Parte 2 – Façanhas anais da Bulma e da Bra.Esse episódio se arrastou pra caralho por causa da quantidade de cenas triplo X que tem. Só vou dizer que conclui a parte anterior onde Vegeta e Bulma se deram uma liberdade total. O primeiro, numa viagem de prazer com Maron e Bra num cruzeiro de luxo. Já a Bulma, prestes a jantar com Goten e Trunks, mas o menu vai ser a surpresa. Qual trio vai chegar mais longe?
Todos os personagens protagonistas ou mencionados têm mais de 18 anos.
Protagonistas Bra, Maron, Bulma:









Vegeta conhecia dois mundos bem diferentes entre si. O mundo saiyajin da sua família, e o terrestre, onde formou uma família com a Bulma.
Por anos, depois de conquistar planetas sob as ordens do Freeza e crescer no palácio real, ele se alimentou de dezenas de histórias e experiências sexuais vindas de muitos mundos e raças diferentes.
Conheceu raças alienígenas que conseguiam produzir orgasmos enormes com feromônios, raças que mudavam de sexo durante o coito, outras cujos fetiches podiam assumir qualquer forma, outras raças eram conhecidas por serem tão sexuais que, por costume, transavam a maior parte do dia e suas sociedades eram construídas em cima disso… Vegeta ouviu, se alimentou, e até viveu experiências durante suas conquistas espaciais e sob as ordens do Freeza. Achou que o mundo fora do planeta Terra era mais extremo e louco depois de conhecer os costumes sexuais terrestres e se aquietar com uma esposa.
No entanto, com o passar dos anos, depois de conhecer a fundo sua esposa e filha, percebeu que o planeta onde vivia não tinha nada a dever a nenhum outro. O incesto era um tempero que não existia em todas as raças da galáxia (algumas nem tinham o conceito de família ou puniam severamente) e na Terra podia apimentar suas experiências na cama de um jeito que só os mais ousados se atreviam a tentar.
Lá estava o saiyajin na cama do cruzeiro Netuno, se esfregando com sua filha Bra e sua melhor amiga Maron. Na verdade, parecia que cada posição era mais exótica que a anterior. Se a jovenzinha de cabelos loiros estava com pressa pra ir embora, ela esqueceu disso. Agora estava empenhada em colocar sua boquinha pra funcionar de novo, aprimorando suas habilidades orais.
Vegeta estava de barriga pra cima, se segurando como uma mesa com as pernas e braços enquanto as damas se banquetearam nas zonas mais gostosas do corpo dele. Ele balançava levemente com a Bra embaixo fazendo um anilingus nele. enquanto Maron, sobre sua amiga, chupava o pau dela.
Como se fossem técnicas de luta, elas tinham aprendido bem os truques e estavam despertando em Vegeta tanto prazer quanto era possível sentir. Maron, muito concentrada no seu trabalho oral, perdia o nojo sugando a glande com desenvoltura e balançando a cabeça rapidamente sem perder um segundo. Bra, por outro lado, se tinha alguma resistência a lamber cus, já tinha perdido e estava dedicada a dar prazer ao pai onde uma filha não devia dar, o mais fundo no cu dele que conseguia. Com as mãos livres, ela se esfregava a buceta e até acariciava os testículos dele, que se roçavam no balanço sobre a bunda dela.Slurp, slurp, slurrp, ghhhkkk, slurp…- Indo em direção à Maron, soltando um arroto de vez em quando, cuspindo e voltando à ação.
Bra não fazia muitos sons, mas enquanto lambia, soltava uns gemidinhos, e embora Vegeta pensasse que eram mimos auditivos pra ele, começava a achar que ela realmente curtia a putaria de enfiar a língua no cu dele. Não parava nem um segundo, fazia cada vez melhor.
- Vocês vão me acostumar mal... nem sempre se tem duas novinhas chupando minha pica e meu cu.
- Ele realmente adora você lambendo ele aí, é um tarado mesmo... - A loira comentou, certeira, sem perder tempo e voltando a enfiar o pau na boca como se estivesse desesperada.
- Agora nas minhas bolas, chupa elas direito... - Mandou pra Maron, que, obediente, começou a chupar os testículos dele enquanto ele batia uma. - Isso aí, muito bem, você manda bem, Maron.
Ficou naquela posição por vários minutos, onde cada vez precisava de mais concentração pra não gozar, então parou de se masturbar. Mas aí um braço da Bra envolveu a cintura dele por trás e começou a bater uma pra ele.
- Ah, isso é fantástico, sempre tão adiantada...
- Vamos, não seja mesquinho e goza na Maron mais uma vez, você consegue várias vezes. - Pediu, tomando um fôlego.
- Tá bom, você vai ter uma segunda chance, Maron. Dessa vez não desperdiça, vou te dar toda a minha porra saiyajin.
E foi isso. Enquanto Bra batia uma pra ele e lambia o cu dele, ele puxou a loira e gozou na cara e na boca aberta dela, que transbordou como sempre, escorrendo porra do queixo e caindo nos peitos da Bra. Vegeta fechou a boca dela pra não desperdiçar, empurrando o queixo com o dedo.
- Vamos, tá quentinha e grossa, seja uma boa menina e bebe os nutrientes... - Quando ela abriu de novo, tava vazia. - Isso aí, assim que eu gosto, boa menina.
- Que fedor! - Reclamou com um hálito que cheirava a mil demônios. - Não sei como consegui beber tanta.
- Acho que é mais fácil se você não pensar e só fazer.
- Você engoliu? Tô vendo que você aprende. Rápido. —Bra interveio, encorajando ela.
—Você não tem genes saiyajin, mas os genes de androide parecem bons também.
—Chega, vocês estão fazendo um bom trabalho. Agora me deem uns minutos pra me recuperar… —Ele as parabenizou, se levantando e se desgrudando daquelas bocas gulosas e sujas. —Agora eu vou dar prazer pra vocês, fiquem como estão.
Bra e Maron permaneceram uma sobre a outra, enquanto Vegeta se posicionava atrás, com ambas as bucetas e bundas túrgidas à mercê dele. Um verdadeiro espetáculo ver aquelas maçãs de carne transbordando calor e sabores à disposição dele.
—Pelo capeta, se existisse uma técnica pra duplicar braços ou cabeças, seria útil pra momentos como este… —Ele observou, admirando os pratos à sua frente. Puxou a malha de uma peça de Maron e deu uma olhada no corte salmão que era a buceta dela. Era apenas um pequeno talho entre duas esponjas de pele que formavam uma buceta apetitosa, brilhante e molhada, pronta pra ser devorada fundo pela língua saiyajin dele.
—Meu pai me falou que o Ten Shin Han conhece uma técnica assim… —Contou Maron, enquanto Vegeta afundava o nariz no sexo dela pra sentir o cheiro. Pra raça dele, os cheiros sexuais eram afrodisíacos, obrigatórios no sexo.Uuuuh, seu papi tá respirando minha buceta…
- Sim, é um safado, ele adora bucetas jovens, todas suadas e molhadas.
Depois de impregnar aquele perfume feminino em cada poro, passou a degustar a vulva com bocadas grandes e profundas. Não era difícil pra ele cobrir a buceta inteira com a boca e dar bocadas de afogado, chegando bem fundo com a língua. Logo a umidade de Maron começou a se misturar com a saliva do saiyajin, que estava deixando ela toda brilhante.
- Você gosta de como ele chupa, Maron? Ele é muito bom nisso…
-Ahh, ahhh, mmmm, oooh— Tá entrando fundo demais, vai me desvirgar com a língua... — gemeu a loira.
— Quero ver essas boquinhas sempre ocupadas, menos conversa e mais ação. — Vegeta apareceu por trás, puxando a cabeça de Maron para perto da da filha, forçando um beijo lésbico entre as amigas. — Isso aí, compartilhem os sabores, que nenhuma boca fique sem ocupação nessa cama...
Em seguida, ouvindo o som dos beijos (uma boa desculpa pra elas se calarem), ele voltou e tirou a calcinha da filha Bra, desamarrando-a pelo lado. Ela já estava encharcada com os próprios sucos, tão ardentes quanto gostosos. O gosto de uma buceta saiyajin era único, tinha um sabor e um aroma especiais, tipo um viagra feito sob medida para os da raça. Sem perder tempo, ele fez um cunnilingus delicioso, esfregando a boca contra a boceta dela.MmmmmAh, finalmente recebo um pouco de atenção. — Gozou a caçula dos Briefs sentindo os lábios do pai grudados nos seus, cavando a buceta dela com fervor e depois, chupando o clitóris do jeitinho que ela gostava. Vegeta alternava batidinhas com sucções, o que a deixava louca.
— Não ouço essas bocas ocupadas... — Disse ele, colocando toda a sua habilidade à prova. Com dois dedos dentro da buceta da Bra, levantou o clitóris e chupou sem piedade. Com a mão livre, esfregava a buceta da Maron, mostrando uma coordenação e precisão dignas de atores pornôs terrestres.
Desde a estadia em Netuno, Bra tinha deixado crescer uns pelinhos azuis claros como o cabelo, que davam à buceta dela um aspecto lindo. Além disso, ela adorava que a pele onde usava a calcinha ficasse marcada, sem bronzeado, como se fosse desenhada. A garotinha se esguichou de repente, quase se surpreendendo com os jatos de tesão que voaram pelo ar.
Vegeta enfiou o pau entre as duas bucetas, molhando ele com os sucos das duas. Era como meter num forno de carne, aqueles quatro lábios ardentes queimavam o tronco venoso e latejante dele como se derramassem glacê fervendo. O pau ficou lubrificado e, sem aviso, ele escolheu um buraco e meteu até o saco.Aaaahhh, papiSiiiiii— Me come, me come forte, mete tudo… — Gritou Bra, a primeira presenteada com o mimo de carne.
— Já entrou tudo, putinha. — disse ele, começando a penetrá-la e aumentando a velocidade. — Papai vai te dar tudo.
Tudo virou gemidos e batidas. As pernas de Vegeta batiam na bunda da jovem, fazendo “plaf, plaf, plaf… a uma velocidade cada vez maior. Para completar o prazer, Maron massageava os peitos da amiga e esfregava o rosto neles.
- Não é justo! Você tem eles tão grandes e macios. - Elogiou enquanto beliscava os mamilos dela. Bra estava em choque. Os estímulos eram demais para seu corpo jovem e ela gozava compulsivamente a cada minuto que passava. Vegeta não parava nem diminuía o ritmo, metia fundo sem pausa, de forma rítmica, como um baterista em um solo particularmente frenético.
Era um deleite único que ele não tinha provado em nenhum outro planeta. Foder a própria filha daquele jeito e aproveitar tanto não ia experimentar em nenhum outro mundo. Pela segunda vez em poucos minutos, gozou dentro da buceta dela sem parar de bombar até soltar a última gota, empurrando a porra até o fundo e batendo dentro do útero proibido.Aaaaah— Por favor, que boa foda, merda, vai me deixar aberta igual caldeirão de bruxa… — Gemeu exausta Bra, toda suada e ofegante. Mesmo parada, ficou derretida na amiga de tanto prazer.
— Que venha a próxima. — Anunciou como se encher a vagina da filha de porra fosse a coisa mais normal do mundo. — Ainda tenho um ou dois tiros.
— Não sei se quero um pedaço desse dentro de mim, ainda sou virgem. — Desconfiou Maron.
— Vai ter que decidir rápido. Não sei se vou estar disponível no futuro. Sou um homem casado. — Pressionou-a de certa forma. — Antes que pergunte, não estou traindo a Bulma. A gente se deu uma liberdade e não posso garantir que teremos outra.
Vegeta se deitou e as jovens o cercaram, acariciando-o, beijando seu corpo e lábios. Como se precisassem de uma pausa de tanta intensidade, tanto delírio, se revezaram para beijar o homem, juntinhas, suadas e excitadas.
— Bom, aceito, mas só se eu controlar a intensidade. Não quero que meta igual fez com a Bra ou vou ficar aleijada. — Aceitou Maron, tirando a malha, ficando como a amiga, como Kami-Sama a trouxe ao mundo.
