Naquela época eu era um cara normal, 20 anos, estudava na universidade e morava com meus pais.
Meu pai tinha 52 anos, reservado e trabalhador. Trabalhava tranquilo na administração de uma empresa multinacional. Minha mãe, 45, dona de casa, carinhosa e preocupada com a família (meu pai e eu), era uma mulher com um físico muito bonito, com curvas bem definidas, fanática pela sua bicicleta ergométrica.
Paula, seu nome, tem cerca de 1,65m, pele branca, olhos castanhos, cabelo mantido castanho até os ombros, algumas sardas nas bochechas, nariz pequeno mas um pouco angular, gosta de pegar um pouco de sol, por isso sempre tem algum tom na pele. O que mais chama a atenção são suas proporções; tem uns peitões grandes, gostosos e macios, o tamanho do sutiã dela eu só fui descobrir depois de um tempo quando revirei as roupas jogadas no tapete, 34DD. Já um pouco caídos, é normal para a idade dela, mas que importa. Uma barriguinha, uma cintura. E sua bunda, que bunda boa, como fanática da bicicleta ergométrica, costuma usá-la de 30 a 40 minutos por dia, se mantém bem. Não era uma Miss Reef, mas era daquele tipo de bunda larga de mulher madura que dá vontade de agarrar com força e montar. Suas pernas definidas combinam. Ficam muito bem nela calças justas, às vezes usa salto, forma aquele espaço triangular abaixo da virilha... Que vontade de enfiar a mão nesse triângulo.
Morávamos em um apartamento central na cidade de Concepción no Chile. Confortável com uma boa sala de estar. Lugar onde tínhamos a televisão, uma só televisão, então era costume nós três nos sentarmos para ver filmes, programas, notícias ou qualquer coisa. Geralmente no final do dia ou nos fins de semana.
Sempre me chamou a atenção o físico da minha mãe, seus peitos e bunda bons, marcavam muito bem nas roupas que ela usava para andar em casa, camisetas e vestidos decotados ou de alcinha, algumas leggings ou jeans apertados, sempre foi uma paqueradora. Mas nunca passou pela minha cabeça... ter algo com ela. Eu só a via como uma mulher muito atraente e como minha mãe. Quando levava amigos para casa, mesmo que nunca tenham comentado nada, peguei vários deles com os olhos grudados na bunda dela.
Desde a minha revolução hormonal, há anos, eu sempre tentava esfregar nela. Com o tempo, me acostumei, ou nós nos acostumamos. Eu a abraçava e roçava os seios dela com o dorso das minhas mãos, ou tentava tocar na bunda dela "sem querer", etc. Era meu pequeno segredo, uma perversãozinha escondida.
Apesar disso, nunca passou de um "joguinhos escuros" da minha parte. Que eu assumia como normal e não questionava. Sou um tarado do caralho, vejo pornô direto, leio contos eróticos, adoro olhar as mulheres na rua, reparar nos detalhes, como as partes delas marcam na roupa, como se mexem quando andam, etc.
Uma tarde mudou completamente a forma como eu via minha mãe. Tínhamos o hábito de ver filmes aos sábados à tarde, nós três na sala, meus pais sentados juntos no sofá e eu na poltrona. Também fazia parte desse hábito parar no meio do filme e preparar uns lanches, coisas que a gente comprava no supermercado justamente pra isso. Naquele dia, o filme estava legal, mas deu fome, então paramos, e minha mãe, com seu bumbum e andar hipnótico (ela estava de jeans super justo), foi até a cozinha pegar uns salgadinhos. Sem pensar em nada em especial, lembrei de uns biscoitos com gotas de chocolate, eram meus favoritos, então fui pra cozinha também.
A cozinha era estreita, um grande defeito dos apartamentos de hoje. E além disso, os móveis eram grandes, o que a deixava ainda mais apertada pra circular. Um detalhe que nunca tinha importado até agora. Os biscoitos estavam no armário suspenso que ficava em cima do lugar onde minha mãe preparava as coisas.
Como sou um pouco mais alto, fiquei atrás dela e, ao me esticar, encostei meu pau nas nádegas dela, como parte do meu jogo perverso, aproveitando a... Foi tipo um arranhão de tinta, já tinha feito isso antes, mas dessa vez foi diferente porque perdi um pouco o equilíbrio e me apoiei mais do que devia. Senti um calafrio percorrer meu corpo. Foi só uma fração de segundos, que me pareceu uma eternidade. Meu pau reagiu na hora. Falei "desculpa", peguei os biscoitos e vazei rápido pra me sentar antes que ela se virasse.
Com minha semi ereção sentado no lugar e o filme já de volta, não conseguia me concentrar, tentava entrar na história, mas só pensava no corpo da Paula. Comecei a notar seus traços, suas curvas. Como a blusa larga que ela usava insinuava os peitos, que parzinho bom dava pra ver. Sentada de lado, apoiando a cabeça no ombro do meu pai, eu tinha vista completa daquele rabão gostoso.
Minha mãe agiu normal, não percebeu nada, ou se percebeu, não deu importância.
Quando o filme acabou, arrumamos as coisas, já era tarde e meu pai foi pro quarto. Ajudando na arrumação, peguei algumas coisas e levei pra cozinha. Ela estava lavando a louça, minha intenção era deixar perto pra ela lavar, mas o problema é que da entrada até onde tinha que deixar, precisava passar por trás dela.
E foi o que fiz, devagar passei com as mãos ocupadas no alto, por trás dela, totalmente fora de qualquer racionalidade, bem colado, sentindo no meu pacote o contato com a bunda direita dela, não sei quanto tempo levei pra chegar na sua fenda, mas aproveitei demais aquele instante. Quando cheguei no meio senti meu volume, já totalmente duro nessa altura, se encaixar na sua racha. Com a desculpa de deixar as coisas na pia perto dela, encosto um pouco nela e falo: "deixo aqui e volto pra pegar o resto na sala". Ela me olhou estranhada e meio desconfortável. Disse: "sim, anda logo pra deixar tudo limpo antes de eu ir me deitar".
Comecei a fazer o movimento inverso, na mesma velocidade. Saí de lá, peguei os copos que faltavam na sala e levei pra cozinha. E comecei a mesma manobro, mas antes (como já estava com meu pau a mil, ajustei ele para ficar virado pra cima, não pro lado, pra deixar a esfregadinha mais confortável). Começo a roçar a bunda dela, não sei se mais rápido ou devagar que da outra vez, mas estava curtindo aquele momento ao máximo. Chego no meio, empurro com minha pélvis pra largar os copos, extasiado quando sinto ela empinar a bunda. Fiquei petrificado. Ela estava jogando a bunda pra trás, contra meu pau que estava prestes a explodir. Passaram uns segundos e ela mexeu os quadris, pra cima e pra baixo, repetidamente. Tateando meu pau e apertando ele com os glúteos.
Ainda com os copos na mão, estava quase gozando. Deixo os copos na pia e seguro os quadris dela com minhas mãos. Ela, sem dizer nada, virou a cabeça, me olhou nos olhos e disse:
- "É só isso?... Tem mais alguma coisa na sala ou na cozinha?". Com um sorriso safado nos lábios.
- Sim, gata – respondi – não tem mais nada.
- Ok. – não disse mais nada.
Ela se virou, apoiou as mãos nas laterais da pia e empinou ainda mais a bunda, deslizou meu pênis por toda a fenda. Com os mesmos movimentos lentos e contínuos. A estimulação que eu estava sentindo era a coisa mais gostosa que eu já tinha vivido até aquele momento. Por causa do atrito constante, apareceu uma pequena mancha de líquido pré-gozo na minha calça; não queríamos parar; agarrei firme os quadris dela e continuei esfregando meu pau na sua fenda, aumentando um pouco a força. Era óbvio o que eu estava fazendo e ela deixava, da maneira mais deliciosa possível. Curtia cada centímetro, e através das roupas, sentia o calor da sua buceta esquentando meu falo. Devemos ter ficado uns 2 minutos naquela esfregada intensa... Pra cima... E pra baixo.
Era um moletom, e minha glande apareceu por cima do elástico. Vi aquilo e entrei em pânico, foi como um choque de realidade. Saí rápido pro banheiro, fechei a porta, na frente da pia soltei meu pau e comecei uma masturbação frenética. Lembrava do mar de sensações que senti na cozinha; flashes de memórias da minha mãe, como ela ficava sentada no sofá, como estava de biquíni na última vez que fomos à praia, a sensação dos peitos dela apertando contra meu peito quando me abraçava, as vezes que a abracei e esfreguei, etc. Jorrei borbotões de porra na pia. Não lembro de ter gozado tanto em uma punheta como naquela vez.
Ao sair do banheiro, minha mãe já não estava na cozinha, tinha ido para o quarto com meu pai. Uma sensação de alívio me invadiu, fui para meu quarto, liguei meu notebook e deitei, comecei a buscar informações sobre incesto, busquei relatos de mães com filhos, e acabei vendo vídeos de mulheres milf com caras jovens transando. Buscava peitudas, de preferência naturais. Fiz outra punheta e dormi.
Não tinha ideia de como era a vida sexual dos meus pais, não era um assunto que me interessasse até aquele momento. Suponho que era normal para um casal com as características deles.
Naquela noite, como nunca, acordei às 4h da manhã e ouvi barulhos, gemidos, vinham do quarto dos meus pais, gemidos femininos, fortes e exagerados. Era minha mãe, inquieto me levantei e saí no corredor. A porta dos meus pais estava entreaberta, suponho que de propósito. Não lembro que isso tivesse acontecido antes. Me perguntei "será que mamãe está brincando comigo?".
Me aproximei da porta e a vi, nua, só sua silhueta tênue iluminada pela pouca luz da lua filtrada pelas persianas. Ela estava por cima do meu pai, dava para ver de lado, estava de frente para ele apoiada com as mãos no peito dele.
Meu pau estava duro em todo seu esplendor. Assomando pela abertura frontal do meu pijama. Com o show que estava presenciando nem precisava tocar nele, já estava sentindo as contrações de uma gozada iminente no meu pau. Nunca tinha visto algo tão gostoso.
