Ana e eu 2

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Quando cheguei em casa, meu pai já tava deitado, a Anita tava no quarto e a única que ainda tava acordada era minha mãe, ela tava me esperando.

M veni love, senta aqui, precisamos conversar.

O que foi, gata?

M esta ana é uma puta, filho.

Por que você diz isso?

M, olha meu filho, eu devia ficar calada, mas não consigo. Você é a primeira pessoa, acima de qualquer outra.

Que foi, já tá sentindo ciúmes dela? É normal.

Que ciúme nada, seu tarado. Me escuta com atenção, vou te contar o que rolou quando você foi pra casa dos seus pais.

O que foi?

Ela entrou no quarto dela pra arrumar a roupa, eu fui tomar banho e quando saí, teu pai não tava. Fui no quarto e não achei ele, aí já pensei no pior e não me enganei, ele tava no teu quarto com a ana, tava metendo nela gostoso, a putinha, feito uma cachorra, gemendo baixinho e até ouvi ela falar: PELO CU NÃO. Pelo visto ele não deu a mínima e arrombou ela do mesmo jeito, não dava pra acreditar, de novo me corneando na minha cara, o filho da puta, e ainda por cima com a mulher do nosso filho. Teu pai não tem limite, amor, ele sabe que eu sei porque me viu quando saiu do teu quarto, ela não saiu em nenhum momento, então se você for lá do lado, vai ver que tô falando a verdade, é só tocar na buceta dela ou no cu.

Mãe, não acreditei que ia rolar assim. A gente tem um relacionamento bem liberal. Vou ser sincero: na noite que vocês deixaram a casa pra mim, foram quatro casais que se reuniram e a gente fez troca de casais. Foi uma experiência gostosa. E tem mais: se viemos pra cá é porque com os pais dela tá tudo errado. A mãe dela é mais piranha que o caralho, e eu como ela direto. E ainda por cima, o pai dela adora ver eu comendo ela e até pede pra eu arrombar o cu dele, coisa que já fiz várias vezes. Até botamos eles pra farrear com o Juan, tudo a pedido da Anita. Hoje mesmo eu comi os dois de novo, mas só fiz porque a Ana pediu. O velho eu dou pica na oficina ao meio-dia, quando ela vem trazer a comida. Por isso mesmo a gente não queria ficar lá. A gente tinha feito um acordo: ninguém comeria ela se eu não permitisse. Agora, com o que você me contou, esse acordo foi quebrado e não tem volta. Vou falar com ela agora e pedir pra ela ir pra casa dos pais. Não quero ver ela nunca mais. Amo ela de alma, mas mentira e enganação eu não tolero. Não sei se vou conseguir dormir, mas amanhã cedo pego o pai dela e, se não encher ele de porrada, é porque ele deu sorte. Já vou vazar dessa casa. Sinto muito por você, mãe, mas ele eu não quero ver nunca mais.

Tá calma, fede. Primeiro conversa com ela, ela é muito mulherzinha. Se ela realmente te ama, ela mesma vai te contar. Talvez o filho da puta tenha forçado ela e ela deixou ele comer pra não complicar tudo. Eu sei o que tô te falando, filho, mas eu tinha que te contar. Se vocês têm um relacionamento tão aberto, tudo bem, mesmo que eu não goste muito, eu respeito. Mas como você mesmo disse, nada de fazer coisas escondidas, isso é traição, porque vocês dois concordaram com isso. Agora vai, entra no teu quarto e pensa bem no que vai fazer. Amanhã eu falo com seu pai. Isso eu não perdoo. Não culpo tanto ela quanto ele. Pelo menos um pouco de respeito por mim. Achei que ele tinha mudado, mas não muda mais. Então, cada um pro seu lado.

Fica tranquila, mãe, eu vou falar com ele e tudo vai se resolver. Ele não é um cara ruim e, sinceramente, não entendo. Tendo uma mulher tão gostosa em casa, vai se meter com a primeira que aparece na frente.

