Ela era minha namorada naquela época, se chama Carla, tem mais ou menos 1,65 de altura, olhos castanhos, cabelo bem comprido (o cabelo natural dela é castanho, mas naquela época ela tinha tingido de loiro). Tinha um corpo muito gostoso, era magrinha mas tinha uma bunda maravilhosa e uns peitos muito bem colocados, tamanho 90, bem durinhos, que eu adorava chupar e apertar enquanto metia por trás, olhando aquele rostinho de putinha que me deixava louco quando a gente transava.

Quando começamos nosso relacionamento, eu tinha 19 anos e ela 16, ela realmente gostava de foder quase todo dia, eu comia ela onde desse, no carro,


no banheiro da sua casa com a mãe dele na sala de jantar,

até comi ela algumas vezes na praia enquanto a gente se banhava,

Ela era muito ninfeta, mas na verdade nunca na balada ou em outros lugares ela dançava rebolando com outros caras, parecia uma garota muito fiel e próxima.

Nos fins de semana que não saíamos pra curtir, a gente ficava num apartamento velho e pequeno de um tio meu que foi morar fora e me deixava usar em troca de manter o lugar limpo. Mal tinha móveis, nem camas direito, mas com sofá e TV tava perfeito pra ver uns filmes ou jogar videogame e depois bater uma até cansar.

Era o ano de 2005, a gente já estava junto há um ano e, putz, sem exagero, a gente transava no mínimo uma vez por dia, não tinha do que reclamar, na real. Nas sextas, eu costumava encontrar uns amigos e a gente ia pro apartamento pra jogar videogame e dar umas risadas, sempre surgiam aqueles papos de sexo, de como eu devia me divertir com minha namorada no apartamento e essas coisas, e a Carla sempre parecia incomodada com esse tipo de piada, mas sem ficar brava de verdade. Numa dessas sextas, veio pra casa meu amigo Raúl, que é uns 5 anos mais velho que eu, e jogou videogame com a gente. Ele quase nunca aparecia, mas nesse dia ele deu uma passada lá. No dia seguinte, eu e minha namorada decidimos que, como tava muito frio, a gente ia ficar no apartamento vendo um filme e depois dar uns pegas. Foi o que fizemos: jantamos e fomos pro nosso ninho de amor.
A gente tinha acabado de chegar e meu celular começou a tocar. Era meu amigo Raúl perguntando se a carteira dele estava pelo chão. Procurei e encontrei num canto do sofá. "Sim, cara, tá aqui. Se quiser, passa pra buscar." "Ok, já vou aí." Minha namorada naquela noite estava com um vestidinho casual azul, simples mas bem provocante, que levantava o decote e marcava aquele bumbum que eu adoro, porra. Tava com uma vontade enorme de comer ela aquela noite.

Toc toc, era meu amigo batendo na porta, eu abri e meu colega trouxe umas cervejinhas pra de alguma forma agradecer o favor de recebê-lo sem aviso e naquela hora, fiquei com pena de ver esse gesto e perguntei à minha namorada se ela se importava que ele ficasse um pouco, Carla não fez cara feia e disse que tudo bem. Minha namorada quase nunca bebe, mas enfim, naquela noite ela tomou umas cervejas pra não dar um fora no Raúl.

Nos sentamos e coloquei o filme, que era um baita tédio, e ficou tudo muito quieto, só umas risadinhas fracas da minha namorada quando o Raúl falava alguma bobagem, e pouco mais durante a comédia ruim. Quando acabou, meu amigo, com um ar de certa arrogância, disse: "Bom, pessoal, fiquem aí, eu vou ver se pego uma madura na balada, porque as novinhas não aguentam nem uma das minhas gozadas, hehehe". Na verdade, foi um comentário fora de lugar, já que ele mal conhecia minha namorada, que além disso era uma garotinha de 17 anos. Mas o que mais me surpreendeu foi a resposta dela: "Cala a boca, fantasma! Com certeza é você quem não tem fôlego, que amigo hein, querido?", seguido de umas risadas. Sem dúvida, o álcool tinha algo a ver com as palavras da Carla; ela nunca bebia, e com três cervejas já soltava a língua mais do que o normal, especialmente com meus amigos, e ainda mais sendo tão direta. O Raúl então riu com cara de superior e confiante e disse: "Olha, menina, se seu namorado me deixasse te mostrar, você ficaria de pedra, porque com certeza nunca viu um pau como o meu na sua vida". E eu, durante tudo isso, estava paralisado, sentado ali, ouvindo eles.
Meu amigo, que não parava de olhar para o decote dela, parecia estar bem à vontade naquela situação.

