Meu nome é Eduardo, tenho 1,70m e um pouco acima do peso, 33 anos. Minha esposa se chama Elia, tem 1,68m, magra, 35 anos. Ela não tem um corpão de modelo nem nada do tipo, mas o formato dela é bem definido, a cintura divide muito bem o corpo, cabelo liso que às vezes ela tinge de vermelho ou de loiro.
Eu trabalho em um supermercado há alguns anos. Por motivos financeiros, em setembro de 2006, minha esposa precisou procurar emprego. Ela entregou muitos currículos em diferentes lugares e finalmente foi contratada em uma loja de roupas. O horário seria das 9h às 14h e das 16h às 19h30, de segunda a sexta, e aos sábados só meio dia. Achamos que seria um bom horário. O trabalho dela seria atender os clientes que chegassem à loja.
Passaram uns três dias até que finalmente apareceu o Sr. David, que seria o chefe dela (ele é dono da loja). Um cara de 1,80m de altura e 41 anos. Ele também é dono de uma doceria, outra loja de roupas só que esportiva, e além disso tem uma academia. Segundo minha esposa, ele é um cara muito simpático, daqueles com quem você ri por qualquer bobagem que contam e que caem na graça de todo mundo. É casado e tem um corpo muito bem cuidado e malhado, já que faz muito exercício na própria academia, onde atua como instrutor. Ele sempre veste camisetas justas que marcam o corpo atlético, e acho que foi isso que chamou a atenção da minha esposa, já que eu, como disse antes, tô um pouco acima do peso e nunca faço exercício.
Assim passaram as primeiras semanas, e me parece que foi no meio da primeira semana de trabalho que minha esposa me confessou que o Sr. David era muito brincalhão com ela e que, entre uma brincadeira e outra, ele a cortejava. Dizia que ela era uma mulher muito linda, que quando saíam para tomar um café, ir ao cinema... Segundo o que minha esposa me contou, ele propunha tudo isso na forma de brincadeiras e aproveitava a ocasião para que acontecesse, já que é muito engenhoso e tem muito carisma para fazer rir. a galera.
Depois da confissão da minha esposa, todos os dias quando passava por ela à noite para irmos pra casa, eu perguntava o que o Sr. David tinha dito agora ou que coisas ele tinha proposto. Ela, vendo que eu não tinha problema com isso e até brincava, respondia com naturalidade e às vezes até de forma engraçada me contava o que o chefe propunha e os elogios que fazia, dizendo que ela era uma mulher muito gostosa e que ele gostava muito dela porque ela é baixinha e assim seria mais fácil fazer umas coisinhas, se ela topava ir comer com ele ou se ele a convidava pra tomar uma bebida aqui ou ali… Até eu mesmo cheguei a comentar com minha esposa: "E com certeza ele também já deve ter dito se vocês forem lá naquele lugar que te contei". Minha esposa só deu uma risada e me chamou de "bobo".
Passaram mais duas semanas e a amizade entre minha esposa e o Sr. David ficou mais próxima. A confiança entre os dois tinha virado a de dois velhos amigos de muitos anos. Foi quando uma noite, ao buscá-la no trabalho, ela me confessou que tinha aceitado sair pra comer com o Sr. David. Isso me deu uma certa insegurança, mas não mostrei pra ela e só me limitei a perguntar com um sorriso tímido: "E o que aconteceu?" Ela respondeu: "Nada, só saímos pra comer". "Ahã — eu disse —, tenho fé". Ela deu uma risada e falou: "Sério, só comemos. Bom, na verdade ele tentou me beijar, mas não deixei".
Essa última parte me desconcertou completamente. Senti um ciúme terrível. O que no começo parecia uma brincadeira agora estava tomando um rumo perigoso. "O que você fez quando ele tentou te beijar?" "Bom, eu falei pra ele ficar quieto e lembrar que sou casada" — pelo jeito que ela me contou, imagino que, mesmo não deixando ele beijá-la, também não ficou nem um pouco incomodada com a ousadia do chefe. "E depois o que aconteceu?" "Aí ele disse que não liga porque não é ciumento". "É, imagino", respondi. Na hora, ela me viu um pouco mais sério e disse: "Não seja bobo, você sabe bem que eu só amo você. Ele só está brincando, você sabe que… ele é muito brincalhão" Então, para disfarçar meu ciúme, agarrei ela pela cintura e a beijei.
Assim continuou por mais alguns dias, e eu a encorajava a me contar como tinha sido com o Sr. David. Isso dava confiança à minha esposa, e ela me contava tudo. Passou uma semana desde a primeira vez que saíram para jantar, e ela me contou que tinham saído de novo. Dessa vez, notei que ela estava um pouco mais séria do que nas outras ocasiões quando me contava as coisas, e com certa dificuldade, como se não quisesse me dizer, ela confessou: "É que hoje ele me beijou." "E você, o que fez?" Ela respondeu: "Nada, é que... não sei o que me deu." Não soube o que dizer nem como agir, só consegui falar com um leve sorriso: "Tem certeza que só jantaram e depois se beijaram, ou também foram lá...?" Ela respondeu: "Não seja bobo."
