Cuando Grabe A Mi Madre Follando Con Mi Tio

Minha mãe se chama Nora e é felizmente casada com meu pai, que trabalha até tarde e chega de madrugada, por volta das 5h30. Meu tio se chama Oscar e é casado com a irmã do meu pai. Ele mora ao lado da minha casa, e entre as duas casas não tem muro separando, então a gente passa livremente de uma pra outra. Meu tio sempre visita muito a minha casa, e minha mãe faz o mesmo na casa dele — coisa que eu nunca dei muita importância. Durante as noites, eu sempre ouvia uns barulhos estranhos, tipo passos, gemidos e barulho de pedras. Nunca ligava e continuava dormindo. Um dia, notei uma atitude estranha na minha mãe: do nada, ela começou a lavar um conjunto de calcinha e sutiã com as próprias mãos, o que não era normal pra ela. Isso me deixou meio desconfiado, mas deixei pra lá. Os dias foram passando e percebi que a calcinha e o sutiã eram pretos — de novo, não dei bola. A primeira vez que comecei a achar realmente estranho foi quando notei que a roupa íntima que minha mãe lavava todo dia era sempre o mesmo conjunto preto. Um dia, ela tava claramente procurando alguma coisa desesperadamente, então cheguei nela e perguntei o que era. Ela respondeu que tava procurando uma saia que queria vestir. Eu também tava procurando uma coisa, então fui pro quintal dos fundos da casa velha. Porque aqui em casa tem duas casas: tem a casa velha, onde a gente dormia antes, e a casa nova, onde eu durmo agora. Mas essa última ainda tá em reforma, então por enquanto só eu e meu irmão dormimos nela, enquanto meus pais ainda dormem na casa velha. A casa velha tem dois corredores, um de cada lado, que ficam totalmente escuros à noite. Num deles, dá pra passar de boa, mas no segundo só entra dando a volta toda por trás da casa velha, que termina numa espécie de beco sem saída. Como Eu continuei procurando minha bola de futebol pra ir jogar com meus amigos, então procurei em tudo quanto é canto, mas não achei. O único lugar que faltava era o corredor sem saída, então fui dar uma olhada e, com a minha sorte, encontrei a bola que tava procurando. Quando fui pegar a bola, notei que tinha um pano preto jogado no chão em cima de um monte de pedras. Me aproximei e peguei ele. Quando olhei direito, percebi que era a calcinha minúscula que minha Mãe lavava todo dia. Com as duas mãos, tentei ver melhor, mas tinha uma espécie de pus branco grudado nela, que impedia de abrir fácil. Depois de um tempo, consegui desgrudar e, na mesma hora, soltou um cheiro forte. Aí peguei, guardei comigo e fui pra minha casa nova. Notei que minha Mãe ainda tava procurando o tal lápis. Entrei devagar e, de forma disfarçada, deixei a calcinha cair no banheiro e fui embora. Quando voltei pra casa, minha Mãe tava mais calma e percebi que ela tava lavando a calcinha preta dela. Perguntei se ela tinha achado o lápis e ela, sorrindo, disse que sim e me beijou. Os dias passaram e notei que meu tio Oscar tava vindo cada vez mais na minha casa, principalmente quando meu Pai não tava. Ele sempre vinha de noite. Uma noite, notei algo estranho: meu tio, do nada, começou a dizer que tava com dor de estômago. Minha Mãe foi na hora pro quintal da casa velha, segundo ela, pra pegar umas ervas pra fazer um chá pra ele. Não passou nem dois minutos e meu tio disse que ia buscar algo na casa dele e voltava na hora. Passaram mais de dez minutos até minha Mãe aparecer. Ela deixou as ervas na cozinha e foi pro banheiro. Notei que ela tinha uma mancha visível na blusa. Assim que chegou no banheiro, começou a escovar os dentes e, principalmente, enxaguar a boca. Fez isso umas três vezes, insistentemente. Depois foi pro quarto dela na casa dos fundos e voltou com outra blusa. Daí a pouco, meu tio apareceu. Tio Oscar, todo novo, disse que tinha relaxado um pouco e que a dor de estômago tinha passado como num passe de mágica. Ele, sem perceber que eu tava olhando, se aproximou da minha Mãe pra pedir o chá de ervas, e eu notei que minha Mãe, com o olhar, fez um sinal pra ele subir o zíper da calça. Dessa vez, eu desconfiei claramente que alguma coisa tava rolando entre os dois. As noites foram passando, e os barulhos estranhos continuavam, junto com minhas suspeitas. Uma noite, minha Mãe foi se deitar cedo, umas onze da noite. Como sempre, meu Pai