E A HISTÓRIA CONTINUA
OBRIGADO PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS
No final daquela noite, meu velho não veio. Ligou e disse que não ia rolar, que tinha viajado pra Mar del Plata e só voltaria no dia seguinte. Falei com ele e mandei: "Quando você voltar, quero ter uma conversa". Ele estranhou o jeito que eu falei, mas não disse nada, só concordou. A noite passou tranquila, finalmente cada um dormiu no seu quarto. De manhã, fui pra escola e depois, quando saí, fui buscar a Ana. Naquele dia, quis surpreender ela, fui todo estiloso. Ela percebeu na hora e, quando saiu, me abraçou e me deu um beijo. Acho que foi mais pra me mostrar pras amigas dela. Caminhamos uns quarteirões abraçados, mas eu falei pra gente só se dar as mãos. Ela perguntou por quê, e eu disse: "Por causa do seu irmão". "QUE SE FODA SE ELE NÃO GOSTAR", ela respondeu. Parecia decidida a assumir o que a gente sentia. Foi aí que, poucos quarteirões depois, a gente cruzou com ele. O Juan ficou chocado pra caralho, e eu percebi que não curtiu nada. Por um lado, era óbvio que ele não ia gostar de ver a irmã abraçada com quem ele tinha comido, mas fazer o quê, as coisas eram assim.
JUAN, o que vocês dois estão fazendo?
ANA veio me buscar, qual é o seu problema?
JUAN, nada, só que acho estranho.
ANA, é que a gente se deu bem com seu amigo.
JUAN, não pode serrrr
ANA, o que tem de ruim?
JUAN, você é uma mocinha, e esse aí já deixou de ser meu amigo. Isso não se faz.
ANA, por quê? Se eu gosto e ele também, além disso é maneiro.
JUAN, vamos pra casa e você toma jeito, para de abraçar ela.
Para, para, Juan, o que foi? Por que você trata ela assim?
JUAN porque não gosto porra nenhuma. ANA quem tem que gostar é de mim, então toma essas, que você não é papa.
Vai, Juan, para de encher o saco, não estamos fazendo nada de errado, só tô acompanhando ela até em casa.
JUAN: bom, agora eu acompanho ela, você vaza.
ANA, aqui quem se caga é você, seu idiota.
Beleza beleza, vamos nós três juntos, vai. Não quero que briguem, porque não sei de quem ficar do lado.
JUAN tá bem, mas contigo vou falar.
Sem drama.
ANA, deixa ele em paz.
Continuamos andando e, ao chegar perto da casa dela, a Ana se virou e, como que desafiando o irmão dela, me deu um beijo e disse: "Não quer passar aqui? Assim te mostro os novos exercícios". O Juan não falou nada, pelo contrário, também me convidou. A Ana estava muito feliz, e isso deixava o Juan desconfiado. Entramos na casa, o Juan não se desgrudava do nosso lado. A mãe dela não se surpreendeu ao me ver — a véia era muito experiente e com certeza já sabia de algo. Na hora me ofereceu uns mates, que aceitei com muito gosto. A Ana foi pro quarto dela, e eu e o Juan sentamos no comedor.
JUAN, o que cê tá fazendo, maluco? A puta que te pariu.
Não faço nada, mano. Adoro a Ana e ela tá muito afim de mim.
JUAN, não acredito que minha irmã tá saindo com um filho da puta.
Não sou viado retardado, e se for assim qual é o problema
JUAN que ela vai sofrer, filho da puta.
Isso é a última coisa que eu quero, ela me faz feliz e eu faço ela feliz, isso que importa, não acha?
JUAN, se você passar dos limites, juro que te mato.
Tranquilo, já sei disso, mas não tô nem aí agora, só me importo ela.