A resposta dela já estava mais relaxada, talvez pela forma como eu recebi a confissão. "Não acredito – continuei dizendo – tenho certeza que também foram lá... no lugar que te falei." Ela baixou o olhar por alguns segundos, depois olhou para cima e me disse com um sorriso tímido: "Bem... ele até propôs, mas eu disse que não." "Ah, é, claro..." disse ainda sorrindo, mas o que eu realmente queria saber era o que tinha acontecido de verdade, e sabia que se eu ficasse bravo, minha esposa não me contaria mais nada. Ela continuou: "De verdade, não aconteceu mais nada." "Tem certeza?" respondi incrédulo. "Bom – ela disse – ele só tocou aqui (apontando para os seios)."
Todas essas confissões estavam gerando muito nervosismo entre nós dois, dava para perceber nas palavras dela. Eu, por minha vez, me sentia talvez mais nervoso do que ela, e com vontade de saber cada vez mais. Não consegui me conter e, com o mesmo nervosismo, perguntei: "Você gostou?" Ela me olhou um pouco confusa e respondeu: "Um pouco... mas você sabe que eu te amo." "Eu também te amo." E logo em seguida, dei um beijo nela como quando éramos namorados. Nem preciso dizer que naquela noite fizemos amor como nunca.
No dia seguinte, ela me ligou no trabalho: "Oi, amor, sabe, não fique bravo, mas o Sr. David quer que eu o acompanhe para jantar de novo." "O Sr. David ou seu namorado", ela riu e me disse 'não é meu namorado, é o Sr. David' 'e aquele beijo do qual você me falou ontem?' 'bem, foi só isso, um beijinho, mas ele não é meu namorado' 'aha, claro, e vocês vão só jantar' "sim – respondeu – só jantar" eu, do outro lado do telefone, comecei a criar mil ideias na cabeça e queria saber o que estava acontecendo, mesmo que talvez pudesse doer o que eu ouvisse "O que aconteceu hoje, como ele te tratou?" "bem, como sempre" "ele te beijou?" 'sim, me beijou como ontem'
Eu queria saber mais e mais, tudo estava parecendo como se eu fosse um espectador, um conformista que só observa calado, minha esposa terminou a conversa dizendo "tenho que ir, ele está vindo, nos vemos daqui a pouco" "sim, tudo bem, até daqui a pouco"... foi a última coisa que eu disse e, a partir daquele momento, não consegui mais me concentrar no meu trabalho porque mil ideias passaram pela minha mente. Eu sabia que qualquer coisa poderia acontecer, tinha imagens que vinham à minha mente, tentando ver as cenas na minha imaginação: minha esposa entregue ao seu trabalho e ao seu chefe, de vez em quando brincando com ela, fazendo comentários sobre o corpo dela, insinuações para dar em cima dela, e minha esposa se esquecendo totalmente de mim, entrando na onda das brincadeiras e insinuações do chefe...
Me imagino minha esposa rindo dos comentários do chefe e agora com novas ilusões, fantasias e necessidades, e sabendo que o Sr. David é capaz de oferecer a ela coisas que eu não posso pela minha posição econômica, sentia que já não era seu dono, era uma espécie de ciúmes, algo doía muito dentro de mim, algo me mantinha inquieto, me martirizando com a imaginação, no entanto, não fazia nada para evitar que as coisas que estavam acontecendo deixassem de acontecer, sentia que era algo maior do que eu podia lidar, não me sentia com segurança para conseguir evitar, imaginava o Sr. David, o chefe da minha esposa, comparando-o comigo, eu um simples empregado, ele um empresário, eu um homem obeso, ele um cara com um corpo malhado e musculoso, eu nem tenho carro, ele tem um carro do ano em que levo minha esposa para passear, e ele pode sair com ela quando quiser.
Assim, no meio de todas essas ideias e bem devagar, chegou a hora de buscá-la. Esperei um momento fora do trabalho dela como sempre, só que dessa vez ela demorou um pouco mais do que o normal. Ao sair, ela me cumprimentou como sempre com um beijo, só que dessa vez eu a abracei e prolonguei mais aquele beijo como se fosse o primeiro. Fomos conversando sobre coisas sem importância até o ponto de ônibus. Já em casa, perguntei o que tinha acontecido à tarde com o Sr. David. Ela me contou com um sorrisinho safado que, quando chegou ao trabalho, o Sr. David já estava lá e a cumprimentou com um beijo, “igual ao que você me deu agora quando saí”.
Depois, comecei a trabalhar e, quando estava fazendo umas contas da venda de ontem, ela se aproximou de mim de novo, me acariciou um pouco e, conversando sobre várias coisas, me propôs sair para comer de novo. “E o que você disse?” “Bom, nada – respondeu – eu disse que sim e depois liguei para você no trabalho”. No carro, eles se beijaram várias vezes. Eu, ainda com meus sentimentos confusos, queria ouvir mais detalhes. Perguntei diretamente: “Só foram comer?” E ela respondeu: “Hmmm, bom, não só comer”. Quando ouvi isso, me senti no meio de um mar de confusões, como uma espécie de medo que invadiu meu corpo e mente, mas também um enorme desejo de ouvir mais. Porém, o que ela me disse não foi o que eu imaginava: “Fomos dar um passeio no Olho d’Água (um balneário natural de Orizaba) e depois fomos para a alameda”.
