Sexta fanfiction de Harry Potter, com Hermione e Gina como protagonistas nesta parte.
Esclarecimento: Todos os personagens são maiores de 18 anos, e essa história não respeita nem o cânone dos livros e/ou filmes. Acontece numa versão alternativa.
Por último, deixo aqui umas imagens fake das protagonistas. Espero que os fãs da saga e os amantes casuais de histórias picantes achem atraente. Aproveitem! 😉










Quase sem querer, depois de várias semanas medíocres de conflitos e brigas, Hermione em pouco tempo adicionou ao seu currículo a primeira experiência totalmente lésbica e agora estava numa sala de aula abandonada, junto com a Gina, chupando os gêmeos Fred e George, testemunhando incesto entre a ruiva e o irmão dela.
A morena fazia um oral ajoelhada enquanto Fred segurava o cabelo volumoso dela para ver o pau se perder naqueles lábios tão cobiçados. Ela tinha dificuldade em manter a sanidade e se concentrar no pau do gêmeo na boca quando Gina, muito mais resoluta, fazia o mesmo com George, embora numa posição estática. A ruiva estava sentada, como uma boneca de porcelana, numa poltrona gasta de cor escarlate enquanto George, de pé, com uma perna sobre o encosto, movia o quadril para frente e para trás penetrando a boca dela com cadência, como se os lábios da irmã fossem uma mão deliciosa que o masturbava.
Tinha acontecido sem galanteio, sem sedução e nem mesmo beijos. Fred e George tinham ocupado seus lugares deixando uma caixa misteriosa de produtos para testar, um caderno e uma caneta sobre a mesa. Em poucos segundos, ingeriram dois produtos parecidos com feijõezinhos e os paus deles estavam para fora apontando para ela como espadas.
— Isso que vocês tomaram era para uma ereção rápida? — Perguntou Hermione, admirando pela primeira vez dois paus portentosos e de um orgulhoso pelo ruivo.
— De jeito nenhum, não precisamos disso, embora tenhamosCaramelos eretores perpétuoscaso um dia você encontre um pau preguiçoso. - Informou George.
- Acho que nunca vamos precisar disso - Disse Gina deixando cair sua túnica, e imitada pela amiga, revelando seus corpos quase nus, só com suas saias e camisas antigas, bem justas e amarradas na barriga. - Temos nossos próprios métodos para conseguir ereções permanentes…
Em menos tempo do que se leva para dizer incesto, aqueles paus já estavam entrando e saindo das bocas das garotas, excitadas com o jogo perverso que beirava a prostituição, com o sexo como ferramenta para um fim, com seus corpos usados como recipientes para aqueles irmãos oportunistas.
- Foca, amiga. Tô te achando distraída. - Disse Fred ao notar que Hermione olhava para a outra.parceiro(a)várias vezes.
- É que não me acostumo a ver eles assim. - Ela se desculpou, olhando pra Ginny, que segurava uma risada, imóvel, recebendo a pica na boca. - Não sei se é a imagem mais fofa que já vi ou se eu sou doente…
- Não tem nada de errado, Hermione, nem que fosse a primeira vez. - George contribuiu, sem parar nem por um segundo o vai e vem rítmico. - Olha isso como uma parceria comercial: a gente testa nossos produtos e ela consegue de graça, todo mundo ganha.
Hermione quase tinha esquecido que estavam testando novos sabores de cápsulas aromatizantes chamadasLeites de todos os saborese queria ver se os sabores estavam certos e não tinham efeitos colaterais. Por causa disso, a tarefa era tão simples quanto excitante: eles tinham que fazer sexo oral nos gêmeos até fazê-los gozar e verificar se o resultado era como receber um doce na boca, literalmente.
- Vocês podiam testar entre si, digo, em vez de apelar pra sua irmãzinha, seus tarados. - Esclareceu Hermione, que tinha passado pro modo manual, dando um descanso pros lábios dela.
- Cê tá louca? Somos irmãos!Eca!— És perverso. —Fred se repugnou com sarcasmo, provocando risadas na sua versão gêmea.
— Sexo entre irmãos? Tira essas ideias sujas da cabeça, amiga, vão te trazer problemas. —George a repreendeu com falsidade, sem parar de penetrar a boquinha da Gina. A ruiva riu, antes de voltar a esfregá-lo. Custava a admitir, mas aquela sacanagem dava um formigamento na sua entreperna que era fora do comum; sentia que podia encharcar a calcinha só de ver a Gina tendo aquele tratamento incomum com o George, e os olhos dela se desviavam para eles.
— São uns hipócritas, se escandalizam se é entre vocês, mas com a Gina se revezam pra…
— Vamos, volta pro trabalho ou vamos ficar aqui a noite toda. —Fred exigiu, enfiando o pau na boca dela. — Além disso, a Gina é a que menos reclama.
— Faz anos que a gente faz isso, boba. E o Fred tem razão, temos que fazer eles gozarem ou não vamos ganhar o prêmio. —Gina completou, tomando fôlego depois de tamanha chupada, lambendo as bolas do irmão com lascívia.
— E temos um presente bem gostoso, então eu capricharia… —George provocou. — Vamos ver quem consegue fazer a gente gozar primeiro.
Hermione, ofendida por terem ousado desafiá-la, colocou as mãos nos joelhos do gêmeo e cabeceou com veemência, sem usar as mãos, batendo o nariz na barriga dele com o olhar fixo nos olhos do Fred e as mãos do rapaz nos cabelos bagunçados…
Gina dobrou a aposta, cabeceou fundo, engolindo o pau inteiro enquanto desabotoava a camisa com maestria pra mostrar os peitos. Por vários segundos, o rosto da ruiva ficou atrás das nádegas do irmão, que a penetrava sem dó, até o talo, com uns vinte e poucos centímetros de falo abrindo caminho pela garganta dela…
Por vários minutos, tempo demais pra aquelas gargantas esforçadas, chuparam até engasgar e babar até nos pelos, cuspindo de vez em quando nas picas.
Hermione, que sentiu que ficava pra trás quando o gêmeo dela ficou só olhando, imitou a outra e mostrou os peitos. peitos, levando a mão dele até o peito dela, pra ele acariciar e sentir os biquinhos durinhos. Insatisfeita, continuou chupando as bolas dele fazendo sons obscenos que não eram normais pra ela. Tudo isso fez a atenção do Fred voltar pro boquete, e quando os olhos deles se encontraram, ela enfiou tudo até o talo, perfurando o cerebelo inteligente dele.
- Caralho, Hermione, se eu soubesse que você era tão boa... porra, que jeito de chupar. - Gemeu prestes a gozar... parecia que a moreninha ia vencer.
A ruiva tinha as duas mãos perdidas dentro da calcinha, fazendo os dedos chapinharem na buceta melada enquanto o George soltava a perversão dele, mostrando que, no fim das contas, o incesto não era por conveniência, mas por puro prazer, prazer escorrendo que jorrou nas duas bocas quase ao mesmo tempo, com as duas novinhas recebendo ondas borbulhantes de porra, que pela quantidade, parecia que tinham envelhecido por uma semana.
Depois de ficarem catatônicos com a gozada gostosa e garantir que até a última gota tivesse descansado na boca delas, as meninas esperavam instruções com as boquinhas cheias igual esquilo. Quando recuperaram a fala e o Fred pegou um caderninho perguntando qual era o gostoa salsa Weasley— Essa tem gosto de morango, sem dúvida. — Confirmou Gina, depois de mexer a semente na boca como se fosse um liquidificador. Em seguida, engoliu como se fosse xarope. — Sim, morango claramente.
