Aulas de Anatomia com a Cheelai. Pt. 2

Não quero mais enrolação, vocês já conhecem aBroly,Desculpe, não há texto em espanhol fornecido para tradução. Por favor, forneça o texto que deseja traduzir.Cheelai, ficaram frente a frente e ela está diante dos atributos do saiyajin, conferindo se são ou não lendários. Sem mais delongas, já parte pra ação e, no final, as tramas começam a se conectar com o surgimento de uma nova divindade.

Se vocês são novos, não se preocupem, podem começar por aqui. Embora os capítulos estejam conectados, este se passa em Vampa primeiro, e depois numa nova localização pra onde Cheelai e Broly são levados. Não vou falar mais nada. Aproveitem!

Todos os protagonistas têm 18 anos ou mais.



Protagonistas:

Cheelai



Aulas de Anatomia com a Cheelai. Pt. 2

Dragon Ball Z

peitoes

vaginal

pau grande


Parte 2: Uma professora tarada


Ambos ficaram paralisados por motivos diferentes. Broly, paralisado pela surpresa de expor seu corpo nu para a amiga, tentando entender qual seria o próximo passo dela e por que seus olhos estavam arregalados como esferas do dragão.

Cheelai percorreu o membro com o olhar, descendo, descendo e descendo.

Quando ela ouvia o nome de Broly, vinha à cabeça a primeira aparição dele na frente dela no planeta Vampa. Quando as aranhas apareceram e Parragus o chamou:

- Broly! - gritou o velho saiyajin, e em menos de um piscar de olhos, sua figura bronzeada de estátua viva chegou para livrá-los do perigo, deixando gravada na retina dela sua beleza heroica.

Agora, quando dissessem o nome dele, seria impossível para ela não pensar primeiro na visão que tinha diante dos olhos.

- Não sabia que os saiyajins tinham rabo dos dois lados... - brincou com a voz trêmula.

- Não é minha bunda, é por ali que eu mijo. - esclareceu o saiyajin, tão inocente que dava vontade de devorá-lo de beijos.

- Só mija? Nunca saiu outra coisa? - perguntou levantando o membro, sentindo o peso dele.

- Não. Não entendo o que mais deveria sair. - disse com sinceridade e tremeliques, porque ela começava a massagear suas enormes bolas com a mão nua enquanto lhe dedicava um olhar amoroso. - Cheelai... O que você tá fazendo? Isso é... estranho.

- Calma, Broly. E eu sei que você não quis dizer estranho, e sim gostoso. - E se esticou para beijá-lo enquanto suas mãos de ladra faziam a mágica. Sua mão envolveu o pau dele (malmente) esticando-o com suavidade sem parar de massagear as bolas. Eram pesadas e se contraíam contra o corpo por causa da mudança de temperatura.

Ela entendeu que um negócio daqueles
fábricadevia produzir quantidades massivas de sêmen e, como não sabia que seu pau sentia prazer ao expeli-lo, concluiu que precisava se mover com cuidado ou poderia ser perigoso. Antes de transar com o saiyajin, mesmo queimando de tesão, precisava esvaziá-lo um pouco para não acabar inflada como uma daquelas carrapatas daquele planeta.

O beijo se intensificou com o passar dos segundos e teve o efeito desejado no saiyajin, que ergueu seu pau monstruoso, conseguindo uma ereção que devia ser uma das maiores da galáxia. Como o braço de um guindaste, continuava subindo até roçar o corpo de pele verde e seguia subindo, como se quisesse se meter entre o beijo dos dois.

— Você já tinha sentido algo assim antes? — Perguntou num sussurro amoroso quando separaram os lábios, deixando um fiozinho de saliva no ar.

— Às vezes, ao acordar. E aperto, mesmo doendo, pra voltar ao normal.

— Hoje você vai deixar ele crescer livre, tá? Vou te ensinar pra que serve ter ele assim… — Disse sentindo bastante pena do desconhecimento do homem sobre o próprio corpo e suas funções. Também sentiu outra coisa…

Um líquido quente, esbranquiçado e de cheiro muito forte escorria do buraco da glande, sem dúvida porra prévia, já que o homem não deu sinais de sentir prazer ao expeli-lo.

— Desculpa, costuma sair de noite…

— Para de se desculpar por tudo, Broly, você não tá fazendo nada de errado. — Explicou fazendo cara de nojo ao sentir o cheiro, porém, num arroubo de paixão, passou a língua por todo o líquido na mão, bebendo. — É tão forte quanto o cheiro.

— Você não devia fazer isso. — Preocupou-se o saiyajin.

— Você lutou até a morte no planeta Terra contra dois caras, fez magma subterrâneo jorrar e quase morreu por uma onda de energia… mas se preocupa com isso. — E por fim, passou a língua na ponta do pau, bebendo o líquido. — Não tem problema, Broly, essas coisas são normais. Quase normais.

— Não pra mim. — Confessou, observando. Enquanto Cheelai continuava passando a língua pelo pau até chegar na cabeça, ela deu uma olhada fixa, beijou a ponta e abraçou com os lábios.
Aaaah— Ela tremeu. — Isso também é normal?
— Sim, pessoas que se amam muito fazem isso. — Ela explicou como uma professora, dando um segundo beijo e unindo a ponta da língua ao pequeno orifício, como se quisesse limpá-lo. O sabor era tão forte quanto o aroma, um verdadeiro afrodisíaco para a garota.