Isso me acalmou um pouco, mas ao mesmo tempo sentia ciúmes e muitas dúvidas. Minha esposa continuou: “Antes de sair, ele me convidou para dançar na sexta”. Aqui devo mencionar que eu não gosto de dançar e, pelo contrário, minha esposa adora dançar. De novo, não pude objetar nada e perguntei: “E você vai?” Ela me olhou, sorriu e disse: “Bom, faz tempo que não vou dançar, quase desde que nos casamos”. “E a que horas vocês vão?” “Saindo do trabalho, não passa para me buscar”. Esse último comentário me fez sentir como se eu fosse um segundo plano para ela, ela preferiu ir dançar com o chefe a que eu fosse buscá-la. Naquela noite, enquanto fazíamos amor, imaginei várias coisas em relação a tudo que estava acontecendo, sentindo que ela tinha controle sobre mim e o Sr. David sobre nosso casamento.
Na sexta-feira de manhã, quando íamos trabalhar, ela me lembrou (como se fosse necessário): "Hoje não vem me buscar, amor, lembro que vou sair para dançar". Aquele dia foi um dos mais eternos que já vivi, o relógio simplesmente não andava. Quando finalmente anoiteceu, fui até o trabalho da minha esposa e, me escondendo para ninguém me ver, parei numa esquina e de lá fiquei observando. Quando minha esposa saiu, estava acompanhada do Sr. David, de braço dado. Atrás deles vinham mais três caras e uma garota que não são funcionários do lugar...
Dois dos caras e o Sr. David subiram no carro dele, enquanto o outro sujeito e a garota foram em outro veículo. De longe, vi os dois carros se afastando, sabendo que minha esposa estava em um daqueles carros, feliz por estar ali. Eu imediatamente saí do lugar para evitar que alguma colega de trabalho dela me visse ali.
No caminho para casa, mil pensamentos me invadiram, sobre o que provavelmente estariam fazendo, e eu me perguntava constantemente onde estariam naquele momento.
Nem preciso dizer que a noite foi eterna e, embora às vezes eu pegasse no sono, acordava toda hora, não conseguia ficar tranquilo. Assim amanheceu, eram 5:00 da manhã quando ouvi um carro parando em frente à casa. Ouvi algumas vozes masculinas e depois a voz da minha esposa. Levantei na hora para recebê-la. Quando abri a porta, vi minha esposa muito contente. Como cumprimento, ela disse: "Já vim, amor". Eu a abracei forte, dei um beijo e perguntei: "Como foi?" "Bem – respondeu – me diverti muito". Continuei perguntando: "Para onde foram?" "Para o Tumbao". "Conta para mim – quase supliquei – O que aconteceu?"
"Bom, a gente foi dançar, conversar e tomamos um pouco de tequila"
"E o que mais?", eu disse, encarando-a com um pequeno sorriso de cumplicidade, o que lhe deu confiança para me contar o que tentarei narrar a seguir da maneira mais fiel possível.
Antes de sair do trabalho, chegaram alguns amigos do Sr. David: José, Juan, Alberto e Mayra. Esses dois últimos são namorados, segundo ela me contou. Eles ficaram um tempo lá conversando e depois foram para a balada, só que Juan e Mayra se despediram e foram no carro dela. Minha esposa ficou com o Sr. David e os outros dois lá na balada, pedindo bebidas e curtindo a música. De vez em quando, minha esposa e o chefe dela se beijavam como se fossem um casal. Ela aproveitou que era sua primeira noite livre desde que casou comigo e dançava com qualquer um dos três, passou quase o tempo todo dançando.
A convivência foi muito boa. Entre todos os amigos do Sr. David, sabiam que Elia era casada e tinham conhecimento de que, mesmo assim, ela estava com o Sr. David. Além disso, eles eram uns caras bem ousados, daqueles que não mostram muito respeito e são desinibidos. Isso, somado às bebidas que tinham tomado, fez com que começassem a fazer comentários um pouco pesados, como: "Com quem você gosta mais ou quem é melhor? Seu marido ou o David?" Minha esposa, por sua vez, só ria. "Vocês são uns grosseiros", ela disse, fazendo-se de digna. "Esse tipo de coisa não se conta." Mas eles insistiam. Até que um perguntou ao Sr. David: "E como ela é no 'serviço'?" Ao que o Sr. David respondeu: "Você não imagina, ela é uma leoa." E todos terminaram rindo...
O tempo passou e, por volta das 23h, ela estava dançando com Alberto, e ele começou a se esfregar mais do que devia. "Inclusive", minha esposa me disse, "deu pra sentir o pacote dele bem, e ele ainda me apertava contra ele para que eu sentisse mais. De vez em quando, ele baixava a mão para pegar minha bunda."