Ela alternava movimentos; para cima, para baixo, para frente e para trás, uma e outra vez, num ritmo suave e... continuo. Os peitos dela a acompanhavam, adoro seus peitos grandes e naturais, com uma balançada suave. Eles se juntavam e se separavam. Eu estava imerso, já com minha mão percorrendo meu pau sem pensar em mais nada.
Meu pai, o sortudo. Desfrutava do corpo dela, a percorria com as mãos, pegava seus seios, os apalpava, beijava, chupava e mordia. O ciúme me invadiu naquele momento, que vontade de estar no lugar dele aproveitando aquela carne ardente e macia.
Ela gemia e ofegava, dizendo coisas como "simm" "eu adoro" "fundo" "mete tudo" "você me deixa tão quente, simmm... que gostoso". Ela se aproximava, o beijava, depois jogava a cabeça para trás. Tinha o cabelo solto.
Eu estava me masturbando na porta de maneira febril, não perdia nenhum detalhe da figura da minha progenitora deliciosa se contorcendo sobre meu pai. De repente, gozei e consegui colocar minha mão para segurar a porra, não saiu tanto por causa das punhetas que eu tinha batido umas horas antes. Mas o orgasmo foi intenso.
Ela continuou até gemer longamente, tensionou o corpo e se deixou cair sobre meu pai, deixando apenas a visão daquele rabão enorme.
Ainda em uma espécie de transe, andando como zumbi. Me retirei para meu quarto para tentar dormir.
No outro dia, era domingo, acordei com uma vergonha terrível, além do sentimento de culpa, não sabia o que fazer nem pensar. Saí para correr bem cedo, antes que meus pais acordassem, fiquei dando voltas em um parque próximo até que me enchi de coragem para voltar para casa.
Era dezembro, já faz calor em dezembro nessa cidade. Por isso mesmo, ao chegar em casa vi minha mãe na cozinha com um short bem curto e uma regata branca (o calor era a desculpa), a julgar pelos mamilos marcados, ela não estava usando sutiã. Que peitos. Enormes e caídos, pareciam deliciosos. Foi a primeira coisa que olhei ao vê-la, não conseguia tirar os olhos dos peitos dela.
Estava imerso neles quando a ouço:
- Ei! Aqui em cima... Já tomou café da manhã?
- Não - respondi - agora quero comer alguma coisa.
- Ok, tem pão e queijo na geladeira. Disse, virando as costas para continuar no que estava fazendo.
Olhando pra sua bunda, eu disse "vou tomar um banho e comer algo".
O dia transcorreu com normalidade, apenas alguns cruzamentos de olhares e sorrisos insinuantes, nada mais.
Meus pais saíram para almoçar fora, eu, por minha parte, saí com uns amigos pra dar uma volta. Olhávamos mulheres na rua, dávamos notas e ríamos. Apesar de tudo, não conseguia tirar as imagens da minha mãe da cabeça. Naquele domingo cheguei tarde em casa, evitando no fundo algum encontro mais próximo. A verdade é que eu queria meter a mão na Paula, minha mãe, mas outra parte de mim se recusava a aceitar isso. Nesse conflito interno, fiquei me remoendo a semana toda, e assim foi que transcorreu com total normalidade (ou pelo menos parecia), o comportamento dela era normal, como sempre foi. Às vezes tentava me aproximar buscando algum contato, no corredor ou na cozinha, mas ela me evitava. Ainda assim, as coisas ficaram tranquilas, descansar na normalidade é bom, depois de tanta intensidade.
As coisas voltaram a esquentar no sábado seguinte. Como já tinha dito, era uma época quente, minha mãe andava com um vestido solto, confortável, que chegava na metade da coxa. Era de uma cor branquinha de tecido fino. Tinha um grande decote, destacando seus melões, brancos e macios. Eles apareciam porque ela usava aqueles sutiãs de meia taça que levantam. Estava claro que a intenção dela era se exibir.
Naquele dia ela estava indiferente em atitude, embora estivesse mostrando seus atributos. Eu me perdia nos pequenos instantes quando podia ver seu decote ou suas lindas pernas quando ela se sentava. No almoço, ela trouxe os pratos pra mesa, passando nossos almoços e se inclinando, me oferecendo uma vista linda das suas tetas desabrochadas lutando pra se libertarem da prisão. Só de pensar nisso sentia borboletas no estômago, arrepios e uma coceirinha nos testículos.
Almoçamos falando sobre trivialidades, assuntos de contingência local, das minhas provas finais do ano, etc. Era difícil manter uma conversa coerente naquele momento. Eu só conseguia prestar atenção no decote da minha mãe. Ela estava sentada na minha frente, então eu tinha uma vista perfeita de como os peitos dela se mexiam toda vez que ela se ajustava na cadeira – deve ser uma cadeira muito desconfortável, porque ela fazia isso toda hora. Cada vez que ela se ajeitava, os seios faziam uns movimentinhos pequenos e chamativos. "Que peitos!", eu pensava. Meu maior esforço naquela hora era olhar pra ela sem que meu pai percebesse onde meus olhos estavam de verdade. A televisão ajudava um pouco, o noticiário prendia a atenção dele e me dava um tempinho de puro prazer admirando aquelas peitolas deliciosas.
Assim que o almoço acabou, meu pai sentou no sofá e focou na TV. Ele sempre tinha o costume de sentar no sofá depois do almoço. Era o lugar onde ele aguentava uns dois minutos antes de cair no sono – a soneca pós-almoço dele.
Minha mãe começou a tirar os pratos e, sem pensar, eu ajudei. "Essa é a minha chance", pensei. A cena do sábado passado se repetiu: ela na pia e eu esfregando a minha bunda na dela. Naquele dia, eu estava usando um shorts bem fino. Já não estava me segurando, comecei a me apoiar diretamente no bumbum dela, uma esfregada longa por vez. Eu sentia como pressionava as nádegas dela com a minha pelve.
Na última vez, larguei os pratos e fiquei me esfregando, um movimento que ela correspondia de um jeito suave e contínuo. Pra cima e pra baixo, arrastando a rachadinha dela no meu pau. Fiquei mais confiante e a segurei com as duas mãos pelos quadris. Continuei me esfregando, mas agora puxando ela com força na minha direção. A gente tentava não fazer barulho nem dizer nada, só dava pra ouvir a água da torneira caindo, até que escutamos uns roncos da sala – meu pai tinha caído no sono. Ela não disse nada, só me olhou e, sorrindo, falou:
- Seu pai tem um sono tão pesado – com um sorriso safado.
Ela virou de novo pra pia e levantou ainda mais a bunda, e eu reagi abaixando minhas... Minhas mãos desceram por suas coxas até a borda do vestido. Depois, comecei a subir, deslizando pela sua pele macia, suada e quente. Levantei até um pouco acima da sua bunda. O espetáculo era de sonho. Ela usava uma calcinha minúscula.
Eu tirei meu pau do shorts e comecei a pressionar com a cabeça na sua entrada, limitado apenas pelo tecido da calcinha. Aos poucos, comecei a subir minhas mãos por baixo do vestido. Sentir sua pele macia enquanto a percorria, tocando devagar sua barriguinha, que mesmo tendo um pouco, seu corpo suave era maravilhoso ao toque. Minhas mãos continuaram percorrendo seu abdômen enquanto mantínhamos um ritmo lento, intenso e contínuo no nosso amasso.
Quando cheguei nos seus peitos, me deparei com o sutiã. Passei por cima, sentindo seu tecido grosso e bordado – não era o que eu queria. Então, busquei o espaço no centro dos seios, enfiei meus dedos por baixo, puxei pra frente com força (até me pareceu ouvir o estalo das costuras da peça) e os levantei por cima das suas mamas.
A sensação de sentir cair nas minhas mãos aquelas lindas, macias e quentes massas de carne foi um clímax em si mesmo. Apertei com minhas mãos, senti seus mamilos duros entre meus dedos. Massageei como quis, até chegar um momento em que só as agarrei forte enquanto continuava com minhas batidinhas na sua buceta por cima da calcinha, agora com mais força e frequência. Estávamos nisso quando senti que já não aguentava mais e, sem me importar com nada, gozei nela acompanhado de um grande orgasmo. Ela, ao me sentir, soltou um gemido suave e prolongado, colando seu corpo no meu.
Depois de tudo o que vivemos, e de ficar alguns segundos parado assimilando o que tinha acontecido, ela endireitou a postura, abaixou o vestido e se virou. Olhando nos meus olhos e com um sorriso terno, me deu um beijinho na boca e disse: "Põe água pra ferver e pergunta pro seu pai se ele quer um café".
Guardei minha pica, liguei a chaleira e fui pra sala. Meu pai quis café.
Não comentamos. nada, tudo estava normal. De certa forma, era o melhor: um acordo de silêncio tácito. Sem comentar, não podíamos questionar o que havia acontecido, pelo menos naquele momento.
Depois disso, fui para o meu quarto. Uma sensação de relaxamento me invadiu, me senti o cara mais sortudo do mundo. E mesmo sem tê-la penetrado, aquela tinha sido a experiência sexual mais intensa e prazerosa da minha vida até então. Fui dormir um cochilo com um grande sorriso nos lábios.
Fiquei no PC a tarde toda. Até a hora do filme de costume, escolhi um longo, umas 2h30 mais ou menos. Um que eu já tinha visto, mas meus pais não. Um filme que em alguns momentos era lento, e imaginei que meu pai poderia acabar dormindo em algum momento — ou melhor, esperava que ele dormisse.
Por volta das 20h, nos acomodamos para ver o filme. Dessa vez os três no sofá, minha mãe no meio. Eu não ia perder a oportunidade de ter a anatomia dela perto da minha. Depois de um tempo, ela apoiou a cabeça no ombro do meu pai, deixando a bunda colada no meu lado esquerdo. Ela estava com o mesmo vestido. Eu estava nervosíssimo com aquele rabo quente perto de mim. Tomei coragem e comecei a tocá-la com a mão direita. Comecei pelo glúteo, só coloquei a mão — ela não reagiu. Continuei descendo pela coxa e depois subindo. Depois de alguns minutos, sem nenhum gesto da parte dela, comecei a apertar a nádega e a perna, enfiando os dedos na fenda. Continuei com o que estava fazendo e meti a mão por baixo do vestido.
