Pra quem se perdeu, aqui estão as partes anteriores:https://www.poringa.net/Alex970405/postsOi, oi, aqui com mais uma atualização sobre minhas aventuras com meu sobrinho. Tudo rolou naturalmente, falei pra ele a gente continuar na mesma de sempre pra evitar suspeitas na família, e foi isso. A relação segue normal e ninguém desconfia de nada. Na real, não aconteceu muita coisa porque o semestre tá quase acabando e ele tá ocupado com os trabalhos.
Pelos comentários e ideias que vocês me deram sobre a minha situação com meu sobrinho, decidi que neste sábado vou usar um vestido meio curto e, sem que minha prima ou minha mãe percebam, vou dar uma exibida pra ele.
Já no final da tarde, eu, minha mãe e minha prima estávamos em casa. Na real, tava esperando meu sobrinho pra ele me ver amamentando meu bebê, mas ele não chegava. Aí perguntei pra minha prima por ele, e ela disse que ele tinha saído, que talvez não demorasse. Já era hora de dar a teta pro meu bebê e meu sobrinho nada de chegar, então tive que amamentar sem ele. Quando eu já tava terminando, ele chegou. Passou pra cumprimentar a mãe dele e a minha, que estavam na cozinha, e depois veio até mim, que tava na sala. Me cumprimentou com um beijo na bochecha, e eu falei: "Do que você perdeu", olhando pras minhas tetas, que já estavam cobertas pelo sutiã e pelo vestido, mas ainda sem abotoar.
Vale mencionar que nesses dias eu falei pra ele que se fosse tirar fotos, que fizesse com discrição pra nossas mães não perceberem, além disso ele tinha que me mandar e, obviamente, se mostrasse pros amigos, que não dissesse que era eu e que não aparecesse meu rosto.
Ele: então hoje não vou poder ver nada?
Eu: não sei, depende de quanto você prestar atenção.
Na hora, as mães vieram sentar com a gente na sala, minha prima do meu lado, minha mãe num outro sofá e meu sobrinho na minha frente. Como já viram, o vestido batia na metade da perna e ele, "mexendo no celular", pedia detalhes das minhas pernas. Eu dava um jeito de me mexer "natural" pra não parecer óbvio que eu tava abrindo as pernas enquanto a gente conversava sobre qualquer coisa.
Depois a gente comeu e, terminando, fomos ver televisão na sala. Lá ficaram nossas mães brincando com meu bebê, enquanto eu comentava que ia lavar a louça. Falei pro meu sobrinho me ajudar a levar os pratos, enquanto eu já levava os primeiros. A pia fica do lado da cozinha, separada por uma parede. E quando vi que ele já vinha, levantei meu vestido, pegando ele de surpresa.
Ele ficou parado uns segundos e eu mandei ele trazer o resto, enquanto eu me arrumava me inclinando pra frente, preparando essa vista pra quando ele chegasse.
Não sei se vocês me entendem, mas fazer isso com nossas mães a poucos metros dava muita adrenalina, sentia meu coração batendo forte, dava pra ouvir, ter que ficar de olho pra quem entrasse ser meu sobrinho ou, senão, o que eu diria tanto pra minha mãe quanto pra minha prima por estar com o vestido naquela altura. Em tudo isso e mais coisas eu pensava quando meu sobrinho chega com os pratos e os arruma, mas se encostando em mim, sentindo o pau dele roçando nas minhas nádegas nuas. Com ele tão perto, não consegui evitar de levar minha mão até a calça dele pra acariciar o pau, segurando ele com meu punho e fazendo um movimento curto pra frente e pra trás, batendo uma punheta nele. Tava nessa quando minha prima chega com mais pratos. A verdade é que demos muita sorte, porque meu sobrinho tava na diagonal em relação a mim, ou seja, com o corpo dele tampava o meu, então minha prima não conseguia ver como eu tava com o vestido no meio da bunda e nem como minha mão tava apertando o pau duríssimo do filho dela.
Prima: Toma, moleque.
Sobrinho: Sim, mãe, disse virando o tronco e pegando os copos que a mãe dele trazia.
Prima: Põe ele pra lavar, já que em casa nunca faz nada.
Eu: Sim, prima, já vou botar ele pra pagar a comida.