— Vou ficar aqui deitado e você controla o ritmo. — Propôs o príncipe, compassivo. — Vou levar em conta que além de virgem, você é terráquea, vai me montar do seu jeito.
— Assim eu estreiei e amei. — Completou Bra. — A gente se beijou por minutos e aos poucos fui sentando no meu tempo. Vou fazer de tudo pra você ter uma estreia dos sonhos igual a minha, amiga.
— Ai, você é muito fofa. — Se emocionou a loira. — Vendo por esse lado, não devia perder a chance…
Vegeta soltou uma risadinha pela conversa surreal.
Maron se levantou na cama e foi se sentando sobre Vegeta, esfregando o pau na própria vulva molhada. O príncipe percebeu que ela estava enrolando por medo, a diferença de tamanhos era notável, enquanto o sexo do homem era uma coluna venosa, o dela era um delicado talinho salmão.
— Vai, senta de uma vez. Você vai ter que… Voltar pra sua casa um dia… – apressou a amiga, observando tudo bem de perto.
– A não ser que você goste tanto que fique toda emperrada.
– Tá bom, tá bom, já vou. – E de uma vez, foi descendo, enfiando o tronco até ter ele todo dentro.UuuuhhhÉ tão prazeroso quanto doloroso... uuuuh, aah- Gemeu se mexendo com certa dificuldade. Era tão virgem que Vegeta sentia como se estivesse enfiando numa prensa de carne. Conforme ela foi se preenchendo, seu corpo se libertava das sensações negativas e o prazer a dominava.
- Se ao menos não fosse tão grande...mmmmDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.aaah…- Ela se descontrolava.
Bra, ao lado do pai, observava fluidos inéditos banharem o falo do pai, coberto pela buceta com cada vez mais facilidade. O pai começou a massagear os peitinhos de Maron, sentindo-os balançarem como frutas prestes a cair nas mãos dele. A loira batia na parte de cima da buceta, sincronizada com o movimento de sobe e desce do corpo.
Vegeta começava a rebolá-la, enchendo-a fundo de surpresa. Em alguns momentos, coincidia de a bunda de Vegeta subir e Maron se deixar cair, dilatando a vulva até transbordar, fazendo-a gritar. Enquanto os dois dançavam, Bra ofereceu um peito a Vegeta, e ele chupou o mamilo, que era perfurado, massageando-o dentro da boca com a língua enquanto o prazer de Maron começava a acabar.Ahhh, ahahh, mmm, ghaaaa,vamos… acaba… já…mmm— Gritava a plenos pulmões quando Vegeta retomava o controle, mesmo estando por baixo, e a bombava segurando-a pelos quadris para não jogá-la no teto com as estocadas que dava.
— Muito bem, esse é o estilo saiyajin, você está indo muito bem, boneca.
O pinto do homem derretia dentro dela, e como se fosse uma vela acesa, expeliu quase um copo cheio da sua cera pessoal, branca, pegajosa e grossa, no útero da garota exausta. Até o saiyajin estava sentindo o cansaço de uma tarde tão luxuriosa, mas para ele não acabava…
— Te parabenizo, bem-vinda ao clube, amiga. — Abraçou Bra, quase consolando-a. A loira se tocava na buceta como se temesse não tê-la mais, recuperando o sorriso. Assim como a amiga, escorria esperma na cama e a substância corria pela sua perna. Era uma clássica desfloração saiyajin, suja e brutal.
— Daqui um mês estarei como nova, por um momento foi glorioso. — Admitiu.
— Estrear é o máximo, você vai lamentar não perder a virgindade mais de uma vez.
— Isso não é totalmente verdade. — Comentou Vegeta, pegando um pote de lubrificante e banhando o pinto nele.
— Não é um pouco tarde pra você lubrificar? Teria preferido antes, não depois de me desflorar como um cavalo no cio.
— Não é pra você, você já teve o suficiente por hoje, é minha filha que está na hora de estrear.
— Estrear? — Bra riu sem entender. — É um pouco tarde e você sabe. — Maron entendeu e deu um tapa na bunda dela. Ela sabia que ele não se referia à buceta dela. — Ah, estrear analmente, isso… não sei se é boa ideia. — Desconfiou.
— Mesmo sistema, vou deitar e você vai sentar gostoso… vem aqui, vou te preparar.
— Isso vai ser a coisa mais pervertida que vou ver na vida. — opinou Maron, se lambendo. — Vocês se superam.
— Isso é má ideia, muito má ideia… — Apesar de não soar muito convencida, ela apresentou a raba pro pai, que sentado e tendo-a à disposição, deixou cair um jato de lubrificante no fim das suas costas, vendo o líquido viajando entre as nádegas dela, espalhando até o pequeno orifício, enfiando um dedo, lubrificando por dentro.
- Isso é tão ruim quanto bom... como tudo que a gente faz junto. - Filosofou com toda razão. - Queria que você enfiasse o pau até o fundo, mas também sei que vai doer.
- Vai ficar melhor, só deixa eu cuidar de você pra não doer tanto. - Com extrema calma, derramou mais lubrificante e, em seguida, enfiou dois dedos até a metade, girando eles, enquanto Maron o masturbava, mesmo não sendo tão necessário. O cock saiyajin dele, como se estivesse numa luta séria, mantinha-se ereto e pulsante.
- Nossa, você adora enfiar os dedinhos no cu, hein, pervertido. - Sussurrou a TerríBooty com razão. A preparação pro sexo tava se prolongando demais. Os dedos do homem entravam no reto da filha dele quase até os nós dos dedos, e ela tava adorando, respirando ofegante cada vez que os dedos invadiam o fundo dela.
- Tá bem, sobe, vamos estrear essa bunda apertada que você tem...
Bra sentou de frente pra ele, se abraçando enquanto a glande roçava o cu dela, fazendo o orifício rosado ceder com a dureza conforme ela descia até engolir meio cock com a bunda. O lubrificante escorria pelos lados de tão apertado que ela tava.
- Isso... muito bem, relaxa o orifício, sobe e desce devagar... - Incentivava Vegeta colado no corpo dela, abraçado, acariciando as costas dela como o melhor dos amantes. Maron não acreditava no que tava vendo e se masturbava atrás de Vegeta.
- Sexo anal entre pai e filha também é tradição saiyajin?
- Não, nada disso. A gente tá escrevendo nossa própria tradição hoje. Te incomoda? - E com um pouco de crueldade, levantou o quadril enfiando pelo menos três quartos do cock pra dentro.
A jovem de cabelo azul se deixava penetrar no cu cada vez mais fundo, tentando segurar uma careta de dor. O lubrificante fazia o trabalho dele. Até certo ponto, até uma certa profundidade, e ela sentia o tronco chegar em lugares onde os dedos do Vegeta não tinham alcançado.
Maron começou a beijar a amiga na boca, muito excitada, talvez mais do que ela, já que pelo menos não tinha vinte centímetros de carne enfiados no cu.
-Ahaaa— Dói pra caralho! — soltou, sem aguentar, depois de alguns minutos.
— Colabora passando lubrificante, vamos. — ordenou Vegeta à filha do Kuririn e da nº 18, que derramou o conteúdo sobre o pau, vermelho de tanta ação e pulsando como se tivesse coração próprio. Perto dali, o cu da Bra já tinha dilatado.
— Que loucura, tô vendo tudo, amiga! — disse Maron, abrindo o buraquinho e enfiando um dedo quase sem tocar no anel aberto. — Vamos, já tá pronta, podem continuar.
— Isso quem decide sou eu, sua puta! — gritou Bra, mas gritou mais ainda quando ele meteu e mudou de posição, penetrando ela numa posição de amazona, onde o homem via a buceta com clareza, inchando e desinchando levemente cada vez que metia por trás.
Bra aguentou, enquanto Maron não entendia como o pai demorava tanto pra gozar. Já iam uns 15 minutos naquela posição e ela até já tava perdendo a excitação de tanto ver a mesma coisa.
— Muito bem! Você é uma verdadeira saiyajin, digna filha minha!
— Cê vai gozar de uma vez, porra?! — gritou com os olhos lacrimejando e a cara vermelha igual tomate.
— Gozar? Tô só começando, sua boca diz que não, mas seu cu não para de chupar meu pau... Agora vamos pra próxima lição.
Em seguida, levantou ela segurando pelas nádegas e continuou penetrando de pé, no ritmo dele, na velocidade que preferia. A filha abraçada nele gemia igual uma puta novata.
—Aaahhh, merda, acaba logo! – Gritou abraçada no Vegeta, deixando as marcas das costas quase até o osso de tanto que ele apertava.
– Tô começando a me irritar!
– Só agora, amiga? Não sei como você tá aguentando. – Só faltava a pipoca pra Maron curtir ainda mais o show.
– Besteira! Sua mãe aguenta o dobro e é terráquea. Booty, não me decepciona, Bra! – Ela a repreendeu, perdendo a cabeça. Maron percebeu que manter um tronco daqueles ereto tava roubando os neurônios dele. Era sangue demais que não chegava ao cérebro há muito tempo.
Com o passar dos minutos e o vai e vem incessante, Vegeta não parecia o mesmo. Como se o conquistador arrogante que um dia foi tivesse ressurgido no meio do sexo.
Maron ficou na dúvida se continuava se masturbando com a visão daquele cu ou se chamava alguma autoridade (só Goku ou Gohan podiam fazer algo pela pobre Bra e a bunda dela). Ela viu os dois trocarem de posição sem nem tirar o pau do rabo, sem dar um segundo de descanso praquele asterisco castigado pelo pai incestuoso. Passaram a fazer de pé, com uma perna dela no ombro dele, e depois de dez minutos, na cama, de frente um pro outro, com ele por cima, caindo em cima dela de forma alucinante, fazendo a madeira da cama luxuosa ranger. Se antes entravam três quartos do membro dele, agora ele até espremia as bolas de tanto que metia.
– Falei pra você gozar de uma vez, sua puta! – Soltou num gemido que era mais uma reclamação. – Acaba, caralho! Meu cu não é teu brinquedo! Ahahahahaa!
E surpreendendo a amiga, uma rajada de vento saiu do corpo dela, fazendo os lençóis voarem, derrubando um abajur e jogando um quadro no chão. Maron não entendia o que tava rolando e procurou abrigo, mas Vegeta sim.
– Tá com raiva? Gemer e gritar é tudo que você sabe? Se quer que eu goze, vai ter que transformar seu cu num super cu! – Disse apertando os peitos dela. – Vamos, se transforma, se transforma! Quero que seu anel fraco me estrangule a pica! de uma vez por todas, sua inseto!Grrrrrraaaa- Ela se enfureceu, mano, encarando o pai dela fixamente enquanto o cabelo azul soltava um brilho dourado e ouriçava.
Tudo começou a tremer como se um tsunami tivesse batido. Maron se enfiou dentro de um armário até ele começar a tremer também, e se esgueirou pra fora, sendo cegada por um clarão amarelo, acompanhado de um grito estrondoso que fez o camarote inteiro vibrar, estilhaçando os vidros e enchendo o ar de eletricidade.
- ¡Ahahahaha! ¡Vou levar um choque! – Gritou num canto ao receber uma faísca que deixou o cabelo dele igual um black power.
Quando a visão voltou depois da cegueira, entre um travesseiro depenado, o abajur despedaçado e os móveis destruídos contra as paredes, Vegeta tava transando com uma garotinha loira de cabelos espetados e brilhantes que segurava o pescoço dele com uma mão e com as pernas o prendia contra ela.
O pescoço de Vegeta ficou vermelho, os gemidos de prazer voltaram pros dois até o homem arquear as costas, virar os olhos e gozar dentro da barriga da filha super saiyajin, que recebeu tudo com gosto e perdeu a transformação enquanto descarregava, talvez a maior gozada da vida dela.
Vegeta sacou o sabre, satisfeito, deixando um rastro de porra como se tivesse destampado uma garrafa. A alegria dele não era só pelo sexo anal incrivelmente longo, mas por ter conseguido o objetivo. Deitado do lado da Bra, de barriga pra cima, começou a rir que nem um louco.
Bra se recuperava como se tivesse acordado de um sonho longo.
