By Sandra parte 7
Depois de perder a virgindade, meu irmão Pedro tinha dito que tínhamos o fim de semana todo para "repetir", e a verdade é que ele cumpriu a promessa, porque era só sexta-feira, e o fim de semana acabou sendo longo e delicioso.
No sábado, bem cedinho, Pedro saiu de casa sem fazer barulho, e quando acordei ele não estava, então tomei banho, e enquanto me secava e decidia o que vestir, tive uma ideia: ficaria o fim de semana inteiro pelada, morria de tesão só de pensar! Então dito e feito, me sequei e fiquei esperando ele como Deus me trouxe ao mundo.
Pouco depois ele entrou com um pacote de churros recém-feitos, quentinhos, do jeito que eu gosto... Quando me viu disse:
- Mas você ainda não se vestiu?
- Não, tá vendo? Não gostou?
- Gostar? Acho que já tô ficando de pau duro só de te ver...
- Bom - falei depois de um beijo molhado e prolongado - então vai se acostumando, porque pretendo passar o fim de semana assim...
E realmente, tomamos café com os churros que ele trouxe, eu pelada... e ele sem parar de me olhar. E depois fomos foder de novo... Dessa vez foi diferente, muito mais gostoso e de um jeito mais lento e delicado, enquanto eu ia aprendendo e colocando em prática minhas habilidades recém-adquiridas.
Cumpri minha promessa de andar pelada pela casa... pelo menos enquanto deu, porque no meio da manhã bateram na porta e quando meu irmão olhou pelo olho mágico me fez um sinal pra me esconder, porque era o entregador de gás: o apartamentinho do meu irmão era bem antigo, e não tinha instalação de gás encanado, então usava botijões de gás, e justamente hoje trouxeram um novo.
Corri pelada pro quarto enquanto Pedro abria a porta quase sem me dar tempo de reagir, então acho que alegrei a manhã do entregador: não tenho certeza mas apostaria que ele teve tempo de me ver rapidamente de costas enquanto me trancava no quarto...
Depois do almoço, e depois de fazer umas... quantas piadas sobre a cara que o entregador fez, começamos a brincar de novo: ele me "atacou por trás" enquanto eu escovava os dentes no banheiro, nua em pé na frente do espelho que ficava sobre a pia. Quando me inclinei para cuspir, senti as mãos dele agarrando meus peitos e ele começou a esfregar o pau duro dele contra minha bunda. Mal me deu tempo de enxaguar a boca, eu me virei, e ele colocou as mãos nos meus ombros, me empurrando para baixo, para que eu ficasse de joelhos...
Tirei o pau dele da cueca e comecei o serviço, enfiando na minha boca. Quando ele ficou completamente duro, me obrigou a levantar e a colocar a perna direita sobre a pia, me deixando completamente aberta e exposta. Pensei que ele ia enfiar direto, mas ele nunca parava de me surpreender: em vez disso, começou a esfregar a palma da mão na minha buceta, cada vez mais rápido, enfiando os dedos de vez em quando.
A posição era muito desconfortável pra mim, porque a pia estava muito alta, minha coxa doía e eu tinha que me segurar no meu irmão pra não perder o equilíbrio. Mas logo deixou de importar... a mão dele continuava esfregando minha xotinha cada vez mais e mais rápido... e eu estava cada vez mais molhada, sentindo como molhava a mão dele.
- Ah ah ah - eu ofegava - se continuar assim... eu... eu vou gozar...
- Bom, e o que tem de errado nisso? - ele disse ironicamente.
Pouco tempo depois senti o orgasmo começar a tomar conta de mim, fiquei tensa e me agarrei a ele, beijando-o apaixonadamente, mas Pedro, longe de parar, aumentou o ritmo, enquanto eu gozava de uma forma bestial... molhando completamente a mão e o antebraço dele com meus fluidos...
- Aaaah... que gostoso, irmãozinho - disse ainda ofegante.
- É... você gozou gostoso, né, francesinha? - ele disse aproximando a mão molhada do meu rosto e me dando pra cheirar...
Tinha um aroma muito forte, e ele começou a enfiar os dedos na minha boca, então pude sentir meu próprio gosto... era curioso. Pensei: "deve ser assim que eu tenho gosto pra ele".
- E agora vou te foder...
Deixou a frase no ar, como uma ameaça, e me virou, me obrigando a arcar sobre a pia, e enfiou com selvageria, começando uma enfiada e puxada furiosa, muito rápida. Ele me empurrava com tanta força que eu tinha que usar as duas mãos apoiadas na pia pra não bater minha cabeça no espelho. Logo gozei pela segunda vez, embora não tenha sido tão intenso, mas ele continuou enfiando furiosamente.
Quase imediatamente, senti a respiração dele ficar mais ofegante, e ele começou a gemer. Achei que ele ia gozar, e como não tinha colocado camisinha porque tudo foi muito rápido, imaginei que ele ia me virar e ia querer gozar na minha cara... ou até na minha boca. E eu não tinha certeza se queria deixar, depois da sacanagem que ele fez no dia anterior, me obrigando a engolir a porra dele sem nem avisar.
Mas nem precisei decidir se deixava ou não... ele mal teve tempo de tirar e, enquanto esfregava no meio das minhas nádegas, começou a jorrar fios de porra no meu cu e nas minhas costas, me deixando toda melada.
— Olha o que você fez! — protestei brincando. — Agora vou ter que tomar banho de novo.
Ele calou minhas reclamações me virando e enfiando a língua na minha boca... Depois, tomamos banho juntos... Era a primeira vez que eu tomava banho com um cara... mas não seria a última.
Quando estávamos secos, descansando no sofá, ambos pelados, com Pedro deitado com a cabeça no meu colo enquanto eu acariciava o cabelo dele, ele disse:
— Mariola...
— Sim?
— Você sabe que ninguém pode ficar sabendo disso, né?
— Claro, seu bobo! Acha que eu ia contar pro papai e pra mamãe pra dar um infarto neles? Mas pra sua namorada, Maria, talvez valesse a pena... só pra ver a cara dela.