A mãe do Juan chegou com o mate e perguntou do que a gente tava falando. Eu disse que o Juan era um burro porque não sabia ensinar a irmã dele. Ela falou que eles eram como cachorro e puta, mas que por sorte eu era diferente, pelo menos entendia ela e ensinava direito. Disse que ontem ela tinha praticado muito e que pela primeira vez viu que ela tava gostando de matemática, e riu. Depois falou: "parece que ela gosta mais do novo professor, mas não conta nada". O Juan percebeu que tava tudo contra ele, e aí apareceu a Ana já trocada de roupa, tava uma gostosa. Ela abriu a mochila, pegou o caderno, sentou do meu lado e começou a me mostrar os exercícios. A mãe deu um mate pra ela, e o Juan quis ver, mas nem a mãe nem a Ana deixaram. "OLHA JUAN, TÃO MUITO BEM RESOLVIDOS, REPARA", eu falei. A Ana me perguntou se eu ia ficar, queria ver uns novos que tinham passado pra ela. A mãe dela disse que o almoço já tava quase pronto, e depois de um tempo a mesa tava posta. Não tive escolha. Terminamos de almoçar, e a Ana levou as coisas dela pro quarto, dizendo: "VEM, QUE AQUI É UMA ZONA". Com a passividade da mãe e do Juan, eu segui ela em silêncio. Aí ouvi a mãe dela falar pro Juan: "DEIXA ELES EM PAZ, QUE ELES VÃO ESTUDAR". Entramos no quarto dela, e mal a porta fechou, a Ana já tava em cima de mim. Que tesão que ela tava, e eu nem preciso falar. A gente se beijou, e eu falei: "VÃO NOS OUVIR". Ela respondeu: "NÃO TÔ NEM AÍ", e minha boca se misturava com a dela, procurando brincar com as línguas. Ela não se segurou, e eu senti a Ana pegar na minha pica, que já tava dura que nem pedra. Ela desabotoou minha calça, e eu sussurrei: "NÃÃO, O QUE CÊ TÁ FAZENDO?" Já era tarde, a boca dela já tava brincando com meu pau, me fazendo gemer bem baixinho. Não aguentei nada, e não deu tempo de tirar, enchi a boca dela de leite. Ela, ao contrário do que eu imaginei, não ficou brava, só mostrou a boca e engoliu, dizendo: "É SUA, AMORRRR, TE AMOOOO". Bateram na porta, e eu senti o pior. Era o Juan, e ela gritou: "ME DEIXA ESTUDAAAAAR!" Na hora a gente ouviu a mãe dela brigar com ele. Aí eu percebi. Como eu tinha carta branca, joguei ela na cama e, ao levantar a saia dela, percebi que não estava usando tapa-sexo. Sem dizer nada, apontei meu pau e enfiei devagar. Ela segurava os gemidos e eu os meus. Por Deus, que apertadinha que ela era. Cavalgamos por um bom tempo, ela teve vários orgasmos até que eu tive o meu. Uma foda silenciosa. Nos separamos ao ouvir o grito da mãe dela chamando. Ela enxugou meu gozo com o lençol, se levantou arrumando a roupa enquanto eu já estava vestido de novo. Enquanto abria o caderno, ela saiu do quarto. "QUE FOI, MÃE?" A mãe pediu pra ela levar o almoço pro pai. Eu saí do quarto. Ana resmungou e perguntou por que o João não levava. A mãe respondeu que ele tinha saído pra casa do Carlos. Me ofereci pra acompanhar, mas a mãe disse que não precisava. Ana foi embora e ficamos sozinhos. Maria, a mãe dela, mandou eu sentar. Aí percebi que meu pau ainda tava duro. Ela sentou do meu lado e disse: "ESPERO QUE VOCÊ ESTEJA SE CUIDANDO, NÉ? AINDA NÃO QUERO SER AVÓ." Não soube o que responder. Diante do meu silêncio, ela disse: "ACHOU QUE EU TENHO 50 ANOS À TOA? BASTA OLHAR PRA ELA PRA SABER QUE TÁ COMENDO." Eu ri e tentei negar, mas foi em vão. Só falei que a Ana era muito especial pra mim, e ela disse que era bom que fosse, senão me matava. Maria estava quase