Quando uma mulher chega a uma certa idade, os impulsos sexuais ficam cada vez mais fortes e ela deseja transar com um homem. Mas às vezes não imagina com quem vai encontrar o prazer do sexo e viver momentos inesquecíveis.
Sou uma garota de 20 anos, meu nome é Vero, moro com minha mãe e um irmão mais velho, ele tem 23 anos e se chama Diego. Ambos estudamos na universidade.
Aos 18 tive um namorado com quem tive minha primeira relação sexual, os dois éramos iniciantes nisso, ele tinha a mesma idade que eu, por isso acho que não foi lá essas coisas, além de ter perdido a virgindade. Desde aquela época saía com amigos, tive outros namorados, mas com nenhum passou dos beijos.
Com meu irmão sempre fomos muito unidos, ainda mais desde que meu pai nos deixou, por isso acho que aconteceram as coisas que vou contar. Às vezes, quando não tínhamos lição de casa, eu e Diego ficávamos vendo TV, algum filme, e quando passavam os comerciais, ele começava a me provocar, me empurrando ou me batendo com uma almofada, eu revidava, tudo na brincadeira. Eu sou muito sensível a cócegas, e ele aproveitava para fazer cócegas em mim, eu pedia para ele parar porque não aguentava mais de tanto rir. E isso acontecia com frequência. Uma tarde, quando estávamos conversando no meu quarto, comentei sobre a garota que tinha visto com ele naquele dia, e ele, fingindo estar ofendido, me derrubou na cama e não parou de fazer cócegas, eu revidava fazendo cócegas nele também, e os dois acabamos exaustos de tanto rir, e já deitados na cama ofegantes pela batalha que tivemos, ele, não sei se de propósito ou não, colocou a mão em um dos meus seios, mas aquele toque já não fazia parte da brincadeira, senti algo diferente e fiquei gelada, já que fazia muito tempo que não sentia a mão de um homem no meu corpo daquela maneira. Ele ficou um tempo assim me massageando suavemente e depois apertou, isso me assustou e me deu um arrepio, porque eu sentia que meu irmão estava me acariciando. Nos olhamos sem dizer nada, ele aproximou o rosto e me deu um beijo na boca, depois se levantou e saiu do meu quarto. Fiquei perplexa, por que meu irmão tinha feito aquilo? E além disso, por que eu tinha sentido aquele calor quando ele me tocou?
Passaram vários dias em que ficamos meio que nos evitando, como se nos sentíssemos culpados. Mas uma noite, lembro que era quinta-feira, minha mãe saiu pra visitar uma amiga, e quando ficamos sozinhos não deu mais pra segurar. Ele me perguntou como estavam indo minhas aulas, eu respondia, mas aquela conversa não tinha sentido. Não dava pra fingir que nada tinha acontecido. Com um pouco de nervosismo, Diego disse:
Desculpa pelo que aconteceu no outro dia, não sei por que fiz aquilo
- tudo bem, não se preocupa
- mas o que eu estava falando? não era isso que eu queria responder
mas... a verdade é que... - e ele ficou me encarando, sem se atrever a continuar.
Eu comi sabendo o que ele queria dizer, talvez intuição feminina, terminei a frase que ele tinha começado
a verdade é que... isso... nós dois gostamos, né? - falei devagar e com um tom suave de voz, quase sussurrando
- Você também gostou? - perguntou meu irmão, olhando nos meus olhos
sim… e… não paro de pensar nisso desde aquele dia – me arrependi do que disse, mas era a verdade
Ele ficou me encarando, se aproximou e, segurando minhas mãos, disse
- você não acha que deixamos as coisas inacabadas naquela tarde?