– O que te dá tanta risada? Cê acha graça do que fez? Vou ter que usar fralda um mês inteiro, seu bruto. – Reclamou Bra, dando tapinha no ombro dele. – E olha como tudo ficou! Mamãe vai nos matar quando tiver que pagar por isso tudo…
– Isso importa? Consegui fazer você se transformar em super saiyajin, você conseguiu a transformação pelo sexo e ainda… – Sentando que nem um maluco. – Sou o primeiro a transar com uma super saiyajin, consegui antes do Kakaroto, antes do Gohan, antes de todo mundo, até antes dos saiyajins do Universo 6!
– Era disso que se tratava tudo? De conseguir um recorde? – Observou Maron, meio assustada com a gargalhada do homem (ainda pelado e todo sujo).
– Bom, admito que foi incrível, senti como se meu corpo virasse aço e pudesse continuar fodendo por uma semana. Então sou a primeira a me transformar pelo sexo? Isso me coloca num lugar de privilégio, vou contar pra se gabar pra Pan.
- Vocês levam tudo muito na esportiva… – Maron se resignou, fazendo a amiga rir.
- Consegui! Sou o primeiro a conseguir! – Vegeta continuou rindo que nem um louco. – Na sua cara, Kakaroto! Nisso você não vai me superar!
- Quero acreditar que essa história de tradição saiyajin não foi só uma desculpa pra testar uma teoria maluca.
As garotas começaram a rir mais relaxadas, contagiadas pela felicidade do príncipe, mas um grupo de pessoas assustadas apareceu na porta.
- Com licença… senhor… – Era o capitão do navio. – Tá tudo bem? Ah, pelo amor! Que merda aconteceu aqui?!
Tinha que se colocar no lugar dele. Ele entrava no quarto luxuoso e romântico depois de ouvir o estouro, o lugar todo destruído, pai e filha pelados, suados, cheirando a banheiro público e, ainda por cima, rindo. Também não sabiam de onde tinha surgido a loirinha que os acompanhava, também nua.
- Não foi nada, nada… foi… um… – Bra começou a inventar, sem ideias, travada.
- Ataque terrorista! – Maron interveio na hora certa. – Uns homens entraram, estupraram a gente e, quando foram embora, jogaram uma granada. Eu era prisioneira deles e me deixaram pra trás…
- Terroristas? Granada? Prisioneira? – O capitão estranhou, junto com seus homens. Era uma desculpa fraca, mas mais crível do que explicar que, através de sexo anal, o pai alienígena tinha induzido uma nova transformação na filha híbrida enquanto a terráquea assistia apavorada.
- Nossas roupas queimaram e a gente quase morreu, foi graças ao senhor Vegeta que sobrevivemos e eles fugiram em motos voadoras.
- Que?! Esperam que a gente acredite nisso, sendo que não vimos aeromotos, nem fogo, nem ouvimos pedidos de socorro? É a história mais absurda que…
Vegeta interveio com um raio de ki do dedo, que passou raspando na orelha dele e fez um buraco na parede.
- A gente teve uma orgia e perdeu o controle! Algum problema? – Apontando o dedo pra eles.
- Não, não, nenhum, Sr. Vegeta! — O capitão se assustou.
— Devia ter dito antes!
— Podemos limpar ou servir um banquete pra vocês! — Acrescentou um dos cozinheiros.
— Só de nos deixarem em paz já tá bom! Quando chegarmos em terra, a gente arca com os gastos! Agora, se nos dão licença, queremos privacidade!Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.O jantar na Capsule Corp foi uma coisa quase inacreditável de tão normal, pelo jeito que as coisas estavam rolando. Goten e Trunks, um de cada lado da mesa, batiam papo descontraído sobre assuntos bestas como se nada do que tinha acontecido, tivesse acontecido. De vez em quando, os olhos deles escapavam pro vestido decotado da Bulma, que transbordava com as carnes gostosas dela, ou davam uma espiada no quão curto era, que sentada quase subia sozinho.
Foi quando chegou a sobremesa trazida pelo chef, morangos com creme, que dá pra dizer que as intenções da Bulma afloraram, botando um ponto final no papo cotidiano entre o filho dela e o melhor amigo dele.
- Nossa, deliciosos... - falou comendo um morango cheio de creme, de um jeito meio descuidado, já que os lábios dela ficaram com creminho.
Goten e Trunks imitaram ela, embora já estivessem morrendo de vontade de comer outra coisa. Eles sabiam o que ia rolar, a Bulma sabia o que ia rolar, o Kami-Sama sabia o que ia rolar e não fazia sentido ficar enrolando mais.
- Nossa! Me sujei toda, sou uma porquinha, pareço o Oolong. - reclamou ao ver um pouco de creme cair de um morango lotado bem no meio dos peitos dela. - O pior é que não sei se tenho guardanapos...
- Não importa, mãe, tive uma ideia melhor. - disse Trunks, já acostumado que a qualquer momento, com a mãe dele, a paixão podia explodir que nem uma bomba terrorista.
Se aproximando sob o olhar atento do amigo, ele enfiou a cara entre os peitos dela pra lamber o creme e beijar os seios dela, dando uma aula de incesto ao vivo. O que era o sonho de muitos pro Trunks era realidade, se enfiar entre aqueles peitos macios.
- Também tenho creminho na boca, Goten, vem me ajudar com isso.
Feito uma expert em iniciar os novinhos, ela comeu a boca do filho mais novo do Goku. Misturou a saliva dela com a dele, passando o gostinho do creme e do batom dela pro garoto nervoso, surpreso com a rapidez e facilidade que o episódio triplo X começava a rolar, assim, com ela sentada num trono de luxúria e de dois consortes seduzidos por seus encantos adultos, obscenos.
- O que foi, coração? Nervoso? Vai, fica tranquilo, sou uma expert em iniciar garotinhos inexperientes. - confessou enquanto Trunks continuava beijando o centro dos seios dela. - Olha só meu Trunks, que apaixonado ficou, não vou demorar pra te transformar em outro garanhão amestrado que vai te servir com qualquer garota. Me usa como boneca de teste pra tudo que você imaginar.
Bulma se aproximou do ouvido de Goten, se levantando.
- Como fiz com seu pai e seu irmão…
- O quê?! - se assustou o inexperiente Goten, talvez não muito preparado para anedotas de luxúria. - Então… eles estrearam com você.
- Conheceram tudo sobre sexo comigo.
- Essa é uma história que eu adoraria conhecer. - interveio Trunks, beijando o pescoço da mãe enquanto ela acariciava o corpo deles. Uma das mãos dela deslizou como uma cobra pelo corpo do moreno em busca do volume dele.
- Não tem muito o que dizer, não foi nada forçado… Conheci seu pai quando era jovem e ensinei os fundamentos básicos de higiene, viver sozinho no meio do nada sem ninguém pra falar que ele fedida era ruim. Não demorou pra gente tomar banho junto e, como era de se esperar, uma coisa levou à outra.
- Caralho, mãe, não quero nem dizer mas… que ousada.
- Goku não demorou pra ficar excitado quando eu o lavava e ensinei algumas técnicas que ele não conhecia, embora não de combate, de quebra servia pra me divertir do meu jeito.
- E com o Gohan, como foi? - se interessou Goten. - Sempre achei que ele teria estreado com a Videl. Tão santinho que ele parece.
- Nada disso, nada disso. Ele é um santinho, pelo menos era até nossa viagem pra Namek. As noites eram longas e chatas e resolvi dar uma visitada no Krilin. - Goten e Trunks começavam a endurecer só de imaginar a conversa lasciva.
- Tive uma surpresa gostosa com o Krilin, mas mais surpreso ficou o Gohan com os barulhos toda noite. O coitadinho do seu irmão nos espiava, nos ouvia, até que resolvi que ele também merecia um Um pouco de atenção e eu fiz uma visita pra tirar as dúvidas e as duras, vocês me entendem.


- Caramba, mãe, você deve ter dúzias de histórias assim.
- Não são histórias, bobinho, são anedotas. — Em seguida, a mulher devassa exibiu seu par de tetas magnífico e guiou os rapazes para se divertirem com elas. — Não esqueçam o creme, podem chupar meus peitos à vontade… porra, como eu queria amamentar vocês até ficarem empanturrados, mataria para alimentar dois gatinhos lindos como vocês.
- Talvez você possa inventar algo disso, embora eu saiba que medicina não é sua área. — Disse Trunks, que passou um pouco de creme no mamilo esquerdo de Bulma e começou a chupá-lo. Goten o imitou, mamando na teta dela como um bebê.
- Isso mesmo...ooooh, que gostosa, que gostosa, chupem minhas tetas, não parem de sugar… – Gemeu, revirando os olhos.
– Não acredito como tenho sorte de ter vocês…
Os jovens beijaram seus peitos e corpo enquanto a deitavam sobre a mesa. Lá, Goten e Trunks passaram creme nos seios e lábios dela, usando-a como um prato. Bulma segurou o rosto do filho de Goku e trocaram creme com saliva uma vez e outra.
– Isso, me dá tudo, tô com fome… – E Goten colocou o creme babado na boca dela. – Delicioso…
Brincaram com a comida, os peitos e os lábios dela até se saciarem, lambuzando a boca dela de creme para devorá-la de beijos. Quando o creme acabou, a mulher deixou de ser prato e virou quem come.Mmmque delícia de pintinhas, gostosas. - Disse ela, agachada entre os dois jovens, lambendo as glandes deles, engolindo com devoção. Mostrou um equilíbrio excepcional ao se balançar para chupar um e outro, sem se apoiar, usando as mãos para se masturbar por cima da calcinha.
A boca dela virou um buraco de punheta, viajando de pinto em pinto com um timing perfeito, dando a cada um a sugada molhada no tempo certo.
- Isso é tão bom. - Reconheceu Goten, olhando pra baixo pra milf esforçada, que chupava de olhos fechados, saboreando cada pinto como se fosse o último.
- Vocês não fazem ideia de quanto eu queria isso. - E Bulma enfiou os dois na boca, já bem duros e molhados. Os jovens avançaram e penetraram a boca dela ao mesmo tempo, enchendo a cavidade da mulher com os sabores e cheiros deles. Ela se abraçou neles, puxando-os pra mais perto, realmente tentando engolir os dois troncos, coisa humanamente impossível.
-AaahDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.FiuuuPelo menos eu tentei, ficaram duras que nem pedra.
Bulma se levantou, retomando o papel de passiva. Se despiu rodeada, entre beijos que invadiram todo o corpo dela, carícias apressadas e apertões que tatearam as curvas de matar dela. Ficou só de calcinha vermelha, enrolada entre os dois garotões até que mãos suadas de um dos dois a despissem, ficando como Kami-Sama a trouxe ao mundo.
- Isso aí, me comam, quero vocês comendo minha bucetinha e meu cuzinho, vamos… – Convidou, tendo o filho na frente e o amigo atrás. – Você não se importaria de colocar sua língua aqui? Ou talvez seja avançado demais? – Disse abrindo as nádegas para um Goten todo animado, que admirou o buraquinho sem vergonha nenhuma.
- Tá de brincadeira? Sonho com isso há anos… você vai ter que implorar pra eu parar.
- Isso aí, muito bem, meninos bonzinhos, comam cada buraquinho… – Ela aprendeu sendo invadida por duas línguas de lados opostos, quase na mesma profundidade, como se as línguas fossem bichos entrando nas tocas, procurando o centro.
Trunks parecia não ter nenhum pudor em saborear a boceta que o viu nascer, de cima a baixo, do clitóris à buceta, cheirando e curtindo como se não tivesse nada de errado em se dar um banquete incestuoso desses.
- Algo me diz que você nunca vai se curar do seu complexo de Édipo, Trunks…
Goten, sem ficar pra trás, não se segurava nada ao perfurar o cu dela com a língua forte, fazendo redemoinhos no furinho quase de dentro pra fora. Com os dedos, esticou o orifício pra invadir melhor, fazendo a mulher safada se assustar.
- Ah, desculpa por te subestimar, Goten, seu pai e irmão não eram tão ousados, começar cedo é uma vantagem e tanto.mmm…
- Depois do que vi essa manhã, não preciso que ninguém me ensine como se trata uma bunda dessas.