em cima de mim e eu continuava excitado. Pela primeira vez, olhei pros peitos dela: eram grandes e lindos. Ela disse de repente: "TÁ GOSTANDO DO QUE VÊ? OLHA BEM." E tirou os peitos pra fora. "GOSTOU? AGORA EU QUERO VER O QUE A MINHA MENINA TÁ COMENDO." Eu tava petrificado, vidrado naqueles peitões enormes, e quase sem perceber já tinha endurecido de novo. "VAI LOGO, IDIOTA, ME MOSTRA DE UMA VEZ." Eu falei: "MAS A ANA PODE VOLTAR." Ela disse: "O PAI NÃO DEIXA ELA VOLTAR, VAI FAZER ELA ACOMPANHAR ELE PRA COMER. VAI LOGO, TIRA." Abri minha calça e baixei a cueca. Meu pau pulou feito mola. Maria pegou nele, se inclinou e disse: "QUE PEDAÇO DE PAU A MINHA MENINA TÁ COMENDO, E TÁ TODO MOLHADO." Não terminou de falar isso que... Já tava me dando um boquete descomunal, eu me soltei e comecei a brincar com as tetonas dela, apertava os bicos e amassava sem parar, ela era uma expert chupando, se continuasse assim com certeza ia encher a boca dela também, falei pra ela e ela parou de chupar dizendo VEM PRA CÁ, se levantou puxando a saia pra cima e me mostrando aquela raba que dava pra ver na cara que já tinha engolido muito pau, chupei ela igual um desesperado enquanto ela só gemia até que ela falou ARROMBA LOGO, e eu fiz, meti de uma vez até as bolas, ela cambaleou e gritou AIiii, pra quêê, comecei a montar nela com tudo, dava pra ver que ela tava com muito tesão e fazia tempo que não transava porque mesmo sendo larga eu sentia que ia arrebentando ela e ela sentia, QUE FILHO DA PUTA VOCÊ É, TÁ ME MATANDO ASSIM, ME DESTROÇA TODA AIiii AI AI AI, a cada palavra dela uma estocada funda que deixava ela tremendo, por sorte ela tava de joelhos no chão, agarrei as tetas dela e massageava enquanto comia a bunda dela e ela só reclamava e gemia, quando percebi que o pau tava inchando tirei de repente, sabia que ia gozar e queria continuar, então meti na buceta dela que tava encharcada e com a mesma fúria ela sentiu tudo lá dentro, aí já não reclamava mais, só gemia e se contorcia de prazer pedindo mais e mais, as perninhas dela subiam e desciam e minhas estocadas eram ferozes até que aí não aguentei mais e enchi ela de porra, bom, não tanto, mas o que sobrou, me joguei em cima dela pra ela sentir bem lá dentro, ela me deixou assim por um tempo e depois falou, deixa eu sair pra lavar, você me matou filho da puta, espero que tenha sido mais suave com a minha filha, levantei e enquanto ela se virava pra se levantar subi a calça e sentei, ela me deu um beijo e falou DISSO NINGUÉM SABE, OUVIU?, respondi CLARO, maria foi pro banheiro e quando saiu eu já tava menos ofegante, sentou do meu lado e falou ENTÃO GENRO, AS PORTAS TÃO ABERTAS PRA VOCÊ E MINHAS PERNAS TAMBÉM PRA QUANDO VOCÊ QUISER, eu ri e falei pra ela
E VOCÊ, MARY, DEIXA ALGUMA COISA PRA ANITA, SENÃO VAI FICAR MUITO COMPLICADO, claaaaro, ela disse rindo. Nisso, a Ana abriu a porta, deixou o pote em cima da mesa e falou: VAMOS CONTINUAR ESTUDANDO. A Maria disse pra gente tomar uns mates primeiro e depois continuar, já que a gente tinha a tarde toda. A Ana reclamou, mas a mãe dela falou: FILHA, EU VOU EMBORA DAQUI A POUCO, ME OBEDECE, VOCÊ VAI TER A TARDE INTEIRA PRA ESTUDARRRR, ME FAZ ESSE GOSTO, NÃO CURTO TOMAR MATE SOZINHA. O olhinho da Ana brilhou, e eu pensei comigo: ESSA VELHA SABE DE TUDO, PEDIU TEMPO PRA EU ME RECUPERAR E A ANA NEM PERCEBEU, AINDA DEIXOU ELA DE BANDEJA PRA MIM A TARDE INTEIRA, QUE FILHA DA PUTA.
