Conto a história da minha namorada pra vocês. Pra quem duvida que ela é ingênua nessa história, vão ver como ela até me convida pra acompanhar... e alguns aí pensando que ela é uma puta... maldosos. — Oi Eva, vejo que continua pegando meu telefone, então não deve estar tão brava assim. — Oi Rafa, já te falei que não foi culpa sua, foi minha por andar pelada na frente de menores, e agora prefiro esquecer isso. Você comentou algo com seu namorado? — Não, nada... só falei que me diverti muito no mato, mas que os moleques eram um pouco insuportáveis, então não vou mais com eles. — Quero te compensar. — Não precisa, sério. — Preciso te compensar pra ter certeza de que você ainda quer ser minha amiga. Silêncio da parte de Eva. — Quero te propor outra acampada, — soltou Rafa. — Não, nem louca. — Te convido pra passar uns dias num resort nudista antes do casamento... eu pago. — Mas você nunca foi num resort nudista. — Por isso mesmo, assim sei que me perdoou e eu experimento. — Não sei, Rafa... se a gente for e você não gostar, vai ficar agoniado, ou pior, se acontecer igual com meu namorado, que fica com vergonha e a gente volta atrás. — Então experimento antes só com você. — Como seria isso? — A gente pega uma barraca e vai uns dois dias pra um lugar tranquilo, ficar o dia todo pelados, e se eu conseguir não ficar de pau duro o tempo todo, aí a gente vai pro resort nudista.
Jajajaja, que idiota você é. Vamos pro norte e assim a gente tem praia e mato. Sei lá… ultimamente tenho saído muito e meu namorado vai ficar pistola se eu não focar mais no casamento. Sabia que você tava puta e não quer passar tempo comigo. Não é isso, juro, vou dar uma olhada e te ligo. Já pensou num dia? Tanto faz, até setembro ela não começa a faculdade, então quando você quiser. Falo com meu namorado e te ligo. Beleza, beijinhos. Tchau, beijinhos. De tarde, Eva ligou pro Rafa. Oi Eva, cê vai, né? Sim, por isso que tô ligando, mas a gente tem que ir depois de amanhã porque o Rubén, meu namorado, pode ir com a gente. Achava que ele não curtia nudismo. E não curte, a gente pratica e ele faz o que quiser. Ehh… show, vamos nos divertir pra caralho nós três (merda, pensou Rafa, com esse cara não tava contando. Pra onde a gente vai?). Rafa tinha um plano, mas agora com o namorado no meio não sabia se ia conseguir botar em prática. — Surpresa, surpresa… eu cuido de tudo. Vou te ligar pra acertar o horário… vocês só levam roupa… a do Rubén, claro, hahahahaha. Chegou o dia da partida e o Rafa foi nos buscar em casa, chamou no interfone. — Sobe que a gente te dá o convite do casamento. Quando o Rafa chegou na porta, chamou a atenção dele um aviso que a gente tem e que diz o seguinte. É que a gente mora num cobertura, então no nosso andar não tem mais vizinhos. AVISO: Nesta casa se pratica nudismo e você é livre pra escolher ou não. Se te incomodar que a gente possa te atender pelado, por favor, bate duas vezes seguidas na porta e a gente te atende vestido. Obrigado, Rubén e Eva. Oi Rafa, bem-vindo — falei enquanto estendia a mão depois de abrir a porta. Oi Rubén, só bati uma vez, claro. Oi Rafa, que pontual — disse Eva saindo do banheiro — preciso de 5 minutos, desculpa. Saiu com o pente na mão e o cabelo loiro solto. Tava só com uma blusinha bem fininha de gola alta bem justa, que marcava os peitos lindos dela, que mesmo não sendo muito grandes. Elas têm um formato bem arredondado. De qualquer forma, os olhos do Rafa não se fixaram nos peitos dela, mas desceram pra vulva da Eva, mesmo que só por um instante. Enquanto eu e o Rafa sentávamos no sofá, a Eva, na nossa frente, com as pernas esticadas e o corpo inclinado pra frente, procurava alguma coisa nas gavetas de baixo do móvel. Já tô acostumado com a Eva andando pelada pela casa, até na frente dos amigos dela e dos meus, mas ainda me dá uma certa curiosidade ver a reação dos caras diante da minha namorada nudista maravilhosa.