M ana é bem mais nova, filho. É o sonho de todo homem de meia-idade, mas não sabe se controlar e não mede as consequências. Se você largar ela, de quem é a culpa? Dela, em parte, mas a culpa maior é dele, porque não te respeitou nem como filho nem como homem.

Já sei, mãe, mas agora deixa assim, deixa ela falar primeiro e depois tu fala. Mas isso não se resolve só conversando, cheguei no limite e não dá mais. A Ana também, não acho que consigo perdoar ela, tô muito magoado. Se ela tivesse me contado, seria diferente, mas assim, não dá, mãe. Agora vai descansar tranquila, que isso eu resolvo.

A porta do meu quarto se abriu e a Anita saiu. Quando ela nos viu, se aproximou, olhou nos meus olhos, me agarrou e tentou me dar um beijo. Eu recusei. Falei: "A GENTE PRECISA CONVERSAR". Ela disse: "ESTOU TE ESPERANDO PRA ISSO, amor. VAMOS PRA DENTRO DO QUARTO". Eu falei que não, que seria melhor conversar com a minha mãe também, pra esclarecer tudo de uma vez. O que houve com o meu pai? Você transou com ele, como a minha mãe me disse?

ANA: sim, papi, é verdade, mas deixa eu te explicar, por favor

Não tem nada pra explicar, Ana, já era. Se você tem que explicar pra alguém, é pra ela, não pra mim. Entre nós não tem mais nada. Você traiu a confiança. A gente combinou de ser liberais, de se consultar sobre tudo, de não esconder nada nem fazer nada sem o outro saber, e não foi assim. O primeiro que te dá apoio já te come. No fim, você é só mais uma puta qualquer. Agora vai explicar pra minha mãe o que aconteceu, e depois vai se esquecendo de mim. Não quero ser um corno que todo mundo zoa e que descobre as coisas por último, ou só depois que já passou tudo.

ANA, no papi, nãooo, deixa eu te explicar, amor, tava te esperando pra te contar, céus, me entende, por favor. Seu pai entrou no quarto e me agarrou por trás, me abraçou e encostou o pau dele na minha bunda e falou: "NÃO FALA NADA, VADIA, NEM RESPIRA", e começou a me apalpar. Fiquei com muito medo, amor, e feito uma idiota deixei ele fazer até ele levantar minha saia e arrancar minha calcinha fio dental. Sem me deixar mexer, meteu até o fundo. Ele tem um pau grande, filho da puta. Doeu, mas doeu mais o jeito que ele fazia. Deu três estocadas e gozou dentro, e depois quis fazer no meu cuzinho. Aí eu falei que não, mas ele insistiu muito, amor. Consegui resistir, mas ele me jogou na cama. Tentei virar, mas ele já tava em cima de mim e falou: "VADIA, VOCÊ NÃO SE SALVA, ENTÃO PARA DE ENCHER O SACO. NA MINHA CASA, QUEM MANDA SOU EU", e meteu de novo, amor. Comeu meu cu, céus. O que eu podia fazer? Me diz. Não conheço ele, não sei se é violento ou não, se ia me bater se eu falasse alguma coisa. Foi isso que aconteceu. Ia te contar quando você chegasse, mas sua mãe chegou na minha frente. Não quero mais morar aqui, céus, mas por favor, não me abandona agora.

M, acredito em você. E se esse cara te largar, eu vou te apoiar. Se eu tivesse no seu lugar, teria feito a mesma coisa.

Sim, claro que sim, amor.