OBRIGADO PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS
No final daquela noite, meu velho não veio. Ligou e disse que não ia rolar, que tinha viajado pra Mar del Plata e só voltaria no dia seguinte. Falei com ele e mandei: "Quando você voltar, quero ter uma conversa". Ele estranhou o jeito que eu falei, mas não disse nada, só concordou. A noite passou tranquila, finalmente cada um dormiu no seu quarto. De manhã, fui pra escola e depois, quando saí, fui buscar a Ana. Naquele dia, quis surpreender ela, fui todo estiloso. Ela percebeu na hora e, quando saiu, me abraçou e me deu um beijo. Acho que foi mais pra me mostrar pras amigas dela. Caminhamos uns quarteirões abraçados, mas eu falei pra gente só se dar as mãos. Ela perguntou por quê, e eu disse: "Por causa do seu irmão". "QUE SE FODA SE ELE NÃO GOSTAR", ela respondeu. Parecia decidida a assumir o que a gente sentia. Foi aí que, poucos quarteirões depois, a gente cruzou com ele. O Juan ficou chocado pra caralho, e eu percebi que não curtiu nada. Por um lado, era óbvio que ele não ia gostar de ver a irmã abraçada com quem ele tinha comido, mas fazer o quê, as coisas eram assim.
JUAN, o que vocês dois estão fazendo?
ANA veio me buscar, qual é o seu problema?
JUAN, nada, só que acho estranho.
ANA, é que a gente se deu bem com seu amigo.
JUAN, não pode serrrr
ANA, o que tem de ruim?
JUAN, você é uma mocinha, e esse aí já deixou de ser meu amigo. Isso não se faz.
ANA, por quê? Se eu gosto e ele também, além disso é maneiro.
JUAN, vamos pra casa e você toma jeito, para de abraçar ela.
Para, para, Juan, o que foi? Por que você trata ela assim?
JUAN porque não gosto porra nenhuma. ANA quem tem que gostar é de mim, então toma essas, que você não é papa.
Vai, Juan, para de encher o saco, não estamos fazendo nada de errado, só tô acompanhando ela até em casa.
JUAN: bom, agora eu acompanho ela, você vaza.
ANA, aqui quem se caga é você, seu idiota.
Beleza beleza, vamos nós três juntos, vai. Não quero que briguem, porque não sei de quem ficar do lado.
JUAN tá bem, mas contigo vou falar.
Sem drama.
ANA, deixa ele em paz.
Continuamos andando e, ao chegar perto da casa dela, a Ana se virou e, como que desafiando o irmão dela, me deu um beijo e disse: "Não quer passar aqui? Assim te mostro os novos exercícios". O Juan não falou nada, pelo contrário, também me convidou. A Ana estava muito feliz, e isso deixava o Juan desconfiado. Entramos na casa, o Juan não se desgrudava do nosso lado. A mãe dela não se surpreendeu ao me ver — a véia era muito experiente e com certeza já sabia de algo. Na hora me ofereceu uns mates, que aceitei com muito gosto. A Ana foi pro quarto dela, e eu e o Juan sentamos no comedor.
JUAN, o que cê tá fazendo, maluco? A puta que te pariu.
Não faço nada, mano. Adoro a Ana e ela tá muito afim de mim.
JUAN, não acredito que minha irmã tá saindo com um filho da puta.
Não sou viado retardado, e se for assim qual é o problema
JUAN que ela vai sofrer, filho da puta.
Isso é a última coisa que eu quero, ela me faz feliz e eu faço ela feliz, isso que importa, não acha?
JUAN, se você passar dos limites, juro que te mato.
Tranquilo, já sei disso, mas não tô nem aí agora, só me importo ela.