e a Carla veio zombar da arrogância dele e quase caiu no chão de tanto rir, mas a verdadeira surpresa foi quando minha namorada me disse: "Amor, não fique bravo, mas deixa eu dar uma olhada nisso. Assim ele para de bancar o fantasma e a gente dá umas risadas". "Mas o que você tá dizendo?", eu perguntei. "Isso é sério?" "É só isso, por diversão não tem problema, amor". Por um lado, eu não queria que minha namorada visse o pau dele, mas não sei por que acabei dizendo que tudo bem. Então minha namorada falou: "Vamos ver esse pauzão que você tem. Aposto que não é muito maior que meu mindinho, hehehe". Aí o Raúl disse: "Eu mostro, mas fica sabendo que tá mole, hahahaha". Minha namorada riu de novo. "Do que você tá rindo?", disse o Raúl. "Se eu não estou com tesão, ele não fica duro". Minha namorada então pegou e me perguntou se podia tocar um pouco por cima da calça.

só até que ele ficou duro, eu estava como que paralisado mentalmente e só balançei a cabeça sem dizer uma palavra, então ela passou a mão no pacote, no começo ela passou timidamente até que o Raúl pegou a mão dela e disse, forte vai que não quebra, depois meu amigo agarrou os peitos dela e minha namorada se opôs totalmente,

Em seguida ele disse: "Pronto, já está dura, vamos tirar isso daí, fantasma". Então ele puxou o pau para fora da cueca, que parecia muito pequena ou o pau dele era realmente enorme. Quando finalmente ele abaixou as calças e tirou a cueca, até eu fiquei impressionado com o tamanho do cacete dele. Era um pouco mais comprido que o meu, mas muito mais grosso e com uma cabeça enorme, digno de um filme pornô. Minha namorada, que ficou muito assustada ao ver aquele membro tão grande no início, quando conseguiu encarar, não parava de olhar para ele, com uma expressão cada vez mais de tesão do que de medo. Meu amigo pegou o pênis e deu umas batidas fortes na palma da mão, fazendo um barulho bem sonoro.


e essa tá dura que nem pedra, menina! Todas que já provaram meu pau dizem que é o melhor que já transaram, exclamou ele. Minha namorada não parava de contemplar o pau com um olhar safado que nunca tinha visto nela antes. Caralho, parece que tá dura mesmo, hein? Posso tocar, Raúl? Se seu namorado não se importar, por mim tudo bem. Só tocar, tá bom, querido? Não fica bravo. Olha, é que parece grande, mas pode ser de plástico. Você ouviu que barulho? Não pode ser... Raúl sorriu e disse: Vem aqui e você vai ver que é 100% meu. Então Carla agarrou o pau com uma mão e percebeu como era duro e grosso ao mesmo tempo, enquanto gritava: Oooooo... com um tom muito quente e tesudo, com o olhar perdido no pau grosso do Raúl que parecia que as veias enormes do pênis iam explodir. Ela balançava ele de um lado pro outro como se fosse um chicote, depois pegou com as duas mãos e disse: Porra, que pau! Fodeu! Duas mãos e ainda cabe mais uma. Agora acredito no que você falou antes, hehehehe.


Meu amigo, que estava começando a se sentir desconfortável por causa do calor que estava pegando, perguntou se podia tocar um pouco nos peitos dela. Aí eu vi que a coisa estava passando dos limites e ordenei que parassem. Cara, só tocar um pouco, você o que acha, Carla? Você me deve essa, não diga que não gosta que eu toque em você. Vai, amor, deixa ele tocar um pouco e pronto, depois ele vai embora e eu te compenso, tudo esquecido. Eu, que estava bem excitado e ao mesmo tempo confuso com a situação, disse que tudo bem, mas só um minuto. Ok, então vamos lá, Carla, mostra esses peitos, anda, estou com muita vontade de vê-los, disse Raúl muito excitado. Eu então me opus de novo, não, não, por cima do vestido, senão nada. Vai, anda, eu toco na minha sem frescura, quero o mesmo. É verdade, amor, no final ele só vai tocar um pouco, é bobagem. Bom, quanto antes, melhor, eu disse, queria que tudo passasse rápido. Raúl ficou atrás dela e agarrou os dois peitos lindos e duros da minha namorada, enquanto dizia: Porra, que bem colocados eles estão, adoro. Enquanto isso, ela estava curtindo em silêncio, dava pra ver na cara dela, sem vergonha. Então meu amigo pirou e meteu as mãos por baixo do vestido e também tocou na bunda dela.