— Perfeito… — Sussurrou Fred, anotando algo no caderninho. — A gente tinha criado uma unidade com esse sabor.
— Pra mim veio algo estranho… — Desconfiou Hermione, obnubilada pela velocidade com que sua oponente engoliu o remédio branco. — Sim, é couve-flor. Combinação estranha, sem dúvida me surpreenderam… — Reclamou, tomando de golinhos, com muita dificuldade por causa da viscosidade da semente e do sabor inesperado.
— Não é como uma receita tradicional, quando se trabalha com magia os sabores são difíceis de conseguir, quase aleatórios. — Explicou Fred. — Preparamos dezenas de sabores com nosso método não patenteado e precisamos verificar se saíram como esperávamos, vendo se vocês mencionam um dos sabores que criamos. E nesse caso, como conseguimos, riscamos o gosto correspondente.
— Cala a boca, não vai querer que a gente tenha concorrência no negócio, certo? — Interferiu Jorge, cortante. — E falando em concorrência… — Levando a mão ao pau, sacudindo-o impudentemente — nossa ideia era testar várias das nossas novas receitas, então eu não relaxaria tanto. Prontas pra um segundo round, gurias?
Como se os irmãos fossem um só, sentaram-se um no sofá surrado e outro numa mesa, com as picas nas mãos, esperando o espetáculo que sabiam que viria. Mostrando que era uma noite sem transições, as duas se enlaçaram num beijo molhado e pegajoso, compartilhando o sabor das sementes ingeridas.Uauuu—Não esperava que topassem tão rápido, e tão bem.—Admitiu Fred.
Grudadas, boca com boca, ecoavam os chupões que seus lábios trocavam, encharcados de gosto de morango no caso da Gina, e de um sabor “exótico” no caso da Hermione. Os gêmeos estavam em êxtase, se masturbando sem tirar os olhos daquela batalha de línguas e lábios que as garotas travavam sem nenhum pudor, naqueles looks tão provocantes. As mãos de Hermione não demoraram a enfiar os dedos na frestinha ruiva da amiga, enquanto Gina massageava as nádegas dela, deixando os dedos marcados.Mmmm, amiga, você vai me viciar nos seus dedos e nos seus lábios. — sussurrou Gina, apertando a bunda dela.
— Só espero que meus irmãos façam muitos mais testes como esse.
— Acredito, eles não tiram os olhos dos meus dedos enfiando na sua bucetinha…
— Não aguento mais. — disse Jorge, que se levantou e encostou o corpo no de Hermione, sentindo ela o pau duro contra as nádegas dela. O ruivo apertou os peitos dela e beliscou os mamilos enquanto Fred imitava ele do lado oposto com os peitos da irmã. As garotas ficaram no meio dos gêmeos, se beijando como possessas, se acariciando até os cabelos, deixando que apalpassem sem vergonha os seios e a bunda.
— Devagar, irmão, não belisca tão forte. — reclamou baixinho Gina, cujos biquinhos rosados estavam tão duros que pareciam que iam saltar.
— Irmãzinha, que bunda gostosa. — admirou Fred, que, sem vergonha, deu um tapa sonoro nela, fazendo ela reclamar.
— Tapas não estavam no contrato! — respondeu. — Esse é jeito de tratar sua irmã mais nova?
— E não é só isso que ela tem de gostoso, prova. — Em seguida, Hermione, depois de esfregar a vulva dela fundo com os dedos, enfiou eles na boca do gêmeo, que lambeu encantado e saboreou mais tempo do que devia.
— Hermione, você escondia bem essa safadeza atrás dessa juba e sua fama de cdf. — elogiou Jorge, que continuava roçando a cabeça do pau contra as nádegas e a calcinha dela.
— Isso também é parte de aprender, Jorge. — E falando em aprender, o gêmeo se inclinou para admirar de perto a bunda dela, puxando a calcinha e abrindo as nádegas sem vergonha.
— É parte do teste de produtos? — perguntou Hermione, se virando. — Digo, não sei como ajuda você abrir minhas nádegas e olhar meu furinho. Perdeu alguma coisa aí?
— Vou fazer mais do que só admirar. — disse quase com um fio de baba caindo.
Entre as coisas, se referia a apalpar o cu dela, fazendo ele ceder com os dedos. dedos e depois passou pra buceta, percorrendo toda a área cor de salmão. Sem dúvida alguma, os gêmeos não eram como outros caras, pareciam se atrever a tudo sem perguntar nem pedir permissão por nada.
- Bom, você vai ver, a gente gosta de conhecer bem nossas funcionárias, a fundo, né George? - Disse Fred enquanto abria a bunda de Ginny de par em par e passava a mão, fazendo ela se contorcer de raiva.
- Ei! Vocês tão bem ousados hoje! Antes bastava com minha boca e peitos...
- Já que vocês tão tão preocupadas com o trato, suas reclamonas, tenho uma ideia. - Anunciou Fred, pegando três novos doces da caixa, comendo um, dando outro pro irmão e, por último, o terceiro pra Ginny. - Com isso a gente agiliza o processo e de quebra testa algo novo...
- AsDesculpe, não consigo traduzir essa palavra, pois parece ser um termo inventado ou um erro de digitação. Você poderia verificar o texto original?são iguais àsleites de todos os saboresmas para mulheres, obviamente. – George terminou a frase como se anunciasse um espetáculo de circo.
– Vocês precisam caprichar mais nos nomes, parecem coisa de criança com pouca inteligência. – Observou a morena, cortante.
– Como sócia, se você tiver um nome melhor, a gente considera. – Respondeu Fred num tom respeitoso.
– E pra que servia o que eu comi? Vai crescer um pau em mim e eu vou gozar sabor framboesa?
– Tá bom, já que você tá tão ansiosa, sua putinha, vem pra cá… – George indicou onde ela devia se posicionar, como se o irmão gêmeo tivesse transmitido o pensamento.
– Mais um teste e vocês ganham a recompensa merecida. – Fred se adiantou antes que ela perguntasse quando terminariam.
O segundo teste foi igual ao primeiro, só que Hermione não tinha um pau Weasley na boca, mas sim, de novo, a vulva deliciosa da Ginny, que estava servida como um prato de comida em cima da mesa. Ela balançava perigosamente cada vez que a morena mexia a cabeça, esfregando o rosto inteiro na buceta dela, que dessa vez prometia liberar um novo sabor pra se deliciar. A ruiva gemia gostoso com o cunnilingus da amiga, notando que o jeito de agradar dela tinha ficado imbatível.
Os gêmeos, ao lado da Ginny, começaram a se masturbar apertando as próprias tetas balançantes, prontos pra voltar ao passatempo incestuoso de enfiar os paus onde não deviam. Os olhos dos jovens dançavam como loucos dos peitos nus da Ginny pra visão espetacular da Hermione, perdida entre as pernas da ruiva, virando a cabeça pra todo lado como se estivesse ouvindo um rock bem pesado.
– Pronta, irmãzinha? – Perguntou George, que enfiou o pau na boca dela sem dar tempo de responder, embora o olhar dela, perdido de prazer, já fosse uma resposta vívida. Fred, por sua vez, chupou o mamilo avermelhado dela, fazendo-a gritar com a enxurrada de sensações, puxando ele só com os lábios.
– Que pezões gostosos, não canso de falar. – Elogiou. – Ainda Lembro quanto custou pra gente chegar no expansor definitivo. — Rememorou como quem lembra de férias na França.
— Quase fizemos um pacto suicida quando fizemos elas crescerem e não conseguimos reverter. — Rememorou George — Falamos pros nossos pais que tínhamos te dado um doce de mentira e eles acreditaram, por sorte…
— Vamos admitir que a gente curtiu pra caralho naquela semana que ela ficou com o triplo de peitos, mesmo que as costas dela não tenham gostado tanto.