Nesse momento, minha mãe se virou e eu tirei a mão rapidamente. Ela disse:
— Querido — raramente ela me chamava assim — traz o cobertor para me cobrir um pouco, estou com frio.
— Sim, mãe — respondi, indo buscar um cobertor rapidamente. Coloquei sobre as pernas dela enquanto ela se acomodava novamente na posição em que estava.
Aproveitando a situação, também cobri minhas pernas com o cobertor. Com essa manobra, ganhamos certa segurança contra um possível movimento do meu pai.
Já cobertos, retomei os… necessidades incestuosas. Com a aprovação da minha mãe, voltei a tocar nela com confiança. O contato da minha mão com a pele dela fez com que ela levantasse um pouco mais a bunda, para facilitar meu trabalho. Vou percorrendo-a lentamente, aproveitando cada centímetro, e ao me aproximar da sua buceta, percebo que não há mais tecidos cobrindo-a. Ela estava sem calcinha (claro, a que ela usava há pouco deve estar cheia de porra). Naquele momento, o mundo parou para mim. Começo a percorrer seus lábios vaginais suavemente, e à medida que fazia isso, ela me mostrava mais e mais sua racha. Outro atributo da minha mãe é que ela é mais lisinha, tinha alguns pelos, mas nada que realmente incomodasse. E tudo isso enquanto meu pai estava absorto no filme, sem dúvida algo que temperava ainda mais a situação.
Sentia sua umidade nos meus dedos e aos poucos fui os introduzindo. Era um percurso suave, várias vezes tirei meus dedos para molhá-los com minha saliva e continuar, momento que aproveitava para sentir seu cheiro de mulher. Até que deixou de ser necessário, seus líquidos já haviam encharcado sua vagina, tinha três dedos na sua buceta, dois para abrir caminho e o do meio para brincar com seu clitóris. Movia-o de um lado para o outro, apertava e rodeava. Ela começou a se mexer levemente, separou um pouco as pernas e balançou os quadris de maneira bem suave para não chamar a atenção do papai. Eu estava totalmente concentrado no meu trabalho incestuoso quando, do nada, ela moveu a mão direita em minha direção.
Começou a tocar meu pacote por cima da calça, percorrendo-o lentamente, começou a apertá-lo, tudo com movimentos suaves. Quando chegou ao zíper, o abaixou, depois moveu a cueca e libertou meu pau, que a essa altura estava duro como ferro. Começou com uma lenta sobe e desce, sabia como fazer, era uma experiente, apertava e soltava nos momentos certos. Os movimentos de ambos começaram a ficar mais profundos. Ficamos assim por pelo menos uns 5 minutos.
Que punheta maravilhosa ela estava me dando. O que a Paula, minha linda mãe, estava fazendo. Ela estava como no céu, absolutamente desligada do mundo.
De repente, os roncos do meu pai ficaram audíveis. Nós nos olhamos e rimos, como se estivéssemos nos autorizando a aumentar a intensidade e a confiança.
Naquele momento, eu estava com meu polegar estimulando seu clitóris e meu dedo médio dentro de sua cavidade, roçando suas paredes. Ela aguentou apenas alguns segundos até gozar, fechou e tensionou as pernas, além de jogar a cabeça para trás. Conteve o gemido. E ficou imóvel por alguns segundos. Ela estava com meu pau bem agarrado, apertado. Até que, em um momento, ela retomou seu trabalho, meu membro já estava se contraindo para uma ejaculação iminente que certamente seria potente.
Ela, de maneira sorrateira como uma ninja, se virou, se abaixou e colocou meu pau em sua boca. O pênis de seu filho, que já era um homem. A chupada foi curta, não consegui me segurar diante de tal sensação de prazer. Gozei na sua boca, várias vezes, sentia o sêmen saindo e saindo do meu aparelho, e ela guardava tudo na boca. Eu estava em um transe completo. Com os olhos fechados e minha cabeça apoiada no encosto do sofá. E ao longe, ainda se ouviam os roncos de seu marido.
Ela engoliu tudo, soltou meu pau apenas molhado com sua saliva e o guardou na minha roupa. Eu estava imóvel, ainda me recuperando.
Depois disso, ela se levantou, limpou o canto dos lábios que ainda tinha restos de porra, me olhou nos olhos com uma expressão de satisfação, olhos bem abertos e um largo sorriso, e disse: "Temos que cuidar do sofá, custa muito para limpar. Vou à cozinha pegar algo para comer".
Depois disso, retomamos o filme, comendo alguns lanches. Eu estava muito relaxado e não sei em que momento adormeci. Quando acordei, algumas horas haviam se passado, não havia mais ninguém na sala. Fui à cozinha beber um pouco de água e também não havia ninguém. Dirigi-me ao meu quarto e, no corredor, vi a porta dos meus pais fechada. Aproximei-me de curioso pra saber se ela ouvia alguma coisa, mas nada. Tranquei-me no meu quarto e liguei o PC por um tempo.
Ainda estava remoendo o que tinha vivido, várias questões vinham à minha cabeça, principalmente morais. Mas a verdade é que, se comparava aquilo com tudo que tinha curtido, nada mais importava... Eu queria continuar experimentando nesse jogo sexual que tinha começado com minha mãe.
No dia seguinte, tudo voltou ao normal, como se nada tivesse acontecido. Exceto por um detalhe: minha mãe estava de ótimo humor. Brincava com meu pai e comigo, cantava enquanto andava pela casa, parecia alegre. Só que ela tirou as roupas mais conservadoras, uma blusa bem larga e calças folgadas, apesar do calor. Talvez a sensação de ter experimentado algo novo e curtido tenha causado tudo isso.
Eu, por minha parte, estava super relaxado, acordei tarde, almocei e fui estudar. Tinha minhas últimas provas naquela semana.
E assim a semana passou de novo, tudo normal em casa, minha mãe com suas rotinas e afazeres. Sempre evitando qualquer contato além do que é normal entre uma mãe e seu filho. Não deu abertura pra pegações nem investidas.
Já tinha entendido que o dia de brincar era o sábado, então, conforme os dias passavam, ficava mais ansioso esperando aquele momento. A semana passou, fui bem nas minhas coisas, ou pelo menos acho que sim. Na sexta-feira, saí com amigos pra beber, cheguei de madrugada e bêbado.
No sábado de manhã, acordei com uma baita ressaca. Daquelas épicas que parecem rachar seu crânio. Levantei pra beber água lá pelas 9h com uma sede daquelas. Desidratado ao máximo.
Cheguei na cozinha e lá estava ela, minha mãe, com seu camisola transparente, dava pra ver suas formas através dela. Que curvas!
A ressaca ficou em segundo plano e meu pau reagiu na hora. Me aproximei por trás e cumprimentei, dei um beijo no pescoço dela e a abracei por trás pela cintura. Obviamente colocando meu membro entre suas nádegas, que delícia era sentir a anatomia dela colada em mim. a minha, e o calor do seu corpo. Sussurro no seu ouvido: - Oi mamãe, como amanheceu? - enquanto deslizo minhas mãos por baixo da roupa dela, tocando seu abdômen, devagar mas com a clara intenção de pegar nos seus peitos. - Um pouco preocupada. Você chegou muito tarde e bêbado ontem à noite. - Ela tentava usar um tom sério, mas ao mesmo tempo encostava ainda mais a bunda na minha pica e se deixava tocar. - Nadaaa - exclamei - foram só umas cervejas com os amigos, nada demais. Comecei a apalpar seus seios, seus seios macios e grandes. Eram pesados e eu sentia como se escorregassem das minhas mãos, como se escapassem entre meus dedos. Seus mamilos estavam duríssimos, tinham mais ou menos 1 a 1,5 cm. Eu estava super entretido, curtindo o esfrega-esfrega quente daquele corpo lindo, enquanto ela esfregava a xota no meu pau. Quando do nada ela para, tira minhas mãos e se vira. Me olhou seriamente nos olhos, com os braços cruzados, dizendo: - Precisamos conversar. - É, você tem razão - falei, assumindo a gravidade da situação. Todo mundo sabe que quando uma mulher diz "precisamos conversar" é porque a coisa tá séria. Recuei um pouco, até onde dava, lembrando que o corredor da cozinha é estreito. E ainda com a barraca armada no meu pijama apontando pra ela. - Precisamos colocar limites nisso, não dá pra ficarmos fazendo essas coisas, não condiz com uma relação de mãe e filho. Eu reconheço que tem sido estimulante, que às vezes eu tenho que me segurar pra não fazer coisas. Mas tá errado. Além do mais, não podemos fazer isso com seu pai. - Mãe, o que acontece é que... - Eu sempre deixava você me tocar disfarçado toda vez que se aproximava. - Ela me interrompeu - Entendia como algo hormonal, coisa de adolescente tarado. Mas isso já passou de todos os limites. - Tudo isso com um tom categórico e volume moderado, a ideia era não acordar o marido dela. - Entendo o que você tá dizendo, tudo é confuso pra mim também, mas a verdade é que não consigo me controlar quando te vejo. Devem ser meus Hormônios, coisas da idade, sei lá. Mas eu te acho linda e gostosa demais. - Falei com um tom suave e cabisbaixo. Ela me ouviu atenta e com uma expressão de ternura no rosto.
De repente ouvimos passos no corredor, era meu pai vindo para a cozinha, então disfarçamos. Ela me repreendeu por chegar tarde e com álcool, e eu assumi a bronca como um filho submisso.
Ela terminou a bronca com um "depois a gente continua essa conversa" num tom autoritário. Estava claro qual seria o tópico daquela futura conversa.
Com a conversa e a aparição do meu pai, meus ânimos se acalmaram. Tomei um copo d'água e voltei a passar a ressaca na minha cama.
Dormi o dia todo, levantei lá pelas seis, nem almocei. Meus pais estavam em seus respectivos afazeres domésticos. Como se nada tivesse acontecido, comi as sobras do almoço e fiquei vendo televisão.
Como era de costume, nos preparamos para ver um filme, procuramos um no Netflix dessa vez. Os três no sofá.