Eu fui direto tentar acabar com aquilo, mas aí o Raúl me pegou pelo pescoço e mandou eu me sentar e não encher o saco, ou então que eu vazasse. O cara é grandão, um pouco mais alto que eu, mas muito mais largo e com uma barriga de chopp, resumindo. Eu, mesmo bêbado, não tinha como fazer nada além de obedecer, então sentei no chão pra evitar uma surra.
Minha mina não falava absolutamente nada durante tudo isso. Ela estava com os peitos pra fora e o Raúl passando a mão na bunda dela toda. Ele enfiou o pau dele entre o fio dental e o cu dela, e voltou a apertar os peitos.

você adoraria chupar e sentir ela dentro, né sua putinha, siiim ela exclamou com a voz trêmula e bem baixinha, enquanto isso Raúl continuava na dele, apertava o pau com força contra a bunda dela e não parava de apertar os peitos, vamos de joelhos e engole tudo, Carla se abaixou e a princípio não teve coragem de enfiar tudo na boca, só passava a língua timidamente de cima pra baixo com suavidade,


Ah, então está tudo bem, Raul, mas o que é isso, garota? Agora você vai ver o que é mamar uma pica de verdade. Ele bateu com o pau bem forte na cara dela 3 ou 4 vezes e mandou ela botar a língua pra fora pra ele bater o pau nela (e eu, enquanto isso, já estava começando a armar a barraca inconscientemente, que situação). Ele esfregou o mastro na cara dela e finalmente enfiou na boca dela. Ele começou a foder a boquinha dela devagar, ela olhava e dizia: "Que delícia, eu adoro assim, bem gostoso, mmmm". O ritmo foi aumentando e minha namorada já não conseguia falar, o pau do Raul entrava e saía da boca dela numa velocidade alta. Ela nunca me chupou assim, sempre fazia no escuro e bem devagar. Minha namorada agarrou o pau dele de novo e chupou a cabecinha como se fosse um pirulito, dando beijinhos suaves na glande. E eu, com tudo isso, comecei a bater uma sem tirar o pau pra fora, caso alguém visse eu lá me aliviando.






então minha namorada ficou de quatro e pediu pra ele foder ela nessa posição, me dá assim Raúl foi o que ela disse exatamente, que direta a menina, parece corajosa hehehe, agora vamos ver então disse Raúl, mal sentiu a ponta entrar na buceta dela já começou a sentir como são os pauzões bem grossos,

(essa sou eu hehe) (vamos continuar com a história)...

os gemidos da minha namorada eram uma mistura de prazer e dor no ritmo das investidas do Raúl, que aumentavam aos poucos enquanto ele apertava as peras dela. Raúl virou a cabeça pra mim e disse: "Não fica chateado com isso, cara. Daqui a um tempo a gente vai rir disso". Tudo isso seguido das risadas dos dois. "Olha, colega, seu problema é que você não sabe que eu como quem eu quiser, graças à minha vantagem: uma pica boa, só isso. Fala aí, Carla, como é que tá? É incrível, que pica! Gosta de mim, me come, me comeeeee…





não para nãooooo dando pancadas de trás muito fortes, Raúl parecia querer subir sempre o nível cada vez que minha namorada tentava pegar o ritmo e começou a meter muito agressivo e puxando o cabelo dela, tomaaaaaa gosta néee, como você gosta, que nem uma putinha me dá não para nãoooooo, o ritmo estava muito forte e o sofá parecia que ia desmontar, de repente minha namorada gritou que nem uma louca, para caralho para aaaa, preciso de um fôlego,


muito bem, ela mudou de posição, mas antes chupa de novo, outra coisa que ela nunca fazia comigo, o boquete tinha que ser antes de meter, nunca depois. A Carla estava mais entregue do que nunca, não via limites naquela noite. Mais uma fodida na boca e depois ela sentou em cima do pau dele com a bunda virada para mim. O Raúl dava tapas nas nádegas dela e apertava enquanto o pau dele entrava na buceta da minha namorada. Era um espetáculo completo, nunca tinha tido essa perspectiva da bunda da minha mina. Era lindo e excitante ver outro fodendo ela, deixando-a mais tesuda do que eu. Ela cavalgava enquanto o Raúl chupava os peitos dela como se estivesse duas semanas sem comer.