A verdade é que o Rafa se comportou bem, porque depois de dar uma olhada rápida, virou o rosto na hora e começou a conversar comigo olhando nos meus olhos. Claro que naquela época eu não sabia das aventuras que ele tinha tido com minha pobre namorada. A Eva finalmente encontrou a barraca, entregamos pra ela e logo estávamos na estrada. — Agora já posso contar a surpresa: vamos pra Zarautz, procurar um lugar bom pra acampar e, se quisermos, podemos dar uma escapada pra praia que é mista, nudista e têxtil, assim todo mundo fica feliz. A viagem era longa, então passei quase todo o trajeto dormindo na parte de trás do carro. Chegamos num lugar muito bonito e decidimos acampar numa área arborizada, uns 50 metros da estrada de terra, já que estacionamos o carro do Rafa ali e não queríamos andar muito com a bagagem que trouxemos. Estávamos a uns cinco km da praia. Assim que chegamos, Eva e Rafa tiraram a roupa, mas eu, como sempre, preferi ficar de sunga. Pensei que íamos ter duas barracas, mas só trouxemos uma, então o Rafa ia dormir com a gente. Com uma certa inveja, tive que admitir que o Rafa tinha um pauzão do caralho, mesmo mole, além daquele corpo jovem e musculoso, sem nenhuma gordura. Eu tenho 35 anos e preciso confessar que a barriguinha já tá começando a aparecer mais do que eu gostaria… mas claro, a Eva me amava, e não aquele pivete.
— A verdade é que é fantástico ficar pelado em plena natureza, não vai se animar, Rubén? — me perguntou o Rafa. — Bom, a princípio não, já vejo mais tarde. De repente apareceu um grupo de quatro homens, cada um montado a cavalo: era um senhor de uns 40 anos e três rapazes que não teriam mais de 20, esses eram bem loirinhos e de pele branca, então deduzi que seriam estrangeiros. Eles vinham acompanhados por três cavalos selados, mas sem cavaleiro. Claro que estavam vestidos, então minha namorada e o Rafa, ambos pelados, chamavam mais atenção. — Quem é o Rafa? — perguntou o mais velho de todos. — Eu — disse o Rafa, indo nu em direção ao senhor. — Suponho que você é o Iñaki, da empresa Aventuralia. — Prazer, disse Iñaki. Os quatro cavaleiros olhavam como se estivessem bobos para minha namorada, que naquele momento estava de joelhos terminando de arrumar os sacos na barraca, e só se via para fora da barraca a bunda gostosa dela, parte da rachinha e as pernas. Que ela não saia, pensei, mas claro que saiu. — Rubén, Eva, preparei uma surpresa pra vocês: contratei uma empresa de multiaventura e organizei várias atividades, cavalo, bungee jumping, surfe… vamos nos divertir pra caralho. — Valeu, Rafa — disse minha namorada, surpresa, enquanto se abraçava nele e dava uns beijinhos — vou me vestir. — Não precisa, o Iñaki me disse que tudo pode ser feito pelado, não é? — Claro, como quiserem, o cavalo vai cagar pra isso, hahahahaha. — Mas a atividade não é todo mundo pelado? — perguntou o Rafa — Foi o que eu pedi. — Não, não, você perguntou se podia fazer pelado e eu disse que sim, em nenhum momento falei que todos estariam sem roupa. — Bom, eu entendi… — Não importa — interrompeu a Eva — Iñaki tem razão, o que pode ser feito pelado pode ser feito vestido… que fique pelado quem quiser. — Então eu vou me vestir — disse o Rafa — desculpa, Eva, me dá um pouco de vergonha. — Viu como precisava de um ensaio pra ser nudista? Iñaki, eu nunca montei. E esses rapagões tão bonitos? — Usuários da empresa, não vão incomodar muito, não falam português — garantiu o Iñaki. Ingleses. Depois fiquei sabendo que os três caras eram ingleses. Não paravam de olhar pra minha mina e ficar cochichando entre si com uma risadinha idiota. Não entendo muito de inglês, mas dava pra imaginar o que estavam dizendo, e apostei que naquela noite iam bater umas boas punhetas lembrando da cena. Iñaki desceu do cavalo e tirou uma calça de couro da mochila. — Essa calça você vai ter que vestir, Eva. Os outros, vistam uma comprida. Respirei aliviado, pensei: pelo menos ela vai de calça. Mas qual não foi minha surpresa ao ver que a calça só tinha cintura e as duas pernas, deixando no ar a área da braguilha (os genitais) e o vão da bunda. — É uma boa calça pra não roçar nas suas pernas — e enquanto dizia isso, passava as mãos por dentro das coxas da minha mina. Não vi direito, mas acho que roçou os lábios da buceta da Eva, porque ela deu um pequeno sobressalto. Quem vestiu a calça foi o Iñaki, e acho que ele demorou demais pra apertar o cinto enquanto estava ajoelhado, engatando a fivela com a cara na altura da xota da minha namorada. Depois, dando a volta em volta da Eva, disse: — Pronto, já tá vestida pra montar e nua pra aproveitar.
