Quando eu tinha 23 anos, minha amiga Viridiana fez uma festa e me convidou. Ela disse pra eu me arrumar bem porque tinha uma pessoa que queria me apresentar. Não sabia que tipo de pessoa, só sabia que era um homem, seria bonito, gente boa, que diferença fazia, era a chance de ter uma buceta nova.
Me arrumei pra festa. Adoro saias de couro bem curtas, coloquei uma que mal cobria a minha bunda, uma blusa preta bem decotada, meia-calça preta, salto alto preto e uma jaqueta de couro preta. Ficava muito elegante e gostosa.
Cheguei na festa, Viridiana me levou até a pessoa que queria me apresentar: um cara muito bonito, muito seguro. Como tantos homens, ele me olhou com tesão, me deu um beijo no rosto, Viridiana nos deixou sozinhos. A gente conversou por quase meia hora, e nunca conheci ninguém mais chato, mais irritante e insuportável. Depois de meia hora, perto da gente sentou um cara bem magro, bonito, nada fora do comum, mas tinha algo que me chamou a atenção. Eu sentia que ele poderia me oferecer algo interessante, como depois eu descobri.
Interrompi o amigo da Viridiana e fui até aquele cara. Me apresentei, ele me olhou, a cara de desejo dele era indescritível, mesmo tentando disfarçar. Ele se chamava César. Passei a noite toda conversando com ele, ele não tentou nada, mas a cara de desejo nunca sumiu. Quando chegou a hora de ir embora, ele se ofereceu pra me acompanhar até em casa, não deixei, mas combinamos de sair outro dia.
Saímos, me diverti com ele, era uma pessoa agradável, também não tentou nada, e eu também não. Depois saímos umas 5 vezes a mais, na última ele me pediu em namoro, eu aceitei. Era um namoro muito devagar, o primeiro beijo foi depois de ele me pedir em namoro. A gente transou uns 4 meses depois. Eu obviamente dormia com muitos caras, então a falta de sexo com ele não foi um problema.
Essa primeira vez pra ele foi maravilhosa. Ele não era virgem, mas pelo visto nunca tinham dado tanto prazer pra ele. Ele ficou louco pela minha bunda, que ele... Eu disse que um dia daria pra ele, mas que ele tinha que merecer. Ele disse que faria qualquer coisa pra um dia poder entrar em mim.
Durante umas três semanas, a gente transou umas dez vezes, sempre de camisinha. Ele tava louco, me via e já queria me levar pra cama. O que eu gostava nele é que ele me desejava tanto que me comia com uma paixão indescritível.
Um dia, o César me falou que ele e os amigos dele alugaram uma casa enorme em Cuernavaca pra passar uns dias lá. Eu não conhecia quase nenhum amigo dele. Era uma boa chance de me integrar mais no círculo dele. A gente se encontrou perto da saída pra estrada, num mercadinho pequeno. Lá, eu cumprimentei o Juan e a Estefânia, com quem já tinha convivido. Tinha mais três casais e dois caras que iam sozinhos, no total éramos doze pessoas.
Um dos que tava sozinho se chamava Omar. Aquele homem era lindo, alto, muito forte, cara de modelo, parecia modelo da Armani, cabelo castanho, olhos verdes. Só de olhar pra ele, minha buceta começou a molhar. Eu sabia que ia levar ele pra cama uma hora. Ele chegou perto pra me cumprimentar, me deu um beijo e um abraço. Sentir ele tão perto me fez derreter. Sabia que, pra ficar com ele, seria capaz de implorar por sexo.
A gente foi em três carros pra Cuernavaca. Não fui no mesmo que ele. No caminho, só ficava pensando em como seria o pau dele, em como transar com ele. Tava muito tesuda. Queria me tocar, me masturbar pensando no Omar, mas tive que me controlar. Não consegui, minha respiração acelerou. Meu namorado, o Juan e a Estefânia, que vinham no carro, perceberam e me perguntaram o que tava rolando.
Quando meu namorado conseguiu, ele encostou e parou o carro. A gente desceu, e eu tentei respirar fundo. Os outros carros também pararam, perguntaram o que tava acontecendo. A Estefânia comentou que eu não tava me sentindo bem. O César tava do meu lado quando o Omar chegou perto e me perguntou como eu tava, se podia fazer algo por mim. Depois de falar isso, ele sorriu pra mim. Eu já não aguentava mais. Meus bicos endureceram tanto que até doeram. me dava vontade de comer ele ali mesmo. Agradeci e falei que ia passar. Ele se afastou, tentei me acalmar e voltei pro carro, falei pro meu namorado que a gente já tinha que ir, todo mundo subiu nos carros e seguimos pra Cuernavaca.
Chegamos em Cuernavaca, na casa que ficava dentro de um condomínio enorme, essa casa era uma das últimas, era muito grande, tinha 8 quartos, uma cozinha enorme, um jardim gigante e uma piscina. Descemos todas as coisas. A Estefânia sugeriu que eu deitasse um pouco. O Juan falou que eles tinham que ir no supermercado comprar tudo que a gente ia precisar. Foram todos, menos o Omar, a Estefânia e o César. O César ia ficar de olho em mim. A Estefânia queria limpar um pouco o jardim e o Omar ia ajudar ela.