A sensação era totalmente nova para ele; o boquete foi equivalente a uma técnica de paralisia fulminante, só comparável a quando, criança, Parragus o pegava pela bunda de macaco.

— Chee… lai… o que… você… está… fazendo. — Broly ofegou, com as mãos contra as paredes do banheiro, segurando o impulso de tocar a amiga, de entender o prazer que aquele ato de sentir lambidas e beijos ali lhe causava.

Cheelai, em vez de ceder ou dar mais lições, envolveu a glande com a boquinha o mais rápido e fundo que pôde, uma e outra vez, até sentir mais líquido pré-seminal encorpado desta vez, entrando por completo na sua boca.
Uuuh… uuuh… ooff, Cheelai…Slurrrp, aaahg… uuuf, quase me afoguei e olha que nem tô debaixo d'água.
- A garota soltou a boca da glande sufocante pra passar pra um trabalho mais preciso.

- Cê tá fazendo isso pra me limpar? É costume do teu planeta?

- Chama-se boquete, embora tenha vários nomes, é pra você sentir algo gostoso, mas também pode ser pra limpar. - Disse - Tem cheiro de soldado do Freeza destacado pra uma base por vários meses.

- Você não precisa fazer isso se...

- Ah, não quis dizer isso, Broly. - Acariciando o rosto surpreso dele. - É um prazer pra mim, o cheiro de um homem tão gostoso pode ser... estimulante, aliás, posso te limpar pra deixar impecável se quiser.

- Tá bom, já que você curte. Adoro aprender coisas novas. - Sorriu pra ela e recebeu um sorriso ainda mais radiante da extraterrestre verde.
Claro que eu tô adorando, você não faz ideia de quanto tempo esperei por isso— Pensou Cheelai e, ajudando com a mão, começou a lamber o tronco dele, até as veias, enquanto sentia as batidas como se fosse uma bomba-relógio prestes a explodir.

Cheelai continuava, mergulhada no serviço de limpar ele oralmente. Da raiz até a cabeça do pau, percorria as proporções deixando um rastro brilhante por onde a língua passava, dando beijos que faziam as veias pulsarem.

Ela até viu, entre a cabeça da glande e a pele escura do pênis, restos de porra acumulados de anos de higiene ruim, ou talvez, da falta de uma educação adequada sobre limpeza. Sem hesitar um segundo, fechou os olhos e passou a língua limpando o saiyajin até o menor cantinho, deixando atrás da passagem dos lábios safados um pau brilhante e reluzente. Se arrependeu na hora, pensando que o cheiro que ficou na boca não ia sair nem em uma semana.

— Algo… tá acontecendo comigo… não entendo. — Disse o guerreiro com o pescoço arqueado e metade do corpo debaixo d’água, elemento que aumentava o prazer do ato. — Cheelai continuava saboreando os restos na boca, arrependida. Teve que engolir para conseguir responder.

— Essa coisa que tá querendo sair, tenta segurar mais um pouco, tá? Tô gostando muito… embora você estivesse com a buceta muito suja. — Ela o repreendeu. — Da próxima vez que tomar banho, lembra de limpar bem esses lugares. — Mostrando o espaço carnudo entre a glande e a pele, onde dava pra ver por baixo.

— Tá… certo… vou fazer… — Vendo como ela continuava com o boquete, se ajudando com as mãos nuas. As veias do pau dele até pareciam pulsar com um coração próprio.

Pra alguém como ele, era mais fácil lutar contra centenas de carrapatos planetários do que segurar a sensação estranha de algo lutando pra sair do pau, algo que nunca tinha saído antes. Não entendia por que ela beijava, lambia e chupava cada canto do pau dele e até dos seus enormes e escuros testíbooties. O saiyajin fazia esforços desgraçados pra segurar o que quer que fosse. que tentava jorrar dele, seus esforços não demoraram pra quebrar os azulejos e os dedos dele se enterraram na parede.

- Ei, calma aí, Broly, só aguenta um pouco, não fica violento.

- Cheelai... alguma coisa... quer sair de mim... e eu sinto que quero... tirar isso.

- É normal, isso se chama sêmen, é o que precisa pra fazer bebês – explicou num rompante didático, como se estivesse explicando pra um filho pequeno que pedia ajuda pra aula de biologia. – Lembra das palavras do seu pai? As mulheres têm buracos de procriação, mas não funcionam sozinhos. Se um homem soltar o sêmen dele no ato sexual, pode sair um...

- Não aguento! – Broly falou com veias no pescoço e a têmpora pulsando. Mesmo que Cheelai não estivesse masturbando nem chupando ele, ele estava tão cheio de sêmen que era impossível gerar mais uma gota, e muito menos segurar.

- Tá bom, tá bom, vai fundo, Broly, deixa tudo sair.