— Nem brinca... com o ciúme que ela tem, ela cortaria minhas bolas e serviria no café da manhã.
— Haha.
— Sério... você não pode contar pra ninguém...
— Bom... — e deixei a frase sem finalizar.
— O quê?
— Que acho que já não vai dar mais.
— Como assim? — ele disse, sentando de repente. — Você já contou pra alguém? Né?
— Bem...
— Mariola!
— É que, veja bem, a Sandra é minha melhor amiga... e a gente conta tudo uma pra outra...
— Porra... você é burra? Qual é a sua?
— Calma, irmãozinho... ela é de confiança... além do mais, ela está morrendo de vontade de pegar seu huesos... Ele acha que você é muito gostoso, e acho que tem inveja de mim. - É, mas... - Não, confia em mim... não seja bobo, ela não vai falar nada. - Tem certeza? É que... - Claro, bobo... aliás -brinquei- quem sabe a gente pode convidar ela um dia pra uma das nossas sessões... he he. Pedro pareceu se tranquilizar um pouco com minha brincadeira... tanto que ficou pensativo um tempo e disse. - Bom, quem sabe não seria ruim -riu brincando- acho que eu me divertiria... e você também ha ha. - É, pronto, e principalmente você, né? Começamos a rir os dois, mas eu comecei a pensar no assunto: me parecia que meu irmão não tinha dito tão na brincadeira quanto pretendia, e que quem sabe ele curtia a ideia mais do que tinha coragem de admitir... e eu comecei a ficar excitada imaginando essa situação. Claro que eu também não sabia como Sandra reagiria na hora H, porque uma coisa são as palavras, e outra é partir pra "ação"... Essa noite, pra minha desgraça, apareceu Maria, a namorada do meu irmão. Disse que mesmo tendo muito pra estudar queria "ver como estava" Pedro. Acho que no fundo ela suspeitava alguma coisa de mim, claro não o que realmente a gente estava tramando, mas por alguma conversa que tinha ouvido escondido em que ela criticava como eu sempre andava com roupa curtinha, acho que ela estava meio "desconfiada". O fato é que ela quase me pegou pelada, porque eu continuava nua pela casa e quando bateram na porta e Pedro foi abrir sem saber quem era, eu me escondi no único quarto que tinha: o do meu irmão. O que era um problema como logo percebi, porque se ela resolvesse entrar, ia ser muito difícil explicar por que eu estava nua no quarto do namorado dela, e eu não podia sair porque eles estavam na sala. Me deu um pouco de pânico, mas também me excitou muito a situação. Eles continuavam conversando na sala e eu não sabia muito bem o que fazer, mas tinha que fazer algo rápido se não quisesse ser pega. Ouvi Maria perguntando pra ele... e como meu irmão respondia com um vago "por aí anda" como se houvesse muitos lugares para "andar por aí" num apartamento tão pequeno... a qualquer momento Maria ia querer entrar no quarto e me pegar, e o idiota do Pedro parecia não perceber e não tentava tirá-la do apartamento e levá-la pra rua... ou talvez ele estivesse fazendo de propósito, o grande filho da puta.
Decidi fazer algo, e revirei o armário do meu irmão apressadamente até encontrar uma de suas camisetas, uma clara com o emblema do antigo clube de futebol dele do colégio, e a vesti rapidamente. Como era grande em mim, cobria até as coxas, o que me ajudava a esconder minha bucetinha da vista dela.
Saí do quarto vestindo só a camiseta e cumprimentei Maria fingindo estar surpresa de vê-la:
- Oi Maria... Que surpresa!
- Eh... Oi Mariola... - ela ficou boquiaberta me vendo daquela forma, porque acho que a camiseta ficou um pouco transparente.
- Maria veio me ver - disse Pedro fora de contexto.
- Você não tá um pouco "fresquinha", menina? - Maria me repreendeu.
- É,... bom, é que tá calor, sabe... Vai ficar pra jantar com a gente? - perguntei fingindo cordialidade.
- Bom... sim - disse ela me olhando de cima a baixo, a piranha - mas só pra jantar, porque depois quero aproveitar um tempinho e continuar estudando.
Minha alegria no lixo... a idiota da Maria tinha estragado a noite... mas decidi tirar proveito da situação, e esquentar o Pedro o máximo que pudesse na presença da namorada dele... me divertia e excitava com o joguinho... Então decidi não me trocar, e ficar a noite toda vestida assim: só com a camiseta do meu irmão.
Preparamos entre os três um jantar leve na cozinha: macarrão e uma salada. Eu "ajudava" fuçando pela cozinha, e me esfregando no meu irmão sempre que podia, e ele ficava com os olhos arregalados, porque a verdade é que a camiseta deixava muito à imaginação...
Comemos os três falando sobre trivialidades para Eu tentava disfarçar, mas era óbvio que tanto Maria quanto Pedro não tiravam os olhos de mim: quando eu estava sentada à mesa, em frente ao Pedro, minhas coxas quase sumiam na camiseta, que era bem larga, mas por ser tão folgada, mesmo sem decote, se eu me inclinasse um pouco pra frente acho que dava pra ver meus peitos quase até os mamilos.
Pedro dava aquelas olhadas sorrateiras, tentando que a namorada não percebesse... e ela, sem coragem de me dizer nada, também me encarava com uma expressão séria.
Enquanto conversávamos, porque eu praticamente só estava brincando com a comida, estiquei a perna por baixo da mesa, sem que a Maria notasse, até que meu pé descalço alcançou a virilha do meu irmão.
Pedro deu um salto, mas continuou falando pra disfarçar e que a Maria não percebesse, enquanto eu acariciava o volume que crescia na calça dele.
Com esses joguinhos passamos o jantar, e depois a Maria convenceu o Pedro a irem pro quarto, embora ele tenha aceitado de má vontade, dando desculpas e lembrando que tinha muito que estudar e tal.
Mas o fato é que ficaram um tempinho trancados no quarto enquanto eu ficava no sofá vendo TV e, ao mesmo tempo, desejando e temendo que a Maria não tivesse a ideia de tentar passar a noite lá, embora eu não achasse que fosse acontecer, sabendo como o pai dela era.