chegava de madrugada, então eu também fui me deitar, mas antes lembrei que precisava pegar roupa porque ia sair com minha namorada de manhã cedo. A roupa tava na casa velha, então fui buscar. Quando entrei, as luzes estavam todas apagadas, e lá no fundo dava pra ouvir barulhos e gemidos, iguais aos que eu ouvia toda noite. De repente, as luzes acenderam, e minha Mãe saiu na hora do quarto dela, vestindo uma minissaia curta, descalça, com a blusa desabotoada e o cabelo solto. Rápido, ela me perguntou o que eu queria, e eu falei que tava procurando roupa pra sair amanhã com a Yanina (minha namorada). Aí ela começou a catar a roupa pra mim. Eu notei algo estranho, mas fingi que não vi nada. Enquanto minha Mãe procurava a roupa, reparei que a minissaia dela tava amassada, como se ela tivesse levantado ela até em cima da cintura. Também tava exalando um cheiro forte de buceta misturado com pinto. De qualquer jeito, entrei na dela. Ela me entregou a roupa, e eu fui me deitar — bom, ela pensou isso. Então bati a porta e fiquei do lado de fora. Pouco depois, ouvi barulhos junto com passos, e de repente uma sombra passou na minha frente. Era uma silhueta masculina. Olhei bem e consegui ver que ele parou pra arrumar a calça e a camisa. Depois que terminou de se ajeitar, eu já sabia quem era, mas ainda faltava confirmar isso, depois essa pessoa continua andando em direção à casa do meu tio Oscar. Aí chego na porta da casa, acendo a luz e confirmo: era meu tio Oscar que tinha acabado de sair do quarto da minha mãe. Ali consegui entender por que tantas visitas e tantas atenções especiais que minha mãe dava pro meu tio. Pois tava claro: meu tio Oscar tava comendo minha mãe do jeito que queria. Então decidi espionar eles e gravar pra confirmar todas as minhas suspeitas e pegar eles com a mão na massa, ou melhor, com a pica do meu tio Oscar na boca, no cu e na buceta da minha mãe. Aí esperei até a outra noite pra gravar eles. Minha mãe foi se deitar lá pelas onze e meia da noite, meu irmão não tava em casa porque ia dormir na casa de um amigo, então o momento tava perfeito pra espionagem. Lá pela meia-noite e meia, ouvi os mesmos barulhos de toda noite, que vinham do corredor sem saída dos fundos da casa. Então levantei, peguei minha câmera, coloquei no modo infravermelho e fui caçar. Cheguei no corredor sem fazer nenhum barulho, tava a centímetros de saber a verdade. Virei a cabeça na direção deles e vi meu tio subindo as calças e vestindo a camisa. Do outro lado, minha mãe tava ajoelhada, se limpando os peitos, o cu e a buceta com um pano preto que reconheci na hora: era a calcinha preta da minha mãe, que depois de usar ela deixou cair no chão. Antes do meu tio terminar de subir as calças, ela chegou perto e lambeu a pica dele pra não deixar nenhum vestígio de porra salgada, pra minha tia não descobrir. Enquanto ela continuava chupando meu tio, aproveitei pra sair dali e voltar pra minha casa pra não ser descoberto. Uma vez no meu quarto, não conseguia acreditar no que meus olhos tinham visto. Tirei todas as minhas suspeitas e comecei a ligar alguns fatos, como entender por que Minha mãe sempre lavava o mesmo conjunto de calcinha e sutiã preto, e era óbvio por quê: era a roupa que ela usava pra foder com meu tio, e lavava porque ficava encharcada de porra dele. Também entendi a história da dor de estômago que meu tio teve lá em casa — o sem-vergonha só queria tirar minha mãe de casa pra ela dar um boquete nele, e ficou com a boca cheia de porra e a blusa toda molhada, que ela trocou depois. Bom, era hora de entrar na brincadeira, e foi o que fiz, pra poder registrar tudo com minha câmera. Continuei espiando eles. Uma vez, em plena luz do dia, vi minha mãe entrar no quarto de ferramentas do meu pai. Poucos minutos depois, meu tio entrou com o pau quase estourando, fechou a porta, e só pude ouvir ele fodendo ela bem na minha cara. Minha mãe parece que deu um boquete nele que o fez gemer, depois ela pedia pra ele foder os peitos dela. Em alguns minutos, ouvi ela pedindo pra ele gozar na boca dela, dizendo: "Oscar, quero porra, meu amor". De repente, minha mãe calou a boca — parece que ele encheu ela de porra. Uns cinco minutos depois, meu tio saiu do quarto fechando a braguilha da calça. Pouco depois, minha mãe saiu com