Todos protestaram, o filho do Iñaki chorava de raiva pela prisão injusta do pai, mas a real é que os dois estavam no carro da polícia, que saiu rapidamente do local. Andaram só um quilômetro e estacionaram o carro longe da estrada. — Vamos, saiam os dois. Essa rabuda não vai ter sujado o carro, né? Espero que não, porque senão vai se ferrar... Iñaki, um cara como você, em liberdade condicional, e agora virando cafetão de puta, porra, nem pelo seu filho, que tem 17 anos e vai voltar pra um centro enquanto você estiver na cadeia. Iñaki tentou explicar o erro de novo, mas não deram bola. — Aliás, não revistamos essa vadia, pode estar com algo escondido. Encosta no carro com as mãos, bunda pra fora e pernas abertas. — Quero ser revistada por uma mulher — disse Eva, seguindo as instruções do agente. — Tá ouvindo ela? Além de esperta, sapatão. — O agente apertou ela contra o carro, segurou a cabeça dela e sussurrou no ouvido: — Você não merece que uma das nossas moças suje as mãos, pra isso já estamos nós.
As mãos do agente começaram a apalpar o corpo de Eva, que sentia aquelas mãos ásperas no peito e uma dor forte quando o agente apertava e amassava os peitos dela. — Acho que são naturais. — Vamos ver — disse o outro agente, enquanto também passava as mãos e esfregava o corpo todo no de Eva. O uniforme arranhava a pele delicada de Eva, e ela chorava implorando pra eles deixarem ela em paz, enquanto as mãos dos agentes amassavam a bunda de Eva e vários dedos entravam na buceta dela, causando dor. De repente, pararam. Eva pensou que o martírio tinha acabado, porque de moto chegavam mais dois agentes. Um dos novos agentes se aproxima de Eva, que estava esperançosa de poder esclarecer a situação e se ver livre. — Tira os tênis — disse o agente pra Eva. Eva cobria os peitos e a buceta com a mão e, como não queria dar a satisfação de continuarem vendo ela pelada, tirou os tênis com os pés, jogando-os com tanta má sorte que acertou de leve um dos agentes. — Como se você já não tivesse poucos problemas, agora a gente soma agressão à autoridade. — Foi um acidente — gritou Eva. — Cala a boca, puta, não fala se não for perguntada — disse um dos agentes, dando um empurrão nela, que foi parar no chão. — Olha só o que a gente tem aqui — disse o agente motoqueiro, que segurava um dos tênis enquanto mostrava um saquinho com um pó branco. — Isso não é meu. — Vocês que colocaram aí, seus filhos da puta — gritou Iñaki, e assim que terminou a frase, levou um chute nos ovos. — Eu falei que ninguém fala se não for perguntado. Vocês não conseguem entender essa regra tão simples? O agente colocou um pouco do pó branco na ponta do dedo indicador e, enquanto ria, disse: — Me parece que é cocaína da boa, como se eu já conhecesse ela de antes. Puta, enfia isso no nariz. — disse, colocando o dedo debaixo do nariz de Eva. Eva nunca tinha cheirado cocaína, mas se viu obrigada a seguir as ordens daqueles energúmenos. - Tá bom, vou te explicar a situação: a gente te pegou com uma quantidade grande de cocaína, quando fizerem o exame vai dar na sangue a que você cheirou agora… já tô vendo problema por tráfico e consumo. - Mas uma mina tão gostosa – falou outro agente – talvez mereça uma chance. - Sei não, ela não parece uma mina direita e me dá "satisfação" meter essa traficante na cadeia – respondeu um dos motoqueiros - Gostosa, cê vai se comportar bem com a gente e vai "satisfazer" meu parceiro pra ele não ter que te prender, né? - A droga não é minha, foi ele quem colocou. - Olha aqui, foxy, agora isso não importa, você não tem como provar e o juiz não vai acreditar em você quando ver o exame de droga e ouvir quatro agentes. - Quem vai ser o primeiro a passar pela sua boquinha pra você chupar? - A gente deixa você escolher, foxy. Você vai ser boazinha, né? Eva concordou com a cabeça, sabia que não ia escapar dessa se não cedesse aos desejos daqueles quatro agentes. Diante dessa ordem, decidiu que o primeiro a chupar seria o que perguntou. - Iñaki, liga pro seu filho e fala que tá tudo resolvido, mas que vocês não vão sair daqui umas duas horas e que a gente vai te levar de volta pra ponte. Não quero que os amigos da putinha apareçam na delegacia. Insiste pra eles esperarem na ponte, porque se aparecerem aqui, a gente enfia vocês na cadeia. O primeiro dos agentes enfiou o pau dele e meteu na boca de Eva, segurando o cabelo dela com uma mão enquanto com a outra apertava os peitos dela. As bolas dele batiam no queixo da minha namorada e o ritmo foi aumentando. Ele obrigou ela a lamber os testículos dele, enquanto Eva ia enfiando uma bola na boca e a outra aleatoriamente.