Considerando o calor que fazia naquela época, minha mãe estava com mais um daqueles vestidos soltos de verão. Eu, por minha vez, com um short e uma camiseta.
Escolhemos uma comédia familiar, algo divertido. Embora meu conceito de diversão naquele momento fosse outro.
Eu olhava para minha mãe durante esse tempo, e pensava no que ela tinha me dito. Algo estava acontecendo comigo que, na verdade, não me importava muito com as questões dela, sabia que ela estava gostando desse novo panorama sexual que estávamos vivendo, tanto ou talvez mais do que eu.
Comentávamos o filme e ríamos de algumas coisas, principalmente eu e minha mãe. Meu pai, mais uma vez, cochilava. Ela apoiou a cabeça no ombro do papai. Já não por ternura ou comodidade, foi uma estratégia para limitar o campo de visão do meu pai enquanto "brincávamos".
Naquele momento, eu estava sentado de lado, encostado na sua bunda e com minha mão por baixo do vestido. Percorria suas pernas, seus quadris, seu abdômen, até chegar à sua buceta. Estava apalpando sua vagina pela frente, por cima da calcinha, peça já molhada pelos seus fluidos, estava claro o que estava acontecendo com a mamãe naquele momento.
Fiz um movimento rápido com meus dedos e os passei por baixo da calcinha dela, já em contato com sua buceta, me dediquei a explorá-la. Ela facilitava tudo abrindo um pouco as pernas.
De repente, ela pegou minha mão, tirou-a de onde estava. Pôs-se de pé, me olhou com o olhar mais tesudo que já vi e foi para a cozinha rebolando seu lindo rabo.
Os roncos do meu pai soavam ao fundo em seu máximo esplendor.
Dei alguns segundos de vantagem e segui para a cozinha. Só a situação em si já me deixava com o pau duro lutando contra a calça. Chego na cozinha e a vejo...
Linda, apoiada com as mãos em ambos os lados da pia (aquele lugar já começava a ter um significado especial para nós) com a bunda empinada e a calcinha no chão. Sem hesitar, me aproximei por trás e comecei a apalpá-la. Me sentia o cara mais sortudo, peguei-a pelos quadris, levantei o vestido, ela arrebitou o bumbum, e com a mão direita comecei a percorrer sua buceta, enquanto com a esquerda, por baixo do vestido, levantei o sutiã para libertar seus peitos. Estava nisso quando ela me olhou e ordenou:
— Mete logo, tá esperando o quê?
Sem pensar, desabotoei a calça, liberei o pau e comecei a busca pela entrada daquela caverna desejada. Comecei esfregando a cabeça em seus lábios enquanto ela se encostava para trás para apressar as coisas. E me dizendo "anda logo que não aguento" "não temos muito tempo" "mete, mete, mete...".
Entre tantos atritos e vai-e-vens. E como se fosse uma faca quente na manteiga. Começo a penetrá-la, estava no céu, sentia o calor da buceta envolvendo meu pênis, comecei com um ritmo suave e profundo. Mas com a adrenalina do momento, foi difícil manter. Cada investida era acompanhada por um movimento compassado dela, complementando a penetração. Éramos a sincronia amorosa perfeita. Entra, sai... Entra, sai.
Eu a tinha... agarrando os peitos enquanto enfiava e enfiava fundo... Ela só ofegava e controlava os gemidos. Virava a cabeça para trás e pedia mais força, mais rapidez, que eu a partisse ao meio. Não sei quanto tempo foi, mas de repente sinto o corpo dela se tensionar e as pernas fraquejarem, quase no mesmo instante em que meu pau começou a contrair para gozar. Ela pressionou a buceta ainda mais para trás, para ficar o mais fundo possível... E eu jorrei, senti como se liberasse litros dentro dela. O interior dela parecia ferver enquanto recebia minha descarga de porra.
Ficamos parados. Eu ainda enfiado no mais profundo dela e apertando firme os peitos. Como se checasse que tudo continuava igual a antes de nos perdermos na paixão. Nos separamos, eu guardei meu pau já mole e ela pegou a calcinha, se limpou com um lenço, me olhou e nos beijamos longamente, abraçados.
- Filho, isso a gente precisa manter em segredo.
- Relaxa, mãe, não conto pra ninguém.
- É, porque se descobrirem...
- Não precisa explicar.
- Ok - ela disse séria, me encarando firme.
- Mas a gente vai repetir, né?
- Hahaha - ela riu - que gostoso - exclamou, saindo da cozinha e indo ao banheiro.
Meu pai continuava dormindo, nunca soube.
Não houve mais investidas naquele dia, nem terminei de ver o filme. Depois de foder minha mãe na cozinha, relaxei e fui pro meu quarto. Tinha uma doce sensação de vitória e um sorrisão no rosto. Deitei umas horas depois.
Por volta das 2 da manhã, acordei de repente ao sentir a porta do quarto abrir e fechar. Estava escuro e acendi a luz do abajur. Foi quando a vi, Paula, minha mãe, minha deliciosa mãe. Parada aos pés da minha cama, com uma camisola branca que chegava pouco abaixo do quadril, bem fininha, meio transparente e de alcinhas. Seus peitões e mamilos durinhos marcavam. Dava pra ver a calcinha branca por baixo. Ela me diz:
- Não me... você foi ajudar na cozinha depois à tarde.
- Ah, é que eu tinha umas coisas pra fazer no PC - respondi, entrando na brincadeira.
- E o que pode ser mais importante do que ajudar a mamãe? - Ela disse isso, soltando os alargadores. Deixou a roupa cair, revelando suas curvas aos poucos enquanto fazia isso.
Eu nunca tinha visto seus peitos em sua plenitude, lindos, grandes, com uma queda perfeita, não empinados como de uma vinteañera, mas ainda apontando pra frente. Mais pontudos, com auréolas grandes, rosadas e lisas de uns 5 ou 6 cm de diâmetro, coroadas por mamilos duríssimos. "Que imagem mais linda". Diante daquele espetáculo, sentei na cama; costumava dormir só com o short do pijama. Então resolvi tirá-lo e abrir a cama. Meu pau já estava apontando pro teto.
- Parece que meu garoto está pronto pra ajudar a mamãe, pelo que faltou fazer à tarde - ela disse enquanto se aproximava de mim de quatro, me encarando fixamente nos olhos e sorrindo de modo sugestivo.
Chegando perto de mim, me beijou nos lábios, eu retribuí o beijo, enquanto começava a tocá-la pelos lados, percorrendo seus peitos e bunda. Ela começou a beijar meu queixo, pescoço, peito, abdômen, até chegar no meu pau, enfiando na boca sem usar as mãos, nem precisava, estava duro como ferro.
Ela subia e descia numa mamada perfeita, pressionando na medida certa com os lábios e brincando com a língua.
Eu só me deixava levar, segurando seu cabelo com a mão direita e curtindo a vista do meu pau entrando na boca dela. Depois de um tempo, ela parou. Ficou de pé na cama, em cima de mim, de costas, e começou a descer a calcinha sem dobrar as pernas. Me ofereceu uma vista perfeita da sua boceta. Aproveitei o momento para passar minhas mãos pelas suas pernas macias.
Já sem calcinha, ela se virou e sentou em cima de mim, me dando acesso livre aos seus peitos. Fiquei louco chupando, apertando, mordiscando seus mamilos com meus lábios. Uma mão em cada peito e Alternando elas com minha boca. Era o melhor presente que ela poderia ter me dado, uma iguaria dos deuses, o sabor da pele dela era delicioso.
Enquanto eu curtia os peitos dela, ela encaixava a buceta na minha, com movimentos intensos esfregava meu pau na sua abertura. Sem penetrar de primeira. Eu sentia os líquidos dela molhando meu membro a cada investida. Até que, num momento, um movimento preciso alinhou a cabeça do meu pau na entrada e eu penetrei ela de uma vez só e completamente. Não sei se meu pau está na média ou não, mas naquela hora a sensação era que eu tinha a empalado. Estava no mais fundo dela, voltar a sentir aquela boceta quente e a ponta do meu pau roçar o mais profundo dela me mandou direto pro céu. Ela começou com movimentos rápidos e longos, estava possuída. Não como a esfregadinha com meu pai algumas semanas atrás, ela estava uma puta incontrolável, subia e descia, era uma verdadeira máquina de sexo. A cada movimento eu saía e entrava na extensão toda. "Isso, continua, continua" "Esse é meu garoto quente igual a mãe dele" "Adoro você me enfiando, enfia, enfia" "Até o fundo, que bata" "Vai, me aperta, me chupa" ela dizia num tom moderado, mas com voz quente. As tetas dela pulavam conforme ela se movia, pareciam ter vida própria, batiam no meu peito, pescoço e rosto. Eu estava fascinado, curtindo um espetáculo daqueles.
Eu acompanhava os movimentos dela levantando a pelve cada vez que ela descia e segurando ela pelos ombros, puxando pra mim. Minha boca fazia uma grande festa lambendo e chupando aqueles mamilos enormes e macios. Além do mais, ela os posicionava e mantinha na altura do meu rosto pra eu me deliciar.
Ela soltava gemidos suaves, sempre controlando o volume. E eu tentava não gozar tão cedo pra prolongar o momento de prazer o máximo possível.
Depois de um tempo de tanta intensidade, ela mudou o ritmo pra penetrações profundas e com muita força, eu sentia a vagina dela apertando forte meu pau, enquanto ele batia no mais fundo da buceta dela.
Ela Ela começou a tensionar o corpo, assim como eu. Fortemente abraçados, gozamos juntos. Eu sentia o sêmen jorrando dentro dela e ela respondia com espasmos nas paredes da sua buceta. Foi tão intenso que fiquei com as pernas tremendo e arrepiado. Ela ainda se manteve abraçada a mim, sem fazer nenhum gesto por um bom tempo. Sentia seu corpo suado e quente me envolvendo com braços e pernas; seus seios lindos se apertavam contra meu pecho. Nossas respirações ofegantes estavam coordenadas. Era aquele momento, o melhor lugar do mundo para estar.
Nos beijamos longamente de novo e nos deitamos, comigo abraçando-a por trás. Eu a acariciava enquanto a mantinha abraçada. Não falamos nada, apenas adormecemos.