talvez... mas o que você sugere? - Eu sabia o que ele estava sugerindo e isso me deixou toda molinha
Ele se aproximou mais e, sem dizer uma palavra, me pegou pelos ombros e me beijou de novo, mas com a diferença de que dessa vez eu correspondi. Eram beijos apaixonados, como eu nunca tinha beijado nem tinha sido beijada, beijos prolongados até nos sufocarmos. Ele me apertava em seus braços e eu me sentia flutuar. Segurando minha mão, ele me levou até seu quarto, onde continuamos com os beijos. Enquanto nossas línguas brincavam, suas mãos desabotoaram minha blusa e tomaram meus seios. Ele não parava de me beijar enquanto fazia isso. Já sem a blusa, ele tirou meu sutiã e me fez deitar de costas em sua cama. Seus lábios desceram até meus seios, lambendo e chupando meus mamilos, que endureceram em sua boca. Ele foi descendo sem parar de me acariciar com seus lábios, brincou com meu umbigo, e a essa altura eu já estava gemendo e nas nuvens. Ele tirou minha calça e meu fio dental, e eu estava nua diante dele, nua e me entregando completamente às suas carícias. Sua boca chegou até minha buceta e foi um estremecimento incrível. Ninguém nunca tinha me chupado tão bem, e ali estava meu irmão me proporcionando esses prazeres. Eu praticamente gritava de tanto prazer.
- Aaaaaaahhhhhh! Continua, irmãããããããooooo! Não para!
E claro que ele não parou. Ele se levantou, tirou a calça e a cueca, a camisa eu já tinha ajudado a tirar. Ele se aproximou de mim balançando uma rola linda e de bom tamanho, fiquei de olhos bem abertos, aquela ferramenta parecia deliciosa. Ele chegou mais perto e senti a ponta do pau dele na minha entrada
- Você quer, irmãzinha?
siiiiii… quero tudinho…
E lentamente, como se estivesse saboreando cada centímetro, foi enfiando e eu, no paraíso, me sentindo possuída pelo meu irmão. Ele começou suas investidas que me faziam mexer toda e foram gritos, gemidos e ofegos que acompanharam esses momentos inesquecíveis, foi uma eternidade de prazeres até que terminamos quase ao mesmo tempo. Ficamos deitados na cama, de mãos dadas e nos olhando nos olhos.
— Você já sentiu tudo isso? — me perguntou.
não… ninguém me fez sentir tão cheia como você… você é enorme -e era a verdade
e você, irmãzinha, é divina, é puro fogo, eu também nunca senti com outra garota o que você me fez sentir.
O que ele disse me agradou bastante, me levantei um pouco e o beijei na boca, e fiz o mesmo que ele havia feito comigo, fui beijando palmo a palmo até chegar ao pau dele que estava meio mole, mas bastou uma lambida para deixá-lo duro. Coloquei na boca e chupei com toda minha vontade, queria saborear aquele instrumento que me fez gozar, mas não deixei ele gozar ainda porque queria senti-lo dentro de mim de novo. Por isso, subi em cima dele e me enfiei naquela rola gostosa, subia e descia no seu instrumento, era eu quem tinha o controle agora, e cavalguei até fazê-lo gozar. Dessa vez ficamos exaustos.
- Você me quer? - perguntei a ele.
claro, eu gostei bastante, como eu te disse, irmãzinha, você é puro fogo, você me queima e eu gosto disso.
então, essa não vai ser a última vez, né?
- não, meu Verito, vai ser até quando você quiser
Como já sou sua Verito, não quero que me negligencie!
Não sei porque disse isso, mas era o que sentia naquele momento, tinha gozado com meu irmão e queria que isso não acabasse.
nunca vou te descuidar, você vai ver.
Fomos tomar banho juntos e ali debaixo do chuveiro ainda trocamos beijos e algumas carícias. Depois nos despedimos com um beijo longo, jurando ficar juntos e cada um foi para seu quarto.