Como a TV estava baixinha, ouvi uns gemidos do outro lado da porta fechada, mas pelo pouco tempo que ficaram, acho que não fizeram "grande coisa": provavelmente a Maria bateu uma punheta ou deu um boquete pro meu irmão e pouco mais.
Finalmente ela decidiu ir embora... ainda bem, alegando que tinha que aproveitar aquela noite porque segunda-feira tinha prova final... embora lamentando não poderem sair... afinal era sábado à noite.
Pedro não só desceu pra se despedir dela no portão, como decidiu levá-la até em casa de carro, então fiquei esperando impaciente.
Quando ouvi a chave girando na porta meia hora depois Depois tirei a camiseta que ainda estava vestindo e decidi "dar uma boa recepção" ao meu irmão. Me joguei nua em seus braços e comecei a beijá-lo.
- Não... Mariola... para...
- Mas por quê?
- Porque quase fomos pegos...
- Bom, mas agora ela não está... sua namorada, quero dizer.
- Sim, mas além disso estou muito cansado...
- Ah... Coitadinho! O que ela fez com você — disse enquanto levava minha mão até a braguilha dele.
- Não, Mariola... não tenho forças
- Vamos... — fiz beicinho.
- Mariola... elas vão me matar entre as duas... Eu não sou uma vaca que você pode ordenhar tantas vezes...
A analogia me fez rir, e nós dois rimos um pouco... mas o caso é que naquela noite não fizemos nada... para minha decepção... Nos limitamos a dormir nus juntos na cama dele como na noite anterior... embora, sim, eu tenha feito uma boa masturbação.
Não sei se Pedro percebeu ou não, se estava dormindo ou acordado, mas o fato é que ele não disse nada, e no final eu adormeci ao lado dele.
No domingo acordamos tarde, e depois do café da manhã Pedro me disse:
- Vista-se — era algo literal no meu caso — vamos sair.
- Para onde?
- Por aí... vamos dar uma volta.
Sem hesitar, me preparei para colocar a calcinha, mas então ele me parou:
- Não,... não coloque roupa íntima... e ponha uma saia.
A ideia me excitou, então peguei uma saia curta, a mais curta que tinha, e a camisa branca do meu uniforme escolar, da qual deixei alguns botões desabotoados, me proporcionando um decote generoso. Claro, também não coloquei sutiã.
Ficamos passeando um bom tempo pelo parque: um irmão mais velho levando sua irmãzinha para passear... mas os outros transeuntes pouco suspeitavam do que realmente estávamos tramando.
- Está com fome? — ele me perguntou perto do meio-dia.
- Sim — e a verdade é que eu estava faminta.
- Vamos sentar naquela mesa da calçada... e tomar alguma coisa.
Nos sentamos em uma das mesas que uma cafeteria tinha colocadas na calçada, em uma tranquila placita. Quando me sentei, levantei a saia como tinha feito na primeira vez que sentei no colo do Pedro, alguns dias antes. Tanto a mesa quanto a cadeira eram de metal, então quando me sentei sem calcinha senti um calafrio... a cadeira estava bem fria, e meu Pedro riu do susto que levei. Quando o garçom chegou, Pedro pediu uma cerveja pra ele e um refrigerante pra mim. - Não... eu também quero cerveja. - exigi. - Mas... - Vai... por favor... O garçom, enquanto esperava meu irmão se decidir, não tirava o olho do meu decote, que deixava ver o começo dos meus peitos... e adivinhar o resto. Finalmente consegui que meu irmão aceitasse, então ele também pediu uma cerveja pra mim, e algo pra comer como aperitivo. - Tá bom - sentenciou quando o garçom foi embora - se tem idade pra foder, acho que tem idade pra beber álcool... mas só porque é cerveja. O Pedro se divertia com os olhares que os outros clientes me dirigiam... as mulheres meio escandalizadas com minha aparência, mas os homens ficavam babando olhando minhas pernas que minha saia curta mal conseguia esconder. Ainda bem que não estávamos nem no bairro dos meus pais nem no que meu irmão morava... teria sido muito constrangedor se algum amigo da família me visse vestida assim e fosse contar pros meus pais. Quando o garçom voltou com a bandeja e se inclinou pra colocar as coisas na mesa, deu uma olhada longa no meu decote, quase sem disfarçar... a verdade é que devia oferecer uma "boa vista". - Ha ha ha - riu o Pedro - acho que nosso amigo garçom ficou com vontade de ver mais... - Né não? - disse debochada, enquanto juntava meus cotovelos no corpo pra realçar meu busto, e o movia de forma insinuante. O Pedro, continuando a brincadeira, pegou o pão da mesa, fez uma bolinha com ele e jogou em mim, mas não acertou: porque me atingiu no ombro. - Na na na na, você errou - cantei enquanto continuava movendo meus peitos da maneira mais insinuante que podia. Fiz mais algumas bolinhas de pão e finalmente consegui enfiar uma no meu decote, que acabou depositada entre meus peitos.
- Prêmio! - falei.
- Bom... agora tenho que "pegar" meu prêmio.
E depois de olhar em volta para ter certeza de que ninguém estava nos vendo, ele se inclinou e meteu a mão no meu decote para pegar a bolinha de migalha de pão... claro que de quebra aproveitou para me apalpar e apertar um pouco meus peitos...
Continuamos brincando enquanto comíamos, e depois de um tempo Pedro disse:
- Me mostra a bucetinha.
- Aqui?
- Sim.
- Mas... vão nos ver...
- Não, vamos, me mostra.
Eu arrastei um pouco a cadeira para afastá-la da mesa, para não obstruir a visão do meu irmão, abri as pernas e levantei um pouco minha saia... rapidamente.
- Qual é... - reclamou - mas nem deu tempo de eu ver nada.
Então fiz de novo, dessa vez mais devagar... e assim mais algumas vezes. Acho que ninguém podia me ver, a não ser que estivesse no ângulo certo, ou seja, o que meu irmão ocupava. Mas uma vez, um menininho de uns sete ou oito anos que estava brincando de bolinha de gude com os amigos na praça e se abaixou para pegar uma ficou olhando fixamente... como se estivesse hipnotizado. Quando percebi, vi que ele estava com os olhos arregalados e tinha ficado imóvel diante da perspectiva que se oferecia entre minhas pernas.