Rubén, tira uma foto pra mim, tira rápido... Tô parecendo uma vaqueira gostosa? Sim, amor, fica do lado do cavalo. É o namorado dela, falou Rafa baixinho pro Iñaki. E ele não liga que ela fique com a buceta de fora na frente de todo mundo, a putinha?... Desculpa, Rafa, quem são seus amigos? Não esquenta, mas isso é melhor perguntar pro namorado dela. A verdade é que ela tava sensacional, vestida só com aquela calça, deixando os peitos redondinhos de fora e aquela bucetinha tão bem cuidada. Todo mundo achou que era uma boa foto, porque todos puxaram suas câmeras e, até a pedido dos ingleses, a Eva se virou pra tirarem umas fotos de costas, e assim fotografaram aquela raba soberba dela. Eu já faz tempo que não brigo com a Eva, porque no final sempre fico parecendo um ciumento, e como ela diz: "o que você se importa que olhem, se o que eles fazem é te invejar?" ou "o que vai virar comida de minhoca, que os humanos aproveitem".
Como era de esperar, o Iñaki nos explicou como montar a cavalo usando minha namorada como ajudante. Primeiro, a Eva tentou subir sozinha, mas mesmo abrindo bem as pernas, não conseguia montar. Eu me desesperava porque, cada vez que ela tentava, ficava vários segundos com a buceta aberta para o resto dos excursionistas. Finalmente, o Iñaki, cavalheirescamente, a empurrou pegando pelo cu dela e, no fim, a Eva conseguiu subir. Para nos ensinar a montar, o Iñaki montou no mesmo cavalo atrás da Eva e passou os braços por debaixo das axilas dela para segurar as rédeas, fazendo com que os peitos da minha namorada batessem nos braços do instrutor. A segunda parte foi pior porque, colocando as duas mãos com as palmas para cima sobre a sela da Eva, ele nos explicou que devemos fazer força com as pernas e não apoiar a bunda na sela.
Eva tentava, mas o tempo todo a bunda dela acabava nas mãos do Iñaki, e ele só repetia num tom amigável: "Eva, errou, Eva errou". Depois de 10 minutos apalpando a bunda da minha namorada, ele desceu do cavalo da Eva e montou o dele, dizendo: "Eva, você não tá conseguindo. Receio que depois do passeio sua bunda vai doer um pouquinho, mas nada que uma boa massagem não resolva. Vamos todo mundo."
O passeio foi muito agradável. Encontramos uns dois trilheiros e um grupo de 5 caras de bicicleta de montanha, que quando viram a Eva soltaram umas putarias que ela levou na esportiva, devolvendo um sorrisão. Eva e Iñaki iam lado a lado, e minha namorada tentava convencê-lo a criar uma linha de atividades para nudistas, já que na Espanha quase não tem.
Na hora que paramos pra comer, parecia a Avenida Paulista em vez de um morro perdido. Não sei quantos trilheiros e ciclistas passavam e paravam pra bater um papo com minha namorada, que, sinceramente, tava adorando ser o centro das atenções. Ela sempre teve a ideia de que ajuda a divulgar os benefícios do nudismo quando o povo para pra conversar com ela, embora eu sempre ache que eles só tão de olho no corpo dela.