- Pestinhas, então eu fiz um show particular sem saber, se eu soubesse…
Sincronizados, como se lessem pensamentos, Goten segurou uma perna enquanto Trunks segurava a outra, erguendo a mulher no ar, comendo os dois buracos dela em pé.Ohh, ahhh, que eu vou cair, cuidado, não me soltemahhh… Ela se assustou, balançando perigosamente, sentada sobre as bocas dos jovens como se fossem cadeiras humanas.
– Vocês vão me fazer bater no teto, não gosto dessas poses estranhas…
De pé, com as bocas ocupadas demais para responder, foram levando ela até a cama de casal, onde a deixaram encharcada de saliva e da própria excitação. Naturalmente, ela já tinha gozado gostoso em cima do Trunks, que lambia os lábios.
Assim que estavam na cama confortável, agarraram os peitos dela de novo, chupando em uníssono enquanto a masturbavam. Trunks esfregava o clitóris dela enquanto Goten explorava o interior com dois dedos primeiro, e depois três. O de cabelo azul não demorou a se juntar à exploração vaginal e colaborou enfiando três dedos, transbordando a buceta da Bulma, cheia de dedos que a dilatavam e exploravam. Não demorou para os dedos do Trunks saírem daquele buraco e descerem para encontrar o segundo, onde enfiou dois dedos até o fundo.Ahhh, ahhh, sim, sim, é isso, enfiem os dedos, mexam eles, assim, assim, isso…ahhh.- Ela gemia enquanto gozava, lambuzando a mão de Goten com o próprio tesão, completamente dentro da buceta dela. Sobre os dedos do filho cutucando o cu dela, parecia não ter nenhuma reclamação; pelo contrário, tava adorando demais.
- Não vejo a hora, vamos, Goten, entra pro clube dos vencedores. – Abrindo as pernas e a buceta com dois dedos, tinham deixado ela molhada pra caralho, pronta pra ser penetrada – Isso aí, estaciona tua nave no meu hangar… – Disse enquanto o moleque se aproximava dela, mostrando o pau pra buceta, metendo sem perder tempo.
- Isso aí,mmmm— Muito bem, mais rápido, acelera, isso aí…
— Ela o pressionava, sedenta por sexo.
— Enfia tudo, igual seu pai e seu irmão. Vou te iniciar como fiz com todos, vamos…
— Não me ignora, mamãe, senão vou ficar ofendido. — Disse Trunks, aproximando o pau da boca da mulher, que, como atraída por um ímã, o levou à boca.
— Acha que não dou conta de dois paus ao mesmo tempo? Agora tão me subestimando.
Com os dois garotos em cima dela, Goten caindo sobre sua buceta e Trunks alimentando ela com o pau, realizaram uma das fantasias mais recorrentes de Bulma: transar com dois homens ao mesmo tempo, ter seus buracos ocupados dando e recebendo prazer, somado ao tesão de fazer isso com o próprio filho e o filho do amigo, Goku.
Na cabeça extasiada dela, os pensamentos obscenos se acumulavam, causando bloqueios, como se o corpo não aguentasse tantas ideias. Lembrava quando fez com Goku, com Gohan, e agora fechava o ciclo com Goten, deixando ele gozar como um bezerro dentro do útero dela, sentindo até a última gota disparada lá dentro como se tivesse um sensor. Sentiu também a boca encher com a gozada de Trunks, transbordando com o gosto safado e a grossura, obrigando ela a engolir pra não derramar.
Assim que Trunks descarregou a última gota, Goten ocupou o lugar dele, enquanto Trunks envolvia o tronco entre os peitos de Bulma, por cima dela, usando eles pra se masturbar. Ela adorava ser sexualizada com tanta cara de pau, reduzida a uma boca e dois peitos criados pra serem usados como ferramentas de prazer, como buracos manipuláveis, totalmente à disposição das fantasias dos garotos.
— Cê gosta dos meus peitos, amor? — Falou numa pausa que Goten deu.
Os minutos passaram e, quase ao mesmo tempo, mostrando uma coordenação excepcional, a dupla gozou no rosto e na boca de Bulma, enchendo ela de porra.
— Ah, me encheram toda… vão ter que melhorar a pontaria, era pra ir tudo pra dentro, não pra fora… — Disse ela com leite escorrendo. em direção aos peitos. – Mas ainda posso me encher mais. Espero que vocês não estejam cansados.
Goten e Trunks se olharam desconfiados enquanto Bulma, toda leitada, deitava Goten e se sentava sobre ele pronta pra um segundo round vaginal, que começou assim que enfiou o pau do garoto.
– Cansados? – Disse Goten, agarrando as tetas dela, meio meladas pela quantidade de porra que tinha caído. – Podia ficar assim o dia inteiro.
– E você, Trunks, não tem ideia de onde enfiar isso? – Bulma tava realizando o sonho dele ao abrir as nádegas e oferecer o buraco mais proibido. – Vai, mete no cu da sua mãe como você queria, é um dia especial afinal…
– Sabia que ia rolar, um trio sem uma dupla penetração não é trio.
– Trunks não demorou pra levar a glande até o asterisco, sentindo ele ceder em volta da cabeça, apertando, envolvendo, abrindo milímetro por milímetro até transformar o asterisco num círculo perfeito e apertado que espremia o tronco dele. Apesar de toda a experiência, apesar da luxúria, das histórias safadas, a grossura do pau dele era suficiente pra dilatar o cu até limites inimagináveis.
– É tão gostoso, você tá bem apertadinha, mãe. – Disse Trunks assim que enfiou tudo, sem escalas nem pausas, até as bolas dele quase roçarem as do Goten lá embaixo.
– Ah pelo amor, tô cheia de carne, sim, sim, isso aí, mexam um pouco, remexam tudo…
Bulma se sentia saciada, transbordando de carne jovem que fazia ela ver estrelas de prazer. A boca dela, pela primeira vez, não dava conta de gemer tanto quanto queria.Ahh, ahh, ahh, ooh, mmmm, ahh, aaahAh, eles, por outro lado, curtiam a sensação compartilhada de sentir a porta ao lado encher e esvaziar, encher e esvaziar. Cada buraco mudava segundo a segundo, parecia diferente dependendo da ação do outro. A buceta era um caldo batido com porra do coito anterior e fluidos que não paravam de escorrer das paredes internas, como se tivesse papilas gustativas que não paravam de produzir seu suco. O cu era o extremo oposto. Apesar de ter sido mal lubrificado por Goten, seu interior era um forno de 45 graus que apertava o tronco num abraço tão áspero quanto gostoso.
Não demoraram pra se sincronizar perfeitamente, enchendo e esvaziando um e outro até meter fundo, gozando cada um no fundo do buraco que lhes coube, fundindo as gozadas com o gemido.em crescendoda Bulma, quase sustentada por ambas as pirocas que a empalavam.Aaaah, hmmmmIsso foi intenso, sem dúvida era o trabalho em equipe que eu tava procurando… — Disse ela, suada e grudenta. Tinham começado tão rápido que nem tinha ligado o ar-condicionado. — Bom, Trunks, sei que você queria meter no meu cu, mas já pode tirar…
— O trabalho em equipe ainda não acabou, mamãe. — Disse no ouvido dela, enfiando o pau um pouco mais, segurando ela pelos peitos por trás. — Com o Goten eu preciso aperfeiçoar mais uma técnica. Pronto, Goten?
— Sempre… Esse vai ser o melhor debut da história dos debuts. Não acho que ninguém tenha se divertido tanto na primeira vez.
— Espera, espero que vocês não estejam pensando no que eu tô pensando… ah, não. — Reclamou pela primeira vez na noite. — O filho do Goku saiu debaixo dela pra ir atrás e começou a empurrar contra o cu dela, por cima do pau do Trunks, pra baixo.
— Sei que vocês devem ter visto essas coisas na internet, mas acreditem, não é tão fácil assim. Não tenho tanta experiência anal… — Disse, mesmo assim se deixando levar. Queria que eles aprendessem que nem tudo dava certo de primeira, que pra algumas posições precisava de preparação e… —Ahhh, merda, tira, tira! Dói!
Assim que a cabeça entrou, não havia mais volta. Goten foi enfiando o pau dele colado no de Trunks, abrindo caminho pelo cu da Bulma, fazendo uma penetração anal dupla doida.
- Com o Goten, a gente pensou que você já devia ter feito de tudo, então tivemos que improvisar e tirar algum truque novo da cartola.
- Sou mãe de duas crianças, essa coelhinha não tá pra truque novo, garotos, já chega, tirem... - Pediu fingindo calma, achando que depois de enfiar no cu dela, eles iam tirar, mas o Trunks enfiava os dedos na boca dela por trás, calando qualquer reclamação. Começaram a se mexer.
Fricção era a palavra-chave, pau contra pau, pau contra parede retal, cabeça contra cabeça. Talvez pudesse ser um ato homossexual, mas pros jovens possuídos nem passou pela cabeça essa noção. Tavam metendo o cu da veia, uma mulher linda e voluptuosa, o ato era tão grande quanto o pensamento, preenchia cada canto das mentes corrompidas deles e não sobrava espaço pra outras interpretações. Só pensavam em como eram sortudos, como o sexo podia ser prazeroso e ao mesmo tempo desconfortável.
- Por favor... gozem logo de uma vez... - Soltou Bulma, com medo de não aguentar mais muitos minutos. A fricção era tão apertada que eles não conseguiam pegar a velocidade necessária pra gozar e tavam demorando demais.
- Falta pouco, mamãe, seu cu vai ficar bem... - Tranquilizou, empurrando, como se pudesse enfiar as bolas dele por cima das do Goten dentro da bunda.
- Não sei como consegui parir um filho tão sem vergonha, você não tem pena da bunda da sua mãe, seu pervertido... - Disse recuperando o tom sensual, na esperança de que com um pequeno plus, eles soltassem a última carga da noite e a bunda dela pudesse descansar de tanto castigo...
A noite continuou igual, nem as carícias do Trunks nos peitos dela e os beijos dele tornaram mais suportável pra elagrande finalmas, mesmo assim, ela aguentou, suportou, e deixou que seu corpo servisse ao propósito de dar prazer a eles, de satisfazer seus fetiches mais doentios.Ohh— Finalmente, me sinto cinco quilos mais leve.
— Disse sem admitir que, ao tirá-las, foi tomada por um orgasmo curioso que conseguiu disfarçar. Não queria que pensassem que queria aqueles paus enormes no cu por mais um segundo.
— Foi dez, não cem vezes melhor do que jamais imaginei. Valeu a pena ter ficado virgem e não ter estreado na lei dotanto faz- Posso riscar uma dupla penetração da minha lista de coisas pra fazer antes de morrer, e nem precisei pedir pro Shen Long.
Bulma, no meio deles, depois de tomar um banho revigorante, acendeu um cigarro. Relaxada, com a situação de volta ao seu controle. Lembrando dos momentos mais marcantes dos últimos dias. Pensava no reencontro próximo com o marido, na competição silenciosa que tinham armado e da qual se sentia vencedora. As cartas tinham sido jogadas para ambos, tanto Bulma quanto Vegeta realizaram suas fantasias mais ousadas, só faltava virar as cartas e ver quem ganhava aquele jogo incestuoso de paixões, do qual não tinham certeza se queriam dar um fim.
- Como é que isso continua? - Perguntou Goten, ainda sem se recuperar totalmente da ressaca sexual, talvez ainda pensando com a segunda cabeça.
- Vamos ver, vamos ver, Vegeta vai voltar, Bra vai voltar e vamos ser uma família de novo. Calculo que o puteiro Briefs vai fechar. - Disse ela, terminando o cigarro. - Por um tempo, até a gente ter outra ideia.

Valeu por ler! Vou ver se continuo com uma história que envolva a Cheelai ou a 18 com a Milk.
Se vocês gostaram, não esqueçam de comentar e dar nota, assim eu sei se curtem esse tipo de história!