Enquanto minha prima ia embora, eu nunca soltei o pau do meu sobrinho, apertando e soltando, mantendo aquele movimento enquanto a gente ria, sabendo que tava brincando com fogo e que podia ser descoberto a qualquer momento.
Eu: Já ouviu a véia? Lava os pratos, enquanto me afastava deixando o lugar pra ele, mas empinando a bunda pra ele me dar mais uma encoxada.
O que eu não esperava é que o safado tinha tirado o pau pra fora e esfregou ele na minha bunda toda, me segurou pela cintura com as mãos, impedindo que eu saísse, e começou a fazer um movimento como se tivesse me penetrando. Isso me esquentou tanto que me deixei levar, fechei os olhos, só consegui levar a mão à boca pra tampar e evitar que meus gemidos fossem ouvidos.
Eu podia sentir como o líquido pré-ejaculatório dele tinha molhado minhas pernas e, junto com meus fluidos que começavam a escorrer da minha buceta, facilitavam o deslizamento do pau dele roçando a entrada da minha buceta a cada movimento pra frente que ele fazia. Eu não pensava, tava viajando, até que percebi que a mão do meu sobrinho já tinha puxado uma das minhas tetas pra fora, enquanto com a outra ele ainda me segurava pela cintura.
Sobrinho: tô quase gozando, tia, deixa eu meter, por favor
Eu não respondi, a única coisa que fiz foi puxar minha calcinha pro lado, que já tava encharcada, levantei um pouco uma das pernas e me inclinei sobre a pia, tapando a boca. Só bastaram 3 estocadas dentro de mim pra ele começar a gozar. Foi tão gostoso sentir as pulsações do pau dele, que obviamente também provocaram um orgasmo gostoso em mim enquanto eu mexia minha bunda, sentindo ele encher cada cantinho da minha buceta.
Depois de nós dois curtirmos nosso orgasmo compartilhado, a lucidez finalmente bateu. Só consegui me afastar enquanto arrumava meu vestido, ou seja, coloquei minha teta de volta no sutiã e no vestido, abotoei, ajustei minha calcinha toda molhada e abaixei o vestido, correndo pro banheiro enquanto apertava minha buceta pra não deixar a porra que tava dentro escapar, deixando ele com a louça.
Foi tudo muito rápido, sinto que me deixei levar fácil demais, e pensando friamente agora, podiam ter nos visto. Não sei vocês, o que me aconselham?
Não esqueçam de deixar seus comentários, adoro ler eles.
Pelos comentários e ideias que vocês me deram sobre a minha situação com meu sobrinho, decidi que neste sábado vou usar um vestido meio curto e, sem que minha prima ou minha mãe percebam, vou dar uma exibida pra ele.
Já no final da tarde, eu, minha mãe e minha prima estávamos em casa. Na real, tava esperando meu sobrinho pra ele me ver amamentando meu bebê, mas ele não chegava. Aí perguntei pra minha prima por ele, e ela disse que ele tinha saído, que talvez não demorasse. Já era hora de dar a teta pro meu bebê e meu sobrinho nada de chegar, então tive que amamentar sem ele. Quando eu já tava terminando, ele chegou. Passou pra cumprimentar a mãe dele e a minha, que estavam na cozinha, e depois veio até mim, que tava na sala. Me cumprimentou com um beijo na bochecha, e eu falei: "Do que você perdeu", olhando pras minhas tetas, que já estavam cobertas pelo sutiã e pelo vestido, mas ainda sem abotoar.
Vale mencionar que nesses dias eu falei pra ele que se fosse tirar fotos, que fizesse com discrição pra nossas mães não perceberem, além disso ele tinha que me mandar e, obviamente, se mostrasse pros amigos, que não dissesse que era eu e que não aparecesse meu rosto. Ele: então hoje não vou poder ver nada?
Eu: não sei, depende de quanto você prestar atenção.
Na hora, as mães vieram sentar com a gente na sala, minha prima do meu lado, minha mãe num outro sofá e meu sobrinho na minha frente. Como já viram, o vestido batia na metade da perna e ele, "mexendo no celular", pedia detalhes das minhas pernas. Eu dava um jeito de me mexer "natural" pra não parecer óbvio que eu tava abrindo as pernas enquanto a gente conversava sobre qualquer coisa.