A cavalgada terminava numa ponte de trem abandonada, que hoje é uma via verde pra trilheiros, e onde dois jovens nos esperavam com uns arneses e cordas. "Podem desmontar", ordenou Iñaki. "Eva, deixa eu te ajudar a tirar essas perneiras de couro." Ele fez isso e comentou com um dos ajudantes: "Enrique, vai até o carro e traz um creme." Virando pra minha namorada, disse: "Você tá um pouco irritada pelo atrito do couro, mas com meu creminho mágico você vai ficar uma beleza rapidinho."
"Toma o creme, pai." "É seu filho?", perguntou Eva. "Sim, esse é meu machão. Enrique, cumprimenta a senhorita Eva... Essa juventude, que modos." O jovem se aproximou, colou o corpo e deu uns beijinhos na minha namorada junto com um abraço. "Olha, Enrique, tem que passar aqui", disse ele, passando a palma da mão. mano, por dentro das coxas da minha mina – Eva, acho melhor você deitar de costas com as pernas abertas. Eu não conseguia acreditar, ali estava minha namorada, pelada na frente de sete caras no meio de uma estrada onde qualquer um podia passar, e de pernas abertas pra aquele moleque passar creminho nela. Tava tão alucinado que, mesmo tentando protestar, a voz não saía, e eu via em câmera lenta ele se aproximando com o creminho enquanto a mão dele tremia.
Ele passou um pouco de creme na perna dela, enquanto o pai dele dizia: "passa mais, passa mais, com isso não faz nada". Um jato de creme saiu disparado da mão nervosa do jovem, e com tanta má sorte que foi parar bem na buceta da minha namorada. — Desculpa, desculpa — falava o moleque nervosamente, enquanto passava a mão na xota da minha namorada pra tirar o creme de uma Eva surpresa. Tenho certeza de que foi um acidente, fruto do nervosismo do garoto por estar na frente de uma gostosa igual a minha namorada, mas naquela hora eu queria era dar um soco nele. Dei um empurrão e falei: — Deixa que eu faço — e tirei a porra do creminho, espalhando como dava, de tão nervoso que eu tava, porque todo mundo tava olhando pra gente. — Rubén, mas o que você tá fazendo? Coitado do menino, ainda sendo tão gentil. Tô muito puta com você — disse Eva, fazendo cara de desgosto. Eu me senti meio envergonhado depois de ter empurrado o moleque, e Eva tinha ficado brava comigo por causa disso. Não tava nem um pouco afim de me jogar da ponte, ainda mais depois de aguentar ver os dois novos ajudantes colocando o arnês nela, e como aquelas tiras em volta da cintura dela destacavam ainda mais a buceta e a raba dela. Umas coisas que pareciam um cinto, que nem aqueles de escalada, mas que deixavam a xereca dela ainda mais marcada. Umas tiras que subiam e desciam, e a gente via tudinho. A uns 500 metros tinha um bar onde a gente ia depois do bungee jump. — Amor, eu vou pular fora do bungee jump. Espero vocês no bar — enquanto falava, agarrei a bunda dela e dei um beijão. Queria que aqueles filhos da puta percebessem de quem era aquele corpo.
Me deixa, ainda tô putaça pelo jeito que você tratou o coitado do garoto. É, melhor eu dar uma acalmada pra ver se passa. Quando eu tava no bar e minha mina tava prestes a pular, chegou um carro da Guarda Civil (polícia). "Boa tarde" — disseram os agentes — "Recebemos uma denúncia por exibicionismo e parece que tão certos. A senhora se vista." "Com licença, agente, mas lembro que é legal andar pelado na Espanha" — disse Eva, virando pros policiais. "Achou que é esperta, hein?" — disse um agente pro outro. "Vista essa buceta de uma vez, que aqui não pode ficar nua." "Não vou me vestir, e além disso não tenho roupa, saí do acampamento sem nada." Iñaki, eu pensei que depois de cumprir a pena por tráfico você ia se endireitar, e agora me monta um puteiro no meio do mato? "Mas como é que se atreve?" — gritou Eva. "Tô vendo que arrumou uma puta com personalidade, hein, Iñaki?" — disse o policial, ignorando os protestos de Eva. "Agentes, eu já tô limpo, cumpri minha pena. Essa senhora é uma cliente. Aqui não tem prostituição de verdade." "Eu é que vou denunciar vocês" — ameaçou Eva — "vão ver só." "Não fala comigo se eu não perguntar, quero ver os documentos." "Não tenho, deixei no acampamento." "Então entra no carro, que hoje você dorme na delegacia até a gente te identificar. E você, Iñaki, pro carro também, e todo esse material apreendido." "Eu preso? Por quê?" "Por cafetão dessa prostituta" — disse o agente apontando pra Eva. Continua...