Falei pro César que ia colocar um biquíni e deitar no jardim, ia começar a me trocar quando bateram na porta, era a Estefânia, avisando que não tinha água, que ela ia na administração que ficava na entrada do condomínio, me perguntou como eu tava, falei que já tava bem. Ela ia andando sozinha, já que tinham levado as chaves de todos os carros que um dos amigos do César tinha guardado. Pedi pro César acompanhar ela, perguntei se era muito incômodo trazer um six de cerveja e umas batatas, ele falou que trazia tudo. Eles saíram do quarto e eu rapidamente me troquei, coloquei o biquíni menor que eu tinha.
E desci pra piscina, lá o Omar tava limpando as espreguiçadeiras com um pano. Quando me viu, vi como ele arregalou os olhos, ele sorriu, eu me virei devagar pra ele me ver bem.
B – Gostou?
O – Pra caralho, pena que você é a namorada do César.
B – Pena por quê?
O – Porque eu perderia um amigo.
Eu me virei de novo, me abaixei sem dobrar os joelhos, e falei.
B – Essa buceta não vale um sacrifício?
O – Você é uma gostosa, com que vontade eu te comia, mas não, não posso fazer isso com um amigo.
B – Ele não precisa saber, vem, vamos pro seu quarto.
Nós dois corremos pro quarto que era dele, entramos e Imediatamente tiro a parte de baixo do biquíni, ele começou a me chupar usando a língua na minha pussy que já estava bem molhada, enquanto a língua dele entrava e saía da minha pussy, e depois ia pro meu clitóris, as mãos dele acariciavam minhas nádegas, passavam por toda a minha bunda.
B – Que delícia que você mama, usa muito bem a língua.
O – Você tem um gosto gostoso pra caralho, Brenda, e que bunda, desde que te vi fiquei com uma vontade do caralho de te foder.
B – Eu também, quando te vi fiquei com vontade de ficar com você, por isso me senti mal há pouco, não aguentava a excitação.
Ele me virou e começou a chupar minha bunda toda, primeiro cada nádega e depois enfiou a língua no meu cu.
B – Que prazer, assim, me chupa mais, sua língua é maravilhosa.
Depois ele se levantou, tirou a parte de cima do meu biquíni, começou a apertar meus peitos, primeiro colocou um na boca, depois o outro, de novo eu sentia os bicos completamente duros.
B – Chupa eles, assim, assim, não para.
Ele me deu muita língua nos peitos por um bom tempo. Eu o afastei de mim, me ajoelhei na frente dele, puxei a sunga dele pra baixo e na minha frente ficou uma cock linda circuncidada, uns 22 centímetros, completamente dura. Enfiei na boca, desenhei as veias dela com a língua, o sabor era delicioso. Continuei desenhando as veias, sentindo a dureza dela. Tava maravilhada com aquele pau, poucas vezes tinha comido algo tão gostoso. Tirei da boca e, segurando com as duas mãos, passei ele pelo meu rosto todo, dei umas batidinhas com ele.
B – Que cock enorme que você tem, tem um gosto delicioso, me deixa ser sua putinha, quero ser escrava dessa cock.
Enfiei de novo na boca, agora fiquei passando a língua na cabeça dele, ele gemia desesperado, gritava pra mim:
O – Mama, putinha, você mama como ninguém.
B – Você gosta? Eu mamo gostoso?
O – Sim, putinha, chupa, come ela toda.
Continuei chupando, o sabor era delicioso. Aquele homem tão gato, com uma cock maravilhosa, eu me sentia feliz pra caralho. Depois comecei a chupar o buraquinho da cock, imaginando o esperma que saía dali, quantas mulheres já... deve ter dado a porra do cum dele.
Ele me parou, tirou aquela pica enorme da minha boca. Tentei pegar de novo, mas ele não deixou.
O – Espera, se continuar me chupando assim, vou gozar.
B – Quero seu cum.
O – Vou te dar, mas antes quero te comer na buceta, deixa eu relaxar um pouco, senão não vou aguentar nada.
B – Ei, você não gostaria de ficar comigo? Posso largar o César se você pedir.
O – Não, vou te explicar como é que é. Você viu que eu venho sozinho, não tenho namorada. O que eu gosto é de transar, como toda mulher que vejo. Você se dá bem com a Estefânia, ela é uma das minhas putas. A irmã do César chora e implora pra eu comer ela, eu como e cada vez ela se apaixona mais, mas no fundo sabe que vai ser só mais uma das minhas putas.
B – Tá bom, se você deixar, eu quero ser sua puta.
O – Você já é, mas ninguém pode saber. As mulheres sabem que eu como outras, mas não gosto que, se elas têm parceiro, esses descubram. Isso pode dar problema. Quando estivermos todos juntos, vamos nos comportar normal. Quando estivermos sozinhos, vou te tratar como a puta que você é.
B – Obrigada por me deixar ser sua puta.
Subi na cama, fiquei de quatro com as pernas bem abertas. Ele foi até a mala, pegou uma camisinha.
B – O que cê tá fazendo? Come sua puta sem camisinha, eu tomo pílula pra não engravidar.
Ele voltou pra cama, ficou atrás de mim, apontou a pica pra minha buceta e, de uma vez só, meteu tudo.
B – Aaaahhhh, que pica enorme, como me preenche.
Ele começou a se mexer, me segurou pela cintura e controlava nossos movimentos. Eu sentia perfeitamente as veias da pica dele nas minhas paredes da buceta, o prazer era delicioso. Ele começou a dar tapas na minha bunda, eu gemia que nem uma puta.