Continua...
Meu pai tinha 52 anos, reservado e trabalhador. Trabalhava tranquilo na administração de uma empresa multinacional. Minha mãe, 45, dona de casa, carinhosa e preocupada com a família (meu pai e eu), era uma mulher com um físico muito bonito, com curvas bem definidas, fanática pela sua bicicleta ergométrica.
Paula, seu nome, tem cerca de 1,65m, pele branca, olhos castanhos, cabelo mantido castanho até os ombros, algumas sardas nas bochechas, nariz pequeno mas um pouco angular, gosta de pegar um pouco de sol, por isso sempre tem algum tom na pele. O que mais chama a atenção são suas proporções; tem uns peitões grandes, gostosos e macios, o tamanho do sutiã dela eu só fui descobrir depois de um tempo quando revirei as roupas jogadas no tapete, 34DD. Já um pouco caídos, é normal para a idade dela, mas que importa. Uma barriguinha, uma cintura. E sua bunda, que bunda boa, como fanática da bicicleta ergométrica, costuma usá-la de 30 a 40 minutos por dia, se mantém bem. Não era uma Miss Reef, mas era daquele tipo de bunda larga de mulher madura que dá vontade de agarrar com força e montar. Suas pernas definidas combinam. Ficam muito bem nela calças justas, às vezes usa salto, forma aquele espaço triangular abaixo da virilha... Que vontade de enfiar a mão nesse triângulo.
Morávamos em um apartamento central na cidade de Concepción no Chile. Confortável com uma boa sala de estar. Lugar onde tínhamos a televisão, uma só televisão, então era costume nós três nos sentarmos para ver filmes, programas, notícias ou qualquer coisa. Geralmente no final do dia ou nos fins de semana.
Sempre me chamou a atenção o físico da minha mãe, seus peitos e bunda bons, marcavam muito bem nas roupas que ela usava para andar em casa, camisetas e vestidos decotados ou de alcinha, algumas leggings ou jeans apertados, sempre foi uma paqueradora. Mas nunca passou pela minha cabeça... ter algo com ela. Eu só a via como uma mulher muito atraente e como minha mãe. Quando levava amigos para casa, mesmo que nunca tenham comentado nada, peguei vários deles com os olhos grudados na bunda dela.
Desde a minha revolução hormonal, há anos, eu sempre tentava esfregar nela. Com o tempo, me acostumei, ou nós nos acostumamos. Eu a abraçava e roçava os seios dela com o dorso das minhas mãos, ou tentava tocar na bunda dela "sem querer", etc. Era meu pequeno segredo, uma perversãozinha escondida.
Apesar disso, nunca passou de um "joguinhos escuros" da minha parte. Que eu assumia como normal e não questionava. Sou um tarado do caralho, vejo pornô direto, leio contos eróticos, adoro olhar as mulheres na rua, reparar nos detalhes, como as partes delas marcam na roupa, como se mexem quando andam, etc.
Uma tarde mudou completamente a forma como eu via minha mãe. Tínhamos o hábito de ver filmes aos sábados à tarde, nós três na sala, meus pais sentados juntos no sofá e eu na poltrona. Também fazia parte desse hábito parar no meio do filme e preparar uns lanches, coisas que a gente comprava no supermercado justamente pra isso. Naquele dia, o filme estava legal, mas deu fome, então paramos, e minha mãe, com seu bumbum e andar hipnótico (ela estava de jeans super justo), foi até a cozinha pegar uns salgadinhos. Sem pensar em nada em especial, lembrei de uns biscoitos com gotas de chocolate, eram meus favoritos, então fui pra cozinha também.
A cozinha era estreita, um grande defeito dos apartamentos de hoje. E além disso, os móveis eram grandes, o que a deixava ainda mais apertada pra circular. Um detalhe que nunca tinha importado até agora. Os biscoitos estavam no armário suspenso que ficava em cima do lugar onde minha mãe preparava as coisas.
Como sou um pouco mais alto, fiquei atrás dela e, ao me esticar, encostei meu pau nas nádegas dela, como parte do meu jogo perverso, aproveitando a... Foi tipo um arranhão de tinta, já tinha feito isso antes, mas dessa vez foi diferente porque perdi um pouco o equilíbrio e me apoiei mais do que devia. Senti um calafrio percorrer meu corpo. Foi só uma fração de segundos, que me pareceu uma eternidade. Meu pau reagiu na hora. Falei "desculpa", peguei os biscoitos e vazei rápido pra me sentar antes que ela se virasse.
Com minha semi ereção sentado no lugar e o filme já de volta, não conseguia me concentrar, tentava entrar na história, mas só pensava no corpo da Paula. Comecei a notar seus traços, suas curvas. Como a blusa larga que ela usava insinuava os peitos, que parzinho bom dava pra ver. Sentada de lado, apoiando a cabeça no ombro do meu pai, eu tinha vista completa daquele rabão gostoso.
Minha mãe agiu normal, não percebeu nada, ou se percebeu, não deu importância.
Quando o filme acabou, arrumamos as coisas, já era tarde e meu pai foi pro quarto. Ajudando na arrumação, peguei algumas coisas e levei pra cozinha. Ela estava lavando a louça, minha intenção era deixar perto pra ela lavar, mas o problema é que da entrada até onde tinha que deixar, precisava passar por trás dela.
E foi o que fiz, devagar passei com as mãos ocupadas no alto, por trás dela, totalmente fora de qualquer racionalidade, bem colado, sentindo no meu pacote o contato com a bunda direita dela, não sei quanto tempo levei pra chegar na sua fenda, mas aproveitei demais aquele instante. Quando cheguei no meio senti meu volume, já totalmente duro nessa altura, se encaixar na sua racha. Com a desculpa de deixar as coisas na pia perto dela, encosto um pouco nela e falo: "deixo aqui e volto pra pegar o resto na sala". Ela me olhou estranhada e meio desconfortável. Disse: "sim, anda logo pra deixar tudo limpo antes de eu ir me deitar".
Comecei a fazer o movimento inverso, na mesma velocidade. Saí de lá, peguei os copos que faltavam na sala e levei pra cozinha. E comecei a mesma manobro, mas antes (como já estava com meu pau a mil, ajustei ele para ficar virado pra cima, não pro lado, pra deixar a esfregadinha mais confortável). Começo a roçar a bunda dela, não sei se mais rápido ou devagar que da outra vez, mas estava curtindo aquele momento ao máximo. Chego no meio, empurro com minha pélvis pra largar os copos, extasiado quando sinto ela empinar a bunda. Fiquei petrificado. Ela estava jogando a bunda pra trás, contra meu pau que estava prestes a explodir. Passaram uns segundos e ela mexeu os quadris, pra cima e pra baixo, repetidamente. Tateando meu pau e apertando ele com os glúteos.
Ainda com os copos na mão, estava quase gozando. Deixo os copos na pia e seguro os quadris dela com minhas mãos. Ela, sem dizer nada, virou a cabeça, me olhou nos olhos e disse:
- "É só isso?... Tem mais alguma coisa na sala ou na cozinha?". Com um sorriso safado nos lábios.
- Sim, gata – respondi – não tem mais nada.
- Ok. – não disse mais nada.
Ela se virou, apoiou as mãos nas laterais da pia e empinou ainda mais a bunda, deslizou meu pênis por toda a fenda. Com os mesmos movimentos lentos e contínuos. A estimulação que eu estava sentindo era a coisa mais gostosa que eu já tinha vivido até aquele momento. Por causa do atrito constante, apareceu uma pequena mancha de líquido pré-gozo na minha calça; não queríamos parar; agarrei firme os quadris dela e continuei esfregando meu pau na sua fenda, aumentando um pouco a força. Era óbvio o que eu estava fazendo e ela deixava, da maneira mais deliciosa possível. Curtia cada centímetro, e através das roupas, sentia o calor da sua buceta esquentando meu falo. Devemos ter ficado uns 2 minutos naquela esfregada intensa... Pra cima... E pra baixo.
Era um moletom, e minha glande apareceu por cima do elástico. Vi aquilo e entrei em pânico, foi como um choque de realidade. Saí rápido pro banheiro, fechei a porta, na frente da pia soltei meu pau e comecei uma masturbação frenética. Lembrava do mar de sensações que senti na cozinha; flashes de memórias da minha mãe, como ela ficava sentada no sofá, como estava de biquíni na última vez que fomos à praia, a sensação dos peitos dela apertando contra meu peito quando me abraçava, as vezes que a abracei e esfreguei, etc. Jorrei borbotões de porra na pia. Não lembro de ter gozado tanto em uma punheta como naquela vez.
Ao sair do banheiro, minha mãe já não estava na cozinha, tinha ido para o quarto com meu pai. Uma sensação de alívio me invadiu, fui para meu quarto, liguei meu notebook e deitei, comecei a buscar informações sobre incesto, busquei relatos de mães com filhos, e acabei vendo vídeos de mulheres milf com caras jovens transando. Buscava peitudas, de preferência naturais. Fiz outra punheta e dormi.
Não tinha ideia de como era a vida sexual dos meus pais, não era um assunto que me interessasse até aquele momento. Suponho que era normal para um casal com as características deles.
Naquela noite, como nunca, acordei às 4h da manhã e ouvi barulhos, gemidos, vinham do quarto dos meus pais, gemidos femininos, fortes e exagerados. Era minha mãe, inquieto me levantei e saí no corredor. A porta dos meus pais estava entreaberta, suponho que de propósito. Não lembro que isso tivesse acontecido antes. Me perguntei "será que mamãe está brincando comigo?".
Me aproximei da porta e a vi, nua, só sua silhueta tênue iluminada pela pouca luz da lua filtrada pelas persianas. Ela estava por cima do meu pai, dava para ver de lado, estava de frente para ele apoiada com as mãos no peito dele.
Meu pau estava duro em todo seu esplendor. Assomando pela abertura frontal do meu pijama. Com o show que estava presenciando nem precisava tocar nele, já estava sentindo as contrações de uma gozada iminente no meu pau. Nunca tinha visto algo tão gostoso.