— Rapazes… — Interveio Hermione com o rosto brilhando como se tivesse saído de uma sauna. — Eu aprecio as histórias de vocês, mas preciso que se concentrem ou ela não vai se excitar e vocês não vão gozar. Pra essa garota, uma boca na buceta já não basta mais. — Elas provocou.
— Tá bem, se você tá com pressa, a gente se apressa.
— Meus peitos tão doendo, Fred, vem cá, vou te deixar seco, seu pervertido. — Disse Ginny engolindo o pau dele com os peitos brilhando e vermelhos de tanta sucção, passando de um pênis pro outro com tanta naturalidade que parecia que tinha um cronômetro embutido pra dar prazer em proporções iguais.
Dois caralhos tão enormes quanto proibidos se esfregando na língua e nos lábios dela, somados à boca e ao nariz da amiga se enfiando contra a vulva como se quisesse entrar lá dentro, eram sensações demais pra aguentar por muito tempo e nem ela conseguiu se segurar mais. Um jorro ardente molhou Hermione da testa ao queixo, oleando o rosto inteiro dela, escorrendo até o peito com o fluido afrodisíaco.
— Amiga, pelo amor, tu tem uma mangueira de bombeiro, não é normal dar uns gozos desse tamanho. — Admitiu Hermione surpresa, com o cabelo todo grudado de fluidos.
— Bombeiro? É coisa de trouxa, né? — Perguntou Fred curioso.
— Conta pra gente qual é o gosto… — Perguntou George, se esticando pra pegar o caderno sujo sem tirar o pênis da boca da Ginny.
A estudiosa passou os dedos no rosto juntando o fluido e levou à boca, saboreando. O veredito foi certeiro. Tinha gosto de baunilha. aprovando com o polegar pra cima e soltando um sorriso adorável. Os dois irmãos comemoraram.
- Muito bem, agora a gente vai gozar… - Anunciou Fred, que pegou a cabeça da Ginny, virou ela pro lado e meteu na boquinha cheia de porra com vontade, ansioso pra gozar.
Hermione, enquanto isso, pegou o rosto do George e beijou ele com paixão, passando vários jatos de saliva pra boca dele, derramando fios daquela babinha açucarada que caíram nos peitos dela.
- Tá sentindo? É o gosto de baunilha da Ginny. - Sussurrou.
- Sim, é delicioso. - Sussurrou o gêmeo, como se tivesse tomado uma poção do amor, pegou o rosto da Hermione e continuou o beijo, abraçado nela. Depois, a garota se ajoelhou e bateu uma punheta com a mão de lado enquanto chupava os ovos dele.
Tanto Fred quanto George, nessa ordem, gozaram pela segunda vez enquanto as novinhas saboreavam e engoliam o esperma saborizado.
Ginny, que tinha levado mais porra no cabelo do que na boca, disse com prazer que tinha pegado o sabor inconfundível do chocolate branco, mostrando a boquinha vazia depois de engolir a guloseima leitosa. Hermione, de novo, reclamou depois de informar que o que tinha vindo pra ela era extremamente desagradável.
- Vocês escolheram esses sabores? As garotas não esperam receber pimenta apimentada depois de um boquete, tô avisando. - Disse cuspindo o resto no chão, ruborizada pela ardência.
- A gente fez vários sabores e misturou tudo no saco, sim, colocamos uns deliciosos e outros de pegadinha, se considere sortuda, Hermione, assim como os grãos de todos os sabores vêm com…
Não conseguiu terminar a explicação porque Ginny voltou ao ataque mudando de posição.
- Terminou, Fred? Porque a gente não. - A ruiva abriu as pernas e esfregou a glande mole e exausta contra a buceta dela, esperando que ele entrasse. - A gente cansou dessa brincadeirinha infantil. Quero que você me coma, os dois se for preciso. Hermione abafou um grito. se sentindo boba por se escandalizar com isso, já que já tinha visto o suficiente pra sacar esses esquemas.
- Bom, pra falar a verdade, a gente achava que…
- Chega de conversa, Fred, fode a sua irmã, como vocês sempre acabam fazendo, seus pervertidos. - Revelou sem papas na língua a caçula dos Weasley, que tinha se despido tão rápido que ninguém tinha notado. De pernas bem abertas, o irmão cobriu o corpo dela, e Hermione percebeu que o pau duro já tinha entrado pela cara de prazer da ruiva, que cravava as unhas nas costas do irmão e começava a gemer.
- Sei que não sou sua irmãzinha, mas talvez você encontre aqui algo que te agrade. - Se apresentou Hermione, tirando a saia e a calcinha, virando de costas pra George, de pé, com as pernas abertas.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação., apoiada numa escrivaninha.
- Nós, os Weasley, temos um lema: se tem buceta, não é crime. – Ele se desculpou. – Então consegui te encaixar na minha agenda lotada. – Diferente do pau do Fred, o dele continuava durinho.
Sem se importar com horário, regras, lugar ou moral, os gêmeos enfiaram nas vaginas das duas alunas, felizes com tanta disposição. Ginny, encostada naquela escrivaninha perigosa que parecia desabar cada vez que Fred se jogava com o peso todo contra a irmã, enchendo a vulva dela com o pau, dando um prazer proibido ao qual ela já estava mais acostumada do que deveria. Enquanto o cara sussurrava palavras obscenas no ouvido dela, ela apertava as nádegas dele com estalos sonoros.
George, porém, talvez por ser a primeira vez que pegava a devoradora de livros da Gryffindor só pra ele, aproveitou pra devorar a buceta morena dela por trás, chupando e lambendo cada cantinho, cada dobra de cada lábio, e sugando os fluidos que escorriam dos buracos dela como um coletor de sabores e cheiros, grudado na boceta como se quisesse virar um siamês impossível.
- Puxa, vejo que não precisa de nenhum doce, sua buceta é uma delícia. – Ele confessou de joelhos, como se adorasse um novo Deus, lambendo a vagina dela.
- É mais gostosa que a da Ginny? – Perguntou ela, brincando.
- Pode ser, diria que estão empatadas nessa matéria. Vamos ver a próxima disciplina…
Insatisfeito, o gêmeo abriu a bunda dela e enfiou o nariz no cu da garota, fazendo ela pular. Embora Hermione recebesse de boa as bocas alheias naquela região, não esperava um nariz cheirando ela, sentindo onde não devia, esfregando de um lado pro outro, de cima pra baixo, o nariz no cuzinho dela.
- George… Você sabe que eu uso isso pro mesmo que você, né? – Disse ela meio sem graça quando o garoto continuava respirando de lá como se tivesse uma máscara de ar. – Talvez você esteja pensando em algum perfume ou saborizante. mas por enquanto não tenho.
- Sem problema, só quero te conhecer por inteiro. - Ele se confessou antes de uma fungada barulhenta e demorada. Em seguida, esticou o anelzinho pra chupar e lamber com devoção, percebendo que ela relaxava na hora com aquela sensação mais familiar.
- Já entendi...Muuuuuitoa fundo.- Gemeu mais calma, ajudando o garoto com o anilingus ao abrir sua bucetinha apertada com as mãos, provocando uma inspeção mais detalhada e a fundo, bem a fundo daquela língua curiosa.