"E você, o que fez?", perguntei a ela. Ele respondeu: 'Nada, só pegava a mão dele e colocava um pouco mais na minha cintura, ele só ria e eu devolvia o sorriso'. Às 11:30, chegaram alguns amigos do José, que imediatamente cumprimentaram e foram feitas as apresentações: Omar, Carlos e Antonio. Assim, entre conversas, dança e bebidas, passou-se mais um tempo, e o Sr. David decidiu ir embora com minha esposa. José e Alberto disseram que iriam com eles, já que não tinham carro. Minha esposa se despediu dos outros como se fossem velhos amigos, com um beijo na bochecha. Omar acabou sendo o mais ousado, pois a beijou perto da boca.
Assim, saíram do bar, e José sugeriu ir à casa de um amigo para tomar mais uns drinks. Todos concordaram e se dirigiram ao apartamento do amigo do José. Chegaram ao endereço em 15 minutos, tocaram a campainha, e foi recebê-los um homem maduro, de uns 50 anos, o Sr. Ricardo. Ele é solteiro, ou melhor, divorciado, e vive sozinho. José o apresentou a todos e mandaram o Alberto buscar algumas garrafas e cerveja. Já instalados no apartamento do novo amigo, minha esposa e o Sr. David estavam num sofá, se comendo de beijos, enquanto de vez em quando ele tocava os seios dela por cima da blusa. Depois, chegou o Alberto com a cerveja e algumas garrafas de tequila, mas minha esposa já não bebeu mais...
O Sr. David já estava um pouco bêbado nessa altura e começou a beijar minha esposa, para depois tocá-la por todos os lados na frente dos outros. Enquanto continuava beijando, tocava a buceta dela por cima da minissaia e até tentou levantar a blusa e deixar os peitos dela à mostra para chupá-los, mas ela obviamente não permitiu, porque os outros estavam de olho no que acontecia entre eles. Talvez fosse por causa das doses, somado ao fato de estarem sendo observados e ao calor da situação, que decidiram se trancar no quarto da casa. E foi lá que aconteceu...
Já no quarto, se beijaram apaixonadamente, e o Sr. David tocava minha esposa por todos os lados, ao mesmo tempo que tirava a roupa dela o mais rápido que podia. Não demorou muito para tê-la completamente nua. nua, ele tirou a roupa, também jogou na cama e se deitou sobre ela, minha esposa por instinto abriu as pernas e ele introduziu seu pênis... Primeiro ficaram transando na posição de missionário para depois virá-la e colocá-la de quatro, mas segundo me contou minha esposa 'ele estava em cima de mim e eu sentia o orgasmo chegando, sentindo seu corpo duro (já que é musculoso por malhar) e de repente, sem tirar, ele me puxou e se levantou e assim, ele em pé me carregou, eu o abracei pelo pescoço com meus braços e pela cintura com minhas pernas enquanto me carregava por aqui (apontou suas nádegas) adorei mais porque assim ele aguentou muito tempo me carregando e bem, você sabe como eu fico quando fico excitada, acho que os outros ouviram meus gritos fora do quarto... Depois me deitou novamente na cama e começou a lamber aqui (apontou sua vagina) depois se sentou na cama e me puxou de novo e me sentou sobre seu pênis, ficamos frente a frente e enquanto me beijava nessa posição tive um orgasmo maravilhoso, daqueles que há muito não sentia e logo senti como Don David me invadia por dentro enquanto ele também gozava' aí ficaram um tempinho e minha esposa me conta que 'me surpreendeu o que ele me disse já que sempre é muito respeitoso ao falar mas acho que porque estava bêbado ele me disse "chupa minha pica" e eu só obedeci e em um segundo ele ficou duro de novo, me pegou outra vez e me virou, eu me apoiei nas minhas mãos e pernas (de quatro) até que senti de novo como ele terminou dentro de mim' Depois só se deitou e dormiu, então minha esposa saiu do quarto e foi para a sala, lá ainda estavam Ricardo, José e Alberto, 'quando me viram sair começaram a dizer um monte de coisas, José me disse "ah, sua puta, você acabou com ele" (fazendo alusão a que ele dormiu) e eu, para não virar motivo de piada, só respondi "ele não durou nem pro começo" mas em vez de acalmá-los, continuaram me dizendo coisas como "bom, aqui estou eu, minha rainha" Don Ricardo ele me disse: "comigo você não fica com fome"
Minha esposa continuou convivendo com eles, embora não tenha continuado bebendo, ficou de muito bom humor pelo resto da noite, fazendo piadas com eles. Ao se sentirem mais à vontade, e vendo que por parte da minha esposa não havia problema, dançaram com ela um por um e, enquanto dançavam, a apalparam por todo o corpo. No início, minha esposa não permitia, embora também tenha me confessado que os três tocaram nela quanto quiseram. Depois, foram deixá-la em casa e, como o Sr. David continuava dormindo, não foi com eles. Ainda fora da minha casa, enquanto se despediam, o Sr. Ricardo a beijou e tocou seus peitos e bunda dentro do carro, diante da vista de Alberto e José. Como já mencionei antes, quando ela entrou em casa, me cumprimentou com um "cheguei, meu amor", e eu a recebi com um beijo profundo nos lábios.
