Mi novia...Ingenua o puta? 6

Todos protestaram, o filho do Iñaki chorava de raiva pela prisão injusta do pai, mas a real é que os dois estavam no carro da polícia que saiu rapidamente do local. Andaram só um quilômetro e estacionaram o carro longe da estrada. "Vamos, saiam os dois. Essa rabuda não vai ter sujado o carro da gente, né? Espero que não, porque senão vai se ferrar... Iñaki, um cara como você, em liberdade condicional e agora virando cafetão de puta, porra, nem pelo seu filho de 17 anos, que vai voltar pra um centro enquanto você estiver na cadeia." Iñaki tentou explicar o erro de novo, mas não deram bola. "A propósito, não revistamos essa puta promíscua, talvez ela tenha algo escondido. Encosta no carro com as mãos, bunda pra fora e pernas abertas." "Quero ser revistada por uma mulher", disse Eva, seguindo as ordens do agente. "Tá ouvindo ela? Além de esperta, sapatão." O agente apertou ela contra o carro, segurou a cabeça dela e sussurrou no ouvido: "Você não merece que uma das nossas meninas suje as mãos, pra isso já estamos nós.Mi novia...Ingenua o puta? 6As mãos do agente começaram a apalpar o corpo de Eva, que sentia aquelas mãos ásperas no peito e uma dor forte quando o agente apertava e amassava os peitos dela. — Acho que são naturais. — Vamos ver — disse o outro agente, enquanto também passava as mãos e esfregava o corpo todo no de Eva. O uniforme arranhava a pele delicada de Eva, e ela chorava, implorando pra eles deixarem ela em paz, enquanto as mãos dos agentes apalpavam a bunda de Eva e vários dedos entravam na buceta dela, causando dor. De repente, pararam. Eva pensou que o martírio tinha acabado, porque dois outros agentes estavam se aproximando de moto. Um dos novos agentes chegou perto de Eva, que estava esperançosa de poder esclarecer a situação e se ver livre. — Tira os tênis — disse o agente pra Eva. Eva cobria os peitos e a buceta com a mão e, como não queria dar o gostinho de continuarem vendo ela pelada, tirou os tênis com os pés, jogando-os com tanta má sorte que acertou de leve um dos agentes. — Como se você já não tivesse poucos problemas, agora a gente soma agressão à autoridade. — Foi um acidente — gritou Eva. — Cala a boca, puta, não fala se não for perguntada — disse um dos agentes, dando um empurrão nela, que foi parar no chão. — Olha só o que temos aqui — disse o agente motoqueiro, que segurava um dos tênis enquanto mostrava um saquinho com um pó branco. — Isso não é meu. — Vocês que colocaram aí, seus filhos da puta — gritou Iñaki, e assim que terminou a frase, levou um chute nos colhões. — Eu disse que ninguém fala se não for perguntado. Vocês não conseguem entender essa regra tão simples? O agente colocou um pouco do pó branco na ponta do dedo indicador e, enquanto ria, disse: — Me parece que é cocaína da boa, como se eu já conhecesse ela de antes. Puta, enfia isso no nariz — disse, colocando o dedo debaixo do nariz de Eva. Eva nunca tinha cheirado cocaína, mas se viu obrigada a seguir as ordens daqueles energúmenos. - Tá bem, vou explicar a situação: a gente te pegou com uma quantidade grande de cocaína. Quando fizerem o exame, vai aparecer no sangue a que você cheirou agora... já tô vendo problema por tráfico e consumo.
- Mas uma mina tão gostosa – falou outro agente – talvez mereça uma chance.
- Sei não, não parece uma mina boa e me dá "satisfação" meter essa traficante na cadeia – respondeu um dos motoqueiros – Gostosa, cê vai se comportar direitinho com a gente e vai "satisfazer" meu parceiro pra ele não ter que te prender, né?
- A droga não é minha, foi ele quem colocou.
- Olha aqui, foxy, agora isso não importa. Você não tem como provar, e o juiz não vai acreditar em você quando ver o exame de droga e ouvir quatro agentes.