- Minha língua te aprova completamente e te daria cem pontos se pudesse - Disse o gêmeo depois de perfurar seu anelzinho apertado até se sentir satisfeito. - Agora é a vez de outro teste, vamos ver se você passa… - Anunciou esfregando a glande na bucetinha, pouco antes de penetrá-la a fundo, agarrando-lhe os peitos por trás…Mmmm—espero que você dedique tanta atenção pra minha buceta quanto deu pro meu rabo —disse no ouvido dele, enquanto começava a se ouvir o barulho característicopá, pá, páDos caderazos que elas davam…
Pois é, foi uma noite perfeita pros dois lados: os gêmeos, além de gozarem mais de quatro vezes cada um entre brincadeiras e putaria, puderam confirmar que os sabores dados e esperados eram um sucesso, sem causar efeitos indesejados nem neles nem nelas. Já as novinhas da Grifinória cumpriram seu dever e ainda aliviaram as tensões sendo penetradas por um e outro gêmeo várias vezes, ficando com os ossos doloridos de tanta ação conjunta e a sensação de que podiam passar o ano inteiro sem sexo e não sentir falta.
Pra aguentar, os dois mandaram ver uns caramelos de pau-duro permanente, mas só pra ganhar tempo, porque as bucetas das minas estavam tão molhadas e quentes que pareciam ter o mesmo efeito só de encostar naquelas cabeças ávidas por perversão. Depois de serem comidas em pé, uma de frente pra outra, se beijando com uma mesa no meio, deram por encerrada a noite quente.
— Vocês podem ir, a gente tem que achar o remédio nessa bagunça toda. — Informou George, já vestido igual ao irmão, procurando algo entre a caixa de doces de teste e as mochilas deles.
— Tão doentes ou algo assim? — Perguntou Hermione arrumando a juba leonina num espelhinho de mão.
— É, tamos com a pica dura que nem pata de cachorro envenenado. — Reclamou Fred. — Se não acharmos o antídoto, vamos ficar assim uma semana. A gente sabe bem.
— Vamos ser o motivo de piada da Sala Comunal se sairmos por aí com uma barraca de acampamento entre as pernas…
Entre risadas e felicidade, Hermione e Gina saíram daquela sala com os primeiros raios do novo dia aparecendo pelas janelas do castelo. Era incrivelmente tarde, mas tinha valido a pena. Não tinham um pingo de sono, como se o sexo tivesse recarregado elas com uma energia estranha.
— Tá feliz com o que ganhou, imagino. — Disse a ruiva ao ver o troféu: um multidildo. Expansível de iniciante
— Te aviso pra usar com cuidado, ser de iniciante só quer dizer que é menos firme.
— Vou levar em conta… E você? Com o que ficou?
Ginny mostrou uma caixinha que continha vários brincos, correntinhas e argolas.
— São acessórios falsos, pra não ter que furar e ficar parecendo uma profissional de verdade. — Disse piscando um olho. — Mal posso esperar pra estrear e me perguntarem onde fiz, os caras vão alucinar.
Embora Hermione não achasse grande coisa, lembrou da coleção enorme da Ginny e pensou que devia estar faltando aquilo. As duas riram e comentaram sobre a noite que tiveram e o passado lascivo da ruiva. Talvez por estarem com os hormônios virados como uma poção multijuice, não perceberam que estavam tagarelando na solidão do castelo de madrugada, quase sem pressa de voltar pra Sala Comunal.
Foi quando Ginny estava prestes a contar sobre a primeira vez que topou aquele acordo sinistro que uma presença escura, alta e severa as interceptou a poucos metros de chegar no corredor que levava ao quadro da Mulher Gorda.
Era Snape, que as examinava como um falcão lá de cima com aqueles olhos pretos e penetrantes. Deram pra notar como a raiva crescia no chefe da Sonserina enquanto entendiam que estavam expulsas.
— Talvez o pessoal da Grifinória seja importante demais pra se meter em assuntos externos ou regras, mas talvez tenham ouvido falar de um tal… Sirius Black. — Repreendeu-as com tédio.
— Sim, senhor. — Respondeu Hermione, mais pra quebrar o silêncio do que outra coisa, obviamente não esperava resposta.
— Então, se têm um pingo de consciência do que está rolando, talvez tenham um motivo importante pra vagar pelo castelo a essa hora, estando duplamente proibido, sem a companhia de um professor, com tudo o que está acontecendo agora…
— Desculpa, é que a Hermione queria ir ao banheiro, ela tava se sentindo muito…
— Silêncio! — Cortou-a secamente. Têm sorte de eu não expulsá-las agora mesmo, suas mentirosas. Estou surpreso com você, Weasley, depois do escândalo que protagonizou no ano passado…
Ginny corou ao lembrar da manipulação do diário, que terminou com o resgate de Harry na Câmara Secreta.
— Eu teria muito mais cuidado, depois do dano causado a esta escola, tentaria seguir as regras, ou qualquer um diria que você faz isso de propósito…
— De propósito? — retrucou Hermione em defesa da amiga. — Ela foi vítima de magia negra e você sabe disso.
— Quando não, a resposta a uma pergunta que ninguém fez, a impertinente Hermione Granger — sussurrou frio como um iceberg. — Um ímã vivo para problemas e, aparentemente, para bruxos…
Hermione ficou travada, sem saber ao que ele se referia, embora ele tenha confirmado na hora.
— Enquanto Weasley se metia com magia negra, Granger preferiu se meter com outro tipo de magia, a favorita de Gilderoy… ah, sim, é preciso cuidado com quem se fode, nem todos sabem guardar segredos, senhorita Granger — tal revelação fez suas bochechas ficarem da cor do cabelo de Ginny.
As garotas estavam juntas, quase tremendo, implorando para que o nariz aquilino de Snape não sentisse o pecado sobre seus corpos daquela noite nem fizesse mais perguntas. Algo dizia à morena que aquele professor detectava mentiras como se lesse mentes. Parecia saber de tudo e as tinha à mercê de suas garras.
— Ao meu escritório, amanhã às onze. Sem falta. Eu mesmo colocarei seus pertences para fora dos terrenos se não aparecerem na hora marcada. Entendido? — Ambas assentiram como freiras, e assim que o professor lhes deu passagem, caminharam com os rabinhos apertados em direção ao retrato.
— Ah, e tomem um banho, vocês fedem a esgoto de taverna… típico das Grifinórias… — sussurrou com malícia.
Hermione, mais por decoro que outra coisa, olhou para o professor e assentiu nervosa enquanto Ginny a puxava pela túnica e a fazia entrar na Sala Comunal, entre risadas. Elas teriam se salvado por um milagre. Hermione não entendeu, mas foi só por um motivo que o professor não tinha expulsado elas armando um escândalo de proporções catastróficas.
- Se você tivesse ido sozinha, estaria expulsa. – Sentenciou Gina. – Ele não fez isso porque eu estava com você e ele tem uma fraqueza por mim. – Se vangloriou, inflando o peito, a caminho do quarto. – Os castigos dele vão ser como os que ele me deu no ano passado.
- Você acha que o castigo vai ser severo? Com tudo que tenho que estudar, não só não vou dormir hoje, como amanhã vamos ter que ficar lá até tarde demais.
- Eu não me preocuparia tanto com isso. – Disse subindo com a amiga. – Os castigos com Snape são especiais. – Alertou. – Amanhã toma um banho bem gostoso, vamos ter outra noite agitada, já vai ver…
Valeu por ler! 😉 espero que tenham gostado. Não esqueçam de comentar ou dar nota :D
Entregas anteriores...