Em seguida, vieram vários orgasmos da minha namorada gritando como uma loba no cio. Eu, no meu mundo particular, mexia nela meio desconfortável, mas faltava pouco para eu gozar. Porra, que boceta apertadinha, tem a pressão perfeita pro meu pau. Adoro essa gostosa, eu gritava "Raúl" pra minha namorada. Depois de uns 5 minutos de metida, meu amigo olhou no relógio e, dirigindo-se à Carla, disse: "Putz, tá tarde, preciso ir. Mas antes você vai ver o que é uma boa gozada nessa cara de puta".

sabia que você era uma daquelas quietinhas que depois soltam o freio e transam sem limites, mmmm além de dotado, tem experiência em sexo e psicologia, disse minha namorada, bem cala a boca agora só goza com meu leitinho quente, putinha, enquanto puxava seu cabelo, enfiava e tirava o pau da boca da minha namorada sem parar de sacudir e gritar que ela era uma puta e uma safada e mais sacanagens, ao que minha namorada respondia com palavras que pareciam impossíveis de sair da boca daquela garota que conheci um ano atrás, vai me dá seu leite na minha cara mmmm, pra mim ela sempre disse um não redondo quando eu pedia pra gozar nela, nem mesmo nos peitos ela deixava, já estava chegando a porra na ponta do pau do Raúl dava pra notar pelos seus gemidos e gestos, e então explodiu uma grande quantidade de sêmen da uretra dele, encheu o rosto da minha namorada com sua porra, também acertou no cabelo e nos peitos, era incrível a quantidade de sêmen que o Raúl expeliu, Carla pegou o pau ainda bem duro e esfregou nos lábios e no rosto enquanto dava beijos na ponta e lambia como se fosse um picolé,



E aí, beleza? disse Raúl. Muito obrigada, hehehe, disse ela. Eu gozei naquela hora, era difícil perceberem que eu estava batendo uma, mas acho que minha cara me entregou de qualquer jeito. Acho que não me viram. Depois que Carla limpou bem o pau, Raúl se vestiu e pediu desculpas pelo agarramento no pescoço, que estava muito excitado e perdeu a cabeça quando minha namorada deixou ele pegar nos peitos. Eu, que estava em flashback naquele momento depois da gozada, só consegui dizer pra ele não contar pra ninguém. "Tranquilo, mano, eu guardo segredo, não se preocupa que ninguém vai ficar sabendo, foda-se, minha palavra." Quando Raúl foi embora, ficamos eu e minha namorada nos olhando numa situação muito embaraçosa. Ela começou a falar: "Olha, amor, antes de mais nada só vou te dizer uma coisa: você estava batendo uma o tempo todo, eu percebi, sabe? Isso quer dizer que você gostou, e você sabe que eu te amo e que foi só uma experiência, nada mais. Nunca vou poder transar de novo com um pau tão grande e eu queria saber como é a sensação de levar um pau daquele tamanho." Eu não sabia por onde começar. Uma parte de mim dizia pra eu ir embora dali e nunca mais nos vermos, mas outra me dizia pra foder ela e fazer de tudo como o Raúl tinha feito antes. E foi o que fiz. Nunca a comi tão selvagemente. Chupava ela de todo jeito e gozei como nunca na carinha dela. De alguma forma, minha namorida, em todas as gozadas que a gente dava durante os dois anos seguintes que durou o relacionamento, ficou muito mais ousada do que antes. Minha namorada passou de safada a loba ansiosa por pau no sexo. Raúl transformou minha namorada com aquela transa. Nos anos seguintes, mal se via Raúl pelo bairro. Ele arrumou um emprego fora, num povoado meio longe, e vinha só o necessário até nosso município. Depois de três anos, nas festas de verão, ele chegou perto de mim no balcão da boate e me convidou pra tomar uma bebida. Carla já não estava mais saindo comigo, fazia uns meses que a gente tinha terminado, e Raúl me perguntou... por ela, não sei nada dela, não estamos mais juntos, enfim, sinto muito, e nada mais, vamos conversar e dançar um pouco, não guardo rancor, já que adorei que ele a comesse e no fundo agradeço, hoje em dia já se passaram 9 anos e ainda me masturbo sozinho pensando naquela noite, mas claro, agora não faria, amo minha namorada atual de verdade, com Carla foi diferente, era sexo adolescente descontrolado e foram dias muito excitantes, nada mais amigos, espero que tenham gostado.