Ela alternava movimentos; para cima, para baixo, para frente e para trás, uma e outra vez, num ritmo suave e... continuo. Os peitos dela a acompanhavam, adoro seus peitos grandes e naturais, com uma balançada suave. Eles se juntavam e se separavam. Eu estava imerso, já com minha mão percorrendo meu pau sem pensar em mais nada.
Meu pai, o sortudo. Desfrutava do corpo dela, a percorria com as mãos, pegava seus seios, os apalpava, beijava, chupava e mordia. O ciúme me invadiu naquele momento, que vontade de estar no lugar dele aproveitando aquela carne ardente e macia.
Ela gemia e ofegava, dizendo coisas como "simm" "eu adoro" "fundo" "mete tudo" "você me deixa tão quente, simmm... que gostoso". Ela se aproximava, o beijava, depois jogava a cabeça para trás. Tinha o cabelo solto.
Eu estava me masturbando na porta de maneira febril, não perdia nenhum detalhe da figura da minha progenitora deliciosa se contorcendo sobre meu pai. De repente, gozei e consegui colocar minha mão para segurar a porra, não saiu tanto por causa das punhetas que eu tinha batido umas horas antes. Mas o orgasmo foi intenso.
Ela continuou até gemer longamente, tensionou o corpo e se deixou cair sobre meu pai, deixando apenas a visão daquele rabão enorme.
Ainda em uma espécie de transe, andando como zumbi. Me retirei para meu quarto para tentar dormir.
No outro dia, era domingo, acordei com uma vergonha terrível, além do sentimento de culpa, não sabia o que fazer nem pensar. Saí para correr bem cedo, antes que meus pais acordassem, fiquei dando voltas em um parque próximo até que me enchi de coragem para voltar para casa.
Era dezembro, já faz calor em dezembro nessa cidade. Por isso mesmo, ao chegar em casa vi minha mãe na cozinha com um short bem curto e uma regata branca (o calor era a desculpa), a julgar pelos mamilos marcados, ela não estava usando sutiã. Que peitos. Enormes e caídos, pareciam deliciosos. Foi a primeira coisa que olhei ao vê-la, não conseguia tirar os olhos dos peitos dela.
Estava imerso neles quando a ouço:
- Ei! Aqui em cima... Já tomou café da manhã?
- Não - respondi - agora quero comer alguma coisa.
- Ok, tem pão e queijo na geladeira. Disse, virando as costas para continuar no que estava fazendo.
Olhando pra sua bunda, eu disse "vou tomar um banho e comer algo".
O dia transcorreu com normalidade, apenas alguns cruzamentos de olhares e sorrisos insinuantes, nada mais.
Meus pais saíram para almoçar fora, eu, por minha parte, saí com uns amigos pra dar uma volta. Olhávamos mulheres na rua, dávamos notas e ríamos. Apesar de tudo, não conseguia tirar as imagens da minha mãe da cabeça. Naquele domingo cheguei tarde em casa, evitando no fundo algum encontro mais próximo. A verdade é que eu queria meter a mão na Paula, minha mãe, mas outra parte de mim se recusava a aceitar isso. Nesse conflito interno, fiquei me remoendo a semana toda, e assim foi que transcorreu com total normalidade (ou pelo menos parecia), o comportamento dela era normal, como sempre foi. Às vezes tentava me aproximar buscando algum contato, no corredor ou na cozinha, mas ela me evitava. Ainda assim, as coisas ficaram tranquilas, descansar na normalidade é bom, depois de tanta intensidade.
As coisas voltaram a esquentar no sábado seguinte. Como já tinha dito, era uma época quente, minha mãe andava com um vestido solto, confortável, que chegava na metade da coxa. Era de uma cor branquinha de tecido fino. Tinha um grande decote, destacando seus melões, brancos e macios. Eles apareciam porque ela usava aqueles sutiãs de meia taça que levantam. Estava claro que a intenção dela era se exibir.
Naquele dia ela estava indiferente em atitude, embora estivesse mostrando seus atributos. Eu me perdia nos pequenos instantes quando podia ver seu decote ou suas lindas pernas quando ela se sentava. No almoço, ela trouxe os pratos pra mesa, passando nossos almoços e se inclinando, me oferecendo uma vista linda das suas tetas desabrochadas lutando pra se libertarem da prisão. Só de pensar nisso sentia borboletas no estômago, arrepios e uma coceirinha nos testículos.
Almoçamos falando sobre trivialidades, assuntos de contingência local, das minhas provas finais do ano, etc. Era difícil manter uma conversa coerente naquele momento. Eu só conseguia prestar atenção no decote da minha mãe. Ela estava sentada na minha frente, então eu tinha uma vista perfeita de como os peitos dela se mexiam toda vez que ela se ajustava na cadeira – deve ser uma cadeira muito desconfortável, porque ela fazia isso toda hora. Cada vez que ela se ajeitava, os seios faziam uns movimentinhos pequenos e chamativos. "Que peitos!", eu pensava. Meu maior esforço naquela hora era olhar pra ela sem que meu pai percebesse onde meus olhos estavam de verdade. A televisão ajudava um pouco, o noticiário prendia a atenção dele e me dava um tempinho de puro prazer admirando aquelas peitolas deliciosas.
Assim que o almoço acabou, meu pai sentou no sofá e focou na TV. Ele sempre tinha o costume de sentar no sofá depois do almoço. Era o lugar onde ele aguentava uns dois minutos antes de cair no sono – a soneca pós-almoço dele.
Minha mãe começou a tirar os pratos e, sem pensar, eu ajudei. "Essa é a minha chance", pensei. A cena do sábado passado se repetiu: ela na pia e eu esfregando a minha bunda na dela. Naquele dia, eu estava usando um shorts bem fino. Já não estava me segurando, comecei a me apoiar diretamente no bumbum dela, uma esfregada longa por vez. Eu sentia como pressionava as nádegas dela com a minha pelve.
Na última vez, larguei os pratos e fiquei me esfregando, um movimento que ela correspondia de um jeito suave e contínuo. Pra cima e pra baixo, arrastando a rachadinha dela no meu pau. Fiquei mais confiante e a segurei com as duas mãos pelos quadris. Continuei me esfregando, mas agora puxando ela com força na minha direção. A gente tentava não fazer barulho nem dizer nada, só dava pra ouvir a água da torneira caindo, até que escutamos uns roncos da sala – meu pai tinha caído no sono. Ela não disse nada, só me olhou e, sorrindo, falou:
- Seu pai tem um sono tão pesado – com um sorriso safado.
Ela virou de novo pra pia e levantou ainda mais a bunda, e eu reagi abaixando minhas... Minhas mãos desceram por suas coxas até a borda do vestido. Depois, comecei a subir, deslizando pela sua pele macia, suada e quente. Levantei até um pouco acima da sua bunda. O espetáculo era de sonho. Ela usava uma calcinha minúscula.
Eu tirei meu pau do shorts e comecei a pressionar com a cabeça na sua entrada, limitado apenas pelo tecido da calcinha. Aos poucos, comecei a subir minhas mãos por baixo do vestido. Sentir sua pele macia enquanto a percorria, tocando devagar sua barriguinha, que mesmo tendo um pouco, seu corpo suave era maravilhoso ao toque. Minhas mãos continuaram percorrendo seu abdômen enquanto mantínhamos um ritmo lento, intenso e contínuo no nosso amasso.
Quando cheguei nos seus peitos, me deparei com o sutiã. Passei por cima, sentindo seu tecido grosso e bordado – não era o que eu queria. Então, busquei o espaço no centro dos seios, enfiei meus dedos por baixo, puxei pra frente com força (até me pareceu ouvir o estalo das costuras da peça) e os levantei por cima das suas mamas.
A sensação de sentir cair nas minhas mãos aquelas lindas, macias e quentes massas de carne foi um clímax em si mesmo. Apertei com minhas mãos, senti seus mamilos duros entre meus dedos. Massageei como quis, até chegar um momento em que só as agarrei forte enquanto continuava com minhas batidinhas na sua buceta por cima da calcinha, agora com mais força e frequência. Estávamos nisso quando senti que já não aguentava mais e, sem me importar com nada, gozei nela acompanhado de um grande orgasmo. Ela, ao me sentir, soltou um gemido suave e prolongado, colando seu corpo no meu.
Depois de tudo o que vivemos, e de ficar alguns segundos parado assimilando o que tinha acontecido, ela endireitou a postura, abaixou o vestido e se virou. Olhando nos meus olhos e com um sorriso terno, me deu um beijinho na boca e disse: "Põe água pra ferver e pergunta pro seu pai se ele quer um café".
Guardei minha pica, liguei a chaleira e fui pra sala. Meu pai quis café.
Não comentamos. nada, tudo estava normal. De certa forma, era o melhor: um acordo de silêncio tácito. Sem comentar, não podíamos questionar o que havia acontecido, pelo menos naquele momento.
Depois disso, fui para o meu quarto. Uma sensação de relaxamento me invadiu, me senti o cara mais sortudo do mundo. E mesmo sem tê-la penetrado, aquela tinha sido a experiência sexual mais intensa e prazerosa da minha vida até então. Fui dormir um cochilo com um grande sorriso nos lábios.
Fiquei no PC a tarde toda. Até a hora do filme de costume, escolhi um longo, umas 2h30 mais ou menos. Um que eu já tinha visto, mas meus pais não. Um filme que em alguns momentos era lento, e imaginei que meu pai poderia acabar dormindo em algum momento — ou melhor, esperava que ele dormisse.
Por volta das 20h, nos acomodamos para ver o filme. Dessa vez os três no sofá, minha mãe no meio. Eu não ia perder a oportunidade de ter a anatomia dela perto da minha. Depois de um tempo, ela apoiou a cabeça no ombro do meu pai, deixando a bunda colada no meu lado esquerdo. Ela estava com o mesmo vestido. Eu estava nervosíssimo com aquele rabo quente perto de mim. Tomei coragem e comecei a tocá-la com a mão direita. Comecei pelo glúteo, só coloquei a mão — ela não reagiu. Continuei descendo pela coxa e depois subindo. Depois de alguns minutos, sem nenhum gesto da parte dela, comecei a apertar a nádega e a perna, enfiando os dedos na fenda. Continuei com o que estava fazendo e meti a mão por baixo do vestido.