Abracei ela, dei um beijo e mandei ela tomar banho, pedi pra minha velha acompanhar ela e quando entraram no banheiro fui ver meu velho, acordei ele e falei: VOCÊ LEVANTA, PEGA SUAS COISAS E VAI PRO CARALHO AGORA, NÃO QUEREMOS VER VOCÊ AQUI NUNCA MAIS, ENTÃO VASA E AGRADECE QUE EU NÃO TE MATEI, PAI. Meu velho percebeu minha fúria e não falou nada, levantou, se trocou e enquanto fazia isso joguei uma mochila na cama e falei: BOTA SUAS COISAS AQUI, O QUE DEIXAR PRA TRÁS NÃO VÊ MAIS PORQUE VOCÊ NUNCA MAIS ENTRA AQUI. Fechei a porta do quarto e quando saí, a Ana e minha velha tinham saído do banheiro, levei elas pro meu quarto e dei a ele o tempo necessário pra se mandar. Meia hora depois, meu velho bateu na porta do meu quarto e gritei: VAI LOGO DE UMA VEZ. Ouvimos o barulho da porta de casa e saímos, minha velha conferiu o quarto e ele tinha ido embora com as roupas e algumas coisas dele. Já era tarde, então decidimos dormir. Eu tava indo pra cama quando a Anita me disse: OS TRÊS AQUI NÃO CABEM. Falei: CLARO QUE NÃO, SÓ NÓS DOIS. Minha velha disse: SE VOCÊS QUISEREM, A GENTE TROCA DE QUARTO, GENTE. Falei ok e fomos pro quarto dela. Anita, ao me ver deitar, falou: COITADA VAI DORMIR SOZINHA DEPOIS DE TUDO QUE ACONTECEU. AQUI CABEMOS OS TRÊS. Eu não quis saber de nada, mas ela insistiu tanto que me convenceu, no fim eram duas mulheres contra mim. Minha velha logo já tava deitada e ficamos elas cada uma numa ponta e eu no meio. Sabia que nada ia rolar naquela noite e imaginei que, como já tinha sido comida pelo meu velho, a Anita não queria mais sexo e esse foi o motivo pra trazer minha velha, assim ela escapava. Virei de lado encostando na Anita e logo meu pau cresceu, mesmo não querendo nada porque minha velha tava do lado, mas não consegui controlar. Anita falou: NEM TE PASSA PELA CABEÇA, BEBÊ, TUA MÃE TÁ AQUI.

M, não me usa de desculpa, vou no banheiro e pronto.

ANA, não, nem louca, você fica aqui.

Clarooo, já comeu a sua porção, né?

ANA e você também, então é melhor dormir.

Tem razão, é isso que eu tô tentando.

ANA, teu corpo não diz isso.

Dá esse gosto, Ana. Vou no banheiro que já é tarde e aí a gente pode dormir.

ANA, nem louca, já tive demais por hoje. Por que você não acalma ele, já que não fez nada?

M yoooo nooooo

ANA, fala sério, já sei o que rolou. Além disso, não sou igual a ele, não me incomoda nada, e muito menos com você.

Então não te incomoda que eu transe com outra mulher e não com você?

ANA com outra mulher siiiim, mas com ela não, porque ela não vai me roubar.

M pra nadinhaa, pode ficar tranquila

Bom, tá bem, mas fica registrado que você me rejeitou.

Me virei e minha mãe tava ali, acho que sabendo o que a esperava, ou então tinha ficado com tesão com a permissão da Ana e já tava me esperando. Ela tinha virado de costas pra mim e enfiado a bunda bem pra dentro da cama. Quando me virei, não consegui evitar de encostar nela.

M epaaa, parece que não te saciaram, bebê.