- Que vergonha! - falei enquanto ficava vermelha como um tomate e fechava rapidamente as pernas - ele me viu...
- E daí? O que ele vai fazer? Contar pra mãe dele? Ha ha ha.
- Vamos embora... por favor.
Meu irmão concordou e voltamos para o parque. Então ele teve a ideia de alugar um barco a remo e dar uma volta no lago... como meu pai fazia com a gente quando éramos pequenos.
Quando nos afastamos o suficiente da margem, Pedro largou os remos e veio se sentar ao meu lado... Passou o braço no meu ombro, como às vezes eu via os casais de namorados fazerem em situações parecidas.
Sua mão ficou na altura do meu peito, então... que ele enfiou a mão no meu decote e começou a acariciar meu mamilo. Eu fiquei excitada quase instantaneamente, acho que mais pelo tesão da situação, por ele estar fazendo isso em público, mesmo que não houvesse outros barcos por perto que pudessem nos ver...
Sua mão "livre" encontrou o caminho por baixo da minha saia e começou a acariciar minha bucetinha, o que era fácil, já que eu não estava usando calcinha... Aos poucos fui ficando molhada, enquanto ele enfiava um ou dois dedos e continuava com a massagem.
De vez em quando Pedro olhava em volta para ter certeza de que não tinha ninguém espiando, enquanto eu começava a ofegar e ia perdendo o controle... Eu suspirava e gemía, e quando finalmente gozei com a palma da mão dele me esfregando, acho que soltei um gritinho.
- Agora é sua vez - falei de modo melado enquanto colocava a mão no volume na sua virilha.
- Não... espera - ele disse, afastando minha mão - quero que você me chupe.
- Aqui? Você tá louco! Podem nos ver!
- Por isso não vamos fazer aqui, vamos para outro lugar.
Então Pedro pegou os remos de novo e foi em direção à margem. Perto do barracão de aluguel de barcos tinha um prédio pequeno, onde ficavam os banheiros.
- Entra no das mulheres e verifica se não tem ninguém - ele ordenou.
Quando confirmei, avisei ele, e ele entrou também. Havia três compartimentos pequenos com um vaso sanitário cada, e nós dois entramos em um deles, fechando a porta com a tranca. A verdade é que não estavam muito limpos, mas para o que íamos fazer servia... que remédio!
Pedro ficou em pé, com as costas apoiadas na porta fechada, enquanto eu, também em pé ao lado dele, desabotoei a calça e tirei o pau dele para fora.
Comecei a fazer uma punheta nele ali mesmo, então, embora a ereção tivesse diminuído enquanto ele remava de volta, não demorou para ele ficar duro de novo.
Alternava as mãos, porque a verdade é que eu cansava quando ficava um tempo "trabalhando" nele.
- Senta no vaso - ele ordenou.
Eu abaixei a Dei um tapa e obedeci, ficando de frente para ele, e continuei com a masturbação, só que dessa vez mais confortável, pois estava sentada.
Meu irmão desabotoou mais alguns botões da minha blusa e puxou meus peitos para fora, para que ele pudesse vê-los enquanto eu estava batendo uma punheta para ele. Eu soltava risadinhas baixas, para não chamar atenção, mas estava muito excitada com a situação, enquanto ele respirava cada vez mais fundo e soltava alguns suspiros de vez em quando.
Continuei fazendo a punheta nele com uma mão, enquanto com a outra acariciava suas bolas, e ele de vez em quando se inclinava para tocar meus peitos.
— Chupa — ele disse, quase suplicante.
E eu obedeci, enfiando na boca e substituindo minha mão pela língua. Já estávamos há um tempo assim, eu sentada sobre a privada, com os peitos para fora e o pau dele na minha boca, quando ouvimos barulhos e a conversa de algumas mulheres entrando no banheiro...
Fiquei gelada, sem saber o que fazer. Pedro se inclinou sobre meu ouvido e sussurrou: "Continua... não para agora."
Então continuei fazendo o boquete, enquanto ouvíamos do outro lado da porta a água da pia correndo e a conversa das duas mulheres.
Meu irmão suspirava cada vez mais alto, e eu temia que nos ouvissem, mas continuei no meu trabalho.
Quando senti ele ficar rígido, e seu pau ficar todo tenso, imaginei que ele ia gozar, e eu não tinha a menor vontade de engolir aquilo, então tirei ele da minha boca bem na hora... mas mesmo assim o primeiro jato de porra atingiu meu rosto, no meu nariz e queixo.
Pensei "puta merda, ele vai me deixar toda melada, e se manchar minha roupa vai ser um constrangimento até a gente chegar em casa". Então, com a mão, agarrei o pau dele, e enquanto continuava a masturbação, direcionei para o meu lado direito.
Pedro continuou gozando abundantemente, soltando um grunhido abafado. Acho que as mulheres devem ter ouvido algo, porque de repente parou de se ouvir a conversa delas... Os fios de porra atingiram os azulejos da parede, deixando uma mancha pegajosa que começou a escorrer para baixo, formando um pequeno filete, e eu soltei uma risadinha abafada.
Meu irmão suspirou e continuou ofegante um pouco até a respiração dele voltar ao normal. Esperamos até ter certeza de que as duas mulheres tinham ido embora, e ele pegou seu lenço e delicadamente limpou os restos de porra do meu rosto.
Finalmente, nos "arrumamos" de novo, saímos do banheiro, deixando uma "linda" mancha na parede, e fomos para casa, onde ao chegar pude de novo "ficar confortável".
Ainda tinha aquela tarde de domingo e a noite daquele final de semana maravilhoso... e eu pensava em aproveitar ao máximo... ia ter muita coisa para contar para minha amiga Sandra na segunda-feira, de volta à escola. Claro que já começava a pensar na ideia —meio sugerida de brincadeira— de fazer minha confidente participar mais dos nossos "brinquedinhos".