Isso aconteceu na primeira vez que minha esposa me traiu com seu chefe, o Sr. David, mas a história dessa traição não terminou aí...
Eu trabalho em um supermercado há alguns anos. Por motivos financeiros, em setembro de 2006, minha esposa precisou procurar emprego. Ela entregou muitos currículos em diferentes lugares e finalmente foi contratada em uma loja de roupas. O horário seria das 9h às 14h e das 16h às 19h30, de segunda a sexta, e aos sábados só meio dia. Achamos que seria um bom horário. O trabalho dela seria atender os clientes que chegassem à loja.
Passaram uns três dias até que finalmente apareceu o Sr. David, que seria o chefe dela (ele é dono da loja). Um cara de 1,80m de altura e 41 anos. Ele também é dono de uma doceria, outra loja de roupas só que esportiva, e além disso tem uma academia. Segundo minha esposa, ele é um cara muito simpático, daqueles com quem você ri por qualquer bobagem que contam e que caem na graça de todo mundo. É casado e tem um corpo muito bem cuidado e malhado, já que faz muito exercício na própria academia, onde atua como instrutor. Ele sempre veste camisetas justas que marcam o corpo atlético, e acho que foi isso que chamou a atenção da minha esposa, já que eu, como disse antes, tô um pouco acima do peso e nunca faço exercício.
Assim passaram as primeiras semanas, e me parece que foi no meio da primeira semana de trabalho que minha esposa me confessou que o Sr. David era muito brincalhão com ela e que, entre uma brincadeira e outra, ele a cortejava. Dizia que ela era uma mulher muito linda, que quando saíam para tomar um café, ir ao cinema... Segundo o que minha esposa me contou, ele propunha tudo isso na forma de brincadeiras e aproveitava a ocasião para que acontecesse, já que é muito engenhoso e tem muito carisma para fazer rir. a galera.
Depois da confissão da minha esposa, todos os dias quando passava por ela à noite para irmos pra casa, eu perguntava o que o Sr. David tinha dito agora ou que coisas ele tinha proposto. Ela, vendo que eu não tinha problema com isso e até brincava, respondia com naturalidade e às vezes até de forma engraçada me contava o que o chefe propunha e os elogios que fazia, dizendo que ela era uma mulher muito gostosa e que ele gostava muito dela porque ela é baixinha e assim seria mais fácil fazer umas coisinhas, se ela topava ir comer com ele ou se ele a convidava pra tomar uma bebida aqui ou ali… Até eu mesmo cheguei a comentar com minha esposa: "E com certeza ele também já deve ter dito se vocês forem lá naquele lugar que te contei". Minha esposa só deu uma risada e me chamou de "bobo".
Passaram mais duas semanas e a amizade entre minha esposa e o Sr. David ficou mais próxima. A confiança entre os dois tinha virado a de dois velhos amigos de muitos anos. Foi quando uma noite, ao buscá-la no trabalho, ela me confessou que tinha aceitado sair pra comer com o Sr. David. Isso me deu uma certa insegurança, mas não mostrei pra ela e só me limitei a perguntar com um sorriso tímido: "E o que aconteceu?" Ela respondeu: "Nada, só saímos pra comer". "Ahã — eu disse —, tenho fé". Ela deu uma risada e falou: "Sério, só comemos. Bom, na verdade ele tentou me beijar, mas não deixei".
Essa última parte me desconcertou completamente. Senti um ciúme terrível. O que no começo parecia uma brincadeira agora estava tomando um rumo perigoso. "O que você fez quando ele tentou te beijar?" "Bom, eu falei pra ele ficar quieto e lembrar que sou casada" — pelo jeito que ela me contou, imagino que, mesmo não deixando ele beijá-la, também não ficou nem um pouco incomodada com a ousadia do chefe. "E depois o que aconteceu?" "Aí ele disse que não liga porque não é ciumento". "É, imagino", respondi. Na hora, ela me viu um pouco mais sério e disse: "Não seja bobo, você sabe bem que eu só amo você. Ele só está brincando, você sabe que… ele é muito brincalhão" Então, para disfarçar meu ciúme, agarrei ela pela cintura e a beijei.
Assim continuou por mais alguns dias, e eu a encorajava a me contar como tinha sido com o Sr. David. Isso dava confiança à minha esposa, e ela me contava tudo. Passou uma semana desde a primeira vez que saíram para jantar, e ela me contou que tinham saído de novo. Dessa vez, notei que ela estava um pouco mais séria do que nas outras ocasiões quando me contava as coisas, e com certa dificuldade, como se não quisesse me dizer, ela confessou: "É que hoje ele me beijou." "E você, o que fez?" Ela respondeu: "Nada, é que... não sei o que me deu." Não soube o que dizer nem como agir, só consegui falar com um leve sorriso: "Tem certeza que só jantaram e depois se beijaram, ou também foram lá...?" Ela respondeu: "Não seja bobo."
