Vida en una barrio privado Vol 2

Fui até a cozinha e abri a porta do corredor. Ela estava com a mesma roupa, mas dava pra ver uma tirinha verde fluorescente saindo pra cima na cintura dela. Ela tava rindo, e eu tinha optado por segurar a ponta do meu pau duro, tentando me esconder um pouco. A única merda é que eu tinha usado a mão com creme e lambuzado tudo de branco: meu pau, meu tronco, meus dedos, etc. Ela baixou o olhar e me disse: "Tanto que gozou por minha causa?" Eu respondi: "Não é porra, é creme hidratante da minha irmã." Ela me olhou nos olhos, com o olhar mais tarado que já tinham me dado na vida, soltou uma gargalhada e veio pra cima de mim. Com uma mão, pegou meu pulso lambuzado e, com a outra, agarrou meu pau. Ela falou baixinho perto do meu ouvido: "Da próxima vez, não suja assim seu pau, porque quero chupar um pouco." Tentei beijá-la, mas ela virou o rosto, deu outra gargalhada e disse: "Nele eu beijaria muito, porque senão vai me raspar, mas em você não, porque ainda não conquistou isso. Tira minha roupa." Eu respondi: "Tô com as mãos sujas." Ela sussurrou: "Eu sou muito suja." E começou a me bater uma punheta devagar. Do jeito que deu, tirei o short dela e deixei ela só de fio dental. Ela perguntou: "Você mora sozinho?" Balancei a cabeça negando e, tremendo, falei: "Moro com meus pais e minha irmã. Ela com certeza vai transar num hotel e volta tarde pra caralho, e meus velhos estão viajando." Mmmm, ela me olhou com um sorriso safado e disse: "Então você vai ter que aproveitar e aprender o máximo que puder." Eu concordei com a cabeça. Comecei a apertar as nádegas dela e tocar os peitos por cima da pouca roupa que ainda tinha. Ela entendeu o recado e tirou tudo, menos o fio dental. Continuava acariciando meu pau, não batendo uma, só acariciando. Murmurou no meu ouvido se eu tinha camisinha. Eu disse que não. "Como assim não tem camisinha???" Respondi: "Não tenho namorada e, na real, transei uma vez com uma mina bem feia e outra com uma gordinha." Ela me olhou nos olhos, séria, e disse: "Vai no quarto da sua irmã, com certeza ela tem camisinha. e pensa em tudo pra não gozar rápido senão te mato" tentei me afastar pra pegar as camisinhas e ela disse, "quem te deu permissão pra ir embora assim?" enquanto segurava meu pau com a mão, "abaixa aqui e chupa minha buceta, o imbecil do santiago não sabe chupar nem transar sem gozar na hora que mete" eu me abaixei, tava surpreso, excitado, sobrecarregado, com aquela buceta rosadinha, linda, igual às dos filmes pornô, então aproximei meu rosto e comecei a lamber, ela me puxava forte pelo cabelo, tava quente, e muito molhada, enquanto eu chupava quis tocar no meu pau e ela percebeu, me agarrou forte pelo cabelo e disse "não toca, quem te deu permissão" e puxava meu cabelo com força, literalmente tava me castigando e forte, eu falei "se puxar meu cabelo assim de novo vou meter a mão na sua buceta" ela se abaixou um pouco e murmurou "e o que tá esperando? no mínimo cinco dedos ou duas rolas juntas, preciso já", minha cabeça tava a mil, comecei a meter dedos enquanto chupava o clitóris dela, primeiro um, depois dois, aí ela começou a gemer, depois três, ela gemeu baixinho, respirando cada vez mais rápido, parou de puxar meu cabelo com força e começou a me tocar com ternura e suavidade, se acariciava os peitos, eu segurava a bunda dela com uma mão e com a outra tocava piano dentro da buceta dela, "chega, quero pica", ela me empurrou pro chão e desceu rapidamente em cima de mim, pegou meu pau e disse "essa pica gorda, toda lubrificada, vai ser minha de agora em diante" passou ele pelos lábios dela, se ajeitou e meteu tudo de uma vez, meu corpo se contorcia, ela primeiro começou sentada cavalgando, depois apoiou os pés do lado da minha cintura e começou a fazer agachamentos no meu pau, eu me contorcia, me segurava como nunca, pensava que não tava de camisinha e que nunca ia transar com outra garota assim, tinha que aguentar de qualquer jeito, ela enquanto com cada estocada que dava com a buceta mais molhada sentia tudo, me perguntou "quer gozar?" eu balancei a cabeça num tímido sim Me bato no rosto, dois tapas, "não goza, filho da puta, ainda não, já tô quase chegando, aguenta, aguenta, ahhhhhhhhhh, goza em mim, goza em mim, já gozei, ahhhhh". Aí soltei tudo, não sei se um dia vou gozar assim de novo. Ela ficou deitada em cima de mim, tentei beijá-la e ela disse: "Ainda não, você vai ter que ganhar os beijos". Ela se levantou devagar, meu sêmen escorrendo da buceta dela, era uma bagunça total. Ela vestiu o short, a camiseta e jogou a calcinha fio dental na minha cara: "Agora você ganhou a calcinha, depois te vejo, vizinho". Foi embora e eu fiquei largado ali. Foram os melhores 8 minutos da minha vida. E a vizinha tinha me dado a calcinha fio dental. Eu ainda estava saindo do choque quando ouvi um carro na minha garagem. Minha irmã tinha voltado. Continua...

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