Jajajaja, que idiota você é. Vamos pro norte e assim a gente tem praia e mato. Sei lá… ultimamente tenho saído muito e meu namorado vai ficar pistola se eu não focar mais no casamento. Sabia que você tava puta e não quer passar tempo comigo. Não é isso, juro, vou dar uma olhada e te ligo. Já pensou num dia? Tanto faz, até setembro ela não começa a faculdade, então quando você quiser. Falo com meu namorado e te ligo. Beleza, beijinhos. Tchau, beijinhos. De tarde, Eva ligou pro Rafa. Oi Eva, cê vai, né? Sim, por isso que tô ligando, mas a gente tem que ir depois de amanhã porque o Rubén, meu namorado, pode ir com a gente. Achava que ele não curtia nudismo. E não curte, a gente pratica e ele faz o que quiser. Ehh… show, vamos nos divertir pra caralho nós três (merda, pensou Rafa, com esse cara não tava contando. Pra onde a gente vai?). Rafa tinha um plano, mas agora com o namorado no meio não sabia se ia conseguir botar em prática. — Surpresa, surpresa… eu cuido de tudo. Vou te ligar pra acertar o horário… vocês só levam roupa… a do Rubén, claro, hahahahaha. Chegou o dia da partida e o Rafa foi nos buscar em casa, chamou no interfone. — Sobe que a gente te dá o convite do casamento. Quando o Rafa chegou na porta, chamou a atenção dele um aviso que a gente tem e que diz o seguinte. É que a gente mora num cobertura, então no nosso andar não tem mais vizinhos. AVISO: Nesta casa se pratica nudismo e você é livre pra escolher ou não. Se te incomodar que a gente possa te atender pelado, por favor, bate duas vezes seguidas na porta e a gente te atende vestido. Obrigado, Rubén e Eva. Oi Rafa, bem-vindo — falei enquanto estendia a mão depois de abrir a porta. Oi Rubén, só bati uma vez, claro. Oi Rafa, que pontual — disse Eva saindo do banheiro — preciso de 5 minutos, desculpa. Saiu com o pente na mão e o cabelo loiro solto. Tava só com uma blusinha bem fininha de gola alta bem justa, que marcava os peitos lindos dela, que mesmo não sendo muito grandes. Elas têm um formato bem arredondado. De qualquer forma, os olhos do Rafa não se fixaram nos peitos dela, mas desceram pra vulva da Eva, mesmo que só por um instante. Enquanto eu e o Rafa sentávamos no sofá, a Eva, na nossa frente, com as pernas esticadas e o corpo inclinado pra frente, procurava alguma coisa nas gavetas de baixo do móvel. Já tô acostumado com a Eva andando pelada pela casa, até na frente dos amigos dela e dos meus, mas ainda me dá uma certa curiosidade ver a reação dos caras diante da minha namorada nudista maravilhosa.