A resposta dela já estava mais relaxada, talvez pela forma como eu recebi a confissão. "Não acredito – continuei dizendo – tenho certeza que também foram lá... no lugar que te falei." Ela baixou o olhar por alguns segundos, depois olhou para cima e me disse com um sorriso tímido: "Bem... ele até propôs, mas eu disse que não." "Ah, é, claro..." disse ainda sorrindo, mas o que eu realmente queria saber era o que tinha acontecido de verdade, e sabia que se eu ficasse bravo, minha esposa não me contaria mais nada. Ela continuou: "De verdade, não aconteceu mais nada." "Tem certeza?" respondi incrédulo. "Bom – ela disse – ele só tocou aqui (apontando para os seios)."
Todas essas confissões estavam gerando muito nervosismo entre nós dois, dava para perceber nas palavras dela. Eu, por minha vez, me sentia talvez mais nervoso do que ela, e com vontade de saber cada vez mais. Não consegui me conter e, com o mesmo nervosismo, perguntei: "Você gostou?" Ela me olhou um pouco confusa e respondeu: "Um pouco... mas você sabe que eu te amo." "Eu também te amo." E logo em seguida, dei um beijo nela como quando éramos namorados. Nem preciso dizer que naquela noite fizemos amor como nunca.
No dia seguinte, ela me ligou no trabalho: "Oi, amor, sabe, não fique bravo, mas o Sr. David quer que eu o acompanhe para jantar de novo." "O Sr. David ou seu namorado", ela riu e me disse 'não é meu namorado, é o Sr. David' 'e aquele beijo do qual você me falou ontem?' 'bem, foi só isso, um beijinho, mas ele não é meu namorado' 'aha, claro, e vocês vão só jantar' "sim – respondeu – só jantar" eu, do outro lado do telefone, comecei a criar mil ideias na cabeça e queria saber o que estava acontecendo, mesmo que talvez pudesse doer o que eu ouvisse "O que aconteceu hoje, como ele te tratou?" "bem, como sempre" "ele te beijou?" 'sim, me beijou como ontem'
Eu queria saber mais e mais, tudo estava parecendo como se eu fosse um espectador, um conformista que só observa calado, minha esposa terminou a conversa dizendo "tenho que ir, ele está vindo, nos vemos daqui a pouco" "sim, tudo bem, até daqui a pouco"... foi a última coisa que eu disse e, a partir daquele momento, não consegui mais me concentrar no meu trabalho porque mil ideias passaram pela minha mente. Eu sabia que qualquer coisa poderia acontecer, tinha imagens que vinham à minha mente, tentando ver as cenas na minha imaginação: minha esposa entregue ao seu trabalho e ao seu chefe, de vez em quando brincando com ela, fazendo comentários sobre o corpo dela, insinuações para dar em cima dela, e minha esposa se esquecendo totalmente de mim, entrando na onda das brincadeiras e insinuações do chefe...
Me imagino minha esposa rindo dos comentários do chefe e agora com novas ilusões, fantasias e necessidades, e sabendo que o Sr. David é capaz de oferecer a ela coisas que eu não posso pela minha posição econômica, sentia que já não era seu dono, era uma espécie de ciúmes, algo doía muito dentro de mim, algo me mantinha inquieto, me martirizando com a imaginação, no entanto, não fazia nada para evitar que as coisas que estavam acontecendo deixassem de acontecer, sentia que era algo maior do que eu podia lidar, não me sentia com segurança para conseguir evitar, imaginava o Sr. David, o chefe da minha esposa, comparando-o comigo, eu um simples empregado, ele um empresário, eu um homem obeso, ele um cara com um corpo malhado e musculoso, eu nem tenho carro, ele tem um carro do ano em que levo minha esposa para passear, e ele pode sair com ela quando quiser.
Assim, no meio de todas essas ideias e bem devagar, chegou a hora de buscá-la. Esperei um momento fora do trabalho dela como sempre, só que dessa vez ela demorou um pouco mais do que o normal. Ao sair, ela me cumprimentou como sempre com um beijo, só que dessa vez eu a abracei e prolonguei mais aquele beijo como se fosse o primeiro. Fomos conversando sobre coisas sem importância até o ponto de ônibus. Já em casa, perguntei o que tinha acontecido à tarde com o Sr. David. Ela me contou com um sorrisinho safado que, quando chegou ao trabalho, o Sr. David já estava lá e a cumprimentou com um beijo, “igual ao que você me deu agora quando saí”.
Depois, comecei a trabalhar e, quando estava fazendo umas contas da venda de ontem, ela se aproximou de mim de novo, me acariciou um pouco e, conversando sobre várias coisas, me propôs sair para comer de novo. “E o que você disse?” “Bom, nada – respondeu – eu disse que sim e depois liguei para você no trabalho”. No carro, eles se beijaram várias vezes. Eu, ainda com meus sentimentos confusos, queria ouvir mais detalhes. Perguntei diretamente: “Só foram comer?” E ela respondeu: “Hmmm, bom, não só comer”. Quando ouvi isso, me senti no meio de um mar de confusões, como uma espécie de medo que invadiu meu corpo e mente, mas também um enorme desejo de ouvir mais. Porém, o que ela me disse não foi o que eu imaginava: “Fomos dar um passeio no Olho d’Água (um balneário natural de Orizaba) e depois fomos para a alameda”.