Depois de perder a virgindade, meu irmão Pedro tinha dito que tínhamos o fim de semana todo para "repetir", e a verdade é que ele cumpriu a promessa, porque era só sexta-feira, e o fim de semana acabou sendo longo e delicioso.
No sábado, bem cedinho, Pedro saiu de casa sem fazer barulho, e quando acordei ele não estava, então tomei banho, e enquanto me secava e decidia o que vestir, tive uma ideia: ficaria o fim de semana inteiro pelada, morria de tesão só de pensar! Então dito e feito, me sequei e fiquei esperando ele como Deus me trouxe ao mundo.
Pouco depois ele entrou com um pacote de churros recém-feitos, quentinhos, do jeito que eu gosto... Quando me viu disse:
- Mas você ainda não se vestiu?
- Não, tá vendo? Não gostou?
- Gostar? Acho que já tô ficando de pau duro só de te ver...
- Bom - falei depois de um beijo molhado e prolongado - então vai se acostumando, porque pretendo passar o fim de semana assim...
E realmente, tomamos café com os churros que ele trouxe, eu pelada... e ele sem parar de me olhar. E depois fomos foder de novo... Dessa vez foi diferente, muito mais gostoso e de um jeito mais lento e delicado, enquanto eu ia aprendendo e colocando em prática minhas habilidades recém-adquiridas.
Cumpri minha promessa de andar pelada pela casa... pelo menos enquanto deu, porque no meio da manhã bateram na porta e quando meu irmão olhou pelo olho mágico me fez um sinal pra me esconder, porque era o entregador de gás: o apartamentinho do meu irmão era bem antigo, e não tinha instalação de gás encanado, então usava botijões de gás, e justamente hoje trouxeram um novo.
Corri pelada pro quarto enquanto Pedro abria a porta quase sem me dar tempo de reagir, então acho que alegrei a manhã do entregador: não tenho certeza mas apostaria que ele teve tempo de me ver rapidamente de costas enquanto me trancava no quarto...
Depois do almoço, e depois de fazer umas... quantas piadas sobre a cara que o entregador fez, começamos a brincar de novo: ele me "atacou por trás" enquanto eu escovava os dentes no banheiro, nua em pé na frente do espelho que ficava sobre a pia. Quando me inclinei para cuspir, senti as mãos dele agarrando meus peitos e ele começou a esfregar o pau duro dele contra minha bunda. Mal me deu tempo de enxaguar a boca, eu me virei, e ele colocou as mãos nos meus ombros, me empurrando para baixo, para que eu ficasse de joelhos...
Tirei o pau dele da cueca e comecei o serviço, enfiando na minha boca. Quando ele ficou completamente duro, me obrigou a levantar e a colocar a perna direita sobre a pia, me deixando completamente aberta e exposta. Pensei que ele ia enfiar direto, mas ele nunca parava de me surpreender: em vez disso, começou a esfregar a palma da mão na minha buceta, cada vez mais rápido, enfiando os dedos de vez em quando.A posição era muito desconfortável pra mim, porque a pia estava muito alta, minha coxa doía e eu tinha que me segurar no meu irmão pra não perder o equilíbrio. Mas logo deixou de importar... a mão dele continuava esfregando minha xotinha cada vez mais e mais rápido... e eu estava cada vez mais molhada, sentindo como molhava a mão dele.
- Ah ah ah - eu ofegava - se continuar assim... eu... eu vou gozar...
- Bom, e o que tem de errado nisso? - ele disse ironicamente.
Pouco tempo depois senti o orgasmo começar a tomar conta de mim, fiquei tensa e me agarrei a ele, beijando-o apaixonadamente, mas Pedro, longe de parar, aumentou o ritmo, enquanto eu gozava de uma forma bestial... molhando completamente a mão e o antebraço dele com meus fluidos...
- Aaaah... que gostoso, irmãozinho - disse ainda ofegante.
- É... você gozou gostoso, né, francesinha? - ele disse aproximando a mão molhada do meu rosto e me dando pra cheirar...
Tinha um aroma muito forte, e ele começou a enfiar os dedos na minha boca, então pude sentir meu próprio gosto... era curioso. Pensei: "deve ser assim que eu tenho gosto pra ele".
- E agora vou te foder...
Deixou a frase no ar, como uma ameaça, e me virou, me obrigando a arcar sobre a pia, e enfiou com selvageria, começando uma enfiada e puxada furiosa, muito rápida. Ele me empurrava com tanta força que eu tinha que usar as duas mãos apoiadas na pia pra não bater minha cabeça no espelho. Logo gozei pela segunda vez, embora não tenha sido tão intenso, mas ele continuou enfiando furiosamente.
Quase imediatamente, senti a respiração dele ficar mais ofegante, e ele começou a gemer. Achei que ele ia gozar, e como não tinha colocado camisinha porque tudo foi muito rápido, imaginei que ele ia me virar e ia querer gozar na minha cara... ou até na minha boca. E eu não tinha certeza se queria deixar, depois da sacanagem que ele fez no dia anterior, me obrigando a engolir a porra dele sem nem avisar.Mas nem precisei decidir se deixava ou não... ele mal teve tempo de tirar e, enquanto esfregava no meio das minhas nádegas, começou a jorrar fios de porra no meu cu e nas minhas costas, me deixando toda melada.
— Olha o que você fez! — protestei brincando. — Agora vou ter que tomar banho de novo.
Ele calou minhas reclamações me virando e enfiando a língua na minha boca... Depois, tomamos banho juntos... Era a primeira vez que eu tomava banho com um cara... mas não seria a última.
Quando estávamos secos, descansando no sofá, ambos pelados, com Pedro deitado com a cabeça no meu colo enquanto eu acariciava o cabelo dele, ele disse:
— Mariola...
— Sim?
— Você sabe que ninguém pode ficar sabendo disso, né?
— Claro, seu bobo! Acha que eu ia contar pro papai e pra mamãe pra dar um infarto neles? Mas pra sua namorada, Maria, talvez valesse a pena... só pra ver a cara dela.
