Olá, como eu tinha contado da última vez, fui visitar a Tita e a gente combinou que ela ia me deixar as chaves da casa dela enquanto estivesse fora, pra eu poder ir com a mamãe e ter a tranquilidade de fazer o que em casa a gente não podia. Fiquei pensando como contar pra mamãe sem ela perceber que eu tinha estado com a Tita, como naquele dia não tive oportunidade de ficar a sós com a mamãe, fui dormir bolando um jeito de contar, foi aí que me veio uma ideia: no outro dia eu iria ver a Tita. Na manhã seguinte, a primeira coisa que fiz foi passar na casa da Tita, falei que precisava conversar com ela, ela me fez entrar e perguntou qual era o problema. A verdade é que eu preferia não ter que gastar o dia anterior com a minha mãe só pra pegar a chave, ou seja, preferia guardar tudo pra aqueles dias com a mamãe, entende? Claro que entendo, respondeu, você quer estar com o tanque cheio pra esses dias; na verdade, com a mamãe a gente pensava... e contei tudo nos detalhes. A Tita ouviu, arregalou os olhos, fez um silêncio, como se pensasse no que ia responder. Tá bom, disse depois de alguns segundos, vocês sabem o que fazem. Quarta-feira passa pra pegar as chaves na hora que quiser. Obrigado, Tita, tô te devendo essa. Ah, e falando nisso, vai preparando sua mãe desde já, porque grávida e com gozo nos peitos, quero vocês dois na cama, comigo, claro. Fiquei surpreso com o pedido, mas reagi: fica tranquila que a gente vai cumprir seu pedido.
Fui pra casa contar pra mamãe que a Tita ia nos emprestar a casa, mas preferi não comentar o pedido final, por enquanto, até porque daria tempo. Mais ou menos, falei que a gente ia ter a casa só pra gente, porque a Tita queria que a gente cuidasse dela, e fui pra escola. Os dias passaram, chegou a quarta-feira, peguei as chaves, fui pra casa e falei pra mamãe: Alicia. Amanhã a partir das oito te espero no nosso apê, como é que a gente faz? Quando seu pai e sua irmã forem embora, você vai pra lá e me espera, que antes da sua avó acordar eu vou pra lá, mas fica ligado quando eu chegar, não me faz esperar, abre rápido; calma, mãe. E foi assim, no dia seguinte cheguei na casa da Tita, entrei, esperei um pouco perto da porta, tocou a campainha, abri pra mamãe, que entrou rápido com um par de sacolas grandes, fechei e fomos pra dentro, eu peguei as sacolas que a mamãe trouxe, apoiei na mesa da sala de jantar, não deixa no quarto, ela ordenou, assim fiz, bom agora me deixa sozinha e vem quando eu te chamar, nem um segundo antes, tá bom eu disse e fui pra sala, sentei e folheei umas revistas velhas, passaram quinze, vinte minutos, já não queria mais ver revistas, tava excitado e nervoso com o que podia rolar ali, mas o pior era o tesão que eu tava de comer minha velha, fazer ela ter um filho nosso, só pensava nisso quando ouvi o chamado, amor, to te esperando, saí tropeçando em tudo que tinha, cheguei na porta, me recomponho e abri com a maior tranquilidade que consegui, quando entrei, vi o cenário mais lindo que podia ter sonhado, mamãe com um vestido longo, cor natural com transparências em lugares estratégicos, sapatos combinando, de salto alto, o cabelo comprido e castanho caindo sobre os ombros e uma maquiagem sutil que realçava a beleza natural dela, tô boa assim pra você, amor? Eu me derreti, pela primeira vez na vida senti o que é estar apaixonado, me joguei nela, abracei e beijei na boca, claro que cê tá boa, rainha, boa demais pra ser só contemplada pelos meus olhos, nos beijamos e abraçamos forte de novo, assim caímos na cama, onde continuamos nos beijando e apalpando sem vergonha, até que num dado momento..., mas isso eu vou continuar contando noutro capítulo, até lá.
Fui pra casa contar pra mamãe que a Tita ia nos emprestar a casa, mas preferi não comentar o pedido final, por enquanto, até porque daria tempo. Mais ou menos, falei que a gente ia ter a casa só pra gente, porque a Tita queria que a gente cuidasse dela, e fui pra escola. Os dias passaram, chegou a quarta-feira, peguei as chaves, fui pra casa e falei pra mamãe: Alicia. Amanhã a partir das oito te espero no nosso apê, como é que a gente faz? Quando seu pai e sua irmã forem embora, você vai pra lá e me espera, que antes da sua avó acordar eu vou pra lá, mas fica ligado quando eu chegar, não me faz esperar, abre rápido; calma, mãe. E foi assim, no dia seguinte cheguei na casa da Tita, entrei, esperei um pouco perto da porta, tocou a campainha, abri pra mamãe, que entrou rápido com um par de sacolas grandes, fechei e fomos pra dentro, eu peguei as sacolas que a mamãe trouxe, apoiei na mesa da sala de jantar, não deixa no quarto, ela ordenou, assim fiz, bom agora me deixa sozinha e vem quando eu te chamar, nem um segundo antes, tá bom eu disse e fui pra sala, sentei e folheei umas revistas velhas, passaram quinze, vinte minutos, já não queria mais ver revistas, tava excitado e nervoso com o que podia rolar ali, mas o pior era o tesão que eu tava de comer minha velha, fazer ela ter um filho nosso, só pensava nisso quando ouvi o chamado, amor, to te esperando, saí tropeçando em tudo que tinha, cheguei na porta, me recomponho e abri com a maior tranquilidade que consegui, quando entrei, vi o cenário mais lindo que podia ter sonhado, mamãe com um vestido longo, cor natural com transparências em lugares estratégicos, sapatos combinando, de salto alto, o cabelo comprido e castanho caindo sobre os ombros e uma maquiagem sutil que realçava a beleza natural dela, tô boa assim pra você, amor? Eu me derreti, pela primeira vez na vida senti o que é estar apaixonado, me joguei nela, abracei e beijei na boca, claro que cê tá boa, rainha, boa demais pra ser só contemplada pelos meus olhos, nos beijamos e abraçamos forte de novo, assim caímos na cama, onde continuamos nos beijando e apalpando sem vergonha, até que num dado momento..., mas isso eu vou continuar contando noutro capítulo, até lá.
2 comentários - A amiga gostosa da minha avó