Cheelai envolveu o pau dele com as mãos e masturbou enquanto ele inchava igual uma mangueira. A garota envolveu a cabeça dele com a boca e sentiu um violento chicote leitoso que bateu na garganta dela e inundou a boca... E foi só o primeiro jato. Recuando pra não se afogar (era impossível beber tanto), um segundo jato de sêmen acertou a cara dela com tanta força que fez ela virar o rosto, um terceiro bateu com menos força no cabelo dela, bagunçando os fios. Por último, um jato grosso e grumoso saiu sem força e escorreu pelas mãos dela até o chão do banheiro, formando uma poça esbranquiçada por vários segundos.
Aí… aí… aí… - Broly respirou, revirando os olhos, se segurando na parede com as mãos cravadas no cimento ou no que quer que a casa fosse feita.

Cheelai ficou cega, os olhos dela estavam grudados e ela sentia rios de porra escorrendo pelo rosto inteiro, caindo no peito e na armadura, se infiltrando entre as tetas dela. Com as mãos, ela tirou a porra dos olhos e percebeu que a boca dela estava cheia, e um pouco até tinha subido pro nariz, impregnando o cheiro de sêmen em cada narina.

- Que porra é essa? Parece sangue de carrapato, mas é branco. - Falou o saiyajin se recuperando, passando o dedo na bochecha da Cheelai. - Cheelai… Cheelai, cê tá bem? Te machuquei?

- Não… não, tava… aproveitando. - Disse ela engolindo os últimos grumos na boca. - O primeiro jato foi grosso demais, devia ser proteína pura, cê devia ter isso guardado fazia um tempão.

- Não quis te sujar, desculpa, aquilo que senti foi… incontrolável, foi bom demais pra mim.

- Ah, Broly, foi seu primeiro orgasmo, claro que é bom. - Explicou ela passando a língua nos lábios melados de porra. - Tem um motivo por eu ter fechado o chuveiro. Sabia que algo assim ia rolar e que eu ia precisar de um banho rápido, só que… não achei que fosse tão extremo.

- Espera eu sair do banho pra…

- Não seja idiota. - Interrompeu ele. - Fica aí. Assim como você teve um orgasmo, vou te ensinar como me dar um orgasmo, mas primeiro…

Em seguida, a verdinha agarrou a armadura elástica dela e foi puxando pra baixo até deixar livre o lindo par de tetas meladas de porra, e mesmo que devessem ser as primeiras que o saiyajin via, e ele não devia saber que eram um objeto de desejo, ele olhou pra elas com devoção. Com certeza ele devia ter se perguntado quase desde que a conheceu porque o peito dela era tão redondo e macio.

- Cê gosta das minhas tetas, Broly? - Perguntou ela juntando elas, massageando na frente dele, que devorava elas com os olhos, livres da armadura, a cada movimento balançando como frutas. Numa sacola. - E não é só isso que você vai ver.

Cheelai se virou e, devagar, foi revelando sua bunda carnuda, libertando-a da legging violeta tão justa que marcava sua pele. Sem nenhum pudor, ela se inclinou pra tirar a roupa, mostrando a buceta limpa e molhada no processo.

- E aí? Ficou sem palavras? - Disse fazendo uma pose pra ele, completamente nua. - Você devia me falar algo bonito, não me mostro assim pra qualquer um... não ultimamente.

- Seu corpo... é muito gostoso, sinto que ele tá subindo de novo. - Falou, embora não tivesse broxado de vez, dava pra ver um pulsar leve, como se respondesse a um novo chamado.

- Ei, calma, deixa eu tirar essa porra de sêmen do corpo e a gente continua as lições. Enquanto isso, pode me dar uma mão. - Cheelai pegou um sabonete e colocou nas mãos dele enquanto abria o chuveiro. Não sabia quanta água ainda tinha, então resolveu se apressar. - Vamos, vou deixar você ensaboar meu corpo todo, me limpa inteira, Broly...

A água quente voltou a bater sem parar nos corpos nus deles, dessa vez, com companhia e carinho. Ela beijava o homem por todo o corpo e nos lábios enquanto Broly passava o sabonete nas costas dela, braços e peitos enormes, de costas pra ele, sentindo a ereção dele contra a bunda, se esfregando nele enquanto as mãos enormes e ensaboadas massageavam os peitos dela, deixando os bicos loucos. A água tinha lavado o cabelo dela, que voltou a ficar macio e sedoso, ela tava pronta pra continuar a lição.
Oooh, Broly, isso mesmo, mexe nos meus mamilos, ensaboa eles bem. — Pediu ela, se entregando à sensação incrível das carícias dele. — Com delicadeza… — Esclareceu quando ele começou a beliscá-los, talvez surpreso com o quanto eles endureciam. As mãos do homem foram dos peitos dela para as axilas, limpando o corpo, e de volta ao peito, massageando os seios por vários minutos.Dragon BallO instinto levou o saiyajin a não se contentar com os peitos redondos dela e ir além. Espalhando o sabão pelas mãos, ele as deslizou pela barriga até chegar na buceta da Cheelai, acariciando com cuidado a pequena xereca dela, apalpando a buceta com curiosidade e tesão. Sentindo os lábios dela, as bordas entre a buceta e as coxas, tentando achar um lugar pra enfiar o dedo como se soubesse que ali tinha um buraco.

