e ajoelha aqui agora!! (apontando pra frente de onde ele tava sentado), e continua me chupando o pau, vai vadia, porque por algo você é minha escrava. J—Cuzão, deixa ela descansar um pouco, não seja tão filho da puta. Q—Nem fodendo, passe anos vendo ela com um monte de imbecis e nunca me deu bola, essa vadia tava marcada há tempos, agora que posso fazer tudo que quero com ela, não vou desperdiçar. M—Ainda bem que é sua amiga!!! Q—Que amiga, faz anos que não vejo ela como amiga, só fico com ela esperando o momento em que as defesas dela baixassem e eu pudesse aproveitar pra comer ela, e esse dia chegou (Enquanto falava isso, o filho da puta batia com o pau na minha cara, enfiava na minha boca e enterrava até a garganta, vocês não sabem o ódio que ele tinha, e o pior é que os outros dois morriam de rir em vez de me defender, se não fosse porque a mentira ia cair, eu levantava na hora e mandava todo mundo pra merda, mas não podia, isso me deixava como uma verdadeira vadia na frente deles e não (podia dar razão a eles) M - Bom, meus irmãos, vamos terminando que a qualquer hora minha velha chega, e não quero que ela nos veja assim. Vamos fazer essa idiota tomar banho e tirar ela desse estado. É melhor você não se lembrar de nada, senão eu te mato, Jorge. J - Ela não vai lembrar de nada, fica tranquilo!! Q - Mas antes dela tomar banho, tive uma ideia genial: vamos lavar a cara dela de porra. J e M - Que ideia genial, meu irmão!! Pra quê, eles se colocaram de novo em roda e me mandaram mamar os três. Eu não queria mais saber de nada, já estava enjoada da quantidade de porra que tinha engolido, tinha a boca cãibrada de tanto chupar e até a garganta doía das estocadas que esses filhos da puta me deram. Enquanto mamava um, tinha que masturbar os outros dois, era insuportável pra mim já, custava manter os braços levantados, realmente doía tudo, mas eles estavam fora de si. A única coisa que faziam era apalpar meus peitos enquanto eu chupava e falar coisas tipo: "puta, engole tudo", "filha da puta, você é muito puta", "chupa, vagabunda, é pra isso que você serve" (enquanto chupava, a raiva tomava conta do meu corpo, queria arrancar aqueles paus dos filhos da puta, me sentia a maior idiota do mundo, mas não tive coragem). O primeiro a gozar, como quase todo dia, foi Jorge, que me fez engolir metade e a outra metade jogou na minha cara. O segundo foi Manu, que jogou tudo na minha cara e nos peitos. E por último, Quito, que jogou na minha cara, mas cumpriu a promessa e encheu minhas orelhas de porra também. Eu estava encharcada de porra, não conseguia nem abrir os olhos de tanto sêmen que tinha no rosto. Me senti muito humilhada e traída, não acreditava até onde eles foram capazes de chegar. Mas o pior é que sabia que eles chegaram até ali porque eu permiti. Me senti uma idiota, como deixei fazer tudo aquilo? Tinha muita vontade de chorar, queria sair dali o mais rápido possível, mas já era tarde, tinha que levar essa farsa até o fim. custe o que custar, minha reputação estava em jogo, quando finalmente pensei que tinha acabado: M- Jorge, passa uns guardanapos pra essa idiota limpar a cara Q- Nada de guardanapos, que ela se humilhe, a putinha, assim como tantas vezes me humilhou com suas histerices (cada vez mais eu me surpreendia com a morbidez que o Quito sentia em me ver assim), me escuta, putinha, e escuta bem: agora você vai juntar toda a porra que tem no seu corpo com a mão e vai engolir, ouviu, filha da puta!! V- Sim. Q- Sim, o quê, putinha? V- Sim, senhor, vou engolir tudo. Dito isso (já com mais nojo e raiva do que excitação), comecei a juntar com as mãos a porra que tinha no rosto, que já estava começando a esfriar, e ia colocando na boca. Já era uma tortura; fiquei pelo menos 20 minutos me