B – Aaaahhhh, siiiiiiiiiiiiiiiim, como você transa bem, sou sua puta, me dá pica.
Nisso, a porta abriu e o César entrou.
C – O que tá rolando aqui? Como vocês podem fazer isso comigo? Minha namorada e meu amigo.
Omar tirou a pica de dentro de mim e se encostou na parede atrás. Eu continuei de quatro. Só queria que o César saísse e continuar trepando com o Omar. O César começou a chorar.
C – Brenda, eu te amo, veste a roupa e vamos esquecer que isso aconteceu.
B – Não, isso é o que eu sou, uma puta. Posso continuar sendo sua namorada, mas vou trepar com quem eu quiser. Se não consegue aceitar isso, é melhor a gente terminar.
C – Mas, meu amor, como vou te dividir com outros? Eu te amo, não me abandona.
B – Você gosta de como eu te fodo? Como eu chupo? Gosta da minha bunda?
C – Sim, você sabe que eu gosto de tudo, você é a mulher da minha vida.
B – Então, se quer continuar tendo tudo isso, tem que aceitar ser corno. Além disso, ainda falta você provar meu cu. Quero que seja um corno submisso. Pode me comer de vez em quando, mas também vou trepar com muitos homens. Às vezes, você vai ser nosso servo. É o que podemos fazer se quer continuar sendo meu namorado. Aceita?
O César me olhou, eu sorri pra ele, ele enxugou as lágrimas.
C – Aceito, te amo.
B – Beleza, agora vou terminar de trepar com o Omar. Pula fora e não deixa a Estefânia chegar perto.
O César saiu do quarto, virei pra olhar o Omar.
B – O que tá esperando? Come a sua puta.
O Omar se aproximou e enfiou de novo. A gente se movia num ritmo acelerado. As mãos dele iam da minha bunda pros meus peitos, passando pelas minhas costas. Eu tava muito excitada, o domínio que eu tinha sobre o César era algo incrível. Ia aproveitar ter um namorado assim, queria ser mais puta, mais puta do que nunca. Fiquei tão excitada que tive um orgasmo longo.
B – Aaaahhhh, siiiiiiiim, me dá pica, meu macho.
O Omar, sentindo os movimentos da minha buceta com o orgasmo, não conseguiu segurar e gozou. Senti o esperma quente dele enchendo minha buceta. Descansamos um pouco, vestimos os biquínis de novo e descemos pra encontrar a Estefânia e o César. Dei um beijo na boca do César. Os outros chegaram do supermercado.
Todo mundo entrou na piscina, depois fizemos churrasco. Depois de comer, todo mundo se deitou no jardim, alguns dormiram, um deles foi ler. Eu fui colocar os pés na piscina. Vi que... Estefânia entrou em casa, alguns minutos depois Omar a seguiu, eu morria de ciúmes, demoraram mais de meia hora pra sair. Com certeza ele comeu ela, porque Estefânia saiu com um sorrisão.
Juan acordou, colocou música num rádio, os outros começaram a acordar, e depois todo mundo começou a dançar. Em algum momento começou uma balada, eu dançava com César, nos abraçamos e falei no ouvido dele.
B – corno, amanhã quero passar a noite com Omar, você vai dormir no quarto dele, de madrugada vocês trocam pra ninguém perceber.
C – Sim, o que você mandar.
Ele não falou muito convencido, mas não tinha outra escolha.
No dia seguinte, de manhã, contei o plano pro Omar, ele adorou a ideia, disse que, como já tinha me falado, não gostava da ideia de os parceiros das amantes ficarem sabendo, mas que dava muito tesão ver César aceitar a namorada ficar com outro.
O dia inteiro passamos na piscina, de novo fizemos churrasco, de tarde Estefânia sumiu de novo com Omar, não dava pra culpá-la, qualquer uma faria de tudo pra ficar com ele.
Enquanto eu nadava um pouco, o celular de César tocou. Quando ele desligou, disse que era da casa dele. No sábado seguinte iam fazer uma festa de aniversário da irmã dele. Pediu pra eu não comentar nada, porque era coisa de família. Lembrei que Omar me disse que comia a irmã de César. Eu não conhecia ninguém da família dele. Pelo que ele me contou, ele amava muito a família. Tinha os pais, a irmã, uma das putas do Omar, que era a caçula da família, um irmão mais velho que ele, e uma irmã mais velha já casada. Além dos avós, tios, primos, com a grande maioria ele era muito próximo.
Juan cuidou da música de novo, dançamos até tarde, eram umas duas da manhã, quando dava pra ver que com o álcool e o clima todo mundo já tava no fogo. Começamos a subir pros quartos, quem tava sozinho, Omar e o outro, cada um. Entrou no quarto dela. O resto da gente ia começar a transar. O que eles não sabiam é que eu não ia transar com o César, e sim com o Omar. Queria que a Estefânia visse a gente, que ela soubesse que eu também era puta do Omar. Que eu tirava a porra dele. Comecei a odiar a Estefânia.
Entramos no quarto eu e o César. Depois de 20 minutos deixando ele me apalpar, falei:
B — Vai buscar o Omar, quero que você volte com ele, sejam discretos.
O César saiu, uns minutos depois voltou com o Omar.
B — Omar, quer beber alguma coisa?
O — Tô afim de uma cuba.