1 -http://www.poringa.net/posts/relatos/3144848/Fanfiction-de-Harry-Potter-La-lujuria-de-Hermione-Granger.html
2 -http://www.poringa.net/posts/relatos/3151396/Fanfiction-de-Harry-Potter-La-deuda-de-Hermione.html#comment-153507
3 -http://www.poringa.net/posts/relatos/3199951/Fanfiction-de-Harry-Potter-Hermione-y-La-Pocion-Multijugos.html
4 -http://www.poringa.net/posts/relatos/3242040/Fanfiction-de-Harry-Potter-Hermione-y-el-regalo-sorpresa.html
5 -http://www.poringa.net/posts/relatos/3266743/Hermione-y-los-juguetes-magicos-Fanfiction.html
Esclarecimento: Todos os personagens são maiores de 18 anos, e essa história não respeita nem o cânone dos livros e/ou filmes. Acontece numa versão alternativa.
Por último, deixo aqui umas imagens fake das protagonistas. Espero que os fãs da saga e os amantes casuais de histórias picantes achem atraente. Aproveitem! 😉










Quase sem querer, depois de várias semanas medíocres de conflitos e brigas, Hermione em pouco tempo adicionou ao seu currículo a primeira experiência totalmente lésbica e agora estava numa sala de aula abandonada, junto com a Gina, chupando os gêmeos Fred e George, testemunhando incesto entre a ruiva e o irmão dela.
A morena fazia um oral ajoelhada enquanto Fred segurava o cabelo volumoso dela para ver o pau se perder naqueles lábios tão cobiçados. Ela tinha dificuldade em manter a sanidade e se concentrar no pau do gêmeo na boca quando Gina, muito mais resoluta, fazia o mesmo com George, embora numa posição estática. A ruiva estava sentada, como uma boneca de porcelana, numa poltrona gasta de cor escarlate enquanto George, de pé, com uma perna sobre o encosto, movia o quadril para frente e para trás penetrando a boca dela com cadência, como se os lábios da irmã fossem uma mão deliciosa que o masturbava.
Tinha acontecido sem galanteio, sem sedução e nem mesmo beijos. Fred e George tinham ocupado seus lugares deixando uma caixa misteriosa de produtos para testar, um caderno e uma caneta sobre a mesa. Em poucos segundos, ingeriram dois produtos parecidos com feijõezinhos e os paus deles estavam para fora apontando para ela como espadas.
— Isso que vocês tomaram era para uma ereção rápida? — Perguntou Hermione, admirando pela primeira vez dois paus portentosos e de um orgulhoso pelo ruivo.
— De jeito nenhum, não precisamos disso, embora tenhamosCaramelos eretores perpétuoscaso um dia você encontre um pau preguiçoso. - Informou George.
- Acho que nunca vamos precisar disso - Disse Gina deixando cair sua túnica, e imitada pela amiga, revelando seus corpos quase nus, só com suas saias e camisas antigas, bem justas e amarradas na barriga. - Temos nossos próprios métodos para conseguir ereções permanentes…
Em menos tempo do que se leva para dizer incesto, aqueles paus já estavam entrando e saindo das bocas das garotas, excitadas com o jogo perverso que beirava a prostituição, com o sexo como ferramenta para um fim, com seus corpos usados como recipientes para aqueles irmãos oportunistas.
- Foca, amiga. Tô te achando distraída. - Disse Fred ao notar que Hermione olhava para a outra.parceiro(a)várias vezes.
- É que não me acostumo a ver eles assim. - Ela se desculpou, olhando pra Ginny, que segurava uma risada, imóvel, recebendo a pica na boca. - Não sei se é a imagem mais fofa que já vi ou se eu sou doente…
- Não tem nada de errado, Hermione, nem que fosse a primeira vez. - George contribuiu, sem parar nem por um segundo o vai e vem rítmico. - Olha isso como uma parceria comercial: a gente testa nossos produtos e ela consegue de graça, todo mundo ganha.
Hermione quase tinha esquecido que estavam testando novos sabores de cápsulas aromatizantes chamadasLeites de todos os saborese queria ver se os sabores estavam certos e não tinham efeitos colaterais. Por causa disso, a tarefa era tão simples quanto excitante: eles tinham que fazer sexo oral nos gêmeos até fazê-los gozar e verificar se o resultado era como receber um doce na boca, literalmente.
- Vocês podiam testar entre si, digo, em vez de apelar pra sua irmãzinha, seus tarados. - Esclareceu Hermione, que tinha passado pro modo manual, dando um descanso pros lábios dela.
- Cê tá louca? Somos irmãos!Eca!— És perverso. —Fred se repugnou com sarcasmo, provocando risadas na sua versão gêmea.
— Sexo entre irmãos? Tira essas ideias sujas da cabeça, amiga, vão te trazer problemas. —George a repreendeu com falsidade, sem parar de penetrar a boquinha da Gina. A ruiva riu, antes de voltar a esfregá-lo. Custava a admitir, mas aquela sacanagem dava um formigamento na sua entreperna que era fora do comum; sentia que podia encharcar a calcinha só de ver a Gina tendo aquele tratamento incomum com o George, e os olhos dela se desviavam para eles.
— São uns hipócritas, se escandalizam se é entre vocês, mas com a Gina se revezam pra…
— Vamos, volta pro trabalho ou vamos ficar aqui a noite toda. —Fred exigiu, enfiando o pau na boca dela. — Além disso, a Gina é a que menos reclama.
— Faz anos que a gente faz isso, boba. E o Fred tem razão, temos que fazer eles gozarem ou não vamos ganhar o prêmio. —Gina completou, tomando fôlego depois de tamanha chupada, lambendo as bolas do irmão com lascívia.
— E temos um presente bem gostoso, então eu capricharia… —George provocou. — Vamos ver quem consegue fazer a gente gozar primeiro.
Hermione, ofendida por terem ousado desafiá-la, colocou as mãos nos joelhos do gêmeo e cabeceou com veemência, sem usar as mãos, batendo o nariz na barriga dele com o olhar fixo nos olhos do Fred e as mãos do rapaz nos cabelos bagunçados…
Gina dobrou a aposta, cabeceou fundo, engolindo o pau inteiro enquanto desabotoava a camisa com maestria pra mostrar os peitos. Por vários segundos, o rosto da ruiva ficou atrás das nádegas do irmão, que a penetrava sem dó, até o talo, com uns vinte e poucos centímetros de falo abrindo caminho pela garganta dela…
Por vários minutos, tempo demais pra aquelas gargantas esforçadas, chuparam até engasgar e babar até nos pelos, cuspindo de vez em quando nas picas.
Hermione, que sentiu que ficava pra trás quando o gêmeo dela ficou só olhando, imitou a outra e mostrou os peitos. peitos, levando a mão dele até o peito dela, pra ele acariciar e sentir os biquinhos durinhos. Insatisfeita, continuou chupando as bolas dele fazendo sons obscenos que não eram normais pra ela. Tudo isso fez a atenção do Fred voltar pro boquete, e quando os olhos deles se encontraram, ela enfiou tudo até o talo, perfurando o cerebelo inteligente dele.
- Caralho, Hermione, se eu soubesse que você era tão boa... porra, que jeito de chupar. - Gemeu prestes a gozar... parecia que a moreninha ia vencer.
A ruiva tinha as duas mãos perdidas dentro da calcinha, fazendo os dedos chapinharem na buceta melada enquanto o George soltava a perversão dele, mostrando que, no fim das contas, o incesto não era por conveniência, mas por puro prazer, prazer escorrendo que jorrou nas duas bocas quase ao mesmo tempo, com as duas novinhas recebendo ondas borbulhantes de porra, que pela quantidade, parecia que tinham envelhecido por uma semana.