Pouco depois, senti minha mãe entrando e, achando que estávamos dormindo, ela foi para o quarto dela. Fiquei pensando em tudo que tinha acontecido. Como isso pôde rolar? Se ele é meu irmão... Senti remorso, mas lembrando do quanto tinha gostado, pensei: no fim das contas, somos irmãos, mas aproveitamos pra valer, não estamos fazendo mal a ninguém. Naquela hora, não teve medo nem nada. Além do mais, a gente prometeu continuar juntos, e aí consegui dormir mais tranquila.
E foi assim que, sempre que tínhamos a chance de ficar sozinhos, aproveitávamos para transar. Às vezes, quando algum amigo da faculdade dele viajava, ele pedia as chaves do quarto emprestadas. Os amigos achavam que era para levar alguma conquista, mas nunca imaginariam que ele levaria a própria irmã. Em algumas ocasiões, que foram poucas, quando nossa mãe não nos deixava sozinhos e não tinha quarto de amigo disponível, e o tesão apertava, ele pedia que eu deixasse a porta do meu quarto entreaberta. E eu sentia, lá pela meia-noite, ele entrando no escuro e deslizando na minha cama, meu irmão com fome da irmã. Eu tinha que morder o travesseiro para não gritar enquanto ele me comia, e não acordar nossa mãe, que dormia no quarto dela a poucos metros dali. Mas talvez, justamente pelo perigo, esses encontros fossem mais ardentes.
Minha mãe dizia que achava excelente que a gente se desse tão bem, claro que ela não sabia do resto, mas é verdade que a gente se dava super bem, éramos como um casal de namorados sempre ligados um no outro, nos ajudando e sentindo nosso amor crescer.
Desde que tudo começou, já faz quase um ano que estamos juntos. A gente se cuidava principalmente para evitar uma gravidez, pelo menos eu achava que a gente se cuidava, mas como dizem, basta um pequeno descuido para cair, e foi o que aconteceu com a gente. Depois de uma noite de delírio, quando chegou a época da minha menstruação, não desceu nada, isso me preocupou e eu contei pra ele. Esperamos mais alguns dias e nada, eu estava apavorada — o que a gente tinha feito! Fomos a uma farmácia comprar um teste de gravidez e o resultado deu positivo — eu estava grávida! Comecei a chorar, felizmente minha mãe não estava em casa, eu dizia pra ele: o que a gente vai fazer? Se minha mãe descobrir, ela mata a gente. Ele me consolava, dizendo que a gente não devia se culpar, que ele sempre me apoiaria em tudo, que se a vida nos desse esse filho a gente devia aceitar, mas que nossa mãe não precisava saber de quem era o filho que eu carregava. Fomos a uma clínica fazer outro exame e confirmamos o que já sabíamos: seríamos pais. Foram dias de dúvidas e medos, não saber o que fazer, as que foram mães, principalmente mães solteiras, podem entender. Mas uma coisa que reconheço é que em nenhum momento a gente pensou em aborto. Comecei a amar esse filho e meu irmão também, era fruto de um amor. Fui a uma consulta pré-natal onde o médico me disse que estava tudo bem. Já vão fazer três meses de gravidez. O médico me perguntou se era o primeiro, eu disse que sim. Não se preocupe, ele disse, você é saudável e forte e isso ajuda para que a gravidez se desenvolva sem problemas. Não pude perguntar se o fato de ser filho do meu irmão traria alguma consequência, não podia perguntar isso, ninguém pode saber. Por isso conto a vocês, amigas que estão lendo estas páginas, preciso da ajuda e do conselho de vocês, sei que muitas pessoas vão me julgar mal, mas sei também que muitas vão me entender e me compreender, quero tirar essa dúvida de se meu bebê não vai ter nada de errado ou algum possível defeito por ser meu irmão o pai. Sei que por aí se diz que se você tem um filho para seu irmão ou para seu pai, nascerá com algum defeito ou doença, não sei se isso é verdade ou só dizem para assustar. Mas de verdade desejo saber se não há riscos para o bebê, já que não quero que aconteça nada com ele. Se alguma de vocês amigas já passou pelo que estou passando, se alguma mulher teve um filho para seu irmão ou pai, escreva para mim e me diga como estão seus filhos, se são saudáveis e normais.