B — Eu também quero uma, vai lá servir as cubas pra gente.
O César saiu, eu me despi, pedi pro Omar fazer o mesmo, depois que ele se deitasse na cama, peguei a pica enorme dele e comecei a passar a língua, passava devagar por todo o tronco, depois fiz a mesma coisa com os colhões dele, podia ficar horas assim. Enfiei na boca, descia e subia meus lábios nela, sem usar a língua, fiz esse movimento várias vezes, depois tirei, cuspi nela, e chupei de novo. Olhava nos olhos dele, ele me olhava e sorria. Eu continuava chupando. A porta abriu, entrou o César com as cubas. Colocou na mesa e perguntou:
C — Vão transar de camisinha?
B — Claro que não, camisinha só uso com você.
Omar riu, eu continuei mamando, o César olhava pra gente e eu fiz sinal pra ele vazar.
O — Você é uma puta, parece que já transou mais do que qualquer coisa.
B — Sim, adoro transar, já provei muitos paus, mas poucos como o seu.
Continuei mamando, depois de um tempo e perceber que o Omar tinha muita resistência, resolvi montar nele. Sentei no pau dele de frente, primeiro desci devagar e depois rápido, peguei as mãos dele e levei pros meus peitos. Omar apertava forte, ele começou a gemer bem alto, tapei a boca dele, não queria que os outros percebessem quem tava me comendo. Parece que ele entendeu, porque tentou evitar os barulhos. As paredes da casa eram bem grossas, mal dava pra ouvir dos outros quartos, mas pelo Menos dois casais ainda estavam transando. Mas eu realmente não ligava, a única coisa que eu queria era sentir aquela pica dentro de mim.
Mudamos de posição, eu deitei na cama, ele ficou na minha frente, levantou minhas pernas e colocou nos ombros dele, meteu tudo, senti uma delícia.
B – Mais, mais, como você fode, caralho.
Eu podia ver o peito musculoso dele e a cara de satisfação enquanto me comia, os braços fortes dele na minha cintura, ele controlava aquela fodida. Ficamos assim por um bom tempo, tive um orgasmo muito gostoso. Ele adorava me ver gozar.
B – Tô gozando, tô gozando, você é um puta pau.
Ele tirou, me deixou descansar uns minutos. Eu ainda estava deitada, ele me puxou, me levantou e me carregou, me colocou na frente dele e no ar meteu de novo, eu abracei ele forte, ele baixou as mãos, segurou minha bunda e controlou os movimentos, me subia e descia naquela pica, não aguentei muito, tive outro orgasmo, fiquei deitada no peito dele.
B – Você é o melhor.
Por alguns minutos ele me manteve assim, não tirou a pica, isso era incrível. Comia como ninguém, além de gostoso era um comedor experiente.
Depois ele me baixou, puxou uma cadeira, sentou e pediu pra eu sentar de costas pra ele. Enfiei aquela pica na buceta, me segurei nas pernas dele e comecei a me mexer, continuei até pular naquela pica, numa das descidas ele me segurou bem forte e não me deixou mexer, começou a gozar, minha buceta já estava bem aberta, o leite dele começou a escorrer.
Eu levantei e convidei ele pra cama, onde deitamos um tempo pra descansar. Enquanto descansávamos, conversamos sobre nossa vida sexual, ele tinha estado com muitas mulheres, as namoradas dele, as amigas, desconhecidas, professoras, vizinhas, algumas primas e tias. Ele me contou que a vez que mais teve mulheres ao mesmo tempo foram 5 garotas que conheceu numa balada.
Eu, por minha vez, contei que já tinha transado com namorados, amigos, primos, tios, sobrinhos, professores, pedreiros, taxistas, pintores. desconhecidos, cunhados, sogros, contei que a vez que estive com mais homens foi aos 18, com vários amigos de um namorado, eram mais de 10.
Eu estava recostada no peito dele, esse homem me deixava louca, eu poderia ser a puta dele por muito tempo. Depois de meia hora, falei:
B—Me come de novo.
Eu me ajeitei e ele começou a me comer na posição de missionário, enquanto metia, chupava meus peitos, eu puxava o cabelo dele pra ele meter mais forte. Parecia que ele queria me partir ao meio.
Depois ele sentou e me colocou como se fosse uma carriola, eu estava apoiada no chão, ele metia, me subia e descia, minha buceta se abria cada vez mais. Aí ele puxava minhas pernas e me levava pra frente e pra trás. Isso era muito gostoso, eu tive outro orgasmo. Ele acariciava minha bunda e minhas pernas, me deixou um tempo assim. Depois me pegou pela cintura, sem tirar o pau de dentro, me virou e me deixou sentada, me segurou bem forte e me fez dar uns sentões deliciosos. Me abaixava e me levantava, me tratava naquele momento como se eu fosse um objeto, eu estava muito tesuda, tive mais um orgasmo, aquele pau tinha me arrancado vários orgasmos. Ele continuava me mexendo, beijava minhas costas.
Os barulhos nos outros quartos pararam, pelo visto só naquele quarto onde estávamos nós dois, a trepada continuava. Me subia e me descia. Até que, como há um tempo, ele não me deixou mexer e encheu minha pussy de sêmen.
Ele me carregou e me deitou na cama, disse que era hora de descansar, que ia mandar o César. Ele foi embora e o César chegou, me cumprimentou.