A verdade é que o Rafa se comportou bem, porque depois de dar uma olhada rápida, virou o rosto na hora e começou a conversar comigo olhando nos meus olhos. Claro que naquela época eu não sabia das aventuras que ele tinha tido com minha pobre namorada. A Eva finalmente encontrou a barraca, entregamos pra ela e logo estávamos na estrada. — Agora já posso contar a surpresa: vamos pra Zarautz, procurar um lugar bom pra acampar e, se quisermos, podemos dar uma escapada pra praia que é mista, nudista e têxtil, assim todo mundo fica feliz. A viagem era longa, então passei quase todo o trajeto dormindo na parte de trás do carro. Chegamos num lugar muito bonito e decidimos acampar numa área arborizada, uns 50 metros da estrada de terra, já que estacionamos o carro do Rafa ali e não queríamos andar muito com a bagagem que trouxemos. Estávamos a uns cinco km da praia. Assim que chegamos, Eva e Rafa tiraram a roupa, mas eu, como sempre, preferi ficar de sunga. Pensei que íamos ter duas barracas, mas só trouxemos uma, então o Rafa ia dormir com a gente. Com uma certa inveja, tive que admitir que o Rafa tinha um pauzão do caralho, mesmo mole, além daquele corpo jovem e musculoso, sem nenhuma gordura. Eu tenho 35 anos e preciso confessar que a barriguinha já tá começando a aparecer mais do que eu gostaria… mas claro, a Eva me amava, e não aquele pivete.
— A verdade é que é fantástico ficar pelado em plena natureza, não vai se animar, Rubén? — me perguntou o Rafa. — Bom, a princípio não, já vejo mais tarde. De repente apareceu um grupo de quatro homens, cada um montado a cavalo: era um senhor de uns 40 anos e três rapazes que não teriam mais de 20, esses eram bem loirinhos e de pele branca, então deduzi que seriam estrangeiros. Eles vinham acompanhados por três cavalos selados, mas sem cavaleiro. Claro que estavam vestidos, então minha namorada e o Rafa, ambos pelados, chamavam mais atenção. — Quem é o Rafa? — perguntou o mais velho de todos. — Eu — disse o Rafa, indo nu em direção ao senhor. — Suponho que você é o Iñaki, da empresa Aventuralia. — Prazer, disse Iñaki. Os quatro cavaleiros olhavam como se estivessem bobos para minha namorada, que naquele momento estava de joelhos terminando de arrumar os sacos na barraca, e só se via para fora da barraca a bunda gostosa dela, parte da rachinha e as pernas. Que ela não saia, pensei, mas claro que saiu. — Rubén, Eva, preparei uma surpresa pra vocês: contratei uma empresa de multiaventura e organizei várias atividades, cavalo, bungee jumping, surfe… vamos nos divertir pra caralho. — Valeu, Rafa — disse minha namorada, surpresa, enquanto se abraçava nele e dava uns beijinhos — vou me vestir. — Não precisa, o Iñaki me disse que tudo pode ser feito pelado, não é? — Claro, como quiserem, o cavalo vai cagar pra isso, hahahahaha. — Mas a atividade não é todo mundo pelado? — perguntou o Rafa — Foi o que eu pedi. — Não, não, você perguntou se podia fazer pelado e eu disse que sim, em nenhum momento falei que todos estariam sem roupa. — Bom, eu entendi… — Não importa — interrompeu a Eva — Iñaki tem razão, o que pode ser feito pelado pode ser feito vestido… que fique pelado quem quiser. — Então eu vou me vestir — disse o Rafa — desculpa, Eva, me dá um pouco de vergonha. — Viu como precisava de um ensaio pra ser nudista? Iñaki, eu nunca montei. E esses rapagões tão bonitos? — Usuários da empresa, não vão incomodar muito, não falam português — garantiu o Iñaki. Ingleses. Depois fiquei sabendo que os três caras eram ingleses. Não paravam de olhar pra minha mina e ficar cochichando entre si com uma risadinha idiota. Não entendo muito de inglês, mas dava pra imaginar o que estavam dizendo, e apostei que naquela noite iam bater umas boas punhetas lembrando da cena. Iñaki desceu do cavalo e tirou uma calça de couro da mochila. — Essa calça você vai ter que vestir, Eva. Os outros, vistam uma comprida. Respirei aliviado, pensei: pelo menos ela vai de calça. Mas qual não foi minha surpresa ao ver que a calça só tinha cintura e as duas pernas, deixando no ar a área da braguilha (os genitais) e o vão da bunda. — É uma boa calça pra não roçar nas suas pernas — e enquanto dizia isso, passava as mãos por dentro das coxas da minha mina. Não vi direito, mas acho que roçou os lábios da buceta da Eva, porque ela deu um pequeno sobressalto. Quem vestiu a calça foi o Iñaki, e acho que ele demorou demais pra apertar o cinto enquanto estava ajoelhado, engatando a fivela com a cara na altura da xota da minha namorada. Depois, dando a volta em volta da Eva, disse: — Pronto, já tá vestida pra montar e nua pra aproveitar.