Nesse momento, minha mãe se virou e eu tirei a mão rapidamente. Ela disse:
— Querido — raramente ela me chamava assim — traz o cobertor para me cobrir um pouco, estou com frio.
— Sim, mãe — respondi, indo buscar um cobertor rapidamente. Coloquei sobre as pernas dela enquanto ela se acomodava novamente na posição em que estava.
Aproveitando a situação, também cobri minhas pernas com o cobertor. Com essa manobra, ganhamos certa segurança contra um possível movimento do meu pai.
Já cobertos, retomei os… necessidades incestuosas. Com a aprovação da minha mãe, voltei a tocar nela com confiança. O contato da minha mão com a pele dela fez com que ela levantasse um pouco mais a bunda, para facilitar meu trabalho. Vou percorrendo-a lentamente, aproveitando cada centímetro, e ao me aproximar da sua buceta, percebo que não há mais tecidos cobrindo-a. Ela estava sem calcinha (claro, a que ela usava há pouco deve estar cheia de porra). Naquele momento, o mundo parou para mim. Começo a percorrer seus lábios vaginais suavemente, e à medida que fazia isso, ela me mostrava mais e mais sua racha. Outro atributo da minha mãe é que ela é mais lisinha, tinha alguns pelos, mas nada que realmente incomodasse. E tudo isso enquanto meu pai estava absorto no filme, sem dúvida algo que temperava ainda mais a situação.
Sentia sua umidade nos meus dedos e aos poucos fui os introduzindo. Era um percurso suave, várias vezes tirei meus dedos para molhá-los com minha saliva e continuar, momento que aproveitava para sentir seu cheiro de mulher. Até que deixou de ser necessário, seus líquidos já haviam encharcado sua vagina, tinha três dedos na sua buceta, dois para abrir caminho e o do meio para brincar com seu clitóris. Movia-o de um lado para o outro, apertava e rodeava. Ela começou a se mexer levemente, separou um pouco as pernas e balançou os quadris de maneira bem suave para não chamar a atenção do papai. Eu estava totalmente concentrado no meu trabalho incestuoso quando, do nada, ela moveu a mão direita em minha direção.
Começou a tocar meu pacote por cima da calça, percorrendo-o lentamente, começou a apertá-lo, tudo com movimentos suaves. Quando chegou ao zíper, o abaixou, depois moveu a cueca e libertou meu pau, que a essa altura estava duro como ferro. Começou com uma lenta sobe e desce, sabia como fazer, era uma experiente, apertava e soltava nos momentos certos. Os movimentos de ambos começaram a ficar mais profundos. Ficamos assim por pelo menos uns 5 minutos.
Que punheta maravilhosa ela estava me dando. O que a Paula, minha linda mãe, estava fazendo. Ela estava como no céu, absolutamente desligada do mundo.
De repente, os roncos do meu pai ficaram audíveis. Nós nos olhamos e rimos, como se estivéssemos nos autorizando a aumentar a intensidade e a confiança.
Naquele momento, eu estava com meu polegar estimulando seu clitóris e meu dedo médio dentro de sua cavidade, roçando suas paredes. Ela aguentou apenas alguns segundos até gozar, fechou e tensionou as pernas, além de jogar a cabeça para trás. Conteve o gemido. E ficou imóvel por alguns segundos. Ela estava com meu pau bem agarrado, apertado. Até que, em um momento, ela retomou seu trabalho, meu membro já estava se contraindo para uma ejaculação iminente que certamente seria potente.
Ela, de maneira sorrateira como uma ninja, se virou, se abaixou e colocou meu pau em sua boca. O pênis de seu filho, que já era um homem. A chupada foi curta, não consegui me segurar diante de tal sensação de prazer. Gozei na sua boca, várias vezes, sentia o sêmen saindo e saindo do meu aparelho, e ela guardava tudo na boca. Eu estava em um transe completo. Com os olhos fechados e minha cabeça apoiada no encosto do sofá. E ao longe, ainda se ouviam os roncos de seu marido.
Ela engoliu tudo, soltou meu pau apenas molhado com sua saliva e o guardou na minha roupa. Eu estava imóvel, ainda me recuperando.
Depois disso, ela se levantou, limpou o canto dos lábios que ainda tinha restos de porra, me olhou nos olhos com uma expressão de satisfação, olhos bem abertos e um largo sorriso, e disse: "Temos que cuidar do sofá, custa muito para limpar. Vou à cozinha pegar algo para comer".
Depois disso, retomamos o filme, comendo alguns lanches. Eu estava muito relaxado e não sei em que momento adormeci. Quando acordei, algumas horas haviam se passado, não havia mais ninguém na sala. Fui à cozinha beber um pouco de água e também não havia ninguém. Dirigi-me ao meu quarto e, no corredor, vi a porta dos meus pais fechada. Aproximei-me de curioso pra saber se ela ouvia alguma coisa, mas nada. Tranquei-me no meu quarto e liguei o PC por um tempo.
Ainda estava remoendo o que tinha vivido, várias questões vinham à minha cabeça, principalmente morais. Mas a verdade é que, se comparava aquilo com tudo que tinha curtido, nada mais importava... Eu queria continuar experimentando nesse jogo sexual que tinha começado com minha mãe.
No dia seguinte, tudo voltou ao normal, como se nada tivesse acontecido. Exceto por um detalhe: minha mãe estava de ótimo humor. Brincava com meu pai e comigo, cantava enquanto andava pela casa, parecia alegre. Só que ela tirou as roupas mais conservadoras, uma blusa bem larga e calças folgadas, apesar do calor. Talvez a sensação de ter experimentado algo novo e curtido tenha causado tudo isso.
Eu, por minha parte, estava super relaxado, acordei tarde, almocei e fui estudar. Tinha minhas últimas provas naquela semana.
E assim a semana passou de novo, tudo normal em casa, minha mãe com suas rotinas e afazeres. Sempre evitando qualquer contato além do que é normal entre uma mãe e seu filho. Não deu abertura pra pegações nem investidas.
Já tinha entendido que o dia de brincar era o sábado, então, conforme os dias passavam, ficava mais ansioso esperando aquele momento. A semana passou, fui bem nas minhas coisas, ou pelo menos acho que sim. Na sexta-feira, saí com amigos pra beber, cheguei de madrugada e bêbado.
No sábado de manhã, acordei com uma baita ressaca. Daquelas épicas que parecem rachar seu crânio. Levantei pra beber água lá pelas 9h com uma sede daquelas. Desidratado ao máximo.
Cheguei na cozinha e lá estava ela, minha mãe, com seu camisola transparente, dava pra ver suas formas através dela. Que curvas!
A ressaca ficou em segundo plano e meu pau reagiu na hora. Me aproximei por trás e cumprimentei, dei um beijo no pescoço dela e a abracei por trás pela cintura. Obviamente colocando meu membro entre suas nádegas, que delícia era sentir a anatomia dela colada em mim. a minha, e o calor do seu corpo. Sussurro no seu ouvido: - Oi mamãe, como amanheceu? - enquanto deslizo minhas mãos por baixo da roupa dela, tocando seu abdômen, devagar mas com a clara intenção de pegar nos seus peitos. - Um pouco preocupada. Você chegou muito tarde e bêbado ontem à noite. - Ela tentava usar um tom sério, mas ao mesmo tempo encostava ainda mais a bunda na minha pica e se deixava tocar. - Nadaaa - exclamei - foram só umas cervejas com os amigos, nada demais. Comecei a apalpar seus seios, seus seios macios e grandes. Eram pesados e eu sentia como se escorregassem das minhas mãos, como se escapassem entre meus dedos. Seus mamilos estavam duríssimos, tinham mais ou menos 1 a 1,5 cm. Eu estava super entretido, curtindo o esfrega-esfrega quente daquele corpo lindo, enquanto ela esfregava a xota no meu pau. Quando do nada ela para, tira minhas mãos e se vira. Me olhou seriamente nos olhos, com os braços cruzados, dizendo: - Precisamos conversar. - É, você tem razão - falei, assumindo a gravidade da situação. Todo mundo sabe que quando uma mulher diz "precisamos conversar" é porque a coisa tá séria. Recuei um pouco, até onde dava, lembrando que o corredor da cozinha é estreito. E ainda com a barraca armada no meu pijama apontando pra ela. - Precisamos colocar limites nisso, não dá pra ficarmos fazendo essas coisas, não condiz com uma relação de mãe e filho. Eu reconheço que tem sido estimulante, que às vezes eu tenho que me segurar pra não fazer coisas. Mas tá errado. Além do mais, não podemos fazer isso com seu pai. - Mãe, o que acontece é que... - Eu sempre deixava você me tocar disfarçado toda vez que se aproximava. - Ela me interrompeu - Entendia como algo hormonal, coisa de adolescente tarado. Mas isso já passou de todos os limites. - Tudo isso com um tom categórico e volume moderado, a ideia era não acordar o marido dela. - Entendo o que você tá dizendo, tudo é confuso pra mim também, mas a verdade é que não consigo me controlar quando te vejo. Devem ser meus Hormônios, coisas da idade, sei lá. Mas eu te acho linda e gostosa demais. - Falei com um tom suave e cabisbaixo. Ela me ouviu atenta e com uma expressão de ternura no rosto.
De repente ouvimos passos no corredor, era meu pai vindo para a cozinha, então disfarçamos. Ela me repreendeu por chegar tarde e com álcool, e eu assumi a bronca como um filho submisso.
Ela terminou a bronca com um "depois a gente continua essa conversa" num tom autoritário. Estava claro qual seria o tópico daquela futura conversa.
Com a conversa e a aparição do meu pai, meus ânimos se acalmaram. Tomei um copo d'água e voltei a passar a ressaca na minha cama.
Dormi o dia todo, levantei lá pelas seis, nem almocei. Meus pais estavam em seus respectivos afazeres domésticos. Como se nada tivesse acontecido, comi as sobras do almoço e fiquei vendo televisão.
Como era de costume, nos preparamos para ver um filme, procuramos um no Netflix dessa vez. Os três no sofá.
Considerando o calor que fazia naquela época, minha mãe estava com mais um daqueles vestidos soltos de verão. Eu, por minha vez, com um short e uma camiseta.