Quando começamos nosso relacionamento, eu tinha 19 anos e ela 16, ela realmente gostava de foder quase todo dia, eu comia ela onde desse, no carro,


no banheiro da sua casa com a mãe dele na sala de jantar,

até comi ela algumas vezes na praia enquanto a gente se banhava,

Ela era muito ninfeta, mas na verdade nunca na balada ou em outros lugares ela dançava rebolando com outros caras, parecia uma garota muito fiel e próxima.

Nos fins de semana que não saíamos pra curtir, a gente ficava num apartamento velho e pequeno de um tio meu que foi morar fora e me deixava usar em troca de manter o lugar limpo. Mal tinha móveis, nem camas direito, mas com sofá e TV tava perfeito pra ver uns filmes ou jogar videogame e depois bater uma até cansar.

Era o ano de 2005, a gente já estava junto há um ano e, putz, sem exagero, a gente transava no mínimo uma vez por dia, não tinha do que reclamar, na real. Nas sextas, eu costumava encontrar uns amigos e a gente ia pro apartamento pra jogar videogame e dar umas risadas, sempre surgiam aqueles papos de sexo, de como eu devia me divertir com minha namorada no apartamento e essas coisas, e a Carla sempre parecia incomodada com esse tipo de piada, mas sem ficar brava de verdade. Numa dessas sextas, veio pra casa meu amigo Raúl, que é uns 5 anos mais velho que eu, e jogou videogame com a gente. Ele quase nunca aparecia, mas nesse dia ele deu uma passada lá. No dia seguinte, eu e minha namorada decidimos que, como tava muito frio, a gente ia ficar no apartamento vendo um filme e depois dar uns pegas. Foi o que fizemos: jantamos e fomos pro nosso ninho de amor.
A gente tinha acabado de chegar e meu celular começou a tocar. Era meu amigo Raúl perguntando se a carteira dele estava pelo chão. Procurei e encontrei num canto do sofá. "Sim, cara, tá aqui. Se quiser, passa pra buscar." "Ok, já vou aí." Minha namorada naquela noite estava com um vestidinho casual azul, simples mas bem provocante, que levantava o decote e marcava aquele bumbum que eu adoro, porra. Tava com uma vontade enorme de comer ela aquela noite.

Toc toc, era meu amigo batendo na porta, eu abri e meu colega trouxe umas cervejinhas pra de alguma forma agradecer o favor de recebê-lo sem aviso e naquela hora, fiquei com pena de ver esse gesto e perguntei à minha namorada se ela se importava que ele ficasse um pouco, Carla não fez cara feia e disse que tudo bem. Minha namorada quase nunca bebe, mas enfim, naquela noite ela tomou umas cervejas pra não dar um fora no Raúl.

Nos sentamos e coloquei o filme, que era um baita tédio, e ficou tudo muito quieto, só umas risadinhas fracas da minha namorada quando o Raúl falava alguma bobagem, e pouco mais durante a comédia ruim. Quando acabou, meu amigo, com um ar de certa arrogância, disse: "Bom, pessoal, fiquem aí, eu vou ver se pego uma madura na balada, porque as novinhas não aguentam nem uma das minhas gozadas, hehehe". Na verdade, foi um comentário fora de lugar, já que ele mal conhecia minha namorada, que além disso era uma garotinha de 17 anos. Mas o que mais me surpreendeu foi a resposta dela: "Cala a boca, fantasma! Com certeza é você quem não tem fôlego, que amigo hein, querido?", seguido de umas risadas. Sem dúvida, o álcool tinha algo a ver com as palavras da Carla; ela nunca bebia, e com três cervejas já soltava a língua mais do que o normal, especialmente com meus amigos, e ainda mais sendo tão direta. O Raúl então riu com cara de superior e confiante e disse: "Olha, menina, se seu namorado me deixasse te mostrar, você ficaria de pedra, porque com certeza nunca viu um pau como o meu na sua vida". E eu, durante tudo isso, estava paralisado, sentado ali, ouvindo eles.
Meu amigo, que não parava de olhar para o decote dela, parecia estar bem à vontade naquela situação.