- Caralho, que bocetuda, dá pra ver que tem experiência em chupar… é uma expert. - Quer que eu meta tudo nessa boquinha gostosa ou…? De repente, o agente deu meia-volta e enfiou a bunda na cara da Eva - Aproveita pra lamber meu cu, já já vou arrebentar o seu. - Você é uma puta de primeira. O agente sentou na cara da Eva, que lambia quase sem conseguir respirar o saco, o períneo e o cu dele, enquanto se masturbava feito uma louca até gozar na barriga dela. Os outros três agentes estavam por perto, curtindo a surra que a Eva tava levando. Passou o próximo agente, que segurava a cabeça dela pra não parar de mamar, e ela foi obrigada a engolir a porra, e também a dos outros dois agentes.
Depois, quando quiseram meter nela, colocaram ela de quatro no banco de trás do carro da viatura, seguravam na cintura dela e bombavam forte, porque segundo eles, gostavam de sentir o impacto da cintura contra a bunda dela. Se revezaram várias vezes, alternando entre meter na buceta e no cu. Enquanto metiam nela, combinaram onde queriam gozar.
Um queria no cu, outro sugeria que todos gozassem dentro da buceta pra ver o leite escorrendo pelas pernas. Toda essa conversa rolava enquanto não paravam de meter nela. Quando finalmente todos tinham aproveitado da minha namorada, deixaram ela descansar uns minutos. Ela tava com cãibras fortíssimas nas pernas, já que tinha ficado muito tempo de quatro, e principalmente doía a mandíbula depois dos boquetes. Enquanto os agentes se vestiam, comentavam entre si pra Eva ouvir. — É uma puta de primeira, uma boa chupeteira — E com uma raba espetacular, como engole pica esse cuzão. — Iñaki, não vai querer provar essa puta? Iñaki nem se mexeu, continuava sentado no chão de cabeça baixa. — Já deve estar cansado de foder ela — Sargento, certeza que temos que soltar ela? Não podemos segurar 48 horas? — É, é, pro quartel que eu tô de plantão dobrado. — Não, rapazes, essa puta cumpriu o papel, e nós, que somos a autoridade, temos que cumprir nossa palavra, né? — falava enquanto se cagava de rir. — Espero que essa vadia estivesse limpa e não passe nenhuma doença pra gente. — Porra, o bom vai ser se ela não tomar a pílula… daqui a nove meses vai ter um pequeno guarda civil — e todos riram da piada. — Puta — gritou o sargento, assustando Eva que tava exausta — sai do carro que vai sujar o banco. Enquanto Eva saía com esforço, toda dolorida, um dos motoqueiros olhava pro interior do carro, cujo banco era de plástico, sem estofado, e comentou: — Porra, aqui tem um monte do nosso DNA, coitado de quem tiver que limpar. — Pra isso temos essa moça tão simpática, puta, o leite era pra você, não pra jogar por aí… lambe tudo com a língua. Eva entrou no carro e, mais uma vez de quatro com a bunda virada pra porta aberta, começou a lamber o sêmen derramado no banco quando de repente ouviu o guarda mais novinho, que era um dos que Mais dano ela já tinha feito, porque tinha uma pica tremenda. - Porra, mas se a porra dela tá saindo pelo cu e pela buceta e pingando no carro, ha, ha, ha, ha - Sim, suja mais do que limpa, ha, ha, ha - E os peidos que os bêbados devem ter soltado naquele banco… porra, que nojo, ha, ha. Eva colocou a mão em concha perto da bucetinha dela pra pegar o sêmen que caía e continuou lambendo o banco do carro da polícia, não saindo de lá até não sobrar nem um resto de sêmen. A imagem de Eva na frente do carro da polícia era desoladora, cabelo bagunçado, joelhos vermelhos, queixo, peitos, barriga, buceta, cu e pernas cheios de sêmen. - Você tá deplorável… acho que se te visse assim antes, nem te comia. - Pois eu tô com vontade de novo, sargento - disse o mais