a blusa toda manchada de porra do tio Oscar. Outra vez, fui na casa do meu tio buscar uma coisa, quando de repente ouvi um gemido vindo da oficina dele. Me aproximei e peguei meu tio debaixo da saia da minha mãe, chupando a buceta dela. Parece que ele faz bem, porque minha mãe não parava de gemer de prazer. Quando ele tava pronto pra foder ela, ouviram barulho na casa — era minha tia que tinha chegado do trabalho. Rápido, minha mãe vestiu a calcinha preta, abaixou a saia e saiu da oficina do meu tio. Esses dois já não tinham mais vergonha, porque na mesma tarde meu tio foi buscar minha mãe em casa e levou ela pra casa dele, já que minha tia tinha Eu tava tomando banho e ela sempre demora umas duas horas toda vez que vai se lavar, então o sem-vergonha levou minha Mãe pra casa dele e terminou o que tinha começado. Eu segui eles e peguei meu tio comendo a buceta da minha Mãe de novo, em cima do carro dele. Minha Mãe tava toda aberta de pernas, deixando ele comer a buceta dela do jeito que quisesse. Daí ele não aguentou mais, montou nela e enterrou a pica enorme dele de novo. Foi tanta excitação que ele não durou muito e gozou dentro dela. Depois, achei várias vezes a calcinha preta da minha Mãe no banheiro dele, no carro dele, no meu banheiro, na cama da minha Mãe, na minha cama, dentro de um sofá velho que a gente tem, no carro do meu Pai. Uma vez vi meu tio fodendo minha mãe num buraco que tinha no quintal da casa dele, porque tavam construindo uma piscina. O buraco tava uns quatro metros pra baixo, então era o lugar ideal pra ele levar ela e comer ela bem comida. Eu fui pegar minha câmera, mas a bateria tinha acabado, então fui só ver o show mesmo. Foi incrível: meu tio deixou minha mãe completamente pelada, colocou ela de quatro e comeu ela no cu. Que gritaria da minha Mãe! Antes de gozar, meu tio tirou a pica do cu e enfiou na boca da minha Mãe, e assim ela terminou o serviço naquela noite. Depois de tanta espera pra gravar uma foda completa entre meu tio e minha Mãe, chegou a grande noite. Meu irmão não tava e não ia voltar naquela noite. Eu falei que ia ficar na casa da minha namorada Yanina. Assim, a noite ficou livre pra minha Mãe, pra meu tio poder foder ela sossegado. Já de noite, eu me escondi no fundo do corredor sem saída, me cobri com umas caixas de papelão que tinham lá e, com a câmera na mão, fiquei esperando. Umas onze da noite, o show começou a ser gravado. Logo apareceu meu tio Oscar, de jeans. os quais deixavam à mostra seu pau ereto. Em poucos minutos apareceu minha Mãe, que estava usando uma minissaia apertada que deixava à mostra sua bunda enorme, e também uma blusa transparente que revelava que ela não estava usando sutiã. Meu tio imediatamente pressionou minha mãe contra a parede da casa e começou a passar a língua por todo o rosto dela, enquanto ela tentava abaixar as calças dele, até que conseguiu seu objetivo e puxou as calças do meu tio para baixo. Ali, pela primeira vez, vi minha Mãe em ação, que jeito de passar as mãos no meu tio e, principalmente, como ela pegava no pauzão dele, com uns 20 cm de comprimento, e olha que grosso que era. Ele continuava dando mordidas no pescoço dela, enquanto ela, com as mãos, começava lentamente a bater uma punheta pro meu tio. De vez em quando, minha mãe parava para pegar na cabeça do pau do meu tio e extrair restos de sêmen, levando-os à boca dela. Logo, meu tio pegou uma garrafa com líquido que tinha trazido de casa, e disse pra minha mãe: "Norita, trouxe o suco que você tanto gosta". Ela respondeu: "Você trouxe o suco de urina misturado com seu gozo?" "Hummm, adoro esse sabor e cheiro." "Oscar, por favor, espalha ele no meu corpo todo." E ele fez isso, derramou a garrafa inteira no corpo da minha mãe e também deu pra ela beber. Minha mãe ficou encharcada com aquele suco sexual exótico. A blusa, ao ficar molhada, ficou totalmente transparente, e eu pude ver a forma real dos peitos dela, que eram grandes, empinados e com os bicos duros. Passaram-se alguns segundos, e meu tio pegou uma corda que encontrou no chão, com a qual começou a amarrar as duas mãos da minha mãe juntas. Depois de amarrar as duas mãos, meu tio pressionou minha mãe contra a parede da casa, levantou as mãos dela para cima e bem esticadas, e então, num tipo de varal para