limpando a cara e engolindo porra fria. Enquanto fazia isso, Quino não parava de me apalpar, juntava a porra com o pau e enfiava na minha boca, mandando eu deixar bem limpinho, e quando podia, enfiava os dedos na minha buceta e no meu cu: Q- Sempre quis te ver assim, peladinha e bem humilhada, putinha!! Não sei o que doía mais: as palavras que diziam, o jeito como curtiam me humilhar, ou ter percebido que as pessoas que eu considerava mais importantes na minha vida só estavam comigo porque queriam me comer. J- Bom, vamos acabar com isso porque a qualquer hora a mãe do Manu chega, e se ela vir isso, não sei que explicação vamos dar. Mandaram eu ir tomar banho, enquanto eles arrumavam tudo, limpavam e organizavam. Eu tomava banho, e no momento em que entrei no chuveiro, não aguentei e desabei a chorar. Enquanto me lavava, chorava em silêncio, não queria que me ouvissem. Enquanto limpava minha buceta e meu cu, tentando tirar pelo menos um pouco de toda a porra que tinha dentro, sentia minhas lágrimas entrando na minha boca, misturadas com os restos de sêmen que tinham ficado no meu rosto. Quando estava terminando de me lavar... Quito entrou no banheiro com minha roupa pra eu me vestir e, antes de eu sair do banheiro, tive que chupar ele de novo enquanto ele acariciava meu rosto e meu cabelo e dizia: "Que isso!!, sua puta, isso eu nunca mais esqueço, espero que tenham muitos ensaios assim, não paro de imaginar a quantidade de coisas que quero fazer com você, gosto muito de te humilhar, gosto muito de te chamar de puta, porque mesmo você se fazendo de santa, Valen, eu sei que você é uma puta" (naquele momento ele começou a foder minha boca de novo com força até gozar, era inacreditável, o filho da puta não se cansava, parecia que tinha um tanque de porra naquela pica, ele tirou da minha boca e disse): "Olha nos meus olhos e me mostra como você engole toda minha porra" (apesar do meu nojo, asco e cansaço, tive que fazer), "assim, puta, viu? Você gosta, percebe que é muito puta, agora passa a língua e limpa bem minha pica, e depois vamos pra sala que estão nos esperando". Quando voltamos pra sala, parecia que nada tinha acontecido, me sentaram no sofá e Jorge disse: "J- Quito, culpado, você demorou pra caralho, o que rolou?" "Q- Precisava de uma última chupada antes de voltar à realidade." "M- Mas ela já tinha tomado banho, você sujou ela de novo?" "Q- Não, fiquem tranquilos, gozei na boca dela e fiz ela engolir tudo, não sobrou nenhum vestígio." "M- Com a quantidade de porra que fizemos ela engolir e a quantidade que deixamos dentro do cu e da buceta dela, essa puta vai mijar e cagar sêmen por dois meses seguidos." "J- Tá bom, chega. Valen, agora vou contar até três, vou estalar os dedos e você vai acordar. Quando acordar, não vai lembrar de nada do que aconteceu, a única lembrança que vai ter na cabeça é que nas últimas horas ficamos trancados no porão ensaiando" (eu sabia que era mentira, a lembrança daquela noite nunca ia se apagar da minha vida, aquela mistura de sensações, prazer, excitação, humilhação, ódio, traição, engano, eram muitos sentimentos juntos, e minha cabeça funcionava a mil). Subimos pra sala e você caiu no sono no sofá, beleza? V- Sim! (finalmente a merda tinha acabado, não aguentava mais) Q- Que pena que não gravamos, teria sido foda poder ver depois como a gente se divertiu com essa puta! M- Verdade, trouxas, mas se não me engano essa idiota fica programada com a palavra-chave pra entrar nesse estado quando a gente quiser, não é assim? J- Isso mesmo, rapaziada, mais ainda, diria que até sinto pena da Valen, ela nos trata como irmãos, se soubesse que de hoje em diante ela vai virar nossa puta pessoal, (enquanto falava isso, apertava meus peitos e os três se mijavam de