Rubén, tira uma foto pra mim, tira rápido... Tô parecendo uma vaqueira gostosa? Sim, amor, fica do lado do cavalo. É o namorado dela, falou Rafa baixinho pro Iñaki. E ele não liga que ela fique com a buceta de fora na frente de todo mundo, a putinha?... Desculpa, Rafa, quem são seus amigos? Não esquenta, mas isso é melhor perguntar pro namorado dela. A verdade é que ela tava sensacional, vestida só com aquela calça, deixando os peitos redondinhos de fora e aquela bucetinha tão bem cuidada. Todo mundo achou que era uma boa foto, porque todos puxaram suas câmeras e, até a pedido dos ingleses, a Eva se virou pra tirarem umas fotos de costas, e assim fotografaram aquela raba soberba dela. Eu já faz tempo que não brigo com a Eva, porque no final sempre fico parecendo um ciumento, e como ela diz: "o que você se importa que olhem, se o que eles fazem é te invejar?" ou "o que vai virar comida de minhoca, que os humanos aproveitem".
Como era de esperar, o Iñaki nos explicou como montar a cavalo usando minha namorada como ajudante. Primeiro, a Eva tentou subir sozinha, mas mesmo abrindo bem as pernas, não conseguia montar. Eu me desesperava porque, cada vez que ela tentava, ficava vários segundos com a buceta aberta para o resto dos excursionistas. Finalmente, o Iñaki, cavalheirescamente, a empurrou pegando pelo cu dela e, no fim, a Eva conseguiu subir. Para nos ensinar a montar, o Iñaki montou no mesmo cavalo atrás da Eva e passou os braços por debaixo das axilas dela para segurar as rédeas, fazendo com que os peitos da minha namorada batessem nos braços do instrutor. A segunda parte foi pior porque, colocando as duas mãos com as palmas para cima sobre a sela da Eva, ele nos explicou que devemos fazer força com as pernas e não apoiar a bunda na sela.
Eva tentava, mas o tempo todo a bunda dela acabava nas mãos do Iñaki, e ele só repetia num tom amigável: "Eva, errou, Eva errou". Depois de 10 minutos apalpando a bunda da minha namorada, ele desceu do cavalo da Eva e montou o dele, dizendo: "Eva, você não tá conseguindo. Receio que depois do passeio sua bunda vai doer um pouquinho, mas nada que uma boa massagem não resolva. Vamos todo mundo."O passeio foi muito agradável. Encontramos uns dois trilheiros e um grupo de 5 caras de bicicleta de montanha, que quando viram a Eva soltaram umas putarias que ela levou na esportiva, devolvendo um sorrisão. Eva e Iñaki iam lado a lado, e minha namorada tentava convencê-lo a criar uma linha de atividades para nudistas, já que na Espanha quase não tem.
Na hora que paramos pra comer, parecia a Avenida Paulista em vez de um morro perdido. Não sei quantos trilheiros e ciclistas passavam e paravam pra bater um papo com minha namorada, que, sinceramente, tava adorando ser o centro das atenções. Ela sempre teve a ideia de que ajuda a divulgar os benefícios do nudismo quando o povo para pra conversar com ela, embora eu sempre ache que eles só tão de olho no corpo dela.
A cavalgada terminava numa ponte de trem abandonada, que hoje é uma via verde pra trilheiros, e onde dois jovens nos esperavam com uns arneses e cordas. "Podem desmontar", ordenou Iñaki. "Eva, deixa eu te ajudar a tirar essas perneiras de couro." Ele fez isso e comentou com um dos ajudantes: "Enrique, vai até o carro e traz um creme." Virando pra minha namorada, disse: "Você tá um pouco irritada pelo atrito do couro, mas com meu creminho mágico você vai ficar uma beleza rapidinho."