A mãe do Juan chegou com o mate e perguntou do que a gente tava falando. Eu disse que o Juan era um burro porque não sabia ensinar a irmã dele. Ela falou que eles eram como cachorro e puta, mas que por sorte eu era diferente, pelo menos entendia ela e ensinava direito. Disse que ontem ela tinha praticado muito e que pela primeira vez viu que ela tava gostando de matemática, e riu. Depois falou: "parece que ela gosta mais do novo professor, mas não conta nada". O Juan percebeu que tava tudo contra ele, e aí apareceu a Ana já trocada de roupa, tava uma gostosa. Ela abriu a mochila, pegou o caderno, sentou do meu lado e começou a me mostrar os exercícios. A mãe deu um mate pra ela, e o Juan quis ver, mas nem a mãe nem a Ana deixaram. "OLHA JUAN, TÃO MUITO BEM RESOLVIDOS, REPARA", eu falei. A Ana me perguntou se eu ia ficar, queria ver uns novos que tinham passado pra ela. A mãe dela disse que o almoço já tava quase pronto, e depois de um tempo a mesa tava posta. Não tive escolha. Terminamos de almoçar, e a Ana levou as coisas dela pro quarto, dizendo: "VEM, QUE AQUI É UMA ZONA". Com a passividade da mãe e do Juan, eu segui ela em silêncio. Aí ouvi a mãe dela falar pro Juan: "DEIXA ELES EM PAZ, QUE ELES VÃO ESTUDAR". Entramos no quarto dela, e mal a porta fechou, a Ana já tava em cima de mim. Que tesão que ela tava, e eu nem preciso falar. A gente se beijou, e eu falei: "VÃO NOS OUVIR". Ela respondeu: "NÃO TÔ NEM AÍ", e minha boca se misturava com a dela, procurando brincar com as línguas. Ela não se segurou, e eu senti a Ana pegar na minha pica, que já tava dura que nem pedra. Ela desabotoou minha calça, e eu sussurrei: "NÃÃO, O QUE CÊ TÁ FAZENDO?" Já era tarde, a boca dela já tava brincando com meu pau, me fazendo gemer bem baixinho. Não aguentei nada, e não deu tempo de tirar, enchi a boca dela de leite. Ela, ao contrário do que eu imaginei, não ficou brava, só mostrou a boca e engoliu, dizendo: "É SUA, AMORRRR, TE AMOOOO". Bateram na porta, e eu senti o pior. Era o Juan, e ela gritou: "ME DEIXA ESTUDAAAAAR!" Na hora a gente ouviu a mãe dela brigar com ele. Aí eu percebi. Como eu tinha carta branca, joguei ela na cama e, ao levantar a saia dela, percebi que não estava usando tapa-sexo. Sem dizer nada, apontei meu pau e enfiei devagar. Ela segurava os gemidos e eu os meus. Por Deus, que apertadinha que ela era. Cavalgamos por um bom tempo, ela teve vários orgasmos até que eu tive o meu. Uma foda silenciosa. Nos separamos ao ouvir o grito da mãe dela chamando. Ela enxugou meu gozo com o lençol, se levantou arrumando a roupa enquanto eu já estava vestido de novo. Enquanto abria o caderno, ela saiu do quarto. "QUE FOI, MÃE?" A mãe pediu pra ela levar o almoço pro pai. Eu saí do quarto. Ana resmungou e perguntou por que o João não levava. A mãe respondeu que ele tinha saído pra casa do Carlos. Me ofereci pra acompanhar, mas a mãe disse que não precisava. Ana foi embora e ficamos sozinhos. Maria, a mãe dela, mandou eu sentar. Aí percebi que meu pau ainda tava duro. Ela sentou do meu lado e disse: "ESPERO QUE VOCÊ ESTEJA SE CUIDANDO, NÉ? AINDA NÃO QUERO SER AVÓ." Não soube o que responder. Diante do meu silêncio, ela disse: "ACHOU QUE EU TENHO 50 ANOS À TOA? BASTA OLHAR PRA ELA PRA SABER QUE TÁ COMENDO." Eu ri e tentei negar, mas foi em vão. Só falei que a Ana era muito especial pra mim, e ela disse que era bom que fosse, senão me matava. Maria estava quase em cima de mim e eu continuava