— Nem brinca... com o ciúme que ela tem, ela cortaria minhas bolas e serviria no café da manhã.
— Haha.
— Sério... você não pode contar pra ninguém...
— Bom... — e deixei a frase sem finalizar.
— O quê?
— Que acho que já não vai dar mais.
— Como assim? — ele disse, sentando de repente. — Você já contou pra alguém? Né?
— Bem...
— Mariola!
— É que, veja bem, a Sandra é minha melhor amiga... e a gente conta tudo uma pra outra...
— Porra... você é burra? Qual é a sua?
— Calma, irmãozinho... ela é de confiança... além do mais, ela está morrendo de vontade de pegar seu huesos... Ele acha que você é muito gostoso, e acho que tem inveja de mim. - É, mas... - Não, confia em mim... não seja bobo, ela não vai falar nada. - Tem certeza? É que... - Claro, bobo... aliás -brinquei- quem sabe a gente pode convidar ela um dia pra uma das nossas sessões... he he. Pedro pareceu se tranquilizar um pouco com minha brincadeira... tanto que ficou pensativo um tempo e disse. - Bom, quem sabe não seria ruim -riu brincando- acho que eu me divertiria... e você também ha ha. - É, pronto, e principalmente você, né? Começamos a rir os dois, mas eu comecei a pensar no assunto: me parecia que meu irmão não tinha dito tão na brincadeira quanto pretendia, e que quem sabe ele curtia a ideia mais do que tinha coragem de admitir... e eu comecei a ficar excitada imaginando essa situação. Claro que eu também não sabia como Sandra reagiria na hora H, porque uma coisa são as palavras, e outra é partir pra "ação"... Essa noite, pra minha desgraça, apareceu Maria, a namorada do meu irmão. Disse que mesmo tendo muito pra estudar queria "ver como estava" Pedro. Acho que no fundo ela suspeitava alguma coisa de mim, claro não o que realmente a gente estava tramando, mas por alguma conversa que tinha ouvido escondido em que ela criticava como eu sempre andava com roupa curtinha, acho que ela estava meio "desconfiada". O fato é que ela quase me pegou pelada, porque eu continuava nua pela casa e quando bateram na porta e Pedro foi abrir sem saber quem era, eu me escondi no único quarto que tinha: o do meu irmão. O que era um problema como logo percebi, porque se ela resolvesse entrar, ia ser muito difícil explicar por que eu estava nua no quarto do namorado dela, e eu não podia sair porque eles estavam na sala. Me deu um pouco de pânico, mas também me excitou muito a situação. Eles continuavam conversando na sala e eu não sabia muito bem o que fazer, mas tinha que fazer algo rápido se não quisesse ser pega. Ouvi Maria perguntando pra ele... e como meu irmão respondia com um vago "por aí anda" como se houvesse muitos lugares para "andar por aí" num apartamento tão pequeno... a qualquer momento Maria ia querer entrar no quarto e me pegar, e o idiota do Pedro parecia não perceber e não tentava tirá-la do apartamento e levá-la pra rua... ou talvez ele estivesse fazendo de propósito, o grande filho da puta.
Decidi fazer algo, e revirei o armário do meu irmão apressadamente até encontrar uma de suas camisetas, uma clara com o emblema do antigo clube de futebol dele do colégio, e a vesti rapidamente. Como era grande em mim, cobria até as coxas, o que me ajudava a esconder minha bucetinha da vista dela.
Saí do quarto vestindo só a camiseta e cumprimentei Maria fingindo estar surpresa de vê-la:
- Oi Maria... Que surpresa!
- Eh... Oi Mariola... - ela ficou boquiaberta me vendo daquela forma, porque acho que a camiseta ficou um pouco transparente.
- Maria veio me ver - disse Pedro fora de contexto.
- Você não tá um pouco "fresquinha", menina? - Maria me repreendeu.
- É,... bom, é que tá calor, sabe... Vai ficar pra jantar com a gente? - perguntei fingindo cordialidade.
- Bom... sim - disse ela me olhando de cima a baixo, a piranha - mas só pra jantar, porque depois quero aproveitar um tempinho e continuar estudando.
Minha alegria no lixo... a idiota da Maria tinha estragado a noite... mas decidi tirar proveito da situação, e esquentar o Pedro o máximo que pudesse na presença da namorada dele... me divertia e excitava com o joguinho... Então decidi não me trocar, e ficar a noite toda vestida assim: só com a camiseta do meu irmão.
Preparamos entre os três um jantar leve na cozinha: macarrão e uma salada. Eu "ajudava" fuçando pela cozinha, e me esfregando no meu irmão sempre que podia, e ele ficava com os olhos arregalados, porque a verdade é que a camiseta deixava muito à imaginação...
Comemos os três falando sobre trivialidades para Eu tentava disfarçar, mas era óbvio que tanto Maria quanto Pedro não tiravam os olhos de mim: quando eu estava sentada à mesa, em frente ao Pedro, minhas coxas quase sumiam na camiseta, que era bem larga, mas por ser tão folgada, mesmo sem decote, se eu me inclinasse um pouco pra frente acho que dava pra ver meus peitos quase até os mamilos.
Pedro dava aquelas olhadas sorrateiras, tentando que a namorada não percebesse... e ela, sem coragem de me dizer nada, também me encarava com uma expressão séria.
Enquanto conversávamos, porque eu praticamente só estava brincando com a comida, estiquei a perna por baixo da mesa, sem que a Maria notasse, até que meu pé descalço alcançou a virilha do meu irmão.
Pedro deu um salto, mas continuou falando pra disfarçar e que a Maria não percebesse, enquanto eu acariciava o volume que crescia na calça dele.
Com esses joguinhos passamos o jantar, e depois a Maria convenceu o Pedro a irem pro quarto, embora ele tenha aceitado de má vontade, dando desculpas e lembrando que tinha muito que estudar e tal.
Mas o fato é que ficaram um tempinho trancados no quarto enquanto eu ficava no sofá vendo TV e, ao mesmo tempo, desejando e temendo que a Maria não tivesse a ideia de tentar passar a noite lá, embora eu não achasse que fosse acontecer, sabendo como o pai dela era.