novo. - Pois não, temos que devolver essa preciosidade pros amigos dela… que talvez ela queira foder com eles. - Com certeza, essa precisa de mais de quatro pirocadas por dia. - Iñaki – disse o sargento – pega água do carro e uns lenços de papel e arruma essa gostosa. Iñaki molhou vários lenços e quando ia dar pra Eva se limpar, ouviu o sargento dizer. - Ele disse pra você limpar ela… espera, tenho uma ideia melhor… tira a roupa e limpa ela com a língua, e aí tiramos umas fotos que se ela resolver falar sobre o que aconteceu essa tarde, podemos dizer que ela transou, mas com o Iñaki, e que nós pegamos vocês assim. Iñaki se despiu e começou a percorrer o corpo de Eva com a língua, passando várias vezes até o sêmen seco amolecer. Principalmente na área da buceta, onde tinha um grande grumo seco nos lábios. Pela primeira vez em toda a tarde, Eva teve um orgasmo sonoro, que arrancou gargalhadas gerais dos guardas civis e vários comentários. Iñaki tinha uma grande ereção, embora no início ele tivesse ânsia ao chupar o sêmen e não apreciasse o traje de saliva que estava fazendo na minha namorada. Enquanto limpava a buceta, assim que o gosto de sêmen desapareceu, ele sentiu o gosto de Os sucos vaginais da Eva, que ela secretava em grande quantidade dada a excitação dela. Finalmente, pra surpresa de todos, e até da própria Eva, o Iñaki parou de lamber e começou a penetrar ela com força, enfiando o pau ereto dele de uma só vez, que entrou perfeitamente na buceta lubrificada da minha namorada. Umas dez enfiadas fortíssimas e profundas depois, ele gozou dentro da Eva, e apesar de ter durado pouco e de ser uma das rolas menores que ela tinha visto naquela tarde, a Eva teve um orgasmo tremendo e intenso, acompanhado pelos aplausos dos guardas civis enquanto o mais novinho gritava: — Tá tudo gravado, tá tudo gravado. A Eva e o Iñaki iam na parte de trás do carro-patrulha, a Eva coberta com um cobertor pensando como era possível que ela tivesse tido dois orgasmos na frente daqueles porcos, ela precisava refletir sobre o assunto com calma. Assim que vi o carro-patrulha, saí correndo atrás da Eva. — Tá bem, amor? O que aconteceu? — perguntei. — Nada, mil perguntas na delegacia, mas tô cansada, dá pra voltar pro acampamento? — Claro, certeza que o Iñaki não se importa de levar a gente de carro, o filho dele já levou os cavalos pro estábulo. E no jipe do Iñaki, a Eva, o Rafa e eu fomos pro acampamento, enquanto a Eva pensava que era curioso: um mês atrás ela só tinha transado comigo, e agora tava num carro com três caras, tinha transado e gozado com os três, e ainda faltavam dois dias de acampamento. Continua...
As mãos do agente começaram a apalpar o corpo de Eva, que sentia aquelas mãos ásperas no peito e uma dor forte quando o agente apertava e amassava os peitos dela. — Acho que são naturais. — Vamos ver — disse o outro agente, enquanto também passava as mãos e esfregava o corpo todo no de Eva. O uniforme arranhava a pele delicada de Eva, e ela chorava implorando pra eles deixarem ela em paz, enquanto as mãos dos agentes amassavam a bunda de Eva e vários dedos entravam na buceta dela, causando dor. De repente, pararam. Eva pensou que o martírio tinha acabado, porque de moto chegavam mais dois agentes. Um dos novos agentes se aproxima de Eva, que estava esperançosa de poder esclarecer a situação e se ver livre. — Tira os tênis — disse o agente pra Eva. Eva cobria os peitos e a buceta com a mão e, como não queria dar a satisfação de continuarem vendo ela pelada, tirou os tênis com os pés, jogando-os com tanta má sorte que acertou de leve um dos agentes. — Como se você já não tivesse poucos