- Adoro quando você me toca aí, Broly, na minha buceta. - Explicou pro homem, inclinado sobre ela como se quisesse protegê-la da chuva, mas na verdade era pra alcançar a buceta dela com conforto.

- Buceta? - Repetiu curioso. Cheelai se virou, pediu pra ele se afastar e deixou a água lavar o sabão da entreperna dela, abrindo os lábios na frente do olhar atento do guerreiro.

- Sim, embora tenha vários nomes, buceta é o menos vulgar e mais certo. Tem várias partes. - Falou entre risadinhas vendo como ele devorava ela com os olhos, e debaixo dele, como se fosse vítima de um feitiço, um terceiro olho se erguia pra olhar.

- Esse botãozinho aqui se chama clitóris e é tão gostoso quando me tocam nele, assim como você acha gostoso quando tocam aí. - Explicou envergonhada apontando pra glande dele. O saiyajin esticou um dedo e passou na pequena ervilha carnuda. - Vai com cuidado no meu clitóris, tá?

- E aquele buraquinho ali? É por onde saem os bebês?

- Não, idiota, é por onde eu mijo igual você, os bebês saem e os paus entram é por aqui embaixo.

Cheelai se virou, com uma mão abriu a bunda dela e com a outra mostrou a cavidade vaginal em toda a glória. Não demorou pra sentir o dedo do Broly se enfiando com cuidado dentro dela, era só um reconhecimento, ele tava aprendendo o corpo de uma mulher e dava pra ver ele bobão, igual um criança com um brinquedo enorme.

- Você tá quente e sai um líquido igual o meu. - Disse o saiyajin olhando o dedo oleoso que ficou.

- Broly... chupa aqui, não aguento mais, me faz sentir. gostosa.
— Pediu no tom mais sugestivo que já usou na vida.

O saiyajin, que parecia louco pra devolver todo o amor que recebeu, abriu as nádegas dela e passou a língua por toda a buceta. Não era qualquer língua, não — não só por causa do tamanho, que era grande e numa lambida só cobria a vulva inteira, mas também era forte. Ela sentiu aquela língua imparável massageando por dentro, abrindo caminho pela buceta molhada e quente, provando, chupando como um iniciante, mais preocupado em saborear o prato que serviam do que em dar prazer.

Broly se afundou mais, colando o rosto na xota da loira, esfregando o nariz na bunda dela sem se importar. Cheelai começou a gemer.

— Tá doendo? Te machuquei?

— Não, não — foram gemidos, são gritos de prazer, não de dor, Broly — explicou ela. — Continua, por favor, continua. — Agarrando ele pelos cabelos, colou a boca dele de novo na buceta dela. Ele não perdeu tempo e continuou chupando com total devoção; as mãos dele, mostrando que aprendia rápido, subiram pra acariciar os peitos dela. Pra ele foi uma equação simples: se os mamilos davam prazer, se a buceta dava prazer, por que não somar as duas sensações?
Ahh, ahhh. aaaaa, uuuumSim, sim...uuuuhmmssiii- Cheelai se esfregou, gozando na boca do Broly, que nem deu sinal de parar o oral. Logo depois, depois de gozar até nas pernas, a mina pegou o sabão, se lavou rapidinho e saíram do chuveiro.

- Cheelai... tá doendo... Melhor eu deitar de barriga pra baixo pra passar. - Ele comentou enquanto ela secava o corpo dele na base da ameaça, pronta pra encerrar a lição, pelo menos o curso intensivo.

- Não seja bobo, vou dar um bom uso nisso na cama.

- Você vai botar na boca de novo? Acho que não tem mais água pra um banho, não quero te deixar toda melada.

- Não tô nem aí, vem, me segue. - De mãos dadas, ela levou ele pro quarto ao lado e lá, sem perder tempo, Cheelai deitou e abriu as pernas de uma vez. - Vai, Broly, enfia essa língua grande e forte aqui mais uma vez.

O guerreiro se inclinou, mais à vontade, e do jeito que ela pediu, enfiou a língua na buceta dela, até o fundo, enchendo a cavidade com facilidade. Também lembrou de dar atenção ao clitóris dela e massageou com o maior cuidado que conseguiu.

- Isso, isso...
Uuuugggh, mmmIsso aí, assim mesmo, meu Broly. — Ela o incentivou, beliscando os próprios peitos até levantar os bicos, enquanto o guerreiro continuava com seu trabalho. Era um bom sinal ele não parar; talvez estivesse esperando uma ordem para parar, afinal era um homem obediente.

No entanto, o homem obediente tomou a iniciativa e, talvez por curiosidade ou por achar aquilo apetitoso, passou a língua forte pelo cu, lambendo com concentração.
Aaha, ahaha, uuuhSim, aí também, gosto, gosto, gosto…
Ela aceitou, só esperando que ele não dissesse algo constrangedor que quebrasse o clima. Já tinha acontecido com caras que se achavam comediantes no meio do sexo e estragavam a tensão. Broly, não. Ele interrompeu a mensagem e enfiou a língua no centro do buraquinho, sondando concentrado enquanto esfregava o clitóris dela e acariciava um seio, fazendo com que ela gozasse com estardalhaço.