C—Oi, love.
B—Cala a boca e deita, cuck, o Omar me deixou muito cansada, mas muito satisfeita.
Na tarde seguinte, voltamos pro México.
Me arrumei pra festa. Adoro saias de couro bem curtas, coloquei uma que mal cobria a minha bunda, uma blusa preta bem decotada, meia-calça preta, salto alto preto e uma jaqueta de couro preta. Ficava muito elegante e gostosa.
Cheguei na festa, Viridiana me levou até a pessoa que queria me apresentar: um cara muito bonito, muito seguro. Como tantos homens, ele me olhou com tesão, me deu um beijo no rosto, Viridiana nos deixou sozinhos. A gente conversou por quase meia hora, e nunca conheci ninguém mais chato, mais irritante e insuportável. Depois de meia hora, perto da gente sentou um cara bem magro, bonito, nada fora do comum, mas tinha algo que me chamou a atenção. Eu sentia que ele poderia me oferecer algo interessante, como depois eu descobri.
Interrompi o amigo da Viridiana e fui até aquele cara. Me apresentei, ele me olhou, a cara de desejo dele era indescritível, mesmo tentando disfarçar. Ele se chamava César. Passei a noite toda conversando com ele, ele não tentou nada, mas a cara de desejo nunca sumiu. Quando chegou a hora de ir embora, ele se ofereceu pra me acompanhar até em casa, não deixei, mas combinamos de sair outro dia.
Saímos, me diverti com ele, era uma pessoa agradável, também não tentou nada, e eu também não. Depois saímos umas 5 vezes a mais, na última ele me pediu em namoro, eu aceitei. Era um namoro muito devagar, o primeiro beijo foi depois de ele me pedir em namoro. A gente transou uns 4 meses depois. Eu obviamente dormia com muitos caras, então a falta de sexo com ele não foi um problema.
Essa primeira vez pra ele foi maravilhosa. Ele não era virgem, mas pelo visto nunca tinham dado tanto prazer pra ele. Ele ficou louco pela minha bunda, que ele... Eu disse que um dia daria pra ele, mas que ele tinha que merecer. Ele disse que faria qualquer coisa pra um dia poder entrar em mim.
Durante umas três semanas, a gente transou umas dez vezes, sempre de camisinha. Ele tava louco, me via e já queria me levar pra cama. O que eu gostava nele é que ele me desejava tanto que me comia com uma paixão indescritível.
Um dia, o César me falou que ele e os amigos dele alugaram uma casa enorme em Cuernavaca pra passar uns dias lá. Eu não conhecia quase nenhum amigo dele. Era uma boa chance de me integrar mais no círculo dele. A gente se encontrou perto da saída pra estrada, num mercadinho pequeno. Lá, eu cumprimentei o Juan e a Estefânia, com quem já tinha convivido. Tinha mais três casais e dois caras que iam sozinhos, no total éramos doze pessoas.
Um dos que tava sozinho se chamava Omar. Aquele homem era lindo, alto, muito forte, cara de modelo, parecia modelo da Armani, cabelo castanho, olhos verdes. Só de olhar pra ele, minha buceta começou a molhar. Eu sabia que ia levar ele pra cama uma hora. Ele chegou perto pra me cumprimentar, me deu um beijo e um abraço. Sentir ele tão perto me fez derreter. Sabia que, pra ficar com ele, seria capaz de implorar por sexo.
A gente foi em três carros pra Cuernavaca. Não fui no mesmo que ele. No caminho, só ficava pensando em como seria o pau dele, em como transar com ele. Tava muito tesuda. Queria me tocar, me masturbar pensando no Omar, mas tive que me controlar. Não consegui, minha respiração acelerou. Meu namorado, o Juan e a Estefânia, que vinham no carro, perceberam e me perguntaram o que tava rolando.
Quando meu namorado conseguiu, ele encostou e parou o carro. A gente desceu, e eu tentei respirar fundo. Os outros carros também pararam, perguntaram o que tava acontecendo. A Estefânia comentou que eu não tava me sentindo bem. O César tava do meu lado quando o Omar chegou perto e me perguntou como eu tava, se podia fazer algo por mim. Depois de falar isso, ele sorriu pra mim. Eu já não aguentava mais. Meus bicos endureceram tanto que até doeram. me dava vontade de comer ele ali mesmo. Agradeci e falei que ia passar. Ele se afastou, tentei me acalmar e voltei pro carro, falei pro meu namorado que a gente já tinha que ir, todo mundo subiu nos carros e seguimos pra Cuernavaca.
Chegamos em Cuernavaca, na casa que ficava dentro de um condomínio enorme, essa casa era uma das últimas, era muito grande, tinha 8 quartos, uma cozinha enorme, um jardim gigante e uma piscina. Descemos todas as coisas. A Estefânia sugeriu que eu deitasse um pouco. O Juan falou que eles tinham que ir no supermercado comprar tudo que a gente ia precisar. Foram todos, menos o Omar, a Estefânia e o César. O César ia ficar de olho em mim. A Estefânia queria limpar um pouco o jardim e o Omar ia ajudar ela.