Quero tirar essa dúvida da cabeça para esperar meu bebê com tranquilidade. Meu irmão fala pra eu não me preocupar, que tudo vai dar certo e o bebê vai ser lindo e saudável, eu acredito nele e desejo com todas as minhas forças que seja assim, mas não consigo evitar que às vezes essa dúvida volte.
Ainda não contamos para nossa mãe, mas vou ter que fazer isso logo, porque vai chegar uma hora que não vou mais conseguir esconder minha barriga, e ela vai ter que saber da minha gravidez. Claro que não vou dizer que é do meu irmão, vou dizer que é de um namorado que eu tive e que, quando soube da minha situação, foi embora pra não assumir a responsabilidade. Sei que minha mãe vai ficar brava e vai me dar uma baita bronca, entendo isso, mas espero que no final ela me dê apoio, confio que vai ser assim. Sei que meu irmão vai estar do meu lado. Embora nós dois também saibamos que, para todo mundo, meu irmão vai ser só um tio carinhoso e querido do meu bebê, só nós vamos saber a verdade. Tipo, a gente sabe que não vai poder ser um casal de verdade perto das pessoas, que um dia meu irmão vai ter uma namorada e vai casar, e eu também acho que vou fazer o mesmo. Mas sempre vai ter alguém que vai nos unir pra vida toda, mesmo se a gente se separar. Conversamos sobre tudo isso, não sei como isso vai mudar nossas vidas, mas a gente quer o bebê.
Amigas, por favor, me ajudem, tentem me entender, mesmo que me critiquem, mas me deem apoio. O que devo fazer? Não tenho com quem mais falar, por isso uso esse meio. Vocês vão entender que não posso contar nem para minhas melhores amigas, porque talvez me rejeitariam ou contariam para outras pessoas, e isso seria fatal.
Sou uma garota de 20 anos, meu nome é Vero, moro com minha mãe e um irmão mais velho, ele tem 23 anos e se chama Diego. Ambos estudamos na universidade.
Aos 18 tive um namorado com quem tive minha primeira relação sexual, os dois éramos iniciantes nisso, ele tinha a mesma idade que eu, por isso acho que não foi lá essas coisas, além de ter perdido a virgindade. Desde aquela época saía com amigos, tive outros namorados, mas com nenhum passou dos beijos.
Com meu irmão sempre fomos muito unidos, ainda mais desde que meu pai nos deixou, por isso acho que aconteceram as coisas que vou contar. Às vezes, quando não tínhamos lição de casa, eu e Diego ficávamos vendo TV, algum filme, e quando passavam os comerciais, ele começava a me provocar, me empurrando ou me batendo com uma almofada, eu revidava, tudo na brincadeira. Eu sou muito sensível a cócegas, e ele aproveitava para fazer cócegas em mim, eu pedia para ele parar porque não aguentava mais de tanto rir. E isso acontecia com frequência. Uma tarde, quando estávamos conversando no meu quarto, comentei sobre a garota que tinha visto com ele naquele dia, e ele, fingindo estar ofendido, me derrubou na cama e não parou de fazer cócegas, eu revidava fazendo cócegas nele também, e os dois acabamos exaustos de tanto rir, e já deitados na cama ofegantes pela batalha que tivemos, ele, não sei se de propósito ou não, colocou a mão em um dos meus seios, mas aquele toque já não fazia parte da brincadeira, senti algo diferente e fiquei gelada, já que fazia muito tempo que não sentia a mão de um homem no meu corpo daquela maneira. Ele ficou um tempo assim me massageando suavemente e depois apertou, isso me assustou e me deu um arrepio, porque eu sentia que meu irmão estava me acariciando. Nos olhamos sem dizer nada, ele aproximou o rosto e me deu um beijo na boca, depois se levantou e saiu do meu quarto. Fiquei perplexa, por que meu irmão tinha feito aquilo? E além disso, por que eu tinha sentido aquele calor quando ele me tocou?