rir, o que eles não sabiam é que nunca fui programada e que nunca mais ia fingir que caía nesse estado, nunca mais iam me humilhar assim esses filhos da puta). Beleza, Valen 1, 2, 3, chic!! Na hora, fingi que desmaiava no sofá, abri os olhos bem devagar e fiz cara de não entender nada, V- Nossa, que merda, apaguei no sofá, desculpa, galera, não lembro quando deitei aqui e dormi (eles trocavam olhares e se seguravam pra não rir), dormi muito tempo? M- Não, gostosa, foi só um tempinho. V- O que vocês fizeram enquanto eu dormia? Imagino que não abusaram de mim, né? (e soltei uma risada com tom irônico) Q- Que feio isso, cê acha que a gente seria capaz de fazer algo com você? Você é nossa melhor amiga, é como uma irmã pra nós (e os três soltaram uma risadinha, mas com um tom mais pervertido que irônico) Pedaços de filhos da puta (pensava por dentro), se fazem isso comigo que sou como uma irmã, imagina o que não fazem com as irmãs de verdade deles, pervertidos de merda. V- Merda, tô tão cansada que dói tudo, acho que tô ficando doente porque minha garganta tá doendo, sinto como se um caminhão tivesse passado por cima de mim J- Ou três (e aí os três caíram na gargalhada) V- Não entendi, do que vocês tão rindo? Q- A gente riu do seu comentário V- (tava muito (irritada, precisava sair dali logo) Bom, vou indo porque amanhã tenho que acordar cedo pro trampo e tô morta. Q—Bom, te levo. V—Não enche o saco, Quito, vou de busão, fica com a galera (não queria nem saber de ser levada por aquele filho da puta pervertido, dos três era o que eu mais odiava). Q—Não, vou embora também, te levo, bora, vamos. V—Tá bom, bora (já queria ir embora, não tinha nem forças pra brigar com esse se ia me levar ou não). No caminho, a cada duas quadras eu ouvia o Quito falar Bonzai!, e me encarava pra ver minha reação, óbvio que eu olhava pra ele e falava: V—Qual é, seu otário, tá me encarando tanto? O que é Bonzai, não entendi. Q—Nada, tô zoando, não liga pra mim. Ele me deixou em casa, quando me despedi, ele tava com cara de quem não entendia o que tava rolando, e quando me afastei do carro, ele gritou de novo: Q—VALEN!, BONZAI!! V—(Me virei, olhei pra ele com cara de "qual é, mano" e falei) Bonzai, Quito. Me virei e entrei em casa, me tranquei no quarto e desabei a chorar, minhas lágrimas ainda tinham gosto de porra, era inacreditável, não conseguia tirar aquele gosto da boca. Devo ter chorado por mais de uma hora até cair no sono. No dia seguinte, assim que acordei, tomei banho, ainda tava saindo porra de dentro de mim. Fiquei pelo menos uma semana cagando cum desses filhos da puta, e demorei muito mais pra tirar o gosto da boca, tudo que eu comia tinha gosto de porra. Depois disso, toda vez que a gente se via, eles não paravam de falar Bonzai a cada dois minutos, palavra pra qual eu não reagia de jeito nenhum, o que às vezes deixava eles putos. E como a palavra já não funcionava, até tentaram me convencer a me deixar hipnotizar de novo, o que obviamente recusei. Quito ficou muito insistente nesse assunto, mas diante da minha recusa repetida, só fazia ficar puto comigo e me tratar mal. Aos poucos, parei de me encontrar com eles todo dia, inventava desculpas pra não ir ensaiar, e com o tempo fui me afastando. eles, a ponto de que quase não os vejo mais, não sei se algum dia alguém percebeu que eu nunca estive hipnotizada, se perceberam, nunca me disseram. A única coisa que sei é que o maior prazer que senti na minha vida veio junto com a maior humilhação e a maior decepção. Daí em diante, nunca mais confiei em ninguém.

4 comentários - Submissa e Humilhada

Es el mejor post que he leído hasta ahora... Diez de los mejores puntos
TF850
Muy excitante. Lástima que aparentemente la historia de hipnotismo de Valen no siga.