problemas, agora a gente soma agressão à autoridade. — Foi um acidente — gritou Eva. — Cala a boca, puta, não fala se não for perguntada — disse um dos agentes, dando um empurrão nela, que foi parar no chão. — Olha só o que a gente tem aqui — disse o agente motoqueiro, que segurava um dos tênis enquanto mostrava um saquinho com um pó branco. — Isso não é meu. — Vocês que colocaram aí, seus filhos da puta — gritou Iñaki, e assim que terminou a frase, levou um chute nos ovos. — Eu falei que ninguém fala se não for perguntado. Vocês não conseguem entender essa regra tão simples? O agente colocou um pouco do pó branco na ponta do dedo indicador e, enquanto ria, disse: — Me parece que é cocaína da boa, como se eu já conhecesse ela de antes. Puta, enfia isso no nariz. — disse, colocando o dedo debaixo do nariz de Eva. Eva nunca tinha cheirado cocaína, mas se viu obrigada a seguir as ordens daqueles energúmenos. - Tá bom, vou te explicar a situação: a gente te pegou com uma quantidade grande de cocaína, quando fizerem o exame vai dar na sangue a que você cheirou agora… já tô vendo problema por tráfico e consumo. - Mas uma mina tão gostosa – falou outro agente – talvez mereça uma chance. - Sei não, ela não parece uma mina direita e me dá "satisfação" meter essa traficante na cadeia – respondeu um dos motoqueiros - Gostosa, cê vai se comportar bem com a gente e vai "satisfazer" meu parceiro pra ele não ter que te prender, né? - A droga não é minha, foi ele quem colocou. - Olha aqui, foxy, agora isso não importa, você não tem como provar e o juiz não vai acreditar em você quando ver o exame de droga e ouvir quatro agentes. - Quem vai ser o primeiro a passar pela sua boquinha pra você chupar? - A gente deixa você escolher, foxy. Você vai ser boazinha, né? Eva concordou com a cabeça, sabia que não ia escapar dessa se não cedesse aos desejos daqueles quatro agentes. Diante dessa ordem, decidiu que o primeiro a chupar seria o que perguntou. - Iñaki, liga pro seu filho e fala que tá tudo resolvido, mas que vocês não vão sair daqui umas duas horas e que a gente vai te levar de volta pra ponte. Não quero que os amigos da putinha apareçam na delegacia. Insiste pra eles esperarem na ponte, porque se aparecerem aqui, a gente enfia vocês na cadeia. O primeiro dos agentes enfiou o pau dele e meteu na boca de Eva, segurando o cabelo dela com uma mão enquanto com a outra apertava os peitos dela. As bolas dele batiam no queixo da minha namorada e o ritmo foi aumentando. Ele obrigou ela a lamber os testículos dele, enquanto Eva ia enfiando uma bola na boca e a outra aleatoriamente.
- Caralho, que bocetuda, dá pra ver que tem experiência em chupar… é uma expert. - Quer que eu meta tudo nessa boquinha gostosa ou…? De repente, o agente deu meia-volta e enfiou a bunda na cara da Eva - Aproveita pra lamber meu cu, já já vou arrebentar o seu. - Você é uma puta de primeira. O agente sentou na cara da Eva, que lambia quase sem conseguir respirar o saco, o períneo e o cu dele, enquanto se masturbava feito uma louca até gozar na barriga dela. Os outros três agentes estavam por perto, curtindo a surra que a Eva tava levando. Passou o próximo agente, que segurava a cabeça dela pra não parar de mamar, e ela foi obrigada a engolir a porra, e também a dos outros dois agentes.
Depois, quando quiseram meter nela, colocaram ela de quatro no banco de trás do carro da viatura, seguravam na cintura dela e bombavam forte, porque segundo eles, gostavam de sentir o impacto da cintura contra a bunda dela. Se revezaram várias vezes, alternando entre meter na buceta e no cu. Enquanto metiam nela, combinaram onde queriam gozar.