Depois a gente comeu e, terminando, fomos ver televisão na sala. Lá ficaram nossas mães brincando com meu bebê, enquanto eu comentava que ia lavar a louça. Falei pro meu sobrinho me ajudar a levar os pratos, enquanto eu já levava os primeiros. A pia fica do lado da cozinha, separada por uma parede. E quando vi que ele já vinha, levantei meu vestido, pegando ele de surpresa.
Ele ficou parado uns segundos e eu mandei ele trazer o resto, enquanto eu me arrumava me inclinando pra frente, preparando essa vista pra quando ele chegasse.
Não sei se vocês me entendem, mas fazer isso com nossas mães a poucos metros dava muita adrenalina, sentia meu coração batendo forte, dava pra ouvir, ter que ficar de olho pra quem entrasse ser meu sobrinho ou, senão, o que eu diria tanto pra minha mãe quanto pra minha prima por estar com o vestido naquela altura. Em tudo isso e mais coisas eu pensava quando meu sobrinho chega com os pratos e os arruma, mas se encostando em mim, sentindo o pau dele roçando nas minhas nádegas nuas. Com ele tão perto, não consegui evitar de levar minha mão até a calça dele pra acariciar o pau, segurando ele com meu punho e fazendo um movimento curto pra frente e pra trás, batendo uma punheta nele. Tava nessa quando minha prima chega com mais pratos. A verdade é que demos muita sorte, porque meu sobrinho tava na diagonal em relação a mim, ou seja, com o corpo dele tampava o meu, então minha prima não conseguia ver como eu tava com o vestido no meio da bunda e nem como minha mão tava apertando o pau duríssimo do filho dela.Prima: Toma, moleque.
Sobrinho: Sim, mãe, disse virando o tronco e pegando os copos que a mãe dele trazia.
Prima: Põe ele pra lavar, já que em casa nunca faz nada.
Eu: Sim, prima, já vou botar ele pra pagar a comida.
Enquanto minha prima ia embora, eu nunca soltei o pau do meu sobrinho, apertando e soltando, mantendo aquele movimento enquanto a gente ria, sabendo que tava brincando com fogo e que podia ser descoberto a qualquer momento.
Eu: Já ouviu a véia? Lava os pratos, enquanto me afastava deixando o lugar pra ele, mas empinando a bunda pra ele me dar mais uma encoxada.
O que eu não esperava é que o safado tinha tirado o pau pra fora e esfregou ele na minha bunda toda, me segurou pela cintura com as mãos, impedindo que eu saísse, e começou a fazer um movimento como se tivesse me penetrando. Isso me esquentou tanto que me deixei levar, fechei os olhos, só consegui levar a mão à boca pra tampar e evitar que meus gemidos fossem ouvidos.
Eu podia sentir como o líquido pré-ejaculatório dele tinha molhado minhas pernas e, junto com meus fluidos que começavam a escorrer da minha buceta, facilitavam o deslizamento do pau dele roçando a entrada da minha buceta a cada movimento pra frente que ele fazia. Eu não pensava, tava viajando, até que percebi que a mão do meu sobrinho já tinha puxado uma das minhas tetas pra fora, enquanto com a outra ele ainda me segurava pela cintura. Sobrinho: tô quase gozando, tia, deixa eu meter, por favor
Eu não respondi, a única coisa que fiz foi puxar minha calcinha pro lado, que já tava encharcada, levantei um pouco uma das pernas e me inclinei sobre a pia, tapando a boca. Só bastaram 3 estocadas dentro de mim pra ele começar a gozar. Foi tão gostoso sentir as pulsações do pau dele, que obviamente também provocaram um orgasmo gostoso em mim enquanto eu mexia minha bunda, sentindo ele encher cada cantinho da minha buceta.
Depois de nós dois curtirmos nosso orgasmo compartilhado, a lucidez finalmente bateu. Só consegui me afastar enquanto arrumava meu vestido, ou seja, coloquei minha teta de volta no sutiã e no vestido, abotoei, ajustei minha calcinha toda molhada e abaixei o vestido, correndo pro banheiro enquanto apertava minha buceta pra não deixar a porra que tava dentro escapar, deixando ele com a louça.
Foi tudo muito rápido, sinto que me deixei levar fácil demais, e pensando friamente agora, podiam ter nos visto. Não sei vocês, o que me aconselham?
Não esqueçam de deixar seus comentários, adoro ler eles.
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