Fanfics de DB anteriores:
A Tradição Saiyajin 1http://www.poringa.net/posts/relatos/3357411/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin.htmlA Tradição Saiyajin 2http://www.poringa.net/posts/relatos/3361531/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin-Parte-2.htmlFilhos Perversos 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3365942/Fanfiction-Dragon-Ball-Hijos-pervertidos.htmlFilhos Perversos 2http://www.poringa.net/posts/relatos/3370590/FanFiction-Dragon-Ball-Hijos-Pervertidos-Parte-2.htmlLeite Fervido 1http://www.poringa.net/posts/relatos/3409972/FanFiction-de-Dragon-Ball-Milk-Hervida.htmlLeite Fervido 2http://www.poringa.net/posts/relatos/3423967/Fanfic-de-Dragon-Ball-Milk-Hervida-Parte-2-con-imagenes.htmlOs Segredos da Família Briefs 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3465031/Fanfic-de-Dragon-Ball-Los-Secretos-de-la-Familia-Briefs.html
Todos os personagens protagonistas ou mencionados têm mais de 18 anos.
Protagonistas Bra, Maron, Bulma:










Vegeta conhecia dois mundos bem diferentes entre si. O mundo saiyajin da sua família, e o terrestre, onde formou uma família com a Bulma.Por anos, depois de conquistar planetas sob as ordens do Freeza e crescer no palácio real, ele se alimentou de dezenas de histórias e experiências sexuais vindas de muitos mundos e raças diferentes.
Conheceu raças alienígenas que conseguiam produzir orgasmos enormes com feromônios, raças que mudavam de sexo durante o coito, outras cujos fetiches podiam assumir qualquer forma, outras raças eram conhecidas por serem tão sexuais que, por costume, transavam a maior parte do dia e suas sociedades eram construídas em cima disso… Vegeta ouviu, se alimentou, e até viveu experiências durante suas conquistas espaciais e sob as ordens do Freeza. Achou que o mundo fora do planeta Terra era mais extremo e louco depois de conhecer os costumes sexuais terrestres e se aquietar com uma esposa.
No entanto, com o passar dos anos, depois de conhecer a fundo sua esposa e filha, percebeu que o planeta onde vivia não tinha nada a dever a nenhum outro. O incesto era um tempero que não existia em todas as raças da galáxia (algumas nem tinham o conceito de família ou puniam severamente) e na Terra podia apimentar suas experiências na cama de um jeito que só os mais ousados se atreviam a tentar.
Lá estava o saiyajin na cama do cruzeiro Netuno, se esfregando com sua filha Bra e sua melhor amiga Maron. Na verdade, parecia que cada posição era mais exótica que a anterior. Se a jovenzinha de cabelos loiros estava com pressa pra ir embora, ela esqueceu disso. Agora estava empenhada em colocar sua boquinha pra funcionar de novo, aprimorando suas habilidades orais.
Vegeta estava de barriga pra cima, se segurando como uma mesa com as pernas e braços enquanto as damas se banquetearam nas zonas mais gostosas do corpo dele. Ele balançava levemente com a Bra embaixo fazendo um anilingus nele. enquanto Maron, sobre sua amiga, chupava o pau dela.
Como se fossem técnicas de luta, elas tinham aprendido bem os truques e estavam despertando em Vegeta tanto prazer quanto era possível sentir. Maron, muito concentrada no seu trabalho oral, perdia o nojo sugando a glande com desenvoltura e balançando a cabeça rapidamente sem perder um segundo. Bra, por outro lado, se tinha alguma resistência a lamber cus, já tinha perdido e estava dedicada a dar prazer ao pai onde uma filha não devia dar, o mais fundo no cu dele que conseguia. Com as mãos livres, ela se esfregava a buceta e até acariciava os testículos dele, que se roçavam no balanço sobre a bunda dela.Slurp, slurp, slurrp, ghhhkkk, slurp…- Indo em direção à Maron, soltando um arroto de vez em quando, cuspindo e voltando à ação.
Bra não fazia muitos sons, mas enquanto lambia, soltava uns gemidinhos, e embora Vegeta pensasse que eram mimos auditivos pra ele, começava a achar que ela realmente curtia a putaria de enfiar a língua no cu dele. Não parava nem um segundo, fazia cada vez melhor.
- Vocês vão me acostumar mal... nem sempre se tem duas novinhas chupando minha pica e meu cu.
- Ele realmente adora você lambendo ele aí, é um tarado mesmo... - A loira comentou, certeira, sem perder tempo e voltando a enfiar o pau na boca como se estivesse desesperada.
- Agora nas minhas bolas, chupa elas direito... - Mandou pra Maron, que, obediente, começou a chupar os testículos dele enquanto ele batia uma. - Isso aí, muito bem, você manda bem, Maron.
Ficou naquela posição por vários minutos, onde cada vez precisava de mais concentração pra não gozar, então parou de se masturbar. Mas aí um braço da Bra envolveu a cintura dele por trás e começou a bater uma pra ele.
- Ah, isso é fantástico, sempre tão adiantada...
- Vamos, não seja mesquinho e goza na Maron mais uma vez, você consegue várias vezes. - Pediu, tomando um fôlego.
- Tá bom, você vai ter uma segunda chance, Maron. Dessa vez não desperdiça, vou te dar toda a minha porra saiyajin.
E foi isso. Enquanto Bra batia uma pra ele e lambia o cu dele, ele puxou a loira e gozou na cara e na boca aberta dela, que transbordou como sempre, escorrendo porra do queixo e caindo nos peitos da Bra. Vegeta fechou a boca dela pra não desperdiçar, empurrando o queixo com o dedo.
- Vamos, tá quentinha e grossa, seja uma boa menina e bebe os nutrientes... - Quando ela abriu de novo, tava vazia. - Isso aí, assim que eu gosto, boa menina.
- Que fedor! - Reclamou com um hálito que cheirava a mil demônios. - Não sei como consegui beber tanta.
- Acho que é mais fácil se você não pensar e só fazer.
- Você engoliu? Tô vendo que você aprende. Rápido. —Bra interveio, encorajando ela.
—Você não tem genes saiyajin, mas os genes de androide parecem bons também.
—Chega, vocês estão fazendo um bom trabalho. Agora me deem uns minutos pra me recuperar… —Ele as parabenizou, se levantando e se desgrudando daquelas bocas gulosas e sujas. —Agora eu vou dar prazer pra vocês, fiquem como estão.
Bra e Maron permaneceram uma sobre a outra, enquanto Vegeta se posicionava atrás, com ambas as bucetas e bundas túrgidas à mercê dele. Um verdadeiro espetáculo ver aquelas maçãs de carne transbordando calor e sabores à disposição dele.
—Pelo capeta, se existisse uma técnica pra duplicar braços ou cabeças, seria útil pra momentos como este… —Ele observou, admirando os pratos à sua frente. Puxou a malha de uma peça de Maron e deu uma olhada no corte salmão que era a buceta dela. Era apenas um pequeno talho entre duas esponjas de pele que formavam uma buceta apetitosa, brilhante e molhada, pronta pra ser devorada fundo pela língua saiyajin dele.
—Meu pai me falou que o Ten Shin Han conhece uma técnica assim… —Contou Maron, enquanto Vegeta afundava o nariz no sexo dela pra sentir o cheiro. Pra raça dele, os cheiros sexuais eram afrodisíacos, obrigatórios no sexo.Uuuuh, seu papi tá respirando minha buceta…
- Sim, é um safado, ele adora bucetas jovens, todas suadas e molhadas.
Depois de impregnar aquele perfume feminino em cada poro, passou a degustar a vulva com bocadas grandes e profundas. Não era difícil pra ele cobrir a buceta inteira com a boca e dar bocadas de afogado, chegando bem fundo com a língua. Logo a umidade de Maron começou a se misturar com a saliva do saiyajin, que estava deixando ela toda brilhante.
- Você gosta de como ele chupa, Maron? Ele é muito bom nisso…
-Ahh, ahhh, mmmm, oooh— Tá entrando fundo demais, vai me desvirgar com a língua... — gemeu a loira.
— Quero ver essas boquinhas sempre ocupadas, menos conversa e mais ação. — Vegeta apareceu por trás, puxando a cabeça de Maron para perto da da filha, forçando um beijo lésbico entre as amigas. — Isso aí, compartilhem os sabores, que nenhuma boca fique sem ocupação nessa cama...
Em seguida, ouvindo o som dos beijos (uma boa desculpa pra elas se calarem), ele voltou e tirou a calcinha da filha Bra, desamarrando-a pelo lado. Ela já estava encharcada com os próprios sucos, tão ardentes quanto gostosos. O gosto de uma buceta saiyajin era único, tinha um sabor e um aroma especiais, tipo um viagra feito sob medida para os da raça. Sem perder tempo, ele fez um cunnilingus delicioso, esfregando a boca contra a boceta dela.MmmmmAh, finalmente recebo um pouco de atenção. — Gozou a caçula dos Briefs sentindo os lábios do pai grudados nos seus, cavando a buceta dela com fervor e depois, chupando o clitóris do jeitinho que ela gostava. Vegeta alternava batidinhas com sucções, o que a deixava louca.
— Não ouço essas bocas ocupadas... — Disse ele, colocando toda a sua habilidade à prova. Com dois dedos dentro da buceta da Bra, levantou o clitóris e chupou sem piedade. Com a mão livre, esfregava a buceta da Maron, mostrando uma coordenação e precisão dignas de atores pornôs terrestres.
Desde a estadia em Netuno, Bra tinha deixado crescer uns pelinhos azuis claros como o cabelo, que davam à buceta dela um aspecto lindo. Além disso, ela adorava que a pele onde usava a calcinha ficasse marcada, sem bronzeado, como se fosse desenhada. A garotinha se esguichou de repente, quase se surpreendendo com os jatos de tesão que voaram pelo ar.
Vegeta enfiou o pau entre as duas bucetas, molhando ele com os sucos das duas. Era como meter num forno de carne, aqueles quatro lábios ardentes queimavam o tronco venoso e latejante dele como se derramassem glacê fervendo. O pau ficou lubrificado e, sem aviso, ele escolheu um buraco e meteu até o saco.Aaaahhh, papiSiiiiii— Me come, me come forte, mete tudo… — Gritou Bra, a primeira presenteada com o mimo de carne.
— Já entrou tudo, putinha. — disse ele, começando a penetrá-la e aumentando a velocidade. — Papai vai te dar tudo.
Tudo virou gemidos e batidas. As pernas de Vegeta batiam na bunda da jovem, fazendo “plaf, plaf, plaf… a uma velocidade cada vez maior. Para completar o prazer, Maron massageava os peitos da amiga e esfregava o rosto neles.
- Não é justo! Você tem eles tão grandes e macios. - Elogiou enquanto beliscava os mamilos dela. Bra estava em choque. Os estímulos eram demais para seu corpo jovem e ela gozava compulsivamente a cada minuto que passava. Vegeta não parava nem diminuía o ritmo, metia fundo sem pausa, de forma rítmica, como um baterista em um solo particularmente frenético.
Era um deleite único que ele não tinha provado em nenhum outro planeta. Foder a própria filha daquele jeito e aproveitar tanto não ia experimentar em nenhum outro mundo. Pela segunda vez em poucos minutos, gozou dentro da buceta dela sem parar de bombar até soltar a última gota, empurrando a porra até o fundo e batendo dentro do útero proibido.Aaaaah— Por favor, que boa foda, merda, vai me deixar aberta igual caldeirão de bruxa… — Gemeu exausta Bra, toda suada e ofegante. Mesmo parada, ficou derretida na amiga de tanto prazer.
— Que venha a próxima. — Anunciou como se encher a vagina da filha de porra fosse a coisa mais normal do mundo. — Ainda tenho um ou dois tiros.
— Não sei se quero um pedaço desse dentro de mim, ainda sou virgem. — Desconfiou Maron.
— Vai ter que decidir rápido. Não sei se vou estar disponível no futuro. Sou um homem casado. — Pressionou-a de certa forma. — Antes que pergunte, não estou traindo a Bulma. A gente se deu uma liberdade e não posso garantir que teremos outra.
Vegeta se deitou e as jovens o cercaram, acariciando-o, beijando seu corpo e lábios. Como se precisassem de uma pausa de tanta intensidade, tanto delírio, se revezaram para beijar o homem, juntinhas, suadas e excitadas.