- Quem vai ser o primeiro a passar pela sua boquinha pra você chupar?
- A gente deixa você escolher, foxy. Vai ser boazinha, né?
Eva concordou com a cabeça, sabia que não ia escapar dessa se não cedesse aos desejos daqueles quatro agentes. Diante dessa ordem, decidiu que o primeiro a chupar seria o que perguntou.
- Iñaki, liga pro seu filho e fala que tá tudo resolvido, mas que vocês só vão sair daqui a umas duas horas e que a gente vai te levar de volta na ponte. Não quero que os amigos da putinha apareçam na delegacia. Insiste pra eles esperarem na ponte, porque se aparecerem por aqui, a gente fode vocês (prende).
O primeiro dos agentes enfiou o pau e começou a foder a boca de Eva, segurando o cabelo dela com uma mão enquanto com a outra apertava os peitos dela. As bolas dele batiam no queixo da minha namorada e o ritmo só aumentava. Ele obrigou ela a lamber os testículos dele, enquanto Eva ia colocando uma bola na boca e a outra aleatoriamente.Mi novia...Ingenua o puta? 6- Caralho, que bocetuda, dá pra ver que tem experiência em chupar… é uma expert. - Quer que eu enfie tudo nessa boquinha gostosa ou…? De repente, o agente deu meia-volta e enfiou a bunda na cara da Eva - Aproveita pra lamber meu cu, já já vou arrebentar o seu. - Você é uma puta de primeira. O agente sentou na cara da Eva, que lambia quase sem conseguir respirar o saco dele, o períneo e o cu, enquanto se masturbava feito louco até gozar na barriga dela. Os outros três agentes estavam por perto, curtindo a surra que a Eva tava levando. Passou o próximo agente, que segurava a cabeça dela pra não parar de mamar, sendo obrigada a engolir a porra, e também a dos outros dois agentes.Mi novia...Ingenua o puta? 6Depois, quando quiseram meter nela, colocaram ela de quatro no banco de trás do carro da viatura, seguraram na cintura dela e bombaram forte, porque segundo eles, adoravam sentir o impacto da cintura contra a bunda dela. Se revezaram várias vezes, alternando entre meter na buceta e no cu. Enquanto metiam nela, combinaram onde queriam gozar.Mi novia...Ingenua o puta? 6Um queria no cu, outro sugeria que gozassem todos dentro da buceta pra ver o leite escorrendo pelas pernas dela. Toda essa conversa rolava enquanto não paravam de meter nela. Quando finalmente todos aproveitaram minha namorada, deixaram ela descansar uns minutos. Ela tava com cãibras fortíssimas nas pernas, porque tinha ficado muito tempo de quatro, e principalmente doía a mandíbula depois dos boquetes. Enquanto os agentes se vestiam, comentavam entre si pra Eva ouvir. — É uma puta de primeira, uma boa chupeteira. — E com uma raba espetacular, como engole pica esse cuzão. — Iñaki, não vai querer provar essa puta? Iñaki não se mexeu, continuou sentado no chão de cabeça baixa. — Já deve estar cansado de foder ela. — Sargento, certeza que temos que soltar ela? Não podemos prender por 48 horas? — Sim, sim, pro quartel, que eu tô de plantão dobrado. — Não, rapazes, essa puta cumpriu o combinado, e nós, que somos a autoridade, temos que cumprir nossa palavra, né? — falava enquanto se cagava de rir. — Espero que essa vadia estivesse limpa e não passe nenhuma doença pra gente. — Porra, o bom vai ser se ela não tomar a pílula… daqui a nove meses vai ter um guardinha civil — e todos riram da piada. — Puta — gritou o sargento, assustando Eva, que tava exausta — sai do carro que você vai sujar o banco. Enquanto Eva saía com esforço, toda dolorida, um dos motoqueiros olhou pro interior do carro, cujo banco era de plástico, sem estofado, e comentou: — Porra, tem um monte do nosso DNA aqui, coitado de quem tiver que limpar. — Pra isso temos essa moça tão simpática, putinha, a porra era