Escolhemos uma comédia familiar, algo divertido. Embora meu conceito de diversão naquele momento fosse outro.
Eu olhava para minha mãe durante esse tempo, e pensava no que ela tinha me dito. Algo estava acontecendo comigo que, na verdade, não me importava muito com as questões dela, sabia que ela estava gostando desse novo panorama sexual que estávamos vivendo, tanto ou talvez mais do que eu.
Comentávamos o filme e ríamos de algumas coisas, principalmente eu e minha mãe. Meu pai, mais uma vez, cochilava. Ela apoiou a cabeça no ombro do papai. Já não por ternura ou comodidade, foi uma estratégia para limitar o campo de visão do meu pai enquanto "brincávamos".
Naquele momento, eu estava sentado de lado, encostado na sua bunda e com minha mão por baixo do vestido. Percorria suas pernas, seus quadris, seu abdômen, até chegar à sua buceta. Estava apalpando sua vagina pela frente, por cima da calcinha, peça já molhada pelos seus fluidos, estava claro o que estava acontecendo com a mamãe naquele momento.
Fiz um movimento rápido com meus dedos e os passei por baixo da calcinha dela, já em contato com sua buceta, me dediquei a explorá-la. Ela facilitava tudo abrindo um pouco as pernas.
De repente, ela pegou minha mão, tirou-a de onde estava. Pôs-se de pé, me olhou com o olhar mais tesudo que já vi e foi para a cozinha rebolando seu lindo rabo.
Os roncos do meu pai soavam ao fundo em seu máximo esplendor.
Dei alguns segundos de vantagem e segui para a cozinha. Só a situação em si já me deixava com o pau duro lutando contra a calça. Chego na cozinha e a vejo...
Linda, apoiada com as mãos em ambos os lados da pia (aquele lugar já começava a ter um significado especial para nós) com a bunda empinada e a calcinha no chão. Sem hesitar, me aproximei por trás e comecei a apalpá-la. Me sentia o cara mais sortudo, peguei-a pelos quadris, levantei o vestido, ela arrebitou o bumbum, e com a mão direita comecei a percorrer sua buceta, enquanto com a esquerda, por baixo do vestido, levantei o sutiã para libertar seus peitos. Estava nisso quando ela me olhou e ordenou:
— Mete logo, tá esperando o quê?
Sem pensar, desabotoei a calça, liberei o pau e comecei a busca pela entrada daquela caverna desejada. Comecei esfregando a cabeça em seus lábios enquanto ela se encostava para trás para apressar as coisas. E me dizendo "anda logo que não aguento" "não temos muito tempo" "mete, mete, mete...".
Entre tantos atritos e vai-e-vens. E como se fosse uma faca quente na manteiga. Começo a penetrá-la, estava no céu, sentia o calor da buceta envolvendo meu pênis, comecei com um ritmo suave e profundo. Mas com a adrenalina do momento, foi difícil manter. Cada investida era acompanhada por um movimento compassado dela, complementando a penetração. Éramos a sincronia amorosa perfeita. Entra, sai... Entra, sai.
Eu a tinha... agarrando os peitos enquanto enfiava e enfiava fundo... Ela só ofegava e controlava os gemidos. Virava a cabeça para trás e pedia mais força, mais rapidez, que eu a partisse ao meio. Não sei quanto tempo foi, mas de repente sinto o corpo dela se tensionar e as pernas fraquejarem, quase no mesmo instante em que meu pau começou a contrair para gozar. Ela pressionou a buceta ainda mais para trás, para ficar o mais fundo possível... E eu jorrei, senti como se liberasse litros dentro dela. O interior dela parecia ferver enquanto recebia minha descarga de porra.
Ficamos parados. Eu ainda enfiado no mais profundo dela e apertando firme os peitos. Como se checasse que tudo continuava igual a antes de nos perdermos na paixão. Nos separamos, eu guardei meu pau já mole e ela pegou a calcinha, se limpou com um lenço, me olhou e nos beijamos longamente, abraçados.
- Filho, isso a gente precisa manter em segredo.
- Relaxa, mãe, não conto pra ninguém.
- É, porque se descobrirem...
- Não precisa explicar.
- Ok - ela disse séria, me encarando firme.
- Mas a gente vai repetir, né?
- Hahaha - ela riu - que gostoso - exclamou, saindo da cozinha e indo ao banheiro.
Meu pai continuava dormindo, nunca soube.
Não houve mais investidas naquele dia, nem terminei de ver o filme. Depois de foder minha mãe na cozinha, relaxei e fui pro meu quarto. Tinha uma doce sensação de vitória e um sorrisão no rosto. Deitei umas horas depois.
Por volta das 2 da manhã, acordei de repente ao sentir a porta do quarto abrir e fechar. Estava escuro e acendi a luz do abajur. Foi quando a vi, Paula, minha mãe, minha deliciosa mãe. Parada aos pés da minha cama, com uma camisola branca que chegava pouco abaixo do quadril, bem fininha, meio transparente e de alcinhas. Seus peitões e mamilos durinhos marcavam. Dava pra ver a calcinha branca por baixo. Ela me diz:
- Não me... você foi ajudar na cozinha depois à tarde.
- Ah, é que eu tinha umas coisas pra fazer no PC - respondi, entrando na brincadeira.
- E o que pode ser mais importante do que ajudar a mamãe? - Ela disse isso, soltando os alargadores. Deixou a roupa cair, revelando suas curvas aos poucos enquanto fazia isso.
Eu nunca tinha visto seus peitos em sua plenitude, lindos, grandes, com uma queda perfeita, não empinados como de uma vinteañera, mas ainda apontando pra frente. Mais pontudos, com auréolas grandes, rosadas e lisas de uns 5 ou 6 cm de diâmetro, coroadas por mamilos duríssimos. "Que imagem mais linda". Diante daquele espetáculo, sentei na cama; costumava dormir só com o short do pijama. Então resolvi tirá-lo e abrir a cama. Meu pau já estava apontando pro teto.
- Parece que meu garoto está pronto pra ajudar a mamãe, pelo que faltou fazer à tarde - ela disse enquanto se aproximava de mim de quatro, me encarando fixamente nos olhos e sorrindo de modo sugestivo.
Chegando perto de mim, me beijou nos lábios, eu retribuí o beijo, enquanto começava a tocá-la pelos lados, percorrendo seus peitos e bunda. Ela começou a beijar meu queixo, pescoço, peito, abdômen, até chegar no meu pau, enfiando na boca sem usar as mãos, nem precisava, estava duro como ferro.
Ela subia e descia numa mamada perfeita, pressionando na medida certa com os lábios e brincando com a língua.
Eu só me deixava levar, segurando seu cabelo com a mão direita e curtindo a vista do meu pau entrando na boca dela. Depois de um tempo, ela parou. Ficou de pé na cama, em cima de mim, de costas, e começou a descer a calcinha sem dobrar as pernas. Me ofereceu uma vista perfeita da sua boceta. Aproveitei o momento para passar minhas mãos pelas suas pernas macias.
Já sem calcinha, ela se virou e sentou em cima de mim, me dando acesso livre aos seus peitos. Fiquei louco chupando, apertando, mordiscando seus mamilos com meus lábios. Uma mão em cada peito e Alternando elas com minha boca. Era o melhor presente que ela poderia ter me dado, uma iguaria dos deuses, o sabor da pele dela era delicioso.
Enquanto eu curtia os peitos dela, ela encaixava a buceta na minha, com movimentos intensos esfregava meu pau na sua abertura. Sem penetrar de primeira. Eu sentia os líquidos dela molhando meu membro a cada investida. Até que, num momento, um movimento preciso alinhou a cabeça do meu pau na entrada e eu penetrei ela de uma vez só e completamente. Não sei se meu pau está na média ou não, mas naquela hora a sensação era que eu tinha a empalado. Estava no mais fundo dela, voltar a sentir aquela boceta quente e a ponta do meu pau roçar o mais profundo dela me mandou direto pro céu. Ela começou com movimentos rápidos e longos, estava possuída. Não como a esfregadinha com meu pai algumas semanas atrás, ela estava uma puta incontrolável, subia e descia, era uma verdadeira máquina de sexo. A cada movimento eu saía e entrava na extensão toda. "Isso, continua, continua" "Esse é meu garoto quente igual a mãe dele" "Adoro você me enfiando, enfia, enfia" "Até o fundo, que bata" "Vai, me aperta, me chupa" ela dizia num tom moderado, mas com voz quente. As tetas dela pulavam conforme ela se movia, pareciam ter vida própria, batiam no meu peito, pescoço e rosto. Eu estava fascinado, curtindo um espetáculo daqueles.
Eu acompanhava os movimentos dela levantando a pelve cada vez que ela descia e segurando ela pelos ombros, puxando pra mim. Minha boca fazia uma grande festa lambendo e chupando aqueles mamilos enormes e macios. Além do mais, ela os posicionava e mantinha na altura do meu rosto pra eu me deliciar.
Ela soltava gemidos suaves, sempre controlando o volume. E eu tentava não gozar tão cedo pra prolongar o momento de prazer o máximo possível.
Depois de um tempo de tanta intensidade, ela mudou o ritmo pra penetrações profundas e com muita força, eu sentia a vagina dela apertando forte meu pau, enquanto ele batia no mais fundo da buceta dela.
Ela Ela começou a tensionar o corpo, assim como eu. Fortemente abraçados, gozamos juntos. Eu sentia o sêmen jorrando dentro dela e ela respondia com espasmos nas paredes da sua buceta. Foi tão intenso que fiquei com as pernas tremendo e arrepiado. Ela ainda se manteve abraçada a mim, sem fazer nenhum gesto por um bom tempo. Sentia seu corpo suado e quente me envolvendo com braços e pernas; seus seios lindos se apertavam contra meu pecho. Nossas respirações ofegantes estavam coordenadas. Era aquele momento, o melhor lugar do mundo para estar.
Nos beijamos longamente de novo e nos deitamos, comigo abraçando-a por trás. Eu a acariciava enquanto a mantinha abraçada. Não falamos nada, apenas adormecemos.
Continua...
5 comentários - Esfregando na mamãe na cozinha - AucanCachero