Um queria no cu, outro sugeria que todos gozassem dentro da buceta pra ver o leite escorrendo pelas pernas. Toda essa conversa rolava enquanto não paravam de meter nela. Quando finalmente todos tinham aproveitado da minha namorada, deixaram ela descansar uns minutos. Ela tava com cãibras fortíssimas nas pernas, já que tinha ficado muito tempo de quatro, e principalmente doía a mandíbula depois dos boquetes. Enquanto os agentes se vestiam, comentavam entre si pra Eva ouvir. — É uma puta de primeira, uma boa chupeteira — E com uma raba espetacular, como engole pica esse cuzão. — Iñaki, não vai querer provar essa puta? Iñaki nem se mexeu, continuava sentado no chão de cabeça baixa. — Já deve estar cansado de foder ela — Sargento, certeza que temos que soltar ela? Não podemos segurar 48 horas? — É, é, pro quartel que eu tô de plantão dobrado. — Não, rapazes, essa puta cumpriu o papel, e nós, que somos a autoridade, temos que cumprir nossa palavra, né? — falava enquanto se cagava de rir. — Espero que essa vadia estivesse limpa e não passe nenhuma doença pra gente. — Porra, o bom vai ser se ela não tomar a pílula… daqui a nove meses vai ter um pequeno guarda civil — e todos riram da piada. — Puta — gritou o sargento, assustando Eva que tava exausta — sai do carro que vai sujar o banco. Enquanto Eva saía com esforço, toda dolorida, um dos motoqueiros olhava pro interior do carro, cujo banco era de plástico, sem estofado, e comentou: — Porra, aqui tem um monte do nosso DNA, coitado de quem tiver que limpar. — Pra isso temos essa moça tão simpática, puta, o leite era pra você, não pra jogar por aí… lambe tudo com a língua. Eva entrou no carro e, mais uma vez de quatro com a bunda virada pra porta aberta, começou a lamber o sêmen derramado no banco quando de repente ouviu o guarda mais novinho, que era um dos que Mais dano ela já tinha feito, porque tinha uma pica tremenda. - Porra, mas se a porra dela tá saindo pelo cu e pela buceta e pingando no carro, ha, ha, ha, ha - Sim, suja mais do que limpa, ha, ha, ha - E os peidos que os bêbados devem ter soltado naquele banco… porra, que nojo, ha, ha. Eva colocou a mão em concha perto da bucetinha dela pra pegar o sêmen que caía e continuou lambendo o banco do carro da polícia, não saindo de lá até não sobrar nem um resto de sêmen. A imagem de Eva na frente do carro da polícia era desoladora, cabelo bagunçado, joelhos vermelhos, queixo, peitos, barriga, buceta, cu e pernas cheios de sêmen. - Você tá deplorável… acho que se te visse assim antes, nem te comia. - Pois eu tô com vontade de novo, sargento - disse o mais novo. - Pois não, temos que devolver essa preciosidade pros amigos dela… que talvez ela queira foder com eles. - Com certeza, essa precisa de mais de quatro pirocadas por dia. - Iñaki – disse o sargento – pega água do carro e uns lenços de papel e arruma essa gostosa. Iñaki molhou vários lenços e quando ia dar pra Eva se limpar, ouviu o sargento dizer. - Ele disse pra você limpar ela… espera, tenho uma ideia melhor… tira a roupa e limpa ela com a língua, e aí tiramos umas fotos que se ela resolver falar sobre o que aconteceu essa tarde, podemos dizer que ela transou, mas com o Iñaki, e que nós pegamos vocês assim. Iñaki se despiu e começou a percorrer o corpo de Eva com a língua, passando várias vezes até o sêmen seco amolecer. Principalmente na área da buceta, onde tinha um grande grumo seco nos lábios. Pela primeira vez em toda a tarde, Eva teve um orgasmo sonoro, que arrancou gargalhadas gerais dos guardas civis e vários comentários. Iñaki tinha uma grande ereção, embora no início ele tivesse ânsia ao chupar o sêmen e não apreciasse o traje de saliva que estava fazendo na minha namorada. Enquanto limpava a buceta, assim que o gosto de sêmen desapareceu, ele sentiu o gosto de Os sucos vaginais da Eva, que ela secretava em grande quantidade dada a excitação dela. Finalmente, pra surpresa de todos, e até da própria Eva, o Iñaki parou de lamber e começou a penetrar ela com força, enfiando o pau ereto dele de uma só vez, que entrou perfeitamente na buceta lubrificada da minha namorada. Umas dez enfiadas fortíssimas e profundas depois, ele gozou dentro da Eva, e apesar de ter durado pouco e de ser uma das rolas menores que ela tinha visto naquela tarde, a Eva teve um orgasmo tremendo e intenso, acompanhado pelos aplausos dos guardas civis enquanto o mais novinho gritava: — Tá tudo gravado, tá tudo gravado. A Eva e o Iñaki iam na parte de trás do carro-patrulha, a Eva coberta com um cobertor pensando como era possível que ela tivesse tido dois orgasmos na frente daqueles porcos, ela precisava refletir sobre o assunto com calma. Assim que vi o carro-patrulha, saí correndo atrás da Eva. — Tá bem, amor? O que aconteceu? — perguntei. — Nada, mil perguntas na delegacia, mas tô cansada, dá pra voltar pro acampamento? — Claro, certeza que o Iñaki não se importa de levar a gente de carro, o filho dele já levou os cavalos pro estábulo. E no jipe do Iñaki, a Eva, o Rafa e eu fomos pro acampamento, enquanto a Eva pensava que era curioso: um mês atrás ela só tinha transado comigo, e agora tava num carro com três caras, tinha transado e gozado com os três, e ainda faltavam dois dias de acampamento. Continua...
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