pra você, não pra jogar por aí… recolhe com a língua. Eva entrou no carro e, mais uma vez de quatro, com a bunda virada pra porta aberta, começou a lamber o leite derramado no banco quando de repente ouviu o guarda mais novinho, que era um dos que mais dano ela já tinha causado porque tinha uma pica tremenda. - Porra, mas se a porra dela sai pelo cu e pela buceta e pinga no carro, ha, ha, ha, ha - Sim, suja mais do que limpa, ha, ha, ha - E os peidos que os bêbados devem ter soltado naquele banco... porra, que nojo, ha, ha Eva colocou a mão em concha perto da bucetinha dela pra pegar o sêmen que caía e continuou lambendo o banco do carro da polícia, não saindo dali até não sobrar nem um resto de sêmen. A imagem de Eva na frente do carro da polícia era desoladora, cabelo bagunçado, joelhos vermelhos, queixo, peitos, barriga, buceta, cu e pernas cheios de sêmen. - Você tá deplorável... acho que se te visse assim antes, nem te comia. - Pois eu tô com vontade de novo, sargento - disse o mais novo. - Pois não, temos que devolver essa preciosidade pros amigos dela... que talvez ela queira foder com eles. - Com certeza, essa precisa de mais de quatro picas por dia. - Iñaki – disse o sargento – pega água do carro e uns lenços de papel e dá um jeito nessa gostosa. Iñaki molhou vários lenços e quando ia dar pra Eva se limpar, ouviu o sargento dizer. - Ele falou pra você limpar ela... espera, tive uma ideia melhor... tira a roupa e limpa ela com a língua, e aí tiramos umas fotos que se ela resolver falar do que aconteceu essa tarde, podemos dizer que ela transou, mas com o Iñaki, e que a gente pegou vocês assim. Iñaki se despiu e começou a percorrer o corpo de Eva com a língua, passando várias vezes até o sêmen seco amolecer. Principalmente na área da buceta, onde tinha um grande caroço seco nos lábios. Pela primeira vez em toda a tarde, Eva teve um orgasmo sonoro, que arrancou gargalhadas gerais dos guardas civis e vários comentários. Iñaki tinha uma grande ereção, embora no início ele tivesse ânsia ao chupar o sêmen e não apreciasse o traje de saliva que estava fazendo na minha namorada. Enquanto limpava a buceta, assim que o gosto de sêmen desapareceu, ele sentiu o gosto de Os sucos vaginais da Eva, que ela secretava em grande quantidade devido à excitação. Finalmente, para surpresa de todos, e até da própria Eva, o Iñaki parou de lamber e começou a penetrá-la com força, enfiando o pinto ereto de uma só vez, que entrou perfeitamente na buceta lubrificada da minha namorada. Umas dez fodidas fortíssimas e profundas depois, ele gozou dentro da Eva, e apesar de ter durado pouco e de ser uma das rolas menores que ela tinha visto naquela tarde, a Eva teve um orgasmo tremendo e intenso, acompanhado pelos aplausos dos guardas civis, enquanto o mais novinho gritava: — Tá tudo gravado, tá tudo gravado! A Eva e o Iñaki iam na parte de trás do carro-patrulha, ela coberta com uma coberta, pensando como era possível ter tido dois orgasmos na frente daqueles porcos. Precisava refletir sobre o assunto com calma. Assim que vi o carro-patrulha, saí correndo atrás da Eva. — Tá bem, amor? O que aconteceu? — perguntei. — Nada, um monte de perguntas na delegacia, mas tô cansada. Dá pra voltar pro acampamento? — Claro, aposto que o Iñaki não se importa de nos levar de carro. O filho dele já levou os cavalos pro estábulo. E no jipe do Iñaki, a Eva, o Rafa e eu fomos pro acampamento, enquanto a Eva pensava que era curioso: há um mês só tinha transado comigo, e agora tava num carro com três caras, tinha fodido e gozado com os três, e ainda faltavam dois dias de acampamento. Continua...

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