e a Carla veio zombar da arrogância dele e quase caiu no chão de tanto rir, mas a verdadeira surpresa foi quando minha namorada me disse: "Amor, não fique bravo, mas deixa eu dar uma olhada nisso. Assim ele para de bancar o fantasma e a gente dá umas risadas". "Mas o que você tá dizendo?", eu perguntei. "Isso é sério?" "É só isso, por diversão não tem problema, amor". Por um lado, eu não queria que minha namorada visse o pau dele, mas não sei por que acabei dizendo que tudo bem. Então minha namorada falou: "Vamos ver esse pauzão que você tem. Aposto que não é muito maior que meu mindinho, hehehe". Aí o Raúl disse: "Eu mostro, mas fica sabendo que tá mole, hahahaha". Minha namorada riu de novo. "Do que você tá rindo?", disse o Raúl. "Se eu não estou com tesão, ele não fica duro". Minha namorada então pegou e me perguntou se podia tocar um pouco por cima da calça.

só até que ele ficou duro, eu estava como que paralisado mentalmente e só balançei a cabeça sem dizer uma palavra, então ela passou a mão no pacote, no começo ela passou timidamente até que o Raúl pegou a mão dela e disse, forte vai que não quebra, depois meu amigo agarrou os peitos dela e minha namorada se opôs totalmente,

Em seguida ele disse: "Pronto, já está dura, vamos tirar isso daí, fantasma". Então ele puxou o pau para fora da cueca, que parecia muito pequena ou o pau dele era realmente enorme. Quando finalmente ele abaixou as calças e tirou a cueca, até eu fiquei impressionado com o tamanho do cacete dele. Era um pouco mais comprido que o meu, mas muito mais grosso e com uma cabeça enorme, digno de um filme pornô. Minha namorada, que ficou muito assustada ao ver aquele membro tão grande no início, quando conseguiu encarar, não parava de olhar para ele, com uma expressão cada vez mais de tesão do que de medo. Meu amigo pegou o pênis e deu umas batidas fortes na palma da mão, fazendo um barulho bem sonoro.


e essa tá dura que nem pedra, menina! Todas que já provaram meu pau dizem que é o melhor que já transaram, exclamou ele. Minha namorada não parava de contemplar o pau com um olhar safado que nunca tinha visto nela antes. Caralho, parece que tá dura mesmo, hein? Posso tocar, Raúl? Se seu namorado não se importar, por mim tudo bem. Só tocar, tá bom, querido? Não fica bravo. Olha, é que parece grande, mas pode ser de plástico. Você ouviu que barulho? Não pode ser... Raúl sorriu e disse: Vem aqui e você vai ver que é 100% meu. Então Carla agarrou o pau com uma mão e percebeu como era duro e grosso ao mesmo tempo, enquanto gritava: Oooooo... com um tom muito quente e tesudo, com o olhar perdido no pau grosso do Raúl que parecia que as veias enormes do pênis iam explodir. Ela balançava ele de um lado pro outro como se fosse um chicote, depois pegou com as duas mãos e disse: Porra, que pau! Fodeu! Duas mãos e ainda cabe mais uma. Agora acredito no que você falou antes, hehehehe.


Meu amigo, que estava começando a se sentir desconfortável por causa do calor que estava pegando, perguntou se podia tocar um pouco nos peitos dela. Aí eu vi que a coisa estava passando dos limites e ordenei que parassem. Cara, só tocar um pouco, você o que acha, Carla? Você me deve essa, não diga que não gosta que eu toque em você. Vai, amor, deixa ele tocar um pouco e pronto, depois ele vai embora e eu te compenso, tudo esquecido. Eu, que estava bem excitado e ao mesmo tempo confuso com a situação, disse que tudo bem, mas só um minuto. Ok, então vamos lá, Carla, mostra esses peitos, anda, estou com muita vontade de vê-los, disse Raúl muito excitado. Eu então me opus de novo, não, não, por cima do vestido, senão nada. Vai, anda, eu toco na minha sem frescura, quero o mesmo. É verdade, amor, no final ele só vai tocar um pouco, é bobagem. Bom, quanto antes, melhor, eu disse, queria que tudo passasse rápido. Raúl ficou atrás dela e agarrou os dois peitos lindos e duros da minha namorada, enquanto dizia: Porra, que bem colocados eles estão, adoro. Enquanto isso, ela estava curtindo em silêncio, dava pra ver na cara dela, sem vergonha. Então meu amigo pirou e meteu as mãos por baixo do vestido e também tocou na bunda dela.