Passaram vários dias em que ficamos meio que nos evitando, como se nos sentíssemos culpados. Mas uma noite, lembro que era quinta-feira, minha mãe saiu pra visitar uma amiga, e quando ficamos sozinhos não deu mais pra segurar. Ele me perguntou como estavam indo minhas aulas, eu respondia, mas aquela conversa não tinha sentido. Não dava pra fingir que nada tinha acontecido. Com um pouco de nervosismo, Diego disse:
Desculpa pelo que aconteceu no outro dia, não sei por que fiz aquilo
- tudo bem, não se preocupa
- mas o que eu estava falando? não era isso que eu queria responder
mas... a verdade é que... - e ele ficou me encarando, sem se atrever a continuar.
Eu comi sabendo o que ele queria dizer, talvez intuição feminina, terminei a frase que ele tinha começado
a verdade é que... isso... nós dois gostamos, né? - falei devagar e com um tom suave de voz, quase sussurrando
- Você também gostou? - perguntou meu irmão, olhando nos meus olhos
sim… e… não paro de pensar nisso desde aquele dia – me arrependi do que disse, mas era a verdade
Ele ficou me encarando, se aproximou e, segurando minhas mãos, disse
- você não acha que deixamos as coisas inacabadas naquela tarde?
talvez... mas o que você sugere? - Eu sabia o que ele estava sugerindo e isso me deixou toda molinha
Ele se aproximou mais e, sem dizer uma palavra, me pegou pelos ombros e me beijou de novo, mas com a diferença de que dessa vez eu correspondi. Eram beijos apaixonados, como eu nunca tinha beijado nem tinha sido beijada, beijos prolongados até nos sufocarmos. Ele me apertava em seus braços e eu me sentia flutuar. Segurando minha mão, ele me levou até seu quarto, onde continuamos com os beijos. Enquanto nossas línguas brincavam, suas mãos desabotoaram minha blusa e tomaram meus seios. Ele não parava de me beijar enquanto fazia isso. Já sem a blusa, ele tirou meu sutiã e me fez deitar de costas em sua cama. Seus lábios desceram até meus seios, lambendo e chupando meus mamilos, que endureceram em sua boca. Ele foi descendo sem parar de me acariciar com seus lábios, brincou com meu umbigo, e a essa altura eu já estava gemendo e nas nuvens. Ele tirou minha calça e meu fio dental, e eu estava nua diante dele, nua e me entregando completamente às suas carícias. Sua boca chegou até minha buceta e foi um estremecimento incrível. Ninguém nunca tinha me chupado tão bem, e ali estava meu irmão me proporcionando esses prazeres. Eu praticamente gritava de tanto prazer.
- Aaaaaaahhhhhh! Continua, irmãããããããooooo! Não para!
E claro que ele não parou. Ele se levantou, tirou a calça e a cueca, a camisa eu já tinha ajudado a tirar. Ele se aproximou de mim balançando uma rola linda e de bom tamanho, fiquei de olhos bem abertos, aquela ferramenta parecia deliciosa. Ele chegou mais perto e senti a ponta do pau dele na minha entrada
- Você quer, irmãzinha?
siiiiii… quero tudinho…
E lentamente, como se estivesse saboreando cada centímetro, foi enfiando e eu, no paraíso, me sentindo possuída pelo meu irmão. Ele começou suas investidas que me faziam mexer toda e foram gritos, gemidos e ofegos que acompanharam esses momentos inesquecíveis, foi uma eternidade de prazeres até que terminamos quase ao mesmo tempo. Ficamos deitados na cama, de mãos dadas e nos olhando nos olhos.