Falei pro César que ia colocar um biquíni e deitar no jardim, ia começar a me trocar quando bateram na porta, era a Estefânia, avisando que não tinha água, que ela ia na administração que ficava na entrada do condomínio, me perguntou como eu tava, falei que já tava bem. Ela ia andando sozinha, já que tinham levado as chaves de todos os carros que um dos amigos do César tinha guardado. Pedi pro César acompanhar ela, perguntei se era muito incômodo trazer um six de cerveja e umas batatas, ele falou que trazia tudo. Eles saíram do quarto e eu rapidamente me troquei, coloquei o biquíni menor que eu tinha.
E desci pra piscina, lá o Omar tava limpando as espreguiçadeiras com um pano. Quando me viu, vi como ele arregalou os olhos, ele sorriu, eu me virei devagar pra ele me ver bem.
B – Gostou?
O – Pra caralho, pena que você é a namorada do César.
B – Pena por quê?
O – Porque eu perderia um amigo.
Eu me virei de novo, me abaixei sem dobrar os joelhos, e falei.
B – Essa buceta não vale um sacrifício?
O – Você é uma gostosa, com que vontade eu te comia, mas não, não posso fazer isso com um amigo.
B – Ele não precisa saber, vem, vamos pro seu quarto.
Nós dois corremos pro quarto que era dele, entramos e Imediatamente tiro a parte de baixo do biquíni, ele começou a me chupar usando a língua na minha pussy que já estava bem molhada, enquanto a língua dele entrava e saía da minha pussy, e depois ia pro meu clitóris, as mãos dele acariciavam minhas nádegas, passavam por toda a minha bunda.
B – Que delícia que você mama, usa muito bem a língua.
O – Você tem um gosto gostoso pra caralho, Brenda, e que bunda, desde que te vi fiquei com uma vontade do caralho de te foder.
B – Eu também, quando te vi fiquei com vontade de ficar com você, por isso me senti mal há pouco, não aguentava a excitação.
Ele me virou e começou a chupar minha bunda toda, primeiro cada nádega e depois enfiou a língua no meu cu.
B – Que prazer, assim, me chupa mais, sua língua é maravilhosa.
Depois ele se levantou, tirou a parte de cima do meu biquíni, começou a apertar meus peitos, primeiro colocou um na boca, depois o outro, de novo eu sentia os bicos completamente duros.
B – Chupa eles, assim, assim, não para.
Ele me deu muita língua nos peitos por um bom tempo. Eu o afastei de mim, me ajoelhei na frente dele, puxei a sunga dele pra baixo e na minha frente ficou uma cock linda circuncidada, uns 22 centímetros, completamente dura. Enfiei na boca, desenhei as veias dela com a língua, o sabor era delicioso. Continuei desenhando as veias, sentindo a dureza dela. Tava maravilhada com aquele pau, poucas vezes tinha comido algo tão gostoso. Tirei da boca e, segurando com as duas mãos, passei ele pelo meu rosto todo, dei umas batidinhas com ele.
B – Que cock enorme que você tem, tem um gosto delicioso, me deixa ser sua putinha, quero ser escrava dessa cock.
Enfiei de novo na boca, agora fiquei passando a língua na cabeça dele, ele gemia desesperado, gritava pra mim:
O – Mama, putinha, você mama como ninguém.
B – Você gosta? Eu mamo gostoso?
O – Sim, putinha, chupa, come ela toda.
Continuei chupando, o sabor era delicioso. Aquele homem tão gato, com uma cock maravilhosa, eu me sentia feliz pra caralho. Depois comecei a chupar o buraquinho da cock, imaginando o esperma que saía dali, quantas mulheres já... deve ter dado a porra do cum dele.
Ele me parou, tirou aquela pica enorme da minha boca. Tentei pegar de novo, mas ele não deixou.
O – Espera, se continuar me chupando assim, vou gozar.
B – Quero seu cum.
O – Vou te dar, mas antes quero te comer na buceta, deixa eu relaxar um pouco, senão não vou aguentar nada.
B – Ei, você não gostaria de ficar comigo? Posso largar o César se você pedir.
O – Não, vou te explicar como é que é. Você viu que eu venho sozinho, não tenho namorada. O que eu gosto é de transar, como toda mulher que vejo. Você se dá bem com a Estefânia, ela é uma das minhas putas. A irmã do César chora e implora pra eu comer ela, eu como e cada vez ela se apaixona mais, mas no fundo sabe que vai ser só mais uma das minhas putas.
B – Tá bom, se você deixar, eu quero ser sua puta.
O – Você já é, mas ninguém pode saber. As mulheres sabem que eu como outras, mas não gosto que, se elas têm parceiro, esses descubram. Isso pode dar problema. Quando estivermos todos juntos, vamos nos comportar normal. Quando estivermos sozinhos, vou te tratar como a puta que você é.
B – Obrigada por me deixar ser sua puta.
Subi na cama, fiquei de quatro com as pernas bem abertas. Ele foi até a mala, pegou uma camisinha.
B – O que cê tá fazendo? Come sua puta sem camisinha, eu tomo pílula pra não engravidar.
Ele voltou pra cama, ficou atrás de mim, apontou a pica pra minha buceta e, de uma vez só, meteu tudo.
B – Aaaahhhh, que pica enorme, como me preenche.
Ele começou a se mexer, me segurou pela cintura e controlava nossos movimentos. Eu sentia perfeitamente as veias da pica dele nas minhas paredes da buceta, o prazer era delicioso. Ele começou a dar tapas na minha bunda, eu gemia que nem uma puta.
B – Aaaahhhh, siiiiiiiiiiiiiiiim, como você transa bem, sou sua puta, me dá pica.