Eu fui direto tentar acabar com aquilo, mas aí o Raúl me pegou pelo pescoço e mandou eu me sentar e não encher o saco, ou então que eu vazasse. O cara é grandão, um pouco mais alto que eu, mas muito mais largo e com uma barriga de chopp, resumindo. Eu, mesmo bêbado, não tinha como fazer nada além de obedecer, então sentei no chão pra evitar uma surra.Minha mina não falava absolutamente nada durante tudo isso. Ela estava com os peitos pra fora e o Raúl passando a mão na bunda dela toda. Ele enfiou o pau dele entre o fio dental e o cu dela, e voltou a apertar os peitos.


você adoraria chupar e sentir ela dentro, né sua putinha, siiim ela exclamou com a voz trêmula e bem baixinha, enquanto isso Raúl continuava na dele, apertava o pau com força contra a bunda dela e não parava de apertar os peitos, vamos de joelhos e engole tudo, Carla se abaixou e a princípio não teve coragem de enfiar tudo na boca, só passava a língua timidamente de cima pra baixo com suavidade,


Ah, então está tudo bem, Raul, mas o que é isso, garota? Agora você vai ver o que é mamar uma pica de verdade. Ele bateu com o pau bem forte na cara dela 3 ou 4 vezes e mandou ela botar a língua pra fora pra ele bater o pau nela (e eu, enquanto isso, já estava começando a armar a barraca inconscientemente, que situação). Ele esfregou o mastro na cara dela e finalmente enfiou na boca dela. Ele começou a foder a boquinha dela devagar, ela olhava e dizia: "Que delícia, eu adoro assim, bem gostoso, mmmm". O ritmo foi aumentando e minha namorada já não conseguia falar, o pau do Raul entrava e saía da boca dela numa velocidade alta. Ela nunca me chupou assim, sempre fazia no escuro e bem devagar. Minha namorada agarrou o pau dele de novo e chupou a cabecinha como se fosse um pirulito, dando beijinhos suaves na glande. E eu, com tudo isso, comecei a bater uma sem tirar o pau pra fora, caso alguém visse eu lá me aliviando.






então minha namorada ficou de quatro e pediu pra ele foder ela nessa posição, me dá assim Raúl foi o que ela disse exatamente, que direta a menina, parece corajosa hehehe, agora vamos ver então disse Raúl, mal sentiu a ponta entrar na buceta dela já começou a sentir como são os pauzões bem grossos,

(essa sou eu hehe) (vamos continuar com a história)...

os gemidos da minha namorada eram uma mistura de prazer e dor no ritmo das investidas do Raúl, que aumentavam aos poucos enquanto ele apertava as peras dela. Raúl virou a cabeça pra mim e disse: "Não fica chateado com isso, cara. Daqui a um tempo a gente vai rir disso". Tudo isso seguido das risadas dos dois. "Olha, colega, seu problema é que você não sabe que eu como quem eu quiser, graças à minha vantagem: uma pica boa, só isso. Fala aí, Carla, como é que tá? É incrível, que pica! Gosta de mim, me come, me comeeeee…





não para nãooooo dando pancadas de trás muito fortes, Raúl parecia querer subir sempre o nível cada vez que minha namorada tentava pegar o ritmo e começou a meter muito agressivo e puxando o cabelo dela, tomaaaaaa gosta néee, como você gosta, que nem uma putinha me dá não para nãoooooo, o ritmo estava muito forte e o sofá parecia que ia desmontar, de repente minha namorada gritou que nem uma louca, para caralho para aaaa, preciso de um fôlego,


muito bem, ela mudou de posição, mas antes chupa de novo, outra coisa que ela nunca fazia comigo, o boquete tinha que ser antes de meter, nunca depois. A Carla estava mais entregue do que nunca, não via limites naquela noite. Mais uma fodida na boca e depois ela sentou em cima do pau dele com a bunda virada para mim. O Raúl dava tapas nas nádegas dela e apertava enquanto o pau dele entrava na buceta da minha namorada. Era um espetáculo completo, nunca tinha tido essa perspectiva da bunda da minha mina. Era lindo e excitante ver outro fodendo ela, deixando-a mais tesuda do que eu. Ela cavalgava enquanto o Raúl chupava os peitos dela como se estivesse duas semanas sem comer.





