Olá, essa história é algo que aconteceu quando eu tinha uns 21 anos, minha namorada na época 20 e a irmã dela 18. Eu era um comedor insaciável, assim como a Andrea, minha namorada. A Emília, irmã dela, era muito gostosa, olhão lindo, magrinha e com uma bunda empinada e redonda de comer inteira... Minha namorada era uma gata peituda e safada, viciada em sexo como nunca conheci outra na vida. Era um verão lindo em Mar del Plata e a Emília tinha arrumado um namorado uns anos mais velho com uma cara de pilantra fudida... A gente tava na casa delas, que moravam com os pais, quando a Andrea apareceu com uma regatinha pequena e uma saia plissada na mão e me disse: — É isso que querem que eu vista pra trabalhar de promotora... Eu olhei a roupa e fiz um gesto tipo “é assim, azar o seu” — Não te incomoda? — É o que te deram. Onde já viu promotora recatada? Vestem elas pra chamar atenção. Mais tarde, quando os pais tinham ido dormir e a gente ficou os 4 vendo um filme, a Andrea foi um momento. Quando ela levantou, eu vi a cara do Charly, o namorado da Emília, olhando pra bunda da Andrea. Não falei nada e vi ele apalpando a Emi devagar. Quando a An voltou, disse: — É assim que eu tenho que me vestir! As luzes estavam baixas, mas a regata branca bem justa nos peitos dela não deixava dúvida, era muito decotada. E a saia plissada não era tão grave, mas não melhorava o conjunto. Ela se abaixou pra me dar (nos dar) uma vista melhor do decote, sem perceber que a Emi e o Charly também tavam olhando pras tetas dela. — Andrea, se liga! — falou a Emi. O Charly tava de boca aberta e olho mais arregalado. — E a saia é bem curta — disse ela mostrando a bunda. — Não enche nada com essa bunda murcha! — atacou a irmã. — E você não enche a regata, magrela amargurada! — se defendeu a An. — Ei, por favor, não briguem! — falou o Charly — cada uma fica bem com uma coisa, por que você não experimenta a saia, amor? A Emi olhou pro Charly e me olhou, e respondeu: — Fechou! Agora vocês vão ver... vamos! E as duas irmãs foram se trocar. Charly aproveitou pra me piscar um olho e esfregar as mãos num gesto de cumplicidade... Já sabia onde aquilo ia dar... Quando voltaram, An com a camiseta mais decotada e agora sem sutiã, e Emi com a saia plissada que ficava mais curta e dava pra ver a bunda dela. Começaram a se mexer como se quisessem desfilar e competir entre si.
— Não, não, não — cortou Charly — Vamos fazer direito. Vocês têm que excitar cada uma um de nós, e quem deixar a gente mais louco é a vencedora!
As duas riram, incrédulas e safadas ao mesmo tempo. Ambas eram muito competitivas entre si.
— Ok — disse An, e arrumou mais a camiseta.
— Vai nessa! — disse Emi, e logo em seguida virou as costas pra gente.
O que vi a seguir nunca mais esqueço... A bunda linda da irmã da minha namorada a 2 metros de distância, numa fio dental turquesa que destacava a brancura da pele dela. Me deixou sem fôlego. Charly sorria, todo animado.
— Vai, meu amor, mostra aquela rabetão pro Guille.
Emi se curvou mais, e meu pau acordou.
— Chega! — disse An, me olhando feio — É minha vez.
Ela se ajoelhou no chão e apertou os peitos, engatinhou uns passos até o Charly e olhou nos olhos dele com cara de puta. Os peitos quase escapavam do decote. Isso fez o pau do Charly subir.
— Ah, é? — disse Emi — Guille, olha!
Ela se aproximou de mim e, quando estava a um passo, virou de costas, levantou a saia e com a mesma mão puxou a fio dental... quase infartei!! Se eu me esticasse um pouco, dava pra meter a língua naquela bunda. Quando me toquei e olhei pro lado, Charly estava com a língua de fora igual um cachorro, com minha namorada ajoelhada na frente dele, um peito de fora e uma mão bem perto do pau dele.
Em um segundo, quase tudo foi pro caralho. As irmãs se olharam nos olhos e iam se matar de ciúme, quando o gênio do Charly agarrou as duas, apalpando um pouco, e disse:
— Calma, calma... São irmãs, não se matem! Além disso, é um empate...
