Vou contar como eu comi uma putinha num sanatório. Tudo começou um dia quando eu tava jogando bola com meu amigo, era umas 19h, e chega um zap de uma gostosa que eu tava conversando. Ela: Oi, tudo bem? Eu: Oi, tudo e você? Ela: Eu mais ou menos, minha filha tá internada no sanatório, tô cuidando dela. Eu: Pô, que merda... O que ela tem? Ela: Pegou muita febre e não conseguiam baixar, então deixaram ela internada fazendo exames. Eu: Coitadinha, tomara que se recupere logo. Quer que eu vá te ver? Nisso já era umas 20h30, não deixavam mais ninguém entrar porque o horário de visita já tinha passado. E ainda por cima eu tinha tomado umas cervejas com meu amigo, então já tava alegrinho. Ela: Beleza, mas acho que não vão deixar você entrar. Mesmo assim, vou falar pro segurança que você é o pai da minha filha. Eu: Beleza, vou indo. Me despeço do meu amigo e vou pro sanatório. Chego lá e ela tava me esperando na porta, fala pro segurança que eu era o pai da menina, que tinha acabado de sair do trabalho, e ele me deixou passar. Subimos pro segundo andar pelas escadas e entramos no quarto. Tinha uma senhora com o filho dela numa cama e a filha da gostosa na outra. Sentei na cama, cumprimentei a menina, brinquei um pouco. Eu tava sentado na ponta da cama e ela do meu lado. A menina tinha dormido, então começamos a nos olhar e nos tocar. A senhora do lado tinha dormido com o filho, virada pra parede. Nisso, percebo que ela começa a passar a mão na minha perna, e eu, sem perder tempo, também passei a mão na perna dela. Na sequência, roço a buceta dela pra ver qual era a reação. Quando notei que ela me olhou e sorriu, fiz de novo. Eu, naquele momento, com umas cervejas na cabeça e o pau duro, não tava nem aí pra nada. Saímos do quarto e sentamos na escada do sanatório. (Ah, e tudo isso a gente já tinha tido um encontro antes, mas não chegamos a transar com a gostosa porque não rolou.) Começamos a falar de tudo e aí entra o assunto de que não conseguimos transar. Eu: Lembra quando a gente não conseguiu transar? Ela: Sim, sim. Deixou uma puta raiva, tava... Eu: Po, eu também. Ela: Não ia gostar de fazer aqui? Eu: Aqui?? Não é muito arriscado? Se nos pegarem, a gente é expulso. Ela: Não, se não tem ninguém, fica tranquilo. Deixando claro que não tinha ninguém naquele momento e as luzes estavam todas apagadas, menos duas que iluminavam os quartos. Nisso, começamos a nos beijar, minha mão começa a descer do rosto dela até os peitos, acaricio eles (tinha uns peitos lindos, durinhos). Nisso, percebo que os bicos dela ficam duros e continuo descendo com a mão até chegar na bucetinha, beijo o pescoço dela e enfio a mão por baixo da calça dela, sinto que tá molhada e começo a acariciar o clitóris. Continuo beijando ela e ouço um gemido perto da minha orelha, já tava muito excitado e eu tava de pau duro. Eu tava de short porque tinha vindo de jogar futebol. Ela abaixa meu short e começa a chupar meu pau. Enquanto isso, a menina dormia no quarto. Ela continua chupando por um tempo e eu falo: "Vamos pra outro lugar, porque aqui vão nos ver e a gente é expulso." Começo a olhar e tinha um quarto com uma luz só, falo: "Eu: Vamos pra aquele quarto." Ela: "Nãooooo! Aquele é o quarto dos enfermeiros." Eu: "Vamos mesmo assim." (Nessa hora, já não tava ligando pra nada.) Ela: "Não, melhor irmos pro banheiro do quarto onde tá a Valentina (nome fictício da filha)." Eu: "Beleza, vamos." Entramos no quarto e a senhora que tava com o filho dela continuava dormindo de frente pra parede. Nisso, entro no banheiro e ela entra atrás de mim. Começamos a nos beijar, ela tira meu short e começa a chupar meu pau de novo. Ela chupava de um jeito tão gostoso, passava a língua por tudo, subia e descia, engolia ele inteiro. Depois de um tempo chupando, eu paro ela, tiro a calça que ela tava e a calcinha fio dental vermelha. Pego minha carteira e coloco a camisinha, coloco ela de quatro, de frente pra um espelho que tinha, e começo a meter o pau devagar. Nisso, ouço ela gemer baixinho, então começo a meter com mais ritmo e tapo a boca dela pra caso ela gritasse. Eu: cê gosta, bebê!?
Ela: mmmmm aaaahhh sim sim, bebê, me dá mais..
Eu: por onde você quer, amor.?
Ela: me dá pela bunda.. quero ela toda, mmmm
Aí eu tiro ela da buceta, dou uma cuspida no cuzinho e começo a meter um dedo, ela não parava de gemer, óbvio, devagar..
Quando consigo relaxar um pouco o cuzinho dela, começo a meter a pica devagar, ela me ajuda porque a gente tava meio desconfortável. Quando consigo enfiar a pica toda, ela solta um gritinho.
Eu: shhii, vão nos descobrir (embora eu não quisesse que nos descobrissem, claro, só de pensar na situação que a gente tava, uma adrenalina percorria meu corpo todo, fazendo eu querer comer ela com toda força).
Continuo comendo ela pelo cu até não aguentar mais e já tava gozando..
Eu: vou gozar, amor, onde você quer o leite.?
Ela: na boca, amor, quero tomar tudo.!
Eu: ah, você é gulosinha, hein jaja
Ela: adoro o leite, papai..
Aí ela se ajoelha, tira a camisinha e chupa minha pica, gozo na boca dela e ela toma todo o leite.
Me visto e lavo as mãos, abro a porta devagar e vejo que todo mundo ainda tá dormindo, então saio e sento numa cadeira que tinha..
Pouco depois ela sai, me despeço e vou embora..
Essa é minha primeira história e contei exatamente como vivi. Espero que gostem.
Ela: mmmmm aaaahhh sim sim, bebê, me dá mais..
Eu: por onde você quer, amor.?
Ela: me dá pela bunda.. quero ela toda, mmmm
Aí eu tiro ela da buceta, dou uma cuspida no cuzinho e começo a meter um dedo, ela não parava de gemer, óbvio, devagar..
Quando consigo relaxar um pouco o cuzinho dela, começo a meter a pica devagar, ela me ajuda porque a gente tava meio desconfortável. Quando consigo enfiar a pica toda, ela solta um gritinho.
Eu: shhii, vão nos descobrir (embora eu não quisesse que nos descobrissem, claro, só de pensar na situação que a gente tava, uma adrenalina percorria meu corpo todo, fazendo eu querer comer ela com toda força).
Continuo comendo ela pelo cu até não aguentar mais e já tava gozando..
Eu: vou gozar, amor, onde você quer o leite.?
Ela: na boca, amor, quero tomar tudo.!
Eu: ah, você é gulosinha, hein jaja
Ela: adoro o leite, papai..
Aí ela se ajoelha, tira a camisinha e chupa minha pica, gozo na boca dela e ela toma todo o leite.
Me visto e lavo as mãos, abro a porta devagar e vejo que todo mundo ainda tá dormindo, então saio e sento numa cadeira que tinha..
Pouco depois ela sai, me despeço e vou embora..
Essa é minha primeira história e contei exatamente como vivi. Espero que gostem.
1 comentários - Cojiendo en sanatorio privado