Como a TV estava baixinha, ouvi uns gemidos do outro lado da porta fechada, mas pelo pouco tempo que ficaram, acho que não fizeram "grande coisa": provavelmente a Maria bateu uma punheta ou deu um boquete pro meu irmão e pouco mais.
Finalmente ela decidiu ir embora... ainda bem, alegando que tinha que aproveitar aquela noite porque segunda-feira tinha prova final... embora lamentando não poderem sair... afinal era sábado à noite.
Pedro não só desceu pra se despedir dela no portão, como decidiu levá-la até em casa de carro, então fiquei esperando impaciente.
Quando ouvi a chave girando na porta meia hora depois Depois tirei a camiseta que ainda estava vestindo e decidi "dar uma boa recepção" ao meu irmão. Me joguei nua em seus braços e comecei a beijá-lo.
- Não... Mariola... para...
- Mas por quê?
- Porque quase fomos pegos...
- Bom, mas agora ela não está... sua namorada, quero dizer.
- Sim, mas além disso estou muito cansado...
- Ah... Coitadinho! O que ela fez com você — disse enquanto levava minha mão até a braguilha dele.
- Não, Mariola... não tenho forças
- Vamos... — fiz beicinho.
- Mariola... elas vão me matar entre as duas... Eu não sou uma vaca que você pode ordenhar tantas vezes...
A analogia me fez rir, e nós dois rimos um pouco... mas o caso é que naquela noite não fizemos nada... para minha decepção... Nos limitamos a dormir nus juntos na cama dele como na noite anterior... embora, sim, eu tenha feito uma boa masturbação.
Não sei se Pedro percebeu ou não, se estava dormindo ou acordado, mas o fato é que ele não disse nada, e no final eu adormeci ao lado dele.
No domingo acordamos tarde, e depois do café da manhã Pedro me disse:
- Vista-se — era algo literal no meu caso — vamos sair.
- Para onde?
- Por aí... vamos dar uma volta.
Sem hesitar, me preparei para colocar a calcinha, mas então ele me parou:
- Não,... não coloque roupa íntima... e ponha uma saia.
A ideia me excitou, então peguei uma saia curta, a mais curta que tinha, e a camisa branca do meu uniforme escolar, da qual deixei alguns botões desabotoados, me proporcionando um decote generoso. Claro, também não coloquei sutiã.
Ficamos passeando um bom tempo pelo parque: um irmão mais velho levando sua irmãzinha para passear... mas os outros transeuntes pouco suspeitavam do que realmente estávamos tramando.
- Está com fome? — ele me perguntou perto do meio-dia.
- Sim — e a verdade é que eu estava faminta.
- Vamos sentar naquela mesa da calçada... e tomar alguma coisa.
Nos sentamos em uma das mesas que uma cafeteria tinha colocadas na calçada, em uma tranquila placita. Quando me sentei, levantei a saia como tinha feito na primeira vez que sentei no colo do Pedro, alguns dias antes. Tanto a mesa quanto a cadeira eram de metal, então quando me sentei sem calcinha senti um calafrio... a cadeira estava bem fria, e meu Pedro riu do susto que levei. Quando o garçom chegou, Pedro pediu uma cerveja pra ele e um refrigerante pra mim. - Não... eu também quero cerveja. - exigi. - Mas... - Vai... por favor... O garçom, enquanto esperava meu irmão se decidir, não tirava o olho do meu decote, que deixava ver o começo dos meus peitos... e adivinhar o resto. Finalmente consegui que meu irmão aceitasse, então ele também pediu uma cerveja pra mim, e algo pra comer como aperitivo. - Tá bom - sentenciou quando o garçom foi embora - se tem idade pra foder, acho que tem idade pra beber álcool... mas só porque é cerveja. O Pedro se divertia com os olhares que os outros clientes me dirigiam... as mulheres meio escandalizadas com minha aparência, mas os homens ficavam babando olhando minhas pernas que minha saia curta mal conseguia esconder. Ainda bem que não estávamos nem no bairro dos meus pais nem no que meu irmão morava... teria sido muito constrangedor se algum amigo da família me visse vestida assim e fosse contar pros meus pais. Quando o garçom voltou com a bandeja e se inclinou pra colocar as coisas na mesa, deu uma olhada longa no meu decote, quase sem disfarçar... a verdade é que devia oferecer uma "boa vista". - Ha ha ha - riu o Pedro - acho que nosso amigo garçom ficou com vontade de ver mais... - Né não? - disse debochada, enquanto juntava meus cotovelos no corpo pra realçar meu busto, e o movia de forma insinuante. O Pedro, continuando a brincadeira, pegou o pão da mesa, fez uma bolinha com ele e jogou em mim, mas não acertou: porque me atingiu no ombro. - Na na na na, você errou - cantei enquanto continuava movendo meus peitos da maneira mais insinuante que podia. Fiz mais algumas bolinhas de pão e finalmente consegui enfiar uma no meu decote, que acabou depositada entre meus peitos.
- Prêmio! - falei.
- Bom... agora tenho que "pegar" meu prêmio.
E depois de olhar em volta para ter certeza de que ninguém estava nos vendo, ele se inclinou e meteu a mão no meu decote para pegar a bolinha de migalha de pão... claro que de quebra aproveitou para me apalpar e apertar um pouco meus peitos...
Continuamos brincando enquanto comíamos, e depois de um tempo Pedro disse:
- Me mostra a bucetinha.
- Aqui?
- Sim.
- Mas... vão nos ver...
- Não, vamos, me mostra.
Eu arrastei um pouco a cadeira para afastá-la da mesa, para não obstruir a visão do meu irmão, abri as pernas e levantei um pouco minha saia... rapidamente.
- Qual é... - reclamou - mas nem deu tempo de eu ver nada.
Então fiz de novo, dessa vez mais devagar... e assim mais algumas vezes. Acho que ninguém podia me ver, a não ser que estivesse no ângulo certo, ou seja, o que meu irmão ocupava. Mas uma vez, um menininho de uns sete ou oito anos que estava brincando de bolinha de gude com os amigos na praça e se abaixou para pegar uma ficou olhando fixamente... como se estivesse hipnotizado. Quando percebi, vi que ele estava com os olhos arregalados e tinha ficado imóvel diante da perspectiva que se oferecia entre minhas pernas.
