Quase descobertos

Se quiserem entender, recomendo como muitos outros que leiam como eu e como pouco a pouco me dei prazer com minha amiga susan (este nome é fictício para não revelar dados dela), pois este será a continuação de minha muito deliciosa experiência com ela em seu negócio familiar


http://www.poringa.net/posts/relatos/3346611/Experiencias-sexuales-2.html



Al final, após um encontro no chão da sala de lavado da loja dele, eu me encontrava suando com a vagina semi ereta com uma ejaculação (além disso, após vê-la saborear minha semente procurada por ela mesma com seus dedos), ela pediu que antes de ir que me desse um banho em um banheiro que ele tem no recinto do seu negócio, coisa que aceitei mas com a condição de que me acompanhasse para poder desfrutar um pouco mais, coisa que Susan fez com uma sonrisa picara e uma olhar de morbosidade disse que sim


Então, seguindo-a atrás dela, comi-me com a vista sua enorme bunda que, ao caminhar, recorria um fluido aqui e outro com minha corrida entre suas pernas, o que ela já sabia, pois tomava minha mão com gentileza como se me levasse para sua cama, estando nessa pequena sala de banho com uma pia, latrina, um armário com toalhas, mas a ducha era da mais reservada do vidro negro escuro. Ela me contava que era assim porque havia pedido ao seu esposo por privacidade para eles (coisa que me contou que não havia podido cumprir para esse propósito).


Eu ao entrar abrindo a chuveira sinto como em água tibia começa a cair, ao momento Susana desde atrás se recuesta na minha espinha, sentindo seus seios em mim com firmeza e aos poucos seus pés erectos me mordem o pescoço coisa que eu gosto pois começo a pedir rápido, fechando a cornija de vidro posso notar que é de uma visão unilateral começando a morder-me a orelha eu me dou a volta e a ponho debaixo da chuveira.


Começando a esfregá-la em sua vulva semi-celada com minhas mãos começa a soltar gemidos com uma doçura como se no banho preferisse, ela entre susurro e gemido diz que vem após trabalhar ou à meia-noite para se satisfazer sozinha, por outro lado entrando pela porta do banheiro entro em sua filha, coisa que nem nos demos conta, ela arqueada para poder manipulá-la enquanto eu com meu pênis duro outra vez quase na entrada de sua vulva.


Mas antes de poder meter-lo, empeso a soltar um pranto, coisa que tanto eu como ela nos surpreendemos ao ver ela me afasta e abre um pouco a cornisa para ver que sua filha, coisa que por meu lado oculto não pude ver seu rosto, mas pude apreciar que era alta e dotada repousava sobre o lavado chorando algo que sua mãe dedicada lhe perguntava o que passava respondendo que teve um problema com seu namorado que se deitou com outra (que ironia na vida e momento para os dois XD)


Mentanto eu com aquele cu da frente de mim e Susan distraída, como mãe dedicada que deve ser, dispus-me a penetrá-la de golpe, coisa que se agarrou a uma das chaves da ducha, consolando sua filha, notando que cada vez lhe custa falar enquanto eu me agarro aos seus peitos e inclino-a pondo-a quase em culos, escutando a menina chorar e dizer uma coisa ou outra, mas o que me deu mais riso e quase me fez rir foi...Como pude eu ter sido infiel?


Não podendo rir um pouco que noto a filha, Susan ruborizada e excitada lhe diz que foi ela com outra coisa que passou na sua cabeça. Sabendo que está nos sapatos da garota, começo a empurrá-la mais forte para meu capricho e pôr à mercê esta milf, ela explicando tratando de não gemer, sentindo o seu culinho como se corrige com cada choque que recebe, sacando-o e rosandolo lhe diz que espere que quer enxaguar, deixando-a ali na latrina e fechando a cornisa me pede que eu pare já que não pode mais.


Dizendo-lheem voz baixa que a retirar ou que seguir com seu cu, coisa que com olhos abertos me diz que não, regressando com ela dediquei-me a comer-lhe o Pussy metendo-me entre suas nádegas comecei a abrir com minhas mãos e minha língua até onde podia, vendo um pouco como se dilatava com a maneira que se comia, já outra vez me passou a ideia do seu cu, vendo seu pequeno buraco comparado com semelhante nádegas que tinha, dispus-me com meu dedo indicador para meterCoisa que me olha e me suplica para não


Desprezando-aComecei a dilatar-lhe uma masturbação anal com um dedo, o que fazia sair um ou outro gemido, o que a menina notava e perguntava se estava passando algo, como boa mãe ela me olhava e pedia que não. Finalmente, sem estar dilatado, propus-me penetrá-lo e disse à sua filha: querido, você poderia nos dar privacidade para o seu pai e eu? O que tirei a mão em sinal de saudação e a moça ouviu dizer uma ou outra ofensa, pois parece que me incomodava interromper seus pais nesse momento precioso.


Fazendo sexo oraldo cabelo e penetrando lhe de golpe seu cu da golpe, submeto-a a uma forte nalgada e peço que diga o que pensa que seu 'esposo' se a pegasse frente à menina falando com o coração destrozado, com uma risada e uma mueca responde-me muito puta que foi a sensacional placentera em que havia tido que passar, continuando a abrir seu cu eu me ponho em quatro contra a cerâmica da pare e peço mais mais...


Chutando seu cu e agarrando seu cabelo como um animal em celo a tinha, ouvindo-a pedir mais e mais..., com quase um tempo desfrutando assim lhe pedi que se colocasse de joelhos tirando-o do seu cu, pondo-se completamente de culos vendo o corpo cair-lhe água frotando-se sua pussy eu coloco diante dele pedindo este encontro um bom final


No momento em que começa a comê-lo, sentindo sua língua com frenesí e sua boca chupá-la com anelo, já com um bom tempo desfrutando, ele me começa a cuspir na boca dentro, unindo nossas miradas pareceria que me leu a mente porque cada vez que chupava sentia sua língua passar, acumulando tudo vejo que o contém em sua boca para ato seguinte se os traga e me o encella como se fosse uma ordem que lhe dei, coisa que complaci com um bom beijo


Já terminei o nosso encontro, pôs um pano curto que, ao andar, mostrava sua vulva e olha onde estava sua filha. Logo chega e diz que está no seu quarto e que se quedou adormecida aproveitando assim minha fuga, arrumando-me nesse mesmo quarto de banho peço o seu número, coisa que se nega primeiro, dizendo que posso vir quando quiser pois meu trabalho é muito flexível e que ao pegá-la em frente da filha me deu um bom gosto. Ao ver meu telefone, ele me disse que nada de chamadas ou vídeo-chamadas e que, se quiser, posso vir quando desejar, coisa que me pareceu esplêndido, só que não conte e saísse pela loja. Saindo dali vi-me retirar e fechei rapidamente, sem antes o recuerdo dela uma foto posando com o pano aberto. A algumas ruas vejo o carro do seu marido e seu filho passarem, coisa que me deu mais riso como se fosse uma película ou uma série o que acabava de passar.


Nem isso foi o encontro completo do primeiro dia com minha 'amiga' embora a filha não saiba, espero poder contá-lo ou não... , XD esperem gente

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