Depois de ficarem catatônicos com a gozada gostosa e garantir que até a última gota tivesse descansado na boca delas, as meninas esperavam instruções com as boquinhas cheias igual esquilo. Quando recuperaram a fala e o Fred pegou um caderninho perguntando qual era o gostoa salsa Weasley— Essa tem gosto de morango, sem dúvida. — Confirmou Gina, depois de mexer a semente na boca como se fosse um liquidificador. Em seguida, engoliu como se fosse xarope. — Sim, morango claramente.
— Perfeito… — Sussurrou Fred, anotando algo no caderninho. — A gente tinha criado uma unidade com esse sabor.
— Pra mim veio algo estranho… — Desconfiou Hermione, obnubilada pela velocidade com que sua oponente engoliu o remédio branco. — Sim, é couve-flor. Combinação estranha, sem dúvida me surpreenderam… — Reclamou, tomando de golinhos, com muita dificuldade por causa da viscosidade da semente e do sabor inesperado.
— Não é como uma receita tradicional, quando se trabalha com magia os sabores são difíceis de conseguir, quase aleatórios. — Explicou Fred. — Preparamos dezenas de sabores com nosso método não patenteado e precisamos verificar se saíram como esperávamos, vendo se vocês mencionam um dos sabores que criamos. E nesse caso, como conseguimos, riscamos o gosto correspondente.
— Cala a boca, não vai querer que a gente tenha concorrência no negócio, certo? — Interferiu Jorge, cortante. — E falando em concorrência… — Levando a mão ao pau, sacudindo-o impudentemente — nossa ideia era testar várias das nossas novas receitas, então eu não relaxaria tanto. Prontas pra um segundo round, gurias?
Como se os irmãos fossem um só, sentaram-se um no sofá surrado e outro numa mesa, com as picas nas mãos, esperando o espetáculo que sabiam que viria. Mostrando que era uma noite sem transições, as duas se enlaçaram num beijo molhado e pegajoso, compartilhando o sabor das sementes ingeridas.Uauuu—Não esperava que topassem tão rápido, e tão bem.—Admitiu Fred.
Grudadas, boca com boca, ecoavam os chupões que seus lábios trocavam, encharcados de gosto de morango no caso da Gina, e de um sabor “exótico” no caso da Hermione. Os gêmeos estavam em êxtase, se masturbando sem tirar os olhos daquela batalha de línguas e lábios que as garotas travavam sem nenhum pudor, naqueles looks tão provocantes. As mãos de Hermione não demoraram a enfiar os dedos na frestinha ruiva da amiga, enquanto Gina massageava as nádegas dela, deixando os dedos marcados.Mmmm, amiga, você vai me viciar nos seus dedos e nos seus lábios. — sussurrou Gina, apertando a bunda dela.
— Só espero que meus irmãos façam muitos mais testes como esse.
— Acredito, eles não tiram os olhos dos meus dedos enfiando na sua bucetinha…
— Não aguento mais. — disse Jorge, que se levantou e encostou o corpo no de Hermione, sentindo ela o pau duro contra as nádegas dela. O ruivo apertou os peitos dela e beliscou os mamilos enquanto Fred imitava ele do lado oposto com os peitos da irmã. As garotas ficaram no meio dos gêmeos, se beijando como possessas, se acariciando até os cabelos, deixando que apalpassem sem vergonha os seios e a bunda.
— Devagar, irmão, não belisca tão forte. — reclamou baixinho Gina, cujos biquinhos rosados estavam tão duros que pareciam que iam saltar.
— Irmãzinha, que bunda gostosa. — admirou Fred, que, sem vergonha, deu um tapa sonoro nela, fazendo ela reclamar.
— Tapas não estavam no contrato! — respondeu. — Esse é jeito de tratar sua irmã mais nova?
— E não é só isso que ela tem de gostoso, prova. — Em seguida, Hermione, depois de esfregar a vulva dela fundo com os dedos, enfiou eles na boca do gêmeo, que lambeu encantado e saboreou mais tempo do que devia.
— Hermione, você escondia bem essa safadeza atrás dessa juba e sua fama de cdf. — elogiou Jorge, que continuava roçando a cabeça do pau contra as nádegas e a calcinha dela.
— Isso também é parte de aprender, Jorge. — E falando em aprender, o gêmeo se inclinou para admirar de perto a bunda dela, puxando a calcinha e abrindo as nádegas sem vergonha.
— É parte do teste de produtos? — perguntou Hermione, se virando. — Digo, não sei como ajuda você abrir minhas nádegas e olhar meu furinho. Perdeu alguma coisa aí?
— Vou fazer mais do que só admirar. — disse quase com um fio de baba caindo.
Entre as coisas, se referia a apalpar o cu dela, fazendo ele ceder com os dedos. dedos e depois passou pra buceta, percorrendo toda a área cor de salmão. Sem dúvida alguma, os gêmeos não eram como outros caras, pareciam se atrever a tudo sem perguntar nem pedir permissão por nada.
- Bom, você vai ver, a gente gosta de conhecer bem nossas funcionárias, a fundo, né George? - Disse Fred enquanto abria a bunda de Ginny de par em par e passava a mão, fazendo ela se contorcer de raiva.
- Ei! Vocês tão bem ousados hoje! Antes bastava com minha boca e peitos...
- Já que vocês tão tão preocupadas com o trato, suas reclamonas, tenho uma ideia. - Anunciou Fred, pegando três novos doces da caixa, comendo um, dando outro pro irmão e, por último, o terceiro pra Ginny. - Com isso a gente agiliza o processo e de quebra testa algo novo...
- AsDesculpe, não consigo traduzir essa palavra, pois parece ser um termo inventado ou um erro de digitação. Você poderia verificar o texto original?são iguais àsleites de todos os saboresmas para mulheres, obviamente. – George terminou a frase como se anunciasse um espetáculo de circo.
– Vocês precisam caprichar mais nos nomes, parecem coisa de criança com pouca inteligência. – Observou a morena, cortante.
– Como sócia, se você tiver um nome melhor, a gente considera. – Respondeu Fred num tom respeitoso.
– E pra que servia o que eu comi? Vai crescer um pau em mim e eu vou gozar sabor framboesa?
– Tá bom, já que você tá tão ansiosa, sua putinha, vem pra cá… – George indicou onde ela devia se posicionar, como se o irmão gêmeo tivesse transmitido o pensamento.
– Mais um teste e vocês ganham a recompensa merecida. – Fred se adiantou antes que ela perguntasse quando terminariam.
O segundo teste foi igual ao primeiro, só que Hermione não tinha um pau Weasley na boca, mas sim, de novo, a vulva deliciosa da Ginny, que estava servida como um prato de comida em cima da mesa. Ela balançava perigosamente cada vez que a morena mexia a cabeça, esfregando o rosto inteiro na buceta dela, que dessa vez prometia liberar um novo sabor pra se deliciar. A ruiva gemia gostoso com o cunnilingus da amiga, notando que o jeito de agradar dela tinha ficado imbatível.
Os gêmeos, ao lado da Ginny, começaram a se masturbar apertando as próprias tetas balançantes, prontos pra voltar ao passatempo incestuoso de enfiar os paus onde não deviam. Os olhos dos jovens dançavam como loucos dos peitos nus da Ginny pra visão espetacular da Hermione, perdida entre as pernas da ruiva, virando a cabeça pra todo lado como se estivesse ouvindo um rock bem pesado.
– Pronta, irmãzinha? – Perguntou George, que enfiou o pau na boca dela sem dar tempo de responder, embora o olhar dela, perdido de prazer, já fosse uma resposta vívida. Fred, por sua vez, chupou o mamilo avermelhado dela, fazendo-a gritar com a enxurrada de sensações, puxando ele só com os lábios.