— Você já sentiu tudo isso? — me perguntou.
não… ninguém me fez sentir tão cheia como você… você é enorme -e era a verdade
e você, irmãzinha, é divina, é puro fogo, eu também nunca senti com outra garota o que você me fez sentir.
O que ele disse me agradou bastante, me levantei um pouco e o beijei na boca, e fiz o mesmo que ele havia feito comigo, fui beijando palmo a palmo até chegar ao pau dele que estava meio mole, mas bastou uma lambida para deixá-lo duro. Coloquei na boca e chupei com toda minha vontade, queria saborear aquele instrumento que me fez gozar, mas não deixei ele gozar ainda porque queria senti-lo dentro de mim de novo. Por isso, subi em cima dele e me enfiei naquela rola gostosa, subia e descia no seu instrumento, era eu quem tinha o controle agora, e cavalguei até fazê-lo gozar. Dessa vez ficamos exaustos.
- Você me quer? - perguntei a ele.
claro, eu gostei bastante, como eu te disse, irmãzinha, você é puro fogo, você me queima e eu gosto disso.
então, essa não vai ser a última vez, né?
- não, meu Verito, vai ser até quando você quiser
Como já sou sua Verito, não quero que me negligencie!
Não sei porque disse isso, mas era o que sentia naquele momento, tinha gozado com meu irmão e queria que isso não acabasse.
nunca vou te descuidar, você vai ver.
Fomos tomar banho juntos e ali debaixo do chuveiro ainda trocamos beijos e algumas carícias. Depois nos despedimos com um beijo longo, jurando ficar juntos e cada um foi para seu quarto.
Pouco depois, senti minha mãe entrando e, achando que estávamos dormindo, ela foi para o quarto dela. Fiquei pensando em tudo que tinha acontecido. Como isso pôde rolar? Se ele é meu irmão... Senti remorso, mas lembrando do quanto tinha gostado, pensei: no fim das contas, somos irmãos, mas aproveitamos pra valer, não estamos fazendo mal a ninguém. Naquela hora, não teve medo nem nada. Além do mais, a gente prometeu continuar juntos, e aí consegui dormir mais tranquila.
E foi assim que, sempre que tínhamos a chance de ficar sozinhos, aproveitávamos para transar. Às vezes, quando algum amigo da faculdade dele viajava, ele pedia as chaves do quarto emprestadas. Os amigos achavam que era para levar alguma conquista, mas nunca imaginariam que ele levaria a própria irmã. Em algumas ocasiões, que foram poucas, quando nossa mãe não nos deixava sozinhos e não tinha quarto de amigo disponível, e o tesão apertava, ele pedia que eu deixasse a porta do meu quarto entreaberta. E eu sentia, lá pela meia-noite, ele entrando no escuro e deslizando na minha cama, meu irmão com fome da irmã. Eu tinha que morder o travesseiro para não gritar enquanto ele me comia, e não acordar nossa mãe, que dormia no quarto dela a poucos metros dali. Mas talvez, justamente pelo perigo, esses encontros fossem mais ardentes.
Minha mãe dizia que achava excelente que a gente se desse tão bem, claro que ela não sabia do resto, mas é verdade que a gente se dava super bem, éramos como um casal de namorados sempre ligados um no outro, nos ajudando e sentindo nosso amor crescer.