Isso me acalmou um pouco, mas ao mesmo tempo sentia ciúmes e muitas dúvidas. Minha esposa continuou: “Antes de sair, ele me convidou para dançar na sexta”. Aqui devo mencionar que eu não gosto de dançar e, pelo contrário, minha esposa adora dançar. De novo, não pude objetar nada e perguntei: “E você vai?” Ela me olhou, sorriu e disse: “Bom, faz tempo que não vou dançar, quase desde que nos casamos”. “E a que horas vocês vão?” “Saindo do trabalho, não passa para me buscar”. Esse último comentário me fez sentir como se eu fosse um segundo plano para ela, ela preferiu ir dançar com o chefe a que eu fosse buscá-la. Naquela noite, enquanto fazíamos amor, imaginei várias coisas em relação a tudo que estava acontecendo, sentindo que ela tinha controle sobre mim e o Sr. David sobre nosso casamento.
Na sexta-feira de manhã, quando íamos trabalhar, ela me lembrou (como se fosse necessário): "Hoje não vem me buscar, amor, lembro que vou sair para dançar". Aquele dia foi um dos mais eternos que já vivi, o relógio simplesmente não andava. Quando finalmente anoiteceu, fui até o trabalho da minha esposa e, me escondendo para ninguém me ver, parei numa esquina e de lá fiquei observando. Quando minha esposa saiu, estava acompanhada do Sr. David, de braço dado. Atrás deles vinham mais três caras e uma garota que não são funcionários do lugar...
Dois dos caras e o Sr. David subiram no carro dele, enquanto o outro sujeito e a garota foram em outro veículo. De longe, vi os dois carros se afastando, sabendo que minha esposa estava em um daqueles carros, feliz por estar ali. Eu imediatamente saí do lugar para evitar que alguma colega de trabalho dela me visse ali.
No caminho para casa, mil pensamentos me invadiram, sobre o que provavelmente estariam fazendo, e eu me perguntava constantemente onde estariam naquele momento.
Nem preciso dizer que a noite foi eterna e, embora às vezes eu pegasse no sono, acordava toda hora, não conseguia ficar tranquilo. Assim amanheceu, eram 5:00 da manhã quando ouvi um carro parando em frente à casa. Ouvi algumas vozes masculinas e depois a voz da minha esposa. Levantei na hora para recebê-la. Quando abri a porta, vi minha esposa muito contente. Como cumprimento, ela disse: "Já vim, amor". Eu a abracei forte, dei um beijo e perguntei: "Como foi?" "Bem – respondeu – me diverti muito". Continuei perguntando: "Para onde foram?" "Para o Tumbao". "Conta para mim – quase supliquei – O que aconteceu?"
"Bom, a gente foi dançar, conversar e tomamos um pouco de tequila"
"E o que mais?", eu disse, encarando-a com um pequeno sorriso de cumplicidade, o que lhe deu confiança para me contar o que tentarei narrar a seguir da maneira mais fiel possível.
Antes de sair do trabalho, chegaram alguns amigos do Sr. David: José, Juan, Alberto e Mayra. Esses dois últimos são namorados, segundo ela me contou. Eles ficaram um tempo lá conversando e depois foram para a balada, só que Juan e Mayra se despediram e foram no carro dela. Minha esposa ficou com o Sr. David e os outros dois lá na balada, pedindo bebidas e curtindo a música. De vez em quando, minha esposa e o chefe dela se beijavam como se fossem um casal. Ela aproveitou que era sua primeira noite livre desde que casou comigo e dançava com qualquer um dos três, passou quase o tempo todo dançando.
A convivência foi muito boa. Entre todos os amigos do Sr. David, sabiam que Elia era casada e tinham conhecimento de que, mesmo assim, ela estava com o Sr. David. Além disso, eles eram uns caras bem ousados, daqueles que não mostram muito respeito e são desinibidos. Isso, somado às bebidas que tinham tomado, fez com que começassem a fazer comentários um pouco pesados, como: "Com quem você gosta mais ou quem é melhor? Seu marido ou o David?" Minha esposa, por sua vez, só ria. "Vocês são uns grosseiros", ela disse, fazendo-se de digna. "Esse tipo de coisa não se conta." Mas eles insistiam. Até que um perguntou ao Sr. David: "E como ela é no 'serviço'?" Ao que o Sr. David respondeu: "Você não imagina, ela é uma leoa." E todos terminaram rindo...
O tempo passou e, por volta das 23h, ela estava dançando com Alberto, e ele começou a se esfregar mais do que devia. "Inclusive", minha esposa me disse, "deu pra sentir o pacote dele bem, e ele ainda me apertava contra ele para que eu sentisse mais. De vez em quando, ele baixava a mão para pegar minha bunda."