– Que pezões gostosos, não canso de falar. – Elogiou. – Ainda Lembro quanto custou pra gente chegar no expansor definitivo. — Rememorou como quem lembra de férias na França.
— Quase fizemos um pacto suicida quando fizemos elas crescerem e não conseguimos reverter. — Rememorou George — Falamos pros nossos pais que tínhamos te dado um doce de mentira e eles acreditaram, por sorte…
— Vamos admitir que a gente curtiu pra caralho naquela semana que ela ficou com o triplo de peitos, mesmo que as costas dela não tenham gostado tanto.
— Rapazes… — Interveio Hermione com o rosto brilhando como se tivesse saído de uma sauna. — Eu aprecio as histórias de vocês, mas preciso que se concentrem ou ela não vai se excitar e vocês não vão gozar. Pra essa garota, uma boca na buceta já não basta mais. — Elas provocou.
— Tá bem, se você tá com pressa, a gente se apressa.
— Meus peitos tão doendo, Fred, vem cá, vou te deixar seco, seu pervertido. — Disse Ginny engolindo o pau dele com os peitos brilhando e vermelhos de tanta sucção, passando de um pênis pro outro com tanta naturalidade que parecia que tinha um cronômetro embutido pra dar prazer em proporções iguais.
Dois caralhos tão enormes quanto proibidos se esfregando na língua e nos lábios dela, somados à boca e ao nariz da amiga se enfiando contra a vulva como se quisesse entrar lá dentro, eram sensações demais pra aguentar por muito tempo e nem ela conseguiu se segurar mais. Um jorro ardente molhou Hermione da testa ao queixo, oleando o rosto inteiro dela, escorrendo até o peito com o fluido afrodisíaco.
— Amiga, pelo amor, tu tem uma mangueira de bombeiro, não é normal dar uns gozos desse tamanho. — Admitiu Hermione surpresa, com o cabelo todo grudado de fluidos.
— Bombeiro? É coisa de trouxa, né? — Perguntou Fred curioso.
— Conta pra gente qual é o gosto… — Perguntou George, se esticando pra pegar o caderno sujo sem tirar o pênis da boca da Ginny.
A estudiosa passou os dedos no rosto juntando o fluido e levou à boca, saboreando. O veredito foi certeiro. Tinha gosto de baunilha. aprovando com o polegar pra cima e soltando um sorriso adorável. Os dois irmãos comemoraram.
- Muito bem, agora a gente vai gozar… - Anunciou Fred, que pegou a cabeça da Ginny, virou ela pro lado e meteu na boquinha cheia de porra com vontade, ansioso pra gozar.
Hermione, enquanto isso, pegou o rosto do George e beijou ele com paixão, passando vários jatos de saliva pra boca dele, derramando fios daquela babinha açucarada que caíram nos peitos dela.
- Tá sentindo? É o gosto de baunilha da Ginny. - Sussurrou.
- Sim, é delicioso. - Sussurrou o gêmeo, como se tivesse tomado uma poção do amor, pegou o rosto da Hermione e continuou o beijo, abraçado nela. Depois, a garota se ajoelhou e bateu uma punheta com a mão de lado enquanto chupava os ovos dele.
Tanto Fred quanto George, nessa ordem, gozaram pela segunda vez enquanto as novinhas saboreavam e engoliam o esperma saborizado.
Ginny, que tinha levado mais porra no cabelo do que na boca, disse com prazer que tinha pegado o sabor inconfundível do chocolate branco, mostrando a boquinha vazia depois de engolir a guloseima leitosa. Hermione, de novo, reclamou depois de informar que o que tinha vindo pra ela era extremamente desagradável.
- Vocês escolheram esses sabores? As garotas não esperam receber pimenta apimentada depois de um boquete, tô avisando. - Disse cuspindo o resto no chão, ruborizada pela ardência.
- A gente fez vários sabores e misturou tudo no saco, sim, colocamos uns deliciosos e outros de pegadinha, se considere sortuda, Hermione, assim como os grãos de todos os sabores vêm com…
Não conseguiu terminar a explicação porque Ginny voltou ao ataque mudando de posição.
- Terminou, Fred? Porque a gente não. - A ruiva abriu as pernas e esfregou a glande mole e exausta contra a buceta dela, esperando que ele entrasse. - A gente cansou dessa brincadeirinha infantil. Quero que você me coma, os dois se for preciso. Hermione abafou um grito. se sentindo boba por se escandalizar com isso, já que já tinha visto o suficiente pra sacar esses esquemas.
- Bom, pra falar a verdade, a gente achava que…
- Chega de conversa, Fred, fode a sua irmã, como vocês sempre acabam fazendo, seus pervertidos. - Revelou sem papas na língua a caçula dos Weasley, que tinha se despido tão rápido que ninguém tinha notado. De pernas bem abertas, o irmão cobriu o corpo dela, e Hermione percebeu que o pau duro já tinha entrado pela cara de prazer da ruiva, que cravava as unhas nas costas do irmão e começava a gemer.
- Sei que não sou sua irmãzinha, mas talvez você encontre aqui algo que te agrade. - Se apresentou Hermione, tirando a saia e a calcinha, virando de costas pra George, de pé, com as pernas abertas.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação., apoiada numa escrivaninha.
- Nós, os Weasley, temos um lema: se tem buceta, não é crime. – Ele se desculpou. – Então consegui te encaixar na minha agenda lotada. – Diferente do pau do Fred, o dele continuava durinho.
Sem se importar com horário, regras, lugar ou moral, os gêmeos enfiaram nas vaginas das duas alunas, felizes com tanta disposição. Ginny, encostada naquela escrivaninha perigosa que parecia desabar cada vez que Fred se jogava com o peso todo contra a irmã, enchendo a vulva dela com o pau, dando um prazer proibido ao qual ela já estava mais acostumada do que deveria. Enquanto o cara sussurrava palavras obscenas no ouvido dela, ela apertava as nádegas dele com estalos sonoros.
George, porém, talvez por ser a primeira vez que pegava a devoradora de livros da Gryffindor só pra ele, aproveitou pra devorar a buceta morena dela por trás, chupando e lambendo cada cantinho, cada dobra de cada lábio, e sugando os fluidos que escorriam dos buracos dela como um coletor de sabores e cheiros, grudado na boceta como se quisesse virar um siamês impossível.
- Puxa, vejo que não precisa de nenhum doce, sua buceta é uma delícia. – Ele confessou de joelhos, como se adorasse um novo Deus, lambendo a vagina dela.
- É mais gostosa que a da Ginny? – Perguntou ela, brincando.
- Pode ser, diria que estão empatadas nessa matéria. Vamos ver a próxima disciplina…
Insatisfeito, o gêmeo abriu a bunda dela e enfiou o nariz no cu da garota, fazendo ela pular. Embora Hermione recebesse de boa as bocas alheias naquela região, não esperava um nariz cheirando ela, sentindo onde não devia, esfregando de um lado pro outro, de cima pra baixo, o nariz no cuzinho dela.
- George… Você sabe que eu uso isso pro mesmo que você, né? – Disse ela meio sem graça quando o garoto continuava respirando de lá como se tivesse uma máscara de ar. – Talvez você esteja pensando em algum perfume ou saborizante. mas por enquanto não tenho.
- Sem problema, só quero te conhecer por inteiro. - Ele se confessou antes de uma fungada barulhenta e demorada. Em seguida, esticou o anelzinho pra chupar e lamber com devoção, percebendo que ela relaxava na hora com aquela sensação mais familiar.
- Já entendi...Muuuuuitoa fundo.- Gemeu mais calma, ajudando o garoto com o anilingus ao abrir sua bucetinha apertada com as mãos, provocando uma inspeção mais detalhada e a fundo, bem a fundo daquela língua curiosa.