Nisso, a porta abriu e o César entrou.
C – O que tá rolando aqui? Como vocês podem fazer isso comigo? Minha namorada e meu amigo.
Omar tirou a pica de dentro de mim e se encostou na parede atrás. Eu continuei de quatro. Só queria que o César saísse e continuar trepando com o Omar. O César começou a chorar.
C – Brenda, eu te amo, veste a roupa e vamos esquecer que isso aconteceu.
B – Não, isso é o que eu sou, uma puta. Posso continuar sendo sua namorada, mas vou trepar com quem eu quiser. Se não consegue aceitar isso, é melhor a gente terminar.
C – Mas, meu amor, como vou te dividir com outros? Eu te amo, não me abandona.
B – Você gosta de como eu te fodo? Como eu chupo? Gosta da minha bunda?
C – Sim, você sabe que eu gosto de tudo, você é a mulher da minha vida.
B – Então, se quer continuar tendo tudo isso, tem que aceitar ser corno. Além disso, ainda falta você provar meu cu. Quero que seja um corno submisso. Pode me comer de vez em quando, mas também vou trepar com muitos homens. Às vezes, você vai ser nosso servo. É o que podemos fazer se quer continuar sendo meu namorado. Aceita?
O César me olhou, eu sorri pra ele, ele enxugou as lágrimas.
C – Aceito, te amo.
B – Beleza, agora vou terminar de trepar com o Omar. Pula fora e não deixa a Estefânia chegar perto.
O César saiu do quarto, virei pra olhar o Omar.
B – O que tá esperando? Come a sua puta.
O Omar se aproximou e enfiou de novo. A gente se movia num ritmo acelerado. As mãos dele iam da minha bunda pros meus peitos, passando pelas minhas costas. Eu tava muito excitada, o domínio que eu tinha sobre o César era algo incrível. Ia aproveitar ter um namorado assim, queria ser mais puta, mais puta do que nunca. Fiquei tão excitada que tive um orgasmo longo.
B – Aaaahhhh, siiiiiiiim, me dá pica, meu macho.
O Omar, sentindo os movimentos da minha buceta com o orgasmo, não conseguiu segurar e gozou. Senti o esperma quente dele enchendo minha buceta. Descansamos um pouco, vestimos os biquínis de novo e descemos pra encontrar a Estefânia e o César. Dei um beijo na boca do César. Os outros chegaram do supermercado.
Todo mundo entrou na piscina, depois fizemos churrasco. Depois de comer, todo mundo se deitou no jardim, alguns dormiram, um deles foi ler. Eu fui colocar os pés na piscina. Vi que... Estefânia entrou em casa, alguns minutos depois Omar a seguiu, eu morria de ciúmes, demoraram mais de meia hora pra sair. Com certeza ele comeu ela, porque Estefânia saiu com um sorrisão.
Juan acordou, colocou música num rádio, os outros começaram a acordar, e depois todo mundo começou a dançar. Em algum momento começou uma balada, eu dançava com César, nos abraçamos e falei no ouvido dele.
B – corno, amanhã quero passar a noite com Omar, você vai dormir no quarto dele, de madrugada vocês trocam pra ninguém perceber.
C – Sim, o que você mandar.
Ele não falou muito convencido, mas não tinha outra escolha.
No dia seguinte, de manhã, contei o plano pro Omar, ele adorou a ideia, disse que, como já tinha me falado, não gostava da ideia de os parceiros das amantes ficarem sabendo, mas que dava muito tesão ver César aceitar a namorada ficar com outro.
O dia inteiro passamos na piscina, de novo fizemos churrasco, de tarde Estefânia sumiu de novo com Omar, não dava pra culpá-la, qualquer uma faria de tudo pra ficar com ele.
Enquanto eu nadava um pouco, o celular de César tocou. Quando ele desligou, disse que era da casa dele. No sábado seguinte iam fazer uma festa de aniversário da irmã dele. Pediu pra eu não comentar nada, porque era coisa de família. Lembrei que Omar me disse que comia a irmã de César. Eu não conhecia ninguém da família dele. Pelo que ele me contou, ele amava muito a família. Tinha os pais, a irmã, uma das putas do Omar, que era a caçula da família, um irmão mais velho que ele, e uma irmã mais velha já casada. Além dos avós, tios, primos, com a grande maioria ele era muito próximo.
Juan cuidou da música de novo, dançamos até tarde, eram umas duas da manhã, quando dava pra ver que com o álcool e o clima todo mundo já tava no fogo. Começamos a subir pros quartos, quem tava sozinho, Omar e o outro, cada um. Entrou no quarto dela. O resto da gente ia começar a transar. O que eles não sabiam é que eu não ia transar com o César, e sim com o Omar. Queria que a Estefânia visse a gente, que ela soubesse que eu também era puta do Omar. Que eu tirava a porra dele. Comecei a odiar a Estefânia.
Entramos no quarto eu e o César. Depois de 20 minutos deixando ele me apalpar, falei:
B — Vai buscar o Omar, quero que você volte com ele, sejam discretos.
O César saiu, uns minutos depois voltou com o Omar.
B — Omar, quer beber alguma coisa?
O — Tô afim de uma cuba.
B — Eu também quero uma, vai lá servir as cubas pra gente.