Broly lambeu tudo, do começo da fenda até o topo da buceta, uma e outra vez, se encharcando com o gosto da pele dela e dos buracos guardados com ciúme.
OoooohMuito bem, Broly, gostei disso, agora vou te ensinar a foder. — Disse ela, abrindo a buceta mais uma vez. — Enfia esse teu pau bem duro aqui, e vai empurrando sem parar.

— Vai caber? Não quero te machucar.

— Vai sim, tô toda molhada, olha. — Pediu ela, enquanto o homem aproximava a ponta do pau da entrada da buceta. Era como colocar uma maçã vermelha na boca de um peixe. — Espero não me arrepender disso…

— Então, se eu meter, a gente vai fazer um bebê.

— Não, idiota. Somos de espécies diferentes, e além disso, não é só meter que faz. Só vai fundo que eu tô com tesão.

Broly empurrou e, como a garota garantiu, entrou, fazendo os fluidos escorrerem pelos lados. A cabeça do pau abriu caminho, dilatando as paredes da buceta como uma mão entrando numa luva. Mas, quando bateu no fundo, ainda não tinha entrado nem metade. Da perspectiva dele, parecia que a garota tinha ganhado uma terceira perna escura. Cheelai estava mordendo o lábio, toda vermelha.
MmmIsso aí, agora devagarzinho, vai puxando pra trás e pra frente, trás e frente — pediu ele, ofegante.

— Como você fez com a boca?

— Isso mesmo, Broly, imagina que minha buceta é minha boca, e você tem que encher e esvaziar ela até seu leite sair de novo.
oooohDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.SiiiiiiO quadril do guerreiro entrou em ação devagar, mas conforme ele começou a curtir, talvez até mais que ela, foi aumentando a velocidade, invadindo a fresta dela cada vez mais, ganhando centímetros como se fosse uma invasão. Os gemidos da Cheelai começaram a preocupar o guerreiro.Aah, aaha, aaah, aaha, ah, uh, uh, uh, uuummm
- Você tá bem?
- Aguento, continua, continua. E você, tá bem?
Em seguida, fechou as pernas pra prender a cintura do guerreiro como se fosse um alicate. Queria ter um corpo maior pra conseguir pegar nas nádegas do cara com as mãos, ver elas se contraírem enquanto ele metia fundo devia ser um puta espetáculo.

- Tá muito gostoso. – Respondeu o saiyajin, todo satisfeito. – É isso que as pessoas que se amam fazem?
- Isso mesmo, Broly, e como eu te amo pra caralho, vou deixar você meter em mim. Gostou da ideia? – Pra ilustrar o que disse, deu um beijo molhado na boca dele, que recebeu com carinho.
- E o Leemo? Ele também te come?
- Claro que não, ele é um amigo… eu amo ele de outro jeito. – Ela se surpreendeu com as próprias palavras.
- Não sei se entendi.
- Primeiro me fode e depois eu explico. – Ela ficou irritada. – Não estraga o clima com perguntas bestas.

Sem coragem de acelerar, Broly foi ganhando terreno até que três quartos do monumento de carne dele sumiam dentro da Cheelai. Ele até percebeu que a barriga dela levantava um pouco cada vez que ele metia fundo. Aquilo não podia ser bom.

- Deita, agora vou por cima, quero que você me coloque em órbita com essa porra. – Disse ela, saindo de cima do cara. Broly se deitou e viu, bem na frente dele, a amiga (ou talvez já não mais) sentar nele à vontade, controlando o ritmo e a intensidade do sexo. Agora só restava aproveitar: a parceira experiente cuidava de tudo, ele só curtia as sentadas da loirinha, que chegava a sentar por completo, formando um calombo na barriga dele.
Ooh, aaha, ah, uh, aahIsso aí, sim.Aaha, oooh— Não quero te machucar, Cheelai, lembra que eu te amo.

Ela apoiou os pés no colchão, na altura do quadril do homem, e se deixava cair como um martelo, enfiando por completo aquela pica monstruosa de saiyajin. Até fazendo o cara delirar de prazer, ela se virou, dando a ele uma visão da sua bunda.

— Começa… a querer… sair de novo. — Ela o alertou, agarrando-a pelas nádegas, maravilhado com a visão de toda a sua buceta sumindo e aparecendo, sumindo e aparecendo como se a amiga fosse só uma capa.
AhhDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.ahh, deixa… sair, deixa ele sair…Siiiiim- Sai, sai, sai,ooofffghBroly obedeceu e em poucos minutos, gozou enchendo cada milímetro do útero da Cheelai, que apertava tanto o pau dele que todo o conteúdo ficou preso lá dentro, até a última gota.Oooh— Broly, isso foi… isso foi transar, parabéns.
Parabenizei ele todo suado pelo esforço, girando sem tirar o pau de dentro. A mina se deitou sobre o corpo escultural dele pra alcançar os lábios dele e beijá-lo com mais paixão do que nunca. As línguas se enroscaram que nem cobras até que Broly decidiu testar até onde conseguia ir na boquinha dela e explorou quase até as cordas vocais. Ela se deixou chupar toda por minutos, se enroscando ela em cima dele, depois ele em cima dela, sem parar de respirar um no outro e se beijar até o ponto de fazer ela tossir meio engasgada com um pouco de saliva que foi pro lugar errado.