— Bom, aceito, mas só se eu controlar a intensidade. Não quero que meta igual fez com a Bra ou vou ficar aleijada. — Aceitou Maron, tirando a malha, ficando como a amiga, como Kami-Sama a trouxe ao mundo.
— Vou ficar aqui deitado e você controla o ritmo. — Propôs o príncipe, compassivo. — Vou levar em conta que além de virgem, você é terráquea, vai me montar do seu jeito.
— Assim eu estreiei e amei. — Completou Bra. — A gente se beijou por minutos e aos poucos fui sentando no meu tempo. Vou fazer de tudo pra você ter uma estreia dos sonhos igual a minha, amiga.
— Ai, você é muito fofa. — Se emocionou a loira. — Vendo por esse lado, não devia perder a chance…
Vegeta soltou uma risadinha pela conversa surreal.
Maron se levantou na cama e foi se sentando sobre Vegeta, esfregando o pau na própria vulva molhada. O príncipe percebeu que ela estava enrolando por medo, a diferença de tamanhos era notável, enquanto o sexo do homem era uma coluna venosa, o dela era um delicado talinho salmão.
— Vai, senta de uma vez. Você vai ter que… Voltar pra sua casa um dia… – apressou a amiga, observando tudo bem de perto.
– A não ser que você goste tanto que fique toda emperrada.
– Tá bom, tá bom, já vou. – E de uma vez, foi descendo, enfiando o tronco até ter ele todo dentro.UuuuhhhÉ tão prazeroso quanto doloroso... uuuuh, aah- Gemeu se mexendo com certa dificuldade. Era tão virgem que Vegeta sentia como se estivesse enfiando numa prensa de carne. Conforme ela foi se preenchendo, seu corpo se libertava das sensações negativas e o prazer a dominava.
- Se ao menos não fosse tão grande...mmmmDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.aaah…- Ela se descontrolava.
Bra, ao lado do pai, observava fluidos inéditos banharem o falo do pai, coberto pela buceta com cada vez mais facilidade. O pai começou a massagear os peitinhos de Maron, sentindo-os balançarem como frutas prestes a cair nas mãos dele. A loira batia na parte de cima da buceta, sincronizada com o movimento de sobe e desce do corpo.
Vegeta começava a rebolá-la, enchendo-a fundo de surpresa. Em alguns momentos, coincidia de a bunda de Vegeta subir e Maron se deixar cair, dilatando a vulva até transbordar, fazendo-a gritar. Enquanto os dois dançavam, Bra ofereceu um peito a Vegeta, e ele chupou o mamilo, que era perfurado, massageando-o dentro da boca com a língua enquanto o prazer de Maron começava a acabar.Ahhh, ahahh, mmm, ghaaaa,vamos… acaba… já…mmm— Gritava a plenos pulmões quando Vegeta retomava o controle, mesmo estando por baixo, e a bombava segurando-a pelos quadris para não jogá-la no teto com as estocadas que dava.
— Muito bem, esse é o estilo saiyajin, você está indo muito bem, boneca.
O pinto do homem derretia dentro dela, e como se fosse uma vela acesa, expeliu quase um copo cheio da sua cera pessoal, branca, pegajosa e grossa, no útero da garota exausta. Até o saiyajin estava sentindo o cansaço de uma tarde tão luxuriosa, mas para ele não acabava…
— Te parabenizo, bem-vinda ao clube, amiga. — Abraçou Bra, quase consolando-a. A loira se tocava na buceta como se temesse não tê-la mais, recuperando o sorriso. Assim como a amiga, escorria esperma na cama e a substância corria pela sua perna. Era uma clássica desfloração saiyajin, suja e brutal.
— Daqui um mês estarei como nova, por um momento foi glorioso. — Admitiu.
— Estrear é o máximo, você vai lamentar não perder a virgindade mais de uma vez.
— Isso não é totalmente verdade. — Comentou Vegeta, pegando um pote de lubrificante e banhando o pinto nele.
— Não é um pouco tarde pra você lubrificar? Teria preferido antes, não depois de me desflorar como um cavalo no cio.
— Não é pra você, você já teve o suficiente por hoje, é minha filha que está na hora de estrear.
— Estrear? — Bra riu sem entender. — É um pouco tarde e você sabe. — Maron entendeu e deu um tapa na bunda dela. Ela sabia que ele não se referia à buceta dela. — Ah, estrear analmente, isso… não sei se é boa ideia. — Desconfiou.
— Mesmo sistema, vou deitar e você vai sentar gostoso… vem aqui, vou te preparar.
— Isso vai ser a coisa mais pervertida que vou ver na vida. — opinou Maron, se lambendo. — Vocês se superam.
— Isso é má ideia, muito má ideia… — Apesar de não soar muito convencida, ela apresentou a raba pro pai, que sentado e tendo-a à disposição, deixou cair um jato de lubrificante no fim das suas costas, vendo o líquido viajando entre as nádegas dela, espalhando até o pequeno orifício, enfiando um dedo, lubrificando por dentro.
- Isso é tão ruim quanto bom... como tudo que a gente faz junto. - Filosofou com toda razão. - Queria que você enfiasse o pau até o fundo, mas também sei que vai doer.
- Vai ficar melhor, só deixa eu cuidar de você pra não doer tanto. - Com extrema calma, derramou mais lubrificante e, em seguida, enfiou dois dedos até a metade, girando eles, enquanto Maron o masturbava, mesmo não sendo tão necessário. O cock saiyajin dele, como se estivesse numa luta séria, mantinha-se ereto e pulsante.
- Nossa, você adora enfiar os dedinhos no cu, hein, pervertido. - Sussurrou a TerríBooty com razão. A preparação pro sexo tava se prolongando demais. Os dedos do homem entravam no reto da filha dele quase até os nós dos dedos, e ela tava adorando, respirando ofegante cada vez que os dedos invadiam o fundo dela.
- Tá bem, sobe, vamos estrear essa bunda apertada que você tem...
Bra sentou de frente pra ele, se abraçando enquanto a glande roçava o cu dela, fazendo o orifício rosado ceder com a dureza conforme ela descia até engolir meio cock com a bunda. O lubrificante escorria pelos lados de tão apertado que ela tava.
- Isso... muito bem, relaxa o orifício, sobe e desce devagar... - Incentivava Vegeta colado no corpo dela, abraçado, acariciando as costas dela como o melhor dos amantes. Maron não acreditava no que tava vendo e se masturbava atrás de Vegeta.
- Sexo anal entre pai e filha também é tradição saiyajin?
- Não, nada disso. A gente tá escrevendo nossa própria tradição hoje. Te incomoda? - E com um pouco de crueldade, levantou o quadril enfiando pelo menos três quartos do cock pra dentro.
A jovem de cabelo azul se deixava penetrar no cu cada vez mais fundo, tentando segurar uma careta de dor. O lubrificante fazia o trabalho dele. Até certo ponto, até uma certa profundidade, e ela sentia o tronco chegar em lugares onde os dedos do Vegeta não tinham alcançado.
Maron começou a beijar a amiga na boca, muito excitada, talvez mais do que ela, já que pelo menos não tinha vinte centímetros de carne enfiados no cu.
-Ahaaa— Dói pra caralho! — soltou, sem aguentar, depois de alguns minutos.
— Colabora passando lubrificante, vamos. — ordenou Vegeta à filha do Kuririn e da nº 18, que derramou o conteúdo sobre o pau, vermelho de tanta ação e pulsando como se tivesse coração próprio. Perto dali, o cu da Bra já tinha dilatado.
— Que loucura, tô vendo tudo, amiga! — disse Maron, abrindo o buraquinho e enfiando um dedo quase sem tocar no anel aberto. — Vamos, já tá pronta, podem continuar.
— Isso quem decide sou eu, sua puta! — gritou Bra, mas gritou mais ainda quando ele meteu e mudou de posição, penetrando ela numa posição de amazona, onde o homem via a buceta com clareza, inchando e desinchando levemente cada vez que metia por trás.
Bra aguentou, enquanto Maron não entendia como o pai demorava tanto pra gozar. Já iam uns 15 minutos naquela posição e ela até já tava perdendo a excitação de tanto ver a mesma coisa.
— Muito bem! Você é uma verdadeira saiyajin, digna filha minha!
— Cê vai gozar de uma vez, porra?! — gritou com os olhos lacrimejando e a cara vermelha igual tomate.
— Gozar? Tô só começando, sua boca diz que não, mas seu cu não para de chupar meu pau... Agora vamos pra próxima lição.
Em seguida, levantou ela segurando pelas nádegas e continuou penetrando de pé, no ritmo dele, na velocidade que preferia. A filha abraçada nele gemia igual uma puta novata.
—Aaahhh, merda, acaba logo! – Gritou abraçada no Vegeta, deixando as marcas das costas quase até o osso de tanto que ele apertava.
– Tô começando a me irritar!
– Só agora, amiga? Não sei como você tá aguentando. – Só faltava a pipoca pra Maron curtir ainda mais o show.
– Besteira! Sua mãe aguenta o dobro e é terráquea. Booty, não me decepciona, Bra! – Ela a repreendeu, perdendo a cabeça. Maron percebeu que manter um tronco daqueles ereto tava roubando os neurônios dele. Era sangue demais que não chegava ao cérebro há muito tempo.
Com o passar dos minutos e o vai e vem incessante, Vegeta não parecia o mesmo. Como se o conquistador arrogante que um dia foi tivesse ressurgido no meio do sexo.
Maron ficou na dúvida se continuava se masturbando com a visão daquele cu ou se chamava alguma autoridade (só Goku ou Gohan podiam fazer algo pela pobre Bra e a bunda dela). Ela viu os dois trocarem de posição sem nem tirar o pau do rabo, sem dar um segundo de descanso praquele asterisco castigado pelo pai incestuoso. Passaram a fazer de pé, com uma perna dela no ombro dele, e depois de dez minutos, na cama, de frente um pro outro, com ele por cima, caindo em cima dela de forma alucinante, fazendo a madeira da cama luxuosa ranger. Se antes entravam três quartos do membro dele, agora ele até espremia as bolas de tanto que metia.
– Falei pra você gozar de uma vez, sua puta! – Soltou num gemido que era mais uma reclamação. – Acaba, caralho! Meu cu não é teu brinquedo! Ahahahahaa!
E surpreendendo a amiga, uma rajada de vento saiu do corpo dela, fazendo os lençóis voarem, derrubando um abajur e jogando um quadro no chão. Maron não entendia o que tava rolando e procurou abrigo, mas Vegeta sim.
– Tá com raiva? Gemer e gritar é tudo que você sabe? Se quer que eu goze, vai ter que transformar seu cu num super cu! – Disse apertando os peitos dela. – Vamos, se transforma, se transforma! Quero que seu anel fraco me estrangule a pica! de uma vez por todas, sua inseto!Grrrrrraaaa- Ela se enfureceu, mano, encarando o pai dela fixamente enquanto o cabelo azul soltava um brilho dourado e ouriçava.
Tudo começou a tremer como se um tsunami tivesse batido. Maron se enfiou dentro de um armário até ele começar a tremer também, e se esgueirou pra fora, sendo cegada por um clarão amarelo, acompanhado de um grito estrondoso que fez o camarote inteiro vibrar, estilhaçando os vidros e enchendo o ar de eletricidade.
- ¡Ahahahaha! ¡Vou levar um choque! – Gritou num canto ao receber uma faísca que deixou o cabelo dele igual um black power.
Quando a visão voltou depois da cegueira, entre um travesseiro depenado, o abajur despedaçado e os móveis destruídos contra as paredes, Vegeta tava transando com uma garotinha loira de cabelos espetados e brilhantes que segurava o pescoço dele com uma mão e com as pernas o prendia contra ela.
O pescoço de Vegeta ficou vermelho, os gemidos de prazer voltaram pros dois até o homem arquear as costas, virar os olhos e gozar dentro da barriga da filha super saiyajin, que recebeu tudo com gosto e perdeu a transformação enquanto descarregava, talvez a maior gozada da vida dela.
Vegeta sacou o sabre, satisfeito, deixando um rastro de porra como se tivesse destampado uma garrafa. A alegria dele não era só pelo sexo anal incrivelmente longo, mas por ter conseguido o objetivo. Deitado do lado da Bra, de barriga pra cima, começou a rir que nem um louco.