pendurar roupas, meu tio prendeu a amarra ali, deixando minha mãe imóvel e à mercê dele. Mercê. Assim que terminou a posição, meu tio atacou na hora a vítima sexual dele, que tava indefesa naquela posição. Ele começou tirando as meias e lambendo os pés da minha mãe, que jeito de chupar os pés, era realmente selvagem. Depois foi subindo e começou a lamber as coxas dela, que chegavam a fazer barulho com os chupões que ele dava. Passando direto pela buceta da minha mãe, ele atacou e rasgou a blusa molhada de suco dela, num movimento só. Com aquelas tetonas na frente dele, meu tio apertou uma teta da minha mãe com uma das mãos, o que fez ela soltar um gemido de prazer, deixando o bico do peito mais duro do que nunca. Com muita raiva, ele começou a chupar as tetas da minha mãe. Ela só conseguia gemer de prazer, e isso durou até meu tio começar, com uma das mãos e um dos dedos, a passear por toda a racha da minha mãe e também pela buceta peluda e rosada dela. Isso deu o sinal pra chegada a vez da bucetinha da minha mãe. Meu tio soltou devagar as tetas dela e começou a descer, passando pelo umbigo e depois encontrando a minissaia dela. Ele colocou as duas mãos nas pernas da minha mãe e começou a subir rápido, pegando a minissaia dela no caminho e deixando ela completamente levantada na cintura. Assim, ficou exposta só a calcinha preta que minha mãe sempre lavava. Meu tio, desesperado, começou a chupar a buceta da minha mãe com calcinha e tudo, até que, na agonia, começou a puxar a calcinha dela com os próprios dentes, tirando ela por completo. Depois, com as mãos, ele começou a abrir as nádegas dela com força pra lubrificar o cu. Mas enquanto lubrificava, ainda tava lambendo a buceta da minha mãe, que, desesperada, pedia pra ele parar porque tava quase gozando. Ela tinha acabado de se calar quando sentiu, pela primeira vez na noite, o primeiro orgasmo percorrer o corpo todo dela. Jeito de fazer ela gozar. Enquanto ele continuava, minha mãe dizia: "ahhhhhhh" "assim, meu amor" "arrebenta minha buceta e depois meu cu" "vamos, quero sentir você dentro de mim". Logo meu tio, ao sentir que o cu da minha mãe estava bem lubrificado, levantou rápido e soltou minha mãe, que instintivamente se jogou em cima do pau dele, numa só enfiada meteu os 20 cm de pica na boca dela. Ele deixou ela chupar o pau por uns minutos, porque depois viria a sobremesa final. Meu tio Oscar levantou minha mãe e a pendurou de novo, mas dessa vez ao contrário de como tinha colocado no início, então com o cu da minha mãe à mercê dele, meu tio colocou uma mão na boca dela e mandou ela cuspir nela pra lubrificar de novo o buraquinho preto pra poder enfiar. Devagar, meu tio começou a meter a cabeça do pau no cu preto da minha mãe, e assim que a cabeça entrou, minha mãe começou a gemer de dor, o que deixou meu tio tão excitado que numa só enfiada meteu o membro inteiro no buraco anal da minha mãezinha. Assim meu tio começou a foda, que pegou mais ritmo quando minha mãe disse: "quero sentir você mais fundo, meu amor". Então cada vez que ele metia pra frente, ela empurrava pra trás pra enterrar o pau mais fundo no cu dela. De repente, eles estavam transando pra caralho, quando começou a rolar uma parada estranha neles: minha mãe começou a jorrar líquido pelas pernas, e a mesma coisa aconteceu com meu tio, ele começou a molhar a calça toda com um líquido que, com o passar dos segundos, descobri que era urina. Sim, minha mãe tinha se mijado enquanto meu tio metia no cu dela, isso foi incrível. Depois de uns 30 minutos de penetração, meu tio soltou minha mãe e empurrou ela no chão do corredor, ele imediatamente pulou em cima dela e comeu ela na buceta peluda que minha mãe tinha, tudo isso durou até ele se levantar e, apontando o pauzão, gozar por tudo. Corpo da minha mãe, não sobrou nada, nem a roupa, as pernas, a boca, a bunda, a buceta e as mãos dela. Depois de ficar completamente exausto e satisfeito, meu tio levantou a calça e vestiu a camisa, deixando minha mãe no chão, ainda tremendo de prazer. Aí ele terminou de se arrumar e foi embora pra casa dele, dormir tranquilamente com a esposa. Os dias passaram e minha mãe continuou lavando as calcinhas pretas quentes e excitantes dela, junto com o sutiã.

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