— Pronto pra me fazer o amor de volta? — perguntou depois de 15 minutos de amasso, sentindo ele quase todo duro.

— Sim, tudo que você quiser eu faço, Cheelai.

— Beleza, vou fazer você recuperar todo o tempo perdido, a gente pode transar sem parar até o Leemo chegar.

— Quando o Leemo chegar, você vai transar com ele?

— Que nada! — repreendeu ele entre risadas. — Existem os amigos, os amigos com benefícios, os namorados, os maridos, só os amigos com benefícios e os namorados que transam. — explicou toda derretida com o jeito dele.

— E a gente é o quê? — falou o saiyajin por cima dela, apontando o pau pra buceta pela segunda vez. Agora a mina tinha uma perna levantada apoiada no peito do cara.

— Os amigos com benefícios podem transar com quem quiserem, os namorados só entre eles. — resumiu, mesmo sabendo que podiam ter liberdades de acordo com os acordos do casal. — Se você quiser, a gente pode namorar. Ia adorar ter você só pra mim, Broly. E eu seria uma boa namorada e ia te ensinar tudo que você quiser saber.

— Ia adorar isso, Cheelai. Te amo muito. — respondeu enfiando o pau naquela mistura de substâncias que ela tinha dentro, que nem uma colher mexendo um caldeirão.

— Também te amo, Broly.

Parte 3: O jogo da Deusa

Teve que beliscar a própria pele pra perceber que não estava sonhando. Depois de quatro dias de putaria com o saiyajin, Cheelai acordou numa cama nova, num quarto de pedra enorme, com janelões que deixavam o sol entrar, cercada de luxos e mordomias de rei. Não fazia sentido.

- Broly… Broly, amor, acorda, tem algo errado. - Sacudindo o ombro dele.

O super guerreiro, depois de comer e foder sem parar, costumava cair num sono pesado de várias horas. Ela queria saber se ele via a mesma coisa porque na noite anterior, depois de transar, tinham dormido bem alimentados e satisfeitos na cama da casa terráquea em Vampa. Agora estavam num quarto onde a casa inteira cabia folgada, e a cama era o dobro do tamanho, tinha cobertores luxuosos com bordados de ouro e cabeceiras talhadas de uma madeira muito cara. Além disso, tudo cheirava a perfume e limpeza, coisas que a casa terráquea tinha perdido.

Cheelai criou coragem e se sentou, pelada. As roupas dela não estavam no pé da cama como em Vampa, parecia que, de algum jeito, tinham acordado em outro lugar, em outro planeta.

Não parecia ilusão ou joguinho mental, o chão, as paredes de pedra, os livros da biblioteca e a madeira de uma mesa com cadeiras eram reais. Tudo parecia real, até o sol entrando pela janela, banhando ela num calor que não sentia há semanas. Em Vampa, qualquer raio de sol passava por quilômetros de nuvens de tempestade, areia e gases sulfurosos. Ali, dava até pra ver pássaros lindos e coloridos voando.

Da outra janela, viu torres e muralhas de pedra bem polidas. Devia estar numa construção antiga que, mesmo sem ela saber, parecia um castelo medieval.

As bibliotecas tinham livros de capa dura e pergaminhos com imagens bem picantes. Pareciam romances de putaria.

- Cheelai! Onde a gente tá? Que lugar é esse? - Se alarmou Broly acordando ao não sentir ela do lado (detalhe que a derretía) Esfregando os olhos com os punhos.

- Não sei! Acordei e já estávamos aqui - disse ela, convidando-o a se levantar. - E ainda por cima nem temos nossas roupas, não devíamos ter dormido pelados.

- Não tinha como saber que alguém ia nos teletransportar. Será que foi o Freeza ou o Kakaroto?

- Não é o estilo deles, e duvido que o outro saiyajin saiba fazer truques de mágica, ele parecia mais da turma guerreira que nem você.

Os dois caminharam explorando a sala, as janelas, os móveis, como dois bichinhos num terrário novo. O saiyajin se atreveu a morder uma maçã numa tigela de frutas em cima de uma mesa. Tava uma delícia.

- Oooh, comida terráquea, não acredito - animou-se Cheelai, que se juntou ao seu novo parceiro num café da manhã silencioso. As frutas não duraram nem quinze minutos.

- Bom, se temos conforto, uma cama chique e comida, não pode ser tão ruim - refletiu ele, terminando uma banana. - Talvez nesses armários a gente encontre roupa. Andar assim pelados enquanto fazemos coisas do dia a dia tira a sensualidade dos nossos corpos.

- Ficar pelados deve ser exclusivo pra quando a gente transa, né?

De fato, ao lado da cama, dois armários enormes de madeira antiga estavam abarrotados de roupas, assim como um espelho na porta interna.

- É, mais ou menos. De qualquer forma, tem uma porta e não vou andar por aí do jeito que cheguei ao mundo. Vamos ver o que achamos.