Bra se recuperava como se tivesse acordado de um sonho longo.
– O que te dá tanta risada? Cê acha graça do que fez? Vou ter que usar fralda um mês inteiro, seu bruto. – Reclamou Bra, dando tapinha no ombro dele. – E olha como tudo ficou! Mamãe vai nos matar quando tiver que pagar por isso tudo…
– Isso importa? Consegui fazer você se transformar em super saiyajin, você conseguiu a transformação pelo sexo e ainda… – Sentando que nem um maluco. – Sou o primeiro a transar com uma super saiyajin, consegui antes do Kakaroto, antes do Gohan, antes de todo mundo, até antes dos saiyajins do Universo 6!
– Era disso que se tratava tudo? De conseguir um recorde? – Observou Maron, meio assustada com a gargalhada do homem (ainda pelado e todo sujo).
– Bom, admito que foi incrível, senti como se meu corpo virasse aço e pudesse continuar fodendo por uma semana. Então sou a primeira a me transformar pelo sexo? Isso me coloca num lugar de privilégio, vou contar pra se gabar pra Pan.
- Vocês levam tudo muito na esportiva… – Maron se resignou, fazendo a amiga rir.
- Consegui! Sou o primeiro a conseguir! – Vegeta continuou rindo que nem um louco. – Na sua cara, Kakaroto! Nisso você não vai me superar!
- Quero acreditar que essa história de tradição saiyajin não foi só uma desculpa pra testar uma teoria maluca.
As garotas começaram a rir mais relaxadas, contagiadas pela felicidade do príncipe, mas um grupo de pessoas assustadas apareceu na porta.
- Com licença… senhor… – Era o capitão do navio. – Tá tudo bem? Ah, pelo amor! Que merda aconteceu aqui?!
Tinha que se colocar no lugar dele. Ele entrava no quarto luxuoso e romântico depois de ouvir o estouro, o lugar todo destruído, pai e filha pelados, suados, cheirando a banheiro público e, ainda por cima, rindo. Também não sabiam de onde tinha surgido a loirinha que os acompanhava, também nua.
- Não foi nada, nada… foi… um… – Bra começou a inventar, sem ideias, travada.
- Ataque terrorista! – Maron interveio na hora certa. – Uns homens entraram, estupraram a gente e, quando foram embora, jogaram uma granada. Eu era prisioneira deles e me deixaram pra trás…
- Terroristas? Granada? Prisioneira? – O capitão estranhou, junto com seus homens. Era uma desculpa fraca, mas mais crível do que explicar que, através de sexo anal, o pai alienígena tinha induzido uma nova transformação na filha híbrida enquanto a terráquea assistia apavorada.
- Nossas roupas queimaram e a gente quase morreu, foi graças ao senhor Vegeta que sobrevivemos e eles fugiram em motos voadoras.
- Que?! Esperam que a gente acredite nisso, sendo que não vimos aeromotos, nem fogo, nem ouvimos pedidos de socorro? É a história mais absurda que…
Vegeta interveio com um raio de ki do dedo, que passou raspando na orelha dele e fez um buraco na parede.
- A gente teve uma orgia e perdeu o controle! Algum problema? – Apontando o dedo pra eles.
- Não, não, nenhum, Sr. Vegeta! — O capitão se assustou.
— Devia ter dito antes!
— Podemos limpar ou servir um banquete pra vocês! — Acrescentou um dos cozinheiros.
— Só de nos deixarem em paz já tá bom! Quando chegarmos em terra, a gente arca com os gastos! Agora, se nos dão licença, queremos privacidade!Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.O jantar na Capsule Corp foi uma coisa quase inacreditável de tão normal, pelo jeito que as coisas estavam rolando. Goten e Trunks, um de cada lado da mesa, batiam papo descontraído sobre assuntos bestas como se nada do que tinha acontecido, tivesse acontecido. De vez em quando, os olhos deles escapavam pro vestido decotado da Bulma, que transbordava com as carnes gostosas dela, ou davam uma espiada no quão curto era, que sentada quase subia sozinho.
Foi quando chegou a sobremesa trazida pelo chef, morangos com creme, que dá pra dizer que as intenções da Bulma afloraram, botando um ponto final no papo cotidiano entre o filho dela e o melhor amigo dele.
- Nossa, deliciosos... - falou comendo um morango cheio de creme, de um jeito meio descuidado, já que os lábios dela ficaram com creminho.
Goten e Trunks imitaram ela, embora já estivessem morrendo de vontade de comer outra coisa. Eles sabiam o que ia rolar, a Bulma sabia o que ia rolar, o Kami-Sama sabia o que ia rolar e não fazia sentido ficar enrolando mais.
- Nossa! Me sujei toda, sou uma porquinha, pareço o Oolong. - reclamou ao ver um pouco de creme cair de um morango lotado bem no meio dos peitos dela. - O pior é que não sei se tenho guardanapos...
- Não importa, mãe, tive uma ideia melhor. - disse Trunks, já acostumado que a qualquer momento, com a mãe dele, a paixão podia explodir que nem uma bomba terrorista.
Se aproximando sob o olhar atento do amigo, ele enfiou a cara entre os peitos dela pra lamber o creme e beijar os seios dela, dando uma aula de incesto ao vivo. O que era o sonho de muitos pro Trunks era realidade, se enfiar entre aqueles peitos macios.
- Também tenho creminho na boca, Goten, vem me ajudar com isso.
Feito uma expert em iniciar os novinhos, ela comeu a boca do filho mais novo do Goku. Misturou a saliva dela com a dele, passando o gostinho do creme e do batom dela pro garoto nervoso, surpreso com a rapidez e facilidade que o episódio triplo X começava a rolar, assim, com ela sentada num trono de luxúria e de dois consortes seduzidos por seus encantos adultos, obscenos.
- O que foi, coração? Nervoso? Vai, fica tranquilo, sou uma expert em iniciar garotinhos inexperientes. - confessou enquanto Trunks continuava beijando o centro dos seios dela. - Olha só meu Trunks, que apaixonado ficou, não vou demorar pra te transformar em outro garanhão amestrado que vai te servir com qualquer garota. Me usa como boneca de teste pra tudo que você imaginar.
Bulma se aproximou do ouvido de Goten, se levantando.
- Como fiz com seu pai e seu irmão…
- O quê?! - se assustou o inexperiente Goten, talvez não muito preparado para anedotas de luxúria. - Então… eles estrearam com você.
- Conheceram tudo sobre sexo comigo.
- Essa é uma história que eu adoraria conhecer. - interveio Trunks, beijando o pescoço da mãe enquanto ela acariciava o corpo deles. Uma das mãos dela deslizou como uma cobra pelo corpo do moreno em busca do volume dele.
- Não tem muito o que dizer, não foi nada forçado… Conheci seu pai quando era jovem e ensinei os fundamentos básicos de higiene, viver sozinho no meio do nada sem ninguém pra falar que ele fedida era ruim. Não demorou pra gente tomar banho junto e, como era de se esperar, uma coisa levou à outra.
- Caralho, mãe, não quero nem dizer mas… que ousada.
- Goku não demorou pra ficar excitado quando eu o lavava e ensinei algumas técnicas que ele não conhecia, embora não de combate, de quebra servia pra me divertir do meu jeito.
- E com o Gohan, como foi? - se interessou Goten. - Sempre achei que ele teria estreado com a Videl. Tão santinho que ele parece.
- Nada disso, nada disso. Ele é um santinho, pelo menos era até nossa viagem pra Namek. As noites eram longas e chatas e resolvi dar uma visitada no Krilin. - Goten e Trunks começavam a endurecer só de imaginar a conversa lasciva.
- Tive uma surpresa gostosa com o Krilin, mas mais surpreso ficou o Gohan com os barulhos toda noite. O coitadinho do seu irmão nos espiava, nos ouvia, até que resolvi que ele também merecia um Um pouco de atenção e eu fiz uma visita pra tirar as dúvidas e as duras, vocês me entendem.



- Caramba, mãe, você deve ter dúzias de histórias assim. - Não são histórias, bobinho, são anedotas. — Em seguida, a mulher devassa exibiu seu par de tetas magnífico e guiou os rapazes para se divertirem com elas. — Não esqueçam o creme, podem chupar meus peitos à vontade… porra, como eu queria amamentar vocês até ficarem empanturrados, mataria para alimentar dois gatinhos lindos como vocês.
- Talvez você possa inventar algo disso, embora eu saiba que medicina não é sua área. — Disse Trunks, que passou um pouco de creme no mamilo esquerdo de Bulma e começou a chupá-lo. Goten o imitou, mamando na teta dela como um bebê.
- Isso mesmo...ooooh, que gostosa, que gostosa, chupem minhas tetas, não parem de sugar… – Gemeu, revirando os olhos.
– Não acredito como tenho sorte de ter vocês…
Os jovens beijaram seus peitos e corpo enquanto a deitavam sobre a mesa. Lá, Goten e Trunks passaram creme nos seios e lábios dela, usando-a como um prato. Bulma segurou o rosto do filho de Goku e trocaram creme com saliva uma vez e outra.
– Isso, me dá tudo, tô com fome… – E Goten colocou o creme babado na boca dela. – Delicioso…
Brincaram com a comida, os peitos e os lábios dela até se saciarem, lambuzando a boca dela de creme para devorá-la de beijos. Quando o creme acabou, a mulher deixou de ser prato e virou quem come.Mmmque delícia de pintinhas, gostosas. - Disse ela, agachada entre os dois jovens, lambendo as glandes deles, engolindo com devoção. Mostrou um equilíbrio excepcional ao se balançar para chupar um e outro, sem se apoiar, usando as mãos para se masturbar por cima da calcinha.
A boca dela virou um buraco de punheta, viajando de pinto em pinto com um timing perfeito, dando a cada um a sugada molhada no tempo certo.
- Isso é tão bom. - Reconheceu Goten, olhando pra baixo pra milf esforçada, que chupava de olhos fechados, saboreando cada pinto como se fosse o último.
- Vocês não fazem ideia de quanto eu queria isso. - E Bulma enfiou os dois na boca, já bem duros e molhados. Os jovens avançaram e penetraram a boca dela ao mesmo tempo, enchendo a cavidade da mulher com os sabores e cheiros deles. Ela se abraçou neles, puxando-os pra mais perto, realmente tentando engolir os dois troncos, coisa humanamente impossível.
-AaahDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.FiuuuPelo menos eu tentei, ficaram duras que nem pedra.
Bulma se levantou, retomando o papel de passiva. Se despiu rodeada, entre beijos que invadiram todo o corpo dela, carícias apressadas e apertões que tatearam as curvas de matar dela. Ficou só de calcinha vermelha, enrolada entre os dois garotões até que mãos suadas de um dos dois a despissem, ficando como Kami-Sama a trouxe ao mundo.
- Isso aí, me comam, quero vocês comendo minha bucetinha e meu cuzinho, vamos… – Convidou, tendo o filho na frente e o amigo atrás. – Você não se importaria de colocar sua língua aqui? Ou talvez seja avançado demais? – Disse abrindo as nádegas para um Goten todo animado, que admirou o buraquinho sem vergonha nenhuma.
- Tá de brincadeira? Sonho com isso há anos… você vai ter que implorar pra eu parar.
- Isso aí, muito bem, meninos bonzinhos, comam cada buraquinho… – Ela aprendeu sendo invadida por duas línguas de lados opostos, quase na mesma profundidade, como se as línguas fossem bichos entrando nas tocas, procurando o centro.
Trunks parecia não ter nenhum pudor em saborear a boceta que o viu nascer, de cima a baixo, do clitóris à buceta, cheirando e curtindo como se não tivesse nada de errado em se dar um banquete incestuoso desses.
- Algo me diz que você nunca vai se curar do seu complexo de Édipo, Trunks…
Goten, sem ficar pra trás, não se segurava nada ao perfurar o cu dela com a língua forte, fazendo redemoinhos no furinho quase de dentro pra fora. Com os dedos, esticou o orifício pra invadir melhor, fazendo a mulher safada se assustar.