Desde que tudo começou, já faz quase um ano que estamos juntos. A gente se cuidava principalmente para evitar uma gravidez, pelo menos eu achava que a gente se cuidava, mas como dizem, basta um pequeno descuido para cair, e foi o que aconteceu com a gente. Depois de uma noite de delírio, quando chegou a época da minha menstruação, não desceu nada, isso me preocupou e eu contei pra ele. Esperamos mais alguns dias e nada, eu estava apavorada — o que a gente tinha feito! Fomos a uma farmácia comprar um teste de gravidez e o resultado deu positivo — eu estava grávida! Comecei a chorar, felizmente minha mãe não estava em casa, eu dizia pra ele: o que a gente vai fazer? Se minha mãe descobrir, ela mata a gente. Ele me consolava, dizendo que a gente não devia se culpar, que ele sempre me apoiaria em tudo, que se a vida nos desse esse filho a gente devia aceitar, mas que nossa mãe não precisava saber de quem era o filho que eu carregava. Fomos a uma clínica fazer outro exame e confirmamos o que já sabíamos: seríamos pais. Foram dias de dúvidas e medos, não saber o que fazer, as que foram mães, principalmente mães solteiras, podem entender. Mas uma coisa que reconheço é que em nenhum momento a gente pensou em aborto. Comecei a amar esse filho e meu irmão também, era fruto de um amor. Fui a uma consulta pré-natal onde o médico me disse que estava tudo bem. Já vão fazer três meses de gravidez. O médico me perguntou se era o primeiro, eu disse que sim. Não se preocupe, ele disse, você é saudável e forte e isso ajuda para que a gravidez se desenvolva sem problemas. Não pude perguntar se o fato de ser filho do meu irmão traria alguma consequência, não podia perguntar isso, ninguém pode saber. Por isso conto a vocês, amigas que estão lendo estas páginas, preciso da ajuda e do conselho de vocês, sei que muitas pessoas vão me julgar mal, mas sei também que muitas vão me entender e me compreender, quero tirar essa dúvida de se meu bebê não vai ter nada de errado ou algum possível defeito por ser meu irmão o pai. Sei que por aí se diz que se você tem um filho para seu irmão ou para seu pai, nascerá com algum defeito ou doença, não sei se isso é verdade ou só dizem para assustar. Mas de verdade desejo saber se não há riscos para o bebê, já que não quero que aconteça nada com ele. Se alguma de vocês amigas já passou pelo que estou passando, se alguma mulher teve um filho para seu irmão ou pai, escreva para mim e me diga como estão seus filhos, se são saudáveis e normais.
Quero tirar essa dúvida da cabeça para esperar meu bebê com tranquilidade. Meu irmão fala pra eu não me preocupar, que tudo vai dar certo e o bebê vai ser lindo e saudável, eu acredito nele e desejo com todas as minhas forças que seja assim, mas não consigo evitar que às vezes essa dúvida volte.
Ainda não contamos para nossa mãe, mas vou ter que fazer isso logo, porque vai chegar uma hora que não vou mais conseguir esconder minha barriga, e ela vai ter que saber da minha gravidez. Claro que não vou dizer que é do meu irmão, vou dizer que é de um namorado que eu tive e que, quando soube da minha situação, foi embora pra não assumir a responsabilidade. Sei que minha mãe vai ficar brava e vai me dar uma baita bronca, entendo isso, mas espero que no final ela me dê apoio, confio que vai ser assim. Sei que meu irmão vai estar do meu lado. Embora nós dois também saibamos que, para todo mundo, meu irmão vai ser só um tio carinhoso e querido do meu bebê, só nós vamos saber a verdade. Tipo, a gente sabe que não vai poder ser um casal de verdade perto das pessoas, que um dia meu irmão vai ter uma namorada e vai casar, e eu também acho que vou fazer o mesmo. Mas sempre vai ter alguém que vai nos unir pra vida toda, mesmo se a gente se separar. Conversamos sobre tudo isso, não sei como isso vai mudar nossas vidas, mas a gente quer o bebê.
Amigas, por favor, me ajudem, tentem me entender, mesmo que me critiquem, mas me deem apoio. O que devo fazer? Não tenho com quem mais falar, por isso uso esse meio. Vocês vão entender que não posso contar nem para minhas melhores amigas, porque talvez me rejeitariam ou contariam para outras pessoas, e isso seria fatal.
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