Tanto Broly quanto Cheelai encontraram roupas no tamanho certo. Ela escolheu uma legging inteira, botas e uma jaqueta com capuz leve, além de alguns acessórios. Ele, percebendo que não tinha o brinco de Bah, vestiu uma calça de treino, uma regata largada e tênis, parecendo um verdadeiro terráqueo gostoso.

- Não sei se estamos na moda, mas dá pra andar por aí de boa. Vamos.

A porta não abriu. Nem Broly conseguiu girar a maçaneta. Ele começou a forçar, enquanto os músculos ficavam tensos e os pisos do chão rangiam.

- Ei, calma, não quero que você fique louca, deve ter algum jeito de sair, além disso, é óbvio que estamos sob algum efeito de magia. Se fosse uma porta fechada normal, você já teria conseguido abrir.

- Estamos trancados, com muito conforto, mas trancados, pô.

- Talvez pelas janelas, tipo, se for vidro e você puder voar…
Olá, meus convidados, fiquem à vontade pra sentar, deitar, o que preferirem...- Uma voz feminina ecoou de todas as direções, quase como se falasse direto na mente deles.
- Quem é você? Onde a gente tá? – Perguntou Cheelai, olhando pra todo lado enquanto Broly se colocava na frente. A loirinha não tinha percebido que no centro da sala tinha um negócio redondo e brilhante, tipo um cristal.
- Não consigo sentir presença nenhuma.
Tranquilos. Não tem com o que se preocupar, não correm perigo nenhum…- Ecoou de novo com muita calma, apesar de esconder a origem dela, o que fazia o cabelo deles arrepiar.
- Ainda não respondeu nossas perguntas! – Resmungou Cheelai, aparecendo de trás do Broly – Embora o lugar seja lindo e a gente agradeça o café da manhã, não é educado nos trazer contra a nossa vontade.
- Calma, Cheelai, pode ser uma armadilha. Não sentir a presença deles e estar diante de truques mágicos pode tornar minha força inútil.
De fato, do chão de cristal surgiu uma imagem holográfica de forma arredondada, como uma bolha imensa. Mostrava um sujeito alto rodeado por um círculo de luz, empunhando um cajado, acompanhado por um magricela de pele roxa, calças e expressão severa. De longe, pareciam deuses.
Ele é Bills, o Deus da Destruição deste universo, e seu anjo, Wiss, junto com os Deuses da Destruição dos outros universos, se divertiram organizando um espetáculo violento e sangrento que chamaram de Torneio do Poder, onde o destino de 8 universos, incluindo este, foi colocado em jogo.As imagens mudavam rápido demais. Uma galeria de sujeitos de aparência assustadora desfilou na bolha, desde um androide colossal com um diabinho lá dentro, até uma divindade de várias caudas – eram o resto dos Deuses da Destruição e seus anjos. Também, todo tipo de lutadores batalhando numa arena imensa em formato de trombo flutuando no meio do espaço. Feito gladiadores, caíam abatidos e apareciam nas arquibancadas do torneio um por um. Por último, mostraram Kakaroto lutando junto com Freeza e Vegeta contra um sujeito de um poder colossal.

- Broly, esse aí parece com você, mas careca, com cara de poucos amigos e nada gostoso.

- Se o Freeza teve que deixar a maldade de lado pra se unir a eles, esse cara devia ser foda. – E Broly estralou os dedos de inveja ao pensar em alguém assim, capaz de fazer o tirano esquecer as diferenças com eles.
Foi brabíssimo, um desfile de ódio e maldade… por sorte, um lutador desse universo com dois dedos de testa venceu.– Mostrando um 17 na esfera de luz, um moleque de cabelo liso e escuro que não parecia nada poderoso, mas era bem safo –Graças a ele, evitou-se o maior massacre de todos os tempos, desafiando os desígnios do próprio Deus de tudo: o Xeno Sama, que com a desculpa do torneio pretendia eliminar universos que sobravam.O casal viu com horror como dois anões de cabeça ovalada, ao apertar um simples botão, condenavam milhões de seres vivos e seus mundos ao nada absoluto.Bills, inclusive teve a cara de pau de organizar outro torneio junto com Champa, o equivalente dele do universo 6. Eles também brincam de esconde-esconde, destruindo mundos no processo… É muito chato ver como todo mundo se diverte, brigando, sangrando, destruindo, colocando em risco a própria criação, brincando com forças superiores às deles, tipo as Super Esferas do Dragão.- Esferas do dragão? Você conhece elas? - Perguntou Cheelai.Falei, Supremo, Esferas do Dragão- Não entendo o que a gente tem a ver com esse torneio que te deixou tão puto, nem como isso afeta eles o fato de você nos manter trancados aqui.Muito simples, saiyajin Broly, vocês dois e outros convidados que vou trazer em breve, vão ser meu entretenimento pessoal aqui, no meu próprio universo, no meu castelo do prazer eterno. Sabe, eu decidi zoar os Deuses que tanto ferram os mortais com suas brigas pessoais, com seus torneios patéticos e repetidos, e comecei a trazer meus próprios campeões para me deliciar com outro tipo de espetáculo.No holograma apareceu uma figura borrada, como se estivesse atrás de uma névoa densa, mas era claramente feminina, com cabelos longos e cacheados, baixa estatura e orelhas pontudas.Toda vez que se amarem no meu castelo, toda vez que se beijarem, que transarem, toda essa energia de tesão vai me alimentar, a ponto de criar um mundo tão cheio de paixão e safadeza que as brigas, até as mais bestas, vão virar coisa do passado. Eu vou suprimir a vontade de lutar nos seres, apagar as guerras da memória, arrancar pela raiz as técnicas de combate, vou tornar os Deuses da Destruição obsoletos quando a paixão virar uma forma de domínio universal.O desprezo na voz dela ao se referir às ações dos Deuses da Destruição era evidente. Nem Broly nem Cheelai entendiam direito o que ela queria dizer com o plano de reduzir a violência dos seres vivos; mesmo assim, não soava como algo ruim.