"Toma o creme, pai." "É seu filho?", perguntou Eva. "Sim, esse é meu machão. Enrique, cumprimenta a senhorita Eva... Essa juventude, que modos." O jovem se aproximou, colou o corpo e deu uns beijinhos na minha namorada junto com um abraço. "Olha, Enrique, tem que passar aqui", disse ele, passando a palma da mão. mano, por dentro das coxas da minha mina – Eva, acho melhor você deitar de costas com as pernas abertas. Eu não conseguia acreditar, ali estava minha namorada, pelada na frente de sete caras no meio de uma estrada onde qualquer um podia passar, e de pernas abertas pra aquele moleque passar creminho nela. Tava tão alucinado que, mesmo tentando protestar, a voz não saía, e eu via em câmera lenta ele se aproximando com o creminho enquanto a mão dele tremia.
Ele passou um pouco de creme na perna dela, enquanto o pai dele dizia: "passa mais, passa mais, com isso não faz nada". Um jato de creme saiu disparado da mão nervosa do jovem, e com tanta má sorte que foi parar bem na buceta da minha namorada. — Desculpa, desculpa — falava o moleque nervosamente, enquanto passava a mão na xota da minha namorada pra tirar o creme de uma Eva surpresa. Tenho certeza de que foi um acidente, fruto do nervosismo do garoto por estar na frente de uma gostosa igual a minha namorada, mas naquela hora eu queria era dar um soco nele. Dei um empurrão e falei: — Deixa que eu faço — e tirei a porra do creminho, espalhando como dava, de tão nervoso que eu tava, porque todo mundo tava olhando pra gente. — Rubén, mas o que você tá fazendo? Coitado do menino, ainda sendo tão gentil. Tô muito puta com você — disse Eva, fazendo cara de desgosto. Eu me senti meio envergonhado depois de ter empurrado o moleque, e Eva tinha ficado brava comigo por causa disso. Não tava nem um pouco afim de me jogar da ponte, ainda mais depois de aguentar ver os dois novos ajudantes colocando o arnês nela, e como aquelas tiras em volta da cintura dela destacavam ainda mais a buceta e a raba dela. Umas coisas que pareciam um cinto, que nem aqueles de escalada, mas que deixavam a xereca dela ainda mais marcada. Umas tiras que subiam e desciam, e a gente via tudinho. A uns 500 metros tinha um bar onde a gente ia depois do bungee jump. — Amor, eu vou pular fora do bungee jump. Espero vocês no bar — enquanto falava, agarrei a bunda dela e dei um beijão. Queria que aqueles filhos da puta percebessem de quem era aquele corpo.
Me deixa, ainda tô putaça pelo jeito que você tratou o coitado do garoto. É, melhor eu dar uma acalmada pra ver se passa. Quando eu tava no bar e minha mina tava prestes a pular, chegou um carro da Guarda Civil (polícia). "Boa tarde" — disseram os agentes — "Recebemos uma denúncia por exibicionismo e parece que tão certos. A senhora se vista." "Com licença, agente, mas lembro que é legal andar pelado na Espanha" — disse Eva, virando pros policiais. "Achou que é esperta, hein?" — disse um agente pro outro. "Vista essa buceta de uma vez, que aqui não pode ficar nua." "Não vou me vestir, e além disso não tenho roupa, saí do acampamento sem nada." Iñaki, eu pensei que depois de cumprir a pena por tráfico você ia se endireitar, e agora me monta um puteiro no meio do mato? "Mas como é que se atreve?" — gritou Eva. "Tô vendo que arrumou uma puta com personalidade, hein, Iñaki?" — disse o policial, ignorando os protestos de Eva. "Agentes, eu já tô limpo, cumpri minha pena. Essa senhora é uma cliente. Aqui não tem prostituição de verdade." "Eu é que vou denunciar vocês" — ameaçou Eva — "vão ver só." "Não fala comigo se eu não perguntar, quero ver os documentos." "Não tenho, deixei no acampamento." "Então entra no carro, que hoje você dorme na delegacia até a gente te identificar. E você, Iñaki, pro carro também, e todo esse material apreendido." "Eu preso? Por quê?" "Por cafetão dessa prostituta" — disse o agente apontando pra Eva. Continua...
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