- Que vergonha! - falei enquanto ficava vermelha como um tomate e fechava rapidamente as pernas - ele me viu...
- E daí? O que ele vai fazer? Contar pra mãe dele? Ha ha ha.
- Vamos embora... por favor.
Meu irmão concordou e voltamos para o parque. Então ele teve a ideia de alugar um barco a remo e dar uma volta no lago... como meu pai fazia com a gente quando éramos pequenos.
Quando nos afastamos o suficiente da margem, Pedro largou os remos e veio se sentar ao meu lado... Passou o braço no meu ombro, como às vezes eu via os casais de namorados fazerem em situações parecidas.
Sua mão ficou na altura do meu peito, então... que ele enfiou a mão no meu decote e começou a acariciar meu mamilo. Eu fiquei excitada quase instantaneamente, acho que mais pelo tesão da situação, por ele estar fazendo isso em público, mesmo que não houvesse outros barcos por perto que pudessem nos ver...
Sua mão "livre" encontrou o caminho por baixo da minha saia e começou a acariciar minha bucetinha, o que era fácil, já que eu não estava usando calcinha... Aos poucos fui ficando molhada, enquanto ele enfiava um ou dois dedos e continuava com a massagem.
De vez em quando Pedro olhava em volta para ter certeza de que não tinha ninguém espiando, enquanto eu começava a ofegar e ia perdendo o controle... Eu suspirava e gemía, e quando finalmente gozei com a palma da mão dele me esfregando, acho que soltei um gritinho.
- Agora é sua vez - falei de modo melado enquanto colocava a mão no volume na sua virilha.
- Não... espera - ele disse, afastando minha mão - quero que você me chupe.
- Aqui? Você tá louco! Podem nos ver!
- Por isso não vamos fazer aqui, vamos para outro lugar.
Então Pedro pegou os remos de novo e foi em direção à margem. Perto do barracão de aluguel de barcos tinha um prédio pequeno, onde ficavam os banheiros.
- Entra no das mulheres e verifica se não tem ninguém - ele ordenou.
Quando confirmei, avisei ele, e ele entrou também. Havia três compartimentos pequenos com um vaso sanitário cada, e nós dois entramos em um deles, fechando a porta com a tranca. A verdade é que não estavam muito limpos, mas para o que íamos fazer servia... que remédio!
Pedro ficou em pé, com as costas apoiadas na porta fechada, enquanto eu, também em pé ao lado dele, desabotoei a calça e tirei o pau dele para fora.
Comecei a fazer uma punheta nele ali mesmo, então, embora a ereção tivesse diminuído enquanto ele remava de volta, não demorou para ele ficar duro de novo.
Alternava as mãos, porque a verdade é que eu cansava quando ficava um tempo "trabalhando" nele.
- Senta no vaso - ele ordenou.
Eu abaixei a Dei um tapa e obedeci, ficando de frente para ele, e continuei com a masturbação, só que dessa vez mais confortável, pois estava sentada.
Meu irmão desabotoou mais alguns botões da minha blusa e puxou meus peitos para fora, para que ele pudesse vê-los enquanto eu estava batendo uma punheta para ele. Eu soltava risadinhas baixas, para não chamar atenção, mas estava muito excitada com a situação, enquanto ele respirava cada vez mais fundo e soltava alguns suspiros de vez em quando.
Continuei fazendo a punheta nele com uma mão, enquanto com a outra acariciava suas bolas, e ele de vez em quando se inclinava para tocar meus peitos.
— Chupa — ele disse, quase suplicante.
E eu obedeci, enfiando na boca e substituindo minha mão pela língua. Já estávamos há um tempo assim, eu sentada sobre a privada, com os peitos para fora e o pau dele na minha boca, quando ouvimos barulhos e a conversa de algumas mulheres entrando no banheiro...
Fiquei gelada, sem saber o que fazer. Pedro se inclinou sobre meu ouvido e sussurrou: "Continua... não para agora."
Então continuei fazendo o boquete, enquanto ouvíamos do outro lado da porta a água da pia correndo e a conversa das duas mulheres.
Meu irmão suspirava cada vez mais alto, e eu temia que nos ouvissem, mas continuei no meu trabalho. Quando senti ele ficar rígido, e seu pau ficar todo tenso, imaginei que ele ia gozar, e eu não tinha a menor vontade de engolir aquilo, então tirei ele da minha boca bem na hora... mas mesmo assim o primeiro jato de porra atingiu meu rosto, no meu nariz e queixo.
Pensei "puta merda, ele vai me deixar toda melada, e se manchar minha roupa vai ser um constrangimento até a gente chegar em casa". Então, com a mão, agarrei o pau dele, e enquanto continuava a masturbação, direcionei para o meu lado direito.
Pedro continuou gozando abundantemente, soltando um grunhido abafado. Acho que as mulheres devem ter ouvido algo, porque de repente parou de se ouvir a conversa delas... Os fios de porra atingiram os azulejos da parede, deixando uma mancha pegajosa que começou a escorrer para baixo, formando um pequeno filete, e eu soltei uma risadinha abafada.
Meu irmão suspirou e continuou ofegante um pouco até a respiração dele voltar ao normal. Esperamos até ter certeza de que as duas mulheres tinham ido embora, e ele pegou seu lenço e delicadamente limpou os restos de porra do meu rosto.
Finalmente, nos "arrumamos" de novo, saímos do banheiro, deixando uma "linda" mancha na parede, e fomos para casa, onde ao chegar pude de novo "ficar confortável".
Ainda tinha aquela tarde de domingo e a noite daquele final de semana maravilhoso... e eu pensava em aproveitar ao máximo... ia ter muita coisa para contar para minha amiga Sandra na segunda-feira, de volta à escola. Claro que já começava a pensar na ideia —meio sugerida de brincadeira— de fazer minha confidente participar mais dos nossos "brinquedinhos".
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