- Você é outra Deusa da Destruição?
Não!- Fazendo os cabelos delas voarem com sua recusa -Meu trabalho é tão importante quanto o dos Bills ou dos Supremos Kaio Shin, e vou fazê-los saber disso quando minha força for a próxima na categoria depois dos anjos. Como Deusa do amor e da fertilidade, se não fosse por mim, a criação que esses impertinentes tanto dizem amar não passaria de animais solitários condenados à extinção. Eu dei a eles o maior prazer que podem sentir, que os leva a ter vidas felizes, prazerosas e cheias de emoção… eu dei a eles o amor e o impulso de procriar.- Que tipo de entretenimento a gente pode te dar? - Perguntou Cheelai. - A gente é só um casal que queria ficar na paz, mas agradecíamos um banho quente, não queremos nos meter nas suas brigas divinas.Muita diversão, querida, muita. Vocês são um dos casais mais incríveis que já conheci, e adorei observar vocês esses últimos dias. Agora que estão aqui, poderão viver com total liberdade todas as suas fantasias e explorar todos os seus limites com naturalidade. Eu vou fornecer tudo o que precisarem para tornar a estadia de vocês um prazer para todos, e nesse processo, esses desprezíveis Deuses da Destruição vão entender que a força bruta não é a única força a se temer.- Não somos seus bichos de estimação pra você ficar nos observando… na intimidade! – Explodiu Cheelai.
- Isso não faz o menor sentido, não temos nada a ver com torneio, nem com outras divindades nem nada! Nos devolve pra Vampa, onde a gente tava sossegado, senão o Leemo não vai conseguir nos achar, e para de nos espionar!

- Então você viu tudo o que a gente fez junto, Cheelai?

- Sim! Devo ter parecido uma puta! – Ela se escandalizou, lembrando especialmente que usou a língua pra limpar o pau do Broly.
Será que vocês tão recusando mesmo todos os prazeres que tô oferecendo? Olha ao redor, Cheelai, você virou ladra justamente pra curtir as riquezas que nunca pôde ter. E você, Broly, que tanto quer conhecer o mundo que por anos desconheceu por ficar preso, junto com um pai cruel que só te preparou pra briga e vingança como se fosse um cachorro, eu te ofereço o conhecimento do mundo e muito mais nesse monte de paredes... Junto com sua amada, vocês vão estar seguros pra realizar até as fantasias mais secretas. Não tô pedindo pouco em troca de tudo que eu dou? Como cês tão vendo, sou uma Deusa muito generosa.- Você promete conhecimento, mas não nos disse quem é.Bom, já que nomes são tão importantes… meu nome éZangyaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.


cunilingua


Valeu por ler! No próximo capítulo, a 18 é a protagonista! (tô prometendo isso faz tempo, mas juro que é verdade kkk)
Se vocês gostaram, não esqueçam de comentar e avaliar, assim eu sei se tão curtindo esse tipo de história e me animo a meter bronca!


Fanfics de DB anteriores:

A Tradição Saiyajin 1:
http://www.poringa.net/posts/relatos/3357411/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin.htmlA Tradição Saiyajin 2http://www.poringa.net/posts/relatos/3361531/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin-Parte-2.htmlFilhos Pervertidos 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3365942/Fanfiction-Dragon-Ball-Hijos-pervertidos.htmlFilhos Perversos 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3370590/FanFiction-Dragon-Ball-Hijos-Pervertidos-Parte-2.htmlLeite Fervido 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3409972/FanFiction-de-Dragon-Ball-Milk-Hervida.htmlLeite Fervido 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3423967/Fanfic-de-Dragon-Ball-Milk-Hervida-Parte-2-con-imagenes.htmlOs Segredos da Família Briefs 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3465031/Fanfic-de-Dragon-Ball-Los-Secretos-de-la-Familia-Briefs.htmlOs Segredos da Família Briefs 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3511475/Fanfic-de-Dragon-Ball-Los-Secretos-de-la-Familia-Briefs-2.htmlAulas de Anatomia com a Cheelai 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3769472/Fanfic-de-Dragon-Ball-Lecciones-de-anatomia-con-Cheelai.html

2 comentários - Aulas de Anatomia com a Cheelai. Pt. 2

Si en la próxima Androide 18 y Vegeta aparecen, no es un episodio es EL episodio. Xd
justo Vegeta no 😅 Pero va a estar 18, un personaje femenino más y 2 masculinos