- Ah, desculpa por te subestimar, Goten, seu pai e irmão não eram tão ousados, começar cedo é uma vantagem e tanto.mmm…
- Depois do que vi essa manhã, não preciso que ninguém me ensine como se trata uma bunda dessas.
- Pestinhas, então eu fiz um show particular sem saber, se eu soubesse…
Sincronizados, como se lessem pensamentos, Goten segurou uma perna enquanto Trunks segurava a outra, erguendo a mulher no ar, comendo os dois buracos dela em pé.Ohh, ahhh, que eu vou cair, cuidado, não me soltemahhh… Ela se assustou, balançando perigosamente, sentada sobre as bocas dos jovens como se fossem cadeiras humanas.
– Vocês vão me fazer bater no teto, não gosto dessas poses estranhas…
De pé, com as bocas ocupadas demais para responder, foram levando ela até a cama de casal, onde a deixaram encharcada de saliva e da própria excitação. Naturalmente, ela já tinha gozado gostoso em cima do Trunks, que lambia os lábios.
Assim que estavam na cama confortável, agarraram os peitos dela de novo, chupando em uníssono enquanto a masturbavam. Trunks esfregava o clitóris dela enquanto Goten explorava o interior com dois dedos primeiro, e depois três. O de cabelo azul não demorou a se juntar à exploração vaginal e colaborou enfiando três dedos, transbordando a buceta da Bulma, cheia de dedos que a dilatavam e exploravam. Não demorou para os dedos do Trunks saírem daquele buraco e descerem para encontrar o segundo, onde enfiou dois dedos até o fundo.Ahhh, ahhh, sim, sim, é isso, enfiem os dedos, mexam eles, assim, assim, isso…ahhh.- Ela gemia enquanto gozava, lambuzando a mão de Goten com o próprio tesão, completamente dentro da buceta dela. Sobre os dedos do filho cutucando o cu dela, parecia não ter nenhuma reclamação; pelo contrário, tava adorando demais.
- Não vejo a hora, vamos, Goten, entra pro clube dos vencedores. – Abrindo as pernas e a buceta com dois dedos, tinham deixado ela molhada pra caralho, pronta pra ser penetrada – Isso aí, estaciona tua nave no meu hangar… – Disse enquanto o moleque se aproximava dela, mostrando o pau pra buceta, metendo sem perder tempo.
- Isso aí,mmmm— Muito bem, mais rápido, acelera, isso aí…
— Ela o pressionava, sedenta por sexo.
— Enfia tudo, igual seu pai e seu irmão. Vou te iniciar como fiz com todos, vamos…
— Não me ignora, mamãe, senão vou ficar ofendido. — Disse Trunks, aproximando o pau da boca da mulher, que, como atraída por um ímã, o levou à boca.
— Acha que não dou conta de dois paus ao mesmo tempo? Agora tão me subestimando.
Com os dois garotos em cima dela, Goten caindo sobre sua buceta e Trunks alimentando ela com o pau, realizaram uma das fantasias mais recorrentes de Bulma: transar com dois homens ao mesmo tempo, ter seus buracos ocupados dando e recebendo prazer, somado ao tesão de fazer isso com o próprio filho e o filho do amigo, Goku.
Na cabeça extasiada dela, os pensamentos obscenos se acumulavam, causando bloqueios, como se o corpo não aguentasse tantas ideias. Lembrava quando fez com Goku, com Gohan, e agora fechava o ciclo com Goten, deixando ele gozar como um bezerro dentro do útero dela, sentindo até a última gota disparada lá dentro como se tivesse um sensor. Sentiu também a boca encher com a gozada de Trunks, transbordando com o gosto safado e a grossura, obrigando ela a engolir pra não derramar.
Assim que Trunks descarregou a última gota, Goten ocupou o lugar dele, enquanto Trunks envolvia o tronco entre os peitos de Bulma, por cima dela, usando eles pra se masturbar. Ela adorava ser sexualizada com tanta cara de pau, reduzida a uma boca e dois peitos criados pra serem usados como ferramentas de prazer, como buracos manipuláveis, totalmente à disposição das fantasias dos garotos.
— Cê gosta dos meus peitos, amor? — Falou numa pausa que Goten deu.
Os minutos passaram e, quase ao mesmo tempo, mostrando uma coordenação excepcional, a dupla gozou no rosto e na boca de Bulma, enchendo ela de porra.
— Ah, me encheram toda… vão ter que melhorar a pontaria, era pra ir tudo pra dentro, não pra fora… — Disse ela com leite escorrendo. em direção aos peitos. – Mas ainda posso me encher mais. Espero que vocês não estejam cansados.
Goten e Trunks se olharam desconfiados enquanto Bulma, toda leitada, deitava Goten e se sentava sobre ele pronta pra um segundo round vaginal, que começou assim que enfiou o pau do garoto.
– Cansados? – Disse Goten, agarrando as tetas dela, meio meladas pela quantidade de porra que tinha caído. – Podia ficar assim o dia inteiro.
– E você, Trunks, não tem ideia de onde enfiar isso? – Bulma tava realizando o sonho dele ao abrir as nádegas e oferecer o buraco mais proibido. – Vai, mete no cu da sua mãe como você queria, é um dia especial afinal…
– Sabia que ia rolar, um trio sem uma dupla penetração não é trio.
– Trunks não demorou pra levar a glande até o asterisco, sentindo ele ceder em volta da cabeça, apertando, envolvendo, abrindo milímetro por milímetro até transformar o asterisco num círculo perfeito e apertado que espremia o tronco dele. Apesar de toda a experiência, apesar da luxúria, das histórias safadas, a grossura do pau dele era suficiente pra dilatar o cu até limites inimagináveis.
– É tão gostoso, você tá bem apertadinha, mãe. – Disse Trunks assim que enfiou tudo, sem escalas nem pausas, até as bolas dele quase roçarem as do Goten lá embaixo.
– Ah pelo amor, tô cheia de carne, sim, sim, isso aí, mexam um pouco, remexam tudo…
Bulma se sentia saciada, transbordando de carne jovem que fazia ela ver estrelas de prazer. A boca dela, pela primeira vez, não dava conta de gemer tanto quanto queria.Ahh, ahh, ahh, ooh, mmmm, ahh, aaahAh, eles, por outro lado, curtiam a sensação compartilhada de sentir a porta ao lado encher e esvaziar, encher e esvaziar. Cada buraco mudava segundo a segundo, parecia diferente dependendo da ação do outro. A buceta era um caldo batido com porra do coito anterior e fluidos que não paravam de escorrer das paredes internas, como se tivesse papilas gustativas que não paravam de produzir seu suco. O cu era o extremo oposto. Apesar de ter sido mal lubrificado por Goten, seu interior era um forno de 45 graus que apertava o tronco num abraço tão áspero quanto gostoso.
Não demoraram pra se sincronizar perfeitamente, enchendo e esvaziando um e outro até meter fundo, gozando cada um no fundo do buraco que lhes coube, fundindo as gozadas com o gemido.em crescendoda Bulma, quase sustentada por ambas as pirocas que a empalavam.Aaaah, hmmmmIsso foi intenso, sem dúvida era o trabalho em equipe que eu tava procurando… — Disse ela, suada e grudenta. Tinham começado tão rápido que nem tinha ligado o ar-condicionado. — Bom, Trunks, sei que você queria meter no meu cu, mas já pode tirar…
— O trabalho em equipe ainda não acabou, mamãe. — Disse no ouvido dela, enfiando o pau um pouco mais, segurando ela pelos peitos por trás. — Com o Goten eu preciso aperfeiçoar mais uma técnica. Pronto, Goten?
— Sempre… Esse vai ser o melhor debut da história dos debuts. Não acho que ninguém tenha se divertido tanto na primeira vez.
— Espera, espero que vocês não estejam pensando no que eu tô pensando… ah, não. — Reclamou pela primeira vez na noite. — O filho do Goku saiu debaixo dela pra ir atrás e começou a empurrar contra o cu dela, por cima do pau do Trunks, pra baixo.
— Sei que vocês devem ter visto essas coisas na internet, mas acreditem, não é tão fácil assim. Não tenho tanta experiência anal… — Disse, mesmo assim se deixando levar. Queria que eles aprendessem que nem tudo dava certo de primeira, que pra algumas posições precisava de preparação e… —Ahhh, merda, tira, tira! Dói!
Assim que a cabeça entrou, não havia mais volta. Goten foi enfiando o pau dele colado no de Trunks, abrindo caminho pelo cu da Bulma, fazendo uma penetração anal dupla doida.
- Com o Goten, a gente pensou que você já devia ter feito de tudo, então tivemos que improvisar e tirar algum truque novo da cartola.
- Sou mãe de duas crianças, essa coelhinha não tá pra truque novo, garotos, já chega, tirem... - Pediu fingindo calma, achando que depois de enfiar no cu dela, eles iam tirar, mas o Trunks enfiava os dedos na boca dela por trás, calando qualquer reclamação. Começaram a se mexer.
Fricção era a palavra-chave, pau contra pau, pau contra parede retal, cabeça contra cabeça. Talvez pudesse ser um ato homossexual, mas pros jovens possuídos nem passou pela cabeça essa noção. Tavam metendo o cu da veia, uma mulher linda e voluptuosa, o ato era tão grande quanto o pensamento, preenchia cada canto das mentes corrompidas deles e não sobrava espaço pra outras interpretações. Só pensavam em como eram sortudos, como o sexo podia ser prazeroso e ao mesmo tempo desconfortável.
- Por favor... gozem logo de uma vez... - Soltou Bulma, com medo de não aguentar mais muitos minutos. A fricção era tão apertada que eles não conseguiam pegar a velocidade necessária pra gozar e tavam demorando demais.
- Falta pouco, mamãe, seu cu vai ficar bem... - Tranquilizou, empurrando, como se pudesse enfiar as bolas dele por cima das do Goten dentro da bunda.
- Não sei como consegui parir um filho tão sem vergonha, você não tem pena da bunda da sua mãe, seu pervertido... - Disse recuperando o tom sensual, na esperança de que com um pequeno plus, eles soltassem a última carga da noite e a bunda dela pudesse descansar de tanto castigo...
A noite continuou igual, nem as carícias do Trunks nos peitos dela e os beijos dele tornaram mais suportável pra elagrande finalmas, mesmo assim, ela aguentou, suportou, e deixou que seu corpo servisse ao propósito de dar prazer a eles, de satisfazer seus fetiches mais doentios.Ohh— Finalmente, me sinto cinco quilos mais leve.
— Disse sem admitir que, ao tirá-las, foi tomada por um orgasmo curioso que conseguiu disfarçar. Não queria que pensassem que queria aqueles paus enormes no cu por mais um segundo.
— Foi dez, não cem vezes melhor do que jamais imaginei. Valeu a pena ter ficado virgem e não ter estreado na lei dotanto faz- Posso riscar uma dupla penetração da minha lista de coisas pra fazer antes de morrer, e nem precisei pedir pro Shen Long.
Bulma, no meio deles, depois de tomar um banho revigorante, acendeu um cigarro. Relaxada, com a situação de volta ao seu controle. Lembrando dos momentos mais marcantes dos últimos dias. Pensava no reencontro próximo com o marido, na competição silenciosa que tinham armado e da qual se sentia vencedora. As cartas tinham sido jogadas para ambos, tanto Bulma quanto Vegeta realizaram suas fantasias mais ousadas, só faltava virar as cartas e ver quem ganhava aquele jogo incestuoso de paixões, do qual não tinham certeza se queriam dar um fim.
- Como é que isso continua? - Perguntou Goten, ainda sem se recuperar totalmente da ressaca sexual, talvez ainda pensando com a segunda cabeça.
- Vamos ver, vamos ver, Vegeta vai voltar, Bra vai voltar e vamos ser uma família de novo. Calculo que o puteiro Briefs vai fechar. - Disse ela, terminando o cigarro. - Por um tempo, até a gente ter outra ideia.


Valeu por ler! Vou ver se continuo com uma história que envolva a Cheelai ou a 18 com a Milk.
Se vocês gostaram, não esqueçam de comentar e dar nota, assim eu sei se curtem esse tipo de história!
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