excitado. Pela primeira vez, olhei pros peitos dela: eram grandes e lindos. Ela disse de repente: "TÁ GOSTANDO DO QUE VÊ? OLHA BEM." E tirou os peitos pra fora. "GOSTOU? AGORA EU QUERO VER O QUE A MINHA MENINA TÁ COMENDO." Eu tava petrificado, vidrado naqueles peitões enormes, e quase sem perceber já tinha endurecido de novo. "VAI LOGO, IDIOTA, ME MOSTRA DE UMA VEZ." Eu falei: "MAS A ANA PODE VOLTAR." Ela disse: "O PAI NÃO DEIXA ELA VOLTAR, VAI FAZER ELA ACOMPANHAR ELE PRA COMER. VAI LOGO, TIRA." Abri minha calça e baixei a cueca. Meu pau pulou feito mola. Maria pegou nele, se inclinou e disse: "QUE PEDAÇO DE PAU A MINHA MENINA TÁ COMENDO, E TÁ TODO MOLHADO." Não terminou de falar isso que... Já tava me dando um boquete descomunal, eu me soltei e comecei a brincar com as tetonas dela, apertava os bicos e amassava sem parar, ela era uma expert chupando, se continuasse assim com certeza ia encher a boca dela também, falei pra ela e ela parou de chupar dizendo VEM PRA CÁ, se levantou puxando a saia pra cima e me mostrando aquela raba que dava pra ver na cara que já tinha engolido muito pau, chupei ela igual um desesperado enquanto ela só gemia até que ela falou ARROMBA LOGO, e eu fiz, meti de uma vez até as bolas, ela cambaleou e gritou AIiii, pra quêê, comecei a montar nela com tudo, dava pra ver que ela tava com muito tesão e fazia tempo que não transava porque mesmo sendo larga eu sentia que ia arrebentando ela e ela sentia, QUE FILHO DA PUTA VOCÊ É, TÁ ME MATANDO ASSIM, ME DESTROÇA TODA AIiii AI AI AI, a cada palavra dela uma estocada funda que deixava ela tremendo, por sorte ela tava de joelhos no chão, agarrei as tetas dela e massageava enquanto comia a bunda dela e ela só reclamava e gemia, quando percebi que o pau tava inchando tirei de repente, sabia que ia gozar e queria continuar, então meti na buceta dela que tava encharcada e com a mesma fúria ela sentiu tudo lá dentro, aí já não reclamava mais, só gemia e se contorcia de prazer pedindo mais e mais, as perninhas dela subiam e desciam e minhas estocadas eram ferozes até que aí não aguentei mais e enchi ela de porra, bom, não tanto, mas o que sobrou, me joguei em cima dela pra ela sentir bem lá dentro, ela me deixou assim por um tempo e depois falou, deixa eu sair pra lavar, você me matou filho da puta, espero que tenha sido mais suave com a minha filha, levantei e enquanto ela se virava pra se levantar subi a calça e sentei, ela me deu um beijo e falou DISSO NINGUÉM SABE, OUVIU?, respondi CLARO, maria foi pro banheiro e quando saiu eu já tava menos ofegante, sentou do meu lado e falou ENTÃO GENRO, AS PORTAS TÃO ABERTAS PRA VOCÊ E MINHAS PERNAS TAMBÉM PRA QUANDO VOCÊ QUISER, eu ri e falei pra ela
E VOCÊ, MARY, DEIXA ALGUMA COISA PRA ANITA, SENÃO VAI FICAR MUITO COMPLICADO, claaaaro, ela disse rindo. Nisso, a Ana abriu a porta, deixou o pote em cima da mesa e falou: VAMOS CONTINUAR ESTUDANDO. A Maria disse pra gente tomar uns mates primeiro e depois continuar, já que a gente tinha a tarde toda. A Ana reclamou, mas a mãe dela falou: FILHA, EU VOU EMBORA DAQUI A POUCO, ME OBEDECE, VOCÊ VAI TER A TARDE INTEIRA PRA ESTUDARRRR, ME FAZ ESSE GOSTO, NÃO CURTO TOMAR MATE SOZINHA. O olhinho da Ana brilhou, e eu pensei comigo: ESSA VELHA SABE DE TUDO, PEDIU TEMPO PRA EU ME RECUPERAR E A ANA NEM PERCEBEU, AINDA DEIXOU ELA DE BANDEJA PRA MIM A TARDE INTEIRA, QUE FILHA DA PUTA.
3 comentários - mi vieja y un pendejo
¿ ME PODÉS EXPLICAR ESO ?