"E você, o que fez?", perguntei a ela. Ele respondeu: 'Nada, só pegava a mão dele e colocava um pouco mais na minha cintura, ele só ria e eu devolvia o sorriso'. Às 11:30, chegaram alguns amigos do José, que imediatamente cumprimentaram e foram feitas as apresentações: Omar, Carlos e Antonio. Assim, entre conversas, dança e bebidas, passou-se mais um tempo, e o Sr. David decidiu ir embora com minha esposa. José e Alberto disseram que iriam com eles, já que não tinham carro. Minha esposa se despediu dos outros como se fossem velhos amigos, com um beijo na bochecha. Omar acabou sendo o mais ousado, pois a beijou perto da boca.
Assim, saíram do bar, e José sugeriu ir à casa de um amigo para tomar mais uns drinks. Todos concordaram e se dirigiram ao apartamento do amigo do José. Chegaram ao endereço em 15 minutos, tocaram a campainha, e foi recebê-los um homem maduro, de uns 50 anos, o Sr. Ricardo. Ele é solteiro, ou melhor, divorciado, e vive sozinho. José o apresentou a todos e mandaram o Alberto buscar algumas garrafas e cerveja. Já instalados no apartamento do novo amigo, minha esposa e o Sr. David estavam num sofá, se comendo de beijos, enquanto de vez em quando ele tocava os seios dela por cima da blusa. Depois, chegou o Alberto com a cerveja e algumas garrafas de tequila, mas minha esposa já não bebeu mais...
O Sr. David já estava um pouco bêbado nessa altura e começou a beijar minha esposa, para depois tocá-la por todos os lados na frente dos outros. Enquanto continuava beijando, tocava a buceta dela por cima da minissaia e até tentou levantar a blusa e deixar os peitos dela à mostra para chupá-los, mas ela obviamente não permitiu, porque os outros estavam de olho no que acontecia entre eles. Talvez fosse por causa das doses, somado ao fato de estarem sendo observados e ao calor da situação, que decidiram se trancar no quarto da casa. E foi lá que aconteceu...
Já no quarto, se beijaram apaixonadamente, e o Sr. David tocava minha esposa por todos os lados, ao mesmo tempo que tirava a roupa dela o mais rápido que podia. Não demorou muito para tê-la completamente nua. nua, ele tirou a roupa, também jogou na cama e se deitou sobre ela, minha esposa por instinto abriu as pernas e ele introduziu seu pênis... Primeiro ficaram transando na posição de missionário para depois virá-la e colocá-la de quatro, mas segundo me contou minha esposa 'ele estava em cima de mim e eu sentia o orgasmo chegando, sentindo seu corpo duro (já que é musculoso por malhar) e de repente, sem tirar, ele me puxou e se levantou e assim, ele em pé me carregou, eu o abracei pelo pescoço com meus braços e pela cintura com minhas pernas enquanto me carregava por aqui (apontou suas nádegas) adorei mais porque assim ele aguentou muito tempo me carregando e bem, você sabe como eu fico quando fico excitada, acho que os outros ouviram meus gritos fora do quarto... Depois me deitou novamente na cama e começou a lamber aqui (apontou sua vagina) depois se sentou na cama e me puxou de novo e me sentou sobre seu pênis, ficamos frente a frente e enquanto me beijava nessa posição tive um orgasmo maravilhoso, daqueles que há muito não sentia e logo senti como Don David me invadia por dentro enquanto ele também gozava' aí ficaram um tempinho e minha esposa me conta que 'me surpreendeu o que ele me disse já que sempre é muito respeitoso ao falar mas acho que porque estava bêbado ele me disse "chupa minha pica" e eu só obedeci e em um segundo ele ficou duro de novo, me pegou outra vez e me virou, eu me apoiei nas minhas mãos e pernas (de quatro) até que senti de novo como ele terminou dentro de mim' Depois só se deitou e dormiu, então minha esposa saiu do quarto e foi para a sala, lá ainda estavam Ricardo, José e Alberto, 'quando me viram sair começaram a dizer um monte de coisas, José me disse "ah, sua puta, você acabou com ele" (fazendo alusão a que ele dormiu) e eu, para não virar motivo de piada, só respondi "ele não durou nem pro começo" mas em vez de acalmá-los, continuaram me dizendo coisas como "bom, aqui estou eu, minha rainha" Don Ricardo ele me disse: "comigo você não fica com fome"
Minha esposa continuou convivendo com eles, embora não tenha continuado bebendo, ficou de muito bom humor pelo resto da noite, fazendo piadas com eles. Ao se sentirem mais à vontade, e vendo que por parte da minha esposa não havia problema, dançaram com ela um por um e, enquanto dançavam, a apalparam por todo o corpo. No início, minha esposa não permitia, embora também tenha me confessado que os três tocaram nela quanto quiseram. Depois, foram deixá-la em casa e, como o Sr. David continuava dormindo, não foi com eles. Ainda fora da minha casa, enquanto se despediam, o Sr. Ricardo a beijou e tocou seus peitos e bunda dentro do carro, diante da vista de Alberto e José. Como já mencionei antes, quando ela entrou em casa, me cumprimentou com um "cheguei, meu amor", e eu a recebi com um beijo profundo nos lábios.
Isso aconteceu na primeira vez que minha esposa me traiu com seu chefe, o Sr. David, mas a história dessa traição não terminou aí...
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1 comentários - O chefe da minha esposa