— Que??
— Qual é a sua?!
— Sim! O desempate é pra quem for mais corajosa... e ousada!
Ele puxou o pau, que era mais comprido que o meu, embora não mais grosso, e disse:
— Se a An Anima a fazer eu gozar em mim e a Emi no Guille, isso se define aqui!
—Tá maluco!? —disse a Emi.
—Tá com medo de perder pra sua irmã? —falou a An.
Aí eu também tirei meu pauzão durasso, com uma gotinha perolada na ponta. Minha cabeça era mais bonita e a Emi soube reconhecer...
—Mmmm... mas sem abusar! Cê não pode comer meu namorado! —disse a Emi sem tirar os olhos do meu pau.
—Nem você o meu!
—Ok.
—Beleza, minas, menos transar e mais foder, vale tudo. Quem fizer o namorado da outra gozar primeiro ganha!
Na hora, a An partiu pra punhetar o Charly, olhando pra ele com olhinhos de “quero te comer mas não deixam”, e a Emi começou a beijar meu pescoço enquanto me apalpava mais sem jeito que a An no Charly.
—Assim ela vai ganhar de você —sussurrei no ouvido da Emi.
—Nem fudendo...
Ela se levantou e apoiou a bunda empinada no meu pau pra fazer uma dança, esfregando de leve...
—Aaaah, melhoooor...
—Cê gosta da minha bunda, Guille?
—Siiiiim, muuuuuito —falei e olhei pro lado bem na hora de ver o Charly apalpando um peito da An, e ela começou a chupar o pau dele sem se importar que eu tava vendo. Aquilo me deixou puto e com tesão ao mesmo tempo. A Emi deve ter visto também, porque soltou um “que puta que ela é” bem baixinho...
Na hora, ela se levantou um pouco e eu achei que ia me chupar, mas lambeu umas duas vezes e deixou um monte de saliva na ponta do meu pau. Virou de novo e, puxando a calcinha fio dental pro lado, começou a empurrar com a bunda pra meter só a pontinha...
—Agora cê vai gozar, Guille —sussurrou pra mim.
A cabeça do meu pau entrava e saía devagar daquele buraco da perdição enquanto eu punhetava o tronco... Fechei os olhos por um segundo quando percebi os gemidos do Charly do meu lado. Olhei e vi minha namorada chupando e engolindo porra enquanto ele esticava a mão pra meter uns dedos na buceta dela...
Essa é a minha chance, pensei, e comecei a masturbar a Emi, esfregando o clitóris dela e enfiando 2 dedos na buceta molhada e apertada dela. Isso fez ela se soltar um pouco mais e meu pau afundou até a metade no cu dela. Só consegui meter fundo mesmo depois. Uns segundos, porque os gemidos dela alertaram a An, que a levantou e, com cara de vencedora, disse:
—Sem transar, tá lembrada, putinha? Além disso, você já perdeu!
Emi caiu rendida do meu lado no sofá, e An me agarrou pela piroca, me levou até a cozinha e disse:
—Me come agora e me enche de porra, porque juro que vou dar pra Charly.
Obviamente, com o tesão e a putaria que eu tava, comi aquela buceta molhadíssima, meti nela e gozei duas vezes seguidas em pé contra a bancada, enquanto imaginava que, no sofá, o Charly tava terminando o que eu tinha começado...
O prêmio pra vencedora foi entregue depois e me deixou seco e corno... mas isso é outra história...
— Não, não, não — cortou Charly — Vamos fazer direito. Vocês têm que excitar cada uma um de nós, e quem deixar a gente mais louco é a vencedora!
As duas riram, incrédulas e safadas ao mesmo tempo. Ambas eram muito competitivas entre si.
— Ok — disse An, e arrumou mais a camiseta.
— Vai nessa! — disse Emi, e logo em seguida virou as costas pra gente.
O que vi a seguir nunca mais esqueço... A bunda linda da irmã da minha namorada a 2 metros de distância, numa fio dental turquesa que destacava a brancura da pele dela. Me deixou sem fôlego. Charly sorria, todo animado.
— Vai, meu amor, mostra aquela rabetão pro Guille.
Emi se curvou mais, e meu pau acordou.
— Chega! — disse An, me olhando feio — É minha vez.