O César saiu, eu me despi, pedi pro Omar fazer o mesmo, depois que ele se deitasse na cama, peguei a pica enorme dele e comecei a passar a língua, passava devagar por todo o tronco, depois fiz a mesma coisa com os colhões dele, podia ficar horas assim. Enfiei na boca, descia e subia meus lábios nela, sem usar a língua, fiz esse movimento várias vezes, depois tirei, cuspi nela, e chupei de novo. Olhava nos olhos dele, ele me olhava e sorria. Eu continuava chupando. A porta abriu, entrou o César com as cubas. Colocou na mesa e perguntou:
C — Vão transar de camisinha?
B — Claro que não, camisinha só uso com você.
Omar riu, eu continuei mamando, o César olhava pra gente e eu fiz sinal pra ele vazar.
O — Você é uma puta, parece que já transou mais do que qualquer coisa.
B — Sim, adoro transar, já provei muitos paus, mas poucos como o seu.
Continuei mamando, depois de um tempo e perceber que o Omar tinha muita resistência, resolvi montar nele. Sentei no pau dele de frente, primeiro desci devagar e depois rápido, peguei as mãos dele e levei pros meus peitos. Omar apertava forte, ele começou a gemer bem alto, tapei a boca dele, não queria que os outros percebessem quem tava me comendo. Parece que ele entendeu, porque tentou evitar os barulhos. As paredes da casa eram bem grossas, mal dava pra ouvir dos outros quartos, mas pelo Menos dois casais ainda estavam transando. Mas eu realmente não ligava, a única coisa que eu queria era sentir aquela pica dentro de mim.
Mudamos de posição, eu deitei na cama, ele ficou na minha frente, levantou minhas pernas e colocou nos ombros dele, meteu tudo, senti uma delícia.
B – Mais, mais, como você fode, caralho.
Eu podia ver o peito musculoso dele e a cara de satisfação enquanto me comia, os braços fortes dele na minha cintura, ele controlava aquela fodida. Ficamos assim por um bom tempo, tive um orgasmo muito gostoso. Ele adorava me ver gozar.
B – Tô gozando, tô gozando, você é um puta pau.
Ele tirou, me deixou descansar uns minutos. Eu ainda estava deitada, ele me puxou, me levantou e me carregou, me colocou na frente dele e no ar meteu de novo, eu abracei ele forte, ele baixou as mãos, segurou minha bunda e controlou os movimentos, me subia e descia naquela pica, não aguentei muito, tive outro orgasmo, fiquei deitada no peito dele.
B – Você é o melhor.
Por alguns minutos ele me manteve assim, não tirou a pica, isso era incrível. Comia como ninguém, além de gostoso era um comedor experiente.
Depois ele me baixou, puxou uma cadeira, sentou e pediu pra eu sentar de costas pra ele. Enfiei aquela pica na buceta, me segurei nas pernas dele e comecei a me mexer, continuei até pular naquela pica, numa das descidas ele me segurou bem forte e não me deixou mexer, começou a gozar, minha buceta já estava bem aberta, o leite dele começou a escorrer.
Eu levantei e convidei ele pra cama, onde deitamos um tempo pra descansar. Enquanto descansávamos, conversamos sobre nossa vida sexual, ele tinha estado com muitas mulheres, as namoradas dele, as amigas, desconhecidas, professoras, vizinhas, algumas primas e tias. Ele me contou que a vez que mais teve mulheres ao mesmo tempo foram 5 garotas que conheceu numa balada.
Eu, por minha vez, contei que já tinha transado com namorados, amigos, primos, tios, sobrinhos, professores, pedreiros, taxistas, pintores. desconhecidos, cunhados, sogros, contei que a vez que estive com mais homens foi aos 18, com vários amigos de um namorado, eram mais de 10.
Eu estava recostada no peito dele, esse homem me deixava louca, eu poderia ser a puta dele por muito tempo. Depois de meia hora, falei:
B—Me come de novo.
Eu me ajeitei e ele começou a me comer na posição de missionário, enquanto metia, chupava meus peitos, eu puxava o cabelo dele pra ele meter mais forte. Parecia que ele queria me partir ao meio.
Depois ele sentou e me colocou como se fosse uma carriola, eu estava apoiada no chão, ele metia, me subia e descia, minha buceta se abria cada vez mais. Aí ele puxava minhas pernas e me levava pra frente e pra trás. Isso era muito gostoso, eu tive outro orgasmo. Ele acariciava minha bunda e minhas pernas, me deixou um tempo assim. Depois me pegou pela cintura, sem tirar o pau de dentro, me virou e me deixou sentada, me segurou bem forte e me fez dar uns sentões deliciosos. Me abaixava e me levantava, me tratava naquele momento como se eu fosse um objeto, eu estava muito tesuda, tive mais um orgasmo, aquele pau tinha me arrancado vários orgasmos. Ele continuava me mexendo, beijava minhas costas.
Os barulhos nos outros quartos pararam, pelo visto só naquele quarto onde estávamos nós dois, a trepada continuava. Me subia e me descia. Até que, como há um tempo, ele não me deixou mexer e encheu minha pussy de sêmen.
Ele me carregou e me deitou na cama, disse que era hora de descansar, que ia mandar o César. Ele foi embora e o César chegou, me cumprimentou.
C—Oi, love.
B—Cala a boca e deita, cuck, o Omar me deixou muito cansada, mas muito satisfeita.
Na tarde seguinte, voltamos pro México.
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