- Minha língua te aprova completamente e te daria cem pontos se pudesse - Disse o gêmeo depois de perfurar seu anelzinho apertado até se sentir satisfeito. - Agora é a vez de outro teste, vamos ver se você passa… - Anunciou esfregando a glande na bucetinha, pouco antes de penetrá-la a fundo, agarrando-lhe os peitos por trás…Mmmm—espero que você dedique tanta atenção pra minha buceta quanto deu pro meu rabo —disse no ouvido dele, enquanto começava a se ouvir o barulho característicopá, pá, páDos caderazos que elas davam…
Pois é, foi uma noite perfeita pros dois lados: os gêmeos, além de gozarem mais de quatro vezes cada um entre brincadeiras e putaria, puderam confirmar que os sabores dados e esperados eram um sucesso, sem causar efeitos indesejados nem neles nem nelas. Já as novinhas da Grifinória cumpriram seu dever e ainda aliviaram as tensões sendo penetradas por um e outro gêmeo várias vezes, ficando com os ossos doloridos de tanta ação conjunta e a sensação de que podiam passar o ano inteiro sem sexo e não sentir falta.
Pra aguentar, os dois mandaram ver uns caramelos de pau-duro permanente, mas só pra ganhar tempo, porque as bucetas das minas estavam tão molhadas e quentes que pareciam ter o mesmo efeito só de encostar naquelas cabeças ávidas por perversão. Depois de serem comidas em pé, uma de frente pra outra, se beijando com uma mesa no meio, deram por encerrada a noite quente.
— Vocês podem ir, a gente tem que achar o remédio nessa bagunça toda. — Informou George, já vestido igual ao irmão, procurando algo entre a caixa de doces de teste e as mochilas deles.
— Tão doentes ou algo assim? — Perguntou Hermione arrumando a juba leonina num espelhinho de mão.
— É, tamos com a pica dura que nem pata de cachorro envenenado. — Reclamou Fred. — Se não acharmos o antídoto, vamos ficar assim uma semana. A gente sabe bem.
— Vamos ser o motivo de piada da Sala Comunal se sairmos por aí com uma barraca de acampamento entre as pernas…
Entre risadas e felicidade, Hermione e Gina saíram daquela sala com os primeiros raios do novo dia aparecendo pelas janelas do castelo. Era incrivelmente tarde, mas tinha valido a pena. Não tinham um pingo de sono, como se o sexo tivesse recarregado elas com uma energia estranha.
— Tá feliz com o que ganhou, imagino. — Disse a ruiva ao ver o troféu: um multidildo. Expansível de iniciante
— Te aviso pra usar com cuidado, ser de iniciante só quer dizer que é menos firme.
— Vou levar em conta… E você? Com o que ficou?
Ginny mostrou uma caixinha que continha vários brincos, correntinhas e argolas.
— São acessórios falsos, pra não ter que furar e ficar parecendo uma profissional de verdade. — Disse piscando um olho. — Mal posso esperar pra estrear e me perguntarem onde fiz, os caras vão alucinar.
Embora Hermione não achasse grande coisa, lembrou da coleção enorme da Ginny e pensou que devia estar faltando aquilo. As duas riram e comentaram sobre a noite que tiveram e o passado lascivo da ruiva. Talvez por estarem com os hormônios virados como uma poção multijuice, não perceberam que estavam tagarelando na solidão do castelo de madrugada, quase sem pressa de voltar pra Sala Comunal.
Foi quando Ginny estava prestes a contar sobre a primeira vez que topou aquele acordo sinistro que uma presença escura, alta e severa as interceptou a poucos metros de chegar no corredor que levava ao quadro da Mulher Gorda.
Era Snape, que as examinava como um falcão lá de cima com aqueles olhos pretos e penetrantes. Deram pra notar como a raiva crescia no chefe da Sonserina enquanto entendiam que estavam expulsas.
— Talvez o pessoal da Grifinória seja importante demais pra se meter em assuntos externos ou regras, mas talvez tenham ouvido falar de um tal… Sirius Black. — Repreendeu-as com tédio.
— Sim, senhor. — Respondeu Hermione, mais pra quebrar o silêncio do que outra coisa, obviamente não esperava resposta.
— Então, se têm um pingo de consciência do que está rolando, talvez tenham um motivo importante pra vagar pelo castelo a essa hora, estando duplamente proibido, sem a companhia de um professor, com tudo o que está acontecendo agora…
— Desculpa, é que a Hermione queria ir ao banheiro, ela tava se sentindo muito…
— Silêncio! — Cortou-a secamente. Têm sorte de eu não expulsá-las agora mesmo, suas mentirosas. Estou surpreso com você, Weasley, depois do escândalo que protagonizou no ano passado…
Ginny corou ao lembrar da manipulação do diário, que terminou com o resgate de Harry na Câmara Secreta.
— Eu teria muito mais cuidado, depois do dano causado a esta escola, tentaria seguir as regras, ou qualquer um diria que você faz isso de propósito…
— De propósito? — retrucou Hermione em defesa da amiga. — Ela foi vítima de magia negra e você sabe disso.
— Quando não, a resposta a uma pergunta que ninguém fez, a impertinente Hermione Granger — sussurrou frio como um iceberg. — Um ímã vivo para problemas e, aparentemente, para bruxos…
Hermione ficou travada, sem saber ao que ele se referia, embora ele tenha confirmado na hora.
— Enquanto Weasley se metia com magia negra, Granger preferiu se meter com outro tipo de magia, a favorita de Gilderoy… ah, sim, é preciso cuidado com quem se fode, nem todos sabem guardar segredos, senhorita Granger — tal revelação fez suas bochechas ficarem da cor do cabelo de Ginny.
As garotas estavam juntas, quase tremendo, implorando para que o nariz aquilino de Snape não sentisse o pecado sobre seus corpos daquela noite nem fizesse mais perguntas. Algo dizia à morena que aquele professor detectava mentiras como se lesse mentes. Parecia saber de tudo e as tinha à mercê de suas garras.
— Ao meu escritório, amanhã às onze. Sem falta. Eu mesmo colocarei seus pertences para fora dos terrenos se não aparecerem na hora marcada. Entendido? — Ambas assentiram como freiras, e assim que o professor lhes deu passagem, caminharam com os rabinhos apertados em direção ao retrato.
— Ah, e tomem um banho, vocês fedem a esgoto de taverna… típico das Grifinórias… — sussurrou com malícia.
Hermione, mais por decoro que outra coisa, olhou para o professor e assentiu nervosa enquanto Ginny a puxava pela túnica e a fazia entrar na Sala Comunal, entre risadas. Elas teriam se salvado por um milagre. Hermione não entendeu, mas foi só por um motivo que o professor não tinha expulsado elas armando um escândalo de proporções catastróficas.
- Se você tivesse ido sozinha, estaria expulsa. – Sentenciou Gina. – Ele não fez isso porque eu estava com você e ele tem uma fraqueza por mim. – Se vangloriou, inflando o peito, a caminho do quarto. – Os castigos dele vão ser como os que ele me deu no ano passado.
- Você acha que o castigo vai ser severo? Com tudo que tenho que estudar, não só não vou dormir hoje, como amanhã vamos ter que ficar lá até tarde demais.
- Eu não me preocuparia tanto com isso. – Disse subindo com a amiga. – Os castigos com Snape são especiais. – Alertou. – Amanhã toma um banho bem gostoso, vamos ter outra noite agitada, já vai ver…
Valeu por ler! 😉 espero que tenham gostado. Não esqueçam de comentar ou dar nota :D
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