Ela se ajoelhou no chão e apertou os peitos, engatinhou uns passos até o Charly e olhou nos olhos dele com cara de puta. Os peitos quase escapavam do decote. Isso fez o pau do Charly subir.
— Ah, é? — disse Emi — Guille, olha!
Ela se aproximou de mim e, quando estava a um passo, virou de costas, levantou a saia e com a mesma mão puxou a fio dental... quase infartei!! Se eu me esticasse um pouco, dava pra meter a língua naquela bunda. Quando me toquei e olhei pro lado, Charly estava com a língua de fora igual um cachorro, com minha namorada ajoelhada na frente dele, um peito de fora e uma mão bem perto do pau dele.
Em um segundo, quase tudo foi pro caralho. As irmãs se olharam nos olhos e iam se matar de ciúme, quando o gênio do Charly agarrou as duas, apalpando um pouco, e disse:
— Calma, calma... São irmãs, não se matem! Além disso, é um empate...
— Que??
— Qual é a sua?!
— Sim! O desempate é pra quem for mais corajosa... e ousada!
Ele puxou o pau, que era mais comprido que o meu, embora não mais grosso, e disse:
— Se a An Anima a fazer eu gozar em mim e a Emi no Guille, isso se define aqui!
—Tá maluco!? —disse a Emi.
—Tá com medo de perder pra sua irmã? —falou a An.
Aí eu também tirei meu pauzão durasso, com uma gotinha perolada na ponta. Minha cabeça era mais bonita e a Emi soube reconhecer...
—Mmmm... mas sem abusar! Cê não pode comer meu namorado! —disse a Emi sem tirar os olhos do meu pau.
—Nem você o meu!
—Ok.
—Beleza, minas, menos transar e mais foder, vale tudo. Quem fizer o namorado da outra gozar primeiro ganha!
Na hora, a An partiu pra punhetar o Charly, olhando pra ele com olhinhos de “quero te comer mas não deixam”, e a Emi começou a beijar meu pescoço enquanto me apalpava mais sem jeito que a An no Charly.
—Assim ela vai ganhar de você —sussurrei no ouvido da Emi.
—Nem fudendo...
Ela se levantou e apoiou a bunda empinada no meu pau pra fazer uma dança, esfregando de leve...
—Aaaah, melhoooor...
—Cê gosta da minha bunda, Guille?
—Siiiiim, muuuuuito —falei e olhei pro lado bem na hora de ver o Charly apalpando um peito da An, e ela começou a chupar o pau dele sem se importar que eu tava vendo. Aquilo me deixou puto e com tesão ao mesmo tempo. A Emi deve ter visto também, porque soltou um “que puta que ela é” bem baixinho...
Na hora, ela se levantou um pouco e eu achei que ia me chupar, mas lambeu umas duas vezes e deixou um monte de saliva na ponta do meu pau. Virou de novo e, puxando a calcinha fio dental pro lado, começou a empurrar com a bunda pra meter só a pontinha...
—Agora cê vai gozar, Guille —sussurrou pra mim.
A cabeça do meu pau entrava e saía devagar daquele buraco da perdição enquanto eu punhetava o tronco... Fechei os olhos por um segundo quando percebi os gemidos do Charly do meu lado. Olhei e vi minha namorada chupando e engolindo porra enquanto ele esticava a mão pra meter uns dedos na buceta dela...
Essa é a minha chance, pensei, e comecei a masturbar a Emi, esfregando o clitóris dela e enfiando 2 dedos na buceta molhada e apertada dela. Isso fez ela se soltar um pouco mais e meu pau afundou até a metade no cu dela. Só consegui meter fundo mesmo depois. Uns segundos, porque os gemidos dela alertaram a An, que a levantou e, com cara de vencedora, disse:
—Sem transar, tá lembrada, putinha? Além disso, você já perdeu!
Emi caiu rendida do meu lado no sofá, e An me agarrou pela piroca, me levou até a cozinha e disse:
—Me come agora e me enche de porra, porque juro que vou dar pra Charly.
Obviamente, com o tesão e a putaria que eu tava, comi aquela buceta molhadíssima, meti nela e gozei duas vezes seguidas em pé contra a bancada, enquanto imaginava que, no sofá, o Charly tava terminando o que eu tinha começado...
O prêmio pra vencedora foi entregue depois e me deixou seco e corno... mas isso é outra história...
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