Em seguida, vieram vários orgasmos da minha namorada gritando como uma loba no cio. Eu, no meu mundo particular, mexia nela meio desconfortável, mas faltava pouco para eu gozar. Porra, que boceta apertadinha, tem a pressão perfeita pro meu pau. Adoro essa gostosa, eu gritava "Raúl" pra minha namorada. Depois de uns 5 minutos de metida, meu amigo olhou no relógio e, dirigindo-se à Carla, disse: "Putz, tá tarde, preciso ir. Mas antes você vai ver o que é uma boa gozada nessa cara de puta".

sabia que você era uma daquelas quietinhas que depois soltam o freio e transam sem limites, mmmm além de dotado, tem experiência em sexo e psicologia, disse minha namorada, bem cala a boca agora só goza com meu leitinho quente, putinha, enquanto puxava seu cabelo, enfiava e tirava o pau da boca da minha namorada sem parar de sacudir e gritar que ela era uma puta e uma safada e mais sacanagens, ao que minha namorada respondia com palavras que pareciam impossíveis de sair da boca daquela garota que conheci um ano atrás, vai me dá seu leite na minha cara mmmm, pra mim ela sempre disse um não redondo quando eu pedia pra gozar nela, nem mesmo nos peitos ela deixava, já estava chegando a porra na ponta do pau do Raúl dava pra notar pelos seus gemidos e gestos, e então explodiu uma grande quantidade de sêmen da uretra dele, encheu o rosto da minha namorada com sua porra, também acertou no cabelo e nos peitos, era incrível a quantidade de sêmen que o Raúl expeliu, Carla pegou o pau ainda bem duro e esfregou nos lábios e no rosto enquanto dava beijos na ponta e lambia como se fosse um picolé,



E aí, beleza? disse Raúl. Muito obrigada, hehehe, disse ela. Eu gozei naquela hora, era difícil perceberem que eu estava batendo uma, mas acho que minha cara me entregou de qualquer jeito. Acho que não me viram. Depois que Carla limpou bem o pau, Raúl se vestiu e pediu desculpas pelo agarramento no pescoço, que estava muito excitado e perdeu a cabeça quando minha namorada deixou ele pegar nos peitos. Eu, que estava em flashback naquele momento depois da gozada, só consegui dizer pra ele não contar pra ninguém. "Tranquilo, mano, eu guardo segredo, não se preocupa que ninguém vai ficar sabendo, foda-se, minha palavra." Quando Raúl foi embora, ficamos eu e minha namorada nos olhando numa situação muito embaraçosa. Ela começou a falar: "Olha, amor, antes de mais nada só vou te dizer uma coisa: você estava batendo uma o tempo todo, eu percebi, sabe? Isso quer dizer que você gostou, e você sabe que eu te amo e que foi só uma experiência, nada mais. Nunca vou poder transar de novo com um pau tão grande e eu queria saber como é a sensação de levar um pau daquele tamanho." Eu não sabia por onde começar. Uma parte de mim dizia pra eu ir embora dali e nunca mais nos vermos, mas outra me dizia pra foder ela e fazer de tudo como o Raúl tinha feito antes. E foi o que fiz. Nunca a comi tão selvagemente. Chupava ela de todo jeito e gozei como nunca na carinha dela. De alguma forma, minha namorida, em todas as gozadas que a gente dava durante os dois anos seguintes que durou o relacionamento, ficou muito mais ousada do que antes. Minha namorada passou de safada a loba ansiosa por pau no sexo. Raúl transformou minha namorada com aquela transa. Nos anos seguintes, mal se via Raúl pelo bairro. Ele arrumou um emprego fora, num povoado meio longe, e vinha só o necessário até nosso município. Depois de três anos, nas festas de verão, ele chegou perto de mim no balcão da boate e me convidou pra tomar uma bebida. Carla já não estava mais saindo comigo, fazia uns meses que a gente tinha terminado, e Raúl me perguntou... por ela, não sei nada dela, não estamos mais juntos, enfim, sinto muito, e nada mais, vamos conversar e dançar um pouco, não guardo rancor, já que adorei que ele a comesse e no fundo agradeço, hoje em dia já se passaram 9 anos e ainda me masturbo sozinho pensando naquela noite, mas claro, agora não faria, amo minha namorada atual de verdade, com Carla foi diferente, era sexo adolescente descontrolado e foram dias muito excitantes, nada mais amigos, espero que tenham gostado.
DEMONSTREM CARINHO, GAROTOS! AMO VOCÊS!!
4 comentários - Mi novia y el pollón de Raul. (Relatos con imágenes y gifs
y bienvenido sea si quieres pasarme más relatos.