Apertei meu pau contra a bunda dela e comecei a movê-la devagar, enquanto minhas mãos foram pros peitos dela e logo tocaram os biquinhos durinhos. Tudo era bem suave e, de repente, senti os peitos da Anita nas minhas costas e a boca dela brincando com minha orelha. Fiz o mesmo com a minha velha, que respondeu com um suspiro seguido de um gemido suave e profundo. Minha mão desceu até a buceta dela e vi que tava toda melada. Continuei esfregando a raba dela e brincando com o biquinho, mas agora também enfiando meu dedo na buceta dela, procurando o clitóris pra massagear, o que fez ela se contorcer toda gostosa e devagar. A cama já era um vulcão em erupção. Tirei minha mão do peito dela e levantei a camisola até deixar a bunda dela semi nua, enquanto, como se adivinhasse minha intenção, a Anita abaixava minha cueca, acariciando meu pau e guiando ele pra xereca. Quando encostei a cabeça na entrada dela, só precisei empurrar um pouco e já tava dentro. Anita disse: "ASSIM MY LOVE, ASSIIII, COME ELA BEM, BEBÊ, ESCUTA O GEMIDO MY LOVE, COMO ME DEIXA COM TESÃO VER VOCÊ COMENDO MEU CÉU". Minha velha só gemia com a minha cavalgada de conchinha, e a Ana já tava se dedando. Virei ela e ela terminou de bruços, e pude ver como a Anita ofereceu a buceta dela pra ela chupar bem fundo. Ela fez isso, e aí vi as duas excitadas como nunca enquanto eu comia ela devagar. Isso, não sei por que, me deixou a mil e comecei a meter mais forte. Foi então que a Ana me disse: "NÃO, MAIS DEVAGAR LOVE, QUE BEM MAMÃE SUA VELHA, TÁ ME FAZENDO VOARRR, DÁ PRA VER QUE TEM EXPERIÊNCIA A VADIA ESSA, SE VOCÊ METER DEVAGARINHO ELA CAPRICHA MAIS, ASSIII VADIA ASSIIII, BOTA A LÍNGUINHAAA". Diminuí o ritmo. Acho que a Ana gozou umas três vezes no mínimo, e minha velha não parava de chupar. De repente, passou pro cuzinho dela. Isso fez a Ana explodir de prazer: "COM ELA NÃO PRECISO DE MACHOSSS, QUE PRAZERRR, QUE VADIA QUE ÉSSSS, SIM ASSIM VADIA ASSIII". Não aguentei mais e me desesperei. Minha velha tava mostrando que era uma verdadeira puta, tão vadia quanto a Mari ou mais. Montei nela igual um bicho e aí ela soltou a boca pra começar a gemer. Falei pra ela: AGORA É A VEZ DA SUA RABA e ela respondeu
SIIIIIII, enfiei bem fundo e enquanto ela se contorcia, a Anita beijava ela com força enquanto brincava com os peitos dela. Não aguentei muito tempo e enchi ela de porra. Saí do cu dela e deixei as duas, que se sentindo livres se abraçaram e enquanto se beijavam, se acariciavam por todo lado. Já não tinha palavras, meu pau estava mais duro do que nunca, e quando a Anita ficou por cima, eu falei AGORA É A SUA VEZ, ela não respondeu nada. Abri as nádegas dela, apoiei meu pau no buraquinho dela e enfiei de uma vez. A Ana DEU UM GRITO DE DOR. "Seu bruto, caralho!" gritou minha velha. "Não vê que acabaram de partir ela ao meio?" Isso me fez pirar a cabeça. Aí percebi o quão putas as duas eram. Meu velho não tinha forçado tanto a Ana, ela estava me mostrando que também tinha ficado com tesão. Penetrei ela com fúria e força, e bem rápido a raba dela ficou no rubro como nunca. A Ana não conseguia falar nada porque a boca da minha velha não deixava. Fiquei assim um bom tempo, era como um castigo pela traição dela. A Ana tinha a mão na buceta da minha velha e a punhetava sem piedade, fazendo ela gozar.


Várias vezes, tudo era tesão, muito tesão mesmo e eu já tava exausto de verdade, senti um jato de porra vindo, mesmo achando que não seria muita, e me deixei cair sobre a Anita, enfiando bem fundo. Fiquei parado ali enquanto ela recebia as porradas no cu, senti o corpo dela tremer igual uma folha, a putinha tinha gozado igual uma cadela no cio. Levantei e fui pro banheiro, tomei um banho e quando voltei elas ainda estavam enroscadas uma na outra